UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA UEFS DEPARTAMENTO DE SAÚDE DSAU CENTRO DE REFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE CRIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA UEFS DEPARTAMENTO DE SAÚDE DSAU CENTRO DE REFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE CRIS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA UEFS DEPARTAMENTO DE SAÚDE DSAU CENTRO DE REFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE CRIS Sistema de informação para controle de dados da Coleção de Culturas de Microrganismos da Bahia JOÃO RONALDO TAVARES DE VASCONCELLOS JÚNIOR Feira de Santana BA 2010

2 JOÃO RONALDO TAVARES DE VASCONCELLOS JÚNIOR Sistema de informação para controle de dados da Coleção de Culturas de Microrganismos da Bahia Projeto de Monografia apresentado ao Colegiado do Curso Residência em Desenvolvimento de Software para Engenharia Biomédica da Universidade Estadual de Feira de Santana como pré requisito para a obtenção do título de Especialista. Área de Concentração: Bioinformática Orientadora: Prof.ª Dr.ª Rosângela Leal Santos Co orientador: Prof. Dr. Aristóteles Góes Neto Feira de Santana BA 2010

3 FOLHA DE APROVAÇÃO

4 DEDICATÓRIA A Wandra, minha esposa e aos meus filhos João Neto e Jessica, que juntos sempre me apoiaram e foram a minha fonte de inspiração para este trabalho.

5 AGRADECIMENTOS Ao Prof. Dr. André Barboni, pelos ensinamentos sobre a linguagem de programação Delphi, dentre outros. À Profª. Drª. Rosângela Leal Santos, pela transmissão dos conhecimentos sobre georreferenciamento, dentre outros. Ao Prof. Dr. Aristóteles Góes Neto, pelos ensinamentos na área de biotecnologia, dentre outros. À Profª. Drª. Ana Paula, que, como curadora da coleção de culturas de microrganismos da Bahia, sempre me recebeu com paciência nos momentos de dúvidas sobre a abordagem dos dados da coleção. À minha esposa Wandra pelas palavras de incentivo, proferidas constantemente ao longo de todo o desenvolvimento deste trabalho. À minha filha Jéssica pelo apoio no desenvolvimento da interface web do sistema, objeto deste trabalho, e pelos ensinamentos sobre webdesign, dentre outros. Ao meu filho João Neto pelo incentivo e pelas sugestões sobre os aspectos do sistema, objeto deste trabalho, ligados à biologia.

6 Epígrafe A arte de interrogar não é tão fácil como se pensa. É mais uma arte de mestres do que de discípulos; é preciso ter aprendido muitas coisas para saber perguntar o que não se sabe. Jean Jacques Rousseau

7 RESUMO O Sis CCMB é um sistema de informação concebido para o controle dos dados da Coleção de Culturas de Microrganismos da Bahia. Uma das características do sistema é possuir uma interface desktop e uma interface web que acessarão uma base de dados PostgreSQL. Outra característica do sistema é disponibilizar dados de forma georreferenciada através de sua interface web. Entender a realidade e saber representá la é primordial para projetos de sistemas em geral. Com o advento dos sistemas geo processados, a representação abstrata do universo a ser modelado adquiriu uma abrangência maior, mais próxima da nossa realidade. As entidades a serem representadas têm agora forma, cores e localização. O uso de um sistema de informações georreferenciadas possibilita entender melhor a distribuição dos microrganismos no estado da Bahia. A Coleção de Culturas de Microrganismos da Bahia (CCMB), localizada na Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia), trabalha com microrganismos dos grupos de bactérias, actinobactérias, leveduras, fungos filamentosos e mixomicetos isolados da região Semi árida do Brasil. Coleta, isolamento, preservação, armazenamento e disponibilidade de informações dos microrganismos isolados de diversos substratos e ambientes do Semi árido, bem como o contínuo melhoramento dessas metodologias para gerar maior conhecimento e fonte de estudo da biodiversidade e potencial de aplicação desses microrganismos, são as principais finalidades da CCMB. Portanto, o sistema desenvolvido torna se uma ferramenta de grande utilidade para o controle de dados da coleção de cultura de microrganismos do estado da Bahia, haja vista que pode ser usado na obtenção de dados georreferenciados para pesquisas nessa área. Palavras chave: Banco de Dados; Georreferenciamento; Microrganismo; Coleção de Cultura.

8 ABSTRACT The Sis CCMB is an information system designed to control the data of Culture Collection of Microorganisms of Bahia (Coleção de Cultura de Microrganismos da Bahia CCMB). A feature of the system is to have a desktop interface and a web interface that will access a PostgreSQL database. Another feature of the system is available in a geo referenced data through their web interface. Understanding the reality and learn to represent it is vital for systems design in general. With the advent of Geographic Information System (GIS), the abstract representation of the universe to be modeled has acquired a broader, closer to our reality. The entities to be represented now have form, color and location. Using a system of geo referenced information enables better understand the distribution of microorganisms in the state of Bahia. The CCMB, located in the Universidade Estadual de Feira de Santana (Bahia), works with microorganisms of bacteria, actinobacteria, yeasts, filamentous fungi and myxomycetes isolated from semi arid region of Brazil. Collection, isolation, preservation, storage and availability of information of microorganisms isolated from various substrates and the semi arid environments, as well as the continuous improvement of these methods to generate greater knowledge and a source of biodiversity studies and application potential of these microorganisms are the main purposes of the CCMB. Therefore, the developed system becomes a valuable tool to control data from culture collection of microorganisms of Bahia state, since it can be used to obtain geo referenced data for this research field. Keywords: Data Base; Geo referencing; Microorganism; Collection of Culture.

9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas AIE Arquivos de Interface Externos ALI Arquivos Lógicos Internos API Application Programming Interface ASQC American Society for Quality Control BSD Berkeley Software Distribution B Tree Binary Tree CCMB Coleção de Culturas de Microrganismos da Bahia CE Consultas Externas CGS Características Gerais do Sistema DBMS Data Base Management System EE Entradas Externas GiST Generalized Search Trees GNU acrônimo recursivo de GNU is Not Unix GPL General Public Licence IBM International Business Machines

10 ISO International Organization for Standardization LAPEM Laboratório de Pesquisa em Microbiologia LOC Lines Of Code ODBC Open Data Base Connectivity OGC Open GeoSpatial Consortium PF Pontos de Função PHP Acrônimo recursivo para "PHP: Hypertext Preprocessor" Q Tree QuadTree R Tree Real Tree SE Saídas Externas SFS Simple Features Specification SGBD Sistema Gerenciador de Banco de Dados SGBDOR Sistema Gerenciador de Banco de Dados Objeto Relacional SIG ou GIS Geographic Information System, do acrônimo inglês SQL Structured Query Language TDE Tipo de Dado Espacial UEFS Universidade Estadual de Feira de Santana WCS Web Coverage Service

11 WFS Web Feature Service WMS Web Map Service

12 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Tabela 2 Tabela 3 Tabela 4 Tabela 5 Tabela 6 Tabela 7 Características Gerais do Sistema 34 Estimativa média de LOC/PF 34 Complexidade de uma EE ou uma CE 35 Complexidade de uma SE 35 Complexidade de uma ALI 36 Complexidade de uma AIE 36 Cálculo dos Pontos de Função Não Ajustados 36

13 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Figura 2 Figura 3 Figura 4 Figura 5 Figura 6 Figura 7 Figura 8 Figura 9 Figura 10 Figura 11 Figura 12 Figura 13 Figura 14 Figura 15 Figura 16 Figura 17 Figura 18 Figura 19 Figura 20 Figura 21 Figura 22 Arquitetura Dual 25 Arquitetura Integrada 25 Arquitetura combinada com o MapServ 28 Estratégia para uso da API Google 30 Escopo do Sistema 39 Fluxograma Sis CCMB 39 Quadro resumo da APF do Sis CCMB 43 Diagrama de Classes 45 Diagrama de Casos de Uso 46 Diagrama de Entidade e Relacionamento (DER) 47 Tela de login do Sis CCMB 48 Tela de acesso a Sistemas do Sis CCMB 49 Tela de consulta de pessoal do Sis CCMB 49 Tela de cadastro de pessoal do Sis CCMB 50 Tela de consulta de microrganismo do Sis CCMB 50 Tela de cadastro de microrganismo do Sis CCMB 51 Tela de acesso às tabelas do Sis CCMB 51 Tela de consulta ao acervo do Sis CCMB via Web 52 Tela de resultado da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web 52 Tela de detalhes da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web 53 Tela mapa da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web 53 Tela mapa, com zoom, da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web 54

14 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Justificativa Objetivos Geral Específicos REFERENCIAL TEÓRICO Software livre Sistemas de informação Sistema de informação geográfica Apresentação do PostgreSQL/PostGIS Arquitetura de banco de dados geográficos Integração do PostgreSQL/PostGIS com o Mapserver Uso de API Google Map para serviço de webmapping Métrica de software METODOLOGIA Desenvolvimento do Sis CCMB Especificação de requisitos Premissas de desenvolvimento Requisitos funcionais Requisito funcional Requisito funcional Requisito funcional Requisito funcional Requisito funcional Requisito funcional 6 38

15 Requisitos não funcionais Requisito não funcional Requisito não funcional Requisito não funcional Requisito não funcional Escopo do sistema Processo de desenvolvimento do sistema Histórico da Coleção de Culturas de Microrganismos da Bahia Visão da CCMB Amparo legal RESULTADOS E DISCUSSÕES Métrica do Sis CCMB Diagramas Diagrama de classes Diagrama de casos de uso Diagrama de entidade e relacionamento (DER) Telas do Sistema Tela de login do Sis CCMB Tela sistemas do Sis CCMB Tela de consulta e cadastro de pessoal do Sis CCMB Tela de consulta de microrganismo do Sis CCMB Tela de cadastro de microrganismo do Sis CCMB Tela de acesso às tabelas do Sis CCMB Tela de consulta ao acervo do Sis CCMB via Web Tela de resultado da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web Tela de detalhes da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web 53

16 Tela mapa da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web Tela mapa, com zoom, da consulta ao acervo do Sis CCMB via Web CONCLUSÃO E TRABALHOS FUTUROS 55 REFERÊNCIAS 57 ANEXOS 59

17 1. INTRODUÇÃO 16 Evolutivamente, como uma nova tendência dentro da Cartografia, a representação dos dados geoespaciais pode ser realizada por intermédio de produtos cartográficos veiculados através de novos meios de comunicação como a Internet, na qual destaca se a World Wide Web (WWW) (MARISCO et al., 2004). Dessa forma, propõe se neste trabalho, através do desenvolvimento de uma interface Web, explorar as potencialidades das novas tecnologias fontes abertas (PostgreSQL, PHP, JavaScrip) para disponibilizar os dados de um banco de dados construído para a Coleção de Culturas de Microrganismos da Bahia (CCMB). Assim, com os resultados a serem alcançados, possam vir a atender às crescentes demandas por diminuição de custos na manipulação, armazenamento e a necessidade de uma maior disseminação das informações. Propõe se, também, que o sistema a ser desenvolvido como fruto deste trabalho disponibilize informações georreferenciadas, o que possibilitará entender melhor dados de coleta de microrganismos no estado da Bahia e, em conseqüência a forma como esses microrganismos estão distribuídos territorialmente. Outra motivação é contribuir para que os dados da CCMB sejam disponibilizados na Web, considerando se que será uma das poucas coleções com essa funcionalidade, conforme demonstra o levantamento preliminar das Coleções de Culturas de Microrganismos no Brasil, realizado pelo Centro de Referência em Informação Ambiental CRIA nos meses de Maio e Junho de 2005, onde foram relacionadas 26 Coleções de Culturas que, segundo as informações fornecidas, caracterizam se em sua maioria como Coleções de Pesquisa, disponibilizando as culturas microbianas de procariontes e eucariontes, bem como de germoplasma, mediante solicitações dos setores acadêmico e produtivo. Considerando, ainda, o levantamento realizado pelo CRIA, convém acrescentar que das 26 coleções, até agosto de 2009, data de início deste projeto, nenhuma coleção disponibilizava dados georreferenciados e apenas duas das 7 (sete) coleções que se propuseram a disponibilizar dados pela Internet o fizeram sem alguma restrição, ou seja, informações parciais ou superficiais. Para a construção do acesso aos dados via Web alguns requisitos foram adotados, dos quais se destacam: (I) Os dados georreferenciados através de API Google Map.

18 (II) (III) 17 O sistema de gerenciamento de banco de dados: Sistema de Gerenciamento de Banco de dados ObjetoRelacional PostgreSQL. O modelo Cliente/Servidor: Apache com o modulo PHP. A qualidade de um software é percebida hoje como um objetivo de negócio (KOSCIANSKI; SOARES, 2007), assim pretende se aqui adotar a métrica de Análise por Pontos de Função para quantificar o esforço de desenvolvimento do frontend para acesso ao banco de dados, desenvolvido em Object Pascal (Delphi) que compõe o sistema de Informações objeto deste trabalho. Assim, de posse da métrica, poder se á no futuro, em conjunto com outros componentes, definir melhor a qualidade do aplicativo em pauta. Esta monografia está dividida em seis capítulos, sendo o primeiro uma introdução sobre o trabalho, trazendo um resumo da metodologia utilizada, as motivações e contribuições, a justificativa para o desenvolvimento deste projeto e, finalmente, os objetivos deste trabalho. O segundo capítulo é um referencial teórico e apresenta alguns conceitos sobre sistemas de informação, banco de dados, incluindo informações básicas a respeito de Informação, Sistema Gerenciador de Banco de Dados, Arquitetura de Banco de Dados Geográficos, Métrica de Software e Software Livre. Este é, portanto, o capítulo que fornece uma base teórica para o desenvolvimento do trabalho. O terceiro capítulo apresenta a metodologia utilizada para o desenvolvimento deste trabalho e mostra uma visão do sistema, objeto deste trabalho. O quarto capítulo mostra os resultados obtidos no desenvolvimento do Sis CCMB, objeto deste trabalho, bem como apresenta uma discussão sobre o tema que norteia esta monografia. Finalmente, o capítulo cinco apresenta uma conclusão sobre o projeto desenvolvido e apresenta, ainda, proposta para trabalhos futuros Justificativa A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) possui uma coleção de cultura de microrganismos com parte dos seus dados registrados em papel e outra parte armazenada no banco de dados MS Access. Tal situação não atende às necessidades da coleção no que tange ao registro e recuperação dos seus dados,

19 18 considerando o crescente volume de dados e a necessidade de maior segurança dos mesmos. A curadoria da coleção carece ainda de um sistema que possibilite consulta dos dados e emissão de relatórios de forma dinâmica. Neste sentido, seria importante aperfeiçoar a entrada e a recuperação dos dados da coleção de cultura de microrganismos da Bahia, bem como possibilitar a amostragem desses dados de forma georreferenciada através da Internet OBJETIVOS Geral Desenvolver um sistema de informações que permita o controle de dados da coleção de cultura de microrganismos da Bahia Específicos Facilitar a entrada de dados para o banco de dados da coleção através de uma interface com alto grau de interatividade. Possibilitar a amostragem de dados da coleção de forma georreferenciada, através da tecnologia de webmapping, para que, via Internet, os pesquisadores e usuários em geral possam visualizar em um mapa os locais de coleta. Utilizar ferramentas livres para o desenvolvimento do sistema CCMB. Possibilitar a emissão de relatórios dos dados da coleção de microrganismos de uma forma mais dinâmica.

20 2. REFERENCIAL TEÓRICO Software Livre O fenômeno do software livre começou a despertar atenção da comunidade técnica e de negócios nos últimos anos. Software livre permite livre acesso ao código fonte de um programa. As discussões do mérito e desafios dos softwares livres versus softwares proprietários têm sido uma constante na mídia e em eventos especializados. O tema também está entrando na agenda política dos governantes de diversos países e blocos econômicos. Os crescentes gastos com software e a situação econômica adversa e recessiva na maioria dos países, inclusive no Brasil, aumentam o interesse por alternativas que se propõem a reduzir os custos de utilização de computadores. Como os recursos disponíveis para modernizar a infra estrutura e renovar licenças de uso de programas são escassos, o governo brasileiro olha com bastante atenção o fenômeno do software livre como alternativa. Além da economia de divisas, o governo ambiciona estimular um novo modelo de negócios para o mercado brasileiro da Tecnologia da Informação, com forte ênfase em serviços, típico do modelo de negócios do software livre. No segmento de software para desktop, a situação de amplo domínio de mercado por uma única empresa, com um virtual monopólio, gera, como em qualquer regime econômico monopolista, ressentimentos e temores, sejam estes justificados ou não, mas que também contribuem significativamente para impulsionar o debate sobre novas opções de licenciamento e uso de software. O resultado é que vemos extensa cobertura da mídia, um crescente número de softwares livres disponíveis às organizações, como Linux e o Apache; a entrada de pesos pesados da indústria como a IBM no negócio de softwares livres; e as discussões políticas e comerciais, muitas vezes movidas por ideologias e não pela racionalidade, do impacto deste novo modelo de negócios nas empresas usuárias e na própria indústria de software. O software livre já não é mais apenas um brinquedo nas mãos de hackers, mas já faz parte da agenda política e estratégica de empresas privadas e públicas. É um negócio sério e profissional. Softwares livres são diferentes dos softwares proprietários no sentido de que os usuários passam a ter controle, pelo acesso ao código fonte e pelo direito de alterálo à sua vontade. Software livre não significa software gratuito. O livre (free em inglês)

21 20 refere se às liberdades básicas dos usuários em executar, copiar, distribuir e modificar o software. Obviamente que o acesso ao código fonte é pré requisito para essa liberdade. Em inglês existem duas expressões para designar o que se está considerando como software livre. O termo free software costuma causar alguma confusão na língua inglesa, porque a palavra free é geralmente associada a grátis. Por causa desta confusão é comum encontrar definições, como a da própria Free Software Foundation (FSF) que define o livre do software livre no sentido de liberdade de uso e não gratuidade: free software is a matter of liberty, not price. To understand the concept, you should think of free as in free speech, not as in free beer ; em uma tradução livre significa: software livre é uma espécie de liberdade, não de preço. Para entender o conceito você precisa pensar o livre como em liberdade de expressão, não como cerveja gratuita. Para eliminar essa ambigüidade da língua inglesa, foi criado o termo Open Source (código aberto). É importante destacar que software livre não significa software de domínio público, mas aderente a licenciamentos que, em maior ou menor grau, permitem as liberdades de usar, copiar, alterar e redistribuir o programa. No conceito de software livre, o código fonte pode e deve ser considerado como uma forma de conhecimento científico e, portanto, submetido aos mesmos princípios que regem a disseminação das pesquisas científicas. No software, o único meio plausível de permitir a uma comunidade compartilhar conhecimentos é liberando o código fonte. A pesquisa acadêmica tem muita similaridade com o desenvolvimento do software livre. A medida de sucesso é a reputação conquistada pelo pesquisador entre seus pares. No meio científico o sistema de peer review define se as contribuições individuais são suficientemente completas e adequadas para serem aceitas pelo grupo. Peer review é, portanto, um mecanismo social que permite aos membros de uma comunidade científica manter o controle sobre as inovações de sua área de expertise. Em 1984, um programador de nome Richard Stallman iniciou um projeto para criar uma versão do Unix livre de restrições. Publicou o Manifesto GNU (GNU e um referência circular que significa Gnu is Not Unix e isofônico à palavra inglesa new) e posteriormente, fundou uma associação denominada Free Software Foundation FSF ( ).

22 21 O mecanismo de licenciamento GNU, denominado GPL (General Public Licence) tornou se o cerne do fenômeno do software livre. A idéia básica do GPL é construir um mecanismo de licenciamento que garanta que a liberdade de código fonte não gere abusos e usos indevidos, evitando que alguém ou alguma empresa apoderese do código aberto e o comercialize de forma proprietária. O GPL considera ilegal que código fonte aberto e protegido pelas suas regras seja escondido ou tornado proprietário, bem como também considera ilegal esconder qualquer código derivado deste código aberto. O GPL usa o próprio conceito de copyright como defesa contra qualquer tentativa de algum indivíduo ou empresa se apossar de um código fonte aberto e criar um software proprietário a partir dele. A sociedade está evoluindo em direção ao software livre e medidas de apoio têm sido tomadas nesse sentido. O governo federal, por exemplo, criou um site ( para que o cidadão possa acompanhar as medidas que estão sendo tomadas pelo governo para incentivar o uso de software livre no país, como estratégia para independência tecnológica e criação de conhecimento local Sistemas de Informação Segundo O Brien (2001), um Sistema é um conjunto de componentes interrelacionados que trabalham juntos rumo a uma meta comum recebendo insumos e produzindo resultados em um processo organizado de transformação. Ainda segundo O Brien, um sistema de Informações é um conjunto de procedimentos computacionais, funcionando conforme um objetivo comum, e composto por cinco elementos: Hardware, Software, Peopleware (usuários comuns e usuários especialistas), Rede e Banco de Dados Sistema de informação Geográfica Uma forma de conceituar um Sistema de Informação Geográfica (SIG ou GIS Geographic Information System, do acrônimo inglês) é definida como um sistema de informação espacial com procedimentos computacionais que permite e facilita a análise, gestão ou representação do espaço e dos fenômenos que nele ocorrem. Uma outra forma de conceituá lo, usando o argumento do banco de dados, é dizer que se trata de um sistema de informação baseado em computador que permite

23 22 capturar, modelar, manipular, recuperar, consultar, analisar e apresentar dados geograficamente referenciados, dados estes que estão armazenados em um banco de dados. Em síntese entende se como Sistema de Informação Geográfica (SIG) um conjunto de ferramentas que permitem análise, envolvendo dados espaciais e não espaciais sobre o espaço terrestre. Um SIG permite a associação de dados geográficos (posicionais) a uma infinidade de atributos (dados alfanuméricos), possibilitando assim a realização de consultas, análises e simulações, envolvendo todo tipo de informação onde a variável espaço seja particularmente importante. (SILVA, 2002). Um SIG apresenta, geralmente, quatro componentes básicos: um subsistema de entrada de dados, um subsistema de armazenamento e recuperação de dados, um subsistema de manipulação que permite analisar e gerar dados derivados e um subsistema para apresentação dos dados tanto em forma tabular como gráfica. O crescimento contínuo do volume de informações que necessitam ser armazenadas e espacialmente tratadas tem causado dificuldades para muitas instituições que ainda trabalham com repositórios de dados baseados em diretórios e arquivos. A solução baseada num Banco de Dados Geográfico é a forma ideal de administrar de maneira segura e eficiente um grande volume de dados. As soluções de Geoprocessamento que utilizam esta arquitetura proprietária possuem dois grandes problemas, a saber: (I) (II) A instituição (cliente) fica dependente de uma única empresa que impõe custos elevados para manter e atualizar esta estrutura. O controle por demanda impossibilita que a estrutura seja ampliada para atender todas as demandas internas e externas de uma instituição. Um exemplo claro desta situação pode ser observada nas prefeituras que não conseguem integrar todas as secretarias a um repositório central, pois os custos com o aumento do número de acessos são muito elevados, fruto deste controle por demanda. Observando esses problemas presentes na área de Geotecnologias, empresas canadenses resolveram investir em um modelo de negócios baseado em software livre. Com isso, essas empresas passaram a desenvolver importantes projetos para aplicações em Sistemas de Informação Geográfica.

24 2.4. Apresentação do PostgreSQL/PostGIS 23 O PostgreSQL é o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) de código aberto que possibilitou o desenvolvimento de soluções corporativas com uma melhor relação Custo x Benefício. Um ponto forte deste SGBD é a sua capacidade de tratar grandes volumes de dados com escalabilidade, ou seja, a sua arquitetura pode ser continuamente ampliada de acordo com a demanda dos usuários. Exatamente neste contexto, entram as aplicações na área de Geotecnologias que necessitam de uma infra estrutura robusta e em contínua expansão. O PostgreSQL já está consagrado no mundo do software livre sendo utilizado por grandes instituições como a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a Prefeitura de Diadema SP, a Prefeitura de Pedras Grandes SP, o Hospital São Lucas SE, a Secretaria da Agricultura e Pecuária CE, a Telemar, etc. O PostGIS é um módulo que adiciona entidades geográficas ao PostgreSQL. Nativamente, o PostgreSQL já suporta geometrias espaciais, porém o PostGIS adiciona a capacidade de armazenamento/recuperação segundo a especificação SFS (Simple Features Specification) do consórcio internacional Open GeoSpatial (OGC). Além do armazenamento de dados geográficos, este módulo também implementa diversas funcionalidades topológicas, possibilitando o desenvolvimento de Sistemas de Informação Geográfica Corporativos. A topologia também faz parte da especificação SFS (OpenGIS ), garantindo ao PostGIS interoperabilidade com inúmeros sistemas que também adotam o SFS. O licenciamento do PostGIS é definido pela GNU GPL (General Public License), garantindo todas as liberdades 1 de um software livre. Um fato importante a ser destacado pela licença GNU GPL é que qualquer melhoria do código fonte do PostGIS deve ser devolvida ao mantenedor (líder do desenvolvimento) do projeto. Para tratar grandes volumes de dados espaciais com maior eficiência, o PostGIS implementa a indexação Rtree sobre a indexação GiST (Generalized Search Trees) nativa do PostgreSQL. Apesar do PostgreSQL possuir nativamente três tipos de indexação (B Tree, R Tree e GiST), a R Tree nativa não apresenta a robustez exigida para as aplicações relacionadas ao PostGIS. 1 Segundo a Fundação Software Livre (Free Software Foundation), as quatro liberdades que definem o software livre: i. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito; ii. A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá lo para as suas necessidades. Acesso ao código fonte é um prérequisito para esta liberdade; iii. A liberdade de redistribuir cópias, permitindo a ajuda ao próximo; iv. A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Acesso ao código fonte é um pré requisito para essa liberdade.

25 24 PostGIS foi desenvolvido por Refractions Research Inc., como um projeto de pesquisa de banco de dados espaciais. Refractions é uma empresa de consultoria em GIS e banco de dados, em Victoria, Columbia Britânica, no Canadá, especializada em integração de dados e desenvolvimento de software personalizado. É missão da empresa Refractions apoiar e desenvolver o PostGIS para apoiar um leque de funcionalidades GIS importantes, incluindo o apoio OpenGIS completo, construção de topologia avançada (coberturas, superfícies, redes), ferramentas de interface gráfica do usuário para visualização e edição de dados GIS, e ferramentas de acesso baseadas na Web. O PostGIS se apresenta como um caminho viável para implantação de uma solução corporativa de geoprocessamento em instituições públicas que necessitam de performance e baixo custo. Adicionalmente, conclui se que a padronização OpenGIS pode garantir a interoperabilidade de várias instituições públicas, permitindo que a gestão pública do Brasil realmente entre na era da Geoinformação. O PostGIS conta com um grande número de funções para análises espaciais/topológicas que estendem o próprio SQL 2 do PostgreSQL Arquitetura de Banco de Dados Geográficos Há basicamente três arquiteturas de SIGs que utilizam os recursos de um SGBD: Dual, Integrada baseada em SGBDs relacionais e Integrada baseada em extensões espaciais sobre SGBDs objeto relacionais. A arquitetura Dual, mostrada na Figura 1, armazena o dado espacial separadamente. A componente alfanumérica é armazenada em um SGBD relacional e a componente espacial é armazenada em arquivos proprietários. As principais desvantagens desta arquitetura são: (I) Dificuldades no controle e manipulação dos dados espaciais. (II) Dificuldades em manter a integridade entre a componente espacial e a componente alfanumérica. (III) Consultas mais lentas, pois são processadas separadamente. A parte convencional da consulta é processada pelo aplicativo utilizando os arquivos proprietários. 2 SQL (Structured Query language): linguagem padrão para manipular banco de dados relacionais. Incluem recursos para definir estrutura de dados; consultar, inserir e modificar dados de banco de dados e especificar restrições de segurança.

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc.

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. SUMÁRIO Apresentação da ementa Introdução Conceitos Básicos de Geoinformação Arquitetura de SIGs Referências Bibliográficas APRESENTAÇÃO

Leia mais

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias Geoprocessamento com Software Livre Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias SUMÁRIO O que é Software Livre? A GLP GNU Geoprocessamento Algumas Geotecnologias Geotecnologias Livres

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs O objetivo deste documento é fazer uma revisão bibliográfica para elucidar as principais diferenças entre os SGBDs, apontando

Leia mais

Como é o desenvolvimento de Software?

Como é o desenvolvimento de Software? Como é o desenvolvimento de Software? Fases do Desenvolvimento Modelo Cascata Define atividades seqüenciais Outras abordagens são baseadas nesta idéia Especificação de Requisitos Projeto Implementação

Leia mais

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Conceitos GIS e Software Livre Ferramentas: Jump Qgis Thuban MapServer

Leia mais

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com III Jornada Latinoamericana e do Caribe do gvsig Artigo: Integração do software i3geo com o gvsig Autor: Edmar Moretti Resumo: O i3geo é um software para a criação de mapas interativos para internet qu

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Geoprocessamento. Banco de Dados geo-referenciados. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Júnior

Geoprocessamento. Banco de Dados geo-referenciados. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Júnior Banco de Dados geo-referenciados João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Júnior Sumário - Conceitos - coordenadas - projeções - Dado geográfico - Web services - Arquitetura SIG - Mapserver e PostgreSQL Coordenadas

Leia mais

O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos

O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos Prof. Herondino O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos Inserir e integrar, numa única base de dados informações espaciais provenientes de: meio

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Mapserver Servidor de Mapas. João Araujo

Mapserver Servidor de Mapas. João Araujo Mapserver Servidor de Mapas João Araujo Por que fazer mapas? Mapas têm tido papel prepoderante nas atividades humanas por milhares de anos. Desde o início, mapas eram usados para mostrar onde as coisas

Leia mais

Conceitos de Banco de Dados

Conceitos de Banco de Dados Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente:

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente: ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS Unidade IV DEFINIR A MELHOR SOLUÇÃO DE BANCO DE DADOS PARA AS NECESSIDADES DA EMPRESA.1 O uso das tecnologias.1.1 O software livre 1 A tecnologia de banco de dados, assim

Leia mais

Pontos de Função. André Chastel Lima Andréia Ferreira Pinto Diego Souza Campos. Engenharia de Software Mestrado Ciência da Computação - UFMS

Pontos de Função. André Chastel Lima Andréia Ferreira Pinto Diego Souza Campos. Engenharia de Software Mestrado Ciência da Computação - UFMS Pontos de Função André Chastel Lima Andréia Ferreira Pinto Diego Souza Campos Engenharia de Software Mestrado Ciência da Computação - UFMS Roteiro Introdução Métricas de Projeto Análise de Pontos de Função

Leia mais

Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico

Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico Helton Nogueira Uchoa (1) Luiz Carlos Teixeira Coelho Filho (1) Paulo Roberto Ferreira (2) (1) Opengeo Consultoria de Informática

Leia mais

Software Livre e GIS: Quais são as alternativas?

Software Livre e GIS: Quais são as alternativas? Software Livre e GIS: Quais são as alternativas? Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Conceitos GIS e Software Livre Ferramentas: Thuban Qgis Jump MapServer O Futuro das Tecnologias

Leia mais

INSTALAÇÃO DE SOFTWARES ÚTEIS EM ENGENHARIA CARTOGRÁFICA

INSTALAÇÃO DE SOFTWARES ÚTEIS EM ENGENHARIA CARTOGRÁFICA INSTALAÇÃO DE SOFTWARES ÚTEIS EM ENGENHARIA CARTOGRÁFICA Primeiramente é importante observar a importância do desenvolvimento de softwares específicos para agilizar o trabalho do Engenheiro Cartógrafo.

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03 Thiago Duarte Mota (Engenheiro, IVIG/COPPE/UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa

Leia mais

SOFTWARES DE GEOPROCESSAMENTO

SOFTWARES DE GEOPROCESSAMENTO SOFTWARES DE GEOPROCESSAMENTO Ferramentas Proprietário para SIG É um conjunto de aplicativos computacionais de Sistemas de Informações Geográficas (SIGs) desenvolvido pela empresa norte americana Esri

Leia mais

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd. Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos

Leia mais

15/03/2010. Análise por pontos de função. Análise por Pontos de Função. Componentes dos Pontos de Função. Componentes dos Pontos de Função

15/03/2010. Análise por pontos de função. Análise por Pontos de Função. Componentes dos Pontos de Função. Componentes dos Pontos de Função Análise por pontos de função Análise por Pontos de Função Referência: Manual de práticas de contagem IFPUG Versão 4.2.1 Técnica que permite medir a funcionalidade de um software ou aplicativo, sob a visão

Leia mais

Geoprocessamento e Padrões OGC

Geoprocessamento e Padrões OGC Geoprocessamento e Padrões OGC Martin Pereira 36 slides Agenda Geoprocessamento Definição Histórico SIG OGC Definição Importância Histórico Padrões Slide 2 de 36 Geoprocessamento Definição Disciplina do

Leia mais

A HARMONIZAÇÃO DE DADOS ALTIMÉTRICOS SEGUNDO A DIRETIVA INSPIRE Edgar Barreira [Direção-Geral do Território]

A HARMONIZAÇÃO DE DADOS ALTIMÉTRICOS SEGUNDO A DIRETIVA INSPIRE Edgar Barreira [Direção-Geral do Território] A HARMONIZAÇÃO DE DADOS ALTIMÉTRICOS SEGUNDO A DIRETIVA INSPIRE Edgar Barreira [Direção-Geral do Território] Objetivo Apresentar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no domínio da harmonização de

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Jonathan J. Campos, Jefferson de Faria, William de O. Sant Ana

Jonathan J. Campos, Jefferson de Faria, William de O. Sant Ana APLICAÇÕES GEOGRÁFICAS NA WEB PARA INTEGRACÃO DE DADOS DO MONITORAMENTO AMBIENTAL DE ÁREAS DEGRADADAS PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO NA BACIA CARBONÍFERA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA Jonathan J. Campos,

Leia mais

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos) Aplicativos SGBD Dados (arquivos) O acesso/gerenciamento

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

MEDRAL Geotecnologias 2011. Apresentação UNESP

MEDRAL Geotecnologias 2011. Apresentação UNESP Apresentação UNESP Julho de 2012 MEDRAL Geotecnologias Nossa História A Medral nasceu em 25 de abril de 1961, em Dracena (SP), oferecendo soluções de engenharia para o setor energético Aos poucos, a empresa

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

Centro de Trabalho Indigenista CTI

Centro de Trabalho Indigenista CTI Centro de Trabalho Indigenista CTI Termo de Referência para Contratação de Consultoria Técnica Junho de 2015 Projeto Proteção Etnoambiental de Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato na Amazônia

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho GEOPROCESSAMENTO Herondino Filho Sumário 1. Introdução 1.1 Orientações Avaliação Referência 1.2 Dados Espaciais 1.2.1 Exemplo de Dados Espaciais 1.2.2 Aplicações sobre os Dados Espaciais 1.3 Categoria

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Introdução Projeto de Arquitetura (Cap 11 - Sommerville) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Até agora, estudamos: Os

Leia mais

Construindo sítios profissionais com Mambo

Construindo sítios profissionais com Mambo 23/09/06 Construindo sítios profissionais com Mambo Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Software Livre Conceitos de CMS Mambo Configuração do Mambo Novidades Referências 2 O que é software

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com OFICINA USO DO I3GEO Levindo Cardoso Medeiros levindocm@gmail.com ESTRUTURA INTRODUÇÃO UTILIZANDO O I3GEO Aprendendo a navegar pelo I3Geo Propriedades do mapa ADICIONANDO E MANIPULANDO CAMADAS Adicionando

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Universidade Federal do Ceará Bacharelado em Computação cadeira de Engenharia de Software Estudo de Viabilidade Equipe: Carlos H. Sindeaux Edilson Júnior Emanuelle Vieira Franklin Chaves José M. Silveira

Leia mais

Documento de Arquitetura

Documento de Arquitetura Documento de Arquitetura A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO #1 Pág. 1 de 11 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 28/10/2010 1 Elaboração do documento

Leia mais

Arquitetura de Banco de Dados

Arquitetura de Banco de Dados Arquitetura de Banco de Dados Daniela Barreiro Claro MAT A60 DCC/IM/UFBA Arquitetura de Banco de dados Final de 1972, ANSI/X3/SPARC estabeleceram o relatório final do STUDY GROUP Objetivos do Study Group

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Clientes. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Ministério das Cidades. Agência Nacional de Águas. Correios IMBEL

Clientes. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Ministério das Cidades. Agência Nacional de Águas. Correios IMBEL Helton UCHOA OpenGEO A OpenGEO é uma empresa de Engenharia e Tecnologia que atua em 3 grandes segmentos: Sistemas de Gestão Corporativa (ERP & GRP), Geotecnologias e Treinamentos; Em poucos anos, a OpenGEO

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Padrões de Contagem de Pontos de Função

Padrões de Contagem de Pontos de Função Padrões de Contagem de Pontos de Função Contexto Versão: 1.0.0 Objetivo O propósito deste documento é apresentar os padrões estabelecidos para utilização da técnica de Análise de Pontos de Função no ambiente

Leia mais

Pós Graduação Engenharia de Software

Pós Graduação Engenharia de Software Pós Graduação Engenharia de Software Ana Candida Natali COPPE/UFRJ Programa de Engenharia de Sistemas e Computação FAPEC / FAT Estrutura do Módulo Parte 1 QUALIDADE DE SOFTWARE PROCESSO Introdução: desenvolvimento

Leia mais

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 2. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 2. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 2 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Revisão sobre Banco de Dados e SGBDs Aprender as principais

Leia mais

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012.

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012. PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de. ACRESCENTA A ARQUITETURA DE PADRÕES TECNOLÓGICOS DE INTEROPERABILIDADE -, NO SEGMENTO RECURSOS TECNOLÓGICOS, O PADRÃO TECNOLÓGICO SISTEMAS DE GERENCIAMENTO

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

TECNOLOGIAS GEOESPACIAIS INOVADORAS. Tecnologia. Geoprocessamento. Sistemas de Informações Geográficas. Sensoriamento Remoto. Geociências.

TECNOLOGIAS GEOESPACIAIS INOVADORAS. Tecnologia. Geoprocessamento. Sistemas de Informações Geográficas. Sensoriamento Remoto. Geociências. TECNOLOGIAS GEOESPACIAIS INOVADORAS Tecnologia Geoprocessamento Sistemas de Informações Geográficas Sensoriamento Remoto Geociências Geofísica www.hexgis.com PIONEIRISMO E INOVAÇÃO Idealizada a partir

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

ARQUITETURA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA 3 ARQUITETURA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA Gilberto Câmara Gilberto Ribeiro de Queiroz 3.1 DESCRIÇÃO GERAL O termo Sistemas de Informação Geográfica (SIG) é aplicado para sistemas que realizam

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

Fábrica de Software 29/04/2015

Fábrica de Software 29/04/2015 Fábrica de Software 29/04/2015 Crise do Software Fábrica de Software Analogias costumam ser usadas para tentar entender melhor algo ou alguma coisa. A idéia é simples: compara-se o conceito que não se

Leia mais

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Alcides Vaz da Silva 1 Luiz Gustavo Galves Mählmann 2 Newton Muller 3 RESUMO Este artigo apresenta o projeto de desenvolvimento de um Sistema de Informação

Leia mais

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile

Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile 393 Frameworks para criação de Web Apps para o Ensino Mobile Lucas Zamim 1 Roberto Franciscatto 1 Evandro Preuss 1 1 Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

Sistema de Informação para Coleções de Interesse Biotecnológico

Sistema de Informação para Coleções de Interesse Biotecnológico Sistema de Informação para Coleções de Interesse Biotecnológico Sidnei de Souza Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA 24º Congresso Brasileiro de Microbiologia Brasília, 04 de outubro de 2007

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE I

ENGENHARIA DE SOFTWARE I ENGENHARIA DE SOFTWARE I Prof. Cássio Huggentobler de Costa [cassio.costa@ulbra.br] Twitter: www.twitter.com/cassiocosta_ Agenda da Aula (002) Metodologias de Desenvolvimento de Softwares Métodos Ágeis

Leia mais

INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS. Prof. Ronaldo R. Goldschmidt

INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS. Prof. Ronaldo R. Goldschmidt INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS Prof. Ronaldo R. Goldschmidt Hierarquia Dado - Informação - Conhecimento: Dados são fatos com significado implícito. Podem ser armazenados. Dados Processamento Informação

Leia mais

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Resumo O projeto tem como objetivo principal promover a inclusão digital dos softwares

Leia mais

CAPÍTULO 4. AG8 Informática

CAPÍTULO 4. AG8 Informática 2ª PARTE CAPÍTULO 4 Este capítulo têm como objetivo: 1. Tratar das etapas do projeto de um Website 2. Quais os profissionais envolvidos 3. Administração do site 4. Dicas para não cometer erros graves na

Leia mais

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação.

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação. ANEXO 11 O MATRIZ Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará o framework MATRIZ desenvolvido pela PROCERGS e disponibilizado no início do trabalho.

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação 08 - Licenças, Tipos de Softwares, Tradutores. Linguagens de Máquina, de Baixo Nível e de Alto Nível Márcio Daniel Puntel marcio.puntel@ulbra.edu.br Software Livre GPL BSD Software

Leia mais

Introdução. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos

Introdução. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos Conceitos Básicos Introdução Banco de Dados I Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento de Computação DECOM Dados

Leia mais

Consultoria sobre Joomla!

Consultoria sobre Joomla! Consultoria sobre Joomla! Joomla! (pronuncia-se djumla) é um CMS (Content Management System) desenvolvido a partir do Mambo. É escrito em PHP e roda no servidor web Apache ou IIS e banco de dados MySQL.

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos

GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos Bruno Perboni Qualityware Conselheiro Laurindo 825 cj. 412 centro Curitiba PR fone: 3232-1126 bruno@qualityware.com.br Maysa Portugal de Oliveira Furquim

Leia mais

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO. Profª Iana Alexandra Alves Rufino [iana_alex@uol.com.br]

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO. Profª Iana Alexandra Alves Rufino [iana_alex@uol.com.br] INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO Profª Iana Alexandra Alves Rufino [iana_alex@uol.com.br] Introdução ao Geoprocessamento Conceitos básicos Componentes de um SIG Exemplos de aplicações Conceitos Geoprocessamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II Primeiro Trabalho Descrição do trabalho: Escrever um Documento de Visão. Projeto: Automatização do sistema que

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Curso de Gestão em SI Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Rodrigo da Silva Gomes (Extraído do material do prof. Ronaldo Melo - UFSC) Banco de Dados (BD) BD fazem parte do nosso dia-a-dia!

Leia mais

Criação de um site sobre Comunicação

Criação de um site sobre Comunicação Luciano Conceição Martins Criação de um site sobre Comunicação UNICAMP Universidade Estadual de Campinas Introdução: Um site é um conjunto de arquivos feitos através de códigos de programação. E, estes

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

Anais do II Seminário de Atualização Florestal e XI Semana de Estudos Florestais. Deise Regina Lazzarotto

Anais do II Seminário de Atualização Florestal e XI Semana de Estudos Florestais. Deise Regina Lazzarotto SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS APLICADO AOS DADOS DO GRUPO DE PESQUISA BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE DE ECOSSISTEMAS FLORESTAIS DE IRATI PR. Deise Regina Lazzarotto Departamento de Engenharia Florestal

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA. Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA. Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos Autor: Evandro Bastos Tavares Orientador: Antônio Claudio Gomez

Leia mais

OpenJUMP. Pontos fracos do OpenJUMP

OpenJUMP. Pontos fracos do OpenJUMP OpenJUMP No início foi chamado apenas de JUMP (JAVA Unified Mapping Platform), e se tornou popular no mundo livre de SIG(Sistema de informação Geográfica), desenhado por Vivid Solutions. Atualmente é desenvolvido

Leia mais

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI Nome da Empresa Documento Visão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 23/02/2015 1.0 Início do projeto Anderson, Eduardo, Jessica, Sabrina, Samuel 25/02/2015 1.1 Correções Anderson e Eduardo

Leia mais

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4 DMS Documento de Modelagem de Sistema Versão: 1.4 VERANEIO Gibson Macedo Denis Carvalho Matheus Pedro Ingrid Cavalcanti Rafael Ribeiro Tabela de Revisões Versão Principais Autores da Versão Data de Término

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF.

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF. ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I Máquina Virtual Instalação de S.O. em dual boot 1º Semestre 2010 PROF. AMARAL Na ciência da computação, máquina virtual é o nome dado a uma máquina,

Leia mais

Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile

Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile Março de 2015 Introdução O acesso móvel ao site do Novell Vibe pode ser desativado por seu administrador do Vibe. Se não conseguir acessar a interface móvel do

Leia mais

Introdução 12/06/2012. Software Livre

Introdução 12/06/2012. Software Livre Software Livre Introdução Software Livre, software de código aberto ou software aberto é qualquer programa de computador cujo código-fonte deve ser disponibilizado para permitir o uso, a cópia, o estudo

Leia mais

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar

Leia mais

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Marco T. A. Rodrigues*, Paulo E. M. de Almeida* *Departamento de Recursos em Informática Centro Federal de Educação Tecnológica de

Leia mais

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 60 h 1º Evolução histórica dos computadores. Aspectos de hardware: conceitos básicos de CPU, memórias,

Leia mais

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Banco de Dados de Músicas Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Definição Aplicação Web que oferece ao usuário um serviço de busca de músicas e informações relacionadas, como compositor, interprete,

Leia mais

JOSÉ AUGUSTO FABRI. Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software

JOSÉ AUGUSTO FABRI. Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software JOSÉ AUGUSTO FABRI Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software São Paulo 2007 JOSÉ AUGUSTO FABRI Uma Proposta de Modelo para a Criação

Leia mais