NOVAS ABORDAGENS DE RUA:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVAS ABORDAGENS DE RUA:"

Transcrição

1 III SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: ILEGALISMOS E LUGARES MORAIS GT 11- Redes Criminais, Dispositivos de Classificação e Punição NOVAS ABORDAGENS DE RUA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE UM MECANISMO DE MAPEAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO DE RUA MARIANA MEDINA MARTINEZ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

2 Apresentação O objetivo deste texto é apresentar o ponto de encontro (e de tensão) entre as práticas de usos dos espaços públicos realizadas pelas pessoas que habitam as ruas, que são como práticas antidisciplinares (DE CERTEAU 1998), e a política de gestão dos espaços urbanos na cidade de São Carlos/SP. Mais precisamente, relato sobre um dispositivo novo da Política de Assistência Social chamado Abordagem de Rua, aqui tratado como um mecanismo de controle e mapeamento dos espaços públicos. É esta fronteira de tensão entre duas lógicas em relação (uma antidisciplinar e a outra de gestão dos ilegalismos 1 ) que me interessa em particular para realizar alguns desdobramentos etnográficos e teóricos neste texto. Escolhi apresentar a problemática da gestão dos ilegalismos a partir da Abordagem de Rua, ao invés de tratá-la do ponto de vista das pessoas que vivem nas ruas, pois a intenção é investigar o encontro e a relação entre duas lógicas em tensão. Meu intuito é produzir uma etnografia do encontro entre os agentes institucionais e o público-alvo desta política. A ideia é compreender a lógica de mapeamento da população de rua, do ponto de vista dos profissionais, e entender, a partir deste olhar, como a rua é compreendida pelos gestores. Dito de outro modo, seria preciso entender como a rua é pensada a partir da lógica de gestão do espaço urbano. Contudo, pretendo demonstrar como a lógica de quem vive nas ruas contrasta com sua lógica correspondente e, assim, problematiza as categorias institucionais. Partindo do pressuposto que a rua apresenta modos de pensamentos contrastantes com as práticas governamentais, o deslocamento que ela oferece nos serve de instrumento analítico para interrogar, por vias quase que exóticas, a forma como são pensadas as pessoas em situação de rua, e, sobretudo, para desnaturalizar a noção de população. 1 A noção de ilegalismo, exposta na obra Vigiar e Punir [1975] de Michel Foucault, traz uma nova discussão sobre o par legal/ilegal. A gestão dos ilegalismos, para utilizar o termo que o próprio autor propõe, faz alusão ao modo como a aplicação das leis em casos de transgressão operam na administração e produção da delinquência. A gestão das transgressões é uma espécie de economia da ilegalidade. 2

3 A instituição abordando a rua A Abordagem de rua é mecanismo novo previsto no escopo de implementação do CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) 2, instituição onde fiz parte da etnografia aqui apresentada 3. O serviço é caracterizado pelo deslocamento dos agentes institucionais para a abordagem à população de rua em vias públicas. É também definido como um serviço de prevenção e busca ativa (MDS, CREAS - Guia de Orientação: s/d). Portanto, neste modelo observamos um padrão novo de intervenção institucional baseado na busca contínua pelo seu público-alvo, através do qual é possível mapear os locais de riscos e ampliar o atendimento assistencial para além de suas instalações. No CREAS da cidade de São Carlos, a abordagem é realizada por uma Educadora Social através de uma ronda pela cidade, juntamente com o motorista do veículo, cujo objetivo é mapear os principais pontos por onde a população de rua costuma transitar, abordá-la em seus locais de convivência e realizar a criação de vínculos 4 (entre a instituição e a população de rua) em ambientes extrainstitucionais. Na parede de seu escritório, a Educadora Social responsável pelo serviço pendura um grande mapa da cidade, onde demarca, com tarraxas de mural, a distribuição dos pontos de convívio 5 da população de rua de São Carlos, previamente fixados graças às rondas pela cidade. O retorno aos locais pré-marcados ocorre semanalmente. Os pontos identificados são praças, rodoviária, estação ferroviária e alguns bairros 2 O CREAS é uma unidade pública estatal de prestação de serviços de proteção social especial de alta complexidade. Trata-se de um modelo novo de gestão pública municipal que atende sujeitos que já tiveram seus vínculos familiares e comunitários rompidos. O CREAS de São Carlos tem o atendimento exclusivo à população de rua da cidade. Vinculado às orientações da nova Política Nacional de Assistência Social PNAS (2004) e o Sistema Único de Assistência Social SUAS (2005), o CREAS foi implementado sob os parâmetros deste modelo de gestão, porém, é uma iniciativa assumida pelo município. Existem apenas algumas unidades de CREAS em todo o Brasil que tem o atendimento exclusivo à população de rua. 3 Durante o período do Mestrado a pesquisa de campo foi realizada em duas etapas. A primeira delas consistiu em investigar o CREAS, com o intuito de entrar nos ambientes institucionais de atendimento à população de rua. Posteriormente, fiz uma etnografia nas ruas, junto à população de rua em seus locais de convívio. 4 Embora o termo vínculo seja comum também no campo da Saúde Mental, não cabe aqui tentar realizar aproximações. No caso do atendimento à população de rua, realizado no CREAS, o vínculo é pensado como uma relação na qual o profissional cria um laço com o usuário, permitindo que a equipe profissional possa futuramente atuar num plano de intervenção que tem como finalidade última a ressocialização do sujeito. Sobre o vínculo na Saúde mental, sugiro SARTORI, Lecy (2010). 5 O termo ponto de convívio cumpre na Abordagem de Rua uma função estritamente estratégica que diz respeito ao rastreamento dos locais ocupados pelas pessoas que vivem nas ruas. Não são consideradas, deste ponto de vista, a diferenciação dos territórios produzidos nas ruas que, como veremos em seguida, podem ser territórios de um único sujeito ou de vários deles, podem ser arranjos habitacionais ou esconderijos. 3

4 domiciliares, somando, atualmente, oito pontos de convívio 6 da população de rua. As visitas frequentes aos mesmos lugares são necessárias porque que uma série infortúnios acompanha sua rotina de trabalho. Quando os locais parecem ter sidos desocupados, a agente institucional deve averiguar a desocupação retornando diversas vezes. Quando o ponto é, de fato, desocupado, cabe a agente partir em busca de pistas para saber se o abandono é efetivo ou se ocorreu a migração deste ponto para outro local. Em outras ocasiões, a Educadora Social identifica os moradores de rua nos pontos mas não os aborda porque estão envolvidos em brigas ou discussões entre eles, fato corriqueiro na rotina da abordagem. Quando encontra os moradores de rua em seus territórios, o motorista estaciona o veículo e a agente vai ao encontro deles. Se o ponto identificado já foi visitado em outras ocasiões, a profissional conversa por alguns minutos para saber se querem algum tipo de ajuda. No contexto do projeto institucional, a assistência oferecida nas ruas é pensada nas seguintes formas: a requisição de novos documentos, o agendamento de consultas médicas, o atendimento psicológico, o contato com os familiares do abordado. Oferecer os serviços do CREAS em ambientes extrainstitucionais é uma estratégia defendida pela equipe para estabelecer uma relação de confiança entre o profissional e a população de rua, algo fundamental para a aproximação com seu público. O atendimento na rua é entendido pela equipe profissional como uma forma de conceder direitos a toda à população de rua, e não apenas àqueles entram no serviço. Contudo, o objetivo principal da abordagem é estabelecer uma relação de confiança que posteriormente poderá ser transformada em vínculo institucional, isto é, transformar o morador de rua em usuário 7 do CREAS. Identificando os perfis: da diversidade das ruas à unidade da população Na abordagem inicial devem ser feitas algumas perguntas que permitam ao 6 Os dados apresentados neste texto foram colhidos durante uma entrevista com a Educadora Social responsável pela Abordagem de Rua realizada em Abril de Na Política Nacional de Assistência Social (2004) o termo usuário é referido para caracterizar o público -alvo dos serviços prestados pelo governo. Constitui-se o público usuário de Assistência Social cidadãos e grupos que se encontram em situações de vulnerabilidade e riscos. A transformação do abordado em usuário indica a formação do vinculo que o permitiu entrar na rede e a aplicação de planos de ressocialização ao mesmo. 4

5 profissional colher os principais dados sobre o sujeito abordado: o nome, a idade, o tempo que está na rua, os vínculos familiares e sua cidade de origem. A partir destas informações colhidas, o abordado pode ser classificado pela profissional de três formas: a) população de rua da cidade; b) itinerante; c) sujeito que não está em situação de rua. Os três perfis identificados diferenciam-se pelo tipo de vínculo que o sujeito estabelece com a cidade, sendo este o principal critério para a classificação da população de rua. Tendo em vista que a abrangência do atendimento institucional é restrita ao município, o CREAS deve, de acordo com suas diretrizes, ofertar o serviço apenas à população de rua local. Para tanto, a instituição deveria criar um critério de classificação da população de rua da cidade (grifos meus) 8, cujo perfil passa a ser formalmente designado como seu público referenciado. Assim, teriam direito aos serviços apenas àqueles que possuem um vínculo mais duradouro com o município, de modo que os itinerantes recém-chegados, por terem um vínculo ainda frágil, não são contabilizados como parte da população local. A classificação da população de rua baseia-se, como já vimos, no tipo de vínculo que a pessoa produz com a cidade, tendo como plano teórico de fundo os parâmetros de classificação encontrados no estudo de Vieira et all (1992), a partir do qual a situação de rua é pensada de acordo com os seguintes parâmetros: ficar na rua, estar na rua e ser da rua. Segundo os dados apresentados neste estudo, e utilizados no CREAS como parâmetro de classificação, ficar na rua indica os casos mais recentes de situação de rua; o estar na rua indica os casos de sujeitos que começam a estabelecer relações com pessoas de rua e adotam novas estratégias de sobrevivência; o ser da rua indica um tempo de rua mais prolongado, neste sentido, a rua torna-se seu espaço de relações pessoais, de trabalho e de obtenção de recursos. A identificação do perfil do abordado ocorre quando a profissional consegue colher as informações necessárias mas, para isso, é preciso voltar no local diversas vezes. A Educadora Social ressalta que o contato inicial deve ser bastante ameno, por isso a 8 Os grifos são necessários para demarcar a formulação de um critério que é elementar na delimitação do público com direito ao atendimento do CREAS, baseado em uma restrição territorial. Os itinerantes por não estarem fixados numa única cidade não têm direito ao atendimento. Como estes não são considerados população de rua da cidade, deixa-se subentendido que os itinerantes não fazem parte da demanda dos serviços. 5

6 oferta dos serviços institucionais serve como uma forma de aproximação. A estratégia de abordagem inicial é importante para estabelecer aos poucos uma relação de confiança, elementar na construção do vínculo institucional. Embora os parâmetros de classificação pareçam operar como representações estanques dos perfis encontrados numa população, o encontro provocado pela Abordagem de Rua coloca à prova os modos como se têm pensado a rua a partir do modelo populacional. Os contrastes visíveis entre as duas lógicas permitem confrontar também no plano analítico os seus respectivos modos de funcionamento. Verificaremos em seguida, a partir de um recorte específico centrado nos modos de produção de vínculos, como poderão ser pensados os contrastes entre a instituição e a rua. a) O olhar da gestão: Como vimos acima, o vínculo estabelecido com a cidade é o principal critério para a delimitação da população em questão. Teriam direito ao atendimento institucional apenas a população de rua da cidade: aqueles que possuem familiares ou já estão há bastante tempo em São Carlos mas que tiveram os vínculos comunitários ou de parentesco rompidos. Por sua vez, os itinerantes, em menor quantidade nas contagens, são aqueles que não possuem nenhum tipo de vínculo com a cidade já que estão apenas de passagem. Embora sejam sempre abordados pelo serviço, os itinerantes devem ser acompanhados pela agente institucional apenas para que sua estadia no município seja controlada 9. O terceiro perfil identificado pela abordagem é contemplado por aqueles que não estão em situação de rua, possuem familiares na cidade mas não romperam seus vínculos mais elementares. Este último é entendido como um perfil de risco que, embora não esteja exatamente no perfil populacional esperado, pode vir a se tornar parte da população de rua da cidade. A Abordagem de rua os encontra porque são confundidos com o público-alvo deste mecanismo, por fazerem uso de drogas nos espaços públicos ou por frequentarem os mesmos espaços apropriados por pessoas 9 Os itinerantes têm direito ao atendimento no Albergue Noturno. O tempo máximo de perm anência na instituição é, apenas, a pernoite (das 17h às 7h). Encerrado o período de estadia, o itinerante recebe a passagem rodoviária, doada pelo Albergue, para seguir caminho a uma cidade próxima do município, cujos destinos são previamente selecionados pela administração institucional. 6

7 que vivem nas ruas. Muitos tipos de vínculos podem ser produzidos na relação entre pessoas e espaços, contudo, o tipo específico que é alvo de intervenção institucional é o vínculo que faz fixar o sujeito na cidade. A intervenção institucional deve ser incisiva para evitar que, principalmente, os itinerantes se fixem na cidade, através de trabalho (informal ou formal) e de relações pessoais com a população de rua local. É este laço que deve ser rapidamente desfeito ou contido para evitar que a população de rua da cidade cresça gradualmente. De outro modo, uma outra espécie de vínculo é também fortemente controlada que diz respeito ao laço produzido com o mundo da rua, pensado, segundo a lógica de classificação operada no CREAS, no limite da indigência, isto é, quando a rua torna-se o espaço primeiro das relações pessoais e de sobrevivência. Embora a caracterização de uma população seja uma operação que demanda grandes esforços para codificar uma variedade de situações em uma categoria homogênea, a torção implica, a despeito de sua funcionalidade conceitual, em acionar um conjunto de estratégias que visam, no limite, o controle de pessoas e dos espaços. b) O olhar de quem vive na rua: De modo adverso, o vínculo mais fundamental para quem vive nas ruas não é aquele produzido com a cidade, mas com a rua. Ainda de modo contrastante com a lógica institucional, a rua, para eles, é um modo de vida, uma forma de produzir movimento em suas trajetórias. São os movimentos que os deslocam territorial e existencialmente, e podem ser codificados num sistema classificatório que varia entre dois pontos fixos: o deslocamento entre territórios e a fixação territorial. Deste modo, notamos duas categorias que expressam os pontos máximos e mínimos da mobilidade, demarcando os dois pontos fixos do sistema, que são representados respectivamente pelos termos trecheiro e pardal. O trecheiro é aquele que não se fixa por muito tempo numa cidade, vive pingando (transitando) por trechos de cidades diferentes. Vale notar que trechos são espaços 7

8 urbanos apropriados pelas pessoas que habitam as ruas nos quais elas pingam 10. Já o pardal, por ocupar o ponto mínimo da mobilidade nesse sistema classificatório, é aquele que se fixa num único trecho por um período de tempo mais prolongado. As duas categorias se constituem a partir do movimento, deste modo, produzem identidades contrastivas entre aqueles que se deslocam e aqueles que se fixam. Como não há identidades atreladas aos sujeitos em si, o que produz uma pessoa, do ponto de vista dos trecheiros e pardais, são os deslocamentos e os respectivos vínculos feitos e desfeitos nos territórios. É como se as próprias relações que os atravessam constituíssem suas próprias pessoas 11. Deste modo, as formas de se pensarem a si mesmos escapam por completo da lógica populacional. Não há variáveis que possam ser pensadas para este conjunto específico de pessoas quando o modo de funcionamento destas vidas é avesso aos modos disciplinares. Os pontos de convívio: locais de riscos e territórios O olhar estratégico que é necessário para o mapeamento dos locais de convivência da população de rua é aquele atento em rastrear as formas de indigências mais gritantes nos espaços públicos. A Abordagem de rua cumpre o propósito de mapeamento e prevenção dos riscos 12. A lógica de gestão populacional encontrada na abordagem se liga a uma tecnologia de geoprocessamento, ainda que de forma muito embrionária. O princípio nela encontrado é o de associar informações às coordenadas do mapa, produzindo dados georreferenciados. Os pontos de convívio demarcados no 10 A expressão pegar um trecho indica a movimentação pelas ruas, isto é, o deslocamento por trechos de cidades diferentes. O trecheiro pode pingar de trecho em trecho de modo que neste movimento é possível se deslocar por muitos estados brasileiros. Existem muitos casos de trecheiros que estão no trecho há mais de uma década. Para mais informações sobre os trecheiros ver BROGNOLI (1996) (1999), MARTINEZ (2011). 11 Estudos melanésios, como os realizados por STRATHERN (2006), poderiam servir de modelo comparativo para pensar os modos de funcionamento do sistema trecheiro. Para reforçar a obsolescência do termo sociedade, Strathern cunha a noção de socialidade, como uma espécie de matriz relacional. Na socialidade melanésia, a antropóloga afirma que um indivíduo nunca é apenas um, mas é constituído de múltiplas relações. 12 O conceito de risco, assim como foi utilizado por CASTEL (1987), pode servir como uma ferramenta produtiva para pensar as estratégias de mapeamento da população de rua. Na perspectiva adotada pelo autor, o modelo de gestão encontrado nas sociedades pós-disciplinares dispõe de tecnologias sociais que minimizam o impacto direto das intervenções terapêuticas e, em sentido oposto, ampliam o gerenciamento admini strativo e preventivo de uma população de risco. Um risco, de acordo com o argumento, não deriva de um perigo preciso ou real, mas de um cálculo dos fatores que tornam provável a emergência de anomalias ou comportamentos de desvio. Prevenir -se é antes posicionar-se de forma antecipada diante dos riscos que uma população apresenta. 8

9 mapa da profissional responsável são como pontos de denúncia dos perigos, são alvos potenciais onde a gerência institucional deve atuar. A funcionalidade prática da abordagem, um mecanismo próprio para esquadrinhamento do espaço, permite produzir, atualizar, controlar e disponibilizar informações de todo o território municipal. Assim, a rua é entendida pela instituição como o local onde esta população inicia trajetórias de alcoolismo, vícios, ócio; é todo um universo moralmente inaceitável. Deste modo, são os vínculos que ligam pessoas com espaços espúrios que devem ser prontamente desfeitos. Mais do que isso, são práticas adversas às convenções sociais que são reproduzidas em espaços onde o controle dos riscos é evidentemente feito porque são espaços gerenciáveis. Contudo, os pontos de convívio, assim designados na cartografia institucional, não revelam uma multiplicidade de territórios 13, que são espaços apropriados e construídos por trecheiros e pardais. Como no espaço público são alvos de muita violência, as pessoas que habitam as ruas procuram certos lugares que possam lhes servir de abrigo ou de esconderijo, chamados por eles de mocós. Qualquer casa abandonada, buraco, posto de gasolina podem tornar-se um mocó. Os pardais e usuários de crack (aqueles que não têm trajetórias de rua) geralmente ocupam um mocó para passarem a noite escondidos fumando pedra 14, pois dizem que nas ruas podem ser pegos pela polícia. Estes esconderijos são taticamente avaliados antes de serem ocupados, de modo que os mocós devem ser, antes de tudo, locais que lhes garantam segurança. Há, ainda, aqueles que criam e ocupam mocós para servirem como suas habitações, longe do alcance público. Geralmente constroem seus arranjos com utensílios domésticos achados nos lixos ou adquiridos em doações. Para identificar os mocós, a Educadora Social diz ter aprendido a técnica com os usuários do CREAS. São por tentativas de acertos e erros que a profissional encontra 13 Para Deleuze e Guattari (2002) um território possui uma relação intrínseca com a subjetividade que o delimita, sendo definido pela emergência de matérias de expressão e não pela função que o território contém, pois a expressividade é anterior às funções. Os territórios são formados por elementos, investidos e ordenados por um código externo a eles e estaria ligado a uma ordem de subjetivação individual ou coletiva. Um território surge numa margem de liberdade dos códigos, como um desvio de finalidades: Se é verdade que cada meio tem seu código, e que há incessantemente transcodificação entre os meios, parece que o território, ao contrário, se forma no nível de certa descodificação (P.113). 14 Pedra é o termo utilizado para referir-se ao crack. 9

10 os mocós, já que nunca se sabe se o possível mocó está de fato ocupado. Quando estão ocupados, é preciso pedir licença antes de entrar no local, como uma forma de iniciar um contato pacífico. Outros tipos de territórios são construídos em torno de uma rede de relações que se cristaliza num espaço determinado, chamado por eles de trecho. As relações reproduzidas nos trechos são constituídas por uma banca, um conjunto de pessoas com ou sem trajetória de rua que convivem com uma certa frequência no mesmo local, negociam um conjunto de códigos de condutas 15 que, por sua vez, delimita os membros que pertencem e podem conviver naquele espaço. A banca pode continuar existindo no território onde foi criada mesmo que seus membros sejam constantemente renovados. Assim, o território permanece com seus códigos de funcionamento particulares sem que estes códigos dependam de pessoas específicas para serem produzidos. Dito de outro modo, a banca é sempre o produto da negociação das relações ocorridas num trecho em particular. Neste sentido, tanto a banca como o trecho estão repletos de uma subjetividade que os delimitam. Basta sentar-se junto a uma banca para compartilhar das práticas realizadas em coletivo (beber pinga, fumar maconha ou pedra), no entanto, não se diz que o sujeito pertence a ela. O pertencimento a uma banca só ocorre quando se passa a frequentá-la constantemente e, sobretudo, a seguir as instruções de conduta que são sempre negociadas entre os frequentadores. Deste modo, para aqueles sujeitos que buscam fora do espaço privado espaços específicos para o uso de drogas, como são os casos daqueles que não estão em situação, encontram nas bancas uma dinâmica ideal para tal prática. A agente institucional da Abordagem de Rua sabe identificar uma banca porque seus membros estão quase sempre bebendo pinga em roda. Nas bancas, a Educadora 15 A principal intermediação das relações numa banca, e que faz com que seus os códigos de funcionamento se atualizem, ocorre através do respeito. Como uma noção preeminente para a organização das bancas, o respeito é uma relação travada entre seus membros que prevê certos comportamentos a serem seguidos, senão o respeito é quebrado e ocorre a expulsão do membro que não o seguiu. O código respeito pode ser renovado ou negociado dependendo da configuração que se cria numa banca, além disso, cada membro deve apreender de forma gradual e individualmente o código compartilhado, por isso este código aproxima -se mais da noção instrução sobre conduta, ao invés de estar ligado a uma noção juralista de normas. A noção de instrução sobre conduta é verificada em estudos prisionais, dos quais destaco a etnografia sobre o proceder, realizada por Adalton Marques (2009). 10

11 Social encontra um pouco de tudo: trecheiro, pardal e aqueles que não estão em situação de rua. A profissional precisa retornar outras vezes à banca para conseguir identificar o perfil de cada um de seus membros. Muitas vezes é convidada a retornar à banca mas, nem sempre seus membros aceitam conhecer as instalações do CREAS. Pensando nos pontos de tensão entre a rua e a instituição, notamos que a classificação dos atores, importante para a delimitação do público a ser atendido pelo CREAS, não é uma tarefa fácil a ser realizada durante a abordagem, de modo que há, sobretudo nas bancas, uma intersecção de atores com trajetórias muito distintas, fato que dificulta uma formatação do que seria uma suposta população de rua. CONSIDERAÇÕES FINAIS A lógica de prevenção e busca ativa, encontrada tanto na Assistência Social quanto em outros campos de atuação estatal, parece fazer despontar um novo dispositivo de gestão da vida (FOUCAULT 1978, 1979). É no encontro (e na tensão) que a lógica de busca e de mapeamento da Abordagem de Rua é também formada pela sua lógica correspondente menor: a antidisciplinar. Assim, os serviços institucionais, sobretudo o caso aqui relatado, estão repletos de pontos de compartilhamentos mútuos entre a instituição e a rua. Contudo, são nas zonas de intersecção que prevalece as formas de funcionamento dos dois universos em questão. No encontro, a lógica institucional opera de modo ativo, classifica os atores, delimita seu público restrito de atendimento. É também na relação entre as duas razões operacionais que os modos de vida de trecheiros e pardais desconstroem todo o argumento do modelo populacional. Mas por outro lado, a tensão provocada no encontro sugere que a entrada na rede institucional é desejada para aqueles que se deixam ser cooptados, mas que, ainda assim, há táticas para aqueles que preferem manterem-se fora do alcance deste mecanismo. Contudo, é impossível não dizer que é potente a consolidação de uma instituição que circula pela cidade à procura de seu público-alvo, cujo alcance é quase ilimitado. Em verdade, a potência é mesmo grande: uma instituição sem muros que a cerce. 11

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Política Nacional de Assistência Social, DF, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS, Guia de Orientação n 1, (1ª versão). BROGNOLI, F. Trecheiros e pardais: estudo etnográfico de nômades urbanos, Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, Universidade Federal de Santa Catarina, CASTEL, R. A gestão dos riscos: da psiquiatria à pós-psicanálise. Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves, DE CERTEAU, M. A invenção do cotidiano 1. Artes de fazer. Petrópolis, 3 ed., Vozes, DELEUZE, G. GUATTARI, F. Acerca do ritornelo. In: Mil platôs: Capitalismo e Esquizofrenia. Vol. 4, São Paulo: Editora 34, FOUCAULT, M. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes (1983), Segurança, Território e População: curso dado ao Collége de France ( ). São Paulo: Martins Fontes (2008a), Nascimento da Biopolítica: curso dado ao Collége de France ( ). São Paulo: Martins Fontes (2008b), MARQUES, A. Crime, proceder, convívio-seguro: um experimento antropológico a partir de relações entre ladrões. Dissertação de Mestrado Departamento de Antropologia, Universidade de São Paulo, MARQUES, A.C; VILLELA, J; BROGNOLI, F. Andarilhos e cangaceiros: a arte de produzir território em movimento, Itajaí: Editora Univalli, MARTINEZ, M. Andando e parando pelos trechos: uma etnografia das trajetórias de rua em São Carlos. Dissertação de Mestrado Departamento de Ciências Sociais, Universidade Federal de São Carlos, STRATHERN, M. O gênero da dádiva. Campinas: Editora da UNICAMP, VIEIRA, A.; BEZERRA E.; ROSA C. População de Rua Quem é, Como Vive, Como é Vista. São Paulo: Hucitec;

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE CONCEITO DE REDE Para as Ciências Sociais: conjunto de relações sociais entre um conjunto

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 Estabelece instruções sobre Benefício de Prestação Continuada-BPC referentes a dispositivos

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria 1 BONOMETO, Tatiane Caroline 2 TRENTINI, Fabiana Vosgerau 3 Apresentador (es): Claudia

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA LEMOS, Josiane (estágio I), e-mail: lemosjosi@hotmail.com SANTOS, Lourdes de Fátima dos (estágio I). e-mail: lurdesfsantos84@hotmail.com SCHEMIGUEL,

Leia mais

PARADIGMAS INOVADORES EM PLANEJAMENTO URBANO E GESTÃO*

PARADIGMAS INOVADORES EM PLANEJAMENTO URBANO E GESTÃO* PARADIGMAS INOVADORES EM PLANEJAMENTO URBANO E GESTÃO* BEATRIZ FLEURY E SILVA 1 LUIZ ANTÔNIO N. FALCOSKI 2 SILVA, B. F. e; FALCOSKI, L. A. N. Paradigmas inovadores em planejamento urbano e gestão Semina:

Leia mais

Crack, é possível vencer

Crack, é possível vencer Crack, é possível vencer Prevenção Educação, Informação e Capacitação Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas

Leia mais

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro ABNT NBR ISO/IEC 27002 Segurança nas operações Responsabilidades e procedimentos operacionais Assegurar a operação segura e correta

Leia mais

Os direitos das crianças e adolescentes no contexto das famílias contemporâneas. Ana Paula Motta Costa anapaulamottacosta@gmail.

Os direitos das crianças e adolescentes no contexto das famílias contemporâneas. Ana Paula Motta Costa anapaulamottacosta@gmail. Os direitos das crianças e adolescentes no contexto das famílias contemporâneas Ana Paula Motta Costa anapaulamottacosta@gmail.com Pressuposto: Direito à Convivência Familiar, um direito fundamental de

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

Computação Móvel para Contribuir à Educação e Sustentabilidade - Estudo de Caso

Computação Móvel para Contribuir à Educação e Sustentabilidade - Estudo de Caso Computação Móvel para Contribuir à Educação e Sustentabilidade - Estudo de Caso COSTA, P. M. a,a*, MONTEIRO, R. L. a,b* a. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte b. Universidade Federal de

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS A sistematização que segue refere-se aos pontos trabalhados pelo grupo, no sentido de ativar a reflexão de questões que seriam tratadas no Encontro Estadual dos Trabalhadores do SUAS, realizado dia 16

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (2004) O SUAS materializa o conteúdo da LOAS, cumprindo no tempo histórico dessa Política as exigências

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

Avaliação da Descentralização de Programas Sociais o caso do Bolsa Família no Nordeste V Seminário da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação Campinas, 27/09/2013 Cátia Wanderley Lubambo FUNDAJ/UFPE

Leia mais

Seminário: Drogas, Redução de Danos, Legislação e Intersetorialidade. Brasília, outubro de 2009.

Seminário: Drogas, Redução de Danos, Legislação e Intersetorialidade. Brasília, outubro de 2009. Seminário: Drogas, Redução de Danos, Legislação e Intersetorialidade Brasília, outubro de 2009. O uso do crack e cocaína: contexto e estratégias de cuidados à saúde PEDRO GABRIEL DELGADO Coordenação de

Leia mais

Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil. Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública

Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil. Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Considerando necessidade de: Portaria SENASP/MJ nº 10 de 25/04/2011 Intensificar

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Secretaria Nacional de Assistência Social

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Secretaria Nacional de Assistência Social Instrução Operacional Conjunta Senarc/SNAS/MDS Nº 07 de 22 de novembro de 2010. Assunto: Orientações aos municípios e ao Distrito Federal para a inclusão de pessoas em situação de rua no Cadastro Único

Leia mais

Como Bogotá conseguiu melhorar sua segurança

Como Bogotá conseguiu melhorar sua segurança Como Bogotá conseguiu melhorar sua segurança Publicado em: http://www.comunidadesegura.org Hugo Acero* 16/11/2006 Quando se analisa o tema da segurança cidadã no âmbito da América Latina, comprova-se que

Leia mais

ENTRE O PASSADO E O PRESENTE: A CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DA IDENTIDADE ÉTNICA DOS CIGANOS DA CIDADE ALTA, LIMOEIRO DO NORTE CE 1

ENTRE O PASSADO E O PRESENTE: A CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DA IDENTIDADE ÉTNICA DOS CIGANOS DA CIDADE ALTA, LIMOEIRO DO NORTE CE 1 ENTRE O PASSADO E O PRESENTE: A CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DA IDENTIDADE ÉTNICA DOS CIGANOS DA CIDADE ALTA, LIMOEIRO DO NORTE CE 1 BETWEEN THE PAST AND THE PRESENT: THE CONSTRUCTION AND AFFIRMATION OF ETHNIC

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Josefa Adelaide Clementino Leite 1 Maria de Fátima Melo do Nascimento 2 Waleska Ramalho Ribeiro 3 RESUMO O direito à proteção social

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

Nome do projeto de pesquisa ao qual o aluno inscrito está vinculado: CORPOREIDADE, SAÚDE E INTERVENÇÃO PSIQUIÁTRICA: UMA

Nome do projeto de pesquisa ao qual o aluno inscrito está vinculado: CORPOREIDADE, SAÚDE E INTERVENÇÃO PSIQUIÁTRICA: UMA Identificação do discente: Nome completo: Guilherme Oriel Aguillar Matrícula: 80690-1 Curso: Educação Física Identificação do professor-orientador: Nome completo: JOSE LUIS SOLAZZI Curso: Educação Física

Leia mais

PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2014/2017 VIGILÂNCIA SOCIAL MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2014/2017 VIGILÂNCIA SOCIAL MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2014/2017 VIGILÂNCIA SOCIAL MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Vânia Guareski Souto Assistente Social - Especialista em Gestão Social de Políticas Públicas Vigilância Socioassistencial

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB (ASFORA, R. V. S.) - Raphaella Viana Silva Asfora/Autora ¹ Escola Superior da Magistratura

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS 1. Categorias profissionais que já compõem o SUAS RS: - Psicólogo - Assistente Social - Advogado - Educador Social - Nutricionista - Pedagogo - Enfermeiro - Estagiários - Supervisores e Coordenação - Técnico

Leia mais

O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE

O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE VIDAL, Kiussa Taina Geteins; LIMA, Flávia Patricia Farias; SOUZA, Alcy Aparecida Leite; LAZZAROTTO, Elizabeth Maria; MEZA, Sheila

Leia mais

Abril, 2009. Clínica de Projetos

Abril, 2009. Clínica de Projetos Abril, 2009 Clínica de Projetos Apresentação O Programa Clínica de Projetos Dispositivos da Clínica Ampliada: - Tramando a Rede - Site - Interlocuções - Eventos Clínica de Projetos Clínica de Projetos

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO Projeto do Curso de Extensão ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Irma Martins Moroni da Silveira FALAR DA CONTEMPORANEIDADE É REFLETIR SOBRE O TEMPO PRESENTE Falar do hoje da Assistência Social; Como

Leia mais

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica A iniciativa O projeto Praças é uma iniciativa do Instituto Sou da Paz, em parceria com a SulAmérica, que promove a revitalização de praças públicas da periferia de São Paulo com a participação da comunidade

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS CRAS Centro de Referência de Assistência Social PÚBLICO-ALVO: A PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA B DO SUAS Famílias, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social

Leia mais

O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro

O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro Aluno: Gabriel Ferreira de Carvalho gabriel_fc.90@hotmail.com Orientador: Dr. Augusto César Pinheiro da Silva augustoc@puc-rio.br

Leia mais

Educação Permanente e gestão do trabalho

Educação Permanente e gestão do trabalho São Bernardo,março de 2013 Educação Permanente e gestão do trabalho Laura Camargo Macruz Feuerwerker Profa. Associada Faculdade de Saúde Pública da USP Trabalho em saúde O trabalho em saúde não é completamente

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

A Família e o Movimento pela Inclusão

A Família e o Movimento pela Inclusão A Família e o Movimento pela Inclusão (Mônica Pereira dos Santos) 1 Já sabemos que a luta pelos direitos dos portadores de deficiência não é recente. No Brasil, se traçarmos uma demarcação temporal, podemos

Leia mais

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Fórum ONG/AIDS RS COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Paulo Giacomini Porto Alegre, 30 de Outubro de 2014. Comunicação 1. Ação de comunicar, de tornar comum (à comunidade) uma informação (fato, dado, notícia); 2. Meio

Leia mais

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência.

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência. ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO Nara FUKUYA 1 ; Ana Elisa Bauer Camargo SILVA 2 1,2 Universidade Federal de Goiás, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Núcleo de Estudo

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

Atitude fenomenológica e atitude psicoterápica

Atitude fenomenológica e atitude psicoterápica COMUNICAÇÃO DE PESQUISA Atitude fenomenológica e atitude psicoterápica Phenomenological attitude and psychotherapeutic attitude Ihana F. de A. Leal* Joana L. Sant Anna** Joelma da C. Bueno*** Letícia R.

Leia mais

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas EDUCAÇÃO PERMANENTE SAÚDE MENTAL - CGR CAMPINAS MÓDULO GESTÃO E PLANEJAMENTO 2012 Nelson Figueira

Leia mais

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Complexidade do assunto e multiplicidade de interpretações que o tema encerra. Ações mais assemelhadas à indisciplina

Leia mais

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS Secretaria Nacional de Assistência Social 1 2 3 Quando a Comissão Organizadora da VI Conferência Nacional

Leia mais

SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, IDOSAS E SUAS FAMÍLIAS NO SUAS Tipificação Nacional dos Serviços SUAS/2009

SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, IDOSAS E SUAS FAMÍLIAS NO SUAS Tipificação Nacional dos Serviços SUAS/2009 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SNAS DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL - DPSE SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL PARA PESSOAS COM

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei:

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei: LEI N.º 1135/13, DE 01 DE ABRIL DE 2013. Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Queimados e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas RESULTADOS Setembro 2010 Parcerias Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Casa Civil da Presidência da República; Secretaria-Geral

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Presidência da República Secretaria de Imprensa. Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Em resposta aos desafios

Leia mais

A BUSCA ATIVA COMO INSTRUMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE FAMILIA E INDIVIDUO EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO DAS NECESSIDADES

A BUSCA ATIVA COMO INSTRUMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE FAMILIA E INDIVIDUO EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO DAS NECESSIDADES A BUSCA ATIVA COMO INSTRUMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE FAMILIA E INDIVIDUO EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO DAS NECESSIDADES Alana da Silva SIQUIÉRI 1 Dayana Klebis da SILVA 2 RESUMO:

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Especial Brasília-DF Dezembro de 2011 O Sistema Único de Assistência Social (Suas) é um sistema

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br

www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br 5.485.424 idosos - 2014 9.316.614 idosos - 2030 Fonte: Fundação SEADE Novas Demandas e Desafios Poder Público Sociedade Famílias Garantia de Direitos Proteção Social

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes 1 A Graturck é uma empresa especializada nas áreas de consultoria, assessoria e cursos em Serviço Social. Contando com uma equipe técnica qualificada, está lançando uma oportunidade para aqueles alunos

Leia mais

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais 14º Encontro Nacional do Congemas CRAS como unidade de gestão local do SUAS 14º Encontro Nacional do Congemas

Leia mais

Rosimeire Ap. Mantovan rosimantovan@uol.com.br. Escola de Governo Novembro/15

Rosimeire Ap. Mantovan rosimantovan@uol.com.br. Escola de Governo Novembro/15 Rosimeire Ap. Mantovan rosimantovan@uol.com.br Escola de Governo Novembro/15 AÇÃO SOCIAL COM FORTE ATUAÇÃO DA IGREJA ENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL AUSÊNCIA DO ESTADO AÇÕES FOCALIZADAS E FRAGMENTADAS

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

Centro de Referência de Assistência Social. Paraná, agosto de 2012

Centro de Referência de Assistência Social. Paraná, agosto de 2012 Centro de Referência de Assistência Social Paraná, agosto de 2012 Centro de Referência de Assistência Social - CRAS Unidade pública estatal de base territorial, localizada em áreas de vulnerabilidade social

Leia mais

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador Coordenador: SEGURANÇA Visão: Que Santa Maria tenha os melhores indicadores de Segurança Pública, entre os municípios do Rio Grande do Sul com mais de 100 mil habitantes, garantindo a prevenção e o controle

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA FARIAS, Maria Lígia Malta ¹ SOUSA, Valéria Nicolau de ² TANNUSS, Rebecka Wanderley ³ Núcleo De Cidadania e Direitos Humanos/ PROEXT RESUMO O Projeto de Extensão

Leia mais

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal de comunicação Objetivo Principal Prover uma solução de baixo custo para Identificação, localização, bloqueio e recuperação de veículos roubados ou procurados, através de micro circuitos embarcados de

Leia mais

Articulação Intersetorial no cuidado às pessoas em situação de rua Telma Maranho- SNAS/MDS

Articulação Intersetorial no cuidado às pessoas em situação de rua Telma Maranho- SNAS/MDS I Seminário Nacional sobre Consultórios na Rua e Saúde Mental na Atenção Básica: novas tecnologias e desafios para a gestão do cuidado Articulação Intersetorial no cuidado às pessoas em situação de rua

Leia mais

REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL

REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL Bárbara Leite 1 Paula Filippom 2 Francilene Raimone 3 Stelamaris Gluck 4 O problema é procurar aquilo que sai da terra, isto é, o que acontece quando

Leia mais

¹Assistente Social da Associação Reviver do Portador do Vírus HIV, graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa.

¹Assistente Social da Associação Reviver do Portador do Vírus HIV, graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. IX Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria¹ BONOMETO, Tatiane Caroline² PREUSS, Lislei Teresinha³ Apresentador (a): Tatiane Caroline

Leia mais

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios:

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios: LEI Nº 1720/2012 Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES ANEXO I ROTEIRO PARA INSPEÇÃO PERÍODICA 1 DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO Data: / / INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Modalidade: ( ) Acolhimento Institucional ( ) Casa Lar 1 - DADOS GERAIS 1.1. Nome

Leia mais

TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas

TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas NORMA INTERNA TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas NÚMERO VERSÃO DATA DA PUBLICAÇÃO SINOPSE Dispõe sobre

Leia mais

O artigo 8º da referida lei, contemplando exatamente a dimensão do sofrimento e dos danos que a violência doméstica e familiar provoca, determina:

O artigo 8º da referida lei, contemplando exatamente a dimensão do sofrimento e dos danos que a violência doméstica e familiar provoca, determina: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP Projeto: DE MÃOS DADAS COM A REDE Introdução A violência doméstica e familiar contra a mulher é um fenômeno

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER NA CIDADE DE PONTA GROSSA

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER NA CIDADE DE PONTA GROSSA 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis.

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. MENSAGEM Nº. 02/2013 Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. Com nossos cordiais cumprimentos encaminhamos a V. Exa. e digníssimos Pares dessa R. Casa Legislativa, o Projeto

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro

PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro Revisão do Plano Estratégico 2013/2014 PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 2014 Página 1 de 16 Sumário 1 Apresentação... 3 2 Objetivos... 4 3 Público-Alvo

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires REFERÊNCIAS LEGAIS CF 88 LOAS PNAS/04 - SUAS LOAS A partir da Constituição Federal de 1988, regulamentada

Leia mais

O futuro digital das cidades

O futuro digital das cidades O futuro digital das cidades Visão & Tecnologia: a fórmula para tornar nossas Cidades mais Inteligentes Hora de Agir: As cidades mais que estados ou países estarão cada mais se tornando o centro determinante

Leia mais

Proteção Social Básica

Proteção Social Básica Proteção Social Básica Proteção Social Básica A Proteção Social Básica (PSB) atua na prevenção dos riscos por meio do desenvolvimento de potencialidades e do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários

Leia mais

Propostas para o Plano Diretor de Curitiba

Propostas para o Plano Diretor de Curitiba Propostas para o Plano Diretor de Curitiba Revisão de 2014 Andressa Mendes Fernanda Castelhano Rafaela Scheiffer As propostas contidas nesta cartilha foram resultados de intervenções urbanas e processos

Leia mais

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Informação e Comunicações 1 - Há milhões e milhões de anos

Leia mais

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES): MARIANA TOLEDO ALVES TEIXEIRA

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES): MARIANA TOLEDO ALVES TEIXEIRA TÍTULO: "DIÁRIO" DE UM EX - DETENTO : AS DIFICULDADES E PRECONCEITOS ENCONTRADOS, NO DIA A DIA,PARA RESSOCIALIZAÇÃO DO EX - PRESIDIÁRIO NEGRO NO BRASIL. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E

Leia mais

SBE-01-B- SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, IDOSAS E SUAS FAMÍLIAS

SBE-01-B- SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, IDOSAS E SUAS FAMÍLIAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº SBE-01-B/2014 Data: 20/09/2014 Versão: Original 01 SISTEMA ADMINISTRATIVO SBE SISTEMA DE BEM ESTAR SOCIAL 02 ASSUNTO SBE-01-B- SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL PARA PESSOAS COM

Leia mais

A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios

A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios Alcindo Antônio Ferla Adelina Giacomelli Prochnow Ana Cristina

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar PMERJ/CETIC Novas Tecnologias na Polícia Militar Apresentação pessoal CEL PM DJALMA JOSÉ BELTRAMI TEIXEIRA PMERJ Coordenador do CETIC Coordenadoria Especializada em Tecnologia e Comunicações Atribuições

Leia mais