A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO

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1 A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO Isabela Almeida Pordeus Novembro 2009

2 A Pós-Graduação em Odontologia

3 Evolução dos Programas: Odontologia Evolução do Programas de Pós-Graduação em Odontologia: período

4 Programas de Pós-Graduação em Odontologia: julho Conceito Conceito 4 Conceito 5 Conceito 6 Conceito % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% N CO S NE SE 0 0% M.Acad. M&D M.Prof.

5 Evolução do número de alunos novos e titulados: Odontologia, Mestrado Acadêmico Mestrado Profissional Doutorado Mestrado Acadêmico Mestrado Profissional Doutorado Evolução de novos alunos nos PPG em Odontologia Evolução de alunos titulados nos PPG em Odontologia

6 Evolução do número de docentes envolvidos nos Programas de Pós-Graduação em Odontologia: Docentes

7 A Produção Científica Brasileira

8

9 Brasil é o 13º entre os maiores produtores de conhecimento Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Terça, 05 de Maio de :03 O Brasil alcançou a 13ª posição na classificação mundial em produção científica em ultrapassou a Rússia (15ª) e a Holanda (14ª). De artigos em 2007, essa produção subiu para publicações em Estados Unidos, China, Alemanha, Japão e Inglaterra são os cinco primeiros colocados, seguidos da França, Canadá, Itália, Espanha, Índia, Austrália e Coréia do Sul. Com esse aumento na produção científica, o Brasil passa a contribuir com 2,12% dos artigos de todos os 183 países.

10 Os 20 países mais produtivos (2007) País Web of Science Artigos Citaçoes 1. USA 2,864,275 39,027, Inglaterra 653,177 7,955, Alemanha 738,067 7,935, Japão 777,992 6,612, França 529,636 5,414, Canadá 393,143 4,377, Finlandia 82, ,501 Brasil 137, ,131 (Feb 15, 2008)

11 A Produção Científica Brasileira: Odontologia

12 Produção Intelectual: Odontologia / Internacional Nacional Produção intelectual docente total durante o triênio 98/00 e anos 2001 a 2008 (Cury & Pordeus, 2009)

13 Rank do Brasil nas áreas do Deluxe NSI período no Mundo: somente da 10ª posição em diante. Nº Área Posição no Mundo Nº Artigos 1 Veterinary Zoology Dentistry, Oral Surgery & Medicine Biology Psychiatry Parasitology Entomology Agriculture, Multidisciplinary Agriculture, Dairy & Animal Science Medicine, Research & Experimental Tropical Medicine Toxicology Agriculture, Soil Science Mycology Biodiversity Conservation Materials Science, Characterization & Testing Integrative & Complementary Medicine Agricultural Engineering Education, Scientific Disciplines Microscopy Psychology, Psychoanalysis Literature, African, Australian, Canadian 9 7 Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Deluxe - SCI (2007).

14 Distribuição de artigos em Odontologia publicados na base Scopus: EUA Brasil Reino Unido Alemanha Canada Holanda França Austrália Finlândia Dinamarca

15 Índice H da publicação em Odontologia na base Scopus:

16 FICHA DE AVALIAÇÃO Triênio PROPOSTA APROVADA CTC-ES Agosto 2009

17 O que avaliar? Capacidade de qualificar docentes e formar pesquisadores Produção científica (qualidade e impacto) Inserção social

18 Perfil do Pós-Graduando Domínio do estado da arte na área escolhida Competência para a docência Capacidade de originar questões coerentes e atualizadas com domínio metodológico para testá-las Habilidade de redigir trabalhos científicos de relevância Competência para formar outros pesquisadores

19 Processo de Avaliação: 2 fases FASE 1: Avaliação dos quesitos Conceitos 1-5 Proposta do Programa Corpo Docente (20%) Corpo Discente, Teses e Dissertações (30%) Produção Intelectual (40%) Inserção Social (10%) FASE 2: Perfil de excelência Conceitos 6-7

20 I Proposta do Programa 1 Coerência, consistência, abrangência e atualização das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos em andamento e proposta curricular (50%). 2 Planejamento do programa com vistas a seu desenvolvimento futuro: os desafios internacionais da área na produção do conhecimento, seus propósitos na melhor formação de seus alunos, suas metas quanto à inserção social mais rica dos seus egressos (20%) 3 Infra-estrutura para ensino, pesquisa e extensão (30%) Atributos: Muito Bom/Bom/Regular/Fraco/Deficiente

21 II Corpo Docente (20%) 1 Perfil do corpo docente: titulação, diversificação na origem de formação, aprimoramento e experiência, e sua compatibilidade e adequação à Proposta do Programa (15%). 2 Adequação e dedicação dos docentes permanentes: atividades de pesquisa e de formação (20%) 3 Distribuição das atividades de pesquisa e de formação entre os docentes do programa (30%) Atributos: Muito Bom/Bom/Regular/Fraco/Deficiente

22 II Corpo Docente (20%) 4 Contribuição dos docentes para atividades de ensino e/ou de pesquisa na graduação: repercussão na formação de futuros ingressantes na PG, quanto na formação de profissionais mais capacitados no plano da graduação (20%) 5 Captação de recursos pelos docentes para pesquisa: Agências de Fomento, Bolsa de Produtividade, Financiamentos Nacionais e Internacionais, Convênios, dentre outros (15%) Atributos: Muito Bom/Bom/Regular/Fraco/Deficiente

23 III Corpo Discente, Teses e Dissertações (30%) 1 Quantidade de teses e dissertações defendidas em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente (20%) 2 Distribuição das orientações das teses e dissertações defendidas em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente (20%) Atributos: Muito Bom/Bom/Regular/Fraco/Deficiente

24 III Corpo Discente, Teses e Dissertações (30%) 3 Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes-autores da pós-graduação e da graduação na produção científica do programa: aferida por publicações e outros indicadores pertinentes (50%) 4 Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores (bolsistas): tempo de formação de mestres e doutores e percentual de bolsistas titulados (10%) Atributos: Muito Bom/Bom/Regular/Fraco/Deficiente

25 IV Produção Intelectual (40%) 1 Publicações qualificadas do Programa por Docente Permanente (50%) 2 Distribuição de publicações qualificadas em relação ao corpo docente permanente (40%) 3 Outras produções consideradas relevantes: produção técnica, patentes, produtos, etc (10%) Atributos: Muito Bom/Bom/Regular/Fraco/Deficiente

26 V Inserção Social (10%) 1 Inserção e impacto regional e/ou nacional do Programa: educacional, social, cultural e tecnológico/econômico (30%) 2 Integração e cooperação com outros programas no desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação (55%) 3 Visibilidade ou transparência dada pelo programa à sua atuação: página na Web, acesso a teses e dissertações (15%) Atributos: Muito Bom/Bom/Regular/Fraco/Deficiente

27 V Inserção Social (10%) 2 Integração e cooperação com outros programas no desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação (55%) Participação em programas institucionais de cooperação, das agências de fomento à pesquisa e da própria CAPES, tais como Minter, Dinter, Associação entre IES, Casadinho, PROCAD, projetos temáticos do CNPq, FAPs ou FINEP. Estratégias que favoreçam a mobilidade de docentes e discentes entre programas de diferentes IES ou Institutos de pesquisa. Número efetivo de docentes e discentes do programa analisado com atividades em outros programas. Número efetivo de discentes e docentes de outros programas com atividades no programa analisado.

28 V Inserção Social (10%) 2 Integração e cooperação com outros programas no desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação (55%) Participação de docentes do programa em redes de pesquisa inter institucionais.. Publicações conjuntas de docentes do programa com docentes de outras IES ou institutos de pesquisa.. Parceria entre instituições na organização de eventos científicos relevantes para a área.. Intercâmbio docente visando atividades de pesquisa (produção ou divulgação), docência ou orientação.

29 Perfil de Excelência Conceitos 6 e 7 1. Nível de qualificação, de produção e de desempenho equivalentes ao dos centros internacionais de excelência na formação de recursos humanos: presença internacional relevante e de impacto, tanto na produção científica como na participação em convênios, equipes de projeto, dentre outros. 2. Consolidação e liderança nacional do programa como formador de recursos humanos para a pesquisa e a pós-graduação: liderança na formação de recursos humanos com uma posição consolidada na formação de doutores; relação entre sua contribuição para a pesquisa e a utilização dessa competência como oportunidade para a formação de recursos humanos de alto nível.

30 Perfil de Excelência Conceitos 6 e 7 3 Liderança nacional na nucleação de Programas de Pós-Graduação e de Grupos de Pesquisa: contribuição relevante na nucleação de grupos de pesquisa ou de pós-graduação no Brasil, formação de doutores que desempenham papel significativo em outros cursos de pósgraduação ou em grupos de pesquisa ativos na região e em âmbito nacional 4 Inserção, presença e relevância do Programa na sociedade: contribuição diferenciada do Programa para o desenvolvimento da sociedade, através de formas inovadoras de pesquisa bem como a sua capacidade para atrair alunos para doutorado-sanduíche, estágios seniores ou pós-doutorado.

31 E o estágio sanduíche e pós-doutoral?

32 Distribuição Regional dos Recursos do PNPD, em 2008 Região Recursos (R$) Norte ,00 Distribuição dos Recursos do PNPD por Região, 2008 Nordeste ,00 Centro-Oeste ,00 Sudeste ,00 Sul ,00 Total ,00 Sul 17% Sudeste 56% Centro- Oeste 6% Nordeste 18% Norte 3%

33 Número de Bolsas Bolsas de Estudo no País: Evolução em Todas Modalidades Número de Bolsas, 1996 a 2009* Crescimento entre 2004 e 2009* = 89% Fonte: Capes/MEC * Previsão para

34 Número de Bolsas Bolsas de Estudo no País: Evolução das Bolsas Pós-Doutorado Número de Bolsas, 2003 a 2009* Crescimento entre 2004 e 2009* = 488% Fonte: Capes/MEC * Previsão para 2009

35 Bolsas de Estudo no País: Evolução das Bolsas Pós-Doutorado, Grande Área da Saúde e Área Odontologia, 2003 a 2008 Fonte: Capes/MEC

36 Bolsas de Estudo no Exterior: Evolução em Todas Modalidades Número de Bolsas, 1998 a 2008 Crescimento entre 1998 e 2008 = 115% Fonte: Capes/MEC

37 Bolsas de Estudo no Exterior: Grande Área da Saúde, Doutorado Pleno, Doutorado Sanduíche e Pós-Doutorado Número de Bolsas, 2003 a 2008 Fonte: Capes/MEC

38 Bolsas de Estudo no Exterior: Área da Odontologia, Doutorado Pleno, Doutorado Sanduíche e Pós-Doutorado Número de Bolsas, 2003 a 2008 Fonte: Capes/MEC

39 Bolsas de Estudo no País: Evolução em Todas Modalidades, 2001 a Fonte: CNPq/MCT

40 Bolsas de Estudo no País: Evolução das Bolsas Doutorado Sanduíche e Pós-Doutorado, Número de Bolsas, 2001 a Fonte: CNPq/MCT

41 Bolsas de Estudo no País: Evolução das Bolsas Doutorado Sanduíche e Pós-Doutorado, Grande Área da Saúde, 2001 a Fonte: CNPq/MCT

42 Bolsas de Estudo no Exterior: Evolução em Todas Modalidades Número de Bolsas, 2001 a Fonte: CNPq/MCT

43 Bolsas de Estudo no Exterior: Doutorado Pleno, Doutorado Sanduíche e Pós-Doutorado, 2001 a 2008 Fonte: CNPq/MCT

44 Bolsas de Estudo no Exterior: Grande Área da Saúde, Doutorado Pleno, Doutorado Sanduíche e Pós-Doutorado, 2001 a 2008 Fonte: CNPq/MCT

45 Conclusões Consolidação da PG Brasileira Evolução das Bolsas Formação de recursos humanos Produção intelectual Internacionalização Inserção Social

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