Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

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1 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos considerados mais relevantes da execução orçamentária e financeira da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro no exercício de Ao longo deste documento procuramos oferecer elementos para melhor compreensão dos quadros e tabelas da Lei de Responsabilidade Fiscal LRF, publicados no Diário Oficial do Município através das Resoluções CGM nº s e 1.077, de 30 de janeiro de 2013 e 1.082, de 28 de fevereiro de 2013, e colocados à disposição do público por intermédio da internet (http://www.rio.rj.gov.br/cgm). 1.1 Execução Orçamentária A execução orçamentária apresentada pela Tabela I foi apurada considerando os ingressos de natureza orçamentária e as despesas empenhadas pela Prefeitura, incluindo Administração Direta, Fundações, Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista durante o exercício financeiro de Com o objetivo de permitir a comparabilidade, evidenciamos também a execução do ano de Tabela I - Execução Orçamentária e 2012 Receitas Previsão Execução (B/A) Previsão Execução Em R$ mil (B/A) Receitas Correntes ,04% ,17% Receitas de Capital ,69% ,13% Soma ,46% ,03% Déficit de Previsão Déficit de Execução Total ,09% ,02% Despesas Fixação Execução (B/A) Fixação Execução (B/A) Despesas Correntes ,98% ,34% Despesas de Capital ,30% ,99% Reserva de Contingência Soma ,09% ,02% Total ,09% ,02% A execução orçamentária referente a 2012 evidencia um déficit da execução orçamentária da ordem de R$ mil, enquanto que no exercício anterior foi apurado um déficit da ordem de R$ mil. A Prefeitura apresentou ainda em 2012 um déficit de previsão no valor de R$ mil. Este valor equivale a 10,51 % da previsão inicial. 1

2 Cabe destacar que em 2012 foram utilizados R$ mil provenientes de saldos financeiros de exercícios anteriores para a abertura de créditos adicionais. O resultado orçamentário é detalhado a seguir pelos índices de execução da receita e da despesa Índices de Execução da Receita A Tabela II demonstra a execução orçamentária da Receita nos exercícios de 2011 e Tabela II - Execução Orçamentária da Receita e 2012 Em R$ mil Receitas Previsão Execução (B/A) Previsão Execução (B/A) Receitas Correntes ,04% ,17% Receitas de Capital ,69% ,13% Total ,46% ,03% A arrecadação do ano de 2012 alcançou 96,03 % da receita inicialmente prevista para o ano. Comparando os resultados de 2011 e 2012, verifica-se um acréscimo de 1,57 pontos percentuais referentes ao índice de execução da receita. A Tabela III mostra a participação no total arrecadado dos principais itens de receita. Tabela III - Composição das Receitas Arrecadadas e 2012 Receitas R$ Mil % R$ Mil % I - Receitas Correntes Tributárias ,41% ,21% Contribuições ,12% ,19% Patrimoniais ,07% ,81% Industriais ,04% ,03% Serviços ,88% ,61% Transferências Correntes ,66% ,86% Outras Correntes ,00% ,60% Total de Receitas Correntes ,17% ,31% II - Receitas de Capital Operações de Crédito ,16% ,32% Alienações de Bens ,43% ,97% Amortizações de Empréstimos ,57% ,51% Transferências de Capital ,66% ,90% Outras de Capital 25 0,00% - - Total de Receita de Capital ,83% ,69% III - Receita Total ,00% ,00% 2

3 A maior parte das receitas do Município é oriunda de tributos (impostos e taxas) e transferências correntes (cota-parte do ICMS, IPVA, FUNDEB, FPM, etc.), que juntas representam 68,07% do total arrecadado em 2012, sendo 38,21% de receitas tributárias e 29,86% de transferências correntes. Ao analisarmos o desempenho da arrecadação, observamos um incremento nominal na receita total da Prefeitura da ordem de 10,49% em relação ao exercício anterior, conforme demonstrado na Tabela IV. Tabela IV - Receita Arrecadada por Categoria Econômica a 2012 Receitas Variação 2011/2012 R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil % I - Receitas Correntes Tributárias ,86% Contribuições ,15% Patrimoniais ( ) -12,40% Industriais (473) -7,04% Serviços (19.279) -5,74% Transferências Correntes ,13% Outras Correntes ,91% Total de Receitas Correntes ,05% II - Receitas de Capital Operações de Crédito ( ) -58,38% Alienações de Bens ,68% Amortizações de Empréstimos (2.005) -1,97% Transferências de Capital ,94% Outras de Capital (25) -100,00% Total de Receita de Capital ( ) -19,68% III - Receita Total ,49% Este incremento foi resultado do aumento de 13,05% das receitas correntes, e diminuição de 19,68% das receitas de capital. É importante ressaltar que algumas rubricas de receita sofreram variação considerável, se compararmos, em valores absolutos, as arrecadações ocorridas em 2011 e 2012, conforme mostra a Tabela V. 3

4 Tabela V - Composição das Principais Receitas Arrecadadas a 2012 Receitas Variação 2011/2012 R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil % Impostos ,97% Transf. Correntes Intergovernamentais ,11% Contribuições Sociais ,41% Operações de Crédito ( ) -58,38% Valores Mobiliários ( ) -24,84% Multas e Juros de Mora ,69% Serviços (19.279) -5,74% Taxas ,67% Dívida Ativa ,43% Contribuições para Cust. de Ilum. Pública ,07% Amortização de Empréstimos (2.005) -1,97% Transf. de Capital - Convênios ,80% Alienação de Bens ,68% Concessões e Permissões ,58% Demais Receitas ,70% Total ,49% Vale registrar algumas variações significativas ocorridas entre 2011 e As principais variações aconteceram nas rubricas de: Alienação de Bens, que subiu 405,68 % em função da alienação da folha de pagamento dos servidores; Concessões e Permissões, que subiu 142,58%, em função, principalmente da concessão dos serviços de esgotamento sanitário na Área de Planejamento - 5 ; e, Dívida Ativa, que subiu 115,43%. Vale ressaltar que a Receita de Concessões e Permissões até 2011 foi considerada na linha Demais Receitas. Acrescenta-se que a queda de 58,38% na receita de Operações de Crédito em relação a 2012 deve-se ao fato de que em 2011 houve ingresso relativo à reestruturação da dívida pública renegociada com a União. A Tabela VI demonstra as principais variações dentro do grupo de impostos e transferências intergovernamentais responsáveis pelas maiores fatias da arrecadação municipal. 4

5 Tabela VI - Detalhamento das Receitas de Impostos e Transferências Correntes Intergovernamentais a 2012 Receitas Variação 2011/2012 R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil R$ Mil % IPTU ,36% IRRF ,72% ITBI ,33% ISS ,06% Impostos ,97% FPM ,15% SUS ,44% Salário Educação ,60% ICMS ,57% IPVA ,18% FUNDEB/FUNDEF ,14% Outras Transferências ,59% Transf. Intergovernamentais ,11% Índices de Execução da Despesa Conforme demonstra a Tabela VII, a despesa orçamentária empenhada atingiu o patamar de R$ mil em 2012, equivalentes a 92,02% do valor autorizado. Já em 2011 o índice de execução da despesa foi de 87,09%. Cabe ressaltar que do montante empenhado, R$ mil não foram liquidados dentro de 2012, sendo inscritos em restos a pagar não processados, representando 2,27% da despesa executada. Tabela VII- Execução Orçamentária da Despesa e 2012 Despesas Fixação Execução (B/A) Fixação Execução (B/A) Despesas Correntes ,98% ,34% Despesas de Capital ,30% ,99% Reserva de Contingência ,00% ,00% Total ,09% ,02% As despesas orçamentárias, classificadas por categoria econômica, ficaram distribuídas como mostra a Tabela VIII. 5

6 Tabela VIII - Despesas Realizadas por Categorias Econômicas e 2012 Despesas 2011 % 2012 % Variação 2011/2012 I - Despesas Correntes Pessoal e Encargos Sociais ,01% ,11% 11,63% Juros e Encargos da Dívida ,74% ,39% -2,63% Outras Despesas Correntes ,78% ,39% 37,90% Total das Despesas Correntes ,52% ,90% 20,78% II - Despesas de Capital Investimentos ,88% ,93% -0,75% Inversões Financeiras ,42% ,82% 119,87% Amortizações da Dívida ,19% ,34% -75,81% Total das Despesas de Capital ,48% ,10% -17,67% III - Despesa Total ,00% ,00% 11,36% Houve um incremento em valores nominais das despesas correntes da ordem de 20,78%. Nesta categoria econômica, o maior acréscimo ocorreu em Outras Despesas Correntes que variaram 37,90%. Por sua vez, o empenhamento das despesas com Pessoal e Encargos Sociais cresceu nominalmente 11,63% e juros e encargos da dívida decresceram 2,63%. A participação das despesas correntes sobre o total empenhado aumentou de 75,52% para 81,90% se comparando com o exercício de Consequentemente, a participação das despesas de capital sobre o total empenhado diminuiu de 24,48% em 2011 para 18,10% no exercício de Dentro das despesas de capital houve um acréscimo nas inversões financeiras de 119,87% - por conta da participação da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro na Autoridade Pública Olímpica APO, enquanto que as despesas com amortização da dívida, reduziu 75,81%, se comparado com o exercício de A Tabela IX demonstra a evolução da despesa por categoria econômica nos últimos cinco exercícios. Tabela IX - Evolução da Despesa por Categorias Econômicas a 2012 Despesas I - Despesas Correntes Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes Total das Despesas Correntes II - Despesas de Capital Investimentos Inversões Financeiras Amortizações da Dívida Total das Despesas de Capital III - Despesa Total

7 No nível mais agregado da execução orçamentária da despesa, temos a distribuição por funções de governo. A Tabela X apresenta a evolução da despesa classificada por funções de governo nos últimos cinco exercícios. Tabela X - Evolução da Despesa por Funções de Governo Funções Legislativa Judiciária Administração Segurança Pública Assistência Social Previdência Social Saúde Trabalho Educação Cultura Direitos da Cidadania Urbanismo Habitação Saneamento Gestão Ambiental Ciência e Tecnologia Indústria Comércio e Serviços Transporte Desporto e Lazer Encargos Especiais Total Composição do Resultado Orçamentário Comparando-se as receitas arrecadadas e as despesas realizadas nos últimos cinco exercícios evidenciamos os resultados apresentados na Tabela XI. Tabela XI - Composição do Resultado Orçamentário a 2012 Especificações Variação 2011/2012 Receitas Correntes ( - ) Despesas Correntes ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Superávit Corrente ( ) ( + ) Receita de Capital ( ) Subtotal ( ) ( - ) Despesas de Capital ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado Orçamentário ( ) ( ) ( ) ( ) 7

8 A Tabela XI mostra que a participação da despesa de capital é superior à receita de capital, denotando que o superávit do orçamento corrente, no montante de R$ mil [R$ (receitas correntes) R$ (despesas correntes)], juntamente com saldos de exercícios anteriores, financiou parte da realização das despesas de capital. A variação negativa do resultado da execução orçamentária do exercício de 2011 para o de 2012, no valor de R$ mil, é evidenciada na Tabela XII. Tabela XII - Variação do Resultado Orçamentário 2011 x 2012 Variação R$ ( + ) Aumento das Receitas Correntes ( - ) Aumento das Despesas Correntes ( ) ( - ) Redução das Receitas de Capital ( ) ( - ) Aumento das Despesas de Capital ( = ) Variação do Resultado ( ) 1.2 Gastos com Pessoal Conforme demonstrado pela Tabela XIII, a despesa com pessoal de 2012 consumiu 43,14% da receita corrente líquida arrecadada no exercício, bem abaixo do limite legal (60%) e mesmo do limite prudencial, que é de 57%. Sendo que o Poder Executivo foi responsável por 40,69% da RCL. Tabela XIII Demonstrativo Resumido da Despesa de Pessoal 2011 e 2012 Despesas com Pessoal 2011 % RCL 2012 % RCL I - Poder Executivo ,59% ,69% Pessoal Ativo ,22% ,30% Pessoal Inativo e Pensionistas ,10% ,03% Outras Despesas de Pessoal ,28% ,36% II - Poder Legislativo ,53% ,46% Pessoal Ativo ,53% ,45% Pessoal Inativo e Pensionistas 502 0,00% 502 0,00% III - Total Despesa Líquida com Pessoal ,12% ,14% Receita Corrente Líquida Notas: 1) Para atender a LRF, foram abatidas as despesas decorrentes de decisão judicial de período anterior ao da apuração, indenizações por demissões e despesas de exercícios anteriores de período anterior ao da apuração. 2) Para atender a LRF, foram abatidas as despesas com inativos e pensionistas custeadas por recursos vinculados. 3) Inclui Mão-de-Obra para Serviços de Saúde Pública; Serviços Técnicos, Científicos e de Pesquisas de Caráter Continuado; Serviços Administrativos de Caráter Continuado e Serviços de Limpeza Urbana de Caráter Continuado. 8

9 1.3 Disponibilidades Em 31/12/2012, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro possuía disponibilidade de caixa bruta no montante de R$ mil, sobre as quais pesavam obrigações financeiras da ordem de R$ mil, revelando uma disponibilidade de caixa líquida de R$ mil (montante disponível para fins de inscrição em Restos a Pagar Não Processados do exercício), conforme demonstrado na Tabela XIV. Tabela XIV - Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa e Inscrição de Restos a Pagar Não Processados 2012 Destinação de Recursos Disponibilidade de Caixa Bruta (a) Obrigações Financeiras (b) Disponibilidade de Caixa Liquida (c) = (a-b) Restos a Pagar Não Processados de 2012 Recursos Vinculados Recursos Não Vinculados Total do Tesouro Municipal Regime Próprio de Previdência dos Servidores Total da PCRJ Nota: Este demonstrativo inclui as transações Intra-Orçamentarias Nota-se que no exercício de 2012 a Prefeitura sem os recursos do Regime Próprio de Previdência dos Servidores é responsável por 76,52% da disponibilidade de caixa bruta e por 61,70% da disponibilidade de caixa líquida. 1.4 METAS FISCAIS Esta seção tem como objetivo revelar o desempenho do Município do Rio de Janeiro no exercício de 2012 em relação às metas fiscais determinadas pela Lei Complementar nº 101/2000 e pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (Lei nº 5.295/2011), atualizada pela Lei Orçamentária Anual (Lei nº 5.362/2012). A Receita Corrente Líquida apurada no exercício de 2012 apresenta crescimento de 13,29% em valores nominais, como pode ser observado na Tabela XV. 9

10 Tabela XV - Demonstrativo Resumido da Receita Corrente Líquida a 2012 Especificação Variação 2011/2012 Receita Tributária ,86% Receita de Contribuições ,41% Receita Patrimonial ,12% Receita Industrial ,76% Receita de Serviços ,36% Transferências Correntes ,80% Outras Receitas Correntes ,28% ( - ) Contribuição Plano Seg. Social Servidor ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 12,83% ( - ) Compensação entre Regimes Previdenciários (4.999) (14.007) (29.834) (34.716) (51.563) 48,53% ( - ) Contribuição Plano de Assistência Servidor (29.436) ( - ) Dedução da Receita para Formação do FUNDEB/FUNDEF ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 11,49% Receita Corrente Líquida ,29% O resultado primário, que corresponde à diferença entre as receitas e despesas não financeiras (isto é, não considera aplicações financeiras, operações de crédito, amortização de empréstimos, alienação de bens, juros e encargos da dívida, concessão de empréstimos e amortização da dívida), no exercício de 2012 alcançou patamar deficitário de R$ mil, superior ao déficit de R$ mil alcançado em 2011, e superior ao valor estipulado no Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias atualizado pela Lei Orçamentária Anual, que era deficitário em R$ mil, conforme demonstra a Tabela XVI. Tabela XVI - Demonstrativo do Resultado Primário e 2012 Especificação Variação Receitas Primárias Correntes Receitas Primárias de Capital Receitas Primárias Líquidas Despesas Primárias Correntes Despesas Primárias de Capital Despesas Primárias Líquidas Resultado Primário ( ) ( ) ( ) Meta Fixada LDO ( ) ( ) ( ) Em valores nominais, o resultado primário alcançado em 2012 foi negativo em R$ , mil maior que o encontrado no exercício de As receitas primárias líquidas correspondem à arrecadação do período deduzida dos rendimentos de aplicações financeiras e receitas de juros de empréstimos concedidos, no caso das receitas correntes, e deduzidas, ainda, de receitas de operações de crédito, amortizações de empréstimos e de alienação de ativos, no caso das receitas de capital. Já as despesas primárias líquidas equivalem ao total de despesas orçamentárias, deduzidas das despesas com juros e encargos da 10

11 dívida (despesas correntes), concessão de empréstimos e amortização da dívida fundada (despesas de capital). O resultado nominal, que equivale à variação da dívida fiscal líquida, foi positivo em R$ mil em 2012, enquanto que a meta fixada pelo anexo de metas fiscais da LDO atualizado pela LOA foi de R$ mil positivos, conforme apresenta a Tabela XVII. Tabela XVII - Demonstrativo do Resultado Nominal e 2012 Especificação Em 31 Dez 2011 Em 31 Dez 2012 Resultado Nominal 2012 (B-A) Dívida Consolidada (1) Ativo Disponível e Haveres Financeiros (2) ( ) ( ) Dívida Consolidada Líquida (3=1-2) Passivos Reconhecidos (4) (47.002) (37.361) Dívida Fiscal Líquida (5=3-4) Meta Fixada LDO/LOA A dívida consolidada líquida montou R$ mil em 31/12/2012, equivalente 54,15% da receita corrente líquida, conforme demonstrado na Tabela XVIII, estando, portanto, dentro do limite do artigo 3º, inciso II da Resolução nº 40 do Senado Federal, que estabelece que o montante da dívida consolidada líquida dos municípios não poderá exceder 120% da receita corrente líquida. Tabela XVIII - Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida e Operações de Créditos e 2012 Especificação Dívida Consolidada Ativo Financeiro e Haveres Financeiros ( ) ( ) Dívida Consolidada Líquida Operações de Créditos Receita Corrente Líquida (C) Limite definido pela Resolução nº 40 do Senado Federal para a Dívida Consolidada Líquida - 1,2 x RCL (D) Índice da Dívida Consolidada Líquida (A/C) 48,24% 54,15% Margem Livre da Dívida Consolidada Líquida (D-A) Índice das Operações de Crédito (B/C) 7,74% 2,66% O total de liberações de recursos de operações de crédito no exercício de 2012 equivaleu a 2,66% da receita corrente líquida, enquanto a Resolução nº 43 do Senado Federal estabelece como limite 16% da receita corrente líquida. Cabe destacar ainda que não houve liberações derivadas de refinanciamento nem operações de crédito por antecipação de receita orçamentária. A Tabela XIX apresenta um resumo dos índices alcançados pela Prefeitura em relação aos limites estabelecidos, comparando-os nos últimos cinco exercícios. 11

12 Tabela XIX - Resumo dos Índices da Prefeitura - Dez/2008 a Dez/2012 Índices Limite Despesa c/ Pessoal Consolidado (a) 60% RCL 43,14% 43,12% 43,11% 49,55% 51,65% Despesa c/ Pessoal - Poder Executivo (a) 54% RCL 40,69% 40,76% 40,48% 46,56% 48,69% Dívida Consolidada Líquida (a) 120% RCL 54,15% 48,24% 20,07% 25,37% 48,04% Operações de Crédito (a) 16% RCL 2,66% 7,74% 7,95% 0,29% 0,50% ARO (a) 7% RCL Amortização, Juros e Encargos da Dívida (a) 11,50% RCL 5,35% 5,06% 5,39% 10,16% 9,66% Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (b) 25% RRI 25,68% 25,31% 28,40% 27,57% 28,91% Remuneração Educação/FUNDEF/FUNDEB (b) 60% EF/EB 71,28% 77,44% 77,87% 81,93% 90,71% Saúde (b) 15% RRI 23,25% 19,69% 16,91% 16,07% 15,73% (a) Limite máximo (b) Limite mínimo RCL = Receita Corrente Líquida RRI = Receita Resultante de Impostos EF/EB = Gastos com ensino fundamental/educação básica realizados com recursos do FUNDEF/FUNDEB 1.6 Considerações Finais Com a apresentação deste relatório e das anexas demonstrações contábeis relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, a Controladoria Geral do Município cumpre uma das suas tarefas, qual seja a apresentação da Prestação de Contas de responsabilidade do Poder Executivo da Cidade do Rio de Janeiro. É fundamental esclarecer que tal apresentação refere-se às posições do patrimônio da entidade pública Município do Rio de Janeiro bem como da execução orçamentária da receita e despesa pelas quais são responsáveis cada um dos ordenadores natos e delegados definidos nos precisos termos do Código de Administração Financeira do Município (Lei nº 207/80). Assim, como consequência desta apresentação, teremos as prestações de contas individuais de cada um desses ordenadores que serão, no devido prazo, examinadas pela Auditoria Geral do Município e encaminhadas ao Tribunal de Contas do Município. Com estas breves considerações a do Rio de Janeiro espera contribuir para a leitura e transparência dos demonstrativos que compõe as Prestações de Contas das Gestões Municipais, bem como para avaliação por parte do Poder Legislativo e, principalmente, do cidadão. 12

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