1 a SÉRIE. BIOLOGIA Ciências da Natureza CADERNO DO PROFESSOR. ENSINO MÉDIO Volume 2

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 a SÉRIE. BIOLOGIA Ciências da Natureza CADERNO DO PROFESSOR. ENSINO MÉDIO Volume 2"

Transcrição

1 1 a SÉRIE ENSINO MÉDIO Volume 2 BIOLOGIA Ciências da Natureza CADERNO DO PROFESSOR

2 governo do estado de são paulo secretaria da educação MATERIAL DE APOIO AO CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO CADERNO DO PROFESSOR BIOLOGIA ENSINO MÉDIO 1 a SÉRIE VOLUME 2 Nova edição São Paulo

3 Governo do Estado de São Paulo Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme Afif Domingos Secretário da Educação Herman Voorwald Secretária-Adjunta Cleide Bauab Eid Bochixio Chefe de Gabinete Fernando Padula Novaes Subsecretária de Articulação Regional Rosania Morales Morroni Coordenadora da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores EFAP Silvia Andrade da Cunha Galletta Coordenadora de Gestão da Educação Básica Maria Elizabete da Costa Coordenadora de Gestão de Recursos Humanos Cleide Bauab Eid Bochixio Coordenadora de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional Ione Cristina Ribeiro de Assunção Coordenadora de Infraestrutura e Serviços Escolares Dione Whitehurst Di Pietro Coordenadora de Orçamento e Finanças Claudia Chiaroni Afuso Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação FDE Barjas Negri

4 Senhoras e senhores docentes, A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo sente-se honrada em tê-los como colaboradores nesta nova edição do Caderno do Professor, realizada a partir dos estudos e análises que permitiram consolidar a articulação do currículo proposto com aquele em ação nas salas de aula de todo o Estado de São Paulo. Para isso, o trabalho realizado em parceria com os PCNP e com os professores da rede de ensino tem sido basal para o aprofundamento analítico e crítico da abordagem dos materiais de apoio ao currículo. Essa ação, efetivada por meio do programa Educação Compromisso de São Paulo, é de fundamental importância para a Pasta, que despende, neste programa, seus maiores esforços ao intensificar ações de avaliação e monitoramento da utilização dos diferentes materiais de apoio à implementação do currículo e ao empregar o Caderno nas ações de formação de professores e gestores da rede de ensino. Além disso, firma seu dever com a busca por uma educação paulista de qualidade ao promover estudos sobre os impactos gerados pelo uso do material do São Paulo Faz Escola nos resultados da rede, por meio do Saresp e do Ideb. Enfim, o Caderno do Professor, criado pelo programa São Paulo Faz Escola, apresenta orientações didático-pedagógicas e traz como base o conteúdo do Currículo Oficial do Estado de São Paulo, que pode ser utilizado como complemento à Matriz Curricular. Observem que as atividades ora propostas podem ser complementadas por outras que julgarem pertinentes ou necessárias, dependendo do seu planejamento e da adequação da proposta de ensino deste material à realidade da sua escola e de seus alunos. O Caderno tem a proposição de apoiá-los no planejamento de suas aulas para que explorem em seus alunos as competências e habilidades necessárias que comportam a construção do saber e a apropriação dos conteúdos das disciplinas, além de permitir uma avaliação constante, por parte dos docentes, das práticas metodológicas em sala de aula, objetivando a diversificação do ensino e a melhoria da qualidade do fazer pedagógico. Revigoram-se assim os esforços desta Secretaria no sentido de apoiá-los e mobilizá-los em seu trabalho e esperamos que o Caderno, ora apresentado, contribua para valorizar o ofício de ensinar e elevar nossos discentes à categoria de protagonistas de sua história. Contamos com nosso Magistério para a efetiva, contínua e renovada implementação do currículo. Bom trabalho! Herman Voorwald Secretário da Educação do Estado de São Paulo

5 A Nova edição Os materiais de apoio à implementação do Currículo do Estado de São Paulo são oferecidos a gestores, professores e alunos da rede estadual de ensino desde 2008, quando foram originalmente editados os Cadernos do Professor. Desde então, novos materiais foram publicados, entre os quais os Cadernos do Aluno, elaborados pela primeira vez em Na nova edição , os Cadernos do Professor e do Aluno foram reestruturados para atender às sugestões e demandas dos professores da rede estadual de ensino paulista, de modo a ampliar as conexões entre as orientações oferecidas aos docentes e o conjunto de atividades propostos aos estudantes. Agora organizados em dois volumes semestrais para cada série/ ano do Ensino Fundamental Anos Finais e série do Ensino Médio, esses materiais foram revistos de modo a ampliar a autonomia docente no planejamento do trabalho com os conteúdos e habilidades propostos no Currículo Oficial de São Paulo e contribuir ainda mais com as ações em sala de aula, oferecendo novas orientações para o desenvolvimento das Situações de Aprendizagem. Para tanto, as diversas equipes curriculares da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB) da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo reorganizaram os Cadernos do Professor, tendo em vista as seguintes finalidades: incorporar todas as atividades presentes nos Cadernos do Aluno, considerando também os textos e imagens, sempre que possível na mesma ordem; orientar possibilidades de extrapolação dos conteúdos oferecidos nos Cadernos do Aluno, inclusive com sugestão de novas atividades; apresentar as respostas ou expectativas de aprendizagem para cada atividade presente nos Cadernos do Aluno gabarito que, nas demais edições, esteve disponível somente na internet. Esse processo de compatibilização buscou respeitar as características e especificidades de cada disciplina, a fim de preservar a identidade de cada área do saber e o movimento metodológico proposto. Assim, além de reproduzir as atividades conforme aparecem nos Cadernos do Aluno, algumas disciplinas optaram por descrever a atividade e apresentar orientações mais detalhadas para sua aplicação, como também incluir o ícone ou o nome da seção no Caderno do Professor (uma estratégia editorial para facilitar a identificação da orientação de cada atividade). A incorporação das respostas também respeitou a natureza de cada disciplina. Por isso, elas podem tanto ser apresentadas diretamente após as atividades reproduzidas nos Cadernos do Professor quanto ao final dos Cadernos, no Gabarito. Quando incluídas junto das atividades, elas aparecem destacadas.

6 Além dessas alterações, os Cadernos do Professor e do Aluno também foram analisados pelas equipes curriculares da CGEB com o objetivo de atualizar dados, exemplos, situações e imagens em todas as disciplinas, possibilitando que os conteúdos do Currículo continuem a ser abordados de maneira próxima ao cotidiano dos alunos e às necessidades de aprendizagem colocadas pelo mundo contemporâneo. Seções e ícones Leitura e análise Para começo de conversa Você aprendeu??! Lição de casa Pesquisa individual O que penso sobre arte? Situated learning Pesquisa em grupo Learn to learn Homework Roteiro de experimentação Ação expressiva Pesquisa de campo Para saber mais Aprendendo a aprender Apreciação

7 sumário Orientação sobre os conteúdos do Caderno 7 Tema Qualidade de vida das populações humanas: a saúde coletiva e ambiental 9 Situação de Aprendizagem 1 Vulnerabilidade 9 Situação de Aprendizagem 2 Menina-mãe e menino-pai 19 Situação de Aprendizagem 3 A Aids também é problema seu 32 Situação de Aprendizagem 4 Camisinha é prevenção 39 Tema Qualidade de vida das populações humanas: a saúde individual e coletiva 44 Situação de Aprendizagem 5 Esperança de vida ao nascer 44 Situação de Aprendizagem 6 Histórias de vacinação 55 Situação de Aprendizagem 7 O envelhecimento do Brasil 70 Situação de Aprendizagem 8 Saúde, uma questão individual e coletiva 80 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão dos temas 89 Quadro de conteúdos do Ensino Médio 92 6

8 Biologia 1 a série Volume 2 ORIENTAÇÃO SOBRE OS CONTEÚDOS DO CADERNO Caro(a) professor(a), De acordo com o Currículo a : Este Caderno, identificado como material de apoio ao Currículo Oficial, é composto por uma série de Situações de Aprendizagem elaboradas a partir de competências e habilidades específicas, que devem ser desenvolvidas ao longo de cada ano do Ensino Médio, e têm como objetivo auxiliá-lo no desenvolvimento de suas aulas de Biologia. As Situações de Aprendizagem apresentam- -se organizadas de acordo com os seguintes temas: Qualidade de vida das populações humanas: a saúde coletiva e ambiental; a saúde individual e coletiva. A proposta apresentada nestas sequências didáticas revela uma metodologia que referencia o Currículo Oficial do Estado de São Paulo. Esse documento indica que a educação científica não pode se resumir a informar ou transmitir conhecimento, mas deve: instigar a investigação científica, a participação social, a reflexão e a atuação dos estudantes na resolução de situações-problema contextualizadas. (...) o objetivo principal da educação é formar para a vida. Os conteúdos de Biologia a serem estudados no Ensino Médio devem tratar do mundo do aluno, deste mundo contemporâneo, em rápida transformação, em que o avanço da ciência e da tecnologia promove conforto e benefício, mas ao mesmo tempo mudanças na natureza, com desequilíbrios e destruições muitas vezes irreversíveis. É esse mundo real e atual que deve ser compreendido na escola, por meio do conhecimento científico; e é nele que o aluno deve participar e atuar. Estes Cadernos possibilitam, também, o uso de outros recursos didáticos, tais como: visita a museus, pesquisa em ambientes virtuais de aprendizagem, consulta a periódicos, entre outros, e que dependem do professor para sua seleção e uso adequado. Espera-se, portanto, que o ensino e a aprendizagem enfoquem o conhecimento científico, a integração com o contexto social e ambiental e, ao mesmo tempo, estejam envolvidos com as tecnologias da atualidade. a SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências da Natureza e suas tecnologias. Coordenação geral Maria Inês Fini et alii. 1 ed. atual. São Paulo: SE, p

9 Os Cadernos oferecem ainda um espaço intitulado O que eu aprendi..., no qual o aluno terá a oportunidade de registrar o que foi trabalhado e que servirá tanto para ajudá-lo a organizar o conhecimento adquirido quanto para gerir autonomamente as suas competências e habilidades. Assim, a proposta apresentada entende a avaliação da aprendizagem como uma ação contínua e que deve ser considerada em todo o desenvolvimento das atividades. realidade, enquanto professor, é fundamental para transpor as sequências didáticas contidas neste material, que podem e devem ser readequadas à real necessidade de cada sala de aula, considerando o ritmo de aprendizagem de cada aluno e suas necessidades, bem como a fluência com a qual os conteúdos serão desenvolvidos. É por esse motivo que consideramos que sua ação, professor, é insubstituível e imprescindível para a efetiva realização do processo de ensino e aprendizagem. Por fim, ressaltamos que a sua percepção da Bom trabalho, professor! 8

10 Biologia 1 a série Volume 2 TEMA QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS: A SAÚDE COLETIVA E AMBIENTAL Devemos entender a adolescência como uma etapa crucial do processo de desenvolvimento da pessoa. É quando ocorrem profundas transformações físicas e psicológicas, com forte influência sociocultural. Durante essa etapa, os jovens passam por situações de vulnerabilidade e de risco que podem e devem ser discutidas na escola, que é um espaço privilegiado, onde as transformações pelas quais os jovens passam se expressam de múltiplas formas. A escola pode se tornar um local de coordenação, de regulação e, simultaneamente, de inovação e de mudança. Para os alunos, a escola é mais do que a instituição onde se aprende a ler e escrever. Nela, o estudante pode, efetivamente, experimentar diferentes formas de se relacionar com o outro, estabelecer contratos e pactos, vivenciar papéis e construir sua identidade. Dessa forma, a escola e seus agentes precisam estar em sintonia com as temáticas atuais, de interesse e que afetam a vida dos estudantes, proporcionando situações de aprendizagem mais significativas para eles e a comunidade na qual estão inseridos. Consideramos, portanto, que cabe ao professor e à escola incorporarem em sua prática questões relativas à vulnerabilidade e situações de risco dos adolescentes. Por isso, as Situações de Aprendizagem a seguir buscam tratar dessas duas dimensões. Se, por um lado, os alunos de uma determinada turma compartilham situações de risco semelhantes, por outro, há diferenças tanto em relação a aspectos familiares quanto em relação à história de vida de cada aluno que estabelecem níveis diferenciados de vulnerabilidade. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 VULNERABILIDADE Há vários tipos de doenças. Nem todas as doenças representam a mesma ameaça à saúde ou à vida. Além disso, cada doença pode ser prevenida de uma forma diferente. Algumas sequer podem ser prevenidas, mas, se diagnosticadas precocemente, aumentam as chances de cura, como é o caso dos cânceres. Esta Situação de Aprendizagem pretende familiarizar os alunos com algumas enfermidades e os riscos a elas associados, mediante a análise de dados organizados em tabelas. Pretende-se que os alunos possam analisar as tabelas e aprender como extrair informações delas. Para isso, uma tabela complexa, que traz número de mortes causadas por tipo de doença 9

11 e por faixa etária, será estudada a fundo. Algumas informações nela contidas serão convertidas em porcentagens e em gráficos, estimulando os alunos a organizar os mesmos dados de diferentes maneiras, de modo a apurar o olhar. Os alunos terão a oportunidade de estudar a tabela e analisá-la do ponto de vista estatístico. Por exemplo, ao considerar que 80% das mortes de jovens entre 10 e 19 anos de idade foram ocasionadas por causas externas (acidentes, assassinatos etc.), os estudantes poderão identificar quais são os maiores riscos que cercam uma pessoa dessa faixa etária. Em contraste, poderão também verificar os riscos de um idoso com mais de 65 anos morrer em um acidente. Ou analisar, ainda, possíveis diferenças entre homens e mulheres. O propósito é levar os alunos a refletir sobre os principais perigos aos quais sua vida está exposta. Esse esclarecimento, sem dúvida, é o primeiro passo para a prevenção. Ao final desta Situação de Aprendizagem, espera-se que os alunos tenham desenvolvido as habilidades destacadas no quadro a seguir: Conteúdos e temas: saúde: tipos de doença e mortalidade de acordo com faixa etária. Competências e habilidades: familiarizar-se com uma classificação de doenças; buscar e interpretar informações em tabelas; converter tabelas em gráficos; relacionar informações sobre indicadores de saúde apresentadas em gráficos e tabelas; reconhecer os riscos diferenciados que uma mesma causa de morte apresenta para diferentes faixas etárias, a partir de estatísticas de saúde; identificar as causas mais frequentes de mortalidade entre jovens, discutindo estratégias para reduzir o risco de óbito; visualizar proporções e calcular porcentagens em relação ao todo; identificar tendências em séries de dados; reconhecer os riscos diferenciados que uma mesma causa de morte apresenta para diferentes faixas etárias; reconhecer a principal causa de morte entre pessoas de sua idade. Sugestão de estratégias: leitura de tabelas; construção de gráficos; discussões em grupo; resolução de questões. Sugestão de recursos: Caderno do Aluno. Sugestão de avaliação: propostas de questões para aplicação durante a atividade; aplicação dos conhecimentos produzidos em uma situação nova. Roteiro para aplicação da Situação de Aprendizagem Etapa 1 Apurando o olhar sobre a tabela A tabela (Quadro 1) a seguir apresenta o número de mortes ocorridas em 2004 no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Os dados estão organizados de acordo com a causa e a faixa etária. 10

12 Biologia 1 a série Volume 2 Mortalidade por grupos de causas e faixa etária Faixa etária Doenças infecciosas e parasitárias Neoplasias Doenças do sistema cardiovascular Doenças do sistema respiratório Doenças originadas no período perinatal Causas externas Outras causas Total Menor de 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 a 79 anos Mais de 80 anos Total Quadro 1 Número de óbitos conforme a faixa etária e o tipo de doença no Brasil. Dados de Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Quadro produzido a partir do programa do DataSus. Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?idb2007/c04.def>. Acesso em: 21 fev

13 Peça aos alunos que realizem a atividade a seguir: 1. Leia a tabela anterior, do início ao fim, sublinhando as palavras que você não conhece. Depois, procure o significado dessas palavras no dicionário e preencha os espaços da segunda linha da tabela com palavras mais simples. É importante que você escolha palavras fáceis, que possam substituir os títulos de cada coluna. Sugestões: a terceira coluna, que tem o título neoplasias, poderia ser intitulada cânceres. Outras possibilidades de substituições: originadas no período perinatal" por próximas ao parto ; do sistema cardiovascular por de circulação ; do sistema respiratório por de respiração ; causas externas por acidentes e assassinatos. Além da causa da morte, informações sobre a pessoa que morreu (sexo, idade) também são fornecidas, sempre que possível. Informe que nem todas as mortes são devidamente registradas, pois algumas ocorrem em localidades distantes das cidades, em comunidades que não dispõem de acesso a serviços de saúde ou a cartórios de registro civil. Além disso, pode acontecer de o atestado de óbito não informar corretamente a causa da morte. A seguir, peça que busquem no livro didático, ou em outras fontes, exemplos de doenças de cada uma das categorias (colunas) da tabela. Caso os alunos não as encontrem em suas fontes de pesquisa, auxilie-os com as seguintes informações: Doenças infecciosas e parasitárias causadas por organismos como vírus, bactérias, protozoários ou vermes que penetram em nosso corpo. Ex.: dengue, sarampo, cólera, esquistossomose e amarelão. Neoplasias malignas tumores malignos. Ex.: câncer de pele e leucemia. Doenças do sistema cardiovascular relacionadas ao coração ou aos vasos sanguíneos. Ex.: infarto, acidente vascular cerebral (AVC), hipertensão e aterosclerose. Doenças do sistema respiratório relacionadas aos pulmões ou aos dutos que levam ar até eles. Ex.: pneumonia, bronquite, enfisema pulmonar, gripe e asma. Doenças originadas no período perinatal que ocorrem antes ou imediatamente depois do nascimento. Ex.: problemas decorrentes de complicações na gravidez ou do parto e hemorragias do recém-nascido. Causas externas provocadas por problemas exteriores ao corpo e não por mau funcionamento dele. Ex.: acidentes, assassinatos e suicídios. Outras causas mortes que não puderam ser classificadas nas outras categorias. A seguir, proponha outras questões aos alunos: 2. Em qual faixa etária há maior número de mortes no total? Na faixa etária acima dos 80 anos ( mortes). 3. Quais são as duas principais causas de morte no conjunto da população? Doenças do sistema cardiovascular (285146) e outras causas ( ). O aluno também poderia argumentar que a segunda maior causa conhecida de mortes foram as neoplasias ( ), já que não há informações precisas no item "outras causas". 12

14 Biologia 1 a série Volume 2 4. Quantos jovens entre 10 e 19 anos morreram em 2004? Em 2004, morreram jovens. 5. Qual é a principal causa de morte na faixa de 10 a 19 anos? Você imagina por quê? Discuta com os colegas e com seu professor e registre suas conclusões. Causas externas, com mortes (acidentes, assassinatos, suicídios etc.). Provavelmente, mortes com essas causas são comuns entre 10 e 19 anos porque os jovens se deslocam para trabalhar e estudar (estando mais sujeitos a acidentes) e tendem a se envolver em conflitos que resultam em morte. 6. Qual é a principal causa de morte na faixa de 40 a 49 anos? Comente. Doenças do sistema cardiovascular ( mortes). Provavelmente, pessoas acima de 40 anos estão mais sujeitas a esse tipo de morte porque há um desgaste do sistema cardiovascular com a idade (perda de elasticidade dos vasos sanguíneos, problemas no coração etc.). 7. E qual é a principal causa de morte de pessoas com mais de 70 anos? Comente. Doenças do sistema cardiovascular, com casos. Provavelmente, o desgaste do sistema cardiovascular se acentua com a idade. 8. Quantas pessoas morreram devido a causas externas em 2004? Em 2004, morreram de "causas externas" pessoas. Etapa 2 Cálculo de porcentagem Números grandes podem dificultar a visualização das informações. Uma técnica bastante útil que facilita a comparação nesse caso, entre grupos de causas e faixa etária é transformar esses números em porcentagens. Nesta etapa, os alunos devem calcular as porcentagens de mortes decorrentes de cada causa por faixa etária. Se tiverem dúvidas, explique que calcular porcentagem nada mais é que transformar os dados, utilizando uma escala que vai de 0 a 100. Exemplifique pela primeira linha da tabela (Quadro 1). Nesse caso, o número total de mortes de crianças menores de 1 ano, , será o valor 100 (100%). Para saber que parte desses 100% refere-se a mortes por doenças infecciosas e parasitárias, basta fazer o cálculo: Número de mortes por doenças infecciosas 3765 = Total de mortes até ano de idade 100% = 7,46% Esse valor indica que a cada cem mortes de crianças menores de 1 ano, 7,5 desse total referem-se a doenças infecciosas ou parasitárias. Depois da exemplificação, os estudantes vão calcular os valores de porcentagem (até a segunda casa decimal), construindo uma nova tabela. Faça na lousa as mesmas colunas e linhas da tabela sem seu conteúdo. Divida os alunos em grupos conforme as fileiras da sala: a primeira deverá calcular as porcentagens da primeira coluna da tabela e assim por diante. Desse modo, os alunos terão ao menos uma porcentagem para calcular individualmente. Concluído o cálculo, devem anotar o resultado na 13

15 lousa com atenção para inserir o valor no local correto da tabela. Confira os resultados. Caso estejam errados, o cálculo deverá ser refeito. Em seguida, os alunos devem completar a nova tabela de porcentagens no Caderno do Aluno. O resultado final deverá ser semelhante ao da tabela (Quadro 2) a seguir. Título a ser criado pelos alunos Faixa etária Doenças infecciosas e parasitárias Neoplasias Doenças do sistema cardiovascular Doenças do sistema respiratório Doenças originadas no período perinatal Causas externas Outras causas Total Menor de 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 19 anos 7,46 0,30 0,89 6,67 61,25 2,22 21,21 100% 17,00 8,16 2,88 20,30 0,60 22,63 28,44 100% 8,91 14,74 4,03 8,75 0,22 40,37 22,99 100% 3,36 6,76 4,30 4,03 0,06 69,55 11,93 100% 20 a 29 anos 5,85 4,84 4,89 3,33 0,04 71,27 9,79 100% 30 a 39 anos 11,38 9,89 12,91 5,18 0,02 43,15 17,46 100% 40 a 49 anos 8,49 18,03 25,61 6,09 0,00 21,28 20,50 100% 50 a 59 anos 5,37 23,23 34,56 7,35 0,00 9,71 19,78 100% 60 a 69 anos 70 a 79 anos Mais de 80 anos 3,93 23,02 39,34 10,65 0,00 4,63 18,43 100% 3,37 18,98 42,40 14,35 0,00 2,88 18,02 100% 3,18 11,85 43,86 19,76 0,00 2,61 18,76 100% Quadro 2 Porcentagem de óbitos conforme faixa etária e tipo de doença no Brasil, em 2004, calculada a partir dos dados do Quadro 1. Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Quadro produzido a partir do programa do DataSus. Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?idb2007/c04.def>. Acesso em: 21 fev

16 Biologia 1 a série Volume 2 Proponha as seguintes questões aos alunos: 1. Sublinhe, na tabela, o maior valor obtido para cada faixa etária. Esses valores correspondem à principal causa de morte para cada faixa etária. A principal causa da morte para cada faixa etária está sublinhada na tabela anterior (Quadro 2). 2. Qual a maior causa de morte entre pessoas de 60 a 69 anos? Doenças do sistema cardiovascular. 3. Qual a menor causa de morte entre jovens de 10 a 19 anos? Doenças originadas no período perinatal. 4. Em que faixa etária há a maior proporção de morte provocada por tumores? A faixa etária que vai de 50 a 59 anos. 5. Que faixa etária mais sofre com doenças como o sarampo, a dengue e a cólera? A de 1 a 4 anos, em que a mortalidade provocada por doenças infecciosas é maior. para a faixa etária de 1 a 4 anos em relação às neoplasias significa que, a cada cem mortes de crianças entre 1 e 4 anos, 8,16 referem-se a neoplasias. Assim, essa tabela pode ser usada para estudar os maiores riscos à vida em cada faixa etária. Questione os alunos: É possível saber quais os maiores riscos que cada faixa de idade corre? Em outras palavras, é possível saber quais as maiores vulnerabilidades de cada faixa etária? Com esses questionamentos em foco, observe se os alunos compreendem a relação entre os dados da tabela (Quadro 2) e os riscos de morte para cada faixa etária. As questões a seguir devem ser respondidas individualmente e certamente contribuirão para a discussão. 1. Suponha que você seja chamado a fazer uma adivinhação sobre uma pessoa que não conheceu. Essa pessoa tinha 82 anos quando morreu, em Com base na tabela que você preencheu com as porcentagens, qual seria o seu chute sobre a causa da morte dessa pessoa? Justifique. As doenças do sistema cardiovascular são a maior causa de morte nessa idade. Portanto, há grandes chances de que uma pessoa nessa idade tenha morte com essa causa. 6. Crie um título para essa tabela. Resposta pessoal, mas que represente adequadamente os dados que a tabela informa. O nome dado pelo Ministério da Saúde para essa tabela é Mortalidade proporcional por grupos de causas e faixa etária. Etapa 3 Vulnerabilidade por faixa etária 2. Um médico afirmou que, após os 5 anos de idade, o risco de morrer de doenças originadas no período perinatal é muito baixo. Você concorda com essa afirmação? Justifique. Sim, pois o número de mortes por essa causa após os 5 anos de idade é proporcionalmente muito baixo. Retome com os estudantes o significado da tabela de porcentagens. O valor de 8,16% obtido 3. O período da vida em que uma pessoa mais toma vacinas para se prevenir con- 15

17 tra doenças infecciosas é antes dos 5 anos de idade. Você acha que essa prevenção é necessária? Justifique. Sim, pois é nessa faixa etária que as mortes por doenças Porcentagem de morte por doenças do sistema cardiovascular por faixa etária (Brasil, 2004) 60% infecciosas são mais frequentes. 4. Durante o inverno, o governo faz campanhas contra a gripe, pedindo às pessoas com mais de 60 anos que compareçam ao posto de saúde para tomar a vacina. Um médico afirmou, em entrevista a um jornal, que esse é um gasto desnecessário. Você concorda com esse médico? Justifique sua resposta com os dados da tabela (Quadro 2) sobre doenças ligadas ao sistema respiratório. 40% 20% 0.0 Menor de 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 19 anos 20 a 29 anos Figura 1 Exemplo de gráfico a ser construído a partir dos dados do Quadro a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 a 79 anos 80 anos e mais Não, pois existe um grande número de mortes relacionadas a problemas respiratórios, como a gripe, a partir dessa idade. Etapa 4 A vulnerabilidade nos gráficos Agora os alunos vão construir um gráfico de colunas tomando por base a tabela com as porcentagens que calcularam. Eles devem mostrar, no gráfico, a variação da porcentagem de mortes conforme a faixa etária para alguns dos tipos de causas apresentados. Alguns alunos devem fazer o gráfico para doenças do sistema cardiovascular e outros para causas externas. O resultado deverá ser parecido com os gráficos 1 e 2, a seguir: Figura 2 Exemplo de gráfico a ser construído a partir dos dados do Quadro 2. 16

18 Biologia 1 a série Volume 2 Concluída a tarefa, peça à turma que se organize em duplas, formadas por um aluno de cada grupo, para responder às seguintes questões: 1. A morte causada por doenças do sistema cardiovascular é mais comum entre pessoas mais novas ou mais velhas? Por que você acha que isso acontece? Mais velhas, pois, conforme a idade aumenta, o sistema cardiovascular se desgasta. Aparecem problemas nos vasos sanguíneos (entupimentos causados por gordura, perda de elasticidade), na pressão arterial (hipertensão) e na eficiência do coração em bombear o sangue. (A segunda questão ainda não foi trabalhada com os alunos, é apenas uma provocação para que pensem no assunto.) 2. Observando a tabela, qual causa de morte apresenta um padrão oposto ao das doenças do sistema cardiovascular em relação à faixa etária? Em outras palavras, que causa de morte é mais comum entre pessoas mais jovens? Por que você acha que essa causa tem esse padrão? As mortes causadas por doenças adquiridas no período perinatal. Isso porque essas doenças geralmente causam mortes em crianças muito novas, até 1 ano, e pessoas que ultrapassam essa faixa etária morrem por outros motivos. 3. Elabore uma hipótese para explicar por que os jovens entre 10 e 29 anos são mais vulneráveis à morte por causas externas. Jovens dessa idade costumam se deslocar com mais frequência, seja por trabalho, seja por lazer, estando sujeitos a maiores riscos de acidentes de transporte. Além disso, pessoas dessas faixas etárias (10 a 19 e 20 a 29 anos) se expõem mais a situações de violência em que há risco de morte. 4. Elabore uma hipótese para explicar por que os idosos (mais de 60 anos) são pouco afetados por mortes em razão de causas externas. Pessoas com mais de 60 anos tendem a deslocar-se e a expor-se menos a situações de violência. Além disso, muitas pessoas dessa idade já se aposentaram e não correm riscos de acidentes no trabalho. 5. Um médico afirmou que todas as pessoas, depois dos 40 anos, deveriam fazer exames anuais de sangue e do coração. Você acha que essa afirmação faz sentido? Justifique usando os dados da tabela sobre doenças ligadas ao sistema cardiovascular. Essa é uma recomendação procedente, pois o número de pessoas que morrem devido a problemas circulatórios aumenta progressivamente depois dos 40 anos. Peça aos alunos que leiam o texto e a tabela a seguir. Observe que os valores em destaque na sua tabela (Quadro 3) não estão no Caderno do Aluno, pois serão preenchidos mais tarde por eles. De acordo com os Indicadores e Dados Básicos para a Saúde (IDB) de 2007, divulgados pelo Ministério da Saúde, as principais causas que levaram mulheres de 10 a 19 anos à morte por doença no Brasil em 2005 foram: câncer (12,26%), doenças do sistema respiratório (6,99%), doenças do sistema cardiovascular (7,13%) e doenças infecciosas e parasitárias (5,97%). Entre as doenças que mais mataram as mulheres, destacaram-se os cânceres de intestino, de mama e de colo do útero. Com base nos dados, os alunos devem responder às seguintes questões: 17

19 1. Complete a tabela com os dados do texto. Valores apresentados em destaque na tabela a seguir (Quadro 3). Sexo Doenças infecciosas e parasitárias Neoplasias Doenças do sistema cardiovascular Doenças do sistema respiratório Doenças originadas no período perinatal Causas externas Outras causas Masculino 2,60 5,16 3,07 3,02 0,06 78,64 7,45 Feminino 5,97 12,26 7,13 6,99 0,05 43,51 24,09 Quadro 3 Porcentagem de óbitos entre jovens de 10 a 19 anos, conforme o sexo e o tipo de doença no Brasil. Dados de Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Quadro produzido a partir do programa do DataSus. Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?idb2007/c04.def>. Acesso em: 21 fev Que causa de morte é mais comum entre as mulheres de 10 a 19 anos? As mortes por causas externas. 3. Que causa de morte é mais comum entre os homens de 10 a 19 anos? As mortes por causas externas. 4. Construa um gráfico de colunas relacionando cada sexo (eixo horizontal) com a porcentagem de mortes em razão de causas externas (eixo vertical). 100% 80% 60% 40% Porcentagem de mortes devido a causas externas (por sexo) 5. Elabore uma hipótese para explicar a diferença percebida no gráfico. Os homens dessa idade possivelmente deslocam-se por distâncias mais longas para trabalhar, expondo-se a maior risco de acidentes de transporte. Provavelmente, realizam trabalhos mais pesados, em que a possibilidade de acidentes é maior. Além disso, envolvem-se mais frequentemente em brigas e situações violentas, em que há risco de morte. 6. Considere os seguintes dados de 2004, obtidos pelo Ministério da Saúde, para jovens entre 10 e 19 anos: homens morreram em acidentes de transporte, contra mulheres, e homens morreram assassinados, contra 662 mulheres. Com base nessas informações, reescreva sua resposta para a questão 5. Espera-se que os alunos reescrevam a resposta enfatizando mais a questão dos acidentes de transporte e o envolvimento em brigas com morte. 20% 0 Masculino Feminino Figura 3 Exemplo de gráfico a ser construído a partir dos dados do Quadro Um médico afirmou que os homens são mais vulneráveis a doenças do sistema cardiovascular que as mulheres. Isso é válido 18

20 Biologia 1 a série Volume 2 para a faixa etária entre 10 e 19 anos? Justifique usando dados da tabela. A afirmação feita por esse médico não é válida para a faixa etária de 10 a 19 anos. Segundo a tabela, as mulheres dessa idade são proporcionalmente mais vulneráveis (7,13%) que os homens (3,07%) a doenças ligadas ao sistema cardiovascular. Escreva uma carta para uma pessoa de sua convivência. Na carta, você dará conselhos para que essa pessoa não se exponha aos fatores de maior risco para sua faixa de idade. Primeiro, pergunte a idade da pessoa ou, pelo menos, a faixa etária em que ela está. Depois, consulte a tabela de porcentagens que ajudou a construir e descubra qual é a causa Quando se analisa a população de uma cidade ou de um país, é fácil perceber que ter poucos filhos está associado à riqueza. Em quase todos os países, inclusive no nosso, o número de filhos por mulher está diminuindo. No Brasil, entretanto, há uma exceção chocante: o único grupo de mulheres que hoje tem mais filhos que no passado são as mulheres de 10 a 19 anos de idade. Sob vários aspectos, essa é uma questão complicada. Sabemos, por exemplo, que jovens mulheres e seus companheiros nem sempre têm condições de criar adequadamente seus filhos. Esses pais, em geral, têm salários menores que jovens da mesma idade sem filhos e frequentemente deide morte à qual a faixa etária dessa pessoa está mais vulnerável. Em seguida, redija a carta com os seus conselhos. O que você diria para uma pessoa idosa, que está em idade mais vulnerável a problemas de circulação? Considerando as estatísticas, o que você diria para um jovem sobre o maior risco que ele corre de morrer em decorrência de acidentes e assassinatos? O texto produzido pelos alunos deverá ser avaliado quanto à forma (ortografia, concordância, coerência), mas também em relação às informações corretas sobre a vulnerabilidade do destinatário da carta, que varia conforme a faixa etária da pessoa escolhida. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 MENINA-MÃE E MENINO-PAI xam os estudos. Além disso, a gravidez na adolescência é muito mais arriscada que em mulheres mais velhas. Surpreendentemente, quase todos os jovens pais sabiam como evitar a gravidez. Não se trata, portanto, de falta de informação. O que vemos nessa situação é o resultado de vários fatores: da crença de que não vai acontecer comigo, do apelo sexual apresentado pela mídia, da falta de um relacionamento de confiança com os pais e com a escola, bem como de certos aspectos culturais de nossa sociedade. Sem contar que os adolescentes têm uma curiosidade incrível sobre o assunto. 19

21 A gravidez na adolescência é um assunto polêmico, recheado de preconceitos e de ideias equivocadas (como atribuir toda a culpa à mulher e toda a virilidade ao homem); essas ideias devem ser questionadas. É possível, ainda, que haja casos de jovens pais nas salas. Em vez de encará-la como uma situa ção constrangedora, explore-a como uma boa oportunidade para esclarecimentos, troca de experiências e compreensão. Diálogo é a palavra-chave para esse trabalho. Acima de tudo, esta proposta busca tornar a escola um espaço onde os adolescentes possam encontrar informações confiáveis e expor suas ideias, seus medos e incertezas, tão típicos da idade. As atividades a seguir buscam uma primeira aproximação com o tema, apresentando-o sob um ponto de vista científico. Elas pretendem estimular os alunos a levantar ideias e a estudá-las mais a fundo, confrontando-as com outros dados. Procuram também mostrar que nem todas as fontes de informação têm a mesma credibilidade e são importantes para que os estudantes aprendam a filtrar as informações que chegam a eles. Ao final desta Situação de Aprendizagem, espera-se que os alunos tenham desenvolvido as habilidades destacadas no quadro a seguir: Conteúdos e temas: saúde gravidez na adolescência. Competências e habilidades: reconhecer a gravidez na adolescência como um risco à saúde, a partir de estatísticas de saúde; reconhecer o impacto de uma gravidez na adolescência nos projetos pessoais e profissionais dos envolvidos; reconhecer práticas sexuais que envolvem riscos de gravidez; identificar diferentes métodos contraceptivos e avaliar sua eficácia e acessibilidade; reconhecer a gravidez na adolescência como um risco à saúde individual e como um problema de saúde pública; reconhecer a escola como espaço aberto de discussão; elaborar, apresentar e discutir hipóteses sobre a alta prevalência de gravidez entre adolescentes; selecionar fatos de acordo com a fonte de informação. Sugestão de estratégias: leitura de textos e gráficos; análise da proveniência das informações; levantamento e teste de hipóteses sobre gravidez na adolescência; discussões em grupo. Sugestão de recursos: textos e gráficos do Caderno do Aluno; Projeto Vale Sonhar (kit educacional sobre gravidez na adolescência distribuído às escolas da SEE-SP). Sugestão de avaliação: observação da participação durante as discussões; questões aplicadas durante a atividade; texto elaborado ao fim da atividade. 20

22 Biologia 1 a série Volume 2 Roteiro para aplicação da Situação de Aprendizagem Etapa 1 O despertar para um sonho Para chamar a atenção dos estudantes para o tema da gravidez na adolescência, utilize o Projeto Vale Sonhar, um kit educacional distribuído às escolas de Ensino Médio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Composto por três oficinas e elaborado pelo Instituto Kaplan, esse kit já vem sendo usado com sucesso por várias escolas. Você pode começar com a oficina chamada O despertar para um sonho. Recomenda-se a consulta ao Livro do Professor, que acompanha o kit e traz uma discussão aprofundada sobre o assunto. A adolescente grávida não é, a princípio, uma pessoa doente. Contudo, para seu conhecimento, seguem alguns fatos que explicam por que a gravidez na adolescência é um problema de saúde pública, prejudicial ao desenvolvimento dos jovens, e por que o tema deve ser abordado nas escolas. Informações adicionais podem ser acessadas nos seguintes sites: <http://drauziovarella. com.br/mulher-2/gravidez-na-adolescencia -2/> e <http://portal.saude.gov.br/saude/visualizar_ texto.cfm?idtxt=259> (acessos em: 22 abr. 2014). f f A jovem que engravida sem a proteção de sua família ou da sociedade tem grande probabilidade de abandonar a escola. No caso dos rapazes, sair da escola para assumir as responsabilidades paternas também é bastante comum. Sem escolaridade, acabam ocupando cargos de salário menor e passando por dificuldades financeiras para criar o bebê. f f Do ponto de vista físico-biológico, a gravidez na adolescência é de alto risco. A incidência de hipertensão, doença frequente na gravidez, é cinco vezes maior entre as adolescentes. Essas meninas também são propensas à anemia e muitas já podiam estar anêmicas quando engravidaram. Isso aumenta a necessidade de cesáreas, o risco de partos prematuros e de bebês abaixo do peso normal. f f A grávida jovem demora a admitir a gravidez, chegando mais tarde para o acompanhamento pré-natal. Dessa forma, os problemas descritos anteriormente se tornam mais graves. f f Uma gravidez pode atropelar o desenvolvi- mento normal das meninas, que são obrigadas a deixar rapidamente a condição de filhas para se tornarem mães. Não sabendo exatamente quem são, se adolescentes ou mães, adotam um comportamento infantilizado, que acaba atrapalhando seu caminho para a profissionalização. Posteriormente, essas jovens podem voltar a estudar ou a trabalhar, mas, em geral, ocupam posições piores do que as mulheres que não tiveram filhos na mesma idade. A primeira oficina convida os estudantes a uma viagem ao futuro, pedindo que imaginem a progressão de suas vidas, em um perío do de dez anos a contar de hoje. Entretanto, nem todos os alunos viajarão em condições iguais: alguns(mas) alunos(as) estarão grávidos(as) e imaginarão a progressão de sua vida a partir desse fato, refletindo sobre como certos aspectos específicos de sua vida serão modificados com o tempo. 21

23 Inicie a atividade com a seguinte pergunta: 1. Qual é seu sonho de vida profissional? Peça aos alunos que imaginem como serão suas vidas daqui a 2, 4, 6, 8 e 10 anos, de acordo com as orientações da oficina. Continue a atividade com as questões: 2. Você viajou grávido(a)? A resposta dependerá do sorteio. 3. Você realizou seu sonho? 4. O que você fez para realizar seu sonho? 5. O que facilitou ou dificultou a realização do seu sonho? Respostas pessoais, mas se espera que o aluno reflita sobre as consequências de uma gravidez na adolescência. Solicite aos alunos que compartilhem suas respostas e continue a atividade com as questões a seguir: 6. Pensando nas falas dos seus colegas e no que você sentiu, faça uma lista das vantagens e das desvantagens de uma gravidez na adolescência. A resposta dependerá das discussões e da experiência pessoal de cada aluno. Seria interessante que, pelo menos, alguns dos itens a seguir fossem mencionados: os riscos de complicações na gravidez são maiores na adolescência; ser pai ou mãe precocemente pode atrapalhar o desenvolvimento psicológico dos adolescentes; a possibilidade de abandonar os estudos por conta do bebê; o abandono dos estudos pode levar a um emprego pior no futuro; maiores dificuldades para criar um filho. É possível que haja casos de jovens pais na sala. Em vez de encará- -la como uma situação constrangedora, explore-a como uma boa oportunidade para esclarecimentos, para trocas de experiências e compreensão. Antes de tratar do assunto, converse com os jovens pais avisando-os do tema das aulas e perguntando se ficariam à vontade para contar sua experiência. Se sim, explore essa grande oportunidade para esclarecimentos, para a quebra de preconceitos, para trocas de experiências e compreensão. A gravidez na adolescência é um assunto polêmico, recheado de preconceitos e de ideias equivocadas (como atribuir toda a culpa à mulher e toda a virilidade ao homem), e essas ideias devem ser questionadas. É importante que todos se manifestem e sejam ouvidos respeitosamente; diálogo é a palavra-chave para esse trabalho. Acima de tudo, essa proposta busca tornar a escola um espaço onde os adolescentes possam encontrar informações confiáveis e expor suas ideias, seus medos e incertezas típicas da idade. 7. Escreva uma mensagem aconselhando um(a) amigo(a) a evitar a gravidez na adolescência, explicando por que ela pode ser desfavorável. Resposta pessoal, mas se espera que os argumentos enumerados na resposta anterior sejam incorporados nessa mensagem. Imaginando as possibilidades profissionais na presença e na ausência de um filho, espera- -se que os alunos percebam que os estudos e o trabalho serão afetados com a presença de filhos, dificultando, portanto, a progressão profissional e a realização de seus sonhos. Você pode enriquecer a discussão explicando que são eles justamente o grupo de risco da gravidez na adolescência. Ao final da oficina, peça à turma que produza cartazes (ou escreva na lousa) sobre as consequências de uma gravidez para a menina e para o menino. Na discussão a seguir, enfatize questões como: A gravidez na adolescência é uma coisa comum? Esclareça aos alunos que esse é um problema de saúde pública que 22

24 Biologia 1 a série Volume 2 vem aumentando e que o trabalho que estão fazendo destina-se a apresentar os riscos que uma gravidez envolve, deixando-os a par da situação. É possível que apareçam, durante a discussão, preconceitos e equívocos, que devem ser evidenciados e questionados por você (entre os mais comuns, a culpa da gravidez é da mulher ; a mulher com filhos deve ficar em casa e abrir mão do lado profissional ; cabe exclusivamente ao homem a tarefa de sustentar o filho etc.). Caso haja jovens grávidas ou já com filhos na turma, conduza a discussão de modo a evitar preconceitos e discriminação. Encare a presença dessas (e desses) jovens como uma alavanca para aprofundar e materializar a discussão sobre essa situação muito próxima dos adolescentes brasileiros. Professor, seu papel como mediador nessa discussão é fundamental. No desenvolvimento do debate, não é necessário que os alunos façam anotações ou que cheguem a uma conclusão única. O objetivo é promover uma reflexão coletiva sobre o assunto, fortalecendo a turma como um grupo aberto e respeitoso, no qual todos os assuntos podem ser discutidos. Vale lembrar que muitos pais adolescentes queixam-se de que há pouco ou nenhum diálogo com sua família. Nesse contexto, a escola e, particularmente, atividades como esta desempenham um papel importantíssimo na formação dos alunos. Etapa 2 Jogo: nem toda relação sexual engravida Esta etapa da Situação de Aprendizagem utiliza a segunda oficina do Projeto Vale Sonhar, um jogo de perguntas e respostas. É fundamental que você se prepare para a atividade informando-se sobre as respostas das questões que aparecerão durante o jogo. Essa atividade busca esclarecer questões sobre os jogos sexuais e sobre os tipos de prática sexual que podem causar gravidez assuntos em que, em geral, imperam a desinformação e os equívocos dos alunos. Perguntas como Relação sexual durante a menstruação engravida? deverão ser devidamente respondidas nessa etapa, que propicia também aos alunos a oportunidade de apresentar suas próprias dúvidas. Instruções detalhadas encontram-se no Livro do Professor do kit. Regras do jogo f f A classe será dividida em grupos. f f O professor fará uma pergunta referente aos órgãos sexuais ou a práticas sexuais. f f Os grupos terão um minuto para discutir, antes de responder. f f Um dos grupos será o primeiro a responder; caso não saiba a resposta, a vez será do grupo seguinte. f f Sempre que possível, o grupo que está respondendo deverá usar ilustrações dos órgãos sexuais masculinos e femininos para explicar suas respostas. f f O grupo que acertar a resposta ganhará dois pontos; se passar a vez, não ganhará nem perderá pontos; se errar, perderá dois pontos. 23

25 f f Os demais grupos que tentarem responder a uma pergunta que inicialmente não foi dirigida a eles ganharão dois pontos se acertarem, mas não perderão nada se errarem. f f Os pontos deverão ser anotados na lousa, para que todos vejam. Quem fizer mais pontos será o vencedor do jogo. Para cada pergunta proposta, apresente a resposta e atribua pontos conforme os acertos, discutindo e complementando sempre que necessário. O kit conta com um quadro que representa os órgãos sexuais e que pode auxiliá-lo. É provável que algumas questões, especialmente sobre práticas sexuais, causem alvoroço entre os alunos. Contudo, as questões são dúvidas que os jovens têm e devem ser respondidas. Cabe a você, professor, dar especial atenção ao tópico de avaliação, no fim da oficina, por ser esse o momento em que as discussões serão organizadas e as dúvidas esclarecidas. É importante que os alunos percebam que essa não é apenas uma atividade de diversão. Trata-se de um jogo em que informações importantes serão compartilhadas. Etapa 3 Jogo: engravidar é uma escolha A terceira oficina do kit é um jogo de perguntas e respostas que aborda os métodos contraceptivos. A atividade começa com um aquecimento por meio das seguintes questões: 1. O que são métodos contraceptivos e para que servem? Dica: métodos contraceptivos e métodos anticoncepcionais são expressões sinônimas. São métodos para evitar a gravidez. 2. Você vai dar duas notas, de 0 a 10, para cada método contraceptivo listado na tabela a seguir. A primeira nota diz respeito à eficácia do método (0 significa pouco eficaz e 10 significa muito eficaz). A segunda nota será sobre a facilidade de acesso dos jovens a esse método, ou seja, se ele é fácil de ser encontrado e se o preço é acessível (0 significa pouco acessível e 10 significa muito acessível). Preencha apenas as colunas referentes à Primeira etapa. Se você não conhecer algum método, não se preocupe, dê a nota que você imagina que ele mereça. Suas dúvidas serão respondidas durante o jogo. 24

26 Biologia 1 a série Volume 2 Avaliação de métodos contraceptivos Barreira Método Camisinha masculina Camisinha feminina Pílula Eficácia (0-10) Primeira etapa Facilidade de acesso (0-10) Eficácia (0-10) Segunda etapa Facilidade de acesso (0-10) Hormonal Injetável Adesivo Anel vaginal Implante Tabelinha Natural Muco Temperatura Coito interrompido Químico Espermicida Dispositivo intrauterino (DIU) DIU de cobre DIU hormonal Definitivo Laqueadura Vasectomia Quadro 4 Ficha de pontuação dos métodos contraceptivos. 25

PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014

PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014 DOCUMENTO ORIENTADOR CGEB Nº 02 DE 2014 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014 SÃO PAULO MARÇO DE 2014 Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DOCUMENTO ORIENTADOR CGEB Nº 11 DE 2014 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA SÃO PAULO JUNHO DE 2014 Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador

Leia mais

Nome/Código arquivo: 2013_11_12 Mem.Reun.Saúde _ Escola do Evangelho Belo Monte Vitória do Xingu

Nome/Código arquivo: 2013_11_12 Mem.Reun.Saúde _ Escola do Evangelho Belo Monte Vitória do Xingu Assunto: Orientar e esclarecer as dúvidas da população sobre as Ações Preventivas na Área de Saúde Pública em virtude da construção da UHE Belo Monte. Redator: Èrica Silva Data: 12-11-2013 Duração: 14h30min

Leia mais

Guia do Professor Atividade - Regulação neuro-endócrina do ciclo menstrual

Guia do Professor Atividade - Regulação neuro-endócrina do ciclo menstrual Guia do Professor Atividade - Regulação neuro-endócrina do ciclo menstrual Caro Professor, O principal objetivo do projeto RIVED é oferecer aos professores do Ensino Médio novos recursos didáticos, em

Leia mais

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO Caro(a) aluno(a), seja bem-vindo às Disciplinas Online da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho e Faculdade de Educação de Bom Despacho. Em pleno século 21, na era digital, não poderíamos

Leia mais

Kit de Apoio à Gestão Pública 1

Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Índice CADERNO 3: Kit de Apoio à Gestão Pública 3.1. Orientações para a reunião de Apoio à Gestão Pública... 03 3.1.1. O tema do Ciclo 4... 03 3.1.2. Objetivo, ações básicas

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH Brasília, outubro de 2015 População Masculina 99 milhões (48.7%) População alvo: 20 a 59 anos População Total do Brasil 202,7 milhões de

Leia mais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Projeto de formação de professores em Matemática Um projeto exclusivo

Leia mais

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL Roberto Passos Nogueira 1 Introdução Os estudos sobre mortalidade comumente têm por base a Classificação Internacional das Doenças (CID), que é elaborada

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

OFICINA DE APRENDIZAGEM SOBRE EDUCAÇÃO SEXUAL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA NO CONTEXTO ESCOLAR

OFICINA DE APRENDIZAGEM SOBRE EDUCAÇÃO SEXUAL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA NO CONTEXTO ESCOLAR OFICINA DE APRENDIZAGEM SOBRE EDUCAÇÃO SEXUAL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Laysla da Silva Lemos Universidade Estadual da Paraíba (UEPB/PIBID/CAPES) anallemosk@gmail.com Profa. Ms.

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O futuro da educação já começou

O futuro da educação já começou O futuro da educação já começou Sua conexão com o futuro A 10 Escola Digital é uma solução inovadora para transformar a sua escola. A LeYa traz para a sua escola o que há de mais moderno em educação, a

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Manual de apoio à elaboração de projetos culturais

Manual de apoio à elaboração de projetos culturais Manual de apoio à elaboração de projetos culturais Um projeto tem como objetivo transformar idéias e aspirações em ações concretas que possam aproveitar oportunidades, solucionar problemas, atender a necessidades

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil CONSELHO DE CLASSE A visão dos professores sobre educação no Brasil INTRODUÇÃO Especificações Técnicas Data do Campo 19/06 a 14/10 de 2014 Metodologia Técnica de coleta de dados Abrangência geográfica

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Seminário Sobre Reunir Registros

Seminário Sobre Reunir Registros Seminário Sobre Reunir Registros Esta lição e seus recursos de aprendizado podem ser usados para preparar um seminário de três a quatro horas sobre preparar, reunir, processar e entregar os registros a

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE Thaiane Pimenta (Centro Pedagógico Bolsista Prograd-UFMG) Elaine França (Centro Pedagógico da UFMG) INTRODUÇÃO A escola desempenha um papel

Leia mais

Educação Sexual: Quem ama cuida. Cuide-se!*

Educação Sexual: Quem ama cuida. Cuide-se!* Educação Sexual: Quem ama cuida. Cuide-se!* SANTOS, Jessica Suriano dos 1 ; ANJOS, Antônio Carlos dos 2 ; RIBEIRO, Álvaro Sebastião Teixeira 3 Palavras-chave: Educação Sexual; Doenças Sexualmente Transmissíveis;

Leia mais

Utilizando a ferramenta de criação de aulas

Utilizando a ferramenta de criação de aulas http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ 04 Roteiro Utilizando a ferramenta de criação de aulas Ministério da Educação Utilizando a ferramenta de criação de aulas Para criar uma sugestão de aula é necessário

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 134 138 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ PORTO, Adriana Vianna Costa 1

Leia mais

ESPECIAL 2014. SAÚDE da Mulher

ESPECIAL 2014. SAÚDE da Mulher ESPECIAL 2014 SAÚDE da Mulher ESPECIAL 2014 SAÚDE da MULHER APRESENTAÇÃO A mulher redefiniu seu papel na sociedade e tem hoje grandes desafios e variadas demandas que terminam por impactar no seu estilo

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay

Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay Experiência Brasil Eliane Ribeiro UNIRIO/UERJ/ Secretaria Nacional

Leia mais

Dicas para você trabalhar o livro Menino brinca de boneca? com seus alunos

Dicas para você trabalhar o livro Menino brinca de boneca? com seus alunos Dicas para você trabalhar o livro Menino brinca de boneca? com seus alunos Caro professor, Este link do site foi elaborado especialmente para você, com o objetivo de lhe dar dicas importantes para o seu

Leia mais

Coordenadora Institucional Profª Helenise Sangoi Antunes. Coordenadora Adjunta Profª Liane Teresinha Wendling Roos

Coordenadora Institucional Profª Helenise Sangoi Antunes. Coordenadora Adjunta Profª Liane Teresinha Wendling Roos SONHE Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Engenharia da Computação RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS INTEGRATIVAS SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS INTEGRATIVAS SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS INTEGRATIVAS SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Renata de Barros Oliveira (UFPE/CAV) José Phillipe Joanou Santos (UFPE/CAV) Janaina Patrícia Dos Santos (Escola Estadual

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO.

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. Alessandra Ramos Barbosa Joseane Ataíde de Jesus RESUMO Reconstruir o aprender requer mudanças

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra de Projetos 2011 A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra Local de: Arapongas. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: (campo

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

1. Capacitação Docente em Informática na Educação

1. Capacitação Docente em Informática na Educação DO EDITOR DE TEXTOS A PLATAFORMA MOODLE: UM PROJETO PILOTO INOVADOR DE CAPACITAÇÃO DOCENTE CONSTRUCIONISTA EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Maria Beatriz

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Secretária de Educação Especial Claudia Pereira Dutra MINISTÉRIO

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

COMO REALIZAR UM SEMINÁRIO. Gilberto Luiz de Azevedo Borges - Departamento de Educação -1B-Botucatu-UNESP

COMO REALIZAR UM SEMINÁRIO. Gilberto Luiz de Azevedo Borges - Departamento de Educação -1B-Botucatu-UNESP COMO REALIZAR UM SEMINÁRIO Gilberto Luiz de Azevedo Borges - Departamento de Educação -1B-Botucatu-UNESP A técnica do seminário tem sido usualmente entendida como sinônimo de exposição. O "seminário",

Leia mais

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Regina Figueiredo Instituto de Saúde SES/SP reginafigueiredo@uol.com.br Equipe de Pesquisa: Regina Figueiredo,

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador

Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador 1. Introdução O Programa Mais Educação e o Programa Ensino Médio Inovador são estratégias do Ministério da Educação

Leia mais

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Fabiano Fialho Lôbo Universidade Federal de Pernambuco fabiano_lobo@yahoo.com.br Luciana Rufino de Alcântara Universidade

Leia mais

TRABALHO COLABORATIVO NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE MATEMÁTICA

TRABALHO COLABORATIVO NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE MATEMÁTICA TRABALHO COLABORATIVO NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE MATEMÁTICA Sheila Salles 1 Unesp/Rio Claro shesalles@hotmail.com Dr. Laurizete Ferragut Passos 2 Unesp/Rio Claro laurizet@terra.com.br Público Alvo

Leia mais

SENADO FEDERAL PRESSÃO CONTROLADA SENADOR CLÉSIO ANDRADE

SENADO FEDERAL PRESSÃO CONTROLADA SENADOR CLÉSIO ANDRADE SENADO FEDERAL PRESSÃO CONTROLADA SENADOR CLÉSIO ANDRADE 2 Pressão controlada apresentação Chamada popularmente de pressão alta, a hipertensão é grave por dois motivos: não apresenta sintomas, ou seja,

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

ATIVIDADE INVESTIGATIVA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

ATIVIDADE INVESTIGATIVA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS ATIVIDADE INVESTIGATIVA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Kátya Danielle de Freitas¹ Mayron Henrique de Morais¹ Taize Cristina Fonseca¹ Catarina Teixeira² ¹ Alunos do curso

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

ROTEIRO PARA OFICINA DE DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS

ROTEIRO PARA OFICINA DE DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 2011 ROTEIRO PARA OFICINA DE DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS sadeam2011 Oficina de Apropriação dos Resultados 4 ROTEIRO DE OFICINA Multiplicador Este roteiro deverá ser utilizado por você como subsídio para

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO

ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO ROTEIRO PARA OFICINA DE ANALISE DO DESEMPENHO ESCOLAR E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ENSINO DOCUMENTOS BÁSICOS: - Cadernos Paebes; - Ata de resultados finais da Escola em 2010; - Guia de Intervenção Pedagógica;

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: CIENCIAS DA NATUREZA, MATEMATICA E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular:

Leia mais

2007: Seguindo as recomendações de 2006, o projeto ganha complexidade e chega aos seguintes resultados: 30 escolas, 1865 alunos e 92 professores.

2007: Seguindo as recomendações de 2006, o projeto ganha complexidade e chega aos seguintes resultados: 30 escolas, 1865 alunos e 92 professores. Apresentação do tema, a quem se destina O Falando de Coração é uma iniciativa da área de cuidados com a saúde da Philips voltada para os alunos do ciclo II do Ensino Fundamental. Trata-se de um projeto

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO EM MATEMÁTICA Manual do Professor Módulo 2 Números Racionais, Operações e Resolução de Problemas

PROJETO DE RECUPERAÇÃO EM MATEMÁTICA Manual do Professor Módulo 2 Números Racionais, Operações e Resolução de Problemas PROJETO DE RECUPERAÇÃO EM MATEMÁTICA Manual do Professor Módulo 2 Números Racionais, Operações e Resolução de Problemas Prezado(a) Professor(a) Este manual de orientações tem a finalidade de sugerir um

Leia mais

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente.

Palavras chaves: Formação de professores. Prática inovadora. Planejamento docente. REPENSANDO O PLANEJAMENTO DIDÁTICO PARA UMA PRÁTICA INOVADORA EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DOCENTE. Cecilia Gaeta Universidade Federal de São Paulo UNIFESP (professora convidada) Martha Prata-Linhares Universidade

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

Brincar de ler e escrever

Brincar de ler e escrever I Edital FNA 2015 Brincar de ler e escrever A Fundação Negro Amor - FNA foi criada em 2008 e, desde então, desenvolve ações na área socioeducativa e cultural, com foco na promoção da educação infantil

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

A Sua Excelência o Senhor Deputado Enio Tatto, 1º Secretário da Egrégia Mesa da Assembleia Legislativa do Estado.

A Sua Excelência o Senhor Deputado Enio Tatto, 1º Secretário da Egrégia Mesa da Assembleia Legislativa do Estado. CASA CIVIL São Paulo, de maio de 2015 CC-ATL nº 172/2015 Senhor 1º Secretário Tendo em vista o disposto no artigo 20, inciso XVI, da Constituição do Estado, venho transmitir a essa ilustre Assembleia,

Leia mais

TD DE CIÊNCIAS 8ª. série PROFa. Marjory Tôrres. INTRODUÇÃO À GENÉTICA Os princípios básicos da Hereditariedade

TD DE CIÊNCIAS 8ª. série PROFa. Marjory Tôrres. INTRODUÇÃO À GENÉTICA Os princípios básicos da Hereditariedade TD DE CIÊNCIAS 8ª. série PROFa. Marjory Tôrres INTRODUÇÃO À GENÉTICA Os princípios básicos da Hereditariedade Todas as pessoas são diferentes, cada um é único, apresentam características que são próprias

Leia mais

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 Resumo: Delane Santos de Macedo 2 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia delayne_ba@hotmail.coml Gilson Bispo de Jesus

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Bacharelado em Enfermagem RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho Docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO-GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA ORIENTAÇÕES PARA

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo

Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo Caro Monitor, Esta oficina tem como objetivo geral favorecer o primeiro contato do aluno da EJA Ensino Fundamental com o tipo textual que será

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I Síndrome de Down - Parte I Conteúdos: Tempo: Síndrome de Down 5 minutos Objetivos: Auxiliar o aluno na compreensão do que é síndrome de Down Descrição: Produções Relacionadas: Neste programa de Biologia

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA MANUAL DE VISITA DE ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA Material exclusivo para uso interno. O QUE LEVA UMA EMPRESA OU GERENTE A INVESTIR EM UM ERP? Implantar um ERP exige tempo, dinheiro e envolve diversos

Leia mais

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH)

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) 15/07/2011 METALÚRGICO, 26 ANOS Não costumo fazer exame porque sinto meu corpo bom, ótimo. Nunca senti uma dor. Senti uma dor uma vez na

Leia mais

SENSIBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS NO AMBIENTE ESCOLAR

SENSIBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS NO AMBIENTE ESCOLAR SENSIBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS NO AMBIENTE ESCOLAR Welton Alves Ribeiro Júnior 1 ; Robécia Graciano de Souza 2 ; Lúcia Maria de Almeida 3; Silvia Beatriz Fonseca de Melo 4. Centro Universitário

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

CRIATIVIDADE, AMBIENTE LÚDICO E ENSINO DE FÍSICA: UMA REFLEXÃO EM BUSCA DO ESTIMULO PARA O APRENDIZADO

CRIATIVIDADE, AMBIENTE LÚDICO E ENSINO DE FÍSICA: UMA REFLEXÃO EM BUSCA DO ESTIMULO PARA O APRENDIZADO CRIATIVIDADE, AMBIENTE LÚDICO E ENSINO DE FÍSICA: UMA REFLEXÃO EM BUSCA DO ESTIMULO PARA O APRENDIZADO L. L. A. Veiga 1 ; A. C. L. Dias 2 ; F. A. O. Cruz 3 1 Mestrado Profissional em Educação em Ciências

Leia mais

SENTIR 3. TEMPO 15-20 minutos TIPO DE TEMPO contínuo

SENTIR 3. TEMPO 15-20 minutos TIPO DE TEMPO contínuo COMO USAR O MATERIAL NAS PÁGINAS A SEGUIR, VOCÊ ENCONTRA UM PASSO A PASSO DE CADA ETAPA DO DESIGN FOR CHANGE, PARA FACILITAR SEU TRABALHO COM AS CRIANÇAS. VOCÊ VERÁ QUE OS 4 VERBOS (SENTIR, IMAGINAR, FAZER

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente Leandro Pedro de Oliveira¹ INTRODUÇÃO A introdução à carreira docente tem sido objeto de

Leia mais

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo

Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Contracepção de Emergência entre Estudantes de Ensino Médio e Público do Município de S. Paulo Regina Figueiredo Instituto de Saúde SES/SP reginafigueiredo@uol.com.br Equipe de Pesquisa: Regina Figueiredo,

Leia mais