AE Lousada. aelousada.net CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO

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1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE LOUSADA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Escola Básica de Boavista Escola Secundária de Lousada Escola Básica Lousada Centro -Silvares Escola Básica de Boim Escola Básica de Cristelos Escola Básica de Pias CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO > PRÉ-ESCOLAR > PRIMEIRO CICLO > SEGUNDO CICLO > TERCEIRO CICLO > SECUNDÁRIO > PROFISSIONAIS E VOCACIONAIS Escola Básica de Ordem 2014/2015

2 Conteúdo INTRODUÇÃO... 3 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ENQUADRAMENTO LEGAL PRINCÍPIOS... 3 a) Incremento da Qualidade das Aprendizagens... 3 b) Consistência... 4 c) Transparência... 4 d) Continuidade... 4 e) Diversidade de intervenientes... 5 f) Diversidade de Técnicas e Instrumentos de avaliação QUADRO DE REFERÊNCIA... 6 Domínio das Atitudes Saber ser e saber estar... 6 Domínio dos Conhecimentos e Competências Saber e Saber fazer MODALIDADES DE AVALIAÇÃO... 6 a) Avaliação diagnóstica... 6 b) Avaliação formativa... 7 c) Avaliação sumativa interna... 7 d) Critérios Gerais de Avaliação... 7 EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR... 8 Parâmetros de Avaliação... 8 Métodos e Instrumentos de Avaliação ENSINO BÁSICO Ensino vocacional Ensino regular CLASSIFICAÇÃO FINAL DO PERÍODO º Período º Período º Período ENSINO SECUNDÁRIO Cursos Profissionais e Cursos Vocacionais Ensino Regular... 17

3 CLASSIFICAÇÃO DE FINAL DE PERÍODO º Período º Período º Período DISCIPLINA/DEPARTAMENTO Critérios de Transição Anos Terminais de Ciclo º ano a) Tiver obtido simultaneamente classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português e de Matemática; º e 9º ano de escolaridade Anos Não Terminais de Ciclo º ano de Escolaridade º e 3º ano de escolaridade º, 7º e 8º ano de escolaridade Critérios excecionais de transição para os anos não terminais ANEXO LEGISLAÇÃO SOBRE AVALIAÇÃO Ensino Básico: Ensino Secundário: Educação Especial: Pág. 2

4 INTRODUÇÃO O Conselho Pedagógico, na sua reunião de 04 de Setembro de 2013, aprovou os critérios gerais de Avaliação para o Ano Letivo , para o Ensino Básico, Ensino Secundário, e Oferta Qualificante. Estes mantêm a matriz dos critérios dos anos letivos anteriores. Pelo facto de serem critérios gerais devem ser adaptados aos diferentes Departamentos Curriculares, nomeadamente na definição concreta dos pesos a atribuir a cada uma das valências consideradas (Competências e Aprendizagens, Participação e Domínio da Língua Portuguesa, Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação e Valores e Atitudes, em função do ciclo), e devem ser operacionalizados pelos Conselhos de Turma em função da realidade concreta de cada grupo turma, dos interesses dos alunos e de uma avaliação que se pretende justa, de bom senso, fundamentada, assente em instrumentos diversificados e transparente. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1. ENQUADRAMENTO LEGAL Compete ao Conselho Pedagógico, enquanto órgão de gestão pedagógica da escola, definir, anualmente, os critérios gerais de avaliação e aprovar os critérios específicos de cada disciplina e área curricular não disciplinar, sob proposta dos grupos de recrutamento. Os critérios de avaliação constituem referenciais comuns no interior da escola, sendo operacionalizados pelo Conselho de Turma. Este órgão analisa as avaliações propostas por cada professor relativamente à disciplina que leciona e é responsável pela classificação atribuída ao aluno no final de cada período letivo. 2. PRINCÍPIOS A avaliação das aprendizagens orienta-se pelos seguintes princípios: a) Incremento da Qualidade das Aprendizagens O principal objetivo da avaliação é promover a aprendizagem dos alunos e informar os professores para a tomada de decisões sobre o processo de ensino. Assim, a avaliação deve permitir ao aluno ser um elemento ativo, reflexivo e responsável pela sua aprendizagem e ao professor providenciar meios e oportunidades Pág. 3

5 facilitadoras dessa aprendizagem, propondo, para isso, aos alunos um conjunto de tarefas, de natureza e extensão variáveis, individuais ou de grupo, que, no seu conjunto, reflitam equilibradamente as finalidades do currículo. b) Consistência A avaliação como parte integrante do processo de ensino aprendizagem tem de ser coerente com o mesmo. Deste modo, as tarefas de ensino e aprendizagem devem, sempre que possível, coincidir com as tarefas e atividades de avaliação, representando o tempo empregue na sua execução um benefício para a aprendizagem. A evolução da aprendizagem deve privilegiar a resolução de problemas ou atividades de pesquisa, para além da memorização e repetição e a evolução do ensino deve orientar-se para o questionar e ouvir, mais do que apenas dizer, assim como para a mudança das expetativas, no sentido da compreensão, do uso de conceitos e procedimentos e da resolução de problemas. c) Transparência A informação sobre o processo de avaliação deve estar disponível para todos os que por ele são afetados. Os professores devem reunir-se para discutir os objetivos da aprendizagem, as expetativas, o trabalho dos alunos e os critérios de classificação. Uma avaliação transparente envolve a partilha de responsabilidades pelos alunos, pelos professores e pelos encarregados de educação. No Ensino Secundário a classificação final de cada teste e/ou trabalho é sempre expressa quantitativamente. No Ensino Básico a classificação final de cada teste e/ou trabalho é sempre expressa quantitativamente e qualitativamente. d) Continuidade Os professores devem assegurar que, em cada momento de avaliação, estão munidos dos registos e argumentos que usam para justificar as avaliações feitas. Os resultados da avaliação do aluno destinam-se a informar o mesmo, o professor, os encarregados de educação e a escola sobre o seu progresso nos diferentes domínios da aprendizagem. Pág. 4

6 Sendo a avaliação contínua, esta deverá refletir o trabalho desenvolvido ao longo do ano, dando a justa valorização à evolução que tenha sido observada. A avaliação contínua é aquela que acompanha o processo ensino-aprendizagem de uma forma regular e pode ser considerada como uma forma de recolher informação, formal ou informal, para ajustar o planeamento e respetivo processo de ensinoaprendizagem. A avaliação contínua é, pois, um processo que utiliza, ao longo do ano escolar, variados instrumentos de avaliação, representativos do currículo, no contexto de sala de aula e não só, cuja ponderação é permanente e não exclusiva de nenhum dos referidos instrumentos. É no fim do terceiro período que se faz a avaliação global final, sendo nesse momento analisado todo o percurso do aluno e ponderado o peso relativo de tudo o que realizou, fazendo-se, então, um juízo globalizante sobre o grau de desenvolvimento que atingiu, tomando como referência os objetivos previamente fixados. e) Diversidade de intervenientes O processo de avaliação é conduzido pelo professor ou equipa de professores responsáveis pela organização do ensino e da aprendizagem, envolvendo igualmente: - Os alunos, através da sua autoavaliação; - Os encarregados de educação, nos termos definidos na lei e no regulamento interno; - Os técnicos dos serviços especializados de apoio educativo, outros docentes implicados no processo de aprendizagem dos alunos e o Diretor Regional de Educação, quando tal se justifique. f) Diversidade de Técnicas e Instrumentos de avaliação O conceito de avaliação contínua pressupõe que a mesma represente a evolução dos conhecimentos adquiridos pelos alunos ao longo de todo o ano letivo. A sua operacionalização só se consegue através da utilização diversificada de instrumentos de avaliação, tal como os já incluídos nas planificações das diferentes disciplinas do grupo (Fichas sumativas individuais, em grupo, comunicações escritas e orais de trabalhos, trabalhos individuais e de grupo, respetivos debates) e ainda grelhas de registo de atitudes e comportamento na sala de aula, entre outras. Pág. 5

7 3. QUADRO DE REFERÊNCIA A avaliação das aprendizagens abrange os seguintes domínios, que podem estar incorporados ou representados separadamente: Domínio das Atitudes Saber ser e saber estar Aspetos a observar: Empenho na aprendizagem (trabalhos realizados na aula e extra aula) Cumprimento das normas estabelecidas no regulamento interno Domínio dos Conhecimentos e Competências Saber e Saber fazer Aspetos a observar Conhecimentos de natureza técnico-científica das várias disciplinas Competências de Comunicação Competências metodológicas 4. MODALIDADES DE AVALIAÇÃO A avaliação incide sobre as aprendizagens e competências definidas no currículo nacional para as diversas áreas e disciplinas de cada ciclo e de cada ano. As aprendizagens de caráter transversal e de natureza instrumental, nomeadamente no âmbito da formação cívica, da compreensão e expressão em língua portuguesa e da utilização das tecnologias de informação e comunicação, constituem objeto de avaliação em todas as disciplinas. a) Avaliação diagnóstica A avaliação diagnóstica realiza-se no início de cada ano de escolaridade, devendo articular-se com estratégias de diferenciação pedagógica para superação de eventuais dificuldades dos alunos e contribuir para elaborar, adequar e reformular a planificação de cada disciplina e o Plano de Trabalho da Turma, facilitando a integração escolar do aluno e apoiando a orientação escolar e vocacional. Esta avaliação implica a dinamização de atividades, nas primeiras semanas de aulas, que permitam avaliar com alguma fiabilidade os conhecimentos dos alunos. Pág. 6

8 b) Avaliação formativa A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação, assumindo um caráter contínuo e sistemático, tendo em vista a regulação do processo de ensinoaprendizagem. Para o efeito, ela deve recorrer a uma enorme diversidade de instrumentos de recolha de informação, em função da natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem. A avaliação formativa fornece, ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes, informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e das competências dos alunos, de forma a permitir a revisão e melhoria dos processos de trabalho. A avaliação formativa é da responsabilidade de cada docente, em diálogo permanente com os alunos e em colaboração com os outros professores, quer do conselho de turma, quer do grupo de recrutamento, quer ainda, quando necessário, com os serviços especializados de apoio educativo e os encarregados de educação. c) Avaliação sumativa interna A avaliação sumativa interna realiza-se no final de cada período letivo, recorrendo à informação recolhida ao longo do mesmo, no âmbito da avaliação formativa e traduzse num juízo globalizante quantitativo sobre as aprendizagens realizadas pelos alunos. A avaliação sumativa interna é da responsabilidade dos docentes que integram o Conselho de Turma, reunindo, para o efeito, no final de cada período, mediante proposto do professor de cada disciplina e/ou área disciplinar. No ensino básico, a informação resultante da avaliação sumativa interna conduz à atribuição de uma classificação, numa escala de 1 a 5, em todas as disciplinas. No ensino secundário, a informação resultante da avaliação sumativa interna conduz à atribuição de uma classificação, numa escala de 0 a 20, em todas as disciplinas. d) Critérios Gerais de Avaliação O Agrupamento implementa as modalidades de avaliação previstas na legislação em vigor. A avaliação diagnóstica realiza-se sempre no início do ano, dando cumprimento ao, sendo decisão do professor o tipo de instrumentos a utilizar. A mesma modalidade Pág. 7

9 poderá ocorrer em qualquer momento do ano letivo quando articulada com a avaliação formativa, sendo o professor responsável pela frequência da sua utilização e do tipo de instrumentos a utilizar. Os alunos realizam, no início do ano letivo a avaliação diagnóstico. Devendo os resultados obtidos orientar a elaboração do Plano de Trabalho da Turma. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Parâmetros de Avaliação Na educação pré-escolar as áreas de conteúdo são curriculares não disciplinares e articulam-se de forma transversal, quer no processo de desenvolvimento das aprendizagens das crianças, quer no processo de planeamento e avaliação da ação educativa. Existem parâmetros de avaliação específicos para cada uma das áreas curriculares - Formação Pessoal e Social; Expressões; Linguagem oral e abordagem à escrita; Matemática; Conhecimento do Mundo; Tecnologias da Informação e Comunicação mas a sua leitura tem de ser feita de uma forma globalizante e contextualizada. Áreas de Conteúdo Formação Pessoal e Social Domínio Identidade/Auto estima Independência/Autono mia Cooperação Convivência Democrática/Cidadania Parâmetros de Avaliação Consciência de si como pessoa e a identificação de laços familiares. Autoconceito positivo. Reconhecimento e valorização das caraterísticas do seu grupo de pertença. Domínio de determinados saber fazer da rotina diária. Identificação de noções de espaço e de tempo que lhe permitam fazer uso da sua autonomia. Aplicação de normas básicas de higiene pessoal e alimentar. Atitudes e comportamentos de responsabilidade e cooperação. Comportamentos adequados ao bem-estar coletivo. Aplicação das regras de vida em grupo. Atitudes e comportamentos de Pág. 8

10 Áreas de Conteúdo Expressão e comunicação Domínio Solidariedade/Respeito pela Diferença Expressão Plástica Expressão Dramática Expressão Musical Parâmetros de Avaliação conservação da natureza e de respeito pelo ambiente. Atitudes e comportamentos de respeito pela diversidade de características e hábitos de outras pessoas. Capacidade de expressão e comunicação. Capacidade criativa. Representação de vivências individuais, temas, histórias, paisagens, entre outros, através de vários meios de expressão. Desenvolvimento da expressão gráfica figurativa das formas observadas do próprio corpo, da natureza e situações vividas. Utilização das possibilidades expressivas da cor e sua aplicação à produção de obras plásticas. Criação de objetos de cenas reais ou imaginadas, em formato tridimensional, utilizando diferentes texturas, formas e volumes. Capacidade de expressão e comunicação. Capacidade criativa. Compreensão das artes no contexto. Interação com os outros em atividades de faz de conta espontâneas ou sugeridas. Capacidade de expressão e comunicação. Capacidade criativa. Exploração de sons utilizando percussão corporal, vocal e instrumental. Interpretação de canções de estilos diversos. Perceção e interiorização da noção de ritmo, pausa, intensidade Memorização auditiva. Pág. 9

11 Áreas de Conteúdo Conhecimento do Mundo Domínio Expressão Motora (Motricidade Global, Dança, Motricidade Fina) Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Matemática Localização no Espaço e no Tempo Conhecimento do Ambiente Natural e Social Parâmetros de Avaliação Conhecimento do esquema corporal, bem como a consciência do seu corpo em relação ao exterior. Utilização e domínio do seu corpo. Coordenação e adaptação dos movimentos. Capacidade de expressão e comunicação. Predominância lateral. Coordenação óculo / manual / pedal. Capacidade de expressão. Consciência fonológica. Capacidade de descrição e narração. Capital lexical. Capacidade de compreensão e retenção da informação oral. Conhecimento das diferentes utilidades da escrita. Produção de escrita. Domínio de algumas regras convencionais da leitura e escrita. Capacidade de enumerar e reconhecer números (1 a 10). Conhecimento de noções de número, grandeza, medida e forma. Capacidade de interpretação de dados. Resolução de problemas simples. Conhecimento e utilização de noções espaciais. Conhecimento e utilização de noções temporais. Identificação dos principais elementos do meio Físico, Natural e Social. Participação em atividades de investigação e descoberta, utilizando processos científicos na realização de atividades Pág. 10

12 Áreas de Conteúdo Tecnologias da Informação e Comunicação Domínio Dinamismo das Inter- Relações Natural e Social Informação Comunicação Produção Segurança Métodos e Instrumentos de Avaliação Parâmetros de Avaliação experimentais. Conhecimentos sobre o mundo, partindo dos conhecimentos adquiridos em contexto familiar, social e através dos media. Comportamentos de defesa e conservação da natureza e de recuperação do equilíbrio ecológico. Conhecimento e aplicação de práticas de higiene corporal, alimentar, saúde e segurança. Exploração dos equipamentos e dos recursos digitais. Identificação das tecnologias como meio de comunicação. Utilização das funcionalidades básicas de algumas ferramentas digitais. Conhecimento de regras de segurança. Responsabilização pela utilização dos equipamentos e ferramentas digitais. De acordo com a circular nº 4/DSDC/DSDC/20011, a avaliação na educação pré-escolar assenta nos seguintes princípios: Caráter holístico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança; Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo definidas nas OCEDP; Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados; Caráter formativo da avaliação; Valorização dos progressos das crianças; Promoção da igualdade de oportunidades e equidade. A avaliação, enquanto processo contínuo de registo dos progressos realizados pela criança, ao longo do tempo, utiliza procedimentos de natureza descritiva e narrativa, Pág. 11

13 centrados sobre o modo como a criança aprende, como processa a informação, como constrói conhecimento e resolve problemas. Os procedimentos de avaliação devem ter em consideração a idade e as características desenvolvimentais das crianças, assim como a articulação entre as diferentes áreas de conteúdo, no pressuposto de que a criança é sujeito da sua própria aprendizagem. De acordo com as suas conceções e opções pedagógicas, cada educador utiliza técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados, tais como: a) Observação; b) Entrevistas; c) Abordagens narrativas; d) Fotografias; e) Gravações áudio e vídeo; f) Registos de autoavaliação; g) Portefólios construídos com as crianças; h) Questionarias a crianças, pais ou outros parceiros educativos; i) Outros; Baseados nos documentos acima descritos, preenche os documentos comuns do departamento: Grelhas de observação/avaliação Ficha de Informação. Durante o percurso da criança no Jardim de Infância, as fichas de informação ficam arquivadas no seu processo individual. Da ficha de informação será entregue cópia aos encarregados educação no final de cada período. Quando a criança transita para o 1º ciclo, as fichas de informação e outos documentos relevantes são arquivados no seu processo individual que segue para o 1º ciclo. ENSINO BÁSICO Ensino vocacional A avaliação incide sobre as Competências e Aprendizagens (peso de 40% a 60%), Participação e Domínio da Língua Portuguesa (peso 10% a 20%), Metodologia, Pág. 12

14 Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (peso de 10% a 25 %) e Valores e Atitudes (peso 5% a 15%). Os critérios gerais, bem como os critérios específicos definidos pelos Departamentos Curriculares, devem integrar o Plano de Trabalho da Turma. - As competências e Aprendizagens serão avaliadas por critérios específicos definidos pelo Departamento Curricular. - A participação/domínio da Língua Portuguesa serão avaliados segundo os itens e critérios: o aluno intervém com frequência e a propósito nas aulas, levanta dúvidas e dá opiniões, tem facilidade de expressão oral e tem capacidade/facilidade de expressão escrita. - A metodologia e organização serão avaliadas segundo os itens e critérios: o aluno apresenta o material necessário para a aula; Realiza as tarefas propostas; Pesquisa e organiza informação. Utilização e domínio de métodos e técnicas. - As capacidades, valores e atitudes serão avaliados segundo os itens e critérios: respeita colegas e professores, revela interesse e empenho nas atividades propostas, é responsável no cumprimento das tarefas, respeita as normas de funcionamento da aula, respeita as instalações e o meio ambiente, é regularmente pontual e é assíduo. Observação: Caso um dos instrumentos de avaliação mencionados nas Competências Específicas não se aplicar, a percentagem relativa a esse item é repartido pelos outros instrumentos de avaliação. Ensino regular A avaliação incide sobre as Competências e Aprendizagens (peso de 60% a 80%), Participação e Domínio da Língua Portuguesa (peso 5% a 15%), Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (peso de 5% a 15 %) e Valores e Atitudes (peso 5% a 10%). Os critérios gerais, bem como os critérios específicos definidos pelos Departamentos Curriculares, devem integrar o Plano de Trabalho da Turma. - As competências e Aprendizagens serão avaliadas por critérios específicos definidos pelo Departamento Curricular. Pág. 13

15 - A participação/domínio da Língua Portuguesa serão avaliados segundo os itens e critérios: o aluno intervém com frequência e a propósito nas aulas, levanta dúvidas e dá opiniões, tem facilidade de expressão oral e tem capacidade/facilidade de expressão escrita. - A metodologia e organização serão avaliadas segundo os itens e critérios: o aluno faz regularmente os trabalhos de casa, é organizado e traz regularmente o material. A utilização das TIC será avaliada atendendo a: o aluno elabora e organiza textos, elabora tabelas e gráficos e pesquisa e organiza informação. - As capacidades, valores e atitudes serão avaliados segundo os itens e critérios: respeita colegas e professores, não interrompe as aulas a despropósito, não tem faltas disciplinares, respeita as instalações e o ambiente, é assíduo e pontual. Os critérios a utilizar na avaliação das áreas curriculares não disciplinares serão definidos pelo Conselho de Turma, atendendo às características da turma e das atividades a desenvolver. CLASSIFICAÇÃO FINAL DO PERÍODO A definição de avaliação sumativa de final de período deve ter em conta as percentagens obtidas através dos diferentes instrumentos de avaliação e deve ser expressa em percentagem: 1º Período Competências e Aprendizagens, Participação e Domínio da Língua Portuguesa / Língua Estrangeira, Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação e Valores e Atitudes nos pesos definidos. 2º Período 30% da classificação do 1º período + 70% da avaliação obtida através dos instrumentos do 2º período. Pág. 14

16 3º Período 30% da classificação do 1º período + 35% da avaliação obtida através dos instrumentos do 2º período + 35% da avaliação obtida através dos instrumentos do 3º período. A definição de avaliação sumativa de final de período deve ter em conta as percentagens obtidas através dos diferentes instrumentos de avaliação e deve ser expressa em percentagem. A definição da avaliação sumativa do 2º e 3º período deve ter em conta as percentagens obtidas através dos diferentes instrumentos de avaliação e não o nível obtido nos períodos. Na disciplina de Educação Física será utilizada a média aritmética em todos os períodos, exceto no segundo ciclo que utilizará a seguinte formula 1º período nota igual a 100% 2º período 30% do 1º período e 70% do 2º período 3º período 10% do 1º período + 20% do 2º período + 70% do 3º período Na avaliação dos trabalhos de grupo intervém, obrigatoriamente, a observação realizada pelo professor no decurso das atividades na sala de aula, o trabalho escrito, a autoavaliação, a heteroavaliação em pequeno grupo ou grande grupo e a apresentação global do trabalho. Uma das finalidades da avaliação é apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso dos alunos, permitindo assim o reajustamento de projetos e seleção de metodologias e recursos; estando a progressão ou não progressão relacionadas com a forma como o aluno encara o trabalho, o seu empenho e metodologia utilizada. Estes devem ser contemplados na avaliação da participação, metodologia, valores e atitudes. O Conselho Pedagógico deliberou que a avaliação da Participação e Domínio da Língua Portuguesa, Metodologia, Organização e Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação e Valores e Atitudes, no Ensino Básico, se expressa numa menção qualitativa de Fraco, Não satisfaz, Satisfaz, Satisfaz Bastante e Excelente, sendo considerada REFORÇO POSITIVO, não devendo determinar uma avaliação global inferior à avaliação obtida pelos alunos nas competências e Aprendizagens. Pág. 15

17 Por decisão do Conselho Pedagógico a terminologia da classificação das fichas de controlo de aprendizagem, é a seguinte: Ensino básico 0% 19% - Nível 1 Fraco 20% - 49% - Nível 2 Não Satisfaz 50% - 69% - Nível 3 Satisfaz 70% - 89% - Nível 4 Satisfaz Bastante 90% - 100% - Nível 5 - Excelente Para além desta notação é obrigatória a colocação da percentagem obtida no teste. No domínio das competências transversais, o Conselho Pedagógico definiu os seguintes pesos: Fraco 19% Não satisfaz 40% Satisfaz 50% ou 60% Satisfaz bastante 70 ou 80% Excelente 90% ou 100% ENSINO SECUNDÁRIO Cursos Profissionais e Cursos Vocacionais - Nas COMPETÊNICIAS ESPECÍFICAS a avaliação incide sobre as Aprendizagens e Competências (peso 50% a 60%), Participação, Metodologia de Trabalho e Domínio da Língua Portuguesa e Valores e Atitudes (peso 40% a 50%). - As aprendizagens e competências serão avaliadas pelos conteúdos programáticos do(s) módulo(s) da disciplina. - A avaliação da participação, metodologia de trabalho e domínio da Língua Portuguesa deverá ter em conta: Utilização e domínio de métodos e técnicas, Realiza as tarefas propostas, Intervém com frequência e pertinência e a propósito nas aulas, Levanta dúvidas e dá opiniões, Tem facilidade de expressão oral, Tem capacidade de expressão escrita e Apresenta o material necessário para a aula. Pág. 16

18 - Os valores e atitudes serão avaliados tendo em conta os itens e critérios: o aluno respeita colegas e professores, revela interesse e empenho nas atividades propostas, é responsável no cumprimento das tarefas, respeita as normas de funcionamento da aula, respeita as instalações e o meio ambiente, é regularmente pontual e é assíduo. Observação: Caso um dos instrumentos de avaliação mencionados nas Competências Específicas não se aplicar, a percentagem relativa a esse item é repartido pelos outros instrumentos de avaliação. De acordo com o artigo 10.º da Portaria 74-A/2013, A avaliação incide: a) sobre os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver no âmbito das disciplinas respeitantes a cada uma das componentes de formação e no plano de trabalho da FCT; b) Sobre os conhecimentos, aptidões e atitudes identificados no perfil profissional associado à respetiva qualificação. Atendendo a que o perfil de saída dos cursos profissionais aponta sempre para a inserção no mercado de trabalho de um profissional qualificado na sua área, considera-se que é fundamental o desenvolvimento das competências transversais. Neste sentido a sua valorização deve ser um aspeto fundamental a ter em consideração na avaliação do aluno. Quando o aluno não mostra ter adquirido essas competências deve ser avaliado em conformidade pois esse é um elemento fundamental para a aquisição do perfil desejado, não se aplicando aqui o reforço positivo. Ensino Regular - Nas disciplinas da FORMAÇÃO GERAL E ESPECÍFICA a avaliação incide sobre as Aprendizagens e Competências (peso 70% a 90%), Participação, Metodologia de Trabalho e Domínio da Língua Portuguesa (peso 5% a 20%), e Valores e Atitudes (peso de 5% a 10%). - As aprendizagens e competências serão avaliadas por critérios específicos definidos pelo Departamento Curricular. Pág. 17

19 - A avaliação da participação, metodologia de trabalho e domínio da Língua Portuguesa deverá ter em conta: o aluno intervém com frequência e pertinência, levanta dúvidas e dá opiniões, tem facilidade de expressão oral, realiza os trabalhos de casa e traz o material necessário para a aula. - Os valores e atitudes serão avaliados tendo em conta os itens e critérios: revela interesse e empenho nas atividades propostas, é responsável no cumprimento das tarefas, tem espírito de cooperação e interajuda, respeita as normas de funcionamento das aulas, é pontual, é assíduo e respeita colegas e professores. - A participação, domínio da língua Portuguesa e metodologia de trabalho serão avaliados segundo os itens e critérios: o aluno apresenta relatórios sobre as atividades desenvolvidas, utiliza e domina os métodos das técnicas, intervém com frequência e pertinência, levanta dúvidas e dá opiniões, tem facilidade de expressão oral, realiza os trabalhos de casa e traz o material necessário para a aula. - Os valores e atitudes serão avaliados segundo os itens e critérios: revela interesse e empenho nas atividades propostas, é responsável no cumprimento das tarefas, tem espírito de cooperação e interajuda, respeita as normas de funcionamento das aulas, é pontual, é assíduo e respeita colegas e professores. Nas disciplinas de Língua Estrangeira haverá avaliação das competências no domínio da Língua Portuguesa. Na avaliação dos trabalhos de grupo intervém, obrigatoriamente, a observação realizada pelo professor, no decurso das atividades na sala de aula, o trabalho escrito, a autoavaliação, a heteroavaliação, em pequeno grupo ou grande grupo e a apresentação global do trabalho. NOTA IMPORTANTE Sendo uma das finalidades da avaliação apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso dos alunos, permitindo o reajustamento de projetos e seleção de metodologias e recursos, o Conselho Pedagógico considera que a avaliação da Participação, domínio da Língua Portuguesa e Metodologia de Trabalho, Valores e Atitudes no Ensino Secundário é considerada REFORÇO POSITIVO, não devendo Pág. 18

20 determinar uma avaliação global inferior à avaliação obtida pelos alunos nas Competências e Aprendizagens. Em casos pontuais de alunos em que o desempenho nos itens e parâmetros atrás referidos for bastante negativo, o Conselho de Turma tem autonomia para atribuir ao aluno uma classificação inferior à obtida nas Competências e Aprendizagens, devendo esta situação ser obrigatoriamente justificada na ata da reunião. A notação da classificação na Participação, domínio da Língua Portuguesa e Metodologia de Trabalho, e Valores e Atitudes, a entregar no final do período ao Diretor de Turma, deve obedecer às seguintes menções: Fraco (0 a 5 valores), Insuficiente (6 a 9 valores), Suficiente (10 a 14 valores), Bom (15 a 18 valores) e Excelente (19 a 20 valores). A classificação a utilizar nos testes, trabalhos individuais e de grupo, incluídos nas Competências e Aprendizagens, é quantitativa expressa numa escala de zero a vinte valores. CLASSIFICAÇÃO DE FINAL DE PERÍODO Na definição da Classificação final de cada período entram todas as valências anteriormente definidas e avaliadas da seguinte forma: 1º Período Aprendizagens e Competências, Participação, Metodologia de Trabalho e Domínio da Língua Portuguesa e Valores e Atitudes. 2º Período 30% da classificação do 1º período + 70 % da avaliação obtida através dos instrumentos do 2º período. 3º Período 30% da classificação do 1º período + 35% da avaliação obtida através dos instrumentos do 2º período + 35% da avaliação obtida através dos instrumentos do 3º período. Pág. 19

21 Na disciplina de Educação Física será utilizada a média aritmética em todos os períodos. DISCIPLINA/DEPARTAMENTO Critérios de Transição Anos Terminais de Ciclo 4º ano De acordo com a legislação em vigor nos anos terminais o aluno é aprovado desde que não se encontre numa das seguintes situações: a) Tiver obtido simultaneamente classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português e de Matemática; b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em Português ou em Matemática e simultaneamente menção não satisfatória nas outras disciplinas. 2 Para efeitos do número anterior não são consideradas as seguintes componentes do currículo: Apoio ao Estudo, Oferta Complementar e Educação Moral e Religiosa. 6º e 9º ano de escolaridade De acordo com a legislação em vigor nos anos terminais o aluno é aprovado deste que não se encontre numa das seguintes situações: - Nível inferior a três, simultaneamente, nas áreas curriculares disciplinares de Português e de Matemática; - Nível inferior a três em três áreas curriculares disciplinares. Salvaguarda-se a existência de Provas Finais de ciclo nos 6.º e 9ºanos, nas disciplinas de Português e Matemática, de acordo com o normativo que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular do ensino básico, bem como da avaliação das aprendizagens e do processo de desenvolvimento do currículo nacional. Cumprir-se-ão as condições de admissão e a ponderação da classificação obtida nas mesmas, de acordo com o normativo que estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação das aprendizagens e competências, assim como os seus efeitos. Pág. 20

22 Anos Não Terminais de Ciclo - 1º ano de Escolaridade No 1.º ano de escolaridade não há lugar a retenção, exceto se tiver sido ultrapassado o limite de faltas e, cumpridos os procedimentos previstos nos nº 2 e 3 do artigo 22.º da Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro, o professor titular da turma em articulação com o conselho de docentes decida pela retenção do aluno. 2º e 3º ano de escolaridade Progridem para o 3º e para o 4º ano de escolaridade os alunos que não obtenham simultaneamente menção negativa nas disciplinas de Português e de Matemática ou Menção negativa em Português ou em Matemática e simultaneamente menção não satisfatória nas outras disciplinas. 5º, 7º e 8º ano de escolaridade Progridem para o 6º, 8º e para o 9º ano de escolaridade os alunos que não obtenham mais de três níveis ou menções negativas, desde que neles não se encontrem cumulativamente as disciplinas de Português e Matemática, considerando nível negativo o inferior a três e menção negativa o Não Satisfaz. Para aplicação deste Critério não é considerada a disciplina de EMRC e CES. Critérios excecionais de transição para os anos não terminais Nos anos não terminais transita o aluno que, não cumprindo com os Critérios de Transição indicados nos anos não terminais de ciclo, demostra capacidade para desenvolver as competências essenciais definidas para o final do respetivo ciclo. Aprovado em reunião de conselho pedagógico do dia 04 de setembro de O presidente do conselho pedagógico Pág. 21

23 ANEXO LEGISLAÇÃO SOBRE AVALIAÇÃO 1- Ensino Básico: - Despacho normativo n.º 14/ Decreto-Lei nº 139/ Despacho Normativo n.º 24-A/ Retificação nº 1673/2004 de 7 de Setembro (retifica o despacho conjunto nº 453/2004 de 27 de Junho CEF) - Despacho n.º 12568/2010 (altera o despacho conjunto nº 453/2004) - Despacho n.º 9752-A/2012 (altera o despacho conjunto nº 453/2004) - Portaria nº e 292-A/2012 Cursos Vocacionais 2- Ensino Secundário: - Portaria n.º 243/ Cursos Científico-humanísticos - Portaria n.º 74-A/ Cursos Profissionais 3- Educação Especial: - Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de Janeiro - Lei nº 21/2008 de 12 de Maio Pág. 22

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