A todos os colegas, antigos estudantes de Ciências Farmacêuticas, que partilharam o seu testemunho profissional.

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3 À Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares, na pessoa da Dra. Aida Batista, à Associação Nacional de Farmácias, na pessoa da Dra. Sónia Queirós, à Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos, na pessoa do Dr. Diogo Gouveia e à Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, na pessoa da Dra. Cristina Lopes por toda a colaboração e atenção dispensadas na elaboração dos textos introdutórios de cada área. A todos os colegas, antigos estudantes de Ciências Farmacêuticas, que partilharam o seu testemunho profissional. À Direção 2013/2014 da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia (APEF) e às Coordenações do Departamento de Estágios e Saídas Profissionais (CNESP) do mandato 2012/2013 e 2013/2014 pela permanente ajuda e contribuição. Às Direções anteriores da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia, impulsionadores desta excelente ideia. Foram também essas direções a dar os primeiros passos na construção deste documento. A todos os estudantes de Ciências Farmacêuticas, força motriz da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia, responsáveis pelo contínuo desenvolvimento de ferramentas e atividades por parte da APEF, sempre com o intuito de corresponder às suas expectativas e necessidades.

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5 O Manual de Saídas Profissionais surge com o principal objetivo de informar melhor os alunos do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas (MICF) sobre as áreas de intervenção farmacêutica. A ideia base passa por construir um documento interativo e informativo, dando continuidade ao trabalho que tem vindo a ser feito pelas Direções anteriores. A estrutura deste documento encontra-se organizada em duas secções principais: As Saídas Profissionais e os Suplementos. Relativamente à primeira Saídas Profissionais a sua exposição começa com uma breve introdução sobre cada uma das áreas do setor, e complementa-se com testemunhos de colegas farmacêuticos que já se encontram no mercado de trabalho. A segunda secção Suplementos - engloba três domínios: Associações do setor farmacêutico em Portugal; Formação e Modelos de Curriculum Vitae uma vez que o Departamento de Estágios e Saídas Profissionais, em colaboração com a CNESP, entendeu que seriam os mais interessantes tendo em conta o seu carácter diferenciador no âmbito profissional. Relativamente aos testemunhos, importa mencionar que devido ao facto da grande maioria ter sido recolhido entre os meses de janeiro e março de 2014, muitos dos colegas que colaboraram já não ocupam o cargo que ocupavam no momento em que escreveram o seu testemunho. Como poderão constatar com a leitura desta ferramenta escrita, alguns dos testemunhos disponibilizam o seu contacto eletrónico, de forma a satisfazer alguma eventual dúvida ou questão. Nos casos em que o correio eletrónico não esteja disponível e existam dúvidas, perguntas ou curiosidades, o contacto deve ser via Departamento de Estágios e Saídas Profissionais através do cabendo à APEF o papel de mediador. Como responsável do Departamento de Estágios e Saídas Profissionais, desejo que todos possam retirar o máximo proveito deste documento, subscrevendo-me com os mais sinceros votos de sucesso de profissional para todos os alunos do MICF, (Leonor Carvalho, Diretora do Departamento de Estágios e Saídas Profissionais mandato 2013/2014)

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7 Saídas Profissionais... 8 Análises Clínicas... 9 Associações Setoriais Distribuição grossista farmacêutica Ensino farmacêutico Farmácia comunitária Farmácia hospitalar Indústria farmacêutica Investigação Suplementos Suplemento 1 Associações do setor farmacêutico em Portugal Suplemento 2 Formação: Pós-graduações, Mestrados e Master of Business Administration (MBA) - Ano letivo 2014/ Exemplos de Pós-graduações Exemplos de Mestrados Exemplos de Master of Business Administration (MBA) Suplemento 3 Alguns exemplos de modelos de Curriculum Vitae (CV) Bibliografia... 77

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9 TEXTO INTRODUTÓRIO As Análises Clínicas representam, depois da Farmácia Comunitária, a maior área da atividade farmacêutica, cerca de 10%. A ligação do farmacêutico português às Análises Clínicas tem raízes nos séculos XVIII e XIX. Atualmente o título de especialista em Análises Clínicas, atribuído pela Ordem dos Farmacêuticos, segue o conceito de...formação especializada de alto nível nos países da União Europeia.... É necessário assim, a aprovação no exame, que inclui provas teóricas, práticas e curriculares, perante um Júri Nacional do Colégio de Especialidade em Análises Clínicas da Ordem dos Farmacêuticos. Em Portugal, o Estado reconhece às Ordens dos Farmacêuticos e dos Médicos a competência para a atribuição do Título de Especialista na área das análises. Só estes especialistas podem ser Diretores de Laboratórios de Análises Clínicas, no setor privado. Importa referir que o Especialista em Análises Clínicas é responsável por: adequar a investigação a cada caso específico, garantir o cumprimento das Boas Práticas Laboratoriais e interpretar resultados no contexto da situação clínica do doente. Relativamente às funções desempenhadas pelo farmacêutico este pode intervir em diversas áreas no laboratório de análises clínicas, como a microbiologia, a hematologia, a bioquímica e a imunologia. Em relação às perspetivas futuras nesta área os desafios que se impõe são os seguintes: - Atualização constante, principalmente devido às tecnologias; - Formação específica, direcionada para a área técnica e clínica; - Formação geral nas áreas da gestão de empresas e sistemas de qualidade; - Participação em estudos e trabalhos. No que diz respeito à própria evolução dos laboratórios, estes atualmente apresentam: automatização, boletins impressos, estatística simples e permitem a realização de testes fenotípicos e testes individuais. Porém, estes estão a evoluir no sentido da robotização,

10 informação eletrónica, testes genotípicos (biologia molecular e farmacogenética), testes multiparamétricos e permitindo a estatística complexa devido à bioinformática. Numa altura em que se assume imperativa uma assertiva gestão dos recursos existentes, é de realçar o papel das análises clínicas no diagnóstico e monitorização das doenças e, nessa sequência, o papel do farmacêutico analista clínico na correta seleção das análises a realizar nas várias circunstâncias [1]. TESTEMUNHO Nome: Dra. Isabel Cristina Medina Resendes Faculdade: Universidade Lusófona De Humanidades e Tecnologias Cargo e Local profissional: Estagiária no Laboratório de Análises Clínicas Dr. José Aires Raposo e Dra. Teresinha Raposo. Ao farmacêutico compete um papel importantíssimo na sociedade, pois tem o objetivo de auxiliar o diagnóstico na assistência farmacêutica, de modo a prevenir muitas patologias. Como profissional desta área, orgulho-me de praticá-la, pois a considero como um trabalho que exige muito conhecimento teórico e prático, destacando o gosto que o profissional deve dedicar à sua profissão. Atualmente, o farmacêutico vive dias menos bons. No entanto, no meu ponto de vista, os jovens profissionais não devem desanimar mas continuar a lutar, esforçando-se, e demonstrando a sua importância na melhoria da saúde pública. Um dos fatores que revolucionaram o desenvolvimento das análises clínicas foi a tecnologia. Com a mesma, foi possível obter resultados num curto período de tempo e com grande precisão. Com a diversidade da mesma, não era possível obter mais e melhores resultados. Contudo, verificou-se que com estes avanços, os laboratórios não necessitam de requisitar tantos profissionais especializados para execução dos trabalhos. Na minha opinião, é necessário que o sector empregador faça um balanço adequado entre os equipamentos necessários e ou investidos, tendo sempre em conta o papel do farmacêutico/ técnico de análises clínicas. Nunca deverão ajuizar que estes profissionais são apenas operadores de equipamentos, mas que a tecnologia é complementar ao conhecimento destes profissionais. Dado que, todo o equipamento poderá ser falível, e, se por acaso isto acontecer o laboratório não pode estar completamente dependente dele para funcionar.

11 Nestes momentos, o profissional consegue demonstrar as suas capacidades, e rapidez em dar respostas apropriadas. Os laboratórios devem incentivar o conhecimento da sua equipa em todas as valências, no entanto destaco a importância de fortalecerem os conhecimentos em áreas menos requisitadas. Como por exemplo, genética, biologia molecular, entre outras. Refiro-me a estas valências, por não serem tão praticadas pelos profissionais, como a bioquímica clínica e a hematologia. Estas áreas são de extrema relevância para a prevenção da saúde. Como por exemplo, pela descoberta de novos genes responsáveis por determinadas patologias, formas de prevenção de resistências a antibióticos, entre outros. Com o investimento nestas valências é possível acompanhar/avisar a pessoa ou grupo de estudo e assim, prevenir futuras sequelas. Em relação ao curso de ciências farmacêuticas, considero que a formação encontra-se adequada às necessidades, embora sempre pronta para novas atualizações. Na minha opinião, o que torna a formação adequada fundamenta-se no facto das universidades exigirem uma grande variedade de conhecimentos tanto a nível teórico como prático. Saliento, que o fundamental baseia-se no desenvolvimento do raciocínio, incentivo à inovação, capacidade de trabalho essencialmente em situações de stress. Ou seja, facilidade de adaptação às exigências de trabalho. Como já foi referido anteriormente, este sector não está a passar por dias favoráveis, no entanto, admito que o farmacêutico poderá lutar e até alterar alguns aspetos menos benéficos. Para isso, deve manter sempre uma postura ativa, investindo no conhecimento. Para contrariar esta situação, é necessário um grande esforço de várias partes tais como: indústria, estado e profissionais da saúde. Outro fator, importante a desenvolver e que atualmente poderá ser um ponto de diferença, é o profissional possuir bons conhecimentos de gestão. Nunca estagnar pois a saúde é uma área em constante evolução.

12 ( ) TEXTO INTRODUTÓRIO A Associação Nacional das Farmácias (ANF) representa 97% das farmácias portuguesas e tem por missão a defesa dos interesses morais, profissionais e económicos dos proprietários de farmácia [2]. A ANF tem uma estrutura nacional, que define a política e a governação associativa, e uma estrutura local, organizada em grupos de 50 farmácias - Círculos - espalhados por todo o território nacional. A estrutura local assenta em 59 Delegados de Círculo, 121 Delegados de Zona e 7 Delegados Regionais, eleitos de modo autónomo dos órgãos nacionais. Sufragados individualmente pelos sócios, os delegados funcionam como representantes das farmácias, transmitindo as suas preocupações e necessidades à Direção. Os órgãos nacionais da ANF são a Direção, constituída pelo presidente, três vice-presidentes, cinco vogais e dois suplentes; a Assembleia Geral, constituída por todos os sócios; a Assembleia Geral de Delegados, constituída pela Mesa da Assembleia Geral, Direção, Delegados Regionais e Delegados de Círculo; e os conselhos Disciplinar e Fiscal [3]. TESTEMUNHO Nome: Dra. Teresa Torres Faculdade: Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra Cargo e Local profissional: Departamento de Apoio aos Associados na Associação Nacional das Farmácias (ANF). O meu nome é Teresa Torres, fui estudante do Mestrado Integrado em Ciência Farmacêuticas na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra (FFUC) e trabalho atualmente na Associação Nacional das Farmácias (ANF). Desde os primeiros anos de faculdade que sempre estive muito ligada ao associativismo. Na FFUC, como em toda a Universidade, o associativismo é um bichinho que vai crescendo em nós desde muito cedo e eu não fui exceção. Iniciei o meu percurso em primeiro lugar no Núcleo de Estudantes de Farmácia da Associação Académica de Coimbra (NEF/AAC), no Pelouro da Informação, com o lançamento do jornal dos estudantes da

13 faculdade, O Pilão. Depois disso, integrei a Direção da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia (APEF) durante três (inesquecíveis!) anos, tendo, no último ano, assumido a presidência desta associação. Entrei no mercado de trabalho através de um estágio profissional promovido pela ANF, para integrar a equipa do Núcleo de Gestão da Informação, e posteriormente fui convidada pela mesma entidade para fazer parte do seu Departamento de Apoio aos Associados (DAA), onde me encontro até à data. A ANF tem por missão a defesa dos legítimos interesses dos proprietários de Farmácia, apoiando-os de uma forma transversal e multissectorial, por forma a garantir a evolução do sector e da atividade. O DAA tem como principal objetivo fortalecer a comunicação e articulação entre a ANF e os seus Filiados, através da realização de visitas periódicas às Farmácias e a respetiva atualização de informações relevantes à sua atividade. Faz parte da nossa visão contribuir quer para a melhoria contínua do exercício profissional em todas as Farmácias filiadas como para a elevação do nível de serviço prestado pela ANF e seu Universo Empresarial. A face mais visível da atividade do DAA junto das Farmácias concretiza-se em ciclos de visita. Regra geral, realizam-se dois ciclos anualmente, em que se procura visitar todas as Farmácias filiadas. Cada Gestor é responsável por uma carteira de cerca de 200 Farmácias e visita 4 por dia, reunindo com o seu Proprietário/Diretor Técnico, em visitas de 1 a 2 horas. Nas visitas são apresentados diversos Temas de Visita, de cariz político-profissional, determinados pela Direção Nacional da ANF. São também apresentados Temas Extra, em coordenação com diversos departamentos e empresas da ANF. O Gestor tem como função detetar as necessidades dos filiados e propor soluções adequadas, bem como encaminhar todo o tipo de questões, desde dúvidas, pedidos de contacto, entre outros, aos diferentes departamentos e empresas da ANF. Com formação superior em Ciências Farmacêuticas, a nossa equipa possui formação pós-graduada em outras áreas de Saúde, Gestão e/ou Marketing. Para além disso, temos um sólido plano de formação interna que abrange a área comportamental, programas profissionais, serviços farmacêuticos e gestão de Farmácia, bem como um profundo conhecimento do trabalho desenvolvido pelos vários departamentos e empresas da ANF. Em conclusão é importante realçar que, com vista à concretização da nossa missão, a ANF pauta-se por uma enorme valorização de comportamentos profissionais responsáveis, com base em sentido de liderança e visão, respeito, rigor e competência de ações, mas principalmente, com um grande espírito de equipa e interajuda. A função de Gestora de Associados da ANF mostra-me todos os dias a importância disso mesmo.

14 ( ) TEXTO INTRODUTÓRIO A Ordem dos Farmacêuticos é a associação pública que abrange e representa os graduados em Licenciatura em Farmácia ou Licenciatura/Mestrado integrado em Ciências Farmacêuticas, através de Instituição de Ensino Superior Universitário, que exercem a profissão farmacêutica ou praticam atos próprios desta profissão em território nacional [4]. A Ordem tem a sua sede em Lisboa e é constituída pelas Secções Regionais de Lisboa, Coimbra e Porto (Órgãos Regionais), bem como pelas Delegações Regionais dos Açores e da Madeira. Os Órgãos Sociais Nacionais compreendem: a Assembleia Geral, o Bastonário, a Direção Nacional, Conselho Jurisdicional Nacional, o Conselho Fiscal Nacional e os Colégios de Especialidade [5]. TESTEMUNHO Nome: Dr. Bruno Macedo Faculdade: Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto Cargo e Local profissional: Secretário-Geral da Ordem dos Farmacêuticos. Antes de aceder ao pedido para enquadrar a minha atividade profissional, que não é extensa em termos temporais, destaco em breves palavras a importância da aquisição de habilitações complementares e a conduta com que me identifico nos projetos de responsabilidade social pois representam grande parte da minha experiência pré-profissional, fase na qual se encontram os destinatários deste louvável projeto e pelo qual felicito a APEF pela iniciativa. Não há lugar para a acomodação, nem para a formatação, da formação que nos é disponibilizada no Ensino Superior. Sem dúvida que a formação académica, em particular nos primeiros anos, transmite ensinamentos científicos fundamentais no que respeita à dúvida permanente e à procura da fundamentação alicerçada. Mas também assume elementar

15 relevância a aprendizagem humana e a formação complementar, em grande parte a promoção da discussão do contraditório e a participação associativa útil, desprovida de ambição de status quo e de vazios ideológicos. O tempo vai parecendo cada vez mais curto e as Instituições têm uma missão sempre superior à função dos que delas fazem parte num determinado momento. Esta máxima serve o propósito associativo, mas também empresarial. No que respeita à atividade do farmacêutico na Ordem dos Farmacêuticos, esta relaciona-se com o sistema de saúde em geral e com a regulação do exercício farmacêutico em particular. A função de Secretário-Geral, na Ordem dos Farmacêuticos, assenta em 3 grandes áreas: i) assessoria ao Órgãos Sociais Nacionais, bem como a representantes em comissões externas, conselhos e grupos de trabalho no que respeita a análise de documentação de cariz técnico, regulamentar e gestão da informação; ii) coordenação de projetos, parcerias e convénios; e iii) controlo de gestão de âmbito económico-financeiro e recursos humanos. Além destas funções, a ligação diária com os membros da Ordem assume grande relevo, quer no esclarecimento, quer no apoio prestado. Julgo que esta é uma função reservada a farmacêuticos, seja pelo conhecimento técnico com especial relevância na assessoria técnica assim como pela sensibilidade para cada tema relacionado com políticas de saúde e regulamentação profissional na perspetiva do trabalho diário dos farmacêuticos nos seus diversos locais de trabalho, áreas de atuação e competências técnico-profissionais. Em termos de aquisição de competências, a função de Secretário-Geral possibilita lidar com farmacêuticos e outros profissionais das mais diversas áreas, muitos deles referências para a nossa profissão e para a sociedade, seja a nível nacional como até mesmo internacional. Todos os exemplos podem ser fontes de inspiração para quem tem ainda muito para assimilar da experiência profissional, aspeto transversal para qualquer área profissional e atitude esperada de qualquer profissional recém-integrado no mercado de trabalho. Esta conduta capacita qualquer geração para construir o caminho da inovação profissional que definirá o futuro a longo prazo.

16 TEXTO INTRODUTÓRIO O medicamento certo, no lugar certo, no tempo certo. A máxima da distribuição farmacêutica significa o compromisso que o sector assumiu na fileira do medicamento, isto é, garantir que o produto farmacêutico, pela sua especificidade, esteja acessível no local mais próximo e no imediato para o utente, ou seja na farmácia. A distribuição grossista farmacêutica é uma atividade licenciada e regulada pelo INFARMED, sujeita a legislação específica e regulamentada pelas normas de Boas Práticas de Distribuição, cumprindo todos os critérios para que o medicamento cumpra o seu objetivo, prevenir ou contrariar a doença com segurança. A Atividade de Distribuição Grossista é desenvolvida através de: Cooperativas Nacionais Multinacionais Grupos Nacionais Indústria Farmacêutica licenciada para a atividade de Distribuição Outros (Ex: Atividade Pré Grossista, Exportação, etc.) A Distribuição Farmacêutica desempenha um papel fundamental na política de saúde pública nacional, com uma posição central no circuito dos produtos farmacêuticos e uma responsabilidade social ativa através da participação em Protocolos com o Estado (Protocolo da Diabetes Mellittus), e em Projetos como o da Valormed. As 8 empresas de Distribuição Farmacêutica full line existentes em Portugal empregam cerca de trabalhadores e distribuem medicamentos, dispositivos médicos, produtos de dermocosmética, dietética e outros, no valor anual aproximado de 1.7 mil milhões de euros, através dos seus cerca de 30 armazéns. Encarregam-se de toda a logística do medicamento, assegurando a contínua e atempada disponibilização de produtos nas farmácias e outros estabelecimentos de saúde, apresentando um serviço intensivo com um alto nível de automatismos, controlo de qualidade e eficiência, elevado e constante investimento em alta tecnologia e infra estruturas físicas de topo. Estas empresas são um importante elo de ligação entre os Laboratórios Farmacêuticos, as Farmácias e outros estabelecimentos e, por consequência, os cidadãos em benefício dos quais desenvolvem a sua atividade.

17 Papel do Farmacêutico A presença do Farmacêutico é obrigatória na componente de Direção Técnica. A função pode abranger: - Conhecimento profundo da legislação farmacêutica em vigor; - Assegurar o cumprimento das Boas Práticas da Distribuição; - Controlo de substâncias psicotrópicas/estupefacientes; - Controlo de qualidade; - Adequação das condições de transporte e armazenamento às especificidades dos produtos [6]. TESTEMUNHO Nome: Dra. Cristiana Aveiro Faculdade: Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra Cargo e Local profissional: Departamento de Gestão das Reclamações e Devoluções na Udifar. Chamo-me Cristiana Aveiro, estudei na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra e finalizei o Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas em Após ter terminado, tive a possibilidade de trabalhar em Distribuição Farmacêutica, numa empresa de Coimbra. Esta oportunidade surgiu no seguimento de um estágio curricular que fiz na mesma empresa. Fiquei com a responsabilidade de coordenar o Departamento de Gestão das Reclamações e Devoluções. As minhas funções foram a análise e gestão de processos, coordenação e reformulação de equipa e implementação de novas estratégias de comunicação com o cliente. Foi um projeto interessante, completamente novo para mim, no qual aprendi imenso e onde consegui aplicar muito dos conhecimentos que adquiri, tanto a nível curricular (mais na área de Gestão Farmacêutica), como extracurricular. Esta é uma área, na minha opinião muito interessante e a explorar. Acho que é importante ter o conhecimento e a experiência de como ocorre todo o Ciclo do Medicamento, sendo assim mais fácil de integrar os conhecimentos e contribuir de uma forma mais profunda no setor. Durante o meu percurso escolar, fiz parte do Núcleo de Estudantes de Farmácia, Associação Académica de Coimbra e mais tarde também fiz parte da Associação Portuguesa de

18 Estudantes de Farmácia (APEF), enquanto Diretora do Departamento de Educação e Promoção para a Saúde. Acho fundamental os estudantes participarem de forma ativa no associativismo, pois este permite que trabalhemos determinados soft skills e que posteriormente acabamos por os aplicar no nosso dia-a-dia, tanto ao nível de gestão de equipa, capacidade de liderança, estratégia comercial e da comunicação. Em termos de formação, realizei uma Pós-graduação em Direito da Farmácia e do Medicamento na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e neste momento frequento o Mestrado em Marketing na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. De momento sou responsável Técnica de uma Parafarmácia, e desempenho ainda outras funções numa Farmácia. Gosto muito do que faço e a nossa área ainda tem muito a explorar. Para quem ainda não entrou no mercado trabalho, digo-vos não tenham receio. Acho importante investirem na vossa formação, para que possam estar o mais bem preparados para o mercado de trabalho, pois este é bastante competitivo. Gostaria de finalizar com uma citação: "Onde não falta vontade existe sempre um caminho", John Ronald Tolkien.

19 TEXTO INTRODUTÓRIO Foi na Universidade de Coimbra, que nos finais do século XVI, teve início a prática do ensino farmacêutico. Até 1772, altura em que a reforma pombalina instituiu o ensino entre muros universitários, o ensino farmacêutico tinha lugar em boticas e abrangia apenas a componente prática. Mais de meio século depois, em 1836, foram fundadas as Escolas de Farmácia de Coimbra e o ensino da farmácia passou a contemplar disciplinas de carácter teórico que acompanhavam a componente prática. Alguns anos mais tarde, o ensino farmacêutico foi considerado superior, sendo um curso com duração de dois anos e ministrado em Escolas Superiores Independentes e Autónomas. Já no século XX, em 1978, foram instituídos três ramos no ensino farmacêutico: Opção A Farmácia de Oficina e Hospitalar; Opção B Farmácia Industrial; Opção C Análises Químico-Biológicas. Com eles formou-se a Licenciatura em Ciências Farmacêuticas, atribuindo aos alunos o grau de Licenciado em Ciências Farmacêuticas. A licenciatura em Ciências Farmacêuticas era conferida por três Faculdades de Farmácia públicas Universidades de Coimbra, Lisboa e Porto, no início da década de 90. Em 1993 foi aprovada em duas instituições privadas (Instituto Superior de Ciências da Saúde Norte e Sul), em 1999 na Universidade Lusófona e em 2000 na Universidade Fernando Pessoa. Esta proliferação do ensino superior privado, juntamente com a política de financiamento das Universidades Estatais, originaram uma inflação de cursos, com as consequentes repercussões ao nível da qualidade do ensino de Ciências Farmacêuticas e do seu ajustamento às exigências profissionais. Em 2007, com o Processo de Bolonha a licenciatura em Ciências Farmacêuticas é transformada em Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas (MICF), com a mesma duração de 5 anos. Este processo obrigou à reforma dos planos curriculares, que atualmente ainda é uma realidade. Hoje, anos após esta mudança estrutural do MICF, é necessário ponderar a sua evolução e adequação às necessidades do sector público e privado. Curso de banda larga, como muitos apelidam, dota o farmacêutico de uma capacidade incrível de adaptação a diversas situações e fácil integração em equipas multidisciplinares. Mas hoje, por si só, esta

20 capacidade não é suficiente. É necessário que o farmacêutico tenha formação mais específica, seja mais conhecedor das diversas áreas de inserção profissional, se interligue com outros profissionais da saúde e promova um fortalecimento do sector farmacêutico. Este deve ser o desafio das Faculdades e Escolas de Farmácia deste País! [7] TESTEMUNHO Nome: Prof.ª Doutora Ana Fortuna Faculdade: Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra Cargo e Local profissional: Docente na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra. O sonho de lecionar aulas nasceu e cresceu comigo desde cedo! Ainda era eu uma criança da escola primária e já me entretinha, horas a fio, a brincar aos professores. O gosto pela investigação Este surgiu mais tarde, no secundário, com as disciplinas de Técnicas Laboratoriais de Química e de Biologia, que me permitiram contactar com a realidade do quotidiano num laboratório e que foram imprescindíveis para eu adquirir os primeiros conhecimentos práticos. Revelaram-se impulsionadoras do meu gosto pela investigação; investigação essa que tenho vindo a realizar desde 2006 na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra. A Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra foi a faculdade que me viu crescer e que contribuiu para a profissional que sou hoje: no ano 2000, iniciei a Licenciatura em Ciências Farmacêuticas pela FFUC (que era, aliás, a minha primeira opção no momento da candidatura), a qual terminei com sucesso em Junho de O meu gosto pelo estudo, pelo querer saber sempre mais e mais, pelo querer perceber pormenorizadamente os mecanismos fisiopatológicos e os mecanismos de ação de fármacos levaram-me a não hesitar quando fui convidada para fazer o Doutoramento na especialidade de Farmacologia na FFUC. Desta forma, após um período de seis meses a trabalhar na Farmácia Comunitária, iniciei o meu projeto de Doutoramento sob a orientação do Professor Doutor Amílcar Falcão (com quem, muito orgulhosamente, ainda hoje continuo a trabalhar em equipa). A minha tese, intitulada Pharmacometric analysis of carbamazepine derivatives: in vitro, in vivo and in silico evaluation of pharmacological properties, foi realizada no Laboratório de Farmacologia da FFUC, em colaboração com a empresa nacional, Laboratórios BIAL (Portela & Cº, S.A.). Muito resumidamente, o projeto consistiu na avaliação in vitro, in vivo e in silico das propriedades

21 físico-químicas, farmacocinéticas e farmacodinâmicas de derivados da carbamazepina e respetiva repercussão no potencial farmacológico desses compostos teste. Neste âmbito, desenvolvemos e validámos métodos bioanalíticos para quantificar fármacos antiepiléticos e seus metabolitos em várias amostras biológicas (plasma, cérebro, fígado entre outras); tendo sido o contributo destes trabalhos também muito relevante a nível científico por termos otimizado técnicas laboratoriais capazes de prever as propriedades farmacocinéticas de novas entidades químicas que estão a ser desenvolvidas como futuros potenciais fármacos. Estas técnicas permitem-nos avaliar, em fases iniciais de investigação e desenvolvimento de novos fármacos, a absorção intestinal, ligação às proteínas plasmáticas, a distribuição e a capacidade de atingir o cérebro de uma forma rápida, precisa e exata. Após a obtenção do grau de Doutor em Farmácia, na Especialidade de Farmacologia em 2011, fui contratada como Professora Auxiliar Convidada, pela Universidade de Coimbra para exercer atividade pedagógica na área de Farmacologia, particularmente Farmacocinética. Desde então, tenho lecionado as unidades curriculares de Farmacologia Geral, Farmacologia I e II, Anatomofisiologia Humana I e II no âmbito do Mestrado Integrado de Ciências Farmacêuticas e Farmacocinética Clínica integrada na Licenciatura em Farmácia Biomédica da FFUC. Apesar de considerar o meu trabalho como docente bastante gratificante e relevante a nível social por contribuir para a formação do Farmacêutico do futuro, o período de iniciação a esta atividade profissional tem também sido uma etapa de desenvolvimento profissional, na medida em que eu própria como docente tenho vindo a adquirir, com ajuda dos alunos e restante equipa docente, os conhecimentos, competências e atitudes essenciais para desenvolver com sucesso esta atividade. Não há ano que dê duas vezes a matéria igual; o feedback dos alunos relativamente às aulas e a minha tentativa de avaliar as maiores dificuldades que apresentam incentivam-me a ajustar os conteúdos programáticos bem como o modo de apresentação dos mesmos. Para mim, a docência deve ser adaptada às condições variáveis dos nossos estudantes e por isso, inevitavelmente, torna-se um trabalho dinâmico de equipa entre Aluno e Docente, objetivando aumentar o sucesso dos alunos e melhorar o meu empenho como Docente. Na minha opinião, e tendo em conta que se exige que os alunos sejam mais conscientes, responsáveis e competentes, o ensino não deve ser meramente transmissivo; pelo contrário, os estudantes devem ser mais ativos no processo de ensino/aprendizagem, processo este que encaro como um processo dinâmico, colaborativo e partilhado, integrando o aluno na prática clínica do quotidiano real do Farmacêutico, de forma a tornar a aprendizagem mais motivadora. Assim, para melhorar a qualidade e a eficácia da docência, tento repensar as metodologias de ensino que proponho aos estudantes, revejo os materiais e recursos didáticos e tento incorporar experiências e modalidades diversas de

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