ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP 42883

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP 42883"

Transcrição

1 ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP 42883

2 Fisiopatologia do Processo Maligno As células são conhecidas desde o século XVII, quando foram observadas com microscópios muito simples. A reunião de observações em plantas e animais fez com que os pesquisadores entendessem, finalmente, que a grande maioria dos organismos vivos têm organização celular. Para entendermos o processo maligno, devemos primeiro entender o processo normal de divisão celular. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 2

3 Fisiopatologia do Processo Maligno Núcleo Celular Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 3

4 Fisiopatologia do Processo Maligno Núcleo Celular O núcleo celular é, sem dúvida, o armazém de todas as informações sobre a função e a estrutura celular. É nele que está guardada a receita, o programa daquilo que a célula é, e de tudo o que ela pode fazer. Essa receita é constituída pela cromatina, material filamentoso existente em todas as células. O componente fundamental da cromatina é o DNA. Células novas, ao serem fabricadas, têm também que receber um núcleo que contenha todas as informações que lhe são necessárias durante sua vida. Isso faz com que, durante a divisão celular (mitose), cada uma das células-filhas receba a receita completa proveniente da célula mãe. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 4

5 Fisiopatologia do Processo Maligno Mitose No processo de mitose, uma célula se divide, originando duas células-filhas exatamente iguais à célula inicial, quanto à quantidade e à qualidade de material genético existente. A mitose permite aos organismos pluricelulares crescerem por aumento do número de células e substituírem as células mortas. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 5

6 Fisiopatologia do Processo Maligno Mitose Esse processo ocorre em duas etapas: 1ª Etapa bioquímica a duplicação do DNA da célula mãe. 2ª Etapa morfológica (mitose) a que conduz a formação de duas células-filhas distintas e idênticas a célula mãe. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 6

7 Fisiopatologia do Processo Maligno Etapas da Mitose Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 7

8 Fisiopatologia do Processo Maligno Cariótipo Humano Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 8

9 Fisiopatologia do Processo Maligno Definição de Câncer O câncer é um processo patológico que começa quando uma célula anormal é transformada pela mutação genética do DNA celular. Essa célula anormal forma um clone e começa a proliferar-se de maneira anormal, ignorando as sinalizações de regulação do crescimento no ambiente circunvizinho à célula. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 9

10 Fisiopatologia do Processo Maligno Definição de Câncer As células neoplásicas adquirem características invasivas, com conseqüentes alterações nos tecidos circunvizinhos. As células infiltram-se nesses tecidos e acessam os vasos sangüíneos e linfáticos, os quais as transportam até outras regiões do corpo. Esse fenômeno é denominado metástase (disseminação do câncer para outras partes do corpo). Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 10

11 Fisiopatologia do Processo Maligno Definição de Câncer O câncer não consiste em uma doença única com causa única; pelo contrário, é um grupo de doenças distintas, com diferentes causas, manifestações, tratamentos e prognósticos. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 11

12 Fisiopatologia do Processo Maligno Padrões Proliferativos Durante a vida, vários tecidos corpóreos normalmente experimentam períodos de crescimento rápido ou proliferativo, os quais devem ser distinguidos da atividade de crescimento maligno. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 12

13 Fisiopatologia do Processo Maligno Padrões de crescimento celular HIPERPLASIA Aumento do número de células de um tecido; mais freqüentemente associada aos períodos de crescimento corporal rápido. METAPLASIA Conversão de um tipo de célula madura em outro tipo de célula. DISPLASIA Crescimento celular anômalo resultando em células que diferem de tamanho, formato ou arranjo em relação às outras células do mesmo tipo de tecido. NEOPLASIA Crescimento celular descontrolado que sucede a ausência de demanda fisiológica. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 13

14 Fisiopatologia do Processo Maligno Características das Células Malignas Membranas celulares alteradas; As membranas celulares contém proteínas chamadas antígenos tumorais específicos (TSA); As membranas celulares contém menos cimento celular, portanto são menos coesas. Os núcleos das células são grandes e com formato irregular. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 14

15 Fisiopatologia do Processo Maligno Características das Células Malignas Os nucléolos (estruturas que alojam o RNA) são maiores e mais numerosos. Anormalidades cromossomiais e fragilidade dos cromossomos são comumente encontradas. A mitose ocorre com maior freqüência A medida que as células crescem e se dividem necessitam de mais oxigênio e glicose. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 15

16 Fisiopatologia do Processo Maligno Características das Células Malignas Linfoma de Hodgkin Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 16

17 Fisiopatologia do Processo Maligno Características das Células Malignas Linfoma de Hodgkin Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 17

18 Fisiopatologia do Processo Maligno Metástase É a disseminação ou semeadura de células malignas, a partir do tumor primário, em sítios a distância, através da disseminação direta de células tumorais para as cavidades corporais ou através da circulação sangüínea e linfática. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 18

19 Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 19

20 Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 20

21 Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 21

22 Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 22

23 Etiologia Vírus e Bactéria Papilomavirus, herpes tipo II, citomegalovírus, vírus da hepatite B, Helicobacter pylori. Agentes Físicos exposição à luz solar ou radiação, irritação ou inflamação crônica e uso de tabaco. Agentes Químicos fumaça do cigarro, corantes, fuligem, pesticidas, cromo, arsênico, etc. Fatores Genéticos e Familiares retinoblastomas, nefroblastomas, leucemias, tumores de mama, endométrio, colorretal, gástrico, próstata e pulmão. Fatores Dietéticos 40% a 60% - Ingestão de gorduras,álcool, carnes defumadas ou curadas com sal, alimentos portadores de nitratos e nitritos. Agentes Hormonais desequilíbrio hormonal. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 23

24 PREVENÇÃO Primária preocupa-se com a redução dos riscos de câncer em pessoas saudáveis. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 24

25 PREVENÇÃO Secundária envolve a detecção e avaliação para alcançar o diagnóstico precoce e a intervenção imediata para conter o processo canceroso. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 25

26 DIAGNÓSTICO Um diagnóstico de câncer baseia-se na análise das alterações fisiológicas e funcionais e nos resultados da investigação diagnóstica. A avaliação diagnóstica é orientada pelas informações obtidas através de uma história completa e do exame físico. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 26

27 DIAGNÓSTICO Os pacientes com suspeita de câncer sofrem extensos exames para: Determinar a presença do tumor e sua extensão; Identificar a possível disseminação (metástase) da doença ou invasão de outros tecidos corporais; Avaliar a função dos sistemas orgânicos e órgãos afetados e não afetados; Obter tecidos e células para análise, incluindo a avaliação dos estágios e grau do tumor. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 27

28 DIAGNÓSTICO Teste Descrição Usos Potenciais Identificação de marcador tumoral Imageamento por ressonância magnética Tomografia computadorizada Análise de substâncias encontradas no sangue que são produzidas pelo tumor ou pelo corpo em resposta ao tumor. Uso de campos magnéticos e sinais de radiofreqüência para criar imagens seccionadas de várias estruturas corporais. Uso de feixe estreito de raio X para varrer camadas sucessivas de tecido para uma incidência transversal. Câncer de mama, cólon, pulmão, ovário, testículo e próstata. Câncer neurológico, pélvico, abdominal e torácico. Câncer neurológico, pélvico, abdominal, esquelético e torácico. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 28

29 Teste Descrição Usos Potenciais Ultra-sonografia Endoscopia Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira Ondas sonoras de alta freqüência que fazem eco nos tecidos corporais e que são eletronicamente convertidas em imagens. Usada para avaliar tecidos profundos do corpo. Visualização direta de uma cavidade corporal ou trajeto através da inserção de um endoscópio dentro de uma cavidade ou abertura corporal; permite a biópsia tecidual, aspiração de líquidos, e excisão de pequenos tumores. Cânceres abdominais e pélvicos. Cânceres brônquicos, gastrointestinais. 29

30 Teste Descrição Usos Potenciais Imageamento por medicina nuclear Tomografia com emissão de pósitron (PET scan) Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira Usa a injeção intravenosa ou ingestão de substâncias com radioisótopos seguida por imageamento dos tecidos que concentraram os radioisótopos. Imagens transversais computadorizadas da concentração aumentada de radioisótopos nas células malignas fornecem informações sobre a atividade biológica das células malignas; ajuda a distinguir entre processos benignos e malignos e as respostas ao tratamento. Cânceres ósseos, hepáticos, renais, esplênicos, cerebrais e tireóideos. Cânceres de pulmão, cólon, fígado e pancreático. 30

31 TRATAMENTO DO CÂNCER As opções de tratamento oferecidas para os pacientes com câncer devem basear-se em metas realistas e alcançáveis para cada tipo de câncer específico. CURA erradicação completa da doença. CONTROLE sobrevida prolongada e contenção do crescimento das células cancerosas. PALIATIVO alívio dos sintomas associados a doença. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 31

32 TRATAMENTO - Cirurgia A excisão cirúrgica da totalidade do câncer é o método mais freqüentemente usado. A cirurgia pode ser o método primário de tratamento, ou profilática, paliativa ou reconstrutora. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 32

33 TRATAMENTO - Radioterapia A radiação ionizante radioterapia, é usada para interromper o crescimento celular. Mais da metade dos pacientes com câncer recebe uma forma de radioterapia em algum momento durante o tratamento. A terapia com radiação também pode ser usada para controlar o tumor quando não se pode removê-lo cirurgicamente ou quando a metástase para os linfonodos locais está presente. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 33

34 TRATAMENTO - Braquiterapia É o implante de radiação interna que libera alta dose de radiação para uma área localizada. Essa radiação interna pode ser implantada por meio de agulhas, sementes, pérolas ou cateteres dentro das cavidades corporais (vagina abdome, pleura) ou dos compartimentos intersticiais (mama). Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 34

35 TRATAMENTO - Quimioterapia Na quimioterapia, os agentes antineoplásicos são utilizados na tentativa de matar as células tumorais por interferir com as funções celulares e a reprodução. A quimioterapia é usada principalmente para tratar doenças sistêmicas em vez de lesões que sejam localizadas e passíveis de cirurgia ou radiação. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 35

36 TRATAMENTO Transplante de Medula Indicado para os tipos de câncer hematológicos que afetam a medula óssea. O receptor deve receber doses altas de quimioterapia, e possivelmente irradiação corporal total, de modo a destruir toda a medula óssea e a doença maligna existente. A medula coletada do doador é infundida, por via endovenosa, dentro do receptor, viajando até os locais do corpo onde produz a medula óssea e se Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 36 estabelece (enxertia).

37 TRATAMENTO Modificadores da Resposta Biológica Os MRBs são reproduzidos através de engenharia genética. O objetivo é destruir ou interromper o crescimento maligno. A base do tratamento com MRBs reside na restauração, modificação, estimulação ou aumento das defesas imunes naturais do corpo contra o câncer. BCG, Anticorpos monoclonais, Citocinas, Interleucinas, fatores de crescimento hematopoiético. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 37

Câncer. Claudia witzel

Câncer. Claudia witzel Câncer Claudia witzel Célula Tecido O que é câncer? Agente cancerígeno Órgão Célula cancerosa Tecido infiltrado Ozana de Campos 3 ESTÁGIOS de evolução da célula até chegar ao tumor 1 Célula 2 Tecido alterado

Leia mais

Tipos de tumores cerebrais

Tipos de tumores cerebrais Tumores Cerebrais: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos Os doutores Calil Darzé Neto e Rodrigo Adry explicam sobre os tipos de tumores cerebrais. CONTEÚDO HOMOLOGADO "Os tumores cerebrais, originados

Leia mais

Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa

Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa Introdução Na Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET), diferentemente dos exames de Raio-x ou CT, a emissão da radiação é realizada diretamente

Leia mais

Gráficos: experimento clássico de Gause, 1934 (Princípio de Gause ou princípio da exclusão competitiva).

Gráficos: experimento clássico de Gause, 1934 (Princípio de Gause ou princípio da exclusão competitiva). 1 Gráficos: experimento clássico de Gause, 1934 (Princípio de Gause ou princípio da exclusão competitiva). 2 O câncer surge de uma única célula que sofreu mutação, multiplicou-se por mitoses e suas descendentes

Leia mais

Linfomas Dr. Ricardo Bigni -Serviço de Hematologia Hospital do Câncer I/INCA

Linfomas Dr. Ricardo Bigni -Serviço de Hematologia Hospital do Câncer I/INCA Linfomas Dr. Ricardo Bigni -Serviço de Hematologia Hospital do Câncer I/INCA A Doença, ou Linfoma de Hodgkin, é uma forma de câncer que se origina nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático, um conjunto

Leia mais

O que é câncer? Grupo de doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo.

O que é câncer? Grupo de doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. CÂNCER EM CRIANÇAS O que é câncer? Grupo de doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. O câncer é comum em crianças? Nos

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores

Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores. Imunologia dos tumores Introdução Objetivos Ags expressados pelas células cancerosas Natureza da resposta Imune Como o câncer escapa do sistema Imune Imunoterapia Introdução ao Câncer Crescimento descontrolado produz um tumor

Leia mais

Resposta Imune contra o Câncer

Resposta Imune contra o Câncer Câncer é um termo genérico, que compreende em torno de 200 doenças, cujas células causadoras partilham algumas características em comum: Mutações genéticas; Crescimento descontrolado; Capacidade de migração

Leia mais

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES TUMORES Tumores, também chamados de neoplasmas, ou neoplasias, são alterações celulares que provocam o aumento anormal dos tecidos corporais envolvidos. BENIGNO: são considerados benignos quando são bem

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o conceito de humanizar a assistência ao paciente, julgue os itens a seguir. 41 A heteronomia do paciente, o cuidado do ser humano doente e a promoção de saúde visando apenas à cura da doença

Leia mais

Linfomas. Claudia witzel

Linfomas. Claudia witzel Linfomas Claudia witzel Pode ser definido como um grupo de diversas doenças neoplásicas : Do sistema linfático Sistema linfóide Que tem origem da proliferação de linfócitos B ou T em qualquer um de seus

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE MÉDICOS DA AERONÁUTICA (CAMAR 2013) LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

COMANDO DA AERONÁUTICA EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE MÉDICOS DA AERONÁUTICA (CAMAR 2013) LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. COMANDO DA AERONÁUTICA VERSÃO B EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE MÉDICOS DA AERONÁUTICA (CAMAR 2013) ESPECIALIDADE: CANCEROLOGIA LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Este caderno contém

Leia mais

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI. Linfoma. Não-Hodgkin

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI. Linfoma. Não-Hodgkin HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI MANUAL DO PACIENTE - LINFOMA NÃO-HODGKIN EDIÇÃO REVISADA 02/2004 Linfoma Não-Hodgkin Introdução Este manual tem como objetivo fornecer

Leia mais

DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL

DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL Enviado por LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 04-Abr-2016 PQN - O Portal da Comunicação LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - 04/04/2016 Que tal aproveitar o Dia Mundial do Câncer

Leia mais

ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO Introdução A atuação da Fonoaudiológica veio a preencher uma importante lacuna no campo hospitalar. Principalmente na área oncológica ela é relativamente

Leia mais

TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS CIRURGIA QUIMIOTERAPIA SISTÊMICA

TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS CIRURGIA QUIMIOTERAPIA SISTÊMICA TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS Prof a Dra. Nise H. Yamaguchi Prof a Dra Enf a Lucia Marta Giunta da Silva Profª. Dra. Enf a Maria Tereza C. Laganá A abordagem moderna do tratamento oncológico busca mobilizar

Leia mais

Oncologia. Aula 2: Conceitos gerais. Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1

Oncologia. Aula 2: Conceitos gerais. Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1 Oncologia Aula 2: Conceitos gerais Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1 Classificação da Quimioterapia Em relação ao número de medicamentos usados; Em relação ao objetivo; Em relação à via de administração;

Leia mais

INTRODUÇÃO FISIOPATOLOGIA 01/05/2015 CÂNCER DE COLÓN E RETO

INTRODUÇÃO FISIOPATOLOGIA 01/05/2015 CÂNCER DE COLÓN E RETO INTRODUÇÃO UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Oncologia Prof. Flávia CÂNCER DE COLÓN E RETO Edvânia Farias Josefa Juciélia Veruska Bezerra

Leia mais

O que é Leucemia? Tipos de Leucemia

O que é Leucemia? Tipos de Leucemia O que é Leucemia? O termo leucemia refere-se a um grupo de doenças complexas e diferentes entre si que afetam a produção dos glóbulos brancos. Para melhor entender esta, ou melhor, estas doenças, é importante

Leia mais

Imagem da Semana: Tomografia de órbita

Imagem da Semana: Tomografia de órbita Imagem da Semana: Tomografia de órbita Figura: Tomografia computadorizada contrastada de crânio. Enunciado Criança do sexo masculino, 2 anos, natural de Parauapebas (PA), apresentava reflexo branco em

Leia mais

O que é Câncer? Estágio de Iniciação

O que é Câncer? Estágio de Iniciação O que é Câncer? O câncer é definido como um tumor maligno, mas não é uma doença única e sim um conjunto de mais de 200 patologias, caracterizado pelo crescimento descontrolado de células anormais (malignas)

Leia mais

OUTUBRO ROSA REFORÇA A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE NA CURA DO CÂNCER DE MAMA

OUTUBRO ROSA REFORÇA A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE NA CURA DO CÂNCER DE MAMA OUTUBRO ROSA REFORÇA A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE NA CURA DO CÂNCER DE MAMA Enviado por LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 01-Out-2015 PQN - O Portal da Comunicação LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - 01/10/2015

Leia mais

Juíz de Direito do 3º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre

Juíz de Direito do 3º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre NT 40/2013 Solicitante: NAPOLEÃO DA SILVA CHAVES Juíz de Direito do 3º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre Data: 04/04/2013 Medicamento Material Procedimento x Cobertura Numeração: 004561-6/13

Leia mais

ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP- 42883

ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP- 42883 ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP- 42883 Renata Loretti Ribeiro 2 Introdução O câncer representa uma causa importante de morbidez e mortalidade, gerador de efeitos que

Leia mais

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO HOFFMANN, Martina L. 1 ; MARTINS, Danieli B. 2 ; FETT, Rochana R. 3 Palavras-chave: Carcinoma. Felino. Quimioterápico. Introdução O tumor

Leia mais

Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física?

Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física? Fisiologia Humana QUESTÕES INICIAIS 1 2 3 Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física? Qual a importância dos conhecimentos

Leia mais

Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira

Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Componentes do sistema imunitário Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Manual Merck Capítulo 167 O sistema imunitário é composto por células

Leia mais

Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos

Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos Prof. Rivaldo Assuntos Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos Administração e Gerenciamento de Enfermagem Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher e da Criança Enfermagem nas Doenças Transmissíveis

Leia mais

CIEP: Centro Integrado de Educação Profissional. Radioterapia. Apostila Básica de Radioterapia Página 1

CIEP: Centro Integrado de Educação Profissional. Radioterapia. Apostila Básica de Radioterapia Página 1 Radioterapia Apostila Básica de Radioterapia Página 1 Introdução O Técnico em Radioterapia é, sem dúvida nenhuma, um profissional chave na realização e no sucesso da Radioterapia. Cabe a ele o contato

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira Coren/SP 42883

ANATOMIA E FISIOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira Coren/SP 42883 ANATOMIA E FISIOLOGIA Renata Loretti Ribeiro Enfermeira Coren/SP 42883 Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira 2 DEFINIÇÕES Anatomia é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento

Leia mais

Fonoaudiologia Oncológica Introdução

Fonoaudiologia Oncológica Introdução Fonoaudiologia Oncológica Introdução M.Sc. Profª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar da UVA Chefe da Equipe

Leia mais

ONCOGÊNESE UNESC FACULDADES ENFERMAGEM ONCOLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES O QUE É O CÂNCER PROCESSO FISIOPATOLÓGICO 16/08/2015

ONCOGÊNESE UNESC FACULDADES ENFERMAGEM ONCOLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES O QUE É O CÂNCER PROCESSO FISIOPATOLÓGICO 16/08/2015 UNESC FACULDADES ENFERMAGEM ONCOLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES ONCOGÊNESE O QUE É O CÂNCER Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células

Leia mais

ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS, PROGNÓSTICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS NA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS, PROGNÓSTICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS NA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS, PROGNÓSTICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS NA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA Laiz Silva Ribeiro laiz0711@bol.com.br Prof Dr. Rodrigo da Silva Santos rdssantos@gmail.com FACULDADE ALFREDO

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS FAURGS HCPA Edital 05/2007 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 22 MÉDICO (Urologia) 01. A 11. B 02. C 12. A 03. B 13.

Leia mais

P R O V A DE BIOLO G I A I I

P R O V A DE BIOLO G I A I I 10 P R O V A DE BIOLO G I A I I QUESTÃO 31 Uma criança do sexo masculino pertencente ao grupo sangüíneo AB e com síndrome de Down foi curada de uma leucemia, após receber transplante de medula óssea proveniente

Leia mais

Com Ciência - Células-tronco: a promessa da medicina regenerativa

Com Ciência - Células-tronco: a promessa da medicina regenerativa Página 1 de 5 Editorial A esperança celular Carlos Vogt Reportagens Pesquisa brasileira em CT já apresenta resultados Em meio à discussão ética, a pesquisa avança em todo o mundo Faltam leis, sobra polêmica

Leia mais

Urgências Oncológicas Ana Paula Ornellas de S. Victorino

Urgências Oncológicas Ana Paula Ornellas de S. Victorino Urgências Oncológicas Ana Paula Ornellas de S. Victorino Coordenação de Pesquisa Clínica - INCA Serviço de Oncologia Clínica - HSE COI - Clínicas Oncológicas Integradas Definição de emergência oncológica

Leia mais

Arimide. Informações para pacientes com câncer de mama. Anastrozol

Arimide. Informações para pacientes com câncer de mama. Anastrozol Informações para pacientes com câncer de mama. AstraZeneca do Brasil Ltda. Rod. Raposo Tavares, km 26,9 CEP 06707-000 Cotia SP ACCESS net/sac 0800 14 55 78 www.astrazeneca.com.br AXL.02.M.314(1612991)

Leia mais

Fevereiro 2011 BEBÉ VIDA INFORMA. 707 20 10 18 geral@bebevida.com www.bebevida.com

Fevereiro 2011 BEBÉ VIDA INFORMA. 707 20 10 18 geral@bebevida.com www.bebevida.com Fevereiro 2011 BEBÉ VIDA INFORMA 1 Células hematopoiéticas do sangue do cordão umbilical podem ajudar na recuperação de AVC s As células estaminais hematopoiéticas do sangue do cordão umbilical podem promover

Leia mais

Princípios de Oncologia Clínica. Dr. Wesley Vargas Moura Oncologista Clínico CRM ES 3861

Princípios de Oncologia Clínica. Dr. Wesley Vargas Moura Oncologista Clínico CRM ES 3861 Princípios de Oncologia Clínica Dr. Wesley Vargas Moura Oncologista Clínico CRM ES 3861 Histórico 1900 Termo Quimioterapia Dr. Paul Ehrlich (1854-1915) Anos 40 Segunda Guerra Mundial Ilha de Bali 1943

Leia mais

Pesquisa 78 Relatório Anual INCA 2004 Pesquisa

Pesquisa 78 Relatório Anual INCA 2004 Pesquisa A produção do conhecimento científico, a formação de pesquisadores e a promoção do intercâmbio entre instituições nacionais e estrangeiras têm crescido nos últimos anos no INCA, onde são desenvolvidas

Leia mais

INTRODUÇÃO. Cancro é o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos.

INTRODUÇÃO. Cancro é o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. CANCRO INTRODUÇÃO Cancro é o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis. O QUE É CANCRO Cancro

Leia mais

Cenário da Saúde da Criança e da Oncologia Pediátrica: avanços e desafios para a organização da rede assistencial

Cenário da Saúde da Criança e da Oncologia Pediátrica: avanços e desafios para a organização da rede assistencial Cenário da Saúde da Criança e da Oncologia Pediátrica: avanços e desafios para a organização da rede assistencial José Eduardo Castro jose.castro@cancer.org.br Alguns conceitos no estudo da rede assitêncial

Leia mais

Maysa Paula da Costa 1, 3 ; Cristiane Alves da Fonseca 2,3 ; Andréia Juliana Leite Rodrigues 2,3,4.

Maysa Paula da Costa 1, 3 ; Cristiane Alves da Fonseca 2,3 ; Andréia Juliana Leite Rodrigues 2,3,4. BASES CELULARES DO CANCER. Maysa Paula da Costa 1, 3 ; Cristiane Alves da Fonseca 2,3 ; Andréia Juliana Leite Rodrigues 2,3,4. 1 Graduanda Curso de Ciências Biológicas UEG/UNuCET 2 Pesquisadora Orientadora

Leia mais

Clínica da Universidade de Navarra (CUN):

Clínica da Universidade de Navarra (CUN): Clínica da Universidade de Navarra (CUN): Dez anos de experiência clínica com microesferas Ítrio-90 confirmam um controlo localizado do cancro do fígado em 80% dos doentes Clínica da Universidade de Navarra

Leia mais

Fundamentos de oncologia. Você sabe o que é o câncer e como ele se desenvolve em nosso corpo?

Fundamentos de oncologia. Você sabe o que é o câncer e como ele se desenvolve em nosso corpo? BIOLOGIA Cláudio Góes Fundamentos de oncologia 1. Introdução Você sabe o que é o câncer e como ele se desenvolve em nosso corpo? Nesta unidade, você verá que o termo câncer refere-se a uma variedade de

Leia mais

FARINGE. Rinofaringe. Orofaringe. Hipofaringe. Esôfago. Laringe. Traquéia

FARINGE. Rinofaringe. Orofaringe. Hipofaringe. Esôfago. Laringe. Traquéia OROFARINGE Os tumores de cabeça e de pescoço totalizam 4,5% dos casos de diagnósticos de câncer. Uma importante fração dos tumores malignos da região da cabeça e pescoço se localiza primeiramente na orofaringe.

Leia mais

QUIMIOTERAPIA E TRANSPLANTE DE MEDULA NO TRATAMENDO DA LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA INFANTIL

QUIMIOTERAPIA E TRANSPLANTE DE MEDULA NO TRATAMENDO DA LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA INFANTIL QUIMIOTERAPIA E TRANSPLANTE DE MEDULA NO TRATAMENDO DA LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA INFANTIL Graziele Francine Franco Mancarz 1 Bianca Manfroi da Silva 2 Delizie Albuquerque Freitas 3 Grasiele Mayara Bim 4

Leia mais

Mandado de segurança contra ato do Secretário Municipal de Saúde RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO-HODGKIN FOLICULAR TRANSFORMADO EM DIFUSO

Mandado de segurança contra ato do Secretário Municipal de Saúde RITUXIMABE PARA LINFOMA NÃO-HODGKIN FOLICULAR TRANSFORMADO EM DIFUSO Data: 08/12/2012 Nota Técnica 2012 Juízo da 4ª Vara de Fazenda Pública Municipal Juiz Renato Dresh Numeração Única: 3415341-21.201 Impetrante Marlene Andrade Montes Medicamento Material Procedimento Cobertura

Leia mais

Esses vírus foram reconhecidos como causas de cânceres humanos, especialmente de câncer de cérvice-uterina.

Esses vírus foram reconhecidos como causas de cânceres humanos, especialmente de câncer de cérvice-uterina. Segunda-feira, 4 de dezembro de 2006. Profa. Sônia. HPVs Papillomavirus humanos Esses vírus foram reconhecidos como causas de cânceres humanos, especialmente de câncer de cérvice-uterina. Introdução Anualmente

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina

MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina Orientador: Prof. Dr. Laécio C. Barros Aluna: Marie Mezher S. Pereira ra:096900 DMA - IMECC - UNICAMP 25 de Junho de

Leia mais

4. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO MIELOIDE CRÔNICA (LMC)? E MONITORAMENTO DE LMC? É uma doença relativamente rara, que ocorre

4. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO MIELOIDE CRÔNICA (LMC)? E MONITORAMENTO DE LMC? É uma doença relativamente rara, que ocorre ÍNDICE 1. O que é Leucemia Mieloide Crônica (LMC)?... pág 4 2. Quais são os sinais e sintomas?... pág 4 3. Como a LMC evolui?... pág 5 4. Quais são os tratamentos disponíveis para a LMC?... pág 5 5. Como

Leia mais

VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto)

VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto) COLÉGIO E CURSO INTELECTUS APOSTILA NOME: MAT.: Biologia I PROFº: EDUARDO SÉRIE: TURMA: DATA: VÍRUS (complementar o estudo com as páginas 211-213 do livro texto) Os vírus são os únicos organismos acelulares,

Leia mais

NEOPLASIAS. MSc. Isabela Brcko

NEOPLASIAS. MSc. Isabela Brcko NEOPLASIAS MSc. Isabela Brcko Proliferações locais de clones celulares cuja reprodução foge ao controle normal, e que tendem para um tipo de crescimento autônomo e progressivo, e para a perda de diferenciação

Leia mais

UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV

UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV Aspectos Morfológicos das Neoplasias DEFINIÇÕES Neoplasia Tumor Câncer Inflamação/Neoplasia Termo comum a todos tumores malignos. Derivado do grego Karkinos

Leia mais

Rua Pamplona,518-5º Andar Jd. Paulista São Paulo (SP) CEP 01405-000 (11) 3149-5190 0800-773-9973 abrale@abrale.org.br

Rua Pamplona,518-5º Andar Jd. Paulista São Paulo (SP) CEP 01405-000 (11) 3149-5190 0800-773-9973 abrale@abrale.org.br Rua Pamplona,518-5º Andar Jd. Paulista São Paulo (SP) CEP 01405-000 (11) 3149-5190 0800-773-9973 abrale@abrale.org.br O que você deve saber sobre Leucemia Manuais da ABRALE Associação Brasileira de Linfoma

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

Oncologia. Oncologia. Oncologia 16/8/2011 PRINCÍPIOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA EM CÃES E GATOS. Patologia. Onkos tumor. Logia estudo

Oncologia. Oncologia. Oncologia 16/8/2011 PRINCÍPIOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA EM CÃES E GATOS. Patologia. Onkos tumor. Logia estudo PRINCÍPIOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA EM CÃES E GATOS Onkos tumor Logia estudo Oncologia - Estudo das neoplasias em toda sua extensão, investigando o processo patológico desordenado e incontrolável de proliferação

Leia mais

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS Descrição Doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função de seu

Leia mais

Seminário Metástases Pulmonares

Seminário Metástases Pulmonares Seminário Metástases Pulmonares Tatiane Cardoso Motta 09/02/2011 CASO CLÍNICO Paciente do sexo feminino, 52 anos, refere que realizou RX de tórax de rotina que evidenciou nódulos pulmonares bilaterais.

Leia mais

1ª Série. 5EST222 ESTÁGIO INTEGRATIVO DE BIOMEDICINA I Atividades práticas e de pesquisa nas várias disciplinas da área de biomedicina.

1ª Série. 5EST222 ESTÁGIO INTEGRATIVO DE BIOMEDICINA I Atividades práticas e de pesquisa nas várias disciplinas da área de biomedicina. 1ª Série 5MOR018 ANATOMIA DOS ANIMAIS DE LABORATÓRIO Estudo da anatomia de alguns animais utilizados em laboratório e considerados de grande importância para o futuro profissional biomédico, utilizando-se,

Leia mais

Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear. Oncologia

Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear. Oncologia Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear Oncologia Este documento foi elaborado conforme orientações da Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear, visando aproximar ainda mais nossa

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg (acetato de gosserrelina)

ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg (acetato de gosserrelina) ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg (acetato de gosserrelina) I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ZOLADEX acetato de gosserrelina APRESENTAÇÃO Atenção: seringa com sistema de proteção da agulha Depot de 3,6

Leia mais

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 IMUNOLOGIA Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 Imunidade contra tumores Linfócitos T-CD8 (azul) atacando uma célula tumoral (amarela) A imunologia tumoral é o estudo

Leia mais

Tipos de Câncer. Saber identifi car sinais é essencial.

Tipos de Câncer. Saber identifi car sinais é essencial. Tipos de Câncer Saber identifi car sinais é essencial. O QUE É CÂNCER É uma doença cuja característica principal é o crescimento acelerado e desordenado das células, as quais têm grande potencial para

Leia mais

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento Neoplasias 2 Adriano de Carvalho Nascimento Biologia tumoral Carcinogênese História natural do câncer Aspectos clínicos dos tumores Biologia tumoral Carcinogênese (bases moleculares do câncer): Dano genético

Leia mais

ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO

ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO Elaine Jacob da Silva Carmo 1 ; Cristiane Alves da Fonseca 2,3 Andréia Juliana Leite Rodrigues 2,3, 4. 1 Curso de Ciências Biológicas, Unidade Universitária de Ciências

Leia mais

MEDICINA PREVENTIVA SAÚDE DO HOMEM

MEDICINA PREVENTIVA SAÚDE DO HOMEM MEDICINA PREVENTIVA SAÚDE DO HOMEM SAÚDE DO HOMEM Por preconceito, muitos homens ainda resistem em procurar orientação médica ou submeter-se a exames preventivos, principalmente os de revenção do câncer

Leia mais

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância Câncer de Tireóide Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira O câncer de tireóide é um tumor maligno de crescimento localizado dentro da glândula

Leia mais

NEOPLASIAS DO TECIDO HEMATOPOÉTICO. Hye, 2014

NEOPLASIAS DO TECIDO HEMATOPOÉTICO. Hye, 2014 NEOPLASIAS DO TECIDO HEMATOPOÉTICO Hye, 2014 O QUE GERA A SUSPEITA DE MALIGNIDADE HEMATOLÓGICA? Falta de energia; Facilidade de sangramentos; Infecções frequentes; Emagrecimento inexplicável; INVESTIGAÇÃO

Leia mais

Tratamento do câncer no SUS

Tratamento do câncer no SUS 94 Tratamento do câncer no SUS A abordagem integrada das modalidades terapêuticas aumenta a possibilidade de cura e a de preservação dos órgãos. O passo fundamental para o tratamento adequado do câncer

Leia mais

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI MANUAL DO PACIENTE - LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA EDIÇÃO REVISADA 02/2009 HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI Este manual tem como objetivo fornecer informações aos pacientes

Leia mais

1 Introdução maligno metástase

1 Introdução maligno metástase 1 Introdução Câncer é o nome dado a um conjunto de doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões

Leia mais

EDITORIAL / EDITORIAL CÉLULA-TRONCO. discreta de células-tronco adultas fazem a reposição. laboratório, determinar suas propriedades

EDITORIAL / EDITORIAL CÉLULA-TRONCO. discreta de células-tronco adultas fazem a reposição. laboratório, determinar suas propriedades EDITORIAL / EDITORIAL CÉLULA-TRONCO José Carlos Rossini Iglézias* As células-tronco são importantes para os organismos vivos por várias razões. No embrião, na fase do terceiro ao quinto dia de idade -

Leia mais

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida DEFINIÇÃO: Pathos: doença Logos: estudo Estudo das alterações estruturais, bioquímicas e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar os mecanismos

Leia mais

O Câncer de Próstata. O que é a Próstata

O Câncer de Próstata. O que é a Próstata O Câncer de Próstata O câncer de próstata é o segundo tumor mais comum no sexo masculino, acometendo um em cada seis homens. Se descoberto no início, as chances de cura são de 95%. O que é a Próstata A

Leia mais

A situação do câncer no Brasil 1

A situação do câncer no Brasil 1 A situação do câncer no Brasil 1 Fisiopatologia do câncer 23 Introdução O câncer é responsável por cerca de 13% de todas as causas de óbito no mundo: mais de 7 milhões de pessoas morrem anualmente da

Leia mais

ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg acetato de gosserrelina

ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg acetato de gosserrelina ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg acetato de gosserrelina I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ZOLADEX acetato de gosserrelina Atenção: seringa com sistema de proteção da agulha APRESENTAÇÃO Depot de 3,6

Leia mais

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer Data: 27/11/2012 Nota Técnica 23/2012 Medicamento Material Procedimento X Cobertura Solicitante: Bruna Luísa Costa de Mendonça Assessora do Juiz da 2ª Vara Cível Numeração Única: 052512020931-3 Tema: Uso

Leia mais

CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO

CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO OS TIPOS DE CANCER DE MAMA O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma

Leia mais

TD DE CIÊNCIAS 8ª. série PROFa. Marjory Tôrres. INTRODUÇÃO À GENÉTICA Os princípios básicos da Hereditariedade

TD DE CIÊNCIAS 8ª. série PROFa. Marjory Tôrres. INTRODUÇÃO À GENÉTICA Os princípios básicos da Hereditariedade TD DE CIÊNCIAS 8ª. série PROFa. Marjory Tôrres INTRODUÇÃO À GENÉTICA Os princípios básicos da Hereditariedade Todas as pessoas são diferentes, cada um é único, apresentam características que são próprias

Leia mais

ZOLADEX (acetato de gosserrelina) AstraZeneca do Brasil Ltda. Depot. 3,6 mg e 10,8 mg

ZOLADEX (acetato de gosserrelina) AstraZeneca do Brasil Ltda. Depot. 3,6 mg e 10,8 mg ZOLADEX (acetato de gosserrelina) AstraZeneca do Brasil Ltda. Depot 3,6 mg e 10,8 mg ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg acetato de gosserrelina I) IDENTIFICAÇÃO DO ZOLADEX acetato de gosserrelina Atenção:

Leia mais

SISTEMA REPRODUTOR. Sistema reprodutor feminino

SISTEMA REPRODUTOR. Sistema reprodutor feminino SISTEMA REPRODUTOR A reprodução é de importância tremenda para os seres vivos, pois é por meio dela que os organismos transmitem suas características hereditariamente e garantem a sobrevivência de suas

Leia mais

TUMORES CEREBRAIS. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

TUMORES CEREBRAIS. Maria da Conceição Muniz Ribeiro TUMORES CEREBRAIS Maria da Conceição Muniz Ribeiro Tumor Cerebral é uma lesão localizada que ocupa o espaço intracerebral e tende a acusar um aumento de PIC. Em adulto, a maior parte dos tumores se origina

Leia mais

Especialidades Odontológicas

Especialidades Odontológicas Especialidades Odontológicas Urubatan Medeiros Doutor (USP) - Professor Titular do Departamento de Odontologia Preventiva e Comunitária (UERJ/UFRJ) - Consultor do Ministério da Saúde I - Introdução A Odontologia

Leia mais

O que é Leucemia? http://www.abrale.org.br/doencas/leucemia/index.php?area=leucemia

O que é Leucemia? http://www.abrale.org.br/doencas/leucemia/index.php?area=leucemia O que é Leucemia? http://www.abrale.org.br/doencas/leucemia/index.php?area=leucemia O termo leucemia refere-se a um grupo de doenças complexas e diferentes entre si que afetam a produção dos glóbulos brancos.

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2009

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2009 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2009 Medicina - Especialização - TMO Este Caderno contém as questões discursivas de Conhecimentos Específicos correspondentes ao curso descrito acima. Confira se este

Leia mais

O que é câncer de estômago?

O que é câncer de estômago? Câncer de Estômago O que é câncer de estômago? O câncer de estômago, também denominado câncer gástrico, pode ter início em qualquer parte do estômago e se disseminar para os linfonodos da região e outras

Leia mais

TÍTULO: ANÁLISE DAS FRAÇÕES DE COLESTEROL APÓS O USO DE ULTRASSOM DE ALTA POTÊNCIA NO TRATAMENTO DA GORDURA LOCALIZADA ABDOMINAL

TÍTULO: ANÁLISE DAS FRAÇÕES DE COLESTEROL APÓS O USO DE ULTRASSOM DE ALTA POTÊNCIA NO TRATAMENTO DA GORDURA LOCALIZADA ABDOMINAL TÍTULO: ANÁLISE DAS FRAÇÕES DE COLESTEROL APÓS O USO DE ULTRASSOM DE ALTA POTÊNCIA NO TRATAMENTO DA GORDURA LOCALIZADA ABDOMINAL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Massuyuki kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Para compreender como os cistos se formam nos ovários é preciso conhecer um pouco sobre o ciclo menstrual da mulher.

Para compreender como os cistos se formam nos ovários é preciso conhecer um pouco sobre o ciclo menstrual da mulher. Cistos de Ovário Os ovários são dois pequenos órgãos, um em cada lado do útero. É normal o desenvolvimento de pequenos cistos (bolsas contendo líquidos) nos ovários. Estes cistos são inofensivos e na maioria

Leia mais

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015 01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode

Leia mais

NEURORRADIOLOGIA DOS TUMORES DO ADULTO

NEURORRADIOLOGIA DOS TUMORES DO ADULTO NEURORRADIOLOGIA DOS TUMORES DO ADULTO ARNOLFO DE CARVALHO NETO (arnolfo@ufpr.br) Quando, num exame de imagem do encéfalo, pensamos em neoplasia, temos que estar atentos a 3 aspectos da lesão suspeita:

Leia mais

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama Cancro da Mama O Cancro da Mama é um tumor maligno que se desenvolve nas células do tecido mamário. Um tumor maligno consiste num grupo de células alteradas (neoplásicas) que pode invadir os tecidos vizinhos

Leia mais

5.º Ano 2014 Campanha de Prevenção do Câncer de Intestino Grosso 2016 O que é o intestino grosso? 1,5 m de comprimento 6,5 cm de diâmetro COLON SIGMÓIDE CECO ÂNUS Câncer de Intestino Grosso Surge, em 90%

Leia mais