Perfil da Produção Científica Brasileira. Marco Antonio Zago Pro-Reitor de Pesquisa USP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Perfil da Produção Científica Brasileira. Marco Antonio Zago Pro-Reitor de Pesquisa USP"

Transcrição

1 Perfil da Produção Científica Brasileira Marco Antonio Zago Pro-Reitor de Pesquisa USP FAPESP Junho 2011

2 Tendência Geral Crescimento Heterogêneo

3 Valor Relativo (1996 = 1) Universidade de São Paulo 4 Crescimento do Número de Artigos Científicos Brasil 3 México 2 Alemanha 1 EUA

4 W o r l d R a n k i n g Universidade de São Paulo World Ranking by Published Documents in Medicine 10 th 15 th 20 th 14 th Brazil 16 th Switzerland 17 th Sweden 25 th 30 th 35 th 37 th Argentina

5 World Ranking in Pharmacology, Toxicology and Pharmaceutics 10 th Docs 10th Cites 14 th 15 th 20 th Cites 16 th Docs 15 th 25 th Brazil Switzerland

6 World Ranking in Chemistry 10 th Docs 14th Cites 12 th 15 th 20 th Docs 18 th 25 th Brazil Cites 20 th Switzerland

7 World Ranking in Physics Cites 12 0h 10 th Docs 11 th 15 th Docs 16th Spain 20 th 25 th Brazil Cites 21 th

8 Quantidade x Qualidade

9 Qualidade (rank) Universidade de São Paulo Cites 5º Produção Científica 1996 Ger 10º Swe Spa 15º Rus 20º Kor Ind Chi 25 Bra 25º 20º 15º Número (rank) 10º 5º Docs

10 Qualidade (rank) Universidade de São Paulo Cites 5º Produção Científica Ger 10º Swe Spa 15º Rus 20º Kor Ind Chi 25 Bra 25º 20º 15º Número (rank) 10º 5º Docs

11 Qualidade (rank) O Brasil ainda está distante do primeiro time Cites 5º 10º 15º 20º Swe Bra Kor Can Ita Ind Spa Fra USA Ger UK Chi Jap 25 Rus 25º 20º 15º Número (rank) 10º 5º Docs

12 O Brasil ainda está distante do primeiro time A pesquisa brasileira teve um progresso quantitativo significativo O progresso qualitativo foi menos expressivo A pesquisa brasileira ainda tem impacto reduzido globalmente Progresso expressivo de quantidade e qualidade exigirá a adoção de novos padrões de organização e de gestão da produção científica e tecnológica

13 Perfil da Produção Universidade de São Paulo

14 Áreas de Maior Produção Científica Brasil China Total Total Medicina 1 Engenharia 2 C. Biológicas e Agronomia 2 Física e Astronomia 3 Física e Astronomia 3 Ciências de Materiais 4 Bioquímica, Genética 4 Computação 5 Engenharia 5 Química 6 Química 6 Medicina 7 Ciências de Materiais 7 Bioquímica, Genética 8 Imunologia e Microbiologia 8 Matemática 9 Matemática 9 Engenharia Química 10 Computação 10 C. Planetárias e da Terra

15 Doutores formados nas diferentes áreas 2008 C. Humanas e Sociais 32% 2008 C. Agrárias 12% 2008 Medicina e Biológicas 30% 2008 Exatas, Terra, Engenharia 22% 10% 20% 30% 40%

16 Doutores formados nas diferentes áreas C. Humanas e Sociais 26% 32% C. Agrárias 10% 12% 30% Medicina e Biológicas 33% % Exatas, Terra, Engenharia 30% 10% 20% 30% 40%

17 Trabalhos Altamente Citados artigos com endereço Brasil ou Brazil 149 artigos (0,19%) têm mais de 200 citações 26: originados no Brasil 123: visitas, estágios, grandes grupos colaborativos Testes clínicos multicêntricos Padronização de abordagens Classificação de doenças Física nuclear Astronomia e astrofísica

18 Trabalhos com mais de 200 Citações Área Trabalhos Medicina 7 Química 5 Física 5 Genômica 2 Computação 2 Bioquímica e Biologia Celular 2 Engenharia 1 Genética 1 Ecologia 1 Total 26

19 Causas Universidade de São Paulo

20 Crescimento da Produção Científica Causas Financiamento Formação de Recursos Humanos Valorização da Qualidade dos CV Sistema de Avaliação da PG Papel das Universidades e Institutos de Pesquisa

21 Investimentos das Principais Agências de C&T CNPq FINEP FINEP FAPESP CAPES DECIT 0, Total

22 Mestres e Doutores Graduados Anualmente Esforço de longo-prazo para formação de recursos humanos Mestrados Doutorados Mestrados em Doutorados em

23 Evolução da Produção Científica Brasileira

24 População em milhões habitantes PIB em bilhões US$ No. Trabalhos ISI Publicados Anualmente Universidade de São Paulo No. Doutores Graduados Anualmente Evolução da Produção Científica Brasileira

25 No. Trabalhos ISI Publicados Anualmente Universidade de São Paulo No. Doutores Graduados Anualmente Evolução da Produção Científica Brasileira

26 Pró-Reitoria de Pesquisa Origem da Verba para Pesquisa USP FAPESP R$ 310 mi CNPq R$ 153 mi R$ mi Financiamento da Pesquisa

27 Perfil da Produção Científica no Brasil Progresso quantitativo significativo (heterogêneo) Progresso qualitativo menos expressivo Impacto reduzido globalmente Formação de recursos humanos Crescimento do financiamento da pesquisa Participação de institutos e universidades Valorização da qualificação na avaliação dos pesquisadores

28 Modelos da Organização da Pesquisa Década 1970 Década 2010 Foco Questão acadêmica Problema Pesquisadores Único departamento Sem limites institucionais Organizatção Grupo Rede Temática Tradicional para o grupo Relevância estratégica Competitividade Pouco impacto global Interesse global Resultados Publicações Publicações Patentes Políticas públicas Disseminação da informação Formação de recursos humanos

29 Exemplos da Organização da Pesquisa FAPESP Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) 11 Centros: CNPq e outros Institutos Nacionais de C&T (INCTs) 122 Institutos: USP Núcleos de Apoio à Pesquisa

30 Organização da Universidade de São Paulo USP Unidade Unidade Unidade Unidade Depart Departamento Depart Departamento Depart Departamento Depart Departamento Depart Departamento Área de conhecimento Área de conhecimento Área de conhecimento Área de conhecimento Área de conhecimento Depart Departamento Área de conhecimento Unidade Depart Departamento Área de conhecimento Depart Departamento Área de conhecimento Organização Didática Administrativa Pesquisa

31 Organização da Universidade de São Paulo USP Unidade Unidade Unidade Unidade Depart Departamento Depart Departamento Depart Departamento Depart Departamento Depart Departamento Área de conhecimento Área de conhecimento Área de conhecimento Área de conhecimento Área de conhecimento Depart Departamento Área de conhecimento Unidade Depart Departamento Área de conhecimento Depart Departamento Área de conhecimento Organização da Pesquisa Grandes Temas

32 NAP Bioenergias e Sustentabilidade da USP Biomassa para bioenergia Processo de fabricação de biocombustíveis Ribeirão Preto Impactos econômicos Impactos sociais Marcos legais Biocombustíveis para motores Biorefinarias e alcoolquímica Impactos socioeconômicos, ambientais e sobre o uso da terra São Carlos Piracicaba Biorefinarias Alcoolquímica Cana de açúcar S. Paulo Motores Fabricação de biocombutíveis Lorena Biomassa para energia Processos biológicos Microbiologia Biologia sintética

33

Desafios para C&T&I no Brasil

Desafios para C&T&I no Brasil Desafios para C&T&I no Brasil Carlos Henrique de Brito Cruz Diretor Científico FAPESP CONFAP 26 de Agosto de 2015 desafios-c+t-brasil-confap-20150825.pptx;chbritocruz 1 Desafios para a ciência e a tecnologia

Leia mais

Bem estar animal em cursos de pós-graduação: uma proposta. Marcos Macari Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal Unesp Campus de Jaboticabal

Bem estar animal em cursos de pós-graduação: uma proposta. Marcos Macari Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal Unesp Campus de Jaboticabal Bem estar animal em cursos de pós-graduação: uma proposta Marcos Macari Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal Unesp Campus de Jaboticabal Crescimento populacional - Estimativa de uma população

Leia mais

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO PARA O. Marco Antonio Zago Presidente do CNPq. Senado Federal 2008

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO PARA O. Marco Antonio Zago Presidente do CNPq. Senado Federal 2008 CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO Marco Antonio Zago Presidente do CNPq Senado Federal 2008 Valor de uma xícara de Café 5% Trabalhadores e cafeicultores Valor de uma xícara de Café 5% Trabalhadores

Leia mais

Cenários do Ensino Superior em Santa Catarina e no Brasil

Cenários do Ensino Superior em Santa Catarina e no Brasil Cenários do Ensino Superior em Santa Catarina e no Brasil Maurício Fernandes Pereira PRESIDENTE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA CATARINA PRESIDENTE DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE

Leia mais

FIRST: Promovendo ciências para os jovens brasileiros

FIRST: Promovendo ciências para os jovens brasileiros FIRST: Promovendo ciências para os jovens brasileiros Autora Danyela Moron, Master in Public Policy 2008 Policy Analysis Exercise John F. Kennedy School of Government Harvard University Preparado para

Leia mais

Promovendo a parceria Universidade/Indústria: O caso da Universidade de São Paulo

Promovendo a parceria Universidade/Indústria: O caso da Universidade de São Paulo Promovendo a parceria Universidade/Indústria: O caso da Universidade de São Paulo Prof. Oswaldo Massambani Agência USP de Inovação 2/2005-9/2010 `Inovação como a efetiva alavanca para o desenvolvimento

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Lei nº 11.487/2007: Problema: produção científica crescente SEM reflexo no setor produtivo e industrial Produção Científica

Leia mais

Projetos de Extensão. Prof. Msc. Marcílio Meira Informátic ca

Projetos de Extensão. Prof. Msc. Marcílio Meira <marcilio.meira@ifrn.edu.br> Informátic ca Extensão Projetos de Extensão Prof. Msc. Marcílio Meira Informátic ca Objetivos da aula a. Compreender o que é um Projeto de Extensão, e seus objetivos; b Aprender como se

Leia mais

Produção Científica em Portugal. Impacto

Produção Científica em Portugal. Impacto 2014 Produção Científica em Portugal Impacto Índice: Gráfico 1 Evolução do impacto médio das publicações indexadas na Web of Science (artigos, revisões e notas) Gráfico 2 Produção Científica indexada na

Leia mais

Centro de Referência em Inovação (CRI) Multinacionais. Incentivos governamentais (financiamentos e subsídios) para a inovação no Brasil

Centro de Referência em Inovação (CRI) Multinacionais. Incentivos governamentais (financiamentos e subsídios) para a inovação no Brasil Centro de Referência em Inovação (CRI) Multinacionais Incentivos governamentais (financiamentos e subsídios) para a inovação no Brasil Carlos Arruda Erika Barcellos Cleonir Tumelero Agenda Abertura e apresentação

Leia mais

XXVII Reunião Anual da FeSBE Raquel Coêlho Coordenação Geral do Programa de Pesquisa em Saúde

XXVII Reunião Anual da FeSBE Raquel Coêlho Coordenação Geral do Programa de Pesquisa em Saúde Fomento à ciência, tecnologia e inovação na saúde e ciências biomédicas. XXVII Reunião Anual da FeSBE Raquel Coêlho Coordenação Geral do Programa de Pesquisa em Saúde Visão de Futuro do CNPq Ser uma instituição

Leia mais

La Relación entre Investigación y Posgrado

La Relación entre Investigación y Posgrado La Relación entre Investigación y Posgrado Maria de Fátima Sonati Profesora Titular y Asesora de la Vice- Rectoría de Posgrado (periodo 06/2009-04/2013) Universidade Estatal de Campinas-UNICAMP - Brasil

Leia mais

gica Thiago Renault thiagorenault@producao.uff.br

gica Thiago Renault thiagorenault@producao.uff.br Tema: Como incorporar técnicas t modernas de apoio à comercialização e como o modelo de incubação fomenta o surgimento de empresas de base tecnológica gica Thiago Renault thiagorenault@producao.uff.br

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO Isabela Almeida Pordeus Novembro 2009 A Pós-Graduação em Odontologia Evolução dos Programas: Odontologia Evolução do Programas

Leia mais

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO Ambiente de Inovação em Saúde EVENTO BRITCHAM LUIZ ARNALDO SZUTAN Diretor do Curso de Medicina Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo SOCIEDADES CONHECIMENTO

Leia mais

Políticas para Inovação no Brasil

Políticas para Inovação no Brasil Políticas para Inovação no Brasil Naercio Menezes Filho Centro de Políticas Públicas do Insper Baixa Produtividade do trabalho no Brazil Relative Labor Productivity (GDP per Worker) - 2010 USA France UK

Leia mais

Estratégias do CNPq para a Pesquisa e Inovação

Estratégias do CNPq para a Pesquisa e Inovação Estratégias do CNPq para a Pesquisa e Inovação Dr. Glaucius Oliva Presidente CNPq Publicações Matrículas no Ensino Superior Docentes com Doutorado Orçamento - MCTI Orçamento - CNPq Orçamento - Capes Orçamento

Leia mais

Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular Universidade Estadual de Campinas

Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular Universidade Estadual de Campinas Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular Universidade Estadual de Campinas Avaliação Triênio 2004-2006 Prof. Marcelo Menossi Teixeira coordgbm@unicamp.br Processo de avaliação Anualmente cada PPG

Leia mais

Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos. Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos. Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco AGENDA 1. Visão Macro do Cenário P&D Nacional 2. A formula da Inovação 3. Desafios

Leia mais

A evolução dos periódicos brasileiros e o acesso aberto

A evolução dos periódicos brasileiros e o acesso aberto XVII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias Gramado, 16-18 de Setembro de 2012 A evolução dos periódicos brasileiros e o acesso aberto Lewis Joel Greene Editor, Brazilian Journal of Medical and

Leia mais

SEMINÁRIO ANDIFES. Ana Gabas Assessora do Ministro Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI

SEMINÁRIO ANDIFES. Ana Gabas Assessora do Ministro Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI SEMINÁRIO ANDIFES Ana Gabas Assessora do Ministro Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI Brasília, 13 de março de 2012 Percentual do PIB aplicado em C,T&I Comparação Internacional Fontes: Main

Leia mais

Base de Patentes: abrangente, valiosa e única

Base de Patentes: abrangente, valiosa e única Patentes... Define o contrato entre o governo e um inventor pelo qual o inventor recebe proteção legal para a sua invenção Requer descrição completa de todos os detalhes da invenção (descrição, desenhos,

Leia mais

Foro Internacional sobre Modelos de Gestión de Investigación Científica para la Educación Superior

Foro Internacional sobre Modelos de Gestión de Investigación Científica para la Educación Superior Foro Internacional sobre Modelos de Gestión de Investigación Científica para la Educación Superior Primer Encuentro Internacional em América Latina de Las Redes AUIP, RECLA Y RUEPEP Manta, Ecuador, 24

Leia mais

UEM: Breve Contextualização

UEM: Breve Contextualização UEM: Breve Contextualização Campus Regionais, Bases de Pesquisa e Pólos de Ensino a Distância BASE PESQUISA PORTO RICO CAMPUS CIANORTE CAMPUS CIDADE GAUCHA FAZENDA EXPERIMENTAL IGUATEMI UEM MARINGA CAMPUS

Leia mais

Aloizio Mercadante. Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia. UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO

Aloizio Mercadante. Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia. UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

Leia mais

II Seminário Internacional do Programa Estudante Convênio PEC-G

II Seminário Internacional do Programa Estudante Convênio PEC-G II Seminário Internacional do Programa Estudante Convênio de Graduação PEC-G 28 a 30 de maio de 2008 Universidade Federal de Uberlândia Prof. Nivaldo Cabral Kuhnen Escritório de Assuntos Internacionais/UFSC

Leia mais

TENDÊNCIAS DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO NA UPE

TENDÊNCIAS DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO NA UPE TENDÊNCIAS DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO NA UPE Amanda de Farias Albuquerque Aluna de Graduação da Faculdade de Odontologia de Pernambuco FOP Viviane Colares Professora da Faculdade de Odontologia de Pernambuco

Leia mais

PROPEP Encontro com docentes da UNEAL 2 7 / 1 1 / 2 0 1 3

PROPEP Encontro com docentes da UNEAL 2 7 / 1 1 / 2 0 1 3 PROPEP Encontro com docentes da UNEAL 2 7 / 1 1 / 2 0 1 3 CURSOS ESTRITO SENSO OFERTADOS PELA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAIBA CAPINA GRANDE - UECG DOUTORADOS: 1. ENGENHARIA AMBIENTAL ÁREA BÁSICA: ENGENHARIA

Leia mais

Panorama e planejamento de Pós-graduação visando notas 06 e 07 na UFV

Panorama e planejamento de Pós-graduação visando notas 06 e 07 na UFV Pós-Graduação da UFV em debate 2012 26-27 de Novembro de 2012 Panorama e planejamento de Pós-graduação visando notas 06 e 07 na UFV Profa. Simone EF Guimarães Pós Graduação em Genética e Melhoramento UFV

Leia mais

SANTANDER UNIVERSIDADES. Maio de 2015

SANTANDER UNIVERSIDADES. Maio de 2015 SANTANDER UNIVERSIDADES Maio de 2015 Índice 1 Apresentação do Grupo Santander 2 Apresentação do Santander Universidades 3 Proposta de valor 1 Santander Group Apresentação do Grupo Santander 3 O Grupo Santander

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Ciência sem Fronteiras: Desafios e Oportunidades

Ciência sem Fronteiras: Desafios e Oportunidades Ciência sem Fronteiras: Desafios e Oportunidades Glaucius Oliva Presidente CNPq Jorge Almeida Guimãrães Presidente da CAPES Brasil em 1950 Pouquíssimos cientistas e pesquisadores Falta de ambiente de pesquisa

Leia mais

ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DAS CIÊNCIAS DA VIDA E SAÚDE

ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DAS CIÊNCIAS DA VIDA E SAÚDE ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DAS CIÊNCIAS DA VIDA E SAÚDE ccdr-n.pt/norte2020 10 DE MAIO DE 2013 PORTO Principais Conceitos A competitividade das regiões deve fundar se nas

Leia mais

a) ÁREA DE CONHECIMENTO BÁSICO: História do Pensamento Econômico/História Econômica.

a) ÁREA DE CONHECIMENTO BÁSICO: História do Pensamento Econômico/História Econômica. Campus Governador Valadares Concurso 106: Departamento de Economia Proc. nº 23071.009825/2013-25 Vaga(s): 01(uma) Classe A: Professor Assistente A a) ÁREA DE CONHECIMENTO BÁSICO: Econometria. DAS PROVAS:

Leia mais

Modelos de Gestão da Qualidade da Pós-graduação e do Doutorado: Experiências Nacionais: BRASIL

Modelos de Gestão da Qualidade da Pós-graduação e do Doutorado: Experiências Nacionais: BRASIL Modelos de Gestão da Qualidade da Pós-graduação e do Doutorado: Experiências Nacionais: BRASIL Livio Amaral Diretor de Avaliação 17set13 A AVALIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO (SNPG) (SNPG) -FUNDAMENTOS

Leia mais

RANKING UNIVERSITÁRIO FOLHA

RANKING UNIVERSITÁRIO FOLHA RANKING UNIVERSITÁRIO FOLHA ab OS RANKINGS China lança, em 2003, o primeiro ranking internacional de universidades avaliando 500 instituições de todo o mundo Proposta: comparar as universidades chinesas

Leia mais

Conversatorio Internacional. La educación tecnológica en Brasil

Conversatorio Internacional. La educación tecnológica en Brasil Conversatorio Internacional "Mitos y verdades sobre la acreditación en la Educación Superior" La educación tecnológica en Brasil Prof. Dr. Rolando V. Vallejos Brasil seguindo o caminho de desenvolvimento

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

II PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO

II PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO II PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO Com 97% de seu quadro docente com titulação mínima de doutor e 86% atuando em regime de dedicação exclusiva, a Unicamp seguiu sendo a universidade brasileira com

Leia mais

Indicadores Institucionais Ensino, Pesquisa e Extensão QUINQUÊNIO 2010-2014

Indicadores Institucionais Ensino, Pesquisa e Extensão QUINQUÊNIO 2010-2014 Indicadores Institucionais Ensino, Pesquisa e Extensão QUINQUÊNIO 2010-2014 Dezembro 2014 Diretório de Pesquisa CNPq Constituído por Docentes da Faculdade Ingá Os grupos foram estruturados em três grandes

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA O projeto deve, OBRIGATORIAMENTE, ser elaborado pelo Coordenador do Projeto (titulação mínima Mestre PBIC/UniEVANGÉLICA; titulação mínima Doutor

Leia mais

Ciência sem Fronteiras : O Programa Brasileiro de Mobilidade Científica no CNPq/MCT

Ciência sem Fronteiras : O Programa Brasileiro de Mobilidade Científica no CNPq/MCT Ciência sem Fronteiras : O Programa Brasileiro de Mobilidade Científica no CNPq/MCT Objetivos Avanço da ciência brasileira em tecnologia, inovação e competitividade, através da expansão da mobilidade internacional:

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ANÁPOLIS SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE ANÁPOLIS SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PREFEITURA MUNICIPAL DE ANÁPOLIS SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA REGIMENTO PARA PARTICIPAR DA FEIRA DE CIÊNCIAS N.º 001/2011 PREFEITURA MUNICIPAL DE ANÁPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA

Leia mais

Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas. Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme

Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas. Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme Agenda Cadeia de valor e inovação em saúde Desafios e oportunidades Investimentos em P &

Leia mais

Proponente: SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS... 2 2. SITUAÇÃO DE CT&I DO ESTADO MAIS DESENVOLVIDO DA FEDERAÇÃO SÃO PAULO.. 3

Proponente: SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS... 2 2. SITUAÇÃO DE CT&I DO ESTADO MAIS DESENVOLVIDO DA FEDERAÇÃO SÃO PAULO.. 3 PROPOS-ES 2008-2016 Projeto Pós-Graduação no Espírito Santo 2008-2016 (OBS: em construção) Submetido à FAPES/SECT Proponente: Universidade Federal do Espírito Santo Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação

Leia mais

Energias renováveis e biocombustíveis: Desenvolver, aprimorar e difundir

Energias renováveis e biocombustíveis: Desenvolver, aprimorar e difundir UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS (MESTRADO) -UEPB/EMBRAPA ALGODÃO EDITAL 05 CREDENCIAMENTO DE DOCENTES 1. PREÂMBULO

Leia mais

Investe São Paulo. Campinas, 17 de março de 2015

Investe São Paulo. Campinas, 17 de março de 2015 Investe São Paulo Campinas, 17 de março de 2015 Missão Ser a porta de entrada para novos investimentos e a expansão dos negócios existentes, gerando inovação tecnológica, emprego e renda. Promover a competitividade

Leia mais

O desafio de aumentar o impacto da ciência brasileira

O desafio de aumentar o impacto da ciência brasileira O desafio de aumentar o impacto da ciência brasileira Carlos Henrique de Brito Cruz Diretor Científico FAPESP 23/05/2013 desafio-impacto-confap-20130522.pptx; C.H. Brito Cruz e Fapesp 1 Desafios para a

Leia mais

Saúde Futuro da pesquisa pública

Saúde Futuro da pesquisa pública Odontologia, setembro de 2015 Saúde Futuro da pesquisa pública Maria Inês Schmidt PPG-Epidemiologia Departamento de Medicina Social Faculdade de Medicina UFRGS/HCPA Começando pelo passado. O século XX

Leia mais

Os Desafios do Estado na implementação dos Parques Tecnológicos

Os Desafios do Estado na implementação dos Parques Tecnológicos Os Desafios do Estado na implementação dos Parques Tecnológicos Marcos Cintra Subsecretário de Ciência e Tecnologia Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia Outubro/2013 Brasil 7ª

Leia mais

Lei de Inovação, Universidades e Núcleos de Inovação

Lei de Inovação, Universidades e Núcleos de Inovação Lei de Inovação, Universidades e Núcleos de Inovação Prof. Oswaldo Massambani Diretor A Política de Desenvolvimento Produtivo Autonomia Universitária 24º. 25º. 3º. 4º. 5º. 7º. 8º. 9º. 10º. 23º. 1º. 2º.

Leia mais

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Pavão, Antonio, C.¹, Rocha, Claudiane, F..S.², Silva, Ana, P.³ Espaço Ciência - www.espacociencia.pe.gov.br pavao@ufpe.br¹,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS E ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL. PÁGINA 1/6 FONTE: http://www.progepaes.ufes.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS E ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL. PÁGINA 1/6 FONTE: http://www.progepaes.ufes. PÁGINA 1/6 2011203986 Agronomia - Alegre DEFERIDO 2010204267 Matemática - Licenciatura - Alegre DEFERIDO 2012100801 Engenharia Química - Bacharelado - Alegre DEFERIDO 2010204527 Matemática - Licenciatura

Leia mais

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP 2014. José Ricardo Roriz Coelho

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP 2014. José Ricardo Roriz Coelho Departamento de Competitividade e Tecnologia ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES E OS FATORES-CHAVE PARA O BRASIL AVANÇAR EM COMPETITIVIDADE IC-FIESP 14 José Ricardo Roriz Coelho PARTE II Novembro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA ADMINISTRATIVA Comissão Permanente Organizadora de Concurso Público

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA ADMINISTRATIVA Comissão Permanente Organizadora de Concurso Público 1 VAGAS REMANESCENTES 0 CUIABÁ Atualizado em 11 de Agosto de 2009 Faculdade de Ciências Médicas Faculdade de Nutrição Instituto de Saúde Coletiva Arquitetura e Urbanismo Ciências Básicas em Saúde Alimentos

Leia mais

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Empresas Participantes do CRI Multinacionais Instituições

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO. Pesquisa e Pós-Graduação

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO. Pesquisa e Pós-Graduação GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO - PROP PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO Pesquisa e Pós-Graduação A Universidade Estadual

Leia mais

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Sistema Brasileiro de Apoio à Ciência, Tecnologia e Formação de Recursos Humanos Os números indicam o ano de criação das Agências. Fonte:

Leia mais

Audiência Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) Senado Federal

Audiência Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) Senado Federal Audiência Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) Senado Federal Brasília 22 de março o de 2009 Inovação Chave para a competitividade das empresas e o desenvolvimento do país Determinante para o aumento

Leia mais

PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NO BRASIL: SITUAÇÃO ATUAL E SISTEMA DE AVALIAÇÃO. GUILHERME WERNECK gwerneck@iesc.ufrj.

PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NO BRASIL: SITUAÇÃO ATUAL E SISTEMA DE AVALIAÇÃO. GUILHERME WERNECK gwerneck@iesc.ufrj. PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NO BRASIL: SITUAÇÃO ATUAL E SISTEMA DE AVALIAÇÃO GUILHERME WERNECK gwerneck@iesc.ufrj.br CONTEXTO GERAL DA ÁREA DE SAÚDE COLETIVA NO SNPG DIMENSÃO DA ÁREA

Leia mais

A ciência brasileira diante de uma fase de transição*

A ciência brasileira diante de uma fase de transição* A ciência brasileira diante de uma fase de transição* Ado Jorio, Francisco César de Sá Barreto, José Francisco de Sampaio e Hélio Chacham Departamento de Física, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo

Leia mais

Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com

Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com BRASIL - TERRITÓRIO, POPULAÇÃO E ECONOMIA: COMBINAÇÃO VITORIOSA Indonésia Área População > 4 milhões km 2 > 100 milhões Nigéria Canadá Rússia EUA Brasil China

Leia mais

Programa de Pós-Graduação Virtual. Prof. Luiz Nacamura Júnior Diretor de Pesquisa e Pós-Graduação

Programa de Pós-Graduação Virtual. Prof. Luiz Nacamura Júnior Diretor de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-Graduação Virtual Prof. Luiz Nacamura Júnior Diretor de Pesquisa e Pós-Graduação Contextualização 41 Programas de Pós-Graduação em Funcionamento Praticamente, todos os Câmpus da UTFPR desenvolvem

Leia mais

U S P I n o v a ç ã o

U S P I n o v a ç ã o O contexto Nacional e Estadual em prol da Inovação Autonomia Universitária 3º. 4º. 5º. 24º. 25º. 7º. 8º. 9º. 10º. 23º. 21º. 22º. 1º. 2º. 11º. 12º. 13º. 14º. 15º. 16º. 17º. 18º. 19º. 20º. A USP nesse contexto

Leia mais

Abel L. Packer Programa SciELO FAPESP CNPq BIREME/OPAS/OMS - FapUNIFESP

Abel L. Packer Programa SciELO FAPESP CNPq BIREME/OPAS/OMS - FapUNIFESP linhas de ação para aperfeiçoar a qualidade, aumentar o impacto internacional e fortalecer a sustentabilidade dos periódicos brasileiros em acesso aberto consulta em curso pela ABEC e SciELO Abel L. Packer

Leia mais

UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO. Aloizio Mercadante. Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia

UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO. Aloizio Mercadante. Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

Leia mais

Agência USP de Inovação A visão da Universidade sobre a importância da parceria com o setor empresarial

Agência USP de Inovação A visão da Universidade sobre a importância da parceria com o setor empresarial Agência USP de Inovação A visão da Universidade sobre a importância da parceria com o setor empresarial Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato Coordenador Missão Promover a utilização do conhecimento científico,

Leia mais

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato de máquinas têxteis; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; O setor representado pela ABIMAQ gera mais

Leia mais

Anexo I. Concurso Vestibular 2015 Carreiras e Cursos. Área de Humanidades

Anexo I. Concurso Vestibular 2015 Carreiras e Cursos. Área de Humanidades Carreira 100 Administração - Ribeirão Preto Curso 10: Administração - Diurno - Ribeirão Preto Curso 11: Administração - Noturno - Ribeirão Preto Concurso Vestibular 2015 Carreiras e Cursos Área de Humanidades

Leia mais

NOTAS MÍNIMAS NO ENEM 2012, ENTRE OS CANDIDATOS CONVOCADOS, CONSIDERANDO ATÉ A ÚLTIMA CHAMADA.

NOTAS MÍNIMAS NO ENEM 2012, ENTRE OS CANDIDATOS CONVOCADOS, CONSIDERANDO ATÉ A ÚLTIMA CHAMADA. Administração Matutino Administração Noturno Agronomia Biomedicina A. C. 656.01 A 1 582.98 A 2 623.08 A. C. 630.01 A 1 595.10 A 2 633.89 A 3 451.66 A. C. 582.74 A 1 591.39 A 2 577.87 A 3 506.48 A. C. 629.86

Leia mais

Bioeconomy Science Center (BioSC) Centro de Competência em Pesquisa para a Bioeconomia Alemanha / Renânia do Norte-Vestfália (NRW)

Bioeconomy Science Center (BioSC) Centro de Competência em Pesquisa para a Bioeconomia Alemanha / Renânia do Norte-Vestfália (NRW) Bioeconomy Science Center (BioSC) Centro de Competência em Pesquisa para a Bioeconomia Alemanha / Renânia do Norte-Vestfália (NRW) Bioeconomia Objetivo: produtos e serviços (inovativos) ecologicamente

Leia mais

Instituto de Engenharia

Instituto de Engenharia Instituto de Engenharia Os Caminhos da Engenharia Brasileira A Engenharia como Principal Vetor para a Inovação e Competitividade Benedito G. Aguiar Neto Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Introdução

Leia mais

INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005

INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005 Data Tema Acontecimento 21/02 Economia 01/03 Preços 01/03 Economia 01/03 Emprego 02/03 Indústria 03/03 Economia INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060221-2/d060221-2.pdf

Leia mais

Elcival José de Souza Machado Diretor do úcleo de Seleção Universidade Estadual de Goiás

Elcival José de Souza Machado Diretor do úcleo de Seleção Universidade Estadual de Goiás Titulação: Docente - Doutor Anápolis, de março de 00. Região: Centro Goiano Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Bioquímica e Tecnologia de Alimentos 8 8,00 Ciências Agrárias - Engenharia

Leia mais

O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades. Piracicaba, 21 de março de 2013

O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades. Piracicaba, 21 de março de 2013 O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades Piracicaba, 21 de março de 2013 A ABIMAQ Uma das principais associações industriais do

Leia mais

Pós Graduação Brasileira: Impacto e Perspectivas

Pós Graduação Brasileira: Impacto e Perspectivas Pós Graduação Brasileira: Impacto e Perspectivas Milca Severino Pereira Pró-Reitora de Pós Graduação e Pesquisa PUC Goiás Isac Almeida de Medeiros Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade Federal

Leia mais

ANEXO III. Domínios e áreas científicas

ANEXO III. Domínios e áreas científicas ANEXO III Domínios e áreas científicas Ciências da Vida e da Saúde Neurociências - Molecular e Celular Neurociências, Envelhecimento e Doenças Degenerativas Imunologia e Infeção Diagnóstico, Terapêutica

Leia mais

UNICAMP: 26 ANOS DE AUTONOMIA COM VINCULAÇÃO

UNICAMP: 26 ANOS DE AUTONOMIA COM VINCULAÇÃO UNICAMP: 26 ANOS DE AUTONOMIA COM VINCULAÇÃO ORÇAMENTÁRIA JOSÉ TADEU JORGE REITOR UNICAMP 26/08/2015 - ALESP 1 PRIMEIROS ANOS -CAMPUS CAMPINAS 2 MARÇO 2014 -CAMPUS CAMPINAS 3 HOJE -CAMPUS CAMPINAS UNIVERSIDADE

Leia mais

Mestrado (1966) Doutorado (1994) CONCEITO 4

Mestrado (1966) Doutorado (1994) CONCEITO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO ICE- DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA ORGÂNICA Mestrado (1966) Doutorado (1994) CONCEITO 4 COORDENADORA: Profa. Dra. Rosane Nora

Leia mais

Conforme apresentado no item Diagnóstico Institucional, a UFSM tem evoluído em praticamente todos os indicadores quantitativos de progresso (internos

Conforme apresentado no item Diagnóstico Institucional, a UFSM tem evoluído em praticamente todos os indicadores quantitativos de progresso (internos Conforme apresentado no item Diagnóstico Institucional, a UFSM tem evoluído em praticamente todos os indicadores quantitativos de progresso (internos e externos) ligados a C,T&I e a formação de RH pós-graduados.

Leia mais

Relatório sobre os tópicos abordados

Relatório sobre os tópicos abordados Notas sobre a palestra Ciência, Tecnologia e Inovação para um Brasil competitivo implicações para a UFABC e seu novo Plano de Desenvolvimento Institucional Notas elaboradas por Rafael Rondina (Administrador

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO RESUMO A SER PUBLICADO NOS ANAIS DO 22º ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA PUC-SP 2013 MODELO DE RESUMO

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO RESUMO A SER PUBLICADO NOS ANAIS DO 22º ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA PUC-SP 2013 MODELO DE RESUMO MODELO DE RESUMO 8.00.00.00-2 LINGÜÍSTICA, LETRAS E ARTES (grande área) 8.02.00.00-1 LETRAS (área da pesquisa e não curso do aluno) TÍTULO DO PROJETO OU DO PLANO DE TRABALHO DO ALUNO/BOLSISTA NOME... ORIENTADOR(A)

Leia mais

Inovação e Empreendedorismo A experiência da Inova Unicamp

Inovação e Empreendedorismo A experiência da Inova Unicamp Inovação e Empreendedorismo A experiência da Inova Unicamp Bastiaan Philip Reydon Inova Unicamp Seminário: Pesquisa e Inovação para melhores condições de trabalho e emprego 18 de Outubro de 2012, Brasilia

Leia mais

OS CAMINHOS DA ENGENHARIA BRASILEIRA

OS CAMINHOS DA ENGENHARIA BRASILEIRA OS CAMINHOS DA ENGENHARIA BRASILEIRA A Formação dos Engenheiros: Muito Próxima ou Muito Longe do Mercado Prof.Dr. Mario C. F. Garrote Escola de Engenharia Mauá Instituto Mauá de Tecnologia eem@maua.br

Leia mais

Prepare-se para Faculdade. Leticia Bechara Pedagoga e Coordenadora Trevisan Escola de Negócios

Prepare-se para Faculdade. Leticia Bechara Pedagoga e Coordenadora Trevisan Escola de Negócios Prepare-se para Faculdade Leticia Bechara Pedagoga e Coordenadora Trevisan Escola de Negócios Sucesso $$$ sonho habilidade Passos para Faculdade 1- Conhecer você mesmo. 2- Características da faculdade.

Leia mais

PROGRAMA DE INTERCÂMBIO INTERNACIONAL PARA PÓS-GRADUAÇÃO AUGM PMEP ANEXO II DA OFERTA UNIVERSIDAD NACIONAL DE CÓRDOBA (ARGENTINA)

PROGRAMA DE INTERCÂMBIO INTERNACIONAL PARA PÓS-GRADUAÇÃO AUGM PMEP ANEXO II DA OFERTA UNIVERSIDAD NACIONAL DE CÓRDOBA (ARGENTINA) PROGRAMA DE INTERCÂMBIO INTERNACIONAL PARA PÓS-GRADUAÇÃO AUGM PMEP ANEXO II DA OFERTA UNIVERSIDAD NACIONAL DE CÓRDOBA (ARGENTINA) Análise e Processamento de Imagens Antropologia Ciência e Tecnologia dos

Leia mais

A Química nas universidades portuguesas

A Química nas universidades portuguesas A Química nas universidades portuguesas José Ferreira Gomes i e Elizabeth S. Vieira Universidade do Porto A avaliação comparativa da produção científica das instituições portuguesas em determinada disciplina

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL N 08/2015 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO - MACAPÁ, SANTANA E MAZAGÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL N 08/2015 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO - MACAPÁ, SANTANA E MAZAGÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL N 08/2015 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO - MACAPÁ, SANTANA E MAZAGÃO ANEXO I - RELAÇÃO DAS VAGAS E REQUISITOS ESPECÍFICOS POR ÁREA DE

Leia mais

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO Agosto de 2009 Ações da Capes Com Ênfase na Cooperação Internacional Reunião das Sociedades de Física da AL SANDOVAL CARNEIRO JUNIOR DIRETOR DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Coordenadoria de Planejamento, Informação e Comunicação (COPIC)

Pró-Reitoria de Graduação Coordenadoria de Planejamento, Informação e Comunicação (COPIC) Pró-Reitoria de Graduação Coordenadoria de Planejamento, Informação e Comunicação (COPIC) Quantitativo de Vagas - SiSU 1º/2015 - Cursos de Graduação Presencial Campus Unidade Acadêmica Cód. UFC Cód. emec

Leia mais

Ciência sem Fronteiras: construindo redes internacionais para inovação

Ciência sem Fronteiras: construindo redes internacionais para inovação Ciência sem Fronteiras: construindo redes internacionais para inovação Recursos Humanos Universidade Petrobras Brasil 12 a 14 de novembro Hotel Transamérica São Paulo. 2 Petrobras A PETROBRAS Atua como

Leia mais

HABILITAÇÃO COMPONENTE TITULAÇÃO

HABILITAÇÃO COMPONENTE TITULAÇÃO Operação de Software Aplicativo Científica Engenharia da Produção Engenharia de Engenharia de Produção Matemática Aplicada às Matemática Aplicada e Científica Matemática com Tecnologia em - Ênfase em Gestão

Leia mais

Oportunidades no Mercado de Biocombustíveis

Oportunidades no Mercado de Biocombustíveis 4 e 5 de junho de 2007 World Trade Center São Paulo, Brasil SÃO PAULO ETHANOL SUMMIT Novas Fronteiras do Etanol: Desafios da Energia no Século 21 Oportunidades no Mercado de Biocombustíveis Arnaldo Walter

Leia mais

Manual Comitê de Ética em Pesquisa Universidade do Sagrado Coração

Manual Comitê de Ética em Pesquisa Universidade do Sagrado Coração Manual Comitê de Ética em Pesquisa Universidade do Sagrado Coração Bauru SP Resolução CNS 196/96:...Assim, também são consideradas pesquisas envolvendo seres humanos as entrevistas, aplicações de questionários,

Leia mais

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Ronaldo Mota Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Comissão Especial Pré-Sal / Fundo Social Câmara dos Deputados 6 de

Leia mais

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO SUMÁRIO EXECUTIVO O Parque Tecnológico de Ribeirão Preto é um empreendimento imobiliário e tecnológico com características especificamente projetadas, incluindo serviços

Leia mais

Parâmetros no Modelo de Avaliação de Desempenho do IST - Benchmark

Parâmetros no Modelo de Avaliação de Desempenho do IST - Benchmark Parâmetros no Modelo de Avaliação de Desempenho do IST - Benchmark Lisboa, 10 de Junho de 2011 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. PRODUÇÃO CIENTÍFICA 5 3. FACTORES DE IMPACTO 9 4. FINANCIAMENTO DE I&D 11 Nota Prévia:

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

Fronteira tecnológica e escassez de recursos: uma análise da nanotecnologia no Brasil

Fronteira tecnológica e escassez de recursos: uma análise da nanotecnologia no Brasil Fronteira tecnológica e escassez de recursos: uma análise da nanotecnologia no Brasil Samuel César Jr IPEA Agosto 2010 1 Fronteira tecnológica e escassez de recursos: uma análise da nanotecnologia no Brasil

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA

CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA Departamento de Biotecnologia, Genética e Biologia Celular Centro de Ciências Biológicas Universidade Estadual de Maringá Coordenador: Prof. Dr. João Alencar Pamphile

Leia mais