COMPONENTES DE PRODUÇÃO E RENDIMENTOS DE BATATA-DOCE, EM FUNÇÃO DE DOSES DE ESTERCO DE BOVINO 1.

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1 115 ISSN COMPONENTES DE PRODUÇÃO E RENDIMENTOS DE BATATA-DOCE, EM FUNÇÃO DE DOSES DE ESTERCO DE BOVINO 1. João Felinto dos Santos 2, Luciano de Medeiros Pereira Brito 2, José Ivan Tavares Granjeiro 2, Francisco de Assis Cardoso Almeida 5, Maria Ednalva C. de Oliveira 2. RESUMO O Estado da Paraíba é o maior produtor do Nordeste e o quarto produtor brasileiro de batatadoce, onde esta cultura tem grande importância alimentar, econômica e social, promovendo a geração de emprego e renda, bem como contribuindo para a fixação do homem na zona rural. O objetivo deste experimento foi avaliar o efeito da adubação orgânica nos componentes de produção e produtividade de batata-doce. O experimento foi conduzido de maio a setembro de 2005, na Estação Experimental de Lagoa Seca, Estado da Paraíba, Brasil. O delineamento experimental foi de blocos casualizados com seis tratamentos (0; 10; 20; 30; 40 e 50 t.ha -1 de esterco bovino) em quatro repetições. As variáveis estudadas foram número total e comercial de raízes; produção de rama; e, produção total e comercial de raízes. A produção total e comercial de raízes de batata-doce foi de 19,01 e 17,38 t.ha -1, obtidas com 18,15 e 17, 99 t.ha -1 de esterco bovino. A produção máxima de ramas estimada, pelo modelo, foi 11,77 t.ha -1 obtida, respectivamente, com 16,25 t.ha -1 de esterco de gado. A dose de esterco bovino responsável pelo máximo retorno econômico para a produção de raízes comerciais foi 16,54 t.ha -1, inferior em 5% àquela que proporcionou a produção máxima, representando 100% da máxima eficiência técnica, constituindo um indicativo da viabilidade econômica do emprego de esterco bovino no cultivo da batata-doce. Palavras-chave: Ipomoea batatas, adubação orgânica, produção de raízes. PRODUCTION AND YIELD COMPONENTS OF SWEET POTATO IN FUCTION OF CATTLE MANURE DOSES ABSTRACT Paraíba State is the biggest producer of sweet potato in northeast and the fourth Brazilian producer. This culture has a big alimentary, economic and social importance, promoting the creation of joy and rent, as well as contributing for the man's permanence in the rural zone. The purpose of the experiment was to evaluate the influence of organic fertilization on components of production and productivity of sweet potato. The experiment was carried out in the Experimental Station of Lagoa Seca, Paraíba State, Brazil, from May to September/2005. The experimental design was of randomized blocks with six treatments (0; 10; 20; 30; 40 and 50 t.ha -1 of cattle manure), in four replications. The evaluated variables were total and commercial roots number, foliage production and total and commercial production of roots. The total and commercial production of sweet potato roots were and t.ha -1 obtained with and t.ha -1 of cattle manure. The maximum esteemed production of foliages, by the model, was 11,77 t.ha -1 obtained, respectively, with 16,25 t.ha -1 of cattle manure. The cattle manure level responsible for the maximum economic return to the production of commercial roots was t.ha -1, which was 5% lower than the one that provided the maximum production. It represents 100% of the maximum technique efficiency, constituting an indicative of the economic viability of the cattle manure application in the sweet potato cultivation. Keywords: Ipomoea batatas, organic fertilization, root production 1. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba S/A - EMEPA-PB 2, Pesquisadores da EMEPA PB, Estação Experimental de Lagoa Seca-PB 3. Professor Adjunto da UAEAg/UFCG.

2 116 Componentes de produção e rendimentos de batata-doce, em função de doses de esterco... Santos et al. INTRODUÇÃO No estado da Paraíba, com uma área de hectares, produção de ton./ ano e rendimento médio kg.ha -1, a batata-doce ocupa 33% da área plantada com esta cultura no Nordeste (IBGE, 2004), tendo grande importância alimentar, econômica e social, por ser uma fonte de alimento energético e auxiliar na geração de emprego e renda, contribuindo para a fixação do homem no campo. Esta cultura é mais cultivada por pequenos produtores, com maior concentração nas áreas de plantio nas microrregiões do brejo e do litoral Paraibano, sendo esse estado considerado o maior produtor nordestino e o quarto produtor brasileiro (Soares et al., 2002). A batata-doce, em função do seu sistema radicular muito ramificado apresenta alta capacidade de exploração e esgotamentos do solo, o que a torna eficiente na absorção e exportação de nutrientes. Entretanto, esta característica leva a um rápido diminuição da reserva de nutrientes do solo, refletindo na queda de produção dos cultivos sucessivos na mesma área, exigindo maior demanda por nutrientes. Nesta situação, quando o solo apresenta fertilidade inadequada para a cultura, faz-se necessário o uso da adubação em maior quantidade (Pimentel, 1985; Silva et al., 2002). A batata-doce responde à aplicação de nutrientes, quando aplicado, corretamente, (Filgueira, 2000). Nesse contexto, Mendonça & Peixoto (1991) obtiveram respostas significativas para a produtividade, produção por planta e peso médio de raízes comerciais de batata-doce, em função do emprego de fertilizantes O trabalho foi conduzido na Estação Experimental de Lagoa orgânicos e minerais; enquanto Oliveira et al. (1980) observaram, em solo aluvial de leito de rios que o consórcio de feijão-caupi com batata-doce pode ser inviabilizado, caso não sejam utilizadas de 20 a 40 t ha -1 de esterco bovino; Santos et al. (2006) alcançaram aumentos na produtividade total e comercial de raízes de batata-doce com a aplicação de 18,15 e 17,99 t.ha -1 de esterco bovino, respectivamente; Artur (2005) obteve produtividade de 20 e 17,01 t.ha -1, em função das doses de esterco bovino na presença do biofertilizante, aplicado na folha e no solo, respectivamente. A planta de batata-doce sob cultivo com deficiência nutricional pode causar abscisão das folhas (Chaves & Pereira, 1985); induzir a produção de tubérculos pequenos, com baixa aceitação no mercado (Monteiro et al., 1997); provocar atraso no crescimento; reduzir a acumulação de amido e de glicose nos tubérculos e alterar características importantes no armazenamento, como textura e firmeza dos tubérculos (Chaves & Pereira, 1985). Apesar do reconhecimento unânime do valor da cultura na estratégia de segurança alimentar da região, as produções auferidas pelos produtores são baixas, estando associadas a diversos fatores do sistema produtivo, entre os quais: solos de baixa fertilidade, manejo inadequado dos solos e, principalmente, ausência ou deficiência de adubação no cultivo, motivada pelos altos custos desse insumo e a descapitalização progressiva dos agricultores. Por isso, tem uma das mais baixas produtividades do Brasil, 9,030 t.ha -1 (IBGE, 2004). Esse fato é reflexo da ausência de tecnologia, informações e conhecimentos adequados, principalmente, com relação à fertilização orgânica e mineral, o que tem provocado perda de receita desestimulando os produtores e contribuído para o decréscimo da área plantada. O presente trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito da aplicação de doses de esterco sobre os componentes e a produção de raízes de batata-doce. MATERIAL E MÉTODOS O trabalho foi realizado na Estação Experimental de Lagoa Seca, PB, pertencente à Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária EMEPA-PB, o período do plantio à colheita foi entre maio e setembro de Foi utilizado o delineamento experimental de blocos casualizados, com seis tratamentos, representados pelas doses de 0, 10, 20, 30, 40 e 50 t ha -1 de esterco bovino, e quatro repetições. A área experimental foi preparada por meio de aração, gradagem e construção de leirões de aproximadamente 30 cm de altura. A parcela

3 Componentes de produção e rendimentos de batata-doce, em função de doses de esterco... Santos et al. 117 foi composta por quatro leirões de 3,6 m de comprimento, espaçados de 0,80 m entre leirões e de 0,30 m entre plantas, onde foram colhidas as duas fileiras centrais (24 plantas). As análises químicas da camada de 0-20 cm do solo resultaram em: ph (H 2 O) = 6,5; P=18,2 mg. dm -3 ; K = 29,8 mg. dm -3 ; Al +3 = 0,00 cmol c dm -3 ; Ca +2 = 2,75 cmol c dm -3 ; Mg +2 = 1,25 cmol c dm -3 e matéria orgânica = 13,35 g.kg -1 ; conforme Embrapa (1997). A adubação constou apenas da aplicação das doses de esterco bovino definidas no delineamento, as quais foram incorporadas nos leirões quinze dias antes do plantio. No plantio, foram utilizadas ramas da cultivar Rainha Branca, batata de boa aceitação comercial na região, retiradas de plantio jovem, em área próxima ao experimento. As ramas foram cortadas com um dia de antecedência ao plantio, para facilitar o manejo, e seccionadas em pedaços de, aproximadamente, 40 cm de comprimento, que contêm em média oito entrenós. As ramas foram enterradas pela base, com auxílio de um pequeno gancho, na profundidade de 10 a 12 cm. Durante a condução do experimento foram realizadas capinas manual, com auxílio de enxada, para manter a cultura livre de competição com plantas daninhas; e amontoas, para proteger as raízes contra a incidência de luz e manter a formação dos leirões. Não houve necessidade de controle de pragas e doenças. A colheita foi realizada aos 120 dias após o plantio, quantificando-se o número total e comercial de raízes, peso médio de raízes, as produções de rama, total e comercial de raízes. O numero total de raízes foi efetivado pela contagem de todas as raízes colhidas na parcela útil, enquanto o de raízes comerciais pela quantidade de raízes com peso superior a 80 g. O peso médio de raízes comerciais foi determinado pelo quociente entre produção de raízes comerciais e número de raízes comerciais da parcela A produção total correspondeu ao peso de todas as raízes colhidas na parcela útil; enquanto a comercial, ao peso de raízes frescas, de formatos uniformes e lisas e com peso igual ou superior a 80 g, conforme descrito em Embrapa (1995). Os dados foram submetidos à análise de variância e de regressão. Modelos polinomiais foram testados para prever os efeitos de doses de esterco bovino sobre as características avaliadas. O critério para escolha do modelo mais adequado foi a significância pelo teste F a 5% de probabilidade e o maior valor do coeficiente de determinação (R 2 ). A partir do ajuste das equações, calculou-se a dose de esterco bovino que proporcionou a produção máxima econômica de raízes comerciais. Para minimizar os efeitos da variação cambial, empregou-se uma relação de troca ao invés de moeda corrente, igualando-se a derivada segunda às relações entre preço do produto e do insumo (Raij, 1991; Natale et al., 1996), vigentes em Lagoa Seca, PB, em Buscou-se assim, dados mais estáveis, pela relação de dy/dx = a 1 + 2a 2 x. A dose mais econômica (x') foi calculada pela equação: (1) Neste estudo, os valores utilizados para as variáveis raízes comerciais e esterco bovino, foram, respectivamente, R$ 0,50/kg e R$ 0,05/kg. Dessa maneira, a 'moeda' utilizada nos cálculos da dose econômica de esterco bovino foi a própria raiz. Assim, a relação de equivalência entre o quilograma do insumo e o quilograma de raízes foi igual a 0,1, porém, essa relação de preços pode variar a cada ano, conforme a demanda e a oferta. RESULTADOS E DISCUSSÃO Houve efeito significativo (p < 0,01) dos tratamentos sobre as produções total e comercial, peso médio de raízes por planta de batata-doce e não houve diferenças estatística sobre o peso total de rama e número total e comercial de raízes por cova, em função das doses de biofertilizante (Tabela 1). Os tratamentos com as doses de 10, 15, 20 e 25 t ha -1 promoveram maior produtividade total e comercial do que a testemunha e a dose de 5 t ha -1 e não diferiram entre si. As melhores resposta do peso médio de raiz foram obtidas com a aplicação de 10 e 15 t ha -1, os quais foram superiores a testemunha e a dose de 5 t ha -1 e não se diferenciaram dos demais (Tabela 1).

4 118 Componentes de produção e rendimentos de batata-doce, em função de doses de esterco... Santos et al. Tabela 1 Médias de produtividade total e comercial de raízes de batata-doce e número total e comercial de raízes por cova (duas plantas), em função de doses de esterco bovino. Lagoa Seca-PB Tratamento Produtividade total de rama t.ha -1 Produtividade total de raízes t.ha -1 Produtividade de raízes comercial (>80 g) t.ha -1 Peso médio de raiz g Nº total Raízes por cova Nº raízes comercial por cova 0 5,58 10,42 b 7,54 b 120,41 c 1,98 a 1,02 a 5 9,12 10,46 b 8,42 b 133,66bc 2,10 a 1,38 a 10 10,92 18,29 a 16,6 0a 217,32 a 2,16 a 1,48 a 15 11,12 20,71 a 18,54 a 225,89 a 2,33 a 1,51 a 20 12,00 17,63 a 16,04 a 192,80 ab 2,37 a 1,53 a 25 9,83 17,63 a 15,79 a 188,15 ab 2,30 a 1,57 a Média 9,76 15,86 13,82 179,70 2,21 1,41 DMS 5,00 3,5223 4,786 63,2940 0,8237 0,7571 CV (%) 22,28 9,66 12,83 15,31 16,22 23,24 F (p<0,05) 4,41 * 32,23 ** 27,32 ** 9,96 ** 0,74 ns 1,53 ns Médias seguidas pelas mesmas letras minúsculas na coluna não diferem entre si, pelo teste de Tukey, a 5% e 1% de probabilidade. Modelos polinomiais foram testados para prever os efeitos de doses de esterco bovino sobre a produtividade rama, total e comercial de raízes e do peso médio de raiz. Constatou-se que as curvas de respostas dessas variáveis foram de natureza quadrática (Figuras 1 e 2) As produções máximas de rama, total e comercial de raízes estimadas, pelos modelos, foram 11,77, 19,01 e 17,38 t.ha -1, obtidas, respectivamente, com 16,25, 18,15 e 17,99, t.ha -1 de esterco bovino (Figuras 1 e 2). As duas Produtividade (t/ha) y = -0,0313x 2 + 1,1256x + 8,9629 R 2 = 0,7864 últimas resultaram incrementos de 8,59 t.ha -1 (82,44%) e 9,84 t.ha -1 (130,50%) total e comercial de raízes, respectivamente, em relação às produções obtidas na ausência de adubação com esterco bovino. Destaca-se também que a produção máxima de raízes comerciais superou em 9,98 t.ha -1 a produtividade média do estado da Paraíba, calculada em 9,03 t.ha -1 (IBGE, 2004) e em 7,38 t.ha -1 a média nacional, descrita por Soares et al. (2002) em 10,0 t.ha -1. y = -0,0345x 2 + 1,2412x + 6,2246 R 2 = 0, Esterco bovino (t ha -1 ) P. total P. comerc.

5 Componentes de produção e rendimentos de batata-doce, em função de doses de esterco... Santos et al. 119 Figura 1. Produtividade total e comercial de raízes de batata-doce (t.ha -1 ), em função de doses de esterco de gado. Lagoa Seca,PB, O peso médio máximo de raiz estimado, nutrientes; na elevação da umidade do solo; pelo modelo, foi 214 g, obtido com 16,27 t ha -1 na melhoria de sua estrutura; e no aumento de esterco bovino (Figura 2). da capacidade de troca catiônica, por meio Considerando que o solo da área da formação de complexos húmus-argila experimental apresentava teor baixo de (Marchesini et al. 1988; Yamada; Kamata, matéria orgânica de 1,33 g dm -3, os 1989), proporcionando melhor aproveitamento dos nutrientes originalmente resultados positivos obtidos em função do emprego do esterco bovino, possivelmente, presentes. estão relacionados ao papel preponderante da matéria orgânica no fornecimento de 14 Produtividade de rama (t/ha) y = -0,023x 2 + 0,7475x + 5,6939 R 2 = 0, Esterco bovino (t ha -1 ) Figura 2. Produtividade de ramas de batata-doce (t.ha -1 ), em função de doses de esterco de gado. Lagoa Seca-PB, Peso médio de raiz (g) y = -0,3975x ,936x + 109,1 R 2 = 0, Esterco bovino (t ha -1 ) Figura 3. Peso médio de raiz de batata-doce (t ha -1 ), em função de doses de esterco de gado. Lagoa Seca-PB, 2005

6 120 Componentes de produção e rendimentos de batata-doce, em função de doses de esterco... Santos et al. Portanto, juntamente, com os nutrientes, inicialmente, presentes no solo, as doses de esterco bovino, responsáveis pelas máximas produções, supriram de forma equilibrada, as necessidades nutricionais da batata-doce, isso porque a aplicação adequada de esterco de boa qualidade pode suprir as necessidades das plantas em alguns macronutrientes, como o P e o K disponíveis, devido à elevação de seus teores (Machado et al., 1983; Raij, 1991). Nesse sentido, Soares et al. (2002), Santos et al. (2006) e Artur (2005) relataram que a adubação com fontes orgânicas no cultivo da batata-doce, especialmente, os estercos de animais, traduz-se no aumento de produção de raízes. A estabilização e queda no rendimento acima das doses de esterco bovino, responsáveis pelas máximas produções de raízes e peso médio de raiz, podem ser oriundas do excesso de nutrientes fornecidos à cultura, proporcionando crescimento excessivo das ramas, em detrimento da formação de raízes tuberosas, como relatado por Chaves & Pereira, (1985), dados confirmados pelos resultados deste trabalho, onde a partir de 20 t.ha -1 de esterco bovino obteve-se a maior produção de ramas e, consequentemente, houve a diminuição na produção total e comercial de raízes. Essas doses podem, também, ter sido responsáveis pelo aumento dos teores de nitrogênio e água no tecido vegetal acima do ótimo da cultura e provocado aumento nos teores de sais solúveis do solo, acarretando elevação da condutividade elétrica, desbalanço nutricional, com impacto negativo na produtividade das raízes tuberosas (Silva et al., 2000). A curva de resposta da produção comercial de raízes em função da aplicação do esterco bovino foi, como, anteriormente, destacado, de natureza quadrática (Figura 1). Utilizando-se os valores obtidos a partir da equação de regressão e com base na recomendação de Raij (1991), Natale et al. (1996) e Tavares Sobrinho (2001), calculou-se a dose mais econômica de esterco bovino pela equação 1, obtendo-se o valor de 16,54. De acordo com Natale et al. (1996), a dose mais econômica, que define a quantidade de fertilizantes, ou de um nutriente específico, a se aplicar para a obtenção de receita máxima por área, corresponde ao ponto em que a quantidade aplicada proporciona a máxima distância entre a linha de custo do insumo e a curva de resposta. Por outro lado, a máxima eficiência técnica (obtida ao se igualar a primeira derivada a zero) representa a dose de fertilizante em que a resposta da produção atinge o máximo. No caso deste trabalho, a dose econômica foi 16,54 t ha -1 de esterco bovino. A receita prevista devido à utilização do esterco pode ser calculada pelo aumento de produção proporcionado pela dose econômica, custo do fertilizante e pela receita obtida,. Igualando-se a derivada primeira a zero, podese calcular o aumento de produção proporcionado pelo esterco bovino; portanto, o insumo proporcionou aumento de 9,84 t ha 1. Deduzindo-se o custo de aquisição de 16,54 t ha -1 de esterco bovino, equivalente a 1,65 t de raízes, obteve-se uma receita prevista de 8,19 t ha -1 de raízes comerciais. A dose econômica foi 5% inferior à dose estimada para obtenção da produção máxima de raízes comerciais, representando 95% da máxima eficiência técnica (M.E.T), demonstrando a viabilidade econômica da produção de batata-doce, considerando os índices empregados neste trabalho. CONCLUSÕES A produção máxima total e máxima comercial de raízes estimada, pelos modelos, foi de 19,01 e 17,38 t.ha -1, respectivamente, obtidas, com 18,15 e 17,99, t.ha -1 de esterco bovino. A produção máxima de ramas estimada, pelo modelo, foi 11,77 t.ha -1 obtida, respectivamente, com 16,25 t.ha -1 de esterco de gado. A dose de esterco bovino responsável pelo máximo retorno econômico para a produção de raízes comerciais foi 16,54 t ha -1. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Barbosa, A. H. D. Rendimento de batata-doce com adubação orgânica p. (Dissertação de Mestrado em Produção Vegetal) CCA, Areia, Universidade Federal da Paraíba.

7 Componentes de produção e rendimentos de batata-doce, em função de doses de esterco... Santos et al. 121 Chaves L.H.G.; Pereira H.H.G. Nutrição e adubação de tubérculos. Campinas: Cargill, p Embrapa. Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças Cultivo da batata-doce (Ipomoea batatas (L.) Lam). 3. ed. Brasília: Ministério da Agricultura, do Abastecimento e Reforma Agrária, (EMBRAPA-CNPH. Instruções Técnicas, 7). Embrapa. Serviço Nacional de Levantamento e Conservação do Solo Manual de métodos de análise de solo. Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura, 212 p. Filgueira F.A.R. Novo Manual de Olericultura: Agro tecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2. ed. Viçosa: UFV, p. IBGE, Produção Agrícola Municipal consultado em 15/09/ Machado M.O.; Gomes A.S.; Turatti E.A.P.; Silveira Junior, P. Efeito da adubação orgânica e mineral na produção do arroz irrigado e nas propriedades químicas e físicas do solo de Pelotas. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.18, p Marchesini, A.; Allievi, L.; Comotti E.; Ferrari, A. Long-term effects of quality compost treatment on soil. Plant and Soil, v.106, p , Mendonça A.T.C; Peixoto N. Efeitos do espaçamento e de níveis de adubação em cultivares de batata-doce. Horticultura Brasileira, v.9, p , Monteiro F.A.; Dechen A.R.; Carmelo Q.C.A Nutrição mineral e qualidade de produtos agrícolas. In: ABEAS. Curso de nutrição mineral de plantas. Piracicaba: ABEAS-ESALQ, 27 p. Natale, W.; Coutinho, E.L.M.; Boaretto, A.; Pereira, F.M. Dose mais econômica de adubo nitrogenado para a goiabeira em formação. Horticultura Brasileira, v.14, p , Oliveira, J.F.; Holanda, J.S.; Fernandes, J.B.; Leite, L.A.S.; Oliveira, G.M. Níveis econômicos de adubação orgânica no cultivo de feijão Vigna e batata-doce, em leitos de rio. Caicó, EMBRAPA/UEPAE, p. (Comunicado Técnico, 4). Pimentel A.A.M.P. Olericultura no tropico úmido: hortaliças na Amazônia. São Paulo: Agronomia Ceres, p. Raij, B.V. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba. Ceres, p. Santos, J. F. dos; Oliveira, A, P. de; Alves, A. U.; Brito, C. H. de; Dornelas, C. S. M.; Nóbrega, J. P. R. Produção de batata-doce adubada com esterco bovino em solo com baixo teor de matéria orgânica. Hortic. Brasileira, Brasília, v.24, n.1, p.7, jan./mar., Silva F.N.; Maia, S.S.S.; Oliveira, M. Doses de matéria orgânica na produtividade da cultura da alface em solo eutrófico na região de Mossoró, RN. Horticultura Brasileira, v.18, p , (Suplemento). Silva J.B.C.; Lopes C.A.; Magalhães J.S. Cultura da batata-doce. In: Cereda M.P.; Agricultura: Tuberosas amiláceas Latino Americanas, São Paulo: Cargill, p Soares, K.T.; Melo, A.S.; Matias, E.C. A cultura da batata-doce (Ipomoea batatas (L.) Lam). João Pessoa: EMEPA-PB, p. (EMEPA PB. Documentos, 41). Tavares Sobrinho, J. Rendimento e qualidade do feijão-vagem em função de doses e aplicação de nitrogênio, f. (Tese Mestrado), CCA, UFPB, Areia. Yamada, H.; Kamata H. Agricultural technological evaluation of organic farming and gardening I. Effects of organic farming on yields of vegetables and soil physical and chemical properties. Bulletin of the Agricultural Research Institute of Kanagawa Prefecture, v.130, p.1-13,1989.

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