MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR

2 Lei nº /2007: Problema: produção científica crescente SEM reflexo no setor produtivo e industrial

3 Produção Científica de todas as áreas no Período de 1981 a 2006 (Austria, Bélgica, Brasil, Dinamarca, Finlandia, Israel, Noruega, Polônia, Escócia) AUSTRIA BELGICA 1 BRASIL Nº de Artigos DINAMARCA FINLANDIA ISRAEL NORUEGA POLÔNIA ESCÓCIA Ano

4 Produção Científica de todas as áreas no Período de 1981 a 2006 (Brasil, Canada, China, Inglaterra, França, Alemanha, Japão, Suécia) Ano BRASIL CANADA CHINA INGLATERRA FRANÇA ALEMANHA JAPÃO SUÉCIA Nº de Artigos

5 Produção Científica de todas as áreas no Período de 1981 a 2006 (Brasil, China, India, Singapura, Coréia do Sul, Espanha e Taiwan) Ano BRASIL CHINA INDIA SINGAPURA CORÉIA DO SUL ESPANHA TAIWAN Nº de Artigos

6 Evolução da Produção Científica (ISI) da América Latina por país 1981 a 2006 (6 mais produtivos) Ano BRAZIL ARGENTINA CHILE MEXICO VENEZUELA COLOMBIA Nº de Artigos

7 Scientific Production: Brazil and World: Mundo Brasil Ano Crescimento

8 18000 Ph.D. Degrees Granted X Published Articles (ISI): ARTIGOS PUBLICADOS (ISI) TITULAÇÃO DOUTORES NO BRASIL

9 Desenvolvimento Científico 1981: produção de artigos científicos = 0,4% da produção mundial. 2006: produção de artigos científicos = 1,92% da produção mundial (crescimento de 8,9 vezes no período; 4,5 vezes maior do que o crescimento mundial). Suficiente para manter o desempenho atual, porém insuficiente para a competição com os países desenvolvidos e os concorrentes diretos (Coréia do Sul, China, Índia, Taiwan e Espanha), especialmente nas áreas tecnológicas.

10 Desenvolvimento tecnológico Investimento em C&T&I / PIB: três a cinco vezes menor do que o de qualquer dos países situados à nossa frente Desenvolvimento científico: concentrado nas universidades Mas: sofrível registro de patentes Causa: baixa interação universidade / empresa

11 Produção de Patentes Universidades: 26% das patentes em 2003 (cerca de dez vezes superior à contribuição acadêmica nos países desenvolvidos) Das 20 maiores depositárias de patentes no Brasil, 5 são universidades (1º lugar: UNICAMP)

12 Vinte maiores instituições residentes depositárias de patentes no Brasil Depositante total 1- Unicamp Petrobrás Arno S A Multibrás Eletr. S. A Semeato S A Ind e Co Vale do Rio Doce Co FAPESP Brasil Compressores DANA Ind Ltda UFMG Fonte: INPI, patentes BR publicadas, Banco de Dados EPOQUE. In Press: Guimarães, J. A; Oliveira, J.F.G;Prata, A. T. Engenharia e Desenvolvimento no Brasil: Desafios e Perspectivas

13 Vinte maiores instituições residentes depositárias de patentes no Brasil Depositante total 11- Johnson & Johnson USP JACTO Máquinas Agrícolas USIMINAS ELETROLUX do Brasil S A EMBRAPA CNPq UFRJ UNESP DIXIE TOGAS S. A Fonte: INPI, patentes BR publicadas, Banco de Dados EPOQUE. In Press: Guimarães, J. A; Oliveira, J.F.G;Prata, A. T. Engenharia e Desenvolvimento no Brasil: Desafios e Perspectivas

14 , ,5 Brasil 5,0 2, Coréia , Patentes nos EUA Investim. P. empresas (US$ bilhões) Patentes nos EUA 0 10,0 Investim. P. empresas (US$ bilhões) 7,5 5,0 2,5 0, Patentes depositadas nos EUA e investimento das empresas em P&D para o Brasil e a Coréia. (C. H. Brito Cruz, palestra 3a CNCTI 2005,

15 Brasil Coréia Canadá Itália Univ. e outros Governo Indústria Inglaterra França Alemanha Japão EUA Cientistas (%)

16 Desenvolvimento científico & tecnológico Pós-graduação inovação patentes setor produtivo e industrial Vantagens no competitivo mercado internacional.

17 Lei nº /2007: Art. 19-A. A pessoa jurídica poderá excluir do lucro líquido, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, os dispêndios efetivados em projeto de pesquisa científica e tecnológica e de inovação tecnológica a ser executado por Instituição Científica e Tecnológica - ICT, a que se refere o inciso V do caput do art. 2 o da Lei n o , de 2 de dezembro de o A exclusão de que trata o caput deste artigo: I - corresponderá, à opção da pessoa jurídica, a no mínimo a metade e no máximo duas vezes e meia o valor dos dispêndios efetuados, observado o disposto nos 6 o, 7 o e 8 o deste artigo 6 o A participação da pessoa jurídica na titularidade dos direitos sobre a criação e a propriedade industrial e intelectual gerada por um projeto corresponderá à razão entre a diferença do valor despendido (dispêndios) pela pessoa jurídica e do valor do efetivo benefício fiscal utilizado (exclusão), de um lado, e o valor total do projeto, de outro, cabendo à ICT a parte remanescente.

18 Lei nº /2007: Não é um benefício fiscal puro A empresa sempre assume parte do risco do projeto A ICT (universidade) sempre fica com parte da propriedade intelectual

19 Exemplo Dispêndios: R$100,00 Carga tributária incidente: 34% IR sobre os dispêndios: R$34,00 Exclusão: entre R$17,00 e R$85,00 Propriedade Intelectual: entre 83% e 15%

20 PROCEDIMENTOS Edital: seleção de projetos Financiamento pelas Empresas Pactuação direitos de propriedade intelectual

21 PITCE Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior: Modernização do setor industrial; Ampliação do comércio exterior; Geração e absorção de tecnologias. Tecnologias portadoras de futuro: Nanotecnologia e Microeletrônica [Nanometrologia]; Biotecnologia; Biomassa. Setores prioritários: Semicondutores; Softwares Fármacos e Medicamentos; Bens de capital e equipamentos. Atualização marco 2007

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