O Mercado de Diamantes na Bélgica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Mercado de Diamantes na Bélgica"

Transcrição

1 O Mercado de Diamantes na Bélgica 1

2 2 Sumário 1. Introdução 2. Histórico e dias atuais 2.1. Brasil Histórico 2.2. Brasil Atualidade 3. Abertura de Empresa de Diamante Documentos 4. Procedimento para importação e exportação do diamante 5. Mercado Interno: Pequenas e Médias Empresas - Vantagens e Ameaças 6. Mercado Interno - Grandes Empresas 7. Estatísticas 6.1. Pontos negativos no Brasil 6.2. Antuérpia e o mercado interno 6.3. Antuérpia e o futuro 6.4. Antuérpia pontos conflitantes 6.5. Antuérpia e outros centros do diamante 8. Brasil Pontos Positivos 9. Eventos do setor 10. Conclusão 11. Agradecimentos 12. Bibliografia 13. Anexos

3 3 1 - Introdução O objetivo deste trabalho de pesquisa é facilitar o entendimento e informar os interessados sobre o universo fascinante dos diamantes, desde o processo de abertura de empresa ao seu funcionamento e gerenciamento. Elaborei um roteiro com início na história do diamante, de Antuérpia ao Brasil, abordando processo e documentos exigidos pelo mercado belga, análises do mercado e estatísticas. Incluí bibliografia e anexos de interesse dos diamantários. (*) (*) diamantário (Regionalismo: Centro-Oeste do Brasil) o que negocia com diamantes; diamantista. Tenho, pois, a convicção de que esta Pesquisa de Mercado terá, afinal, cumprido a função de balizar o conhecimento e apontar as perspectivas do mercado, considerando os títulos e diplomas que possuo: Classificador de Diamantes (Diploma do Centro Mundial do Diamante em Antuérpia), membro do Clube dos Graduados, (diplomado pelo Instituto do Adorno e da Bijuteria da Bélgica) como lapidador de pedras preciosas, Consultor, por mais de 10 anos no segmento do diamante, somados à minha experiência pessoal. 2 - Histórico A primeira rota do diamante começou a ser desenhada pelos europeus no século XVI. No século XVIII, os diamantes da India chegaram à Europa. Veneza foi a principal rota e Bruges, cidade belga, tornou-se importante centro comercial de especiarias, tecidos, vinho, couro, bem como de lapidação de diamantes. No início do século XV, com o assoreamento do canal marítimo que dava acesso a Bruges, o comércio e a lapidação de diamantes tornaram-se decadentes e Antuérpia, que possuia uma melhor rede de canais para entrada e saída de embarcações, despontou como centro diamantino mundial, posição que mantém até hoje. A partir do século XVI, o crescimento econômico e social de Antuérpia tornaram-na um dos principais centros de comércio da Europa, detendo 40% do comércio mundial, onde destacava-se o mercado de diamantes. Técnicas arrojadas de lapidação foram criadas e desenvolvidas. A título de ilustração, registre-se que o Rei da França, François I confiava seus diamantes aos lapidadores de Antuérpia e os reis Philippe II, da Espanha, e Charles I, da Inglaterra, compravam diamantes em Antuérpia. A separação dos países baixos no século XVII, a dependência do diamante bruto procedente de Amsterdã (grande parte originária do Brasil), a descoberta de grandes minas de diamantes na África do Sul, no século XVIII, o excesso de oferta no mercado não alteraram a exuberância da Antuérpia no mercado de diamantes no século XIX.

4 4 No intervalo entre as duas guerras mundiais, uma reorganização do sistema fiscal provocou o declínio econômico e comercial em Amsterdã. Levas de diamantários deixaram Amsterdã para se estabeleceram em Antuérpia, onde a pressão fiscal era mais amena, o que resultou no aumento da demanda por pedras lapidadas, nos anos que precederam a segunda grande guerra. No século XX a Antuérpia destaca-se internacionalmente no mercado de diamantes, intermediando 50% das vendas para joalherias e respondendo por 80% do comércio mundial de diamante bruto. Sedia quatro das vinte e quatro bolsas de diamantes existentes no mundo e a única bolsa especializada em diamante bruto. As bolsas regulam os negócios, fornecem os serviços, protegem as normas e garantem os interesses profissionais de seus membros. O Conselho Superior do Diamante (CSD), representante oficial e porta voz do comércio e da indústria de diamantes em Antuérpia, abriga o Escritório do Diamante, escritório de aduana oficial para as importações e exportações de diamantes. O Conselho Superior do Diamante é o órgão que garante a autenticidade da pedra ao confirmar tratar-se de um diamante natural. Não tem fins lucrativos e encarrega-se da promoção internacional de Antuérpia, em cooperação com o Ministério das Finanças e com o Ministério da Economia. O laboratório do Conselho foi o primeiro do mundo a ser reconhecido oficialmente, de acordo com as normas EN 45001, ISO/IEC Guia 25, para exame de qualidade dos diamantes lapidados, Certificado Beltest n) 047. Atualmente, o mercado de diamantes movimenta 29 bilhões de euros por ano, 70% dos diamantes do mundo, e responde por 8% do conjunto das exportações belgas. A busca do produto perfeito, o desenvolvimento de técnicas de corte e de lapidação das pedras e as atividades indiretas ocupam 30 mil famílias na distribuição, produção, financiamento, comércio em escala mundial, serviços complementares de informação, habitação, escritórios de correios, instalações aduaneiras, agentes maritimos, bancos especializados, laboratórios de avaliação, agentes de viagem, serviços públicos, cofres fortes, etc Brasil Histórico No Brasil, o diamante foi descoberto oficialmente em A partir de 1728, jazidas e grandes diamantes foram descobertos em Diamantina, Minas Gerais. A mineração de diamantes desenvolveu-se paralelamente à mineração do ouro, submetendo a região a uma rigorosa disciplina e fiscalização por parte da metrópole portuguesa. A exploração de diamantes na Chapada Diamantina (Bahia), iniciada em 1839 nas cidades de Lençóis, Andaraí, Mucugê e Palmeiras, provocou um afluxo populacional vindo de outros estados. Os comerciantes da região enriqueceram e levaram para a cidade de Lençóis móveis, porcelanas, tecidos, objetos e utensílios de luxo, até então só encontrados na capital, Salvador.

5 5 MAPA Bahia Serra do Sincorá Entre os séculos XVIII e XIX, a produção de diamantes foi estimada em 13 milhões de quilates. A maior parte era constituída por diamantes qualificados como gemas (alto padrão de excelência em qualidade, usados em joalheria). Pequena parte era utilizada para fins industriais. Acredita-se que, dos 13 milhões de quilates, 5,5 milhões tenham sido extraídos de Diamantina, 1,5 extraídos de outras regiões mineiras e 3,5 milhões da Bahia. Os restantes 2,5 milhões de diamantes teriam sido roubados ou contrabandeados.

6 6 Mapa da Localização Esquemática dos Depósitos Diamantíferos no Brasil Brasil Atualidade O Brasil supriu o mercado mundial de diamantes durante 150 anos, até a descoberta de diamantes na África do Sul, em 1866, cuja produção superou a brasileira.

7 7 Segundo pesquisa de 2011 do Departamento Nacional de Pesquisa Mineral - DNPM - no ano de 2010 a produção mundial de diamantes foi da ordem de 133Mct (milhões de quilates) e a reserva mundial foi avaliada 589Mct. Tabela 1 - Reserva e Produção Mundial Tabela 1 Reserva e Reserva (106 ct) Produção (106 ct) Produção Mundial Discriminação Países 2009(1) 2009(2) 2010(3) (%) Brasil (4) 9, , ,00 0,02 Federação Russa , ,00 26,18 Botsuana , ,00 16,54 República , ,14 15,15 Democrática do Congo África do Sul , ,82 10,27 Canadá nd , ,00 8,87 Austrália , ,50 7,49 Outros países , ,39 15,48 TOTAL 589, , ,85 100,00 Conforme pesquisas do DNPM, em 2010, o Brasil produziu ct de diamantes: 15,9% a mais em relação a O consumo interno foi de ct de diamantes, embora o Brasil não tenha uma cultura de lapidação de diamantes, considerando, ainda, que parte da produção foi estocada para aguardar melhores preços. Consumo Interno - Tabela - Principais Estatísticas Brasil Tabela 2 Unidade Principais Estatísticas, Brasil Discriminação Produção Bruta (ct) , , ,05 Importação Diamantes (ct) não selecionados, não montados (NCM ) (US$-FOB) Diamantes industriais, em bruto ou serrados (NCM (ct) , , ,50

8 ) (US$-FOB) , , ,19 Diamantes não (ct) 483,05 363,84 315,87 industriais, em bruto/serrados (NCM ) (US$-FOB) , , ,60 Exportação Diamantes (ct) , , ,71 não selecionados, não montados (NCM ) (US$-FOB) , , ,96 Diamantes (ct) 0 4,92 0 industriais, em bruto ou serrados (NCM ) (US$-FOB) 0 250,00 0 Diamantes não (ct) 57,40 186,37 957,78 industriais, em bruto/serrados (NCM ) (US$-FOB) , , ,06 Consumo Diamante (ct) (90.737,29) (1.209,57) ,93 Aparente bruto Preço Exportação Diamantes não selecionados, não montados (NCM ) (US$/ct) 85,31 42,20 73,70 (US$/ct) 0 50,81 0 Diamantes industriais, em bruto ou serrados (NCM

9 ) Diamantes não industriais, em bruto/serrados (NCM ) (US$/ct) 4.407, , ,94 Em 2003, foi instituído no Brasil, pela Lei , o Sistema de Certificação do Processo de Kimberley - SCPK, que é um mecanismo internacional de certificação de origem de diamantes brutos destinados à exportação e importação. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a Secretaria da Receita Federal (SRF) e a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em conjunto, são responsáveis pelo SCPK no Brasil. Modelo:

10 10 3 Abertura de empresa: Documentos A abertura de uma empresa de diamante é regulada pela legislação aplicável à abertura de qualquer outra empresa, exceto o primeiro passo: a consulta ao Conselho Superior do Diamante (CSD), que é o representante oficial do comércio e da indústria de diamantes na Antuérpia A fundação de uma nova empresa deve ser registrada por notário e, antes da assinatura do ato, é necessário que o empreendedor apresente um atestado bancário provando o capital inicial no valor de ,00 euros, o mínimo para uma Sociedade Limitada. Uma Sociedade Anônima exige capital inicial de ,00 euros. A soma será definida em estatuto para uma Associação em Participação. Tanto a empresa de Sociedade Limitada quanto a Sociedade Anônima devem redigir e apresentar um plano financeiro para justificar o ingresso de capital inicial. Redigido o ato, o estatuto da empresa será publicado no Diário Oficial belga A inscrição no Registro de Comércio é feita na Secretaria do Tribunal de Comércio do distrito onde se encontra a empresa. Para tanto, o empreendedor deve preencher um formulário modelo, ser obtido no Tribunal do Comércio ou na Câmara de Comércio. A inscrição do registro de comércio se faz simultâneamente com o depósito para publicação do ato de fundação Publicação do regime matrimonial: A publicação do regime matrimonial é feita pela Secretaria do Tribunal de Comércio do local onde se encontra a empresa Abertura de conta bancária: Para obter uma inscrição no registro de comércio, a empresa deve ter uma conta corrente em um banco Obrigações da Taxa sobre Valor Agregado (TVA): Antes de iniciar uma atividade empresarial, o empreendedor deve adquirir, junto ao órgão de controle, o número de TVA (taxa sobre o valor agregado), na localidade onde se encontra a empresa, por meio de formulário específico Declaração e pagamento da TVA: conforme o volume de negócios da empresa Obrigações do estatuto social: No prazo de 90 dias, contados a partir do início das atividades profissionais, o empreendedor deve filiar-se a um Fundo de Segurança Social, e pagar, a cada trimestre, suas contribuições sociais Obrigações contábeis: A lei de 17 de julho de 1975, que trata da contabilidade, obriga a empresa a manter em dia sua escrituração contábil, de acordo com o gênero, amplitude e tamanho.

11 Obrigações específicas para empresas de diamantes: 3.9 A inscrição junto ao Serviço de Licenças da Administração das Relações Econômicas, junto ao Serviço de Licenças (Departamento do Ministério dos Negócios Econômicos) é obrigatória para todas as empresas de diamantes Os independentes. São os seguintes os documentos exigidos para obtenção do registro como diamantário: - As pessoas de nacionalidade belga devem ter carta de identidade. - As pessoas de nacionalidade estrangeira (cidadãos da UE) devem apresentar passaporte e prova de domicílio na Bélgica. - Os estrangeiros (cidadãos de países que não são da UE) devem apresentar passaporte, a prova de domicílio na Bélgica e Carta Profissional (permissão de trabalho). - As pessoas, comerciantes de diamantes na Bélgica domiciliadas em país da UE podem ser registradas como diamantárias reconhecidas (estatuto legal). Comerciantes não originários da Bélgica devem ter um procurador de nacionalidade belga, domiciliado na Bélgica, para representá-lo junto à Administração de Inspeção Econômica Documentos necessários para o registro no Órgão de Relações Econômicas: Associado de nacionalidade belga: - Extrato do Diário Oficial belga em que foi publicada a fundação da empresa. - Documento de identidade belga de asssociado. Associado estrangeiro (cidadão de país da C.E.): - Extrato do Diário Oficial belga em que foi publicada a fundação da empresa. - Passaporte de associado. - Prova ou certificado de domicílio na Bélgica. Associado estrangeiro (cidadão de outro país europeu, não C.E.) Extrato do Diário Oficial belga em que foi publicada a fundação da empresa. - Passaporte - Prova ou certificado de domicilio na Bélgica - Permissão de trabalho (ver ponto 3) A empresa será reconhecida quando seu gerente for regularmente domiciliado em país da UE., o que deve constar do ato da fundação da empresa, para controle da Administração da Inspeção Econômica. O comerciante de diamantes (pessoa física ou jurídica) ao registrar-se na Administração da Inspeção Econômica, obterá uma declaração para o Registro do Comércio. Feito o registro, cópia (com o número da TVA) será enviada para a Administração da Inspeção Econômica Declaração Anual do Estoque Anualmente, até 31 de janeiro, a empresa deverá apresentar ao Serviço de Licenças da Administração da Inspeção Econômica declaração de seu estoque (situação em 31 de dezembro). O Serviço de Licença do Ofício do Diamante disponibiliza formulário próprio para tal fim Isenção da TVA. Para importar e para comprar no mercado belga uma empresa de diamantes poderá ser beneficiada com isenção da TVA, se preencher as condições

12 12 estipuadas na legislação. Declaração nesse sentido deverá ser apresentada ao Escritório do Diamante Inscrição no Escritório do Diamante. A empresa que desejar importar ou exportar diamantes deverá estar inscrita no Escritório do Diamante. A inscrição será efetuada no Conselho Superior do Diamante, mediante a apresentação dos seguintes documentos: - ato de fundação ou extrato do Diário Oficial belga; - número da Taxa sobre o Valor Agregado ou atestado de suspensão, fornecido pela Administração da Taxa do Valor Agregado; - inscrição do Registro de Comércio; - prova do regime da Taxa sobre o Valor Agregado aplicável à empresa: a. prova de transferência da Taxa sobre o Valor Agregado b. prova de isenção parcial da TVA. c. prova da isenção total da TVA (ver 2.3.) Estrangeiros Estrangeiro residente em país da União Européia que desejar fundar uma empresa na Bélgica deve atender às obrigações acima mencionadas. Estrangeiro residente em outro país europeu deve possuir uma permissão de trabalho. Estrangeiro domiciliado na Bélgica deve solicitar a permissão de trabalho ao Ministério das Pequenas Empresas. Estrangeiro não domiciliado na Bélgica pode obter a permissão de trabalho no mais próximo Consulado ou Embaixada da Bélgica Obrigações a cargo do empregado A contratação de empregado obedece a obrigações estabelecidas em lei. O empregador responde pelo não cumprimento de seus deveres ao Escritório do Diamante Administração. A empresa deve apresentar os seguintes documentos: - registro de todos os empregados - conta individual do empregado - contrato de trabalho Filiação a outros organismos Ao contratar empregados, a empresa deve ser afiliada aos seguintes organismos: - Ofício Nacional da Segurança Social; - Fundo de Alocação Familiar, de livre escolha do empregador, no prazo de 60 dias, após o que será automaticamente afiliada ao Ofício Nacional das Alocações Familiares para os Empregados. - Fundo de Férias

13 13 - Serviço Médico - Fundo para Acidentes de Trabalho - Caixa Geral de Poupança e Aposentadoria 4 - Procedimentos para a importação e exportação do diamante Escritório do Diamante O Escritório do Diamante é o escritório de aduana oficial para as importações e exportações de diamantes e comporta três Departamentos: - Departamento de Importação - Departamento de Exportação - Departamento de Perícia Importação e exportação de diamantes Apenas empresas belgas e luxemburguesas fazem parte do Escritório de Diamante e podem importar ou exportar diamantes na Bélgica. Um estrangeiro ou uma empresa estrangeira poderá fazê-lo somente através de uma empresa belga registrada no Escritório de Diamante Taxa sobre Valor Agregado - Direitos de Importação Custos Exportação: na Bélgica a exportação é isenta de taxas. Importação: desde 1º de janeiro de 1999, o importador deve pagar 21% da T.V.A., calculada sobre o "Valor Aduaneiro" ou seja, o montante sobre a fatura ( frete e custos incluídos ), convertidos em euros (a taxa de câmbio fixada pelo Ministério das Finanças). Desde 1º de janeiro de 1993, a administração da T.V.A. exerce um duplo controle sobre os diamantes. Deve constar da fatura o número da T.V.A. do importador e do exportador Licenças Para importar diamantes de países fora da UE., é preciso uma licença. O Escritório do Diamante disponibiliza licenças de importação globais, que podem ser utilizadas todos os empresários de diamantes belgas registrados. Em certos casos, como por exemplo a Rússia, a empresa belga deve solicitar licença específica ao Ministério dos Negócios Econômicos, à Administração das Relações Econômicas e ao Serviço de Licenças. Para exportar diamantes para países fora da UE é necessária uma licença. O Escritório do Diamante dispõe de licenças globais. O comércio entre os países da UE não exige licença: basta uma declaração.

14 Declaração de Estoque Cada empresa de diamante tem a obrigação de apresentar anualmente uma declaração de estoque e de enviar esta declaração ao Ministério dos Negócios Econômicos, Administração das Relações Econômicas, e Serviço de Licenças Carnet A.T.A. O Carnet A.T.A. (Admissão Temporária) é um documento aduaneiro emitido pela Câmara de Comércio, no qual são declaradas as mercadorias que serão exportadas temporariamente (amostras para exposições, etc.). As mercadorias que são importadas ou exportadas aos países onde as autoridades reconhecem o Carnet A.T.A. são isentos de todas as taxas. Na Bélgica o Carnet A.T.A. é reconhecido oficialmente, o que permite aos empresários belgas de diamantes viajar com suas mercadorias por países de fora da UE sem pagar taxas. Os estrangeiros, empresários de diamantes, podem importar temporariamente diamante na Bélgica utilizando o Carnet A.T.A., sem pagar taxas. Deve, entretanto, apresentar-se com sua mercadoria ao Escritório do Diamante, onde a importação será registrada no nome de um comerciante belga Procedimentos para a Importação Generalidades Escritório do Diamante Contato Conselho Superior do Diamante Hoveniersstraat Antuérpia +32 (0) O empresário belga é avisado quando a mercadoria chega ao Escritório do Diamante, onde deve comparecer e apresentar uma fatura contendo as seguintes informações: - nome do expedidor e endereço; - nome do destinatário e endereço; - descrição das mercadorias (quantidade, preço unitário, montante). Na Bélgica, são três as formas de importar diamantes: - por uma empresa de transporte ou de envio de mensagens e documentos; - por transporte pessoal; - por Correio Empresa de Transporte A maior parte das remessas chega ao Aeroporto Nacional de Zaventem ou Aeroporto de Deurne, em Antuérpia. O empresário do diamante - importador belga -

15 15 dá ordem a um transportador belga especializado na declaração e no transporte de diamantes. Em seguida, a mercadoria é selada e segue para o Escritório do Diamante, onde é armazenada em cofre forte, sob a responsabilidade da aduana, até que o empresario venha buscá-la. Notificado da chegada da remessa pelo Escritório do Diamante ou pelo transportador, o empresário belga apresenta a fatura da compra e providencia a expedição dos documentos necessários à liberação Transporte Pessoal Um empresário do diamante, estrangeiro ou belga, que importe suas mercadorias pessoalmente na Bélgica, deve declará-las à aduana, se estiver em território da UE, chegando de avião, de automóvel ou por trem. No primeiro caso, o empresário diamantário deve deixar as mercadorias na aduana no Aeroporto, onde receberá um recibo. As mercadorias podem ser transportadas ao Escritório do Diamante de duas maneiras: o empresário diamantário pode buscá-la ia, munido de documento de trânsito (documento aduaneiro), de garantia bancária, e de procuração do Escritório do Diamante. O empresário diamantário entrega o seu recibo e a fatura a uma empresa de transporte especializada, que se encarrega do documento de trânsito e fornece uma garantia para o Imposto sobre o Valor Agregado (T.V.A.). O empresário diamantário, que entra num país da União Européia de automóvel, necessita de um documento de trânsito e de uma garantia bancária para transportar a mercadoria até o Escritório do Diamante. Nota : Não existe formalidade aduaneira na fronteira, no caso do comércio entre dois países da UE. O diamantário belga deve comparecer ao Escritório do Diamante para registrar suas mercadorias Envio pelo Correio Os diamantes destinados a países estrangeiros pelo Correio devem ser enviados ao Escritório do Diamante. Ao chegar, o diamantário é avisado, apresenta sua fatura ao Escritório do Diamante, onde declara e registra a mercadoria Procedimentos para a exportação Generalidades Para exportar mercadoria, o diamantário belga deve dirigir-se ao Escritório do Diamante e apresentar os seguintes documentos: três cópias da fatura, um formulário de declaração estatística ou um formulário de demanda de licença, un documento da aduana e documentos de transporte suplementares, se as mercadorias são enviadas pelo Correios ou por intermédio de uma empresa de transporte. O diamantário vai para a Câmara de Especialistas (experts) com os documentos e a mercadoria. U perito juramentado realiza o envio, sob a supervisão de um funcionário do Ministério dos Negócios Econômicos. Em seguida o documento aduaneiro é validado e o envio é selado.

16 16 Em casos especiais, quando não possui a licença global, o diamantário deve apresentar uma licença própria à aduana, sem a qual o documento aduaneiro não será válido. O diamantário pode exportar sua mercadoria por transporte pessoal, pelos Correios ou por uma empresa de transporte. Nota: Desde de 1 de janeiro de 1993, não é necessário obter o documento da aduana para as mercadorias que são enviadas a um outro país da UE. Não há controle aduaneiro na fronteita entre dois países da UE. O diamantário que deixa a UE de automóvel ou de trem deve dispor de uma garantia bancária e apresentá- la à aduana no Escritório do Diamante e à aduana na fronteira Envio Postal Um diamantário, que pretenda enviar sua mercadoria pelos Correios, deve deixá-las no departamento de exportação, onde serão colocadas dentro de um cofre forte especial. Várias vezes por dia, estes envios são encaminhados ao Escritório do Diamante e enviados ao exterior Empresas de Transporte Quando o documento aduaneiro de exportação é válido, o diamantário recebe uma cópia. O diamantário encaminha sua mercadoria e os documentos necessários para o Escritório do Diamante. Durante o dia, diversas empresas de transporte especializadas recebem mercadorias para transportar. 5 Mercado Interno: Pequenas e Médias Empresas Vantagens A cidade de Antuérpia construiu e solidificou, ao longo de 500 anos, a cadeia do diamante. A espinha dorsal dessa estrutura é a intrincada rede de pequenas e médias empresas, a maioria de origem familiar. As pequenas e médias empresas respondem por uma enorme faixa do mercado que atende ao consumidor direto, recebendo-o em suas lojas, oferecendo-lhe o produto (diamante). Essas pequenas e médias empresas possuem o conhecimento exato para oferecer o diamante nos moldes e tamanhos procurados pelo consumidor porque possuem o know-how necessário para escolher, analisar o diamante bruto, lapidar e vender. As pequenas e médias empresas constituem a base da indústria do diamante pois compram a parte excedente das grandes empresas, vendendo entre si as pedras ou procurando o consumidor final. Durante a crise financeira de 2008, as pequenas e médias empresas mantiveram estável a indústria do diamante.

17 17 Ameaças A ameaça vivida pelas pequenas e médias empresas diz respeito às margens de lucro, cada vez menores desde a globalização, às altas taxas de juros, ao crédito de que necessitam para financiar a compra dos lotes de diamantes, cujo pagamento é exigido no ato. Essas empresas necessitam de recursos durante a fase de lapidação e montagem das peças, quando ainda não receberam o pagamento devido pelo consumidor final. A pressão que as pequenas e médias empresas sofrem atualmente gera tensão social pois a indústria e o comércio do diamante empregam 30 mil famílias. 6 - Mercado Interno - Grandes Empresas As grandes empresas do diamante como como De Beers, Rosy Blue, Eurostar, Diampex, Genesis, Eurotrends, Sushang Exports e outras, atuam de forma globalizada em conjunto com as grandes empresas de exploração de minas que, por representarem a grande fatia do mercado, suas decisões de compra e investimento afetam todo o comércio do diamante. Os diamantes brutos são analisados em Londres e Johannesburgo por um grupo seleto de negociantes das cidades de Antuérpia, Mumbai, Tel Aviv e Nova York. O processo de triagem de 2/3 dos diamantes brutos do mundo é feito pela Diamond Trading Company (DTC), que atua em várias partes do mundo, classificando as pedras por cor, forma, talhe e pureza. Entre as grandes empresas do diamante a concorrência é acirrada e, diante da crise mundial, foram oferecidas facilidades nas compras que geraram importantes problemas de pagamento para parte significativa da cadeia. A Organização Central de Vendas realiza compras de diamantes destinados somente às grandes empresas que atendem ao patamar exigido de 2 milões de dólares Pontos negativos do setor no Brasil O principal ponto negativo é a existência do mercado negro que detém grande parte do mercado de diamantes no Brasil e 50% do mercado mundial. O certificado de Kimberley, que bane do mercado os diamante provenientes de áreas de conflito, e o Certificado de Autenticidade, que proibe o comércio de pedras sintéticas e de imitação, não inibiram essas práticas, incrementadas no Brasil pelo venda sem nota fiscal. A informalidade é habitual nos locais de compra e venda de lotes de diamantes. No Brasil as empresas que exploram as concessões de diamantes e os escritórios de compra, conhecem perfeitamente o valor do diamante bruto. Já o preço aumenta na extensa rede de intermediários. O garimpeiro é obrigado a vender a pedra a

18 18 um coletor. O coletor, que pode ser independente ou estar vinculado a um escritório de compra, pode vender a pedra a outro coletor ou a um escritório de venda: de uma forma ou de outra, o preço aumenta. Para ingressar no mercado de diamante do Brasil, a melhor forma é abrir um escritório de compra ou associar-se a pequenos exploradores locais de diamantes, modernizando seus equipamentos e materiais, em troca de parte do que for apurado. Em estágio mais elevado, caso haja capacidade financeira, é possível estabelecer uma parceria com o Ministério das Minas e Energia, adquirindo uma concessão de diamante. Um obstáculo local ao comércio de diamantes é a cultura empresarial brasileira voltada para o curtíssimo prazo. Exige-se do comprador estrangeiro, além das despesas de viagem e hospedagem, despesas com o deslocamento de profissionais do ramo, contatos telefônicos com intermediadores, facilitadores distantes e intérpretes. Esta mesma cultura empresarial voltada para o imediato, impede a constituição de parcerias estratégicas duradouras e o cumprimento de prazos e compromissos futuros. Não raro, tudo o que foi previamente acordado no dia anterior, tem, no dia seguinte, outra conotação e significado. Um acordo entre as partes acerca de um lote de diamantes com uma determinada característica em quilates, cor, forma e pureza, será totalmente alterado. 6.2 Antuérpia e o mercado interno Em Antuérpia, a comercialização do diamante é feita pela Diamond Trading Company (D.T.C.), que é o braço de distribuição do De Beers, um conglomerado de empresas envolvido na mineração e comércio de diamantes, que além de comercializá-los em estado bruto, cria deslumbrantes joias lapidadas com essas preciosas pedras. A cadeia do comércio do diamante abrange desde a comercialização do diamante bruto aos fabricantes, aos vendedores por atacado, aos joalheiros do varejo até o consumidor final. Ainda quanto à comercialização, poucas empresas trabalham com o diamante brasileiro porque acredita-se não ser possível prever o resultado final. Após o corte, o diamante pode apresentar grande diferença entre a cor do diamante bruto e a cor do produto final, o que acarreta perdas significativas. A melhor forma de celebrar um contrato de compra é por intermédio de pessoa que mantém contatato com o país e que indica empresas para comercializar com o Brasil. Uma forma menos segura é o contato feito através de bancos que possuem linha direta com escritórios de diamantes. Para trazer diamante do Brasil é necessário contato com empresa de diamante belga regularmente inscrita. As bolsas de diamantes da Antuérpia possuem licença para importar sem a taxa sobre o valor agregado. A fatura pro forma de consignação é necessária até a emissão da fatura de venda. Se quiser viajar com o diamante, o vendedor do Brasil deve apresentá-lo à aduana antes do controle aduaneiro de bagagens, para evitar a suspeição de fraude.

19 19 O vendedor do Brasil pode enviar o diamante por empresa especializada, como Brinks ou G4S. Neste caso, o importador tratará das formalidades relativas a importação, aduana, seguro, etc. O vendedor receberá um documento e o diamante será encaminhado ao Escritório do Diamante que fará contato com o vendedor, no prazo de 24 horas. O documento recebido no aeroporto será enviado ao importador para habilitálo a receber o lote de diamantes na aduana de Antuérpia, e assumir total responsabilidade sobre o mesmo. Em caso de litígio, o empresário brasileiro poderá apresentar queixa a uma das bolsas de diamante, habilitada para solucionar o conflito. Existem quatro tipos de empresas: - a que compra e vende diamante bruto em grandes quantidades e tem contato com o Brasil; - a que compra diamante bruto (apenas o diamante ordenado na sua categoria de produçaõ) para fabricação; - a que compra e vende diamate lapidado; - a de corretores ou comissionados que não compram, mas organizam triagens e vendas de diamantes. O empresário brasileiro pode fazer a lapidação do seu diamante em Antuérpia. A tarifa depende do tipo, do tamanho e da dificuldade no trato do diamante. Em geral cobra-se de 100 a 200 euros por quilate. No entanto, somente o diamante bruto, a partir de 3 quilates (3crt +), deve ser lapidado tendo em vista que é mais fácil vender um lote de diamante bruto. Ao trabalhar com o diamantário belga, o empresário brasileiro deve dar preferência ao diamantário membro de uma das quatro bolsas de diamantes de Antuérpia É mportante tornar-se membro de uma das Bolsas de diamante. O Clube do Diamante conta com 800 membros. Para ser membro é necessário ter o apadrinhamento de dois diamantários, e apresentar os documentos exigidos. Em seguida há uma audiência com os comissários da semana na qual deve ser informado o motivo do desejo de ser membro, a origem do candidato, a existência ou não de interesse em alugar imóvel para funcionar como escritório, a presença de familiar ou amigo do candidato no segmento do diamante, a contratação de seguro contra roubo e perda. Analisado o dossiê, caso o candidato seja aceito, sua foto será fixada durante um mês na entrada da Bolsa do Diamante, para que todos os membros tomem conhecimento e para que possam fazer suas apreciações. Se o candidato for aceito em uma das Bolsas, será aceito automaticamente em todas. O diamante representa 8,25% das exportações belgas e 10% das exportações da região de Flandres. A Antuérpia é o núcleo aglutinador, onde 34 mil pessoas trabalham em 1850 empresas do setor.

20 Antuérpia e o futuro A Antuérpia é e continuará sendo o centro de referência mundial do diamante. Em Antuérpia, o processo de transformação do setor do diamante começou há mais de 10 anos. As empresas atuais são completamente diferentes das empresas do ano Investiu-se pesadamente em qualidade, em tecnologia, nas técnicas de corte e ótica. A mão de obra especilizada de Antuérpia garante o conhecimento renovado para o futuro. O Antwerp Diamond Masterplan 2020, lançado em 2012, é um plano estratégico de oito anos que inclui educação, criação de emprego e integração da comunidade. O objetivo é criar oportunidades de crescimento, de inovação e de transformação dos 550 anos do comércio de diamantes da Antuérpia em um vibrante setor em expansão. O "Antwerp Diamond Masterplan 2020, que tem o apoio da Governadora da Província de Antuérpia, a Sra. Cathy Berx, contém as seguintes metas: A Antuérpia crescer como um Hub Diamond Trading A Antuérpia tornar-se um Centro de Conhecimento do diamante Educação e Transparência Integração Comunitária e Experiência Criação de Emprego Antuérpia - Pontos conflitantes Comunidade indiana Os conflitos, que surgiram em consequência de ações policiais no bairro dos empresários do diamante para apurar fraudes fiscais na empresa de expedição Moterrey-Ferrari e culminou com a apreensão de estoques de diamantes, alastrou-se por toda a comunidade de diamantários de origem indiana, que detém 60% do mercado local de diamantes e realiza negócios da ordem de 18 bilhões de euros na cidade de Antuérpia, além de ser maioria dentre os membos do Conselho de Gestão do Centro Mundial do Diamante. Zona de Livre Comércio A criação de uma Zona de Livre Comércio em Antuérpia é pretensão dos empresários flamengos, judeus, armênios e libaneses, para incrementar o comércio de jóias e diamantes no atacado e para concorrer em igualdade com Mumbai que, recentemente, suprimiu as taxas de importação Antuérpia e outros Centros do Diamante (Botswana, Dubai, Hong kong, Mumbai e Shangai) A cidade de Antuérpia continua sendo o centro do diamante, apesar dos concorrentes, como Mumbai, Hong-Kong e Tel-Aviv.

Cartilha de Câmbio. Envio e recebimento de pequenos valores

Cartilha de Câmbio. Envio e recebimento de pequenos valores 2009 Cartilha de Câmbio Envio e recebimento de pequenos valores Apresentação O Banco Central do Brasil criou esta cartilha para orientar e esclarecer você, que precisa negociar moeda estrangeira, sobre

Leia mais

Importação Passo a Passo

Importação Passo a Passo 1º Passo Defina o que quer importar Importação Passo a Passo O mercado internacional, principalmente a China, apresenta uma ampla oportunidade de produtos para se importar. Antes de iniciar sua operação

Leia mais

O Setor em Grandes Números. Situação Atual e Perspectivas do Mercado Interno e Externo

O Setor em Grandes Números. Situação Atual e Perspectivas do Mercado Interno e Externo O Setor em Grandes Números Situação Atual e Perspectivas do Mercado Interno e Externo I - CADEIA PRODUTIVA NÚMERO ESTIMADO DE EMPRESAS EM 2012 Lapidação / Obras de pedras 350 INDÚSTRIA Joalheria ouro e

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

NOVAS REGRAS DE OPERAÇÕES CAMBIAIS IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO E REEXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS

NOVAS REGRAS DE OPERAÇÕES CAMBIAIS IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO E REEXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS NOVAS REGRAS DE OPERAÇÕES CAMBIAIS IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO E REEXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS O Aviso n.º 19/2012, de 19.04., do Banco Nacional de Angola estabelece o novo regime para as operações cambiais referentes

Leia mais

A N E X O III REGRAS DE ORIGEM ARTIGO 1. Serão consideradas originárias das Partes as seguintes mercadorias:

A N E X O III REGRAS DE ORIGEM ARTIGO 1. Serão consideradas originárias das Partes as seguintes mercadorias: A N E X O III REGRAS DE ORIGEM ARTIGO 1 Serão consideradas originárias das Partes as seguintes mercadorias: a) Mercadorias inteiramente obtidas ou elaboradas inteiramente no território de uma das Partes,

Leia mais

IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR

IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR 1º Passo: Registro da empresa Atualizar o objeto social da empresa incluindo a atividade de importação e os tipos de produtos que serão

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de 2009 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Professora Ana Maria Matta Walcher Skype: ana.maria.walcher37

Professora Ana Maria Matta Walcher Skype: ana.maria.walcher37 Noções básicas de Comércio Exterior Professora Ana Maria Matta Walcher Skype: ana.maria.walcher37 Regimes Aduaneiros É o conjunto de procedimentos ou regras previstas em lei para efetivar uma importação

Leia mais

Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) Perguntas Frequentes - COPE

Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) Perguntas Frequentes - COPE Perguntas Frequentes - COPE Comunicação de Operações com o Exterior (COPE) Departamento de Estatística Banco de Portugal +351 707 201 409 ddebp.reporte@bportugal.pt Versão Maio de 2013 Comunicação de Operações

Leia mais

Resoluções e Normativas Federais. GTT - Náutico

Resoluções e Normativas Federais. GTT - Náutico Resoluções e Normativas Federais GTT - Náutico Ministério da Fazenda Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) -Decreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009. Regulamento Aduaneiro (art. 26 ao 30; art.

Leia mais

Manual de Exportação e Formação de Preço

Manual de Exportação e Formação de Preço Manual de e Formação de Preço. Sumário FASE 1ª 1 - Planejamento de 2 - Planejamento Estratégico 3 - Canais de Distribuição FASE 2ª 4 - Procedimentos Operacionais de FASE 3ª 5 - Formação de Preço O sumário

Leia mais

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ O presente edital regulamenta o processo de recrutamento, seleção e ingresso de projetos empresariais na Incubadora

Leia mais

CARTILHA DO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL

CARTILHA DO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL CARTILHA DO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL MARCOS ARAÚJO Presidente do SINDSIME ÍNDICE 1 3 5 7 9 INTRODUÇÃO LEI 2 VANTAGENS COMO ME ESCREVO OBTENÇÃO DE ALVARÁ 4 OBTENÇÃO DE ALVARÁ DOCUMENTAÇÃO FISCAL 6 AMBULANTES

Leia mais

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, o Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

Roteiro Básico para Exportação

Roteiro Básico para Exportação Roteiro Básico para Exportação As empresas interessadas em efetuar exportações deverão, em primeiro lugar, inscrever-se no RADAR, que corresponde ao Registro de Exportadores e Importadores da Inspetoria

Leia mais

EB-5 GREEN CARD PARA INVESTIDORES

EB-5 GREEN CARD PARA INVESTIDORES Mude-se para os EUA Hoje! PORT EB-5 GREEN CARD PARA INVESTIDORES Todas as pessoas conhecem clientes, amigos ou parentes que possuem o desejo de se mudar para os Estados Unidos, especialmente para a Flórida.

Leia mais

SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS

SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO SISCOMEX, DOCUMENTOS e FORMAS DE PAGAMENTOS Prof.: Leonardo Ribeiro 1 Siscomex O Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX, é um instrumento

Leia mais

ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL

ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 32/04 ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 26/03 do Conselho do Mercado

Leia mais

Diretrizes do Fundo Solar: Apoio a microgeração fotovoltaica. Promovido por

Diretrizes do Fundo Solar: Apoio a microgeração fotovoltaica. Promovido por Diretrizes do Fundo Solar: Apoio a microgeração fotovoltaica Promovido por Texto atualizado em 22 de Maio de 2013 Índice 1. Contextualização... 3 2. Objetivo... 3 3. Público-Alvo... 3 4. Entidades promotoras...

Leia mais

NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ORIGEM DO ACE 36

NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ORIGEM DO ACE 36 NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ORIGEM DO ACE 36 BRASIL - BOLÍVIA APROVADO PELO DECRETO N os 2.240 DE 17/12/1.996 E 4.161 DE 12/03/2.002 1 Notas Explicativas 1. Declaração 1.1. A

Leia mais

Dúvidas - Perguntas e Respostas - Remessa Expressa Secretaria da... e Respostas. O que é uma Remessa Expressa? Como ocorre a tributação nas Remessas

Dúvidas - Perguntas e Respostas - Remessa Expressa Secretaria da... e Respostas. O que é uma Remessa Expressa? Como ocorre a tributação nas Remessas 1 de 7 13/07/2015 12:00 Menu Dúvidas - Perguntas e Respostas - Remessa Expressa por Subsecretaria de Aduana e Relações Internacionais publicado 22/05/2015 16h36, última modificação 18/06/2015 15h00 Remessas

Leia mais

Fiscal - Exercícios Legislação Aduaneira Exercício Fábio Lobo

Fiscal - Exercícios Legislação Aduaneira Exercício Fábio Lobo Fiscal - Exercícios Legislação Aduaneira Exercício Fábio Lobo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1. (ESAF/ACE/1998) O SISCOMEX - Sistema Integrado de Comércio

Leia mais

QUADRO COMPARATIVO 1 UNIFICAÇÃO DOS MERCADOS DE CÂMBIO

QUADRO COMPARATIVO 1 UNIFICAÇÃO DOS MERCADOS DE CÂMBIO 1 QUADRO COMPARATIVO 1 UNIFICAÇÃO DOS MERCADOS DE CÂMBIO Resolução 3.265, de 4 de março de 2005. (reunião do Mercado de Câmbio de Taxas Livres e do Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes e instituição de

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Objeto e âmbito

Leia mais

CT-ENERG/Empresas: FINEP 02/2002 CARTA CONVITE ÀS EMPRESAS DA CADEIA PRODUTIVA VINCULADA AO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA

CT-ENERG/Empresas: FINEP 02/2002 CARTA CONVITE ÀS EMPRESAS DA CADEIA PRODUTIVA VINCULADA AO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA CT-ENERG/Empresas: FINEP 02/2002 CARTA CONVITE ÀS EMPRESAS DA CADEIA PRODUTIVA VINCULADA AO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA - MCT, em cumprimento à recomendação do Comitê

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL- CFOAB UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC

CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL- CFOAB UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL- CFOAB UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC EDITAL Nº3/ 2015 DE ABERTURA DE VAGAS PARA BOLSAS DE ESTUDO EM CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIREITO

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE MÃO DE OBRA NO SETOR DE INSTALAÇÕES SINDICATO DA INDÚSTRIA DE INSTALAÇÃO - SP

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE MÃO DE OBRA NO SETOR DE INSTALAÇÕES SINDICATO DA INDÚSTRIA DE INSTALAÇÃO - SP 1 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE MÃO DE OBRA NO SETOR DE INSTALAÇÕES SINDICATO DA INDÚSTRIA DE INSTALAÇÃO - SP 2 APRESENTAÇÃO O Sindicato da Indústria de Instalação -, identificou

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012

Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012 Instrução Normativa RFB nº 1.293, de 21 de setembro de 2012 DOU de 24.9.2012 Dispõe sobre o despacho aduaneiro de bens procedentes do exterior destinados à utilização na Copa das Confederações Fifa 2013

Leia mais

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação,

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, Comex Exportação A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, facilita a impressão dos principais documentos da exportação como fatura comercial, packing list,

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/8 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e normatizar os procedimentos operacionais na administração de recursos humanos; 1.2) Garantir maior segurança na admissão e exoneração de pessoal; 1.3) Manter atualizado

Leia mais

CIRCULAR N 2.971. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.280, de 9/3/2005. Art. 1º Regulamentar os seguintes normativos:

CIRCULAR N 2.971. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.280, de 9/3/2005. Art. 1º Regulamentar os seguintes normativos: CIRCULAR N 2.971 Documento normativo revogado pela Circular nº 3.280, de 9/3/2005. Regulamenta as Resoluções nº 2.644, de 1999, nº 2.694 e nº 2.695, ambas de 2000, e divulga o Regulamento sobre Contas

Leia mais

Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99)

Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99) Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99) A aprovação da Lei nº 9.841/99, de 05 de outubro de 1999, mais conhecida por "Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte",

Leia mais

PACOTE DE ACELERAÇÃO BRASIL

PACOTE DE ACELERAÇÃO BRASIL PACOTE DE ACELERAÇÃO BRASIL Entendemos que, quando você entrar no complexo ambiente legal e tributário brasileiro, você precisa de um suporte confiável e do conselho dos melhores especialistas em cada

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

Comitê Consultivo Governamental

Comitê Consultivo Governamental Comitê Consultivo Governamental Regras de auxílio viagem do GAC 23 de junho de 2015 Histórico O orçamento da ICANN determinou o auxílio viagem para 30 membros do GAC em cada encontro da ICANN. Esses membros

Leia mais

Manual de Orientações para bolsistas uruguaios

Manual de Orientações para bolsistas uruguaios Coordenação Geral de Programas- CGPR Manual de Orientações para bolsistas uruguaios Programa CAPES/UDELAR BRASIL-URUGUAI Todas as informações aqui descritas devem ser interpretadas em consonância com as

Leia mais

newsletter Nº 87 ABRIL / 2014

newsletter Nº 87 ABRIL / 2014 newsletter Nº 87 ABRIL / 2014 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Março de 2014 2 Fundos de Compensação e de Garantia do Trabalho 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Assembleia da República

Leia mais

Manual do Integrador. Programa de Formação

Manual do Integrador. Programa de Formação Manual do Integrador Programa de Formação Introdução As oportunidades de iniciação de frentes de negócios na indústria fotovoltaica brasileira são diversas e estão abertas a todos aqueles que desejam começar

Leia mais

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 Dispõe sobre a destinação de Lâmpadas inservíveis, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências O CONSELHO NACIONAL DO MEIO

Leia mais

a) agências de turismo e prestadores de serviços turísticos; b) embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais;

a) agências de turismo e prestadores de serviços turísticos; b) embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais; SEÇÃO : 1 - Disposições Gerais 1. Podem ser titulares de contas em moeda estrangeira no País na forma da legislação e regulamentação em vigor, observadas as disposições deste título: a) agências de turismo

Leia mais

CARTA-CIRCULAR Nº 2826

CARTA-CIRCULAR Nº 2826 CARTA-CIRCULAR Nº 2826 Divulga relação de operações e situações que podem configurar indicio de ocorrência dos crimes previstos na Lei n. 9.613, de 03.03.98, e estabelece procedimentos para sua comunicação

Leia mais

CHAMADA DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR

CHAMADA DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR Carta Projeto MDA N 002/2012 IPD Curitiba, 13 de janeiro de 2012. IPD - INSTITUTO DE PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO CHAMADA DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR Chamada de Seleção de Empreendimentos

Leia mais

Moçambique: nova Lei de Minas e nova Lei dos Petróleos

Moçambique: nova Lei de Minas e nova Lei dos Petróleos 5 de setembro de 2014 Moçambique: nova Lei de Minas e nova Lei dos Petróleos mozambique@vda.pt Foram publicadas, em Boletim da República, a Lei n.º 20/2014, de 18 de Agosto ( Lei de Minas ) e a Lei n.º

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

S.R. DA ECONOMIA Portaria n.º 39/2012 de 29 de Março de 2012

S.R. DA ECONOMIA Portaria n.º 39/2012 de 29 de Março de 2012 S.R. DA ECONOMIA Portaria n.º 39/2012 de 29 de Março de 2012 O X Governo dos Açores deliberou introduzir alterações ao regime Sistema de Apoio à Promoção de Produtos Açorianos de forma a potenciar um conjunto

Leia mais

CARTA-CIRCULAR Nº 2.826

CARTA-CIRCULAR Nº 2.826 CARTA-CIRCULAR Nº 2.826 Documento normativo revogado, a partir de 14/5/2012, pela Carta Circular nº 3.542, de 12/3/2012. Divulga relação de operações e situações que podem configurar indicio de ocorrência

Leia mais

Incentivos fiscais para a manutenção. da competitividade das indústrias mineiras

Incentivos fiscais para a manutenção. da competitividade das indústrias mineiras Incentivos fiscais para a manutenção da competitividade das indústrias mineiras Histórico do APL Eletroeletrônico de Santa Rita do Sapucaí A pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais,

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N o 6.099, DE 12 DE SETEMBRO DE 1974. Dispõe sobre o tratamento tributário das operações de arrendamento mercantil e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente.

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Capitulo 10: Tipos de exportação As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Diretamente: quando o exportador fatura e remete o produto ao importador, mesmo

Leia mais

O Acordo de Madrid relativo ao Registro. Internacional de Marcas e o Protocolo. referente a este Acordo: Objetivos,

O Acordo de Madrid relativo ao Registro. Internacional de Marcas e o Protocolo. referente a este Acordo: Objetivos, O Acordo de Madrid relativo ao Registro Internacional de Marcas e o Protocolo referente a este Acordo: Objetivos, Principais Características, Vantagens Publicação OMPI N 418 (P) ISBN 92-805-1313-7 2 Índice

Leia mais

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO COM CORRESPONDENTES NO PAÍS

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO COM CORRESPONDENTES NO PAÍS POLÍTICA DE RELACIONAMENTO COM CORRESPONDENTES NO PAÍS Belo Horizonte, Novembro de 2013. Diretoria de Crédito Consignado Diretoria Executiva Comercial Diretoria Executiva Administrativa e de Atendimento

Leia mais

Manual do Usuário. Pré-Cadastro de Participantes. 08.11.2004 Versão 1.1

Manual do Usuário. Pré-Cadastro de Participantes. 08.11.2004 Versão 1.1 Manual do Usuário Pré-Cadastro de Participantes 08.11.2004 Versão 1.1 Índice 1. Introdução ao Pré-Cadastro...3 1.1. Pré-Cadastro de pessoa Física...3 1.1.1. Termo...3 1.1.2. Dados de identificação...4

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

PROJETO INTERNACIONAL

PROJETO INTERNACIONAL PROJETO INTERNACIONAL EM 10 PASSOS Ubirajara Marques Direitos: Todos os direitos reservados para Center Group International Duração: 1 hora Apresentação: Linguagem simples, para micros e médios empresários

Leia mais

Abertura de conta bancária nos Estados Unidos. Remessa de Divisas Brasil - Estados Unidos. Declaração de Imposto de Renda nos Estados Unidos

Abertura de conta bancária nos Estados Unidos. Remessa de Divisas Brasil - Estados Unidos. Declaração de Imposto de Renda nos Estados Unidos Manual do Comprador Abertura de conta bancária nos Estados Unidos É obrigatória a abertura de conta, caso haja interesse em comprar imóveis nos Estados Unidos. As principais vantagens em ter uma conta

Leia mais

relativas às listas provisórias nacionais dos serviços mais representativos associados a contas de pagamento e sujeitos a comissões

relativas às listas provisórias nacionais dos serviços mais representativos associados a contas de pagamento e sujeitos a comissões EBA/GL/2015/01 11.05.2015 Orientações da EBA relativas às listas provisórias nacionais dos serviços mais representativos associados a contas de pagamento e sujeitos a comissões 1 Obrigações em matéria

Leia mais

Fiscal - Exercícios Legislação Aduaneira Exercício Fábio Lobo

Fiscal - Exercícios Legislação Aduaneira Exercício Fábio Lobo Fiscal - Exercícios Legislação Aduaneira Exercício Fábio Lobo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1. (ESAF/AFRF/1998) O transporte de mercadoria estrangeira contida

Leia mais

SELEÇÃO SIMPLIFICADA DE CURSISTAS

SELEÇÃO SIMPLIFICADA DE CURSISTAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO PRÓ-CONSELHO CURSO DE EXTENSÃO A DISTANCIA FORMAÇÃO

Leia mais

REGISTROS E ATESTADOS PARA ESTRANGEIROS

REGISTROS E ATESTADOS PARA ESTRANGEIROS REGISTROS E ATESTADOS PARA ESTRANGEIROS REGISTRO DE ESTRANGEIRO Iwata Setor de 1º andar. Todo estrangeiro que pretenda permanecer por mais de 90 dias no Japão, filhos de estrangeiros nascidos no Japão

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

Documentação necessária para trabalhos de estrangeiros em parques de construção de usinas eólicas. Autor JULIANO ALEXANDRE CHANDRETTI Data 02/09/2013

Documentação necessária para trabalhos de estrangeiros em parques de construção de usinas eólicas. Autor JULIANO ALEXANDRE CHANDRETTI Data 02/09/2013 Documentação necessária para trabalhos de estrangeiros em parques de construção de usinas eólicas Autor JULIANO ALEXANDRE CHANDRETTI Data 02/09/2013 A CPFL Energias Renováveis S.A é a maior empresa de

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA)

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA) RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA) 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 Será concedida a Bolsa Filantrópica com base nos critérios básicos consignados nos

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de Exportação Indireta

Parecer Consultoria Tributária Segmentos EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de Exportação Indireta EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de 04/02/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1 Demonstração das informações na

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 O RISCO DOS DISTRATOS O impacto dos distratos no atual panorama do mercado imobiliário José Eduardo Rodrigues Varandas Júnior

Leia mais

CONSULTORIA EM NEGÓCIOS EXTERIORES

CONSULTORIA EM NEGÓCIOS EXTERIORES CONSULTORIA EM NEGÓCIOS EXTERIORES Ser Júnior é ser gigante pela própria natureza. Brasil Júnior Mensagem do presidente Capacitar membros, promover o Movimento Empresa Júnior e causar impacto da sociedade,

Leia mais

INFORME DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

INFORME DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS INFORME DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE A Direção Geral da Faculdade Independente do Nordeste, com vistas à chamada para seleção de alunos para o Programa Ciência

Leia mais

CONVÊNIO ICMS 113/96 CONVÊNIO

CONVÊNIO ICMS 113/96 CONVÊNIO Publicado no DOU de 18 e 20.12.96. CONVÊNIO ICMS 113/96 Ratificação Nacional DOU de 08.01.97 pelo Ato COTEPE-ICMS../1997/CV001_97.htm01/97. Alterado pelos Convs. ICMS 54/97, 34/98,107/01, 32/03, 61/03.

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos DEREX Declaração decorrentes a recursos mantidos no exterior.

Parecer Consultoria Tributária Segmentos DEREX Declaração decorrentes a recursos mantidos no exterior. DEREX Declaração decorrentes a recursos mantidos no exterior. 18/03/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Conceito...

Leia mais

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO.

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. 1 2 2. COMO IMPORTAR 2.1. FLUXOGRAMA DE IMPORTAÇÃO 1 PLANEJAMENTO A fase de planejamento das importações é geralmente parte integrante do planejamento geral da empresa para atender sua necessidade de máquinas,

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA BOLSISTAS CUBANOS

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA BOLSISTAS CUBANOS MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA BOLSISTAS CUBANOS PROGRAMA CAPES/MES - CUBA BRASIL-CUBA PROGRAMA CAPES/MES CUBA PROJETOS Todas as informações aqui descritas devem ser interpretadas em consonância com as normas

Leia mais

Gestão. Práticas. Editorial. Geovanne. Acesse online: 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) 03 e 04

Gestão. Práticas. Editorial. Geovanne. Acesse online: 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) 03 e 04 Práticas de Gestão Editorial Geovanne. 02 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) Como faço isso? Acesse online: 03 e 04 www. No inicio da década de 90 os

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Lei n.º 64/2015, de 1 de julho Estado: vigente Resumo:

Leia mais

DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AO PROCESSO DE SELEÇÃO E MATRÍCULA

DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AO PROCESSO DE SELEÇÃO E MATRÍCULA DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AO PROCESSO DE SELEÇÃO E MATRÍCULA A Ficha Socioeconômica deve ser preenchida, sem rasuras, assinada pelo (a) candidato(a) ou pelo(a) pai, mãe e/ou responsável legal e, apresentada

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

BANCOS INTERMEDIÁRIOS CORRETORES DE CÂMBIO

BANCOS INTERMEDIÁRIOS CORRETORES DE CÂMBIO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O MERCADO DE CÂMBIO E SEUS AGENTES C.M.N BACEN BANCOS INTERMEDIÁRIOS CORRETORES DE CÂMBIO SISTEMA CAMBIAL VIGENTE NO BRASIL. O regime cambial brasileiro é um regime controlado

Leia mais

Brincar de ler e escrever

Brincar de ler e escrever I Edital FNA 2015 Brincar de ler e escrever A Fundação Negro Amor - FNA foi criada em 2008 e, desde então, desenvolve ações na área socioeducativa e cultural, com foco na promoção da educação infantil

Leia mais

A Embaixada e os Consulados Gerais da República Federal da Alemanha no Brasil informam: Visto para Intercâmbio Escolar

A Embaixada e os Consulados Gerais da República Federal da Alemanha no Brasil informam: Visto para Intercâmbio Escolar A Embaixada e os Consulados Gerais da República Federal da Alemanha no Brasil informam: Visto para Intercâmbio Escolar I. Informações Gerais Viajando diretamente para a Alemanha, cidadãos brasileiros não

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE SALVADOR DECRETA:

A CÂMARA MUNICIPAL DE SALVADOR DECRETA: PROJETO DE LEI Nº 335/2009 Obriga os estabelecimentos denominados de Ferro-Velho localizados no município de Salvador, dedicados à compra e venda de sucatas e peças avulsas de veículos automotores a manterem

Leia mais

SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03

SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03 SÓLAZER CLUBE DOS EXECEPCIONAIS - ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE ESPORTE CNPJ 28.008.530/0001-03 Capítulo I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS Art. 1º - O presente regulamento tem por finalidade

Leia mais

Informações Gerais sobre Vistos Passo a Passo

Informações Gerais sobre Vistos Passo a Passo Informações Gerais sobre Vistos Passo a Passo Se você planeja viajar aos Estados Unidos e precisa solicitar o visto pela primeira vez ou quer renovar um visto que ainda esteja válido ou que tenha expirado

Leia mais

Politica Cambial. AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias

Politica Cambial. AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias Politica Cambial AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias 1 AGENDA 1. AVISO N.º 19/12 PAGAMENTOS DE IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO E REEXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS. 2. REGISTO

Leia mais

Passos na Importação Roteiro Básico. Eduardo Leoni Machado Fevereiro/2012

Passos na Importação Roteiro Básico. Eduardo Leoni Machado Fevereiro/2012 Roteiro Básico Eduardo Leoni Machado Fevereiro/2012 1º Passo Efetuar contatos com fornecedor (exportador). 2º Passo Formalizar as negociações com fornecedor (exportador). 3º Passo Negociar a condição de

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 3.485, DE 2012 (Do Sr. Marco Tebaldi)

PROJETO DE LEI N.º 3.485, DE 2012 (Do Sr. Marco Tebaldi) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 3.485, DE 2012 (Do Sr. Marco Tebaldi) Dispõe sobre a instalação do sistema de segurança de portas giratórias com detector de metais nas casas lotéricas e agências

Leia mais

Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331. Convite à manifestação de interesse

Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331. Convite à manifestação de interesse 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:98331-2014:text:pt:html Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331 Convite à manifestação

Leia mais

EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS. CM Claudia Mainardi ccmainardi@cmcomex.com.br ccmainardi@gmail.com

EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS. CM Claudia Mainardi ccmainardi@cmcomex.com.br ccmainardi@gmail.com EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS Providências básicas para iniciar atividades no comércio exterior Ser registrado no RADAR Registro de Exportadores e importadores na Receita Federal;

Leia mais

ORIENTE MÉDIO. Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II. Jerusalém Muro das Lamentações e Cúpula da Rocha

ORIENTE MÉDIO. Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II. Jerusalém Muro das Lamentações e Cúpula da Rocha Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II ORIENTE MÉDIO -Região marcada por vários conflitos étnicos, políticos e religiosos. -Costuma-se considerar 18 países como pertencentes ao Oriente

Leia mais

Sistematização das exportações e pagamentos internacionais

Sistematização das exportações e pagamentos internacionais Introdução Sistematização das exportações e pagamentos internacionais Fundamentos de Comércio Exterior Prof. Marco A. Arbex As exportações geram entrada de divisas para o país exportador e saída de divisas

Leia mais

A rede de franquias nº 1 em produtividade do mundo

A rede de franquias nº 1 em produtividade do mundo FRANQUIA A rede de franquias nº 1 em produtividade do mundo A rede de franquia com maior volume de vendas nos EUA. (Real Trends 500 2011) Primeiro sistema de franquias imobiliárias da América do Norte

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS SELEÇÃO INTERNA

Leia mais