EXPERIÊNCIA DE COOPERAÇÃO EM PAISAGEM PROJETO PAYS.MED.URBAN

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1 EXPERIÊNCIA DE COOPERAÇÃO EM PAISAGEM

2 EXPERIÊNCIAS DE COOPERAÇÃO EM PAISAGEM A cooperação transnacional, no âmbito das problemáticas de desenvolvimento territorial e dos processos de transformação da paisagem tem como ponto de partida o enquadramento nos objetivos e recomendações das seguintes convenções e directivas europeias: - European Spatial Development Perspective (1999) - Territorial Agenda of the EU (2007) - Leipzig Charter on Sustainable European Cities (2007) - European Environmental Agency Report Urban sprawl in Europe: The ignored challenge (2006) - European Landscape Convention (2000)

3 EXPERIÊNCIAS DE COOPERAÇÃO EM PAISAGEM CONVENÇÃO EUROPEIA DA PAISAGEM Artigo 3.º Objetivos A presente Convenção tem por objetivo promover a proteção, a gestão e o ordenamento da paisagem e organizar a cooperação europeia neste domínio.

4 EXPERIÊNCIAS DE COOPERAÇÃO EM PAISAGEM CONVENÇÃO EUROPEIA DA PAISAGEM (Capítulo III) princípios de cooperação europeia Políticas e programas internacionais cooperar para que a dimensão paisagística seja tida em conta nas políticas e nos programas internacionais e a recomendar, quando relevante, que estes incluam a temática da paisagem. Assistência mútua e troca de informações cooperar no sentido de melhorar a eficácia das medidas tomadas ao abrigo das disposições da presente Convenção (assistência técnica e científica mútua através da recolha e da troca de experiências e de resultados de investigação, permuta de especialistas no domínio da paisagem, em especial para fins de formação e informação; Paisagens transfronteiriças encorajar a cooperação transfronteiriça ao nível local e regional e, sempre que necessário, a elaborar e implementar programas comuns de valorização da paisagem. Monitorização da aplicação da Convenção Cooperar na atribuição do Prémio da Paisagem do Conselho da Europa

5 EXPERIÊNCIAS DE COOPERAÇÃO EM PAISAGEM PROJECTO PAYS.MED URBAN Alta qualidade da paisagem constituiu elemento fundamental para a sustentabilidade e competitividade das zonas urbanas mediterrâneas. PAYS.MED.URBAN , é a continuação da capitalização dos resultados e experiências desenvolvidas no projeto PAYS.DOC. Interreg IIIB MEDOCC. Envolve 13 parceiros de quatro países europeus: Itália, Espanha, Portugal e Grécia, a Andaluzia como líder de equipe e observador parceiro RECEP-ENELC (Rede Europeia de Entidades Locais e Regionais para a implementação da Convenção Europeia da Paisagem).

6 O projeto enfoca aspetos da paisagem suburbana e periferia, e considera que a elevada qualidade da paisagem não é apenas um elemento de identidade e do património natural, ecológico, histórico e cultural, mas também um recurso poderoso para o desenvolvimento crescimento económico da competitividade das zonas urbanas para atrair turistas e da localização das empresas em novos sectores. PAYS.MED.URBAN considera a paisagem como um "capital" territorial intransferível e imprescindível para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida nas áreas urbanas. O projeto é dividido em seis ações-chave e foi iniciado em Abril de 2009 e concluído em Outubro de Compreende várias linhas de acção: Portal WEB Acção Piloto Observatório Virtual da Paisagem Prémio Mediterrâneo da Paisagem / Catálogo de Boas Práticas Linhas Guia para a integração da paisagem nas políticas de planbeamento

7 PORTAL WEB: PROJECTO PAYS.MED URBAN PORTAL WEB

8 PROJECTO PAYS.MED URBAN PRÉMIO MEDITERRÂNEO DA PAISAGEM 63 candidaturas a concurso

9 CANDIDATURAS AO 3ª ED. PRÉMIO MEDITERRÂNEO DA PAISAGEM

10 CERIMÓNIA DE ENTREGA DE PRÉMIOS

11 Nª SENHORA DO FORTE PAISAGEM DO IMAGINÁRIO

12 PROJECTO PAYS.MED URBAN OBSERVATÓRIO DE PAISAGEM

13 PROJECTO PAYS.MED URBAN SENSIBILIZAÇÃO EM PAISAGEM

14 PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro A acção-piloto desenvolvida, ao abrigo do projecto PAYSMED URBAN, centra-se na compreensão do processo de transformação da paisagem periurbana, associada ao sistema urbano de Faro, com especial enfoque na temática da agricultura periurbana e da qualidade desta paisagem.

15 PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO

16 PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO RELAÇÃO ENTRE A CIDADE E O ESPAÇO PERIURBANO

17 PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO

18 PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO

19 PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO

20 PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO ESTRUTURA PRODUTIVA

21 PAISAGEM PERIURBANA a interface agrícola do sistema urbano de Faro PROJECTO PAYS.MED URBAN ACÇÃO PILOTO VALORES DE PAISAGEM

22 EVOLUÇÃO URBANA

23 INFRAESTRUTURAS E ABANDONO ACTIVIDADE PRODUTIVA

24 CAMPINA DE FARO CENÁRIOS DE DESENVOLVIMENTO FUTURO

25 OBSTÁCULOS

26 OPORTUNIDADES

27 OPERATIVIDADE DOS PROJETOS DE COOPERAÇÃO

28 PERSPECTIVAS DE COOPERAÇÃO

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