A DÍVIDA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A DÍVIDA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL"

Transcrição

1 A DÍVIDA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Porto Alegre, 27 de março de 2012.

2 CONDIÇÕES DE RENEGOCIAÇÃO DAS DÍVIDAS ESTADUAIS 1997/ Lei 9.496/97 Os entes federados renegociaram suas dívidas contratuais e mobiliárias, alongando seus prazos para 30 anos. Neste acordo faz parte o que ficou conhecido como operação Proes, destinado a reduzir a participação dos estados no sistema financeiro. Condições de financiamento: Os encargos financeiros: (i) atualização monetária pela variação do IGP-DI; (ii) juros reais de 6% ao ano. Ambos calculados sobre o saldo devedor existente. Programa de ajuste fiscal: Despesa com pessoal; Receitas próprias; Investimento; Alienação de ativos; e Controle da trajetória dívida financeira/rlr As regras não permitiam aos Estados refinanciar suas dívidas ou adotar novas políticas de gestão de dívidas. Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual CALAZANS, R., Nota sobre a Renegociação da dívida (Lei 9496/97).

3 CONDIÇÕES DE RENEGOCIAÇÃO DAS DÍVIDAS ESTADUAIS 1997/ Lei 9.496/97 Os entes federados renegociaram suas dívidas contratuais e mobiliárias, alongando seus prazos para 30 anos. Neste acordo faz parte o que ficou conhecido como operação Proes, destinado a reduzir a participação dos estados no sistema financeiro. Rio Grande do Sul No refinanciamento acordado pela Lei 9.496/97, a União assumiu um subsídio inicial na assinatura do contrato. Portanto, o valor refinanciado pelo Estado foi inferior à dívida que estava sendo renegociada. Títulos e contratos Subsídios Refinanciamento R$ 10,58 bi R$ 2,65 bi R$ 7,93 bi Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual CALAZANS, R., Nota sobre a Renegociação da dívida (Lei 9496/97).

4 O TAMANHO DA DÍVIDA DOS ESTADOS Em 2010, o total da dívida dos estados brasileiros com a União somou R$ 415,75 bilhões. 7 estados concentram 85% deste total. A dívida do Rio Grande do Sul junto à União, de R$ 38,33 bilhões, representa 9% do total da dívida dos estados, sendo a quarta maior na comparação com os demais. A participação da dívida do Rio Grande do Sul junto à União é maior do que sua participação no PIB brasileiro (6,7%). Dívida dos Estados com a União (2010 distribuição %) 9% 3% 41% 2,7% 15% 2,8% 11% Fonte: BCB.

5 COMO É A COMPOSIÇÃO DA DÍVIDA DO RIO GRANDE DO SUL? 94,4% Dívida da administração direta do Estado (2010) R$ 40,64 bilhões 5,6% Interna R$ 38,35 bilhões Externa R$ 2,28 bilhões As dívidas renegociadas no âmbito da Lei 9.496/97 (reestruturação de 1998) e do PROES representam mais de 91% da dívida total (R$ 37,04 bilhões). A dívida externa é composta de contratos de financiamento com organismos internacionais multilaterais, destacando-se o empréstimo com o Banco Mundial destinado à reestruturação da dívida estadual. Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual 2010.

6 COMO É A COMPOSIÇÃO DA DÍVIDA DO RIO GRANDE DO SUL? Um ponto crítico dessa negociação é a divisão da dívida entre Intralimite e Extralimite Dívida intralimite Serviço é limitado a 13% da RLR. Receita Líquida Real calculada pela soma de 12 meses de arrecadação defasados de três meses em relação ao do pagamento da prestação da dívida. Nos últimos 10 anos ela foi em média 82% da RCL da Administração Direta. O excedente entre o valor calculado das prestações e o efetivamente pago é denominado resíduos. Sobre os resíduos também são aplicados juros e correção monetária. Dívida extralimite É aquela cujos pagamentos equivalem às prestações calculadas, não ficando sujeitos a qualquer limite. Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual SANTOS, D., A questão da dívida pública do Estado.

7 COM O PASSAR DO TEMPO SURGIRAM PROBLEMAS NO CONTRATO......a dívida mais do que dobrou. Evolução da dívida da administração direta do Estado (R$ bilhões) +134% Porque a dívida aumentou tanto? 1. O indexador monetário 2. A elevada acumulação de resíduos 3. A taxa de juros real Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual SANTOS, D., A questão da dívida pública do Estado.

8 1. O INDEXADOR MONETÁRIO Fatores de expansão da dívida da administração direta (R$ bilhões) 2000 R$ 17,3 bi 2010 R$ 40,6 bi Usar outro indexador poderia amenizar o problema? IGP-DI x IPCA (nº índice base jan/98=100) Atualização Monetária + R$ 21,9 bilhões Capitalização Juros não Pagos + R$ 5,5bilhões Operações de Crédito +R$ 2,9 bilhões Amortização da dívida - R$ 7 bilhões O crescimento nominal do saldo deve-se, principalmente, à expansão observada no IGP-DI, que corrige monetariamente a maior parte da dívida do Estado (91,7%). Var % anual média ( ) 9,2% Var % anual média ( ) 6,5% Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual 2010.

9 1. O INDEXADOR MONETÁRIO Fatores de expansão da dívida da administração direta (R$ bilhões) 2000 R$ 17,3 bi 2010 R$ 40,6 bi Atualização Monetária + R$ 21,9 bilhões Capitalização Juros não Pagos + R$ 5,5bilhões Operações de Crédito +R$ 2,9 bilhões Amortização da dívida - R$ 7 bilhões Usar outro indexador poderia amenizar o problema? Qual seria o estoque da dívida em 2010 caso o indexador fosse o IPCA? -13,4 bi O crescimento nominal do saldo deve-se, principalmente, à expansão observada no IGP-DI, que corrige monetariamente a maior parte da dívida do Estado (91,7%). Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual 2010.

10 2. A ELEVADA ACUMULAÇÃO DE RESÍDUOS Pagamento da Dívida Pública da Administração Direta por Comprometimento da RLR (%) O pagamento da dívida intralimite fica restrito a 13%, o que gera acumulação de resíduos e resulta em um aumento da dívida total. R$ 2,15 bilhões de serviço da dívida em 2010 Resíduo como proporção do total do estoque da Dívida Lei 9.496/97 e PROES RS (%) Crescimento % anual médio (nominal ) Estoque da dívida 11,9% Resíduo 37,6% Fonte: Relatório Anual da Dívida Pública Estadual 2010.

11 3. A TAXA DE JUROS REAL Taxa de Juros Real Over/Selic (% ac em 12 meses deflacionado pelo IPCA) O principal problema em se fixar um rendimento real, é que a estrutura macroeconômica sofre alterações ao longo do tempo. Em 1998, juros de 6% eram considerados baixos perante aos praticados no mercado. Entretanto, dentro do cenário atual, nota-se que estes são demasiadamente elevados. Fonte: BCB. IBGE.

12 PROPOSTAS PARA A RENEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA A atualização monetária pelo IGP-DI é o principal fator explicativo para o crescimento nominal do estoque da dívida da Lei 9.496/97. Tomando como base o valor da dívida em 2010, há três cenários que resume a discussão atual sobre a renegociação da dívida... Projeções - saldo devedor R$ Bilhões Regra atual : IGP-DI + 6% 1º cenário: IPCA + 6% 2º cenário: IGP-DI + 5,5% 3º cenário: IPCA x 5,5% Diferença da Regra atual para o 3º Cenário 38,5 76,7 38,4 54,3 38,3 53,2 38,2 34,9 0,3 41,7 Fonte: CALAZANS, R., Nota sobre a Renegociação da dívida (Lei 9496/97).

13 PROPOSTAS PARA A RENEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA Até março de 2028, permanece o limitador de 13% da RLR, o que incorrerá na geração de resíduos Os resíduos serão financiados em 10 anos após essa data. Percentual do serviço da dívida/rlr (após abril de 2028) Fonte: CALAZANS, R., Nota sobre a Renegociação da dívida (Lei 9496/97).

14 O CASO DO BANRISUL : PROES Aporte de R$ 1,4 bi R$ 700 milhões foram aportados em títulos emitidos pelo BC e Governo Federal R$ 700 milhões foram assumidos pelo Estado e posteriormente convertidos em participação no capital social. 2002: E.C. 31 Ementa Constitucional Nº 31 para vender o banco é necessário convocar um plebiscito. 2007: IPO Aporte de R$ 2 bi SPO: R$ 1,2 bilhões para o Estado IPO: R$ 800 milhões para o Banco Capital total do Banrisul (%) O Estado do Rio Grande do Sul permanece com 99,6% do capital votante. Fonte: Prospecto Definitivo de Distribuição Pública Primária e Secundária de Ações Preferenciais Classe B de Emissão UNIDADE do Banrisul DE ESTUDOS ECONÔMICOS

15 A despeito do comprometimento da receita com o pagamento da dívida, o Estado enfrenta desafios para equilibrar o orçamento Rigidez orçamentária Caso se cumprisse todas as Vinculações Constitucionais haveria um déficit orçamentário de R$ 2,7 bilhões. Elevado gasto com pessoal e encargos Elevado déficit na previdência Baixa capacidade de investimento Fonte: SEFAZ/RS.

16 A ARRECADAÇÃO CRESCE... Receita Corrente Líquida (RCL) (em R$ bilhões nominais) +11,35% a.a. Em consonância com o crescimento PIB nominal médio : 11,41% RCL: Receitas tributárias deduzidas as transferências constitucionais O ICMS é a principal fonte de arrecadação do governo do Rio Grande do Sul, participando com 88,2% da RCL (valor que apresentou pouca variabilidade ao longo da última década). Fonte: SEFAZ/RS.

17 ... MAS O COMPROMETIMENTO COM PESSOAL É ALTO... Gastos com Pessoal / RCL (em %) Essa diminuição deve-se ao crescimento mais acentuado da receita a partir de Crescimento dos Gastos com Pessoal (crescimento %) 46,2% são ativos 53,8% são inativos Fonte: SEFAZ/RS e IBGE. Ministério Público Poder Judiciário Administração Indireta Poder Legislativo Poder Executivo 259,6% 210,8% 193,0% 170,5% Média 169,70% 155,3% No período, o INPC aumentou 120,2%.

18 ...E A PREVIDÊNCIA ARCA COM SUCESSIVOS DÉFICITS Receita e despesa previdenciária (valores empenhados em R$ bilhões) Receita e despesa previdenciária (valores empenhados 2010) R$ bilhões Total dos Gastos Previdenciários 6,5 Gastos com Aposentadorias 5,0 Gastos com Pensões 1,5 Total da Receita Previdenciária 2,1 Contribuição dos Servidores 0,6 Contribuição Patronal 1,3 Déficit Previdenciário -4,4 O sistema de repartição simples é o que perdura atualmente no Estado. Os recursos recolhidos dos contribuintes atuais são destinados a cobrir os gastos com os aposentados de hoje, configurando-se num pacto social entre gerações. Fonte: SEFAZ/RS.

19 ... E O RS INVESTE POUCO Investimento Empenhado/RCL RS (%) A escassez de recursos se reflete num menor planejamento de investimentos... Investimento Liquidado/Empenhado (%)...e quase sempre, para ajustar o orçamento, o Estado acaba realizando menos investimentos do que o inicialmente planejado. Fonte: SEFAZ/RS.

20 A DÍVIDA CONTINUA CRESCENDO... Resultado Primário (em R$ milhões) Os superávits no Resultado Primário foram, em sua maioria, insuficientes para cobrir os serviços da dívida (incluindo juros e amortizações), o que serviu para aumentar o estoque da dívida. Fonte: STN Balanço dos Estados.

21 A DÍVIDA CONTINUA CRESCENDO... Resultado Primário (em R$ milhões) Resultado Nominal (em R$ milhões) Fonte: STN Balanço dos Estados. Indicadores Orçamentários e Financeiros do Rio Grande do Sul (posição em relação aos demais Estados do BR 2010) %RCL Posição Inativos e Pensionistas 32 1º Serviço da Dívida 14,5 1º Passivo Financeiro 42,5 1º Investimentos 9 25º

22 Economista-Chefe André Francisco Nunes de Nunes Núcleo de Análise de Conjuntura Economistas Oscar André Frank Jr. Thais Waideman Niquito Estagiários Daiane Zanon Geonavi Paranhos Núcleo Estatístico Estatístico Responsável: Ricardo Nogueira Assistente Administrativa: Gabriely Rodrigues Estagiários Carolina Mota Juliana Ouriques Guilherme Oliveira Av. Assis Brasil, 8787 Fone: (051) Fax: (051) Porto Alegre- RS

Alternativas para a renegociação do Acordo da Dívida do RS

Alternativas para a renegociação do Acordo da Dívida do RS Alternativas para a renegociação do Acordo da Dívida do RS Darcy Francisco Carvalho dos Santos(*) Roberto Calazans(*) O objetivo deste trabalho é apresentar novas propostas para renegociação do Acordo

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Introdução Este relatório apresenta os principais resultados da gestão orçamentária

Leia mais

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

ANEXO DE RISCOS FISCAIS TABELA 1 - DEMONSTRATIVO DE RISCOS FISCAIS E PROVIDÊNCIAS 2013 ARF (LRF, art. 4º, 3º) PASSIVOS CONTINGENTES PROVIDÊNCIAS Descrição Valor Descrição Valor Abertura de créditos adicionais

Leia mais

Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos

Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos Planejamento Urbano O orçamento importa! O Planejamento está subordinado ao orçamento? Restrições orçamentárias ou

Leia mais

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia Disciplina: Economia ECN001 Macroeconomia Orçamento do Setor Público É a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas por um Governo em um determinado exercício (geralmente um ano).

Leia mais

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS V - AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO PARÁ RPPS A Emenda Constitucional nº 20, de 15

Leia mais

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42 DCA-Anexo I-AB Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Padrao Balanço Patrimonial Ativo - Ativo - 1.0.0.0.0.00.00 - Ativo 96.744.139,42 1.1.0.0.0.00.00 - Ativo Circulante 24.681.244,01 1.1.1.0.0.00.00 -

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade Metas Fiscais e Riscos Fiscais Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade 2012 Curso Multiplicadores 2012 Programa do Módulo 2 Metas Fiscais e Riscos Fiscais CH: 04 h Conteúdo: 1.

Leia mais

X Encontro Nacional de Economia da Saúde: Panorama Econômico e Saúde no Brasil. Porto Alegre, 27 de outubro de 2011.

X Encontro Nacional de Economia da Saúde: Panorama Econômico e Saúde no Brasil. Porto Alegre, 27 de outubro de 2011. X Encontro Nacional de Economia da Saúde: Panorama Econômico e Saúde no Brasil Porto Alegre, 27 de outubro de 2011. Brasil esteve entre os países que mais avançaram na crise Variação do PIB, em % média

Leia mais

DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ALEGRE. Porto Alegre, novembro de 2010

DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ALEGRE. Porto Alegre, novembro de 2010 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE Porto Alegre, novembro de 2010 REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL Os servidores públicos ocupantes de cargo

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2016

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2016 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2016 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

DIAGNÓSTICO SOBRE O CRESCIMENTO DA DÍVIDA INTERNA A PARTIR DE 1/1/95

DIAGNÓSTICO SOBRE O CRESCIMENTO DA DÍVIDA INTERNA A PARTIR DE 1/1/95 DIAGNÓSTICO SOBRE O CRESCIMENTO DA DÍVIDA INTERNA A PARTIR DE 1/1/95 JOÃO RICARDO SANTOS TORRES DA MOTTA Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento Econômico,

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DE ESTUDOS AVANÇADOS CONSEA

CONSELHO SUPERIOR DE ESTUDOS AVANÇADOS CONSEA FEDERAÇÃO DAS INDUSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO CONSELHO SUPERIOR DE ESTUDOS AVANÇADOS CONSEA Presidente: Ruy Martins Altenfelder Silva Vice-Presidente: Ivette Senise Ferreira FEDERAÇÃO DAS INDUSTRIAS

Leia mais

Congresso Nacional Setembro/2013. Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Câmara dos Deputados

Congresso Nacional Setembro/2013. Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Câmara dos Deputados Congresso Nacional Setembro/2013 Informativo Conjunto PLOA 2014 Principais elementos característicos do Projeto de Lei Orçamentária para 2014 PL nº 09/2013-CN, encaminhado por intermédio da Mensagem nº

Leia mais

Exposição no Senado Federal sobre a Dívida Paulistana Audiência Pública.

Exposição no Senado Federal sobre a Dívida Paulistana Audiência Pública. Exposição no Senado Federal sobre a Dívida Paulistana Audiência Pública. 11/11/2013 Carmen Bressane As dívidas do Município de São Paulo, são representadas por 9 contratos diversos, junto ao BNDES, à Receita

Leia mais

A CONTRA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Denise Lobato Gentil Instituto de Economia/Universidade Federal do Rio de Janeiro

A CONTRA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Denise Lobato Gentil Instituto de Economia/Universidade Federal do Rio de Janeiro A CONTRA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA Denise Lobato Gentil Instituto de Economia/Universidade Federal do Rio de Janeiro Resultado do ajuste fiscal: Dados acumulados de janeiro a agosto/2015 revelam deterioração

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

brasileiros após a renegociação das (Versão 2)

brasileiros após a renegociação das (Versão 2) Situação financeira dos estados brasileiros após a renegociação das dívidas de que trata a Lei n 9.496/97 (Versão 2) Darcy Francisco Carvalho dos Santos Auditor de finanças públicas, contador e economista

Leia mais

Tabela de Fatos - DCA 2014

Tabela de Fatos - DCA 2014 Tabela de Fatos - DCA 2014 Element siconfi-cor:p1.0.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.1.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.2.00.00

Leia mais

As mensagens de erro são representadas por um código seguido da descrição do erro encontrado. Abaixo segue a estrutura do código de erro:

As mensagens de erro são representadas por um código seguido da descrição do erro encontrado. Abaixo segue a estrutura do código de erro: Anexo I - Regras de Validação - RREO O presente anexo possui o objetivo de apresentar a estrutura das mensagens de erros emitidas quando o sistema encontra alguma inconsistência na validação das fórmulas

Leia mais

Darcy Francisco Carvalho dos Santos (Contador e Economista)

Darcy Francisco Carvalho dos Santos (Contador e Economista) Julho de 2011 A questão da dívida pública do Estado do RS Darcy Francisco Carvalho dos Santos (Contador e Economista) Estudos e Trabalhos sobre Finanças Públicas Estaduais www.darcyfrancisco.com.br A questão

Leia mais

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000)

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) PLANO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE LONDRINA

Leia mais

Situação previdenciária do Estado do RS. Darcy Francisco Carvalho dos Santos Economista e contador Março/2011

Situação previdenciária do Estado do RS. Darcy Francisco Carvalho dos Santos Economista e contador Março/2011 Situação previdenciária do Estado do RS Darcy Francisco Carvalho dos Santos Economista e contador Março/2011 Despesa previdenciária dos principais estados Em % da RCL, 2009 Evolução do déficit previdenciário,

Leia mais

ARRECADAÇÃO DA PREFEITURA DE BH

ARRECADAÇÃO DA PREFEITURA DE BH ARRECADAÇÃO DA PREFEITURA DE BH EXERCÍCIO RECEITA CORRENTE LÍQUIDA 2002 R$ 1.808.865.542,69 2003 R$ 2.000.104.842,61 2004 R$ 2.328.712.335,02 2005 R$ 2.618.493.893,82 2006 R$ 2.895.191.920,13 2007 R$ 3.246.548.661,92

Leia mais

DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL RELATÓRIO ANUAL 2014. 6ª edição

DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL RELATÓRIO ANUAL 2014. 6ª edição DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL RELATÓRIO ANUAL 2014 6ª edição Porto Alegre 2015 SECRETÁRIO DA FAZENDA Giovani Batista Feltes SECRETÁRIO DA FAZENDA ADJUNTO Luiz Antônio Bins SUBSECRETÁRIO DO TESOURO DO ESTADO

Leia mais

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO O resultado primário, que exclui das receitas totais os ganhos de aplicações financeiras e, dos gastos totais,

Leia mais

BALANÇO ECONÔMICO 2013 & PERSPECTIVAS 2014

BALANÇO ECONÔMICO 2013 & PERSPECTIVAS 2014 BALANÇO ECONÔMICO 2013 & PERSPECTIVAS 2014 Porto Alegre, 4 de fevereiro de 2014 a CENÁRIO INTERNACIONAL CRESCIMENTO ANUAL DO PIB VAR. % ESTADOS UNIDOS: Focos de incerteza Política fiscal restritiva Retirada

Leia mais

DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL RELATÓRIO ANUAL 2010

DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL RELATÓRIO ANUAL 2010 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA FAZENDA TESOURO ESTADUAL DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL RELATÓRIO ANUAL 2010 Número 2 Porto Alegre 2011 SECRETÁRIO DA FAZENDA Odir Alberto Pinheiro Tonollier SECRETÁRIO

Leia mais

Assunto: Dívida Pública do Estado do Rio Grande do Sul com a União. Senhor Coordenador:

Assunto: Dívida Pública do Estado do Rio Grande do Sul com a União. Senhor Coordenador: 12 SUPERVISÃO DE AUDITORIA E INSTRUÇÃO DE CONTAS ESTADUAIS - SAICE SERVIÇO DE AUDITORIA, INSTRUÇÃO DO PARECER PRÉVIO E ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO FISCAL - SAIPAG Informação nº 09/2012 SAIPAG Processo nº

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

O RPPS: Uma Perspectiva Internacional. Heinz P. Rudolph Economista Financeiro Líder Banco Mundial Brasilia, 14 de Outubro de 2014

O RPPS: Uma Perspectiva Internacional. Heinz P. Rudolph Economista Financeiro Líder Banco Mundial Brasilia, 14 de Outubro de 2014 O RPPS: Uma Perspectiva Internacional Heinz P. Rudolph Economista Financeiro Líder Banco Mundial Brasilia, 14 de Outubro de 2014 Fonte: Banco Mundial O Brasil é um país jovem... (ainda) com o gasto previdenciário

Leia mais

VI - Sistemas Previdenciários

VI - Sistemas Previdenciários VI - Sistemas Previdenciários Regime Geral de Previdência Social Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais Projeto de Lei Orçamentária Mensagem Presidencial Cabe ao Governo Federal a responsabilidade

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS 1 - O que vem a ser regime próprio de previdência social (RPPS)? R: É o sistema de previdência, estabelecido no âmbito de cada ente federativo, que assegure, por lei, ao

Leia mais

Classificação por Categoria Econômica

Classificação por Categoria Econômica Classificação por Categoria Econômica 1. Classificação A classificação por categoria econômica é importante para o conhecimento do impacto das ações de governo na conjuntura econômica do país. Ela possibilita

Leia mais

Anexo 12 - Balanço Orçamentário

Anexo 12 - Balanço Orçamentário Anexo 12 - Balanço Orçamentário BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIO: PERÍODO (MÊS) : DATA DE EMISSÃO: PÁGINA: PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS SALDO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS INICIAL ATUALIZADA REALIZADAS (a) (b) c

Leia mais

Observações sobre o Reequilíbrio Fiscal no Brasil

Observações sobre o Reequilíbrio Fiscal no Brasil Observações sobre o Reequilíbrio Fiscal no Brasil Nelson Barbosa Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 1º de junho de 2015 Cenário Macroeconômico e Reequilíbrio Fiscal O governo está elevando

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE FOMENTO À HABITAÇÃO

SECRETARIA MUNICIPAL DE FOMENTO À HABITAÇÃO SEMANÁRIO OFICIAL João Pessoa, 27 de julho de 212 * n 1332 ESPECIAL * Pág. 11/66 SECRETARIA MUNICIPAL DE FOMENTO À HABITAÇÃO Pág. 12/66 * n 1332 ESPECIAL * João Pessoa, 27 de julho de 212 SEMANÁRIO OFICIAL

Leia mais

do estado do Rio Grande do Sul lidera o ranking estadual com 221%, seguido por Minas Gerais na vice-liderança, com 179%.

do estado do Rio Grande do Sul lidera o ranking estadual com 221%, seguido por Minas Gerais na vice-liderança, com 179%. IBEF apoia reequilíbrio das dívidas dos estados e municípios com a União Pernambuco está em situação confortável se comparado a outros estados. Confira os números O Instituto Brasileiro de Executivos de

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

Resultado do Tesouro Nacional. Brasília 29 de Março, 2012

Resultado do Tesouro Nacional. Brasília 29 de Março, 2012 Resultado do Tesouro Nacional Fevereiro de 2012 Brasília 29 de Março, 2012 Resultado Fiscal do Governo Central Receitas, Despesas e Resultado do Governo Central Brasil 2011/2012 R$ Bilhões 86,8 59,6 65,9

Leia mais

Diagnóstico Qualitativo e Propostas para o Regime Previdenciário dos Servidores Públicos por Gilberto Guerzoni Filho

Diagnóstico Qualitativo e Propostas para o Regime Previdenciário dos Servidores Públicos por Gilberto Guerzoni Filho Diagnóstico Qualitativo e Propostas para o Regime Previdenciário dos Servidores Públicos por Gilberto Guerzoni Filho 1. REGIME PREVIDENCIÁRIO OU ADMINISTRATIVO O principal problema do regime previdenciário

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 CONTEÚDO Parecer dos auditores independentes Quadro

Leia mais

ANEXO I METAS FISCAIS LDO 2015

ANEXO I METAS FISCAIS LDO 2015 ANEXO I METAS FISCAIS LDO 2015 LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO I METAS FISCAIS ANEXO I.1 DEMONSTRATIVO DE METAS FISCAIS E MEMÓRIA DE CÁLCULO ( 1º, art.4º da Lei Complementar Federal nº 101,

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Comentários sobre a Avaliação da Situação Financeira do FAT, anexa ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016 Elisangela Moreira da Silva

Leia mais

Lei de Responsabilidade Fiscal

Lei de Responsabilidade Fiscal AOF Lei de Responsabilidade Fiscal PLANEJAMENTO Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas RECEITA PÚBLICA Previsão e da Arrecadação Renúncia

Leia mais

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS SIOPS Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva / Ministério da Saúde

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

Carta Aberta aos Senadores

Carta Aberta aos Senadores Brasília, 3 de setembro de 2013. Carta Aberta aos Senadores Assunto: Dívida dos Estados e Municípios Crítica ao PLP nº 238/2013 A AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA é uma associação sem fins lucrativos, composta

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA 1. CONTEXTO ORGANIZACIONAL O Tribunal de Contas é um órgão com autonomia orçamentária e financeira de auxílio ao

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JACOBINA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE JACOBINA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO ABRIL 2015/ BIMESTRE MARÇOABRIL RREO ANEXO I (LRF, Art. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e 1º) R$ 1,00 RECEITAS PREVISÃO

Leia mais

Análise Contábil do Relatório de

Análise Contábil do Relatório de Análise Contábil do Relatório de Controle Interno Gerência de Contabilidade Centralizada Diretoria de Contabilidade Geral Flávio van GEORGE Rocha Sir. Flávio van GEORGE Rocha Composição do Relatório: 1.

Leia mais

Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF

Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF 3º Quadrimestre/2008 Centro Administrativo do Governo Rodovia SC 401 - km. 5, nº 4600 Saco Grande II - Florianópolis - SC

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA CAPITULO III CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO DIRETA 31 3 CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTÁRIA - ADMINISTRAÇÃO DIRETA 3.1 DOS BALANÇOS 3.1.1 - Resultado Financeiro do Exercício Considerando que a receita arrecadada

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS APLICAÇÕES DOS RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS TRIMESTRE: ABRIL - JUNHO DE 2008

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS APLICAÇÕES DOS RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS TRIMESTRE: ABRIL - JUNHO DE 2008 INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SANTA MARIA IPASSP SM DIRETORIA EXECUTIVA RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS APLICAÇÕES DOS RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

Instituto de Previdência e Assistência a Saúde dos Servidores Públicos Municipais

Instituto de Previdência e Assistência a Saúde dos Servidores Públicos Municipais IPASSPSM Instituto de Previdência e Assistência a Saúde dos Servidores Públicos Municipais IPASSPSM SANTA MARIA/RS AVALIAÇÃO ATUARIAL Ano Base: 2013 Data Base:31/12/2012 Índice 1. Introdução... 02 2. Origem

Leia mais

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos.

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Vamos ao nosso assunto de hoje! Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO: A LDO é

Leia mais

[Anexo I-AB] Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo. 1.1.1.1.2.00.00 - Caixa e Equivalentes de Caixa em Moeda Nacional - Intra OFSS

[Anexo I-AB] Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo. 1.1.1.1.2.00.00 - Caixa e Equivalentes de Caixa em Moeda Nacional - Intra OFSS [Anexo I-AB] Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Qname siconfi-dca-anexo1abhi : BalancoPatrimonialAbstract siconfi-dca-anexo1abhi : AtivoAbstract siconfi-dca-anexo1abhi : AtivoLineItems siconfi-cor :

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1980 R E S O L V E U:

RESOLUÇÃO Nº 1980 R E S O L V E U: RESOLUÇÃO Nº 1980 Aprova regulamento que disciplina direcionamento dos recursos captados pelas entidades integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstismo (SBPE) e as operações de financiamento

Leia mais

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil?

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil? Perguntas Frequentes 1. O que é a Funpresp Exe? É a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo, criada pelo Decreto nº 7.808/2012, com a finalidade de administrar

Leia mais

Renato Silva de Assis Supervisor Técnico da Paraíba

Renato Silva de Assis Supervisor Técnico da Paraíba Renato Silva de Assis Supervisor Técnico da Paraíba Análise do Projeto de Lei que dispõe sobre os planos de custeio e de benefícios do regime próprio de previdência social do Estado da Paraíba No dia 20

Leia mais

Diretoria de Política Econômica Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais. Indicadores Fiscais

Diretoria de Política Econômica Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais. Indicadores Fiscais Diretoria de Política Econômica Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais Indicadores Fiscais com informações até março de 2015 S é r i e Perguntas Mais Frequentes Indicadores

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento 1 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL GUIA PRÁTICO PARA O CIDADÃO O que é a LRF? A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ou Lei Complementar nº 101, é o principal instrumento regulador das contas públicas no

Leia mais

Assessoria e Consultoria Atuarial. Luiz Claudio Kogut Atuário Miba 1.308 (41)3322-2110 kogut@actuarial.com.br 28 de Março de 2015

Assessoria e Consultoria Atuarial. Luiz Claudio Kogut Atuário Miba 1.308 (41)3322-2110 kogut@actuarial.com.br 28 de Março de 2015 Assessoria e Consultoria Atuarial Luiz Claudio Kogut Atuário Miba 1.308 (41)3322-2110 kogut@actuarial.com.br 28 de Março de 2015 Apresentação Luiz Claudio Kogut Bacharel em Ciências Atuariais MIBA 1.308

Leia mais

GESTÃO PÚBLICA. Para atingirmos tais objetivos é essencial que os gestores enfrentem o desequilíbrio

GESTÃO PÚBLICA. Para atingirmos tais objetivos é essencial que os gestores enfrentem o desequilíbrio GESTÃO PÚBLICA É conhecido que o Estado apresenta grandes dificuldades em suas contas públicas. No entanto, independentemente das causas que nos levaram a essa conjuntura, para modificar o ambiente crônico

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS DE EDUCAÇÃO

INDICADORES FINANCEIROS DE EDUCAÇÃO INDICADORES FINANCEIROS DE EDUCAÇÃO Série Histórica de 2000 a 2013 Willians Kaizer Diretoria de Estatísticas Educacionais Coordenação-Geral de Controle de Qualidade e Tratamento da Informação Brasília-DF

Leia mais

Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2016 e Programação Orçamentária 2015. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2016 e Programação Orçamentária 2015. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2016 e Programação Orçamentária 2015 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 2015 1 Cenário Macroeconômico Revisto 2015 2016 2017 2018 PIB (crescimento

Leia mais

Regimes Próprios de Previdência Social dos Estados e Municípios: Profundidade da crise fiscal e instrumentos para enfrentá-la

Regimes Próprios de Previdência Social dos Estados e Municípios: Profundidade da crise fiscal e instrumentos para enfrentá-la Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Regimes Próprios de Previdência Social dos Estados e Municípios: Profundidade da crise fiscal e instrumentos para enfrentá-la RPPS no Brasil União, incluidos

Leia mais

CORRUPTO NÃO FAZ GREVE

CORRUPTO NÃO FAZ GREVE CORRUPTO NÃO FAZ GREVE Maria Lucia Fattorelli Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida www.divida-auditoriacidada.org.br 27/2/2012 Será que os professores do setor público federal, estaduais e municipais

Leia mais

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 Balanço Financeiro Período: 01/01/2012 a 31/12/2012 INGRESSOS DISPÊNDIOS ESPECIFICAÇÃO Exercício Anterior

Leia mais

Macro, Micro Economia e Previdência Previdência: o desafio da longevidade. Marco Antônio Barros

Macro, Micro Economia e Previdência Previdência: o desafio da longevidade. Marco Antônio Barros Macro, Micro Economia e Previdência Previdência: o desafio da longevidade Marco Antônio Barros Previdência Social - histórico Fim do imposto inflacionário Envelhecimento da população: aumento da longevidade

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

COMPOSIÇÃO DO ATIVO REAL DO FUNDO - FEVEREIRO DE 2009

COMPOSIÇÃO DO ATIVO REAL DO FUNDO - FEVEREIRO DE 2009 I COMPOSIÇÃO DO ATIVO O Ativo Real corresponde ao somatório dos valores do Ativo Financeiro mais o Ativo Não-Financeiro, evidenciando as alterações patrimoniais ocorridas durante o exercício. COMPOSIÇÃO

Leia mais

As demonstrações contábeis foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

As demonstrações contábeis foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO CENTRO-OESTE (FCO) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2005 E 31 DE DEZEMBRO DE 2004 (Em milhares de Reais)

Leia mais

SEGURIDADE E PREVIDÊNCIA NO BRASIL

SEGURIDADE E PREVIDÊNCIA NO BRASIL SEGURIDADE E PREVIDÊNCIA NO BRASIL Subseção DIEESE/CUT-Nacional São Paulo, 02 de agosto de 2014 Sindicato dos Trabalhadores(as) na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo - SINDSEP

Leia mais

Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos

Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos RELATORIO GESTÃO FINANCEIRA 03/2015 O Comitê

Leia mais

Análise Econômico-Financeira das finanças públicas do Estado do Ceará no Quarto Bimestre de 2015

Análise Econômico-Financeira das finanças públicas do Estado do Ceará no Quarto Bimestre de 2015 Análise Econômico-Financeira das finanças públicas do Estado do Ceará no Quarto Bimestre de 2015 Carlos Eduardo dos Santos Marino Francisco Arley da Silva Santos Francisco Lúcio Mendes Maia Germana Parente

Leia mais

Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira.

Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos RELATORIO GESTÃO FINANCEIRA 06/2015 O Comitê

Leia mais

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros Matemática Financeira Aula 03 Taxa Real de Juros Inflação É o fenômeno conhecido como o aumento persistente dos preços de bens e serviços Fatores: Escassez de produtos, déficit orçamentário, emissão descontrolada

Leia mais

Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira.

Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos RELATORIO GESTÃO FINANCEIRA 07/2015 O Comitê

Leia mais

Endividamento, ajustamento e responsabilidade fiscal: a experiência brasileira e considerações sobre a crise européia

Endividamento, ajustamento e responsabilidade fiscal: a experiência brasileira e considerações sobre a crise européia Endividamento, ajustamento e responsabilidade fiscal: a experiência brasileira e considerações sobre a crise européia Lisboa, 15 de Abril de 2013 Murilo Portugal Presidente da FEBRABAN Visão Geral - Brasil

Leia mais

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES - CV

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES - CV SUMÁRIO 1. DEFINIÇÕES... 2 2. FINALIDADE... 3 3. DESTINATÁRIOS... 3 4. DOCUMENTAÇÃO... 4 5. VALOR MÁXIMO... 4 6. PRAZOS... 4 7. ENCARGOS E ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA... 5 8. GARANTIAS... 5 9. CONDIÇÕES GERAIS...

Leia mais

Demonstração da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas Adendo II a Portaria SOF nº 08, de 04/02/1985 Anexo I, da Lei nº 4.

Demonstração da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas Adendo II a Portaria SOF nº 08, de 04/02/1985 Anexo I, da Lei nº 4. PREVIDENCIA SOCIAL DO MUN. DE CAMPINA GRANDE DO SUL ESTADO DO PARANÁ Demonstração da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas Adendo II a Portaria SOF nº 08, de 04/02/1985 Anexo I, da Lei nº

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira.

Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos RELATORIO GESTÃO FINANCEIRA 04/2015 O Comitê

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SETOR PÚBLICO Englobam todos os fatos contábeis e atos que interessam

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

Tributação Imobiliária no Brasil Revendo Desafios

Tributação Imobiliária no Brasil Revendo Desafios SEMINÁRIO INTERNACIONAL TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA INICIATIVAS PARA O FORTALECIMENTO DA AÇÃO FISCAL DOS MUNICÍPIOS EM TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Escola de Administração Fazendária _ ESAF Lincoln Institute of Land

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro Fonte: Assaf Neto (2009), Matemática Financeira e Suas Aplicações, Cap. 5 Empréstimos para Capital de Giro As modalidades

Leia mais

Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos

Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos Fundo de Aposentadoria e Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Barra do Rio Azul-RS. Gestão Econômica e Financeira. Comitê de Investimentos RELATORIO GESTÃO FINANCEIRA 01/2015 O Comitê

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Esclarecimentos quanto aos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social INSS, como também quanto ao montante das receitas previdenciárias. Núcleo Trabalho, Previdência e Assistência Social

Leia mais