CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

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1 CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

2 ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DA REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO... 7 FICHA TÉCNICA DE INICIATIVA DO CLUSTER... 8 Página 1

3 CONVÉNIO PARA A CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO CLUSTER DE INOVAÇÃO DE LOGÍSTICA URBANA NA REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO FINALIDADE As cidades são o motor da nossa economia e modo de vida. Hoje, cerca de três quartos dos europeus vivem em cidades e estas geram 85% do PIB europeu. A urbanização deverá crescer para 82% até Numa cidade cada lugar de atividade exige acessibilidade, entregas de mercadorias e serviços e manutenção. A troca de mercadorias nas cidades aumenta em dimensão e distância e o desafio para um sistema de transportes da cidade é seguir esta tendência de forma eficiente e articulada com o transporte de passageiros. A falta de eficiência do sistema de transporte normalmente gera congestionamento que aumenta o tempo de entrega e os custos de transporte (particularmente o custo no 'último quilómetro'), as emissões, ruído e desempenho e acessibilidade do sistema de entrega. O desafio de uma logística urbana eficiente envolve cidadãos / consumidores / ONGs, operadores e empresas, os técnicos de planeamento urbano e os decisores políticos. Para melhorar a qualidade de vida na cidade, deve ser promovido um amplo envolvimento de todos os interessados na criação de estratégias inovadoras. Para o desenvolvimento destas estratégias deve ser agilizada a interação e a colaboração entre todas os interessados. Uma ferramenta com potencial para desenvolver e implementar essas estratégias é a promoção de iniciativas de Clusters. Página 2

4 OBJECTIVOS GERAIS O Cluster da Logística Urbana da é criado no âmbito do projeto DOROTHY. DOROTHY significa "Desenvolvimento e implementação de polos regionais de investigação e de logística urbana sustentável" e é financiado pelo Programa Regiões de Conhecimento (REGIÕES ). O projecto DOROTHY tem a missão de melhorar o processo de distribuição de bens urbanos através da redução do número de veículos em circulação e do reforço das normas ambientais; o projeto vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas cidades europeias. Um dos objetivos do DOROTHY é criar Clusters de Logística Urbana nas regiões da Toscana (Itália), Lisboa e Vale do Tejo (Portugal), Valência (Espanha) e Oltenia (Roménia). Os grandes objetivos do Cluster de Logística Urbana da, a partir de agora designado como Cluster, são: atuar como um fórum e mecanismo de direção, num trabalho articulado entre todos os membros constituintes do Cluster, e de acordo com o roteiro definido. Os membros do Cluster são, principalmente, operadores logísticos e empresas de retalho, municípios, fornecedores de tecnologia, instituições de I&D e consultores, associações e ONGs, e entidades de planeamento e de regulação de caráter nacional e regional; criar uma rede de investigação e de reforço de capacidades, de partilha de conhecimentos e desenvolvimento de inovação e para criar um "Plano de Ação Conjunto ; promover ações conjuntas entre os membros do Cluster e outras organizações, chamadas "iniciativas de Clusters" - projetos inter-regionais e intra-regionais nas áreas de regulação, inovação e investigação com ligações à eficiência dos negócios, à qualidade de vida e à sustentabilidade económica. Página 3

5 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Dentro dos objetivos gerais, o Cluster de Logística Urbana de Lisboa e Vale do Tejo trabalhará no sentido de alcançar os seguintes objetivos específicos (OE): OE 1: Incentivar a cooperação numa base de tripla hélice entre regiões, instituições de investigação e desenvolvimento, empresas e sector público, em termos de partilha de conhecimento, inovação, desenvolvimento de novas oportunidades e níveis de colaboração crescente, dentro e fora da União Europeia. OE 2: Manter as empresas de logística urbana já existentes e atrair para a Região de Lisboa e Vale do Tejo modelos inovadores de negócio. Desenvolver e executar um Plano de Ação Conjunto suportado nas forças e nas oportunidades da Região. OE 3: Catalogar a vasta gama de soluções inovadoras para a criação de novos negócios - grandes, médios e pequenos -, que poderiam ser desenvolvidas na região, algumas das quais envolvendo com sucesso a comunidade científica, demonstrando o nível de inovação e conhecimento, incluindo os nichos de interesses sectoriais, as capacidade de investigação e as oportunidades de colaboração existentes. OE 4: OE 5: OE 6: OE 7: OE 8: OE 9: OE 10: Criar sinergias e capitalizar as iniciativas desenvolvidas pelos parceiros DOROTHY. Acompanhar as iniciativas de cluster e os processos de clusterização. Promover uma série de conferências, seminários, workshops, eventos de tutoria na área da logística urbana e inovação, a fim de promover a transferência de conhecimentos e de mostrar as atividades dos membros. Facilitar atividades coordenadas entre todos os membros do cluster, proporcionando orientação aos potenciais empreendedores ou às novas start-ups e apoio na avaliação de novas propostas de projetos, formação e criação de um ambiente positivo para o desenvolvimento de inovação e para o crescimento. Cooperar plenamente com a comunidade de investigação no incremento dos níveis de informação, partilha de conhecimento e acesso à investigação ou 'know-how' existente na comunidade científica, incluindo um catálogo de projetos de investigação, concluídos ou em curso, com potencial para ser testado por grandes, médias ou pequenas empresas da Região. Envolver fortemente os membros com outras regiões e Estados-Membros e outros clusters logísticos regionais, nacionais e internacionais, para identificar oportunidades disponíveis para os membros do cluster. Isto facilitará o envolvimento e o funcionamento em rede de todos os parceiros envolvidos. Envolver o sector público da região no fortalecimento da cooperação relacionada com o planeamento, o uso do território e a base legal e regulamentar da logística urbana. Envolver fortemente tanto a rede de parceiros DOROTHY como entidades estrangeiras multinacionais na identificação de oportunidades disponíveis em produtos ou serviços de desenvolvimento e na criação de oportunidades de negócios de inovação. OE 11: Identificar oportunidades de financiamento através dos seus membros ou através de Programas nacionais ou comunitários do H2020. Página 3

6 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA COMITÉ DIRETIVO O Cluster de Logística Urbana será governado por um comité diretivo eleito pelo período de um ano, que poderá nomear um presidente e um secretário para apoiar a gestão de Cluster. Esta fase pode ser encurtada se forem criadas condições para a formalização do Cluster, situação que o comité de direção deve preparar e apresentar a uma assembleia geral. Para efeitos eleitorais, cada organização ou empresa representada tem um único voto. A gestão do Cluster deve ser efetuado com base no consenso geral entre os membros. As reuniões do Cluster estão previstas para ocorrer numa base trimestral, e o Cluster, em caso de necessidade, deve ser livre para elaborar o seu regimento. ENTIDADE Numa primeira fase o Cluster de Logística Urbana não se constituirá como uma entidade legal. Posteriormente, o Cluster de Logística Urbana decidirá sobre a entidade legal a adotar, ou se integra uma entidade ou associação já existente. GESTÃO DIÁRIA A gestão diária e a organização do Cluster devem ser apoiadas, num primeiro momento, pela rede de parceiros do projeto DOROTHY Lisboa e Vale do Tejo. TICE.PT apoiará o esforço inicial para a instalação do Cluster de Logística Urbana. INICIATIVAS DE CLUSTER As iniciativas de Cluster são o mecanismo central para o avanço de projetos e a implementação piloto. Cada iniciativa será realizada por membros do Cluster de Logística Urbana, que fornecem a mão-de-obra e, se necessário, providenciam o financiamento dessas iniciativas. No anexo do presente documento são identificadas uma série de iniciativas-âncora do Cluster. As iniciativas de Cluster devem, idealmente, evoluir para projetos a ser submetidos a financiamento e aplicados numa base piloto ou de replicação. Página 4

7 FINANCIAMENTO Inicialmente, não será necessário o pagamento de qualquer taxa de adesão ao Cluster de Logística Urbana. O Cluster ora constituído nos termos deste CONVÉNIO, não gerará qualquer lucro para os seus membros e gestão. Se tal ocorrer, o mesmo será reinvestido no programa de atividades do Cluster. Se as iniciativas específicas do Cluster enquadradas nas metas estabelecidas necessitarem de ser financiadas, os membros da iniciativa do Cluster devem ter a liberdade de decidir sobre o seu financiamento ou não. Para cada iniciativa específica financiada deve ser produzido um acordo entre as entidades envolvidas. Todos os membros que integram a iniciativa são responsáveis pelas suas próprias despesas decorrentes da participação no Cluster. O Cluster de Logística Urbana enquanto não possuir uma pessoa jurídica não estará em condições de efetuar pedidos à Comissão Europeia ou às Autoridades de Gestão dos vários Programas Europeus ou Nacionais. Os membros do Cluster e das iniciativas de Cluster devem organizar consórcios e concorrer a estes Programas. O presente Acordo será suficiente como prova da constituição do Cluster de Logística Urbana da, e os seus membros autorizam os parceiros do projeto DOROTHY da a agir, numa primeira instância, como representantes do Cluster. RELATÓRIOS A responsabilidade pelo desenvolvimento das iniciativas identificadas neste acordo é dos membros do Cluster, sob a orientação e a coordenação geral dos parceiros do projeto DOROTHY da Região de Lisboa e Vale do Tejo, bem como de outros membros considerados apropriados ou necessários. O responsável pelo Comité Diretivo deve criar indicadores de desempenho específicos e fornecer relatórios de progresso regulares sobre a concretização dos objetivos específicos identificados no presente CONVÉNIO, e garantir, igualmente, o reporte adequado dos restantes objetivos estratégicos. Todos os membros do Cluster se comprometem a cooperar plenamente com o Comité Diretivo através de sua presença nas reuniões do Cluster, no fornecimento de relatórios de progresso e, em termos gerais, a cooperar plenamente com o trabalho e os objetivos do Cluster. Todos os relatórios serão públicos (exceto no caso de patentes e de direitos de autor). A informação será protegida. Página 5

8 TERMOS DO CONVÉNIO Este acordo para cooperação e trabalho em conjunto no âmbito da estrutura formalizada do Cluster de Logística Urbana da entrará em vigor após a assinatura de, pelo menos, seis (6) entidades e empresas. A assinatura do acordo pelos representantes de cada dos parceiros corresponderá a uma homologação do mesmo pelas respectivas organizações. O acordo permanecerá em vigor pelo período de um ano a partir de 5 de dezembro de 2014 e poderá ser renovado por acordo mútuo da totalidade ou de parte dos membros, por um período a ser estabelecido posteriormente. As alterações ao presente CONVÉNIO poderão ser aprovadas por maioria simples dos membros do Cluster. A qualquer momento, qualquer membro poderá retirar-se do Cluster mediante aviso prévio de um mês, por escrito, ao comité de gestão. Página 6

9 Ficha de Adesão ao CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DA REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO A ser assinado por cada membro A entidade signatária deste Convénio decide entrar em acordo para apoiar, dentro das suas capacidades e competências, o Cluster de Logística Urbana da, com os objetivos de promover a inovação e a partilha de conhecimentos e promover, tendo ainda o direito de participar nas iniciativas de Cluster. Organização: Nome: Título: Contacto: Skype Telefone Fixo Telefone Móvel Morada Assinatura: Data: Página 7

10 REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO FICHA TÉCNICA DE INICIATIVA DO CLUSTER Nome da Iniciativa: Objectivo: Curta descrição: Fases Início Fim Produtos Participantes: Nome Função Orçamento Previsto Fonte de Financiamento Página 8

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