A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA O USO DO COMPUTADOR NUM PERÍODO DE TRANSIÇÃO PARADIGMÁTICA

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1 - 1 - A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA O USO DO COMPUTADOR NUM PERÍODO DE TRANSIÇÃO PARADIGMÁTICA Tecnologias e Mídias Educacionais Marilei Andrade S. Bülow Mestranda em Educação PUCPR Elizete Lúcia Matos - Professora do Mestrado em Educação PUCPR O presente trabalho tem por objetivo discutir a problemática da formação do professor e o uso da tecnologia no trabalho docente realizado na Educação Infantil. As Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) vem transformando significativamente as práticas sociais e as relações profissionais, e consequentemente as práticas educacionais da sociedade contemporânea. Neste sentido o computador constitui uma poderosa ferramenta, estabelecendo um novo paradigma no tratamento e processamento da informação em conhecimento, obrigando o professor a estar preparado para lidar com essa forma de ferramenta. Os processos de mudanças sempre geram comportamentos de rejeição nas pessoas, motivo pelo qual alguns professores preferem se manter alheios ao fato da presença e uso cada vez mais crescente das tecnologias nas escolas, alegando que as mesmas não são garantias efetivas de aprendizagem. No entanto, múltiplas pesquisas têm demonstrado que elas são efetivas para auxiliar alunos e professores no processo educativo. Maçada (1998) se refere à desconfiança em relação às novas tecnologias educacionais argumentando que em todo momento de transição de modelos, tentativas são feitas procurando-se adaptar o antigo ao novo. Há um equívoco muito grande em considerar que as novas tecnologias resolverão todos os problemas existentes na educação de uma forma mágica. Elas devem ser entendidas como meios de apoio, considerando que as possibilidades que nos oferecem não são apenas produto de suas condições técnicas, e sim da interação entre os elementos do processo educativo e do contexto social em que as mesmas estejam inseridas.

2 - 2 - A aprendizagem e a formação que acompanham as mudanças tecnológicas constituem um desafio constante e crescente na formação dos professores. O uso destas tecnologias no diário da sala de aula vai requerer por parte dos docentes uma série de esforços adicionados a suas atividades tradicionais. Deles dependerá que o uso do computador resulte numa adequada ferramenta didática. Nesse sentido, caberá a Educação Superior o papel de formador de docentes preparados para lidar com a informática e deverá redefinir a essência da ação educativa nos novos contextos de sala de aula. O processo de implantação da computação nas escolas, iniciou-se na década de 80. As que iniciaram o processo eram instituições educativas com propostas inovadoras ou escolas que faziam parte de algum projeto escolauniversidade para análise do tema Informática Educativa (Tajra,1998) Portanto, um processo tímido e muito dispendioso. A partir dos anos 90, assistimos a uma inovação tecnológica no ensino. Vários estados brasileiros com políticas educacionais próprias e diversas, investiram e estão investindo na tecnologia educacional. Para muitos o computador é solução de vários males. Políticas de Estado discutem que há necessidade da escola se modernizar e acreditam que a modernização é representada pelo uso da tecnologia na escola. Diversas escolas estão se equipando, buscando acompanhar o desenvolvimento tecnológico, conforme vários autores têm divulgado em seus artigos: O computador tem provocado uma revolução na educação por causa de sua capacidade de "ensinar". As possibilidades de implantação de novas técnicas de ensino são praticamente ilimitadas e contamos, hoje, com o custo financeiro relativamente baixo para implantar e manter laboratórios de computadores, cada vez mais demandados tanto por pais quanto por alunos. (MORAIS, 2004) Aspectos importantes neste processo de implantação de recursos, estão sendo desconsiderados. Não se questiona se o professor tem formação para desenvolver este trabalho, se o momento é adequado, ou se o alto investimento condiz com o trabalho que será realizado. Seja qual for a justificativa para equipar as escolas, a verdade é que tanto escolas públicas,

3 - 3 - quanto escolas privadas, com menor ou maior número de equipamentos, encontram-se oferecendo tecnologias para seus alunos. É importante esse processo de acompanhamento do desenvolvimento, mas é fundamental ter recursos para subsidiar a formação do profissional da área da educação para lidar com essas tecnologias. O problema é que o investimento financeiro, mesmo estando sendo facilitado, ainda é alto para que a informática seja vista apenas como um recurso tecnológico, é necessário que este recurso seja revertido em progresso na área educacional. As decisões educacionais impostas sem a preparação do corpo docente, não surtem efeito ou são morosos demais. Como a introdução das novas tecnologias nas escolas, está sendo programada sem a participação dos professores, ou seja não se discute com o professor qual a melhor forma de implantação dessas políticas educacionais, a escola não está participando realmente deste processo. (Oliveira, 1997). Para que a informática educacional cumpra seu objetivo e justifique seu investimento, é preciso resultados favoráveis na educação: trabalho interdisciplinar, permitir ao aluno usar seu processo de aprendizagem formal e informal, construindo o seu conhecimento na relação consigo próprio, com os outros e com a máquina. Não precisa um professor ser graduado na área de informática, mas é fundamental que os cursos de formação de professores propiciem a preparação necessária para o docente ter acesso aos benefícios desse conhecimento. Temos hoje professores recém formados que não conseguem organizar um documento num aplicativo básico, como exemplo preparar um texto no word, de que forma este professor poderá preparar uma aula em que possa complementar seu trabalho utilizando um site de pesquisa que além de abordar o mesmo assunto de forma diferente, ainda possa fazer simulação do conteúdo e exploração de imagens? A tecnologia deve complementar o trabalho pedagógico de uma forma interdisciplinar, como é sugerido por Alba M. L. Weiss: Pode-se afirmar que o uso do computador só funciona efetivamente, como instrumento no processo de ensino aprendizagem, se for inserido num contexto de atividades que

4 - 4 - desafiem os alunos a crescerem, construindo seu conhecimento na relação com o outro (o professor e os colegas), além de utilizar a máquina. (WEISS, 1998) O trabalho interdisciplinar poderá ser atingido através de projetos e conteúdos relacionados com a realidade do aluno, e o professor será um mediador das relações entre o aluno e seu meio, compartilhando novas descobertas, possibilitando a ação e expressão próprias do aluno. Não podemos transformar o laboratório de informática em um ambiente em que os alunos aprendam apenas noções básicas de computação, quando o professor domina pelo menos estes dados para transmitir ao aluno, ou fiquem brincando na internet, enquanto os pais pensam que os filhos estão em uma escola em que se trabalha Informática Educativa. A inserção da informática nas escolas se evidencia com mais freqüência no Ensino Fundamental e Médio. Porém, é possível acontecer na Educação Infantil. Embora alguns estudos critiquem o uso da informática na Educação Infantil e alertem para as conseqüências futuras, salientando que não se pode pular etapas na maturidade de crianças (Setzer, 2001), não podemos mais ignorar a realidade de algumas escolas que já se encontram equipadas e realizam um trabalho pedagógico com o auxílio da informática. Os estudos que vêm sendo realizados sobre o uso das tecnologias na educação precisam continuar, pois abrem espaço para uma discussão importantíssima sobre o tema, porém há necessidade urgente de desenvolver pesquisas de como a formação do professor de educação infantil, que tem projetos onde enfatiza o uso das novas tecnologias, pode favorecer o trabalho pedagógico. O MEC estabelece nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil que: Ao reconhecer as crianças como seres íntegros, que aprendem a ser e conviver consigo próprias, com os demais e o meio ambiente de maneira articulada e gradual, as Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil devem buscar a interação entre as diversas áreas de conhecimento e aspectos da vida cidadã, como conteúdos básicos para a constituição de valores...devem estar articulados com os

5 - 5 - cuidados e a educação para a saúde, a sexualidade, a vida familiar e social, o meio ambiente, a cultura, as linguagens, o trabalho, o lazer, a ciência e a tecnologia. (Parecer CEB 022/98, MEC) As escolas se orientam pelas diretrizes nacionais para desenvolver seus projetos pedagógicos e estão desenvolvendo projetos que exploram o uso das tecnologias, e deste modo utilizam a informática para complementar de forma interdisciplinar o trabalho que é realizado em sala de aula. Acompanhando o projeto pedagógico do uso da informática, com crianças de 4 a 6 anos de idade em uma escola da região metropolitana de Curitiba, levantando subsídios do funcionamento do projeto, as dificuldades na realização do mesmo e sua efetivação e levantando também dados de pesquisa sobre a Formação de Professores, através da análise de grades do curso de Pedagogia das cinco universidades do estado do Paraná, abrem-se algumas discussões sobre a formação do professor e a informática na educação infantil. Foram, analisadas cinco grades curriculares de diferentes cursos de pedagogia. Optou-se pelos cursos ofertados nas universidades, pois são as maiores instituições de ensino superior do estado. Dentro das cinco grades analisadas, todas oferecem disciplinas que contemplam tecnologias no ensino, porém apenas uma oferece carga horária superior a 72 horas e que seja abordado o tema em mais de uma disciplina. Uma instituição contempla o tema em sua grade somente no quinto ano do curso durante a formação específica do curso, em duas habilitações a disciplina não é ofertada. Este dado aponta para o fato que realmente o assunto não está tendo o interesse necessário, com 72 horas de disciplina não é possível aprender o básico de computação e explorar assuntos sobre a tecnologia e a educação. Infelizmente não pode-se concluir que todos os acadêmicos destes cursos dominam o uso da computação, pois não é verdadeiro. Acompanhando uma turma iniciante do curso se Pedagogia em uma instituição de ensino superior, apenas 20% dos que ingressaram no curso de pedagogia no ano de 2004, sabiam como utilizar o computador. Realmente a proposta das disciplinas ofertadas sobre tecnologia e educação, muitas vezes não propõem trabalhar

6 - 6 - informática básica, porém como o professor poderá abordar o tema do uso da tecnologia na educação falando sobre um assunto que os alunos em sua maioria não dominam? Tomemos como exemplo um trabalho de exploração de sites educacionais relacionando com o conteúdo trabalhado em sala de aula se o aluno não sabe como acessar a internet, não será possível trabalhar sem antes abordar a informática básica, consequentemente, menos de 72 horas para abordar tudo não será suficiente. Então a proposta da grade curricular não é viável, pois não é possível ensinar o básico da informática e discutir o uso da tecnologia na escola se a carga horária não for adequada, algo não será discutido, não haverá tempo para abordar todo o conteúdo proposto. Durante muito tempo a escola permaneceu sem acompanhar os avanços da sociedade, sendo um dos poucos ambientes que permanece o mesmo durante séculos. Papert em seu livro A máquina das crianças, propõe que: Os videogames ensinam às crianças o que os computadores estão começando a ensinar aos adultos que algumas formas de aprendizagem são rápidas, muito atraentes e gratificantes. O fato de exigirem muito do tempo da pessoa e de requererem novos estilos de pensar permanece como um pequeno preço a pagar (e talvez seja até mesmo uma vantagem) a ser desenvolvido no futuro. Não é surpreendente que, por comparação, a Escola pareça a muitos jovens como lenta, maçante e francamente fora de sintonia.(papert, 1994, p.12) Não é possível tornar a escola interessante à crianças, se não acompanharmos e entendermos pelo que elas se interessam, faz-se necessário tornar o ambiente atrativo, chamando a atenção dos alunos para realmente contribuir com seu aprendizado. Muitos professores têm receio de serem substituídos pelas máquinas, que a exploração da tecnologia na escola, fará com que o contato humano seja gradativamente descartado. Este é um pensamento infundado, ninguém competente no que faz é facilmente dispensado. Ocorre a busca do aluno em atividades interessantes, e é possível estas atividades serem realizadas na escola, desde que o professor esteja preparado para isto.

7 - 7 - Pensando em prioridade, é obvio que antes de tecnologia na escola, faz-se necessário que haja a escola ou professores em quantidade suficiente, em salas de aula adequadas, algo ainda distante em alguns lugares. Porém não é possível fechar os olhos e fingir que não existam muitas escolas preparadas materialmente para desenvolverem atividades explorando a tecnologia, sem terem professores com formação adequada para trabalharem. Se a cada problema que surgir diante do desenvolvimento de um trabalho pedagógico de qualidade, que busca-se a construção do conhecimento pelo aluno, for relacionado com algo ainda considerado supérfluo na educação, não haverá progresso, continuará o mesmo ambiente do século passado na escola. Isto impedirá que escolas que já estão com algumas situações básicas resolvidas sejam impedidas de acompanhar o desenvolvimento tecnológico aplicado à educação, acompanhando o desenvolvimento do aluno. Faz-se necessário discutir e lutar por melhores condições na educação, porém sem se esquecer que o acompanhamento tecnológico também faz parte da lista de problemas e que pode resolver outros problemas, como é o exemplo da participação do aluno em sala de aula. Chamo a atenção para a formação do professor, que contemple aspectos como o uso da tecnologia preparando realmente o professor para este trabalho. No acompanhamento do trabalho que é desenvolvido nesta escola de Educação infantil, foi possível comprovar que os alunos estão muito familiarizados com o computador. Embora pequenos, acompanham atividades variadas que as professoras propõem para exploração do conteúdo que está sendo desenvolvido em sala de aula. Utilizando aplicativos, sites, ou mesmo ferramentas básicas do sistema operacional, fazem, trabalhos interdisciplinar e a interação e concentração dos alunos gera um aproveitamento muito melhor que só trabalhar em sala de aula. Para que os professores pudessem realizar este trabalho, foi necessário estudar, aprender qual a melhor forma de utilizar a computação para contribuir no trabalho desenvolvido, conhecer o equipamento que seria utilizado. Vencida a etapa de aprendizado do equipamento e seu funcionamento, passaram a explorar os materiais e formas de abordagens para relacionar com os conteúdos estudados e buscar a participação do aluno neste processo. O uso simples dos aplicativos educacionais que geram respostas prontas e repetidas,

8 - 8 - foi então substituído pela complementação dos conteúdos abordados em sala e pela participação real do aluno, sem punição porque clicou na resposta errada. Estas considerações sobre a importância da formação do professor para dominar tecnologias, neste caso o uso específico do computador, é reforçado por autores que buscam a diversidade, almejando a melhora na educação. Papert nos coloca que: Contudo, o que não estou pronto para aceitar é desistir de vantagens reais em troca de uma aparência de igualdade. A única opção racional que vejo é investir no encorajamento da diversidade educacional com um comprometimento dedicado não apenas a expandir seus benefícios para todos os que desejam, mas também para assegurar que os que optam por não tê-los estejam fazendo uma escolha informada. (PAPERT, 1994, p195) Não é justo ignorarmos os que podem desenvolver um trabalho melhor amparado pela tecnologia, buscando somente a igualdade para aqueles que ainda reivindicam uma lousa e giz. Cada conquista deve ser respeitada, a quantidade de escolas equipadas para desenvolver um bom trabalho usando a computação é bem considerável, porém falta o preparo do professor em realizar um bom trabalho, e este preparo deveria ser abordado nos cursos de formação de professores. REFERÊNCIAS ALMEIDA, F. J. de. Educação e Informática. São Paulo: Cortez, BORBA, M. C. O Computador é a Solução: mas qual é o problema? Local, editpra, ALONSO, M. O trabalho docente. São Paulo: Pioneira, CAMPIÒN, R. S. Internet y enseñanza universitaria: de la gestión del conocimiento a la gestión del aprendizaje. Local, editora, ano. COBRURN, P. Informática na Educação. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, DEMO, P. Educação e Qualidade. Campinas: Papirus, MEC, Diretrizes nacionais para educação infantil. Brasília,1999.

9 - 9 - GADOTTI, M. Pensamento Pedagógico Brasileiro. São Paulo: Ática, 1994 MACHADO,L.M. e FERREIRA, N.S.C. Política e Gestão da Educação: dois olhares. Rio de Janeiro: DP&A, MORAIS, L. A. de. Informática na Educação. Belo Horizonte Brasil Copyright, OLIVEIRA, R. de. Informática Educativa. Campinas: Papirus, PAPERT, S.. A Máquina das Crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas, PIMENTA, S. G. (Orgs.) Professor Reflexivo no Brasil. São Paulo: Cortez, PRETTO, N. de L. Uma Escola sem/com Futuro - Educação e Multimídia. Campinas: Papirus, TAJRA, S. F. Informática na Educação Professor na Atualidade. São Paulo: Erica, STEZER, V. Computadores na educação: porquê, quando e como. Porto Alegre, VARANDAS, OLIVEIRA e PONTE. A Internet na Formação de Professores. Lisboa. WEISS, A. M. L. A Informática e os Problemas Escolares de Aprendizagem. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.

10 A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA O USO DO COMPUTADOR NUM PERÍODO DE TRANSIÇÃO PARADIGMÁTICA BÜLOW, Marilei Andrade Skrzypietz - Mestranda PUCPR MATOS, Elizete Lúcia - Professora do Mestrado PUCPR RESUMO Neste momento de transição paradigmática, da reprodução para a construção do conhecimento, torna-se necessário o docente estar preparado para sua prática pedagógica, tendo claro que não é possível realizar um ensino fragmentado desvinculado da realidade e da necessidade do aluno. A sociedade busca respostas para os problemas por que está passando, e um crescente questionamento é a necessidade de integrar as tecnologias ao ensino, aprimorando sua qualidade. Essas tecnologias, mais especificamente o computador, torna-se um instrumento cada vez mais presente no cotidiano dos alunos e, no entanto, ainda não é dominado por muitos professores, apesar das instituições de ensino estarem cada vez mais equipadas. Analisando alguns exemplos de currículos de cursos de formação de professores e investigando o trabalho realizado em uma escola da região metropolitana de Curitiba, com turmas de Educação Infantil, é possível propor uma discussão de como vem sendo tratada a preparação do professor para o uso do computador nas escolas. Por meio, deste estudo surgem algumas indagações: As instituições de ensino estão cientes que não é pelo fato de estarem equipadas que terão garantia da realização de um bom trabalho? Que o trabalho realizado é o reflexo do perfil do professor, e que um professor autoritário, mal preparado, não terá uma prática diferente se não tiver formação adequada para a docência, mesmo que utilize computadores? Que somente equipamentos não garantirão melhorais na qualidade do ensino? O computador não resolverá de forma mágica os problemas existentes na educação, ele deve ser entendido como meio de apoio e de interação entre os elementos do processo educativo e do contexto social, para que isto ocorra faz-se necessário que a formação docente também contemple o uso da tecnologia. Palavras chave: tecnologias, formação, computador, ensino.

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