Prezado Cliente. Bem-Vindo! Catálogo 2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prezado Cliente. Bem-Vindo! Catálogo 2015"

Transcrição

1 Bem-Vindo! Prezado Cliente Pelas salas de aula do Centro de Treinamento da Helibras já passaram mais de 13 mil alunos. Foram 10 anos para atingir a marca de alunos e atualmente são formados aproximadamente alunos por ano. Essa marca é resultado do crescimento do mercado aeronáutico e a preocupação do cliente com a segurança, o que demanda formação sólida e atualização contínua. O Centro de treinamento tem sede principal em Itajubá (MG) e filial em São Paulo e, futuramente, no Rio de Janeiro com a inauguração do Centro de Simuladores prevista para o último trimestre de 2015, além de oferecer alguns treinamentos na própria sede do cliente. Somos aprovados pela ANAC e pela Airbus Helicopters para realizar a formação de pilotos e mecânicos de quase toda a gama de helicópteros comercializada pela Helibras / Airbus Helicopters, contando, inclusive, com uma maquete em tamanho real do modelo AS 350 Esquilo - helicóptero mais vendido no mercado brasileiro, além de diversos componentes e conjuntos mecânicos reais para alguns modelos. Conheça os programas de treinamento disponíveis nas páginas a seguir. Caso não encontre o treinamento que está procurando para a sua equipe, contatenos, para que possamos avaliar a possibilidade de oferecer uma solução personalizada que atenda à sua necessidade. As informações contidas neste catálogo também estão disponíveis no website Atenciosamente, Vincent Saintagne Diretor de Treinamento Cíntia Trentini Gerente de Treinamento Centro de Treinamento Página 1

2 Bem-Vindo! Centro de Treinamento Página 2

3 Índice Bem-Vindo! Ao Centro de Treinamento Helibras Informações Gerais Contato Localização Hospedagem e Transporte Inscrição... 9 Preço Pagamento Treinamento para Pilotos Treinamento para Qualificação de Tipo Inicial Solo e Voo Treinamento de Diferenças Solo e Voo Treinamento de Revalidação Periódica de Tipo Treinamento de Reciclagem de Emergência Treinamento LOFT Treinamento em FFS - DRY Treinamento IOS Treinamentos Complementares Treinamento para Pilotos e Mecânicos Voos de Manutenção Voos de Manutenção Reciclagem Treinamento para Mecânicos Mecânico Célula Mecânico Célula Reciclagem Mecânico Célula Diferenças Manutenção Conjuntos Mecânicos Sistema Hidráulico Análise de Vibrações Teoria Análise de Vibrações Prática Balanceamento de Rotores Instruções de Revisões Programadas Motores à Reação - Fabricante Treinamento para Aviônicos Mecânico Aviônicos Mecânico Aviônicos Reciclagem Sistemas Elétricos Sistemas Aviônicos Piloto Automático Treinamentos Especiais Documentação Técnica (Básico) Documentação Técnica (Avançado) frota francesa Documentação Técnica (Avançado) frota alemã Centro de Treinamento Página 3

4 Suprimentos de Aeronaves Procedimentos de Manutenção e Inspeção de Pás Corrosão e Tratamentos de Superfícies Metálicas Coordenador de Manutenção Procedimentos de Manutenção Noções Elementares do Ar Condicionado Familiarização Centro de Treinamento Página 4

5 Informações Gerais Contatos INFORMAÇÕES COMERCIAIS Mercado Civil Tel: (11) / Mercado Governamental: Tel: (11) / Mercado Militar: Marinha do Brasil: Tel: (21) / Exército Brasileiro: Tel: (11) / Força Aérea Brasileira Tel: (21) / Mercado Oil & Gas Tel: (21) / INFORMAÇÕES TÉCNICAS Centro de Treinamento Itajubá Tel: (35) / (35) Fax: (35) Centro de Treinamento e Simuladores Para treinamento em Full Flight Simulator H225/H225M entre em contato através do website: Centro de Treinamento Página 5

6 Informações Gerais Localização O Centro de Treinamento da Helibras sede principal está localizado na cidade de Itajubá, sul de Minas Gerais, a 1,4 km da fábrica. Alguns treinamentos podem ser realizados também em nossos centros satélite abaixo: HELIBRAS SÃO PAULO SP Aeroporto Campo de Marte Av. Santos Dumont, Setor C, Lote 3 - Santana São Paulo - SP Brasil (Entrada pela Av. Olavo Fontoura) Centro de Treinamento Página 6

7 Informações Gerais Hospedagem e Transporte Despesas de hospedagem, transporte e alimentação não estão inclusas nos preços dos cursos. No entanto, A HELIBRAS poderá incluir essas despesas na proposta c o m e r c i a l e faturar junto com o pagamento do curso. Tal serviço envolve uma taxa administrativa sobre o valor total das despesas. HOSPEDAGEM EM ITAJUBÁ - MG Hotel Amantikyr **** Rua Dona Maria Carneiro, 241 (35) Hotel Embaixador **** Rua Coronel Rennó, 247 (35) Flat Itajubá *** Rua Antônio Correia Cardoso, 219 (35) Hotel Coroados **** Rua São Judas Tadeu, 555 (35) Palace Hotel *** Rua José Gomes Bustamante, 10 (35) Hotel Bramig *** Rua Dona Maria Carneiro, 76 (35) Poeta Flat *** Rua Padre Marçal Ribeiro, 225 (35) Hotel Bahiti ** Rua Dona Maria Carneiro, 219 (35) Real Hotel ** Av. Pres. Tancredo A. Neves, 479 (35) A Modelar Hotel ** Av. Pres. Tancredo A. Neves, 76 (35) Hotel Oriente ** Rua Miguel Braga, 195 (35) HOSPEDAGEM EM SÃO PAULO SP Novotel Center Norte **** Av. Zaki Narchi, 500 Vila Guilherme (11) Brasília Small Town *** R. Dr. Olavo Egidio, 420 Santana (11) Holiday Inn Park Anhembi **** R. Prof. Milton Rodrigues, 100 Pq. Anhembi (11) Santana Gold *** R. Dr. Olavo Egidio, 170 Santana (11) Mercure Nortel *** Av. Luis Dumont Villares, 400 Santana (11) Centro de Treinamento Página 7

8 Informações Gerais Centro de Treinamento Página 8

9 Treinamento para Pilotos Inscrição A inscrição pode ser solicitada por telefone ou (ver contatos na página 05). Para confirmação da matrícula é necessário receber até 15 dias antes do início do curso: Proposta aprovada; Ficha de inscrição preenchida; Documentos de identificação/habilitação e Comprovante de pagamento. O aluno deve ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos; A realização dos cursos está sujeita ao atingimento da turma mínima para cada sessão. As datas de início e término dos cursos são definidas, sobretudo, em função do cronograma de entregas de aeronaves e podem ser alteradas a critério da HELIBRAS, não representando qualquer compromisso até a efetivação da matrícula do aluno. Temos flexibilidade, se possível, para alterar as datas do programa, adaptando-nos a uma eventual necessidade. Não deixe de nos contatar caso elas não atendam seu interesse. Os treinamentos são ministrados de segunda a sexta-feira das 08h30 às 16h30. Preço Para maiores informações sobre preços solicitar proposta comercial aos contatos indicados na página 5. Pagamento O pagamento de 30% do valor do curso deve ser realizado na confirmação da matrícula. O restante do valor poderá ser faturado no término do treinamento com prazo de 15 dias para pagamento mediante aprovação de crédito. Os pagamentos podem ser realizados mediante boleto bancário ou com cartão de crédito à vista ou parcelado em até 06 (seis) vezes sem juros. Dados para depósito Identificado: Helicópteros do Brasil S/A - Helibras Banco Itaú Banco Itaú - Ag Itajubá CC CNPJ: / Centro de Treinamento Página 9

10 Treinamento para Pilotos QUALIFICAÇÃO DE TIPO INICIAL Treinamento em Solo e Voo VFR/IFR : Fornece ao piloto o conhecimento e a proficiência necessários para obtenção da habilitação para operação da aeronave. Compreende o treinamento de solo e de voo. Monoturbina: Possuir no mínimo curso de Piloto Privado de Helicóptero (PPH) Biturbina: Possuir no mínimo Certificado de Habilitação de Tipo (CHT) de Piloto Privado de Helicóptero (PPH); Possuir Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido; Possuir habilitação IFRH (somente para treinamentos IFR); Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos; Em solo será abordada a descrição dos sistemas da aeronave, limitações, desempenho, peso e balanceamento, procedimentos normais e de emergências. Em voo será abordada a aplicação prática do conteúdo do treinamento em solo evidenciando procedimentos normais e de emergência. Na fase de voo em simulador disponível para a aeronave H225 são executados todos os procedimentos normais e de emergência de operação da aeronave, enquanto que durante a fase de voo real, são consolidados os conhecimentos a respeito das manobras normais e das emergências possíveis de serem reproduzidas em voo, sem o comprometimento da segurança do equipamento e sua tripulação. Notas A duração do treinamento em voo poderá variar em função da experiência do piloto. O voo de cheque também poderá ser realizado na Helibras com nossos examinadores credenciados pela ANAC. Centro de Treinamento Página 10

11 Treinamento para Pilotos Treinamento Teórico Treinamento em Voo FFS Cheque Horas Horas Voo AS 350 B2, B2 VEMD AS 350 B3+/H EC 130 B4/H EC 135 VFR EC 135 IFR EC 145 VFR EC 145 IFR H 225 IFR H 225 IFR c/ Simulador 15 4,5 16,5 1 * Voos de opcionais disponíveis sob consulta. Centro de Treinamento Página 11

12 Treinamento para Pilotos TREINAMENTO DE DIFERENÇAS Treinamento em solo e Voo O treinamento é um curso reduzido, com o objetivo de qualificar o piloto em uma nova versão de um determinado modelo de aeronave. Ter concluído o Ground School do tipo correspondente à nova versão que deseja ser qualificado. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Possuir Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido. A habilitação do modelo suplantado não pode estar vencida há mais de 5 anos. Em solo são apresentadas as principais características e diferenças para a nova versão com relação aos assuntos abaixo: dos sistemas da aeronave, Limitações, Desempenho, Peso e balanceamento, Procedimentos normais e de emergência. Em voo são apresentadas as principais características e diferenças para a nova versão evidenciando procedimentos normais e de emergência. Nota O Treinamento em Voo é realizado na aeronave do cliente. Treinamento Teórico Treinamento em Voo FFS Cheque Dias Úteis Horas Horas Voo AS 350 B2, B2 VEMD p/ B3 séries Centro de Treinamento Página 12

13 Treinamento para Pilotos TREINAMENTO DE REVALIDAÇÃO PERIÓDICA DE TIPO Nota Oferece ao piloto uma revisão do treinamento inicial visando à manutenção de sua habilitação e proficiência técnica. Ter concluído o Ground School da aeronave para qual fará a reciclagem. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. dos sistemas da aeronave, Limitações, Desempenho, Peso e balanceamento, Procedimentos normais e de emergência, Equipamentos opcionais Novos equipamentos Modificações mais recentes. O programa de reciclagem é ministrado para os seguintes modelos/versões de aeronaves da gama Airbus Helicopters: Treinamento Teórico Treinamento em Voo FFS Cheque Horas Horas Horas Voo AS 350B2, B2VEMD ou H EC 130 ou H EC EC H H 225 c/ Simulador * Caso a habilitação do piloto esteja vencida há mais de 5 anos um novo treinamento de qualificação de tipo inicial é requerido. Centro de Treinamento Página 13

14 Treinamento para Pilotos TREINAMENTO DE RECICLAGEM DE EMERGÊNCIAS Visa à consolidação dos procedimentos a serem adotados pelo piloto diante da falha dos diversos sistemas da aeronave, conduzindo a mesma em segurança até o pouso. Ser habilitado no tipo Treinamento FFS em Voo Horas Horas AS350/H H225-6 Centro de Treinamento Página 14

15 Treinamento para Pilotos TREINAMENTO LOFT Tem como objetivo consolidar os conceitos de CRM (Crew Resource Management) e aplicá-los de forma prática em um cenário problema, próximo ao ambiente operacional dos tripulantes, visando aprimorar as competências gerenciais, com vistas à melhoria da segurança operacional. Ser habilitado no tipo FFS Horas H225 4 Centro de Treinamento Página 15

16 Treinamento para Pilotos TREINAMENTOS EM FFS - DRY Locação do Simulador para uso do programa de treinamento próprio do operador Ter concluído o treinamento IOS TREINAMENTOS IOS O treinameto IOS compreende a familiarização dos instrutores de H225 com as práticas de segurança e de operação dos controles e sistemas que compõe o simulador de voo do H225 para permitir o treinamento DRY, ou seja, a locação do simulador para uso do programa e tripulação do instrutor. Possuir habilitação de instrutor de voo no H225 emitida por autoridade competente Treinamento FFS Teórico Horas Horas H Centro de Treinamento Página 16

17 Treinamento para Pilotos TREINAMENTOS COMPLEMENTARES Treinamento Operação com Carga Externa Nota O curso apresenta as técnicas para a operação com carga externa e materiais utilizados para este tipo de operação. Ser habilitado no tipo. Possuir Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido. Aspectos legais; Tipos de carga externa; Pessoal e material necessários para a operação; Procedimentos normais e de emergência. O Treinamento em Voo é realizado na aeronave do cliente. Treinamento Complementar Operação com Bambi Bucket Nota O curso apresenta as técnicas para a operação do equipamento de combate a incêndio Bambi Bucket, as características do fogo e a melhor forma de combatê-lo. Ser habilitado no tipo. Possuir Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido. Ter experiência ou ter concluído o curso de operação com carga externa. Aspectos legais, Técnicas de Lançamento, Pessoal e materiais necessários para a operação, Coordenação dos Trabalhos, Procedimentos normais e de emergência. O Treinamento em Voo é realizado na aeronave do cliente. Treinamento Teórico Horas Treinamento em Voo Horas Guincho* 3 1 Gancho* 3 1 Bambi Bucket* 3 1 *Disponível para as versões AS 350, H125, H130. Centro de Treinamento Página 17

18 Treinamento para Pilotos Treinamento Complementar Operação modo SAR H225 Tem como objetivo fornecer aos Pilotos e Operadores do Guincho um treinamento consistente baseado nos procedimentos de Busca e Salvamento (SAR) da aeronave H225M equipada com os opcionais SAR, FMS CMA900 e comandos da cabine de carga (Thumb Wheel e Joystick) Ter CMA válido. Ter 500h como 1P de helicóptero. Ser qualificado 1P no modelo H225M. Ter conhecimento da língua inglesa para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Nota Familiarização de todas as funções e comandos de controle do modo SAR, bem como, a utilização dos Guinchos elétrico e hidráulico; Treinamento de emergências e procedimentos normais durante a operação SAR; Utilização dos comandos do guincho/modo SAR da cabine de cargas da aeronave; Utilização dos opcionais durante a missão SAR (DMAP, SX16, FLIR, DF, PLS). O Treinamento em Voo é realizado na aeronave do cliente. Treinamento Teórico Treinamento em voo Piloto Treinamento em Voo Operador de Guincho Horas Horas Horas H ,5 6,0 Centro de Treinamento Página 18

19 Treinamento para Pilotos Treinamento Complementar Monomotor H225 O objetivo do treinamento Monomotor é fornecer aos pilotos um conhecimento e habilidade psicomotora consistente com base nos gráficos de desempenho Categoria A e B do Manual de Voo da aeronave H225M e na execução de diversos perfis monomotor. O treinamento abrange as seções de limitações, desempenho, procedimentos normais e de emergências. Ter CMA válido. Ser qualificado 1P ou 2P no modelo H225M. Ter conhecimento da língua inglesa para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Familiarização com os gráficos de desempenhos CAT A e CAT B do Manual de Voo; Familiarização em voo com os perfis CAT A e CAT B em condições AEO e OEI; Familiarização em voo com a utilização do Modo Training; Gerenciamento de recursos de cabine durante a decolagem com falha de um dos motores; Utilização e gerenciamento do voo monomotor utilizando os modos superiores do AFCS (IAS, ALT A, G/A, GSPD) ao atingir a Velocidade de Decisão (V1). Treinamento Teórico Horas Treinamento em voo Horas H Centro de Treinamento Página 19

20 Treinamento para Pilotos e Mecânicos TREINAMENTOS PARA MECÂNICOS E PILOTOS Voos de Manutenção Nota Compreende um encontro técnico da equipe HELIBRAS - piloto e mecânico de voo - com a sua equipe, voando a aeronave após instruções em solo. O objetivo é a preparação da tripulação para execução das verificações funcionais previstos no Manual de Voo, visando maior segurança, menor tempo de manutenção, maior disponibilidade da aeronave, maior interação da tripulação e permitindo explorar todo o envelope de voo. O mecânico deve possuir o curso de Mecânico Célula e Motor no modelo da aeronave e o piloto deve estar habilitado e ter experiência no modelo da aeronave. O piloto deve possuir o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido. Compreende os sistemas da Aeronave, peso e balanceamento, atmosfera padrão, instrumentos e medidas de vibrações, ferramentas, manuais de ajustes, mecânica de voo e motores. Os sistemas de radionavegação e comunicação não são abordados nessa oportunidade. Cada instalação tem verificações funcionais específicas realizadas separadamente. Cada equipe é composta por 1 piloto e 1 mecânico de voo. O Treinamento em Voo é realizado na aeronave do cliente. Se houver interesse para outros modelos da gama Airbus Helicopters deverá ser consultado. Treinamento Solo Treinamento Voo Voo AS voos por equipe EC voos por equipe Centro de Treinamento Página 20

21 Treinamento para Pilotos e Mecânicos Voos de Manutenção Reciclagem Tem como objetivo atualizar os conhecimentos e manter a tripulação preparada para a execução dos Voos de Manutenção. O mecânico e o piloto devem Ser habilitados e ter experiência na aeronave. Ter concluído o curso de Voos de Manutenção no mesmo modelo de aeronave que fará a reciclagem. O piloto deve possuir Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido. Compreende a revisão dos sistemas da Aeronave, peso e balanceamento, atmosfera padrão, instrumentos e medida de vibrações, ferramentas, manuais de ajustes, mecânica de voo e motores. Treinamento Solo Treinamento Voo Voo AS voo por equipe EC voo por equipe * O número de horas do treinamento em voo depende da experiência da tripulação. Centro de Treinamento Página 21

22 Treinamento para Mecânicos MECÂNICO CÉLULA Oferece ao mecânico o conhecimento e proficiência necessários para a manutenção da aeronave. Para as aeronaves H125, EC 130, EC 145 e H225 é previsto também o treinamento prático, onde o aluno tem a oportunidade de executar cartas de trabalho sobre conjuntos mecânicos da aeronave. Ser mecânico de manutenção aeronáutica com habilitação em GMP ou Aviônicos ou Célula ou possuir graduação acadêmica aeronáutica. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. O treinamento é baseado na Documentação Técnica Oficial de Manutenção e são abordados todos os conjuntos mecânicos e sistemas da aeronave. Treinamento Total H EC 130 ou H AS 350 B2, B2 VEMD ou H AS 355 N, NP 20 EC EC AS 365 N2, N3, N3+ 20 H H Centro de Treinamento Página 22

23 Treinamento para Mecânicos MECÂNICO CÉLULA RECICLAGEM Trata de uma revisão geral nos conceitos e técnicas de manutenção, bem como esclarece a respeito das dificuldades e procedimentos adotados no diaa-dia dando ênfase as dúvidas dos mecânicos com experiência anterior na aeronave. Fornece a atualização dos conhecimentos para manutenção da aeronave com alto nível de segurança e eficiência Ter concluído o curso de mecânico de célula da aeronave para a qual deseja ser reciclado. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. São tratadas as últimas modificações da aeronave, boletins recentes e novos procedimentos de manutenção e de operação dos sistemas e equipamentos. É uma oportunidade para uma troca de experiência e consolidação dos conhecimentos adquiridos. Treinamento Total H AS 350 B2, B2 VEMD 5 H H AS 355 N ou NP 5 EC EC AS 365 N2 ou N3 5 H H Centro de Treinamento Página 23

24 Treinamento para Mecânicos MECÂNICO CÉLULA DIFERENÇAS Nota É um curso teórico reduzido, com o objetivo de qualificar o mecânico em uma nova versão de um determinado modelo de aeronave. Ter concluído o curso de Mecânico de Célula do tipo da coluna A para a nova versão que deseja ser qualificado, conforme coluna B. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Indicações e Operações, Estrutura, Trem de Pouso, Transmissão do Rotor Principal, Rotor Principal, Acionamento do Rotor de Cauda, Rotor de Cauda, Sistema Elétrico, Sistema Hidráulico, Servocomandos, Comando dos Rotores, Sistema de Combustível, Motor, Sistema de Aquecimento e Ventilação, Sistema de Iluminação, Sistema Anemobarométrico, Segurança Operacional. Outros treinamentos de diferenças sob consulta. Treinamento Total AS 350 B3+ p/ H AS 350 B2 VEMD p/ AS 350 B3+, B3e 5 AS 350 B3+ ou H 125 p/ EC 130 B4 4 EC 130 B4 p/ H EC 135 P1, T1 p/ EC 135 P2, T2 10 AS 355 N p/ AS 355 NP 5 AS 365 N2 p/ AS 365 N3 5 Centro de Treinamento Página 24

25 Treinamento para Mecânicos MANUTENÇÃO DOS CONJUNTOS MECÂNICOS O curso de conjuntos mecânicos tem por objetivo prover conhecimentos práticos e proficiência para inspecionar, manter e reparar componentes maiores da aeronave. Estes conhecimentos práticos serão utilizados nos níveis de manutenção 1 (pista) e 2 (hangar). Ter realizado o curso de Mecânico Célula inicial H225 e H225M. Ser capaz de ler e compreender a documentação oficial e ter habilidade para ler, em inglês, os documentos técnicos emitidos pelo fabricante. Durante este treinamento, o treinando será habilitado a descrever o funcionamento e os processos de reparo dos conjuntos mecânicos do helicóptero. A instrução teórica e prática incluem os seguintes conteúdos: Documentação, componentes da cabeça do rotor principal (MRH), selos de vedação da caixa de transmissão principal (MGB) e componentes da cabeça do rotor traseiro. Treinamento Total H Centro de Treinamento Página 25

26 Treinamento para Mecânicos SISTEMA HIDRÁULICO Nota: Esclarecimento ao mecânico a respeito dos diversos componentes do sistema hidráulico e seu funcionamento, a periodicidade de manutenção e limite de vida dos componentes. A manutenção prevista conforme documentação da aeronave, as intervenções permitidas de acordo com o nível de manutenção, análise de vazamentos, contaminação do sistema / descontaminação do sistema hidráulico. Se houver parte prática, os trabalhos devem ser realizados no helicóptero do cliente ou no caso do AS na maquete do centro de treinamento. Ser mecânico célula ou possuir graduação em engenharia. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Intervenções de Manutenção em Sistemas Hidráulicos, Remoção e Instalação Servocomando principal, Intervenções de Manutenção em Sistemas Hidráulicos, Procedimento aplicável antes de remover um Equipamento Hidráulico, Taxa de Contaminação dos Sistemas Hidráulicos, Monitoramento dos Bancos Hidráulicos, descontaminação do Sistema Hidráulico. Outros modelos da gama Airbus Helicopters sob consulta. Treinamento Total AS 350 B2 VEMD 5 H AS AS Centro de Treinamento Página 26

27 Treinamento para Mecânicos ANÁLISE DE VIBRAÇÕES TEORIA O voo do helicóptero envolve diferentes conjuntos dinâmicos que, sob o controle do piloto, compõem forças resultantes que provocam o movimento desejado da aeronave. Tais conjuntos trabalham em diferentes frequências cujo equilíbrio adequado é importante para o conforto dos passageiros, da pilotagem, e para evitar o desgaste desnecessário e prematuro dos componentes. O objetivo do curso é levar ao operador o método de identificação e correção dos problemas do nível vibratório dos conjuntos rotativos através da análise do espectro de frequências da aeronave. Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica habilitação célula; Possuir a Carteira de Habilitação Técnica (CHT); Ter o curso do Mecânico Célula da aeronave; Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Estudo das vibrações no helicóptero, métodos de análise, erros, equipamentos de balanceamento, simulação estática sobre a maquete AS 350 e sobre modelo em escala dos sistemas dinâmicos em movimento. Treinamento Teórico H EC EC Centro de Treinamento Página 27

28 Treinamento para Mecânicos ANÁLISE DE VIBRAÇÕES PRÁTICA O voo do helicóptero envolve diferentes conjuntos dinâmicos que, sob o controle do piloto, compõem forças resultantes que provocam o movimento desejado da aeronave. Tais conjuntos trabalham em diferentes frequências cujo equilíbrio adequado é importante para o conforto dos passageiros, da pilotagem, e para evitar o desgaste desnecessário e prematuro dos componentes. O objetivo do curso é levar ao operador o método de identificação e correção dos problemas do nível vibratório dos conjuntos rotativos através da análise do espectro de frequências da aeronave. Ter concluído o curso de Análise de Vibrações Teórica (dentro de 12 meses) Envolve atividades de ajustes e balanceamento sobre o helicóptero, seguidos de voos para o afinamento da máquina através da aplicação prática da teoria. 5 dias com prática em solo e em voo (Nº máximo de alunos: 06) Nota O Treinamento em Voo é realizado com aeronave e tripulação do cliente. Treinamento Teórico H EC EC Centro de Treinamento Página 28

29 Treinamento para Mecânicos BALANCEAMENTO DE ROTORES O voo do helicóptero envolve diferentes conjuntos dinâmicos que, sob o controle do piloto, compõem forças resultantes que provocam o movimento desejado da aeronave. Tais conjuntos trabalham em diferentes frequências cujo equilíbrio adequado é importante para o conforto dos passageiros, da pilotagem, e para evitar o desgaste desnecessário e prematuro dos componentes. O objetivo do curso é levar ao operador o método de identificação e correção dos problemas do nível vibratório dos conjuntos rotativos através da análise do espectro de frequências da aeronave. Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica habilitação célula; Ter o curso do Mecânico Célula da aeronave; Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Estudo básico das vibrações no helicóptero, métodos de análise, erros, instrução de instalação dos captores de vibração sobre a maquete AS 350 e/ou na aeronave do cliente. Treinamento Teórico H EC EC Centro de Treinamento Página 29

30 Treinamento para Mecânicos INSTRUÇÕES DE REVISÕES PROGRAMADAS Nota Este curso é voltado para aqueles clientes que possuem aeronave e estão capacitando sua equipe junto a autoridade aeronáutica para executar inspeções pequenas (até 150 horas) e retornar a aeronave no serviço de acordo com o RBAC 43. É um curso com atividades práticas na maquete de instrução e/ou aeronave do cliente. Ter concluído o curso de mecânico de célula da aeronave nos últimos 3 anos. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Análise, através do MSM, das inspeções pequenas (até 150horas//12meses) quanto aos cartões de trabalho aplicáveis. Compreensão quanto a execução dos itens daquelas inspeções conforme MET/AMM. Execução das tarefas previamente analisadas e compreendidas. Demonstração das questões legais inerentes àquelas tarefas para retorno ao serviço, de acordo com o RBAC 43. Cada curso é desenvolvido para um modelo específico de aeronave. Outros modelos da gama Airbus Helicopters sob consulta. Treinamento Teórico AS * Nº máximo de alunos: 06 Centro de Treinamento Página 30

31 Treinamento para Mecânicos MOTORES À REAÇÃO - FABRICANTE Na aquisição da aeronave é prevista a qualificação, pelo fabricante, de um mecânico de motor, qualificando-o para intervenções sobre o motor. Tais cursos também são oferecidos independentemente da aquisição de aeronave. O programa apresenta o motor e envolve atividades básicas e práticas sobre o motor e acessórios. Este curso, exclusivamente, não qualifica o mecânico para instalação e remoção de motor. Para maiores informações entre em contato diretamente com os fabricantes: TURBOMECA DO BRASIL/ AMBRA SOLUTIONS Tel: Centro de Treinamento Página 31

32 Treinamento para Aviônicos MECÂNICO AVIÔNICOS Oferece ao aviônico o conhecimento e proficiência necessários para a manutenção da aeronave através de treinamento teórico e prático hands on. O treinamento é baseado na Documentação Técnica Oficial de Manutenção. O aluno é preparado e treinamento para realizar pesquisas de panes e manutenção da aeronave. Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica habilitação aviônicos ou possuir formação em eletro eletrônica. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. São abordados todos os sistemas da aeronave Treinamento Teórico H AS H Centro de Treinamento Página 32

33 Treinamento para Aviônicos MECÂNICO AVIÔNICOS RECICLAGEM Tem como objetivo principal esclarecer as dúvidas dos aviônicos com experiência anterior na aeronave fornecendo a atualização dos conhecimentos e proficiência para manutenção da aeronave com alto nível de segurança e eficiência. É uma oportunidade para uma troca de experiência e consolidação dos conhecimentos adquiridos Ter concluído o curso de mecânico aviônicos na aeronave que irá fazer reciclagem Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. O conteúdo inclui informações sobre novos aviônicos, sistema de geração elétrica digital e analógica, sistema integrado de displays, piloto automático, entre outros. Treinamento Teórico H AS H Centro de Treinamento Página 33

34 Treinamento para Aviônicos SISTEMAS ELÉTRICOS É realizada uma análise completa dos sistemas elétricos da aeronave, as diferentes possibilidades de pane e o caminho de pesquisa com base no Manual de Circuitos e Esquemas Elétricos (WDM/MCS). Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica habilitação aviônicos ou possuir formação em eletro eletrônica. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Neste curso o aluno recebe os fundamentos necessários para fazer análise profunda do funcionamento de sistemas elétricos pertinentes. Todo o curso é embasado em técnicas de análise de criticidade das falhas de sistemas elétricos através do estudo detalhado da geração, gerenciamento e distribuição de energia na aeronave. Durante o curso o aluno é treinado para entender as técnicas correntes e procedimentos previstos nas documentações técnicas vigentes bem como analise de falhas e diagramas de ligação (WDM/MCS). Nota Outros modelos da gama Airbus Helicopters sob consulta. Treinamento Teórico H AS H Centro de Treinamento Página 34

35 Treinamento para Aviônicos SISTEMAS AVIÔNICOS Nota Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica habilitação aviônicos ou possuir formação em eletroeletrônica. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. É baseado nos equipamentos instalados em cada modelo/versão de aeronave: Bússola Magnética, Giro-horizonte, Giro-direcional e os instrumentos de navegação: HSI, RMI e Bússola Elétrica. O curso é focado na descrição e operação básica dos equipamentos: ICS, HF, VHF, UHF, ADF, VOR, DME, ILS, GPS, Radar, Transponder, Stormscope, entre outros. No curso de sistemas aviônicos o aluno tem contato com a miscelânea de radiocomunicação e radionavegação instalados em cada modelo. Todo o curso tem o embasamento teórico de descrição e funcionalidades de cada equipamento englobando a nova integração digital dos sistemas aviônicos. O aluno é treinado para entender todos os procedimentos de testes funcionais e operacionais de cada componente. Todo o curso é focado no desenvolvimento do uso da documentação técnica vigente e atualizada bem como a análise de falhas e diagramas de ligação. Se houver interesse para outros modelos da gama Airbus Helicopters deverá ser consultado. Treinamento Teórico Dias H AS H Centro de Treinamento Página 35

36 Treinamento para Aviônicos PILOTO AUTOMÁTICO O curso é dividido em duas fases: na primeira é abordada a relação do P.A. com a teoria de voo de helicópteros, leis de pilotagem e a relação do sistema com os comandos e a cinética de voo automático através da estruturação dos componentes na sua arquitetura. Nesta fase o aluno desenvolve conhecimentos sobre o funcionamento dos modos operacionais do PA baseados em sua lógica computacional. Na segunda fase é abordado características de manutenção corretiva e preventiva do sistema pertinente a cada modelo. Nesta fase o aluno terá contato com toda documentação técnica prevista para testes funcionais e operacionais do sistema bem como analise de falhas e de diagramas de ligação. Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica habilitação aviônicos ou possuir formação em eletroeletrônica. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Técnicas correntes do Sistema AFCS, Definição de Sinais, Fundamentos Básicos de Sistema Automático Embarcado, Sistema de Estabilização do AFCS. Treinamento Teórico H AS H225 5 Centro de Treinamento Página 36

37 Treinamentos Especiais DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA (BÁSICO) É um curso dedicado a familiarização do profissional com as documentações técnicas de operação e manutenção das aeronaves Helibras/Airbus Helicopters França e Alemanha. Ter atividade relacionada à aviação e documentação técnica aeronáutica. Apresentação as atuais documentações técnicas de operação e manutenção das aeronaves Airbus Helicopters França e Alemanha, nos níveis O/I. a aplicabilidade de alguns regulamentos ligados a manutenção e operação de aeronaves. Simulação da prática de manuseio com alguns manuais em diferentes formatos (eletrônico e papel) Treinamento Teórico 4,5 Centro de Treinamento Página 37

38 Treinamentos Especiais DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA (AVANÇADO) FROTA FRANCESA Este curso procura relacionar as documentações técnicas do grupo Airbus Helicopters com os regulamentos aeronáuticos brasileiros. É o contexto da operação e manutenção das aeronaves de acordo com aqueles regulamentos. Ter participado do curso de Documentação Técnica Nível Básico. Ter conhecimento da documentação técnica Airbus Helicopters e aplicabilidade de cada manual. Apresentação os atuais regulamentos Aeronáuticos Brasileiros para a manutenção e operação das aeronaves do Grupo Aibus Helicopters. a aplicabilidade de alguns regulamentos ligados à manutenção e operação de aeronaves. Simulação prática de preenchimento de documentações obrigatórias (Diário de Bordo, cadernetas, Ficha Matrícula de Equipamentos, etc.). Treinamento Teórico 3 Centro de Treinamento Página 38

39 Treinamentos Especiais DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA (AVANÇADO) FROTA ALEMÃ É um curso dedicado a compreensão do profissional com as documentações técnicas de operação e manutenção das aeronaves Helibras/Airbus Helicopters Alemanha; ainda fazer vínculos das documentações técnicas com os regulamentos brasileiros da aviação civil. Ter atividade relacionada à aviação e documentação técnica aeronáutica Apresentação das atuais documentações técnicas de operação e manutenção das aeronaves Airbus Helicopters Alemanha, nos níveis O/I. Apresentação de diretrizes técnicas e diretrizes de controle dos componentes Helibras/Airbus Helicopters Alemanha da aplicabilidade de alguns regulamentos ligados à manutenção e operação das aeronaves Simulação da prática de manuseio com alguns manuais em diferentes formatos (papel e eletrônico) Simulação de registros de manutenção nos específicos capítulos do Historical Records e seus Log Cards Treinamento Teórico 3 Centro de Treinamento Página 39

40 Treinamentos Especiais SUPRIMENTOS DE AERONAVES Tem como objetivo dar uma noção geral dos princípios básicos de gestão de materiais utilizados em manutenção de aeronaves da Airbus Helicopters. Serão abordados os temas principais que compõem uma gestão completa da cadeia de suprimentos, que passa pelo cadastramento dos códigos no sistema, planejamento das atividades, compras, recebimento, estocagem, controle e expedição do material. Apresentaremos como os sistemas atuais de controle informatizados e integrados facilitam a gestão de suprimentos. Estes sistemas, os chamados Enterprise Resource Planning - ERP, promovem uma integração entre todas as áreas da cadeia de suprimentos. Pré Requisito Possuir Ensino Médio Completo. Cadeia de Suprimentos, Manuseio dos Manuais IPC e ICO, Procedimentos de Estocagem, Noções sobre Sistemas Informatizados, CSC (Centro de Suporte ao Cliente), Programa de Manutenção e Noções Básicas sobre ATA dias (14 horas) Treinamento Teórico 2 Centro de Treinamento Página 40

41 Treinamentos Especiais PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO DE PÁS Pré Requisito Nota A pá é uma peça vital. A tecnologia que envolve a sua fabricação permite obtermos características especiais de performance e resistência à fadiga. É importante a conscientização do mecânico ao tratar de qualquer problema relativo às pás dos rotores. São abordados os critérios e procedimentos corretos de inspeção, os problemas inerentes, pequenas manutenções autorizadas, o retoque de pintura, a colagem do poliuretano da raiz da pá, procedimentos de medição das buchas, o tratamento de corrosão superficial, inspeções e alguns reparos de classe C (reparos com meios limitados sobre uma área não vital da pá). Saber utilizar plenamente um equipamento de concepção tão complexa certamente evitará intervenções antecipadas ou desnecessariamente profundas, envolvendo custos maiores. Está prevista uma visita técnica a oficina de reparo de pás da Helibras para alguns trabalhos práticos. Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica com habilitação no Grupo Célula. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Documentação Técnica, das Pás Principais e Rotor de Cauda, Procedimentos de Inspeção das pás principais e do Rotor de Cauda, Inspeção das Pás do Rotor de Cauda, Troca de Poliuretano da Raiz da Pá Principal, Retoque de Pintura, Acompanhamento de Balanceamento Estático de uma Pá Principal. Outros modelos da gama Airbus Helicopters sob consulta. Treinamento Teórico 555 Centro de Treinamento Página 41

42 Treinamentos Especiais CORROSÃO E TRATAMENTO DE SUPERFÍCIES METÁLICAS Pré Requisito O programa descreve conceitos básicos de corrosão eletroquímica, apresenta as diferentes formas e tipos de corrosão dos metais; os meios e os fatores que afetam o processo corrosivo. A manutenção preventiva, o combate e controle da corrosão. A corrosão microbiológica e o tratamento biocida do Jet-A1. Está prevista uma visita técnica ao setor de tratamento de superfícies e à Estação de Tratamento de Efluentes industriais da Helibras. Os processos de tratamentos de superfícies metálicas, incluindo, alodinização, anodização e retoques de proteção. Recomendado Ensino Médio completo ou ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica. Corrosão Metálica, Corrosão química eletroquímica, Medidas para tratamento da corrosão, preparação das superfícies metálicas, manutenção preventiva para evitar corrosão, preparação das superfícies metálicas, Fragilização pelo Hidrogênio, Retoques de proteção, proteção por pintura, teste de resistência a corrosão, Corrosão Microbiológica, Tratamento Biocida do JET-AV, Metalurgia, e Tratamento de Efluentes Industriais. Treinamento Teórico 2 Centro de Treinamento Página 42

43 Treinamentos Especiais COORDENADOR DE MANUTENÇÃO O objetivo deste curso é suprir o responsável da manutenção com o máximo de informações possíveis para o uso em seu dia a dia na manutenção. Adicionado aos seus conhecimentos, estas informações lhe proporcionarão maior segurança em suas decisões de ponderação de retorno do serviço, aeronavegabilidade, paradas obrigatórias para manutenções programadas e não programadas. O curso aborda assuntos na parte técnica e na parte administrativa. Na parte técnica é dado um especial enfoque sobre documentações técnicas Aibus Helicopters, programas e procedimentos de manutenção, etc. Na parte administrativa o aluno obterá informações sobre as homologações obrigatórias que tem influência direta sobre a operação da aeronave. Além destes enfoques são ainda abordados assuntos vinculados aos fundamentos de gestão aplicados a uma oficina de manutenção como: liderança, responsabilidade, delegação, relações humanas, etc. O curso será ministrado por vários instrutores. Pré Requisito Ter concluído o curso de mecânico de manutenção habilitado em GMP ou Célula ou ter experiência em execução de manutenção e inspeção de aeronaves ou ser engenheiro com conhecimentos sobre as rotinas de manutenção e inspeção de aeronaves. Caracterização dos diversos produtos da Airbus Helicopters e suas distintas filosofias e registro de manutenção; Apresentação das atuais documentações técnicas da Airbus Helicopters; Explanação da aplicabilidade e sistemas para consultas de manuais; Apresentação dos atuais regulamentos aeronáuticos Brasileiros relativos a manutenção; Apresentação dos órgãos Brasileiros de fiscalização e certificação aeronáutica (ANAC/CTA) bem como os órgãos estrangeiros de mesmo caráter (DGAC, LBA, CAER) e os documentos emitidos por estes órgãos; Identificação e categorização dos principais sistemas para gestão dos recursos humanos; Reorganização do conceito de aeronavegabilidade. Treinamento Teórico 10 Centro de Treinamento Página 43

44 Treinamentos Especiais PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO Pré Requisito Existem procedimentos de manutenção que nem sempre aparecem no nosso dia-a-dia. O curso pretende trazer ao aluno as técnicas correntes, baseado na documentação técnica vigente e alertá-lo para os cuidados no uso de ferramentas, equipamentos de medição e ferramentas de uso geral na oficina. A contaminação do fluido hidráulico, do combustível e dos óleos lubrificantes; a corrosão de peças, a estocagem e condicionamento de aeronaves, peças, motores, etc.. Na manutenção, o que se pode ou não fazer, como adaptar e criar alternativas seguras para a realização do trabalho. Como efetuar ensaios não destrutivos, reciclagem de baterias, familiarização quanto ao funcionamento de um armazém de peças e quanto a utilização do manual de identificação. Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica com habilitação em GMP ou Aviônicos ou Célula. Procedimentos de manutenção, ensaios não destrutivos, estocagem de aeronave, suprimentos, reciclagem de baterias, corrosão e tratamentos de superficiais dos metais, prevenção, combate e controle da corrosão, cuidado com a manutenção das pás, metrologia e laboratório de metrologia. Treinamento Teórico 5 Centro de Treinamento Página 44

45 Treinamentos Especiais NOÇÕES ELEMENTARES DE AR CONDICIONADO Nota O objetivo deste curso é apresentar e descrever as principais funções dos componentes do sistema de ar condicionado ciclo vapor e permitir que os técnicos efetuem as devidas manutenções correntes, bem como eficientes pesquisas de panes e operações diversas nestes sistemas. O treinamento abrange informações gerais pertinentes aos sistemas que equipam as diversas aeronaves da linha Helibras/Airbus Helicopters em operação no Brasil. Ter concluído o curso de mecânico de manutenção aeronáutica habilitação em Célula. Identificar e explanar os principais componentes do sistema ar condicionado tipo ciclo vapor. Esboçar o funcionamento conjunto de todos componentes observando-se o diagrama de pressão-entalpia. Apresentar as principais fontes técnicas para manutenção do sistema (inspeções programadas e não programadas) Oferecer algumas atividades práticas para aumentar o nível de compreensão dos sistemas. Outras aeronaves sob consulta. Treinamento Teórico AS EC EC Centro de Treinamento Página 45

46 Treinamentos Especiais FAMILIARIZAÇÃO Tem como objetivo fazer uma rápida familiarização com a aeronave através da apresentação geral da célula e dos sistemas. É um programa otimizado, dedicado especialmente aos RTs da oficinas de manutenção e outros interessados em conhecer o produto que não farão intervenções na aeronave. São abordados superficialmente a aeronave e seus sistemas. Possuir ensino médio completo e não possuir os pré-requisitos para a realização do curso de Mecânico Célula da aeronave. Ter conhecimento de inglês suficiente para compreender a documentação técnica oficial do fabricante e executar os procedimentos nela previstos. Generalidades da aeronave, estrutura, trem de pouso, caixa transmissão principal, rotor principal, rotor de cauda, sistema elétrico, servocomandos, sistema hidráulica, comandos dos rotores, sistema de combustível, iluminação interna/externa, instalação do motor, comandos e controles, circuito de partida, proteção contra fogo, etc. Treinamento Teórico H H H EC EC AS H155 5 H225 5 Centro de Treinamento Página 46

Centro de Treinamento

Centro de Treinamento Centro de Treinamento 1 Bem-Vindo! Prezado Cliente, Segurança é a prioridade número um para o Grupo Eurocopter! E a Helibras, subsidiária do grupo no Brasil, vem difundindo a importância da segurança por

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 Título: OPERAÇÃO DE AERONAVES DE ASAS ROTATIVAS COM CARGAS EXTERNAS Aprovação: Resolução ANAC nº 174, de 9 de novembro de 2010, publicada

Leia mais

BEM-VINDO! Prezado Cliente, Centro de Treinamento Catálogo 2014. Centro de Treinamento Catálogo 2014

BEM-VINDO! Prezado Cliente, Centro de Treinamento Catálogo 2014. Centro de Treinamento Catálogo 2014 BEM-VINDO! Prezado Cliente, Pelas salas de aula do da Helibras já passaram mais de 12 mil alunos. Foram 10 anos para atingir a marca de 1.000 alunos e atualmente são formados quase 1.000 alunos por ano.

Leia mais

ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL DE POUSO ALEGRE EAPA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO

ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL DE POUSO ALEGRE EAPA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL DE POUSO ALEGRE EAPA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Art. 1 - A Escola de Aviação Civil de Pouso Alegre, inscrita no CNPJ sob número

Leia mais

EASA certifica o reprojetado eixo de engrenagem do EC225

EASA certifica o reprojetado eixo de engrenagem do EC225 EASA certifica o reprojetado eixo de engrenagem do EC225 O eixo de engrenagens cônicas verticais, que foi reprojetado pela Airbus Helicopters para as aeronaves EC225, foi certificado pela European Aviation

Leia mais

estava a 110 Km da costa

estava a 110 Km da costa Esquadrão Falcão resgata tripulante de navio que estava a 110 Km da costa Militares do Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), operando um helicóptero H-36 Caracal (H225M), realizaram, na segunda-feira (28/12),

Leia mais

SUMÁRIO SUBPARTE B [RESERVADO] SUBPARTE C [RESERVADO] SUBPARTE D [RESERVADO]

SUMÁRIO SUBPARTE B [RESERVADO] SUBPARTE C [RESERVADO] SUBPARTE D [RESERVADO] REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 03 Título: REQUISITOS OPERACIONAIS: OPERAÇÕES DOMÉSTICAS, DE BANDEIRA E SUPLEMENTARES Aprovação: Resolução nº 146, de 17 de março de 2010.

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS nº 135.21-001 Aprovação: Assunto: Portaria nº 1.631/SAR, de 16 de agosto de 2012, publicada no Diário Oficial da União N 160, Seção 1, página 3, de 17 de agosto de 2012. Instruções

Leia mais

CIAAN completa 61 anos

CIAAN completa 61 anos CIAAN completa 61 anos Por Guilherme Wiltgen Com o surgimento da nova Aviação Naval, na década de 50, seria necessário criar um curso para a formação de Aviadores Navais, para que pilotassem as aeronaves

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS N o 91-002 Aprovação: Portaria nº 2471/SPO, de 17 de setembro de 2015. Assunto: Uso de informação aeronáutica em formato digital - Electronic Flight Bag (EFB). Origem: SPO 1.

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL MARCAS DE IDENTIFICAÇÃO, DE NACIONALIDADE E DE MATRÍCULA. Aprovação: Resolução ANAC nº 220, de 20 de março de 2012, publicada no Diário Oficial da União

Leia mais

Aula 17 Projetos de Melhorias

Aula 17 Projetos de Melhorias Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.

Leia mais

VEÍCULOS ULTRALEVES AUTOPROPULSADOS: REGRAS DE OPERA- ÇÃO E REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE CERTIFICADOS DE PILO- TO DESPORTIVO E DE PILOTO DE RECREIO.

VEÍCULOS ULTRALEVES AUTOPROPULSADOS: REGRAS DE OPERA- ÇÃO E REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE CERTIFICADOS DE PILO- TO DESPORTIVO E DE PILOTO DE RECREIO. RBHA 103 VEÍCULOS ULTRALEVES AUTOPROPULSADOS: REGRAS DE OPERA- ÇÃO E REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE CERTIFICADOS DE PILO- TO DESPORTIVO E DE PILOTO DE RECREIO. ESTE ARQUIVO CONTÉM O TEXTO DO RBHA 103, APROVADO

Leia mais

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná Ministério da Saúde/ Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional - DSNVS Apresentaçã ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012 Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril

Leia mais

RELATÓRIO FINAL A - Nº 078/CENIPA/2012

RELATÓRIO FINAL A - Nº 078/CENIPA/2012 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 078/CENIPA/2012 OCORRÊNCIA: AERONAVE: ACIDENTE PT-YHA MODELO: 206L-3 DATA: 22OUT2006 ADVERTÊNCIA

Leia mais

Forças Armadas em Missões de Paz

Forças Armadas em Missões de Paz Forças Armadas em Missões de Paz Emprego em Ações de Reforço aos Órgãos de Segurança Pública, Utilidade como Treinamento e Legitimidade na Sociedade Brasileira Novembro 2011 Missão Humanitária Enchentes

Leia mais

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - BRASIL GERÊNCIA GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS AERONÁUTICOS CIRCULAR DE INFORMAÇÃO Assunto: CONTROLE DE FORNECEDOR PELO FABRICANTE AERONÁUTICO 1 - OBJETIVO Data:

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA. PÚBLICO ALVO - Técnicos, Tecnólogos e Engenheiros ligados a Micro, Pequena e Média Empresa.

ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA. PÚBLICO ALVO - Técnicos, Tecnólogos e Engenheiros ligados a Micro, Pequena e Média Empresa. ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA São Paulo, 07 a 10 de maio PÚBLICO ALVO - Técnicos, Tecnólogos e Engenheiros ligados a Micro, Pequena e Média Empresa. OBJETIVO As pequenas, micro e

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 43.9-001 Aprovação: Portaria ANAC nº 1523/SAR, de 11 de agosto de 2011, publicada no Diário Oficial da União nº 155, S/1, págs. 1-2, de 12 de agosto de 2011. Assunto: Instruções

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 115/CENIPA/2011

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 115/CENIPA/2011 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 115/CENIPA/2011 OCORRÊNCIA: AERONAVE: MODELO: ACIDENTE PT-IKM 210L DATA: 10 OUT 2003 ADVERTÊNCIA

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

1. LICENCIAMENTO 2. SUPORTE TÉCNICO

1. LICENCIAMENTO 2. SUPORTE TÉCNICO 1. LICENCIAMENTO 1.1. Todos os componentes da solução devem estar licenciados em nome da CONTRATANTE pelo período de 36 (trinta e seis) meses; 1.2. A solução deve prover suporte técnico 8 (oito) horas

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: Aprovação: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 119 EMENDA nº 02 CERTIFICAÇÃO: OPERADORES REGULARES E NÃO-REGULARES Resolução nº 307, de 6 de março de 2014, publicada no Diário Oficial

Leia mais

TREINAMENTOS TÉCNICOS

TREINAMENTOS TÉCNICOS 0000 TREINAMENTOS TÉCNICOS TEÓRICOS E PRÁTICOS CONHECIMENTO.TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA SUA EMPRESA A Empresa Ao longo dos 19 anos de sua existência, a PRIMEIRA LINHA COMERCIAL DE ROLAMENTOS LTDA, tem direcionado

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 063/CENIPA/2009

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 063/CENIPA/2009 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 063/CENIPA/2009 OCORRÊNCIA AERONAVE MODELO ACIDENTE PP-KBK A-122B DATA 24 JUL 2007 ADVERTÊNCIA

Leia mais

Figura 2.1 Localização de uma APU em aeronave e seu sistema pneumático

Figura 2.1 Localização de uma APU em aeronave e seu sistema pneumático 1 Capítulo 2 - Seleção do local para a APU Os passos que devem ser dados desde a concepção de uma aeronave são: 1) No Planejamento: Admitir que a seleção e a instalação da APU são tão importantes quanto

Leia mais

2. Desenvolver Pesquisa de Campo sobre uma pequena empresa conforme modelo de pesquisa anexo.

2. Desenvolver Pesquisa de Campo sobre uma pequena empresa conforme modelo de pesquisa anexo. 1 1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2. OBJETIVO Resolução nº 01 de 02/02/2004 do Conselho Nacional de Educação CNEC/CN/MEC. Proporcionar ao estudante oportunidade de desenvolver suas habilidades, analisar situações

Leia mais

Data da emissão: XX de XXXX de 2014 RBAC nº 65 Emenda nº 00

Data da emissão: XX de XXXX de 2014 RBAC nº 65 Emenda nº 00 Título: Aprovação: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 65 EMENDA nº 00 LICENÇAS, HABILITAÇÕES E REGRAS GERAIS PARA DESPACHANTE OPERACIONAL DE VOO E MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA Resolução

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO COM GUINDASTE VEICULAR SIGLA: COGV

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO COM GUINDASTE VEICULAR SIGLA: COGV MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO COM GUINDASTE VEICULAR SIGLA: COGV 2012 MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL CERTIFICAÇÃO DE PRODUTO AERONÁUTICO. RBAC nº 21 EMENDA nº 00 Aprovação: Resolução ANAC nº xx, de xx de xxxxxxxx de 2009 Origem: SAR SUMÁRIO SUBPARTE A GERAL

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

PLANO DE CURSO RESUMIDO III. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO

PLANO DE CURSO RESUMIDO III. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO PLANO DE CURSO RESUMIDO CURSO Mecânico de Motocicletas CBO 9144-15 COD-SGE 013.529 MODALIDADE Qualificação Profissional Área Tecnológica Automotiva CARGA HORÁRIA 320 horas ITINERÁRIO Regional I. OBJETIVO

Leia mais

Soluções de Retrofit Modernize, aumentando confiabilidade e eficiência do seu equipamento

Soluções de Retrofit Modernize, aumentando confiabilidade e eficiência do seu equipamento Soluções de Retrofit Modernize, aumentando confiabilidade e eficiência do seu equipamento É hora de renovar O mercado de retrofit tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Novas regulamentações

Leia mais

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005)

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050 Dispõe sobre o Rerrefino de Óleo Lubrificante (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS. Edital ATAc-64/2015

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS. Edital ATAc-64/2015 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Edital ATAc-64/2015 ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO CONCURSO DE TÍTULOS E PROVAS VISANDO O PROVIMENTO DE UM CARGO DE PROFESSOR TITULAR NO DEPARTAMENTO

Leia mais

Minuta de Termo de Referência

Minuta de Termo de Referência Minuta de Termo de Referência Contratação de serviço para elaboração do mapeamento, análise, propostas e implantação de melhorias nos processos de trabalho da Coordenadoria Geral de Licenciamento Ambiental

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 119 EMENDA nº 00 CERTIFICAÇÃO: OPERADORES REGULARES E NÃO-REGULARES Aprovação: Resolução ANAC nº xxx, de yy de zzzzzzzz de 2009 Origem: SSO SUMÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI)

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) ÍNDICE CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Introdução...

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO O que é? O Programa de Desenvolvimento do Basquete Mineiro (PDBM) é um projeto focado no atendimento as demandas dos clubes e escolas, em novas metodologias

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 20-003 Revisão A

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 20-003 Revisão A INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 20-003 Aprovação: Portaria nº 1237, de 29 de maio de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 30 de maio de 2014, Seção 1, página 54 Assunto: Extintores de incêndio

Leia mais

CARTA CIRCULAR Nº 3.688, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014. Lúcio Rodrigues Capelletto

CARTA CIRCULAR Nº 3.688, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014. Lúcio Rodrigues Capelletto CARTA CIRCULAR Nº 3.688, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014 Dispõe sobre as informações que devem constar no relatório de que trata a Circular nº 3.646, de 4 de março de 2013. O Chefe do Departamento de Supervisão

Leia mais

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO Conforme NR-10 ACME S.A Ind. Com. 1 de 9 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Identificação do Responsável pela Execução do Serviço. Nome: Empresa: Registro: Local de Execução do Serviço.

Leia mais

Aeroclube de São Paulo. Regulamento do Curso Prático de Instrutor de Voo INVA

Aeroclube de São Paulo. Regulamento do Curso Prático de Instrutor de Voo INVA Regulamento do Curso Prático de Instrutor de Voo INVA São Paulo Junho de 2015 1 Sumário 1. Identificação da Escola... 3 2. Considerações Iniciais... 4 3. Finalidade deste Regulamento... 5 4. Identificação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE MACEIÓ - APMC

ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE MACEIÓ - APMC RESUMO DA NORMA PARA INSCRIÇÃO NO CADASTRO DA APMC/CODERN DOS OPERADORES PORTUÁRIOS PROCEDIMENTOS EDOCUMENTOS PARA INSCRIÇÃO/RENOVAÇÃO DOS OPERADORES PORTUÁRIOS Os pedidos de inscrição no Cadastro da APMC/CODERN

Leia mais

Jaques Sherique. Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho Conselheiro Regional

Jaques Sherique. Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho Conselheiro Regional Jaques Sherique Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho Conselheiro Regional Cidadão que mediante aprendizado formal e específico adquiriu uma reconhecida qualificação para o exercício de uma determinada

Leia mais

H225M: Posição oficial das Forças Armadas Brasileiras

H225M: Posição oficial das Forças Armadas Brasileiras H225M: Posição oficial das Forças Armadas Brasileiras Por Guilherme Wiltgen Devido ao acidente com a a aeronave H225, que caiu perto de Turøy, na Noruega, em 29 de abril deste ano, a Autoridade de Aviação

Leia mais

RBHA 61 - REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE LICENÇAS DE PILOTOS E DE INS- TRUTORES DE VÔO

RBHA 61 - REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE LICENÇAS DE PILOTOS E DE INS- TRUTORES DE VÔO RBHA 61 - REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE LICENÇAS DE PILOTOS E DE INS- TRUTORES DE VÔO Este arquivo contém o texto do RBHA 61 no formato gráfico de uma coluna. Incorpora as alterações introduzidas até a

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição Revisão 0

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA Nº. 01/2012

CHAMADA PÚBLICA Nº. 01/2012 Chamada Pública no. 01/2012 Página 1 de 8 CHAMADA PÚBLICA Nº. 01/2012 O Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SECTES, representado pelo seu

Leia mais

O que é Homologação?

O que é Homologação? O que é Homologação? Em relação a produto aeronáutico, significa a confirmação, pela autoridade competente, de que o produto está em conformidade com os requisitos estabelecidos pela autoridade aeronáutica;

Leia mais

Muito além do produto

Muito além do produto 02 EDITORIAL Muito além do produto O atendimento pós-venda de uma empresa é um de seus principais pilares de sustentação. Ainda mais quando o produto é uma máquina de elevada tecnologia que requer, obrigatoriamente,

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO PORTARIA N. 2, DE 08 DE MAIO DE 1984 O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

Com este propósito, estamos apresentando o Programa de Treinamento a Clientes 2014.

Com este propósito, estamos apresentando o Programa de Treinamento a Clientes 2014. DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PROGRAMA DE TREINAMENTO A CLIENTES 2014 Caro cliente, Você tem acompanhado o compromisso da Marcopolo em oportunizar treinamentos para a capacitação e o aperfeiçoamento

Leia mais

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A.

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. ÍNDICE DURATEX S/A POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. 1. OBJETIVO 2. PRINCÍPIOS GERAIS 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 4.1. DURATEX 4.2. UNIDADE REQUISITANTE 4.3. UNIDADE DESTINATÁRIA

Leia mais

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO SELO ECOLÓGICO FALCÃO BAUER

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO SELO ECOLÓGICO FALCÃO BAUER 1. Introdução A Certificação do Selo Ecológico Falcão Bauer possui caráter voluntário e visa demonstrar o desempenho ambiental de produtos e serviços através da avaliação do diferencial ecológico apresentado

Leia mais

Regulamento de Estágio Supervisionado

Regulamento de Estágio Supervisionado SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Departamento Regional de São Paulo Antônio Souza Noschese Regulamento de Estágio Supervisionado Santos SP Antonio Souza Noschese CORPO ADMINISTRATIVO Diretor:

Leia mais

EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES nº 76/2015-CTIG/FEG

EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES nº 76/2015-CTIG/FEG EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES nº 76/2015-CTIG/FEG O Diretor da Faculdade de Engenharia do Campus de Guaratinguetá, por meio da comissão especialmente indicada pelo Conselho Deliberativo do Colégio Técnico

Leia mais

PALESTRA Treinamentos e documentos utilizados pela Aterpa para atender a NR 12

PALESTRA Treinamentos e documentos utilizados pela Aterpa para atender a NR 12 PALESTRA Treinamentos e documentos utilizados pela Aterpa para atender a NR 12 PALESTRANTE Guaraci Silva da Fonseca, engenheiro e Gerente de QSMR da Construtora Aterpa SA 12.112 As manutenções preventivas

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. 1 PreSal (definição do site da empresa Petrobras consultado em 28/08/2010): O termo pré-sal

1. INTRODUÇÃO. 1 PreSal (definição do site da empresa Petrobras consultado em 28/08/2010): O termo pré-sal 23 1. INTRODUÇÃO A produção de grandes quantidades de produtos inutilizáveis, os resíduos como conhecemos atualmente, foi o primeiro indício real de que a Revolução Industrial implicaria na produção de

Leia mais

2º Para os veículos leves do ciclo Otto ficam estabelecidos os limites máximos de Co, HC, diluição e velocidade angular do motor do Anexo I.

2º Para os veículos leves do ciclo Otto ficam estabelecidos os limites máximos de Co, HC, diluição e velocidade angular do motor do Anexo I. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 007, de 31 de agosto de 1993 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições previstas na Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, alterada pelas Leis nº 7.804,

Leia mais

MANUAL DE COLETA DE DADOS PARA PROJETO PILOTO DE INDICADORES DE DESEMPENHO DA SEGURANÇA OPERACIONAL

MANUAL DE COLETA DE DADOS PARA PROJETO PILOTO DE INDICADORES DE DESEMPENHO DA SEGURANÇA OPERACIONAL MANUAL DE COLETA DE DADOS PARA PROJETO PILOTO DE INDICADORES DE DESEMPENHO DA SEGURANÇA OPERACIONAL Este manual tem como objetivo guiar os operadores dos aeródromos participantes do projeto piloto de indicadores

Leia mais

Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR

Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL SECRETARIA DE NAVEGAÇÃO AÉREA CIVIL Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR EDITAL Nº 005/2014 SENAV/SAC-PR A Secretaria de Navegação

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO ABRACO 00 de 0 OBJETIVO Esta norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Corrosão ABRACO para o funcionamento do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção.

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 103/IX

PROPOSTA DE LEI N.º 103/IX PROPOSTA DE LEI N.º 103/IX AUTORIZA O GOVERNO A APROVAR O REGIME GERAL DE LICENCIAMENTO AERONÁUTICO CIVIL E DA CERTIFICAÇÃO E AUTORIZAÇÃO DAS RESPECTIVAS ORGANIZAÇÕES DE FORMAÇÃO Exposição de motivos O

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

RBAC Nº 65 (versão para audiência pública)

RBAC Nº 65 (versão para audiência pública) NPR: RBAC Nº 65 - LICENÇAS, HABILITAÇÕES E REGRAS GERAIS PARA DESPACHANTE OPERACIONAL DE VOO E MECÂNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA RBHA 65 (Nota: Os requisitos desta coluna estão fora da ordem para que

Leia mais

NORMA GERAL PARA CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS NO SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL DA CDP

NORMA GERAL PARA CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS NO SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL DA CDP NORMA GERAL PARA CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS NO SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL DA CDP TÍTULO 2 Diretoria Administrativo-Financeira Capítulo 1 Diretrizes Administrativas e Financeiras Seção Nome

Leia mais

DECRETO Nº 143/IX. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do n.º 1 do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

DECRETO Nº 143/IX. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do n.º 1 do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: DECRETO Nº 143/IX AUTORIZA O GOVERNO A APROVAR O REGIME GERAL DE LICENCIAMENTO AERONÁUTICO CIVIL E DA CERTIFICAÇÃO E AUTORIZAÇÃO DAS RESPECTIVAS ORGANIZAÇÕES DE FORMAÇÃO A Assembleia da República decreta,

Leia mais

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12 1/ 11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 01 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento Operacional)

Leia mais

EDITAL Nº 01/2016 Uni-FACEF CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA DOCENTES. Planejamento e Controle de Sistemas de Produção 01

EDITAL Nº 01/2016 Uni-FACEF CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA DOCENTES. Planejamento e Controle de Sistemas de Produção 01 EDITAL Nº 01/2016 Uni-FACEF CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA DOCENTES O Reitor do Centro Universitário Municipal de Franca (Uni-FACEF), no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo seu Regimento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 5. 746, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 5. 746, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010. PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 5. 746, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010. Autoriza o Poder Executivo a contratar, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho, por tempo determinado

Leia mais

PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA

PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA Selma Capanema de Barros (1) Engenheira Eletricista PUC-MG e especialista em Análise de

Leia mais

Processo de Homologação de Tipo Aeronave, Motor e Hélice

Processo de Homologação de Tipo Aeronave, Motor e Hélice Gerência de Programas Gerência de Engenharia Gerência de Regulamentação Gerência de Inspeção e Produção 01 REUNIÃO DE FAMILIARIZAÇÃO Reunião para estabelecer parceria com o requerente. É uma oportunidade

Leia mais

EDIFICAÇÕES ELETROMECÂNICA

EDIFICAÇÕES ELETROMECÂNICA É importante que todo aluno tenha acesso às informações sobre os cursos e faça sua escolha para não haver dúvida no ato da inscrição para o concurso de 2012/2013: EDIFICAÇÕES O Técnico em Edificações é

Leia mais

Rafael Galupo e Souza

Rafael Galupo e Souza Eng. Rafael Galupo Rafael Galupo e Souza Engenharia de produção mecânico Especialização em Eng. de Segurança do Trabalho MBA em Gestão Empresarial Perícia Trabalhista e Insalubridade Auditor e consultor

Leia mais

1. Descrição dos Serviços de Implantação da SOLUÇÃO

1. Descrição dos Serviços de Implantação da SOLUÇÃO Este documento descreve os serviços que devem ser realizados para a Implantação da Solução de CRM (Customer Relationship Management), doravante chamada SOLUÇÃO, nos ambientes computacionais de testes,

Leia mais

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014.

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. Define e torna pública a qualificação dos instrutores dos cursos de PPA, PPH, PCA, PCH, PLA-A, PLA-H, INVA, IFR, PAGA, PAGH, CMV, -CEL, -GMP, -AVI e

Leia mais

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos.

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. POLÍTICA DE COMPLIANCE INTRODUÇÃO O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. Visto isso, a REAG INVESTIMENTOS

Leia mais

A u t o B r a s i l F r a n q u i a s

A u t o B r a s i l F r a n q u i a s CONTRATO DE COMODATO DE EQUIPAMENTO, MONITORAMENTO DE VEÍCULO E OUTRAS AVENÇAS. OBJETO: 1. O objeto deste contrato é o comodato de equipamentos e sistema de monitoramento e de bloqueio de veículo automotor

Leia mais

REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS

REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS JUNHO/2011 CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 1º. Os cursos de Pós Graduação Lato Sensu da Faculdade de Tecnologia

Leia mais

O Curso Piloto Privado Avião - PPA

O Curso Piloto Privado Avião - PPA O Curso Piloto Privado Avião - PPA Esta coleção de slides foi preparada por Paulo Dirceu Dias, de Sorocaba, SP, com a finalidade de oferecer informações básicas aos possíveis interessados nas atividades

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes e as atividades relativas à identificação, avaliação e desenvolvimento da competência das pessoas, por meio de ações de treinamento e conscientização.

Leia mais

A VALP CONSULTORIA E ENGENHARIA, inscrita no CNPJ. 10.809.814/0001-25, registrada no CREA/SP n 5062526345, tem a

A VALP CONSULTORIA E ENGENHARIA, inscrita no CNPJ. 10.809.814/0001-25, registrada no CREA/SP n 5062526345, tem a São Paulo, 17 de Fevereiro de 2014. A VALP CONSULTORIA E ENGENHARIA, inscrita no CNPJ 10.809.814/0001-25, registrada no CREA/SP n 5062526345, tem a honra de apresentar proposta de prestação de serviços

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE SUMÁRIO

MANUAL DA QUALIDADE SUMÁRIO / Aprovação: Edison Cruz Mota MANUAL DA QUALIDADE Código: MQ Revisão: 13 Página: 1 de 16 Data: 15/12/2011 Arquivo: MQ_13.doc SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1. POLÍTICA DA

Leia mais

APÊNDICE C CHECKLIST DE ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

APÊNDICE C CHECKLIST DE ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES CHECKLIST DE ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES Rev.00 Outubro/2015 i SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. EQUIPE DE GERENCIAMENTO DE EMERGÊNCIA(EMT)... 4 CHEFE DA SEÇÃO DE OPERAÇÕES (OSC)... 9 CHEFE DA SEÇÃO DE

Leia mais

Resolução CONAMA nº 07, de 31 de agosto de 1993. (Publicação - Diário Oficial da União 31/12/1993)

Resolução CONAMA nº 07, de 31 de agosto de 1993. (Publicação - Diário Oficial da União 31/12/1993) Resolução CONAMA nº 07, de 31 de agosto de 1993. (Publicação - Diário Oficial da União 31/12/1993) O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições previstas na Lei nº 6.938, de 31

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO 1. OBJETIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 3.1. Siglas 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 02 5.1. Características Gerais 03 5.2. Características Específicas e Exclusivas

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE GOIÁS

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE GOIÁS 1 RESOLUÇÃO NORMATI VA N.º 0 0 6 / 2 0 0 1 O Tribunal de Contas do Estado de Goiás, considerando as atribuições estabelecidas pela Constituição Estadual em seu artigo 26, o disposto no inciso XII do art.

Leia mais

ATO CONVOCATÓRIO 008 2014. OBJETO: Credenciamento de Examinadores

ATO CONVOCATÓRIO 008 2014. OBJETO: Credenciamento de Examinadores ATO CONVOCATÓRIO 008 2014 OBJETO: Credenciamento de Examinadores O INSTITUTO QUALIDADE MINAS, pessoa jurídica de Direito privado sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html Lista de cursos Atualmente, do total de cursos a distância ofertados

Leia mais

Ministério dos Transportes

Ministério dos Transportes Ministério dos Transportes Instituto Nacional de Aviação Civil INAVIC Normativo Técnico 16 Requisitos para o Despacho de Voo Página 1/11 Índice Parte A: Generalidades..3 16.001 Aplicações.3 16.003 Definições..3

Leia mais

ANEXO III REQUISITOS MÍNIMOS PARA A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS

ANEXO III REQUISITOS MÍNIMOS PARA A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS ANEXO III REQUISITOS MÍNIMOS PARA A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS 1 1. Estrutura Física / Equipamentos de Garagens e Pátios de Estacionamento 1.1. Especificação do Padrão das Garagens e Pátios de Estacionamento

Leia mais

Avaliação Serviço em Eletricidade Básica- NR10

Avaliação Serviço em Eletricidade Básica- NR10 Empresa: Instrutor: Nome: DATA: Questões: 01- A NR10 Instalação e Serviços de eletricidade fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalha em instalações elétricas,

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. INTRODUÇÃO : Nos últimos anos, têm-se discutido amplamente a gerência de manutenção preditiva. Tem-se definido uma variedade de técnicas que variam

Leia mais

Art. 3º Para efeito deste Regulamento são adotadas as seguintes definições:

Art. 3º Para efeito deste Regulamento são adotadas as seguintes definições: Portaria SES-RS nº 767 DE 13/08/2015 Norma Estadual - Rio Grande do Sul Publicado no DOE em 26 ago 2015 Aprova os critérios e procedimentos para o recolhimento de alimentos, inclusive in natura, bebidas

Leia mais

Ministério dos Transportes

Ministério dos Transportes Ministério dos Transportes Instituto Nacional de Aviação Civil INAVIC Normativo Técnico15 Limites dos Tempos de Serviço do Pessoal Aeronáutico Página 1/9 Índice Parte A: Generalidades.. 3 15.001 Aplicabilidade...3

Leia mais