Palavras-chave Rotulagem de alimentos, consumidores, supermercados, hipermercados

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1 Avaliação do hábito de leitura pelos consumidores de rótulos de alimentos e bebidas comercializados em supermercados e hipermercados na região metropolitana de Belo Horizonte Marina Celle BRANDÃO 1, Wemerson de CASTRO 2, Eliane Azevedo BARROS 3 1 Nutricionista formada pelo Centro Universitário Newton Paiva, especialista em Controle de Qualidade e Segurança Alimentar. 2 Biólogo formado pelo Centro Universitário de Caratinga, especialista em Controle de Qualidade e Segurança Alimentar. 3 Nutricionista formada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, especialista em Controle de Qualidade e Segurança Alimentar. 4 RESUMO Introdução. De acordo com a ANVISA, rótulo é toda matéria descritiva ou gráfica que esteja escrita, impressa, estampada, gravada ou colada sobre a embalagem de um alimento. Sua apresentação tornou-se obrigatória em todos os alimentos e bebidas desde 2001, excluindo-se desta obrigatoriedade apenas a água, embalagens que possuam até 10x8 cm e bebidas alcoólicas. Deve conter informações importantes que apresentem ao cliente todas as suas especificações como denominação de venda, ingredientes, peso liquido, dados do fabricante, lote, prazo de validade, instruções de preparo, informações nutricionais e tipos de tratamento utilizados no produto. Justificativa. Com o crescente consumo de produtos industrializados, observa-se a necessidade do hábito de leitura das informações contidas nos rótulos dos alimentos e bebidas, uma vez que é de suma importância para a segurança alimentar e nutricional destes. Objetivo. Avaliar o interesse dos consumidores pela leitura dos produtos adquiridos nos supermercados e hipermercados da região metropolitana de Belo Horizonte. Métodos. Foi realizada uma pesquisa quantitativa na região metropolitana de Belo Horizonte, sendo entrevistados 70 indivíduos escolhidos aleatoriamente, os quais são consumidores de diferentes supermercados e hipermercados. Resultados. A maioria dos consumidores entrevistados apresentou falta de interesse na leitura dos rótulos, uma vez que possuem dificuldade para entendimento das informações contidas no mesmo ou não as consideram importantes. As informações mais consultadas por eles são valor calórico do produto, data de validade, alimento diet ou light. Palavras-chave Rotulagem de alimentos, consumidores, supermercados, hipermercados INTRODUÇÃO A legislação brasileira define rótulo como toda inscrição, legenda ou imagem, ou toda matéria descritiva ou gráfica, escrita, impressa, estampada, gravada, gravada em relevo ou litografada ou colada sobre a embalagem do alimento (ANVISA, 1999) A Resolução ANVISA RDC 360/03 - REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE ROTULAGEM NUTRICIONAL DE ALIMENTOS EMBALADOS torna obrigatória a rotulagem nutricional, baseada nas regras estabelecidas com o objetivo principal de atuar em benefício do consumidor, e ainda, evitar

2 obstáculos técnicos ao comércio. Além desta resolução, deve-se estar atento à Resolução RDC 359/03, que discorre sobre as porções de alimentos e bebidas embalados para fins de rotulagem nutricional. De acordo com a legislação, todos os alimentos e bebidas devem possuir obrigatoriamente uma rotulagem, possuindo exceções para: água, embalagens que tenham até 10 X 8 cm e bebidas alcoólicas (MS; ANVISA, 2003). No Brasil, as informações fornecidas através da rotulagem contemplam um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor que, em seu artigo 6, determina que a informação sobre produtos e serviços deve ser clara e adequada e com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem (CDC, 1990). O principal objetivo da rotulagem é a opção de escolha de alimentos mais saudáveis e seguros ao consumidor, oferecendo a opção de comparação dos produtos similares, o que gera melhores escolhas (MANTOANELLI, et. al, 1999). A rotulagem dos alimentos, ao orientar o consumidor sobre a qualidade e a quantidade dos constituintes nutricionais dos produtos, pode promover escolhas alimentares apropriadas, sendo indispensável, no entanto, a fidedignidade das informações (MANTOANELLI, et. al, 1999; COUTINHO, 2007). A informação correta na rotulagem evita situação de risco à saúde do consumidor, principalmente dos portadores de patologias como: diabetes, intolerância à lactose, hipertensão arterial, entre outras (MANTOANELLI, et. al, 1999). A legislação brasileira de rotulagem tem por base as determinações do Codex Alimentarius, principal órgão internacional responsável pelo estabelecimento de normas sobre a segurança e a rotulagem de alimentos (KIMBRELL, 2000). No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), ligada ao Ministério da Saúde, é responsável, entre outras atribuições, por fiscalizar a produção e a comercialização dos alimentos, além de normatizar a sua rotulagem. Embora a elaboração de leis para controle e vigilância de alimentos

3 tenha tido início na década de 1950, somente com a criação da ANVISA, em 1999, a rotulagem nutricional tornou-se obrigatória (PAIVA, 2005). A leitura dos rótulos é condição essencial para quem deseja uma alimentação de qualidade e equilibrada. Ler e interpretá-los não é tarefa difícil se entendermos determinadas convenções. Assim, um rótulo deve conter: - Denominação de venda do alimento: é o nome específico que indica a origem e as características do alimento. - Lista de ingredientes: com exceção de alimentos com um único ingrediente (por exemplo: açúcar, farinha de trigo, vinho), os demais devem ter a descrição de todos os ingredientes no rótulo, por ordem decrescente da proporção. Os aditivos alimentares também devem fazer parte da lista sendo relatados por último. - Peso líquido: no rótulo deve constar a quantidade de alimento presente na embalagem, sendo expressa normalmente em mililitro (ml), litro (l), grama (g), quilo (Kg) ou por unidade. - Identificação da origem: devem ser indicados o nome e o endereço do fabricante. Atualmente, a maioria das indústrias oferece aos clientes, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), disponibilizando também no rótulo, o telefone e o para facilitar o contato em caso de dúvidas, críticas ou sugestões. - Identificação do lote: todo rótulo deve ter impresso uma indicação em código que permita identificar o lote a que pertence o alimento. - Prazo de validade: deve estar presente de forma visível e clara. No caso de alimentos que exijam condições especiais para sua conservação, deve ser indicado o melhor local de armazenamento (freezer, congelador, geladeira) e o vencimento correspondente. 0 mesmo se aplica a alimentos que podem se alterar depois de abertas suas embalagens. O consumidor deve estar sempre atento à data de validade, ao adquirir um alimento. - Instruções sobre o preparo e uso do alimento: quando necessário, o rótulo deve conter as instruções necessárias sobre o modo apropriado de uso, incluídos a reconstituição e o descongelamento. - Informações nutricionais: de acordo com a Resolução nº 40, de 21/03/01, todos os alimentos e bebidas produzidos, comercializados e embalados na ausência do cliente e prontos para oferta ao consumidor devem ter as

4 informações nutricionais presentes no rótulo. Excluem-se deste Regulamento, as águas minerais e as bebidas alcoólicas. A importância da rotulagem nutricional dos alimentos, para a promoção da alimentação saudável, é destacada em grande parte dos estudos e pesquisas que envolvem a área da nutrição, e sua relação com estratégias para a redução do risco de doenças crônicas, tais como: hipertensão arterial sistêmica, obesidade, diabetes, dentre outras (COUTINHO, 2007). A Rotulagem Nutricional compreende dois componentes: - Declaração de Nutrientes: é a relação ou listagem ordenada dos nutrientes de um alimento. - Informação Nutricional Complementar: é qualquer representação que afirme, sugira ou implique que um produto possui propriedades nutricionais particulares, especialmente, mas não somente, em relação ao seu valor calórico e ao seu conteúdo de carboidratos, proteínas, gorduras e fibras alimentares, bem como seu conteúdo de vitaminas e minerais. Os nutrientes que devem ser declarados na rotulagem são: valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio. A primeira norma referente à rotulagem de alimentos no âmbito do Ministério da Saúde foi o decreto-lei n 986 de 1969, que determina que todo o alimento será exposto ao consumo ou entregue à venda depois de registrado no Ministério da Saúde. Tal decreto, ainda em vigor, estabelece a obrigatoriedade de informações como tipo de alimento, nome ou marca, nome do fabricante, local da fábrica, número de registro no Ministério da Saúde, indicação do emprego de aditivos intencionais, número de identificação da partida, lote, data de fabricação e indicação do peso ou volume, que devem constar de forma legível nas embalagens dos produtos (Ministério da Marinha de Guerra do Exército e da Aeronáutica Militar, 1969). Desde então, diversas normas foram publicadas e revogadas. Atualmente, estão em vigor as portarias 27 e 29 de 1998, referentes, respectivamente, à INC (MS; ANVISA, 1998) e à rotulagem de alimentos para fins especiais, que são os alimentos especialmente formulados, nos quais se introduzem modificações no conteúdo de nutrientes, adequados à utilização em dietas diferenciadas e/ou opcionais,

5 atendendo às necessidades de pessoas em condições metabólicas e fisiológicas específicas (MS; ANVISA, 1998). Além dessas, as resoluções de diretoria colegiada (RDC) n 259 (MS; ANVISA, 2002) e n 40 (MS; ANVISA, 2002), de 2002, e a n 360 (MS; ANVISA, 2003), de 2003, ainda em vigor, constituem-se as principais resoluções referentes à rotulagem dos alimentos industrializados, pois fixam os regulamentos técnicos para a rotulagem de alimentos embalados, a rotulagem nutricional e a obrigatoriedade da advertência contém glúten. Esse arcabouço normativo é uma importante ferramenta para disponibilizar, de forma adequada e obrigatória, as informações relativas aos produtos disponíveis no mercado. A ANVISA incentiva os fabricantes de alimentos e bebidas a dispor nos rótulos, as informações referentes ao conteúdo de colesterol, cálcio e ferro, desde que o produto apresente quantidade igual ou superior a 5%, com o objetivo de aumentar o nível de conhecimento do consumidor. A informação adequada e clara sobre os alimentos é um direito básico do cidadão e previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC, 1990). Internacionalmente, o rótulo é considerado o melhor veículo de informação ao consumidor. É o que está à mão no ato da compra e que caracteriza o produto com dados sobre prazo de validade, conservação, ingredientes, composição nutricional, valor calórico por porção e relação com a necessidade diária de ingestão. O aperfeiçoamento das relações de comércio passa também pelo rótulo. As informações apresentadas, no caso do Brasil, estão harmonizadas com os países do grupo Mercosul, facilitando exportações e mesmo importações de alimentos. Habituar-se à leitura do rótulo ajuda na formação do consumidor que informado terá melhores condições para decidir sobre a compra ou não de um determinado produto.

6 MATERIAIS E MÉTODOS Para o presente estudo, foi realizada uma etapa quantitativa onde 70 consumidores de diferentes supermercados e hipermercados da região metropolitana de Belo Horizonte foram entrevistados. Os dados foram coletados ao longo do primeiro semestre de 2009 por três nutricionistas e um biólogo devidamente preparados para a coleta de dados. Foram entrevistados apenas indivíduos residentes nas cidades pesquisadas na região metropolitana de Belo Horizonte, maiores de 18 anos, pertencentes aos níveis de renda A, B e C, segundo os critérios de classificação socioeconômica da Associação Brasileira de Pesquisa de Mercado (ABIPEME). O instrumento de coleta de dados utilizado no estudo foi elaborado pela coordenadora do curso de Nutrição do Instituto Metodista Izabela Hendrix, professora Carolina Ferreira Rossi, tendo sido composto por questões socioeconômicas do entrevistado, entre elas idade, sexo, escolaridade e renda, e a aspectos relacionados ao uso e à leitura dos rótulos dos alimentos, entre eles hábito de leitura, quais as informações consultadas com freqüência, se há consulta de informações nutricionais, quais os nutrientes consultados com freqüência, compreensão ou não das informações nutricionais e se a leitura gera um consumo mais saudável. Os dados obtidos foram analisados em base estatística, seguindo padrões de P< 0,05. RESULTADOS Dentre os entrevistados, observou-se que a maioria dos freqüentadores dos supermercados e hipermercados possui faixa etária entre 31 a 50 anos (48,5%), seguindo as pessoas de 18 a 30 anos (38,5%) e logo as pessoas com mais de 50 anos (12,8%). Com o gráfico I, podemos observar que a porcentagem de consumidores que fazem a leitura periódica dos rótulos durante a compra foi maior (71,4%) e uma porcentagem baixa diz não ter esse hábito de leitura dos rótulos (28,5%), mostrando que o brasileiro esta começando a visualizar a importância e criar

7 hábitos de leitura dos rótulos, uma vez que estudos mostram que a maioria dos consumidores não possui esse hábito, dessa forma dos 70 consumidores entrevistados 50 afirmam fazer a leitura. Essa alta porcentagem de consumidores que realizam a leitura dos rótulos possa esta relacionada ao grau de instrução dos mesmos, uma vez que 30% desses possuem 3 grau completo, 17,1% 3 grau incompleto e 20% pós-graduado, mostrando mais uma vez que o grau de estudo pode influenciar nesse hábito de ler os rótulos. GRÁFICO I. Consumidores que possuem hábito ou não de leitura dos alimentos comercializados, disponíveis para compra nos supermercados e hipermercados Mas observou-se que a leitura dos rótulos para alguns consumidores só é feita de acordo com interesse específico para determinados alimentos, como apresentado pelo Gráfico II, que mostra uma grande porcentagem de consumidores que consulta os rótulos de todos os alimentos e alguns consumidores que só consultam os rótulos de alimentos específicos como consumidores portadores da diabetes (4,2%), insuficiência renal (1,4%), alimentos conhecidos, ou seja, alimentos consumidos com mais freqüência (10%). O gráfico apresenta uma porcentagem de 27,1% de consumidores que não responderam a essa pergunta no questionário uma vez que os mesmos afirmavam que não faziam a leitura dos rótulos. Entre os 70 consumidores entrevistados 31(44,2%) afirmam que liam todos os rótulos, 7 (10%) liam de alimentos conhecidos, 5 (7,1%) liam de alimentos específicos, 3 (4,2%) de alimentos doce e 1 (1,4%) liam para outros tipos de alimentos (gráfico II).

8 A pesquisa mostrou que a maioria dos consumidores não apresentou muito interessados em informação de produtos light e diet, pois somente 1,4% dos entrevistados procuram esse tipo de informação nos rótulos (gráfico II). GRÁFICO II. Rótulo dos alimentos normalmente consultados pelos consumidores de diferentes supermercados e hipermercados A tabela I mostra o objetivos e informações consultadas nos rótulos pelos consumidores antes da compra. A maior parte dos consumidores 18,5% possui o objetivo de saber o número de calorias, reforçando mais uma resultados obtidos por Monteiro et al.(2005), que mostra que um dos maiores objetivos de se ler o rótulo é para saber sobre calorias e em seu estudo ainda compara que essa ação esta relacionada na grande maioria pelo sexo feminino. Em seguida o objetivo é saber a quantidade de gordura (11,5%) que pode esta relacionado a estetica, regime, uma vez que consumidores querem alimentos com baixo teor de lípidios e também com 11,5% esta o objetivo de saber a validade do produto, sendo uma informação muito importante para a saúde alimentar do consumidor. Em seguida, esta a procura por alimentos com alto teor vitaminico com 7,9 % dos entrevistados. O interesse pela leitura da tabela nutricional e aqueles consumidores que não realizam a consulta as informações contidas no rótulo corresponderam a mesma porcentagem na pesquisa (6,1%) das resposta, a leitura para saber os ingredientes contidos no alimento foi de 4,4% somente. A tabela mostra vários outros objetivos mais em uma porcentagem menos comparada com os apresentados acima.

9 TABELA I. Objetivo e informações consultadas com maior freqüência nos rótulos de alimentos e bebidas observadas pelos consumidores que frequentam supermercados e hipermercados na região metropolitana de Belo Horizonte, MG Objetivo N o % Ler tabela nutricional 7 6,1 Ler observações chamativas 3 2,6 Não realiza consulta das informações 7 6,1 Saber os ingredientes do produto 5 4,4 Saber informações adicionais do produto 1 0,9 Saber o número de calorias do produto 21 18,5 Saber a quantidade de gordura do produto 13 11,5 Saber a quantidade de sódio do produto 5 4,4 Saber se o produto possui glúten 2 1,7 Não consulta com periodicidade determinada as 1 0,9 informações específicas Ler todas as informações 3 2,6 Saber a marca do produto 2 1,8 Saber o preço do produto 6 5,3 Saber quais vitaminas o produto possui 9 7,9 Saber a quantidade de carboidratos e açúcar no produto 2 1,8 Saber a quantidade de proteína do produto 2 1,7 Saber a validade do produto 13 11,5 Saber onde o produto foi fabricado 1 0,9 Não respondeu 10 8,8 a n = 113 respostas Dos consumidores entrevistados 61,4% consulta as informações nutricionais e 37,1%, não possui esse hábito. Muitos não realizam esse tipo de consulta por não apresentar conhecimento suficiente para compreender as informações nutricionais contidas nos rótulos (gráfico III). GRÁFICO III. Consumidores que possuem o hábito de leitura ou não das informações nutricionais contidas nos rótulos de alimentos e bebidas comercializados em diferentes supermercados e hipermercados Das 234 respostas obtidas para tipos de informações e nutrientes mais consultadas na tabela nutricional, a caloria teve destaque mais uma vez com 16,6%, seguindo da gordura trans, gorduras totais, gorduras saturadas, fibras,

10 proteínas e sódio, carboidratos com 14,9%, 13,2%, 12,8%, 9,4%, 8,9% e 8,1% respectivamente. Esses resultados mostra que a preoculpação maior são com os nutrientes que causam algum dano a saúde ou a estetica de uma pessoa (tabela II). TABELA II. Tipos de informações e nutrientes consultados com maior freqüência nos rótulos de alimentos e bebidas observadas pelos consumidores que frequentam supermercados e hipermercados na região metropolitana de Belo Horizonte, MG. Tipo de informações N o % Calorias 39 16,6 Carboidratos 19 8,1 Proteínas 21 8,9 Gorduras totais 31 13,2 Gorduras saturadas 30 12,8 Gorduras trans 35 14,9 Fibras 22 9,4 Sódio 21 8,9 Não respondeu 16 6,8 a n = 234 respostas Os consumidores se queixam a respeito da complexidade apresentada pelas informações nos rótulos, alegando difícil entendimento e segundo a pesquisa esse tipo de dificuldade de compreensão das informações contidas nos rótulos é muito frequente. Na tabela III podemos visualizar isso com facilidade sendo 28 respostas (38,8%) afirmaram não compreender ou compreender somente algumas informações contidas nos rótulos, devendo consideram também que 6,9% só compreendem informações simples (tabela III). 16,6% das respostas compreendem todas as informações contidas nos rótulo, um resultado muito inferior quando comparado com os resultados apresentados acima que demonstra que quase a metade dos consumidores possui alguma dificuldade de compreensão das informações (tabela III). Uma porcentagem pequena compreende informações específicas, como calorias e

11 gorduras, mostrando mais uma vez que nas varias outras informações possuem algum tipo de dificuldade de compreensão (tabela III). TABELA III. Nível de compreensão dos rótulos pelos consumidores que frequentam supermercados e hipermercados na região metropolitana de Belo Horizonte, MG. Compreensão dos rótulos N o % Informações simples 5 6,9 Não possui hábito de leitura Compreende somente algumas informações 14 19,4 Compreende somente calorias 5 6,9 Compreende somente gorduras 2 2,7 Compreende todas as informações 12 16,6 Acredita que há ganho de peso com o consumo 1 1,3 Não compreende as informações 14 19,4 Não respondeu 1 1,3 a n = 72 respostas Os rótulos além de informar, também apresentam outras funções como de auxiliar no controle de uma dieta, auxiliar na realização de uma alimentação saúdavel e adequada. Desta forma, 77,1% dos consumidaores acreditam que as informações contidas nos rótulos são suficientes e ideais para auxiliar na realização de uma alimentação saúdavel e 22,8% acham que não conseguem através do rótulo ter uma alimentação adequada (gráfico IV). Os resultados monstram que os consumidores estão consumindo cada vez mais alimentos pré-preparados ou prontos e de fácil consumo, devido ao tempo curto e muitos afazeres do dia-a-dia e essa pesquisa mostra que os consumidores estão conseguindo acompanhar esse crescimento e tendo conhecimento dos alimentos que estão sendo consumindo, mas é importante ressaltar que os brasileiros a cada dia estão se alimentando de forma inadequada com consumo de alimentos muito caloricos e pouco nutritivos.

12 GRÁFICO IV. Compreensão dos rótulos de alimentos e bebidas para a contribuiçao de uma alimentação mais adequada CONCLUSÃO O hábito de um indivíduo é decorrente de um processo educacional ao longo de um período, o qual resulta em mudanças de comportamento e melhores noções de práticas e necessidades. A rotulagem nutricional, como qualquer outra fonte de informação, faz parte de um processo educativo, devendo ser trabalhada de modo a servir como instrumento para a educação em saúde. Por sua vez, a intenção da educação é a mudança da condição humana do indivíduo que adquire o conhecimento. No Brasil, atualmente, os consumidores vem procurando ler com maior freqüência os rótulos dos alimentos, realizando comparações entre produtos similares e conhecendo melhor os produtos adquiridos durante suas compras. A comparação entre produtos similares propicia a oportunidade de escolher os alimentos mais saudáveis e mais adequados às necessidades nutricionais e físicas do consumidor, devendo ser este um fator a ser destacado no momento da elaboração de programas educativos sobre a rotulagem nutricional obrigatória. A simples presença das informações não é o que determina o uso das mesmas na pratica alimentar, já que muitos consumidores ignoram a leitura destes dados, mesmo as considerando importantes. Alguns consumidores não as compreendem, dificultando o processo de utilização das informações contidas nos rótulos.

13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Brasil, Ministério da Marinha de Guerra do Exército e da Aeronáutica Militar. Decreto-lei n 986/69 sobre rotulagem de alimentos embalados. Brasília: Ministério da Marinha de Guerra do Exército e da Aeronáutica Militar; Disponível em: Acessado em julho de Brasil, Ministério da Justiça. Código de Defesa do Consumidor (CDC). Lei n 8 078/90 de 11 de setembro de Disponível em Acessado em julho de Brasil, Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Informação nutricional complementar. Portaria n 27 de 13 de janeiro de Brasília: Ministério da Saúde; Disponível em: Acessado em maio de Brasil, Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Alimentos para fins especiais. Portaria n 29 de 13 de janeiro de Brasília: Ministério da saúde; Disponível em: Acessado em maio de Brasil, Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Rotulagem geral de alimentos embalados. Resolução RDC n 259 de 20 de setembro de Brasília: Ministério da saúde; Disponível em: Acessado em junho de Brasil, Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Determinação de glúten dos alimentos. Resolução RDC n 40 de 8 de fevereiro de Brasília: Ministério da Saúde; Disponível em: anvisa.gov.br/alimentos/legis/especifica/rotuali.htm. Acessado em junho de Brasil, Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Informação nutricional. Resolução RDC n 360 de 23 de dezembro de Brasília: Ministério da saúde; Disponível em: alimentos/legis/especifica/rotuali.htm. Acessado em junho de Coutinho J.G.; Recine E. Experiências internacionais de regulamentação das alegações de saúde em rótulos de alimentos. Rev. Panam. Salud Publica/Pan Am J Public Health. 2007; 22(6): Kimbrell E. What is codex alimentarius? AgBioForum. 2000;3(4): Disponível em: Acessado em junho de 2009

14 Mantoanelli G., Colucci A.C.A.; Philippi S.T.; Fisberg R.M.; Latterza A.R.; Cruz A.T.R. Avaliação de rótulos e embalagens de alimentos infantis: bebidas lácteas, iogurte e queijo tipo Petit Suisse. Hig Alimentar. 1999;13(60):21 8. Monteiro R.A.; Coutinho J.G.; Recine E. Consulta aos rótulos de alimentos e bebidas por freqüentadores de supermercados em Brasília, Brasil. Rev Panam. Salud Publica. 2005; 18(3): Paiva A.J.; Henriques P. Adequação da rotulagem de alimentos diet e light ante a legislação específica. Rev Baiana Saúde Publica. 2005; 19(Supl. 1):

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