QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE MAMÃO PAPAIA COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE ARACAJU

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1 QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE MAMÃO PAPAIA COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE ARACAJU Wadson de Menezes Santos 1 ; Maria Priscilla Celestino Silveira 1 ; Raul Santos Macedo 2 ; Christtianno de Lima Rollemberg 3 ; Luiz Fernando Ganassali de Oliveira Júnior 4 1 Programa de Pós graduação em Agricultura e Biodiversidade, Universidade Federal de Sergipe, CEP , São Cristóvão-SE, Brasil 2 Estudante de graduação em Engenharia Agronômica, Universidade Federal de Sergipe, CEP , São Cristóvão-SE, Brasil 3 Professor Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Sergipe, Campus Itabaiana, CEP , Itabaiana-SE, Brasil 4 Professor adjunto, Departamento de Engenharia Agronômica, Universidade Federal de Sergipe, CEP , São Cristóvão-SE, Brasil Resumo: O mamão (Carica papaya L.) é originário da América Tropical e pertence à família Caricaceae. O mamão é consumido como fruta fresca e muito apreciado pelo seu sabor adocicado, polpa levemente perfumada e de coloração variando de amarelo a vermelho. Em termos de consumo, sua produção é mais destinada ao mercado externo e seu custo é mais elevado em relação a outras variedades. Com isso, objetivou-se neste estudo avaliar a qualidade do mamão papaia cultivar Sunrise Solo comercializados no município de Aracaju- SE. Os frutos foram coletados, aleatoriamente, em quatro estabelecimentos comerciais A, B, C e D (A supermercado, B - CEASA, C - mercado municipal e D - feira livre). O experimento foi conduzido no laboratório de Ecofisiologia e Pós-Colheita- ECOPOC da UFS. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com 4 tratamentos (A, B, C e D), e 4 repetições, sendo três frutos por repetição. As variáveis analisadas nos frutos foram: massa fresca (MF), comprimento longitudinal (CL), comprimento transversal (CT), firmeza dos frutos (F), sólidos solúveis totais (SST), acidez titulável (AT) e ph. Os frutos comercializados nos quatro estabelecimentos apresentaram características físicas e químicas que os enquadram no padrão considerado aceitável para consumo in natura de frutos da variedade papaia. PALAVRAS-CHAVES: Carica papaya L., comercialização, fruticultura.

2 INTRODUÇÃO O mamão (Carica papaya L.) é originário da América Tropical e pertence à família Caricaceae. É uma das frutas mais cultivadas no mundo, especialmente em áreas tropicais onde a temperatura média anual é de 25ºC (SIMÃO, 1998). A cultivar Sunrise Solo conhecida como mamão papaia, mas também chamada de mamão Havaí ou mamão da Amazônia, que foi utilizada neste trabalho, produz frutos pequenos, com massa média de 500 g, formato variando do piriforme a ovalado; casca lisa e firme; polpa vermelha alaranjada e cavidade interna estrelada (MAIA et al., 2007). Além disso, em termos de consumo, sua produção é mais destinada ao mercado externo e seu custo é mais elevado em relação a outras variedades. O mamão é consumido como fruta fresca e muito apreciado pelo seu sabor adocicado, polpa levemente perfumada e de coloração variando de amarelo a vermelho. Quando a fruta é colhida na época do estágio de maturação adequada e manuseada corretamente em póscolheita, o mamão permanece com um padrão ideal de qualidade para o consumo. Colheitas realizadas antes dos frutos atingirem completa maturação fisiológica prejudica o seu processo de amadurecimento afetando sua qualidade. Por outro lado, a colheita dos frutos totalmente maduros reduz a sua vida útil, dificultando o seu manuseio e transporte, devido à baixa resistência física, causando perdas qualitativas e quantitativas (CHITARRA e CHITARRA, 1990; ROCHA et al., 2005). Para estudo da qualidade dos frutos, podem ser adotados vários parâmetros, sejam eles físicos como peso, comprimento, firmeza e cor ou químicos referentes a sólidos solúveis totais (SST), ph e acidez titulável (AT). Essas características são influenciadas por fatores como condições edafoclimáticas, variedade, época e local de colheita, tratos culturais e manuseio pós-colheita (FAGUNDES e YAMANISHI, 2001). A cadeia de comercialização de cada fruta é diferente, possuindo vários componentes do mercado interno envolvidos, como: produtores, intermediários, atacadistas, CEASAS, feirantes e varejistas (supermercados, quitandas, varejões e outros), que completam a distribuição aos consumidores. Dentro desta rede existem diversos canais de comercialização de frutas no mercado interno, entre os quais: a venda direta do produtor ao consumidor, sem nenhum intermediário; do produtor ao varejista (supermercado, quitanda, feirante e outros); do produtor ao atacadista de destino, instalado próximo ao centro de abastecimento, e do

3 produtor ao atacadista de origem, localizado junto à zona de produção. Portanto, o produtor pode decidir por uma destas alternativas, escolhendo aquela que melhor se adapte às suas condições (FAGUNDES & YAMANISHI, 2001) Para que sejam adotadas técnicas que visem o melhor desempenho no sistema de comercialização desta fruta, é importante que se conheça os fatores que contribuem para a formação e qualidade do produto, buscando a melhoria do sistema de comercialização para atender às exigências cada vez maiores dos consumidores. Por isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade pós-colheita do mamão papaia comercializados em quatro estabelecimentos comerciais no município de Aracaju- SE. METODOLOGIA Os frutos de mamão variedade papaia foram obtidos em quatro estabelecimentos comerciais, A- supermercado, B- CEASA, C- mercado municipal de Aracaju e D- feira livre. Em cada local foram coletadas, aleatoriamente, amostras de frutos, mais representativos do lote (tamanho e formato uniforme). As análises foram realizadas imediatamente após a coleta das amostras no laboratório ECOPOC da Universidade Federal de Sergipe. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, sendo os tratamentos (A, B, C e D), com 4 repetições, sendo 3 frutos por repetição. As variáveis analisadas foram: massa fresca (MF), comprimento longitudinal (CL), comprimento transversal (CT), firmeza dos frutos (F), ph, acidez titulável (AT) e sólidos solúveis totais (SST). A massa fresca foi obtida com auxílio de uma balança semi-analítica, enquanto o comprimento longitudinal e o comprimento transversal foram medidos com paquímetro. A firmeza dos frutos foi realizada por três leituras na parte equatorial de cada fruto, sendo os pontos distribuídos de forma eqüidistantes, formando um ângulo de 120º. O instrumento utilizado foi o penetrômetro digital de 8 mm de diâmetro, e os resultados obtidos Newton (N). Enquanto, o ph e acidez titulável foram determinados utilizando a metodologia do Instituto Adolfo Lutz (1985).

4 Análise Estatística Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias dos dados foram comparadas pelo teste Tukey, ao nível de 5% de probabilidade. As análises foram realizadas pelo programa computacional ASSISTAT Versão 7.6 beta (2013). RESULTADOS E DISCUSSÃO Na tabela1, são apresentados os resultados para as características físicas dos mamões. Onde não houve diferença significativa para as variáveis analisadas. Segundo Torres (2001), a massa dos frutos da variedade Papaia alterna entre 300 a 700 g, aproximando-se dos valores obtidos neste trabalho que apresentaram média 469,38 g. A massa correlaciona-se bem com o tamanho do produto e constitui uma característica varietal. Ao atingirem o pleno desenvolvimento, as frutas devem apresentar massa variável dentro dos limites típicos da cultivar, os quais são bastante flexíveis (CHITARRA; CHITARRA, 2005). Tabela 1. Características físicas do mamão papaia comercializado em Aracaju SE, Tratamentos MF CL CT -----g cm----- Supermercado 404,47 a 13,83 a 8,03 a CEASA 446,70 a 13,67 a 8,20 a Mercado municipal 470,23 a 13,53 a 8,75 a Feira livre 556,13 a 15,63 a 8,60 a Média¹ 469,38 14,17 8,40 CV (%) 15,00 8,22 5,09 1 Médias seguidas pela mesma letra nas colunas não apresenta diferença significativa pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade. Nota: MF massa do fruto; CL - comprimento longitudinal; CT comprimento transversal.

5 De acordo com a tabela 2, não houve diferenças significativas entre os estabelecimentos comerciais estudados. Tabela 2. Características físico-químicas de mamão papaia comercializado em Aracaju SE, Local F SST AT ph -----N %----- Supermercado 14,3 a 11,47 a 0,81 a 5,47 a CEASA 15,14 a 11,03 a 0,78 a 5,40 a Mercado municipal 12,30 a 11,63 a 0,57 a 5,62 a Feira livre 15,7 a 11,55 a 0,90 a 5,87 a Média¹ 14,36 11,42 0,77 5,59 CV (%) 12,1 4,4 23,2 1,4 Médias seguidas pela mesma letra nas colunas não apresenta diferença significativa pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade. Nota: F firmeza do fruto; SST sólidos solúveis totais; AT acidez titulável. A firmeza do fruto é considerada um dos atributos de importância na qualidade de frutos, já que afeta a sua resistência ao transporte, às técnicas de conservação pós-colheita e ataque de microorganismos (JERÔNIMO et al., 2007). Segundo, (LIMA et al., 2006) observaram valor 11,2 N de firmeza, valor abaixo do obtido neste estudo. De acordo com Jerônimo et al. (2007), encontraram o valor de 12,02 % para sólidos solúveis em mamão, valor um pouco acima do encontrado no presente trabalho. A acidez titulável avaliada nos frutos variando de 0,57 a 0,90 %. Estes valores se encontram dentro das estimativas propostas por (JERÔNIMO et al., 2007;LIMA et al., 2006; SOUZA et al., 2006). CONCLUSÕES Os mamões da variedade papaia comercializados nos estabelecimentos de Aracaju SE apresentaram de modo geral, características físicas e químicas que se enquadram no modelo considerado aceitável para seu consumo in natura.

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSISTAT Versão 7.6 beta (2013) Homepage: Por Francisco de A. S. e Silva DEAG-CTRN-UFCG - Atualiz.01/03/2013. CHITARRA, M.I.F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de frutas e hortaliças: fisiologia e manuseio. 2.ed. rev. e ampl. Lavras: UFLA, p. CHITARRA, M. N.; CHITARRA, A. D. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: ESAL/FAEPE FAGUNDES, G. R.; YAMANISHI, O. K. Características físicas e químicas de frutos de mamoeiro do grupo 'solo' comercializados em 4 estabelecimentos de Brasília-DF. Revista brasileira de fruticultura, Jaboticabal, v.23, n.3, INSTITUTO ADOLFO LUTZ (IAL). Normas analíticas, métodos químicos e físicos para análise de alimentos. 3. ed. São Paulo, 1985 v.1, p.533. JERONIMO, E.M. et al. Qualidade de mamões armazenadas sob atmosfera modificada. Ciência e Agrotecnologia, v.31, n.4, p , LIMA, M.A.C. et al. Tratamentos pós-colheita com 1-metilciclopropeno em mamão: efeito de doses e número de aplicações. Revista Brasileira de Fruticultura, v.28, n.1, p.64-68, MAIA, G. A.; SOUSA, P. H. M; LIMA, A. S. Processamento de sucos de frutas tropicais. Fortaleza: Editora UFC, ROCHA, R.H.C.; NASCIMENTO, S.R.C.; MENEZES, J.B.; NUNES, G.H.S.N.; SILVA, E.O. Qualidade pós-colheita do mamão formosa armazenado sob refrigeração. Revista Brasileira de Fruticultura. Jaboticabal, v. 27, n. 3, p , SILVA, A.V.C.; MENEZES, J.B. Caracterização físico-química de mamão submetida a aplicação de cloreto de cálcio pré-colheita e armazenamento refrigerado Scientia Agrícola, v.58, n.1, p , SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, p. TORRES, M.M. Qualidade de mamão (Carica papaya L.) exportada pelo porto de Natal- RN. Mossoró: ESAM, p.

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