Laboratório de Inovações em Atenção Domiciliar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Laboratório de Inovações em Atenção Domiciliar"

Transcrição

1 Laboratório de Inovações em Atenção Domiciliar Instituição proponente: Hospital Nossa Senhora da Conceição (Programa de Atenção Domiciliar) Grupo Hospitalar Conceição Endereço: Av. Francisco Trein, 596/ Bairro Passo d Areia Município/Estado: Porto Alegre/RS Autor(es): Verlaine B. Lagni, Sati J. Mahmud, Adriana Moog, Anita L. Leitão, Cristina O. Cecconi, Diani O. Machado, Dirce R. P. Nunes, Edimara P. L. Fontes, Gislaine S. Jardim, Guilherme E. Bruning, Inara L. Gornidki, Igor Padova, Karine Zortéa, Jeronima S. Arnoud, Jesaías G. Rosa, Luis Eduardo R. Moraes, Mateus C. Becker, Mauro B. Kalil, Nilson S. Venturini, Patricia Pilatti, Patricia T. Alievi, Rosane P. Coelho, Vivian D. Souza Contato: Telefones: Eixo: Eixo II Cuidado em Atenção Domiciliar Tema Principal: 2.1 Capacitação e apoio aos cuidadores Título do Trabalho: Treinamento sobre aspiração e higiene de vias aéreas superiores e traqueostomia Período de desenvolvimento: março de 2013 Abrangência/Número de pessoas beneficiadas: 03 Atores envolvidos: cuidadores O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) possui um Programa de Atenção Domiciliar (PAD) iniciado em 2004, cuja atuação ocorre através de visitas por equipes multidisciplinares compostas por núcleos mínimos de médico, enfermeiro e técnico de enfermagem apoiados por fisioterapeuta, assistente social e nutricionista. Responsável por uma população de habitantes pertencentes à zona norte de Porto Alegre, o serviço realiza a desospitalização e acompanhamento temporário de pacientes egressos de seus quatro hospitais: Hospital Nossa Senhora da Conceição, Hospital Fêmina, Hospital Cristo Redentor e Hospital da Criança Conceição, denotando real implicação na integralidade e transição do cuidado. O PAD presta assistência a pacientes adultos e pediátricos com diversas patologias. A média anual de internações é de 700 pacientes, sendo 60% adultos e 40% pediátricos. Entre os pacientes adultos, os diagnósticos mais comuns segundo CID-10 são as doenças cerebrovasculares e doenças respiratórias, denotando 44% do total. Entre os pacientes pediátricos, doenças respiratórias perfazem, aproximadamente, 70% do total de diagnósticos, sendo, também, elevada a frequência de doenças neurológicas. Muitos desses pacientes possuem grau de funcionalidade para as atividades de vida diária reduzido ou aquisições psicomotoras inadequadas e, consequentemente,

2 comprometimento da capacidade de higiene das vias respiratórias, necessitando de aspiração das vias aéreas e/ou higiene da traqueostomia que deverão ser realizadas por um cuidador. O cuidador que, em geral, é um indivíduo ligado de forma parental ou social ao paciente responsabiliza-se pelas demandas do cuidado, mas não possui preparo técnico para exercê-las. Dessa forma, é dever da equipe de atenção domiciliar transferir e compartilhar conhecimentos a fim de preparar os responsáveis para a realização dos procedimentos. Além de supervisionar o cuidado a cada visita, a equipe oferece treinamento em aspiração e higiene de vias aéreas e traqueostomia aos cuidadores antes da efetivação da alta hospitalar do paciente. O processo se inicia na consultoria, durante a avaliação do paciente, quando a equipe denota a necessidade desses procedimentos. Então, a partir da inclusão do paciente pelo serviço procedida pelos critérios de elegibilidade, são desencadeados dois processos: o cuidador estabelecido é estimulado a assistir aos referidos procedimentos quando realizados pelos funcionários da unidade de internação onde o paciente se encontra (mediante combinação prévia com a equipe hospitalar) e também é convidado a participar de treinamento no setor de internação domiciliar PAD. O PAD fornece todo material necessário para a realização do procedimento de aspiração e higiene das vias aéreas superiores e da traqueostomia no domicílio. São fornecidos: aspirador portátil, extensores, luvas, sondas de aspiração, gazes. Esses materiais são utilizados durante a internação domiciliar do paciente, sendo o equipamento de aspiração devolvido ao final do período. O treinamento é realizado através da demonstração prática em peça de acrílico (adulto/infantil) de todos os procedimentos simulando espaço e demais utensílios a serem utilizados no domicílio. São respeitadas as seguintes etapas, onde o cuidador: *Recebe informações sobre conceito de aspiração e da importância da permeabilidade das vias aéreas. *Aprende sobre procedimentos de segurança, reprocessamento e assepsia do procedimento. *É orientado a organizar equipamento e material necessários para os procedimentos. *Aprende a montar/desmontar e ligar/desligar o equipamento.

3 *Aprende os procedimentos de aspiração ou higiene das vias aéreas e/ou traqueostomia, conforme protocolos próprios do serviço. *Aprende a descartar corretamente os materiais utilizados. *É orientado quanto aos procedimentos de limpeza e manutenção das partes do equipamento portátil de aspiração de vias aéreas. *É orientado a reconhecer eventuais intercorrências provocadas pelo procedimento em si, assim como modos de proceder. *É incentivado a dialogar para sanar dúvidas quanto aos procedimentos. O treinamento é desenvolvido baseando-se nos POP (Procedimentos Operacionais Padrão) desenvolvidos pelo serviço (em anexo ao final do texto) para os devidos fins. Um manual contendo todas as informações passadas durante o treinamento também é fornecido aos cuidadores e familiares para que estes possam consultá-lo em casa. Os cuidadores e familiares têm total liberdade de entrar em contato com a equipe durante todo o período da assistência (nos horários de funcionamento do serviço) para esclarecer possíveis dúvidas ou solicitar visitas adicionais. Embora não haja análise descritiva dos benefícios dessa rotina por sua recente incorporação ao serviço, acreditamos que esta seja uma prática de favorecimento a essas pessoas. Procedimentos como higiene e aspiração de vias aéreas e traqueostomias, ainda são fontes de tensão física e emocional para os cuidadores. Além do mais, o tempo que transcorre durante a internação dos pacientes, é muito pouco aproveitado pelos acompanhantes e familiares, no sentido de aprendizagem e participação nos procedimentos. Prepará-los, então, para realizar esses procedimentos em casa pode auxiliar no complexo processo de cuidado do indivíduo. Em desenvolvimento para este ano, estão a inclusão de material audiovisual durante o treinamento no setor e de uma avaliação descritiva do processo pelos cuidadores. Também, estão sendo confeccionados vídeos educativos para acesso dos cuidadores no domicílio, considerando a mídia digital como parte incorporada do cotidiano dos nossos usuários.

4 ANEXOS: Grupo Hospitalar Conceição - GHC Hospital Nossa Senhora da Conceição PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP Unidade: PROGRAMA DE ATENÇÃO DOMICILIAR Tarefa: ASPIRAÇÃO DE VIAS AÉREAS INFERIORES/ TRAQUEOSTOMIA Número: Responsável: Equipe de enfermagem e Fisioterapia Data: 06/12/2012 Revisão: Revisão Anterior: Conceito: É a remoção de secreções existentes na cânula de traqueostomia. Local: Domicilio dos pacientes internados no Programa de Atenção Domiciliar (PAD). Registro da Tarefa: Prontuário do paciente em 2 vias (domiciliar e institucional). Condições / Material Necessário: Luvas de procedimento; o Sonda de aspiração traqueal; o Extensor/látex para aspiração; o Óculos de proteção; o Máscara cirúrgica; o Aspirador portátil ou cilindro de oxigênio com válvula de aspiração completa e frasco coletor; o Gazes; Solução fisiológica 0,9%; Frasco com água filtrada/fervida em temperatura ambiente. Álcool gel 70 o.gl Descrição das Atividades: Reunir o material antes de sair para Visita Domiciliar; No domicílio higienizar o local onde o material será manuseado, utilizando compressa embebida em álcool 70 o.gl to; Posicionar adequadamente o paciente ( cabeceira a 30%, se não houver contraindicação); Higienizar as mãos com água e sabão ou realizar a antissepsia com álcool gel 70 o. GL; Organizar o material a ser utilizado; Manter precaução padrão conforme necessidade; Calça as luvas de procedimento; Colocar EPIs (óculos, máscara, luvas); Ligar o aspirador;

5 Descrição das Atividades: Para retirar a sonda da embalagem protetora deve-se prender o látex sob o membro superior dominante, puxar a embalagem com a outra mão e Tocar a sonda somente com a mão dominante e a luva limpa; Calcular a extensão da sonda a ser introduzida (+ ou 8 a 10cm devendo estimular a tosse); Instilar 1 ml de solução fisiológica 0,9% quando as secreções forem espessas, imediatamente antes da aspiração; Proceder a aspiração: - introduzir a sonda pinçando o extensor, utilizando o dedo indicador e o polegar, sem fazer sucção até a introdução do cateter na altura desejada, em seguida soltar o látex; retirar a sonda, succionando as secreções sem fazer movimentos circulares; Repetir a etapa de aspiração quantas vezes for necessário; Realizar a aspiração das vias aéreas superiores conforme POP de Aspiração de Vias Aéreas Superiores do PAD; Lavar o extensor aspirando água fervida/filtrada e fria, retirar a sonda e proteger a ponta da conexão com o invólucro da sonda de aspiração; Desconectar a sonda de aspiração e realizar posterior limpeza, conforme rotina descrita no manual de traqueostomia do PAD; Desligar o aparelho de aspiração; Retirar as luvas e os demais EPIs; Higienizar as mãos e/ou realizar a anti-sepsia com álcool gel 70 o.gl; Evoluir o procedimento no prontuário. Observações: Não aspirar durante mais de 10 a 15 segundos de cada vez, permitindo que o paciente ventile espontaneamente; Utilizar sonda de aspiração entre no. 10 e 14 para adultos e no. 6-8 para crianças (obstruir até 50% da luz do óstio); Conectar a sonda somente no momento da aspiração; A quantidade e a qualidade das secreções determinam a frequência das aspirações; Aspirar quando realizar procedimento de mudança de decúbito e/ou fisioterapia; A aspiração pode causar dessaturação e hipoxemia, assim como, arritmias e hipotensão secundárias a esse procedimento. Quando o aspirador não funciona ou a sonda não aspira verificar: voltagem do aparelho/rede elétrica, vedação dos frascos, válvula de aspiração, conexão frasco/extensão e extensão/sonda, instilar maior volume de soro fisiológico. Resultado Esperado: Manter a permeabilidade das vias aéreas, garantindo boa ventilação e oxigenação ao paciente. Padronização da técnica de aspiração das vias aéreas inferiores e traqueostomia. Ações Corretivas: Treinamento e revisão do POP. Revisado em 06/12/2012.

6 Grupo Hospitalar Conceição - GHC Hospital Nossa Senhora da Conceição PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP Unidade: PROGRAMA DE ATENÇÃO DOMICILIAR Tarefa: ASPIRAÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES Número: Responsável: Equipe de enfermagem e Fisioterapia Data: 18/12/2012 Revisão: Revisão Anterior: Conceito: É o procedimento que consiste na remoção do excesso de secreções existentes na nasofaringe e na cavidade oral. Local: Domicilio dos pacientes internados no Programa de Atenção Domiciliar (PAD). Registro da Tarefa: Prontuário do paciente em 2 vias (domiciliar e institucional). Condições / Material Necessário: Luvas de procedimento; o Sonda de aspiração traqueal (nº6 a 10 para crianças e nº10 a 14 para adultos); o Extensor/látex para aspiração; o Óculos de proteção; o Máscara cirúrgica; o Aspirador portátil ou cilindro de oxigênio com válvula de aspiração completa e frasco coletor; Solução fisiológica 0,9%; Frasco com água filtrada/fervida em temperatura ambiente; Álcool gel 70 o GL; Descrição das Atividades: Reunir o material antes de sair para Visita Domiciliar; No domicílio higienizar o local onde o material será manuseado, utilizando compressa embebida em álcool 70 o.gl Posicionar adequadamente o paciente ( cabeceira a 30%, se não houver contraindicação); Higienizar as mãos com água e sabão ou realizar a antissepsia com álcool gel 70 o. GL; Organizar o material a ser utilizado; Manter precaução padrão conforme necessidade; Calça as luvas de procedimento; Colocar EPIs (óculos, máscara, luvas); Ligar o aspirador;

7 Descrição das Atividades: Para retirar a sonda da embalagem protetora deve-se prender o látex sob o membro superior dominante, puxar a embalagem com a outra mão e Tocar a sonda somente com a mão dominante e a luva limpa; Calcular a extensão da sonda a ser introduzida, medindo a distância entre a ponta do nariz e a lóbulo da orelha; Instilar 1ml de solução fisiológica 0,9% na cavidade nasal para secreções espessas, imediatamente antes da aspiração; Proceder à aspiração da nasofaringe: - introduzir a sonda na narina pinçando o extensor, utilizando o dedo indicador e o polegar, sem fazer sucção até a introdução do cateter na altura desejada, em seguida soltar o látex; retirar a sonda, succionando as secreções; Aspirar as narinas alternando-as; Repetir a etapa de aspiração quantas vezes for necessário; Lavar a sonda e o extensor aspirando água fervida/ filtrada e fria; Realizar a aspiração da cavidade oral, junto ao sulco da gengiva, na direção de faringe; Aspirar a cavidade oral, movimentando o cateter na cavidade da boca até as secreções serem removidas; Lavar o extensor aspirando água fervida/filtrada e fria, desconectar a sonda do látex e realizar posterior limpeza e proteger a ponta da conexão com o invólucro da sonda de aspiração; Realizar a posterior limpeza da sonda de aspiração, conforme rotina descrita no manual de traqueostomia do PAD; Retirar as luvas e os demais EPIs, descartando-os nos devidos recipiente de resíduos sólidos; Higienizar as mãos e/ou realizar a anti-sepsia com álcool gel à 70%; Evoluir o procedimento no prontuário. Observações: Não aspirar durante mais de 10 a 15 segundos de cada vez, permitindo que o paciente ventile espontaneamente; Utilizar sonda de aspiração entre no. 10 e 14 para adultos e no. 6-8 para crianças (obstruir até 50% da luz do óstio); Conectar a sonda somente no momento da aspiração; A quantidade e a qualidade das secreções determinam a frequência das aspirações; Aspirar quando realizar procedimento de mudança de decúbito e/ou fisioterapia; A aspiração pode causar dessaturação e hipoxemia, assim como, arritmias e hipotensão secundárias a esse procedimento. Quando o aspirador não funciona ou a sonda não aspira verificar: voltagem do aparelho/rede elétrica, vedação dos frascos, válvula de aspiração, conexão frasco/extensão e extensão/sonda, instilar maior volume de soro fisiológico. Resultado Esperado: Manter a permeabilidade das vias aéreas, garantindo boa ventilação e oxigenação ao paciente. Padronização do procedimento de aspiração das vias aéreas. Ações Corretivas: Treinamento e revisão do POP. Revisado em 18/12/2012.

8 Referências Bibliográficas: AARC Clinical Pratice Gudelines. Endotracheal Suctions of Mechanically Ventillated Pacients With Artificial Airways. Respiratory Care June Vol55.No.06, p Wilkins, R. Et al. Egan Fundamentos de Fisioterapia Respiratória. Ed. Elsevier. Rio de Janeiro a. ed.

ADMINISTRAÇÃO DE OXIGÊNIO - Cateter nasal e máscara de oxigênio

ADMINISTRAÇÃO DE OXIGÊNIO - Cateter nasal e máscara de oxigênio Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Administração de oxigênio, a uma pressão maior que a encontrada no ar ambiente, para aliviar e/ou impedir hipóxia tecidual. FINALIDADE Fornecer concentração adicional de oxigênio

Leia mais

Seminário Nacional de Atenção Domiciliar. Diani Machado Karine Zortéa Sati Jaber Mahmud Verlaine Balzan Lagni

Seminário Nacional de Atenção Domiciliar. Diani Machado Karine Zortéa Sati Jaber Mahmud Verlaine Balzan Lagni Seminário Nacional de Atenção Domiciliar Diani Machado Karine Zortéa Sati Jaber Mahmud Verlaine Balzan Lagni Programa de Atenção Domiciliar Grupo Hospitalar Conceição Porto Alegre - RS População: 1.409.351

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. MATERNIDADE-ESCOLA DA UFRJ Divisão de Enfermagem

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. MATERNIDADE-ESCOLA DA UFRJ Divisão de Enfermagem PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Título: Aspiração de Tubo Orotraqueal (TOT) ou Traqueostomia (TQT) em Recém- Nascidos (RN) Responsável pela prescrição do POP Responsável pela execução do POP POP N 05 Área

Leia mais

Enfª (s): Claudia Elizabeth de Almeida e Márcia Fernandes Mendes Araújo

Enfª (s): Claudia Elizabeth de Almeida e Márcia Fernandes Mendes Araújo Revisão: 24/05/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na remoção de secreções das vias aéreas inferiores com objetivo de facilitar a oxigenação e prevenção da broncoaspiração. FINALIDADE Prevenir complicações respiratórias;

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA COLETA E TRANSPORTE DE SECREÇÃO RESPIRATÓRIA - 2015

ORIENTAÇÕES PARA COLETA E TRANSPORTE DE SECREÇÃO RESPIRATÓRIA - 2015 Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul Instituto de Pesquisas Biológicas Laboratório Central de Saúde Pública- IPB-LACEN/RS SEÇÃO DE VIROLOGIA - LABORATÓRIO DE VÍRUS RESPIRATÓRIOS INVESTIGAÇÃO DA INFLUENZA

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS 2ª edição SUMÁRIO Nutrição Enteral: definição 1. Cuidados no preparo da Nutrição Enteral Higiene

Leia mais

Medidas de Precaução

Medidas de Precaução Medidas de Precaução INFLUENZA A (H1N1) Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde GGTES/Anvisa Medidas de Precaução Precaução Padrão Precauções Baseadas na Transmissão: contato gotículas aerossóis

Leia mais

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA SONDAGEM VESICAL SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA MATERIAL: Bandeja com pacote de cateterismo vesical; Sonda vesical duas vias(foley) de calibre adequado (em geral n. 14); Xylocaína gel, gazes, luvas estéreis;

Leia mais

Recebimento de pacientes na SRPA

Recebimento de pacientes na SRPA CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente

Leia mais

Prevenção da pneumonia por broncoaspiração, remoção de secreções de vias aéreas inferiores.

Prevenção da pneumonia por broncoaspiração, remoção de secreções de vias aéreas inferiores. Revisão: 24/05/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na retirada de secreções das vias aéreas inferiores com objetivo de manter a permeabilidade das vias aéreas, facilitar a oxigenação e prevenção da broncoaspiração.

Leia mais

PROTOCOLO DE DESCONTAMINAÇÃO ORAL

PROTOCOLO DE DESCONTAMINAÇÃO ORAL PROTOCOLO DE DESCONTAMINAÇÃO ORAL (PARA ADULTOS) Adaptado para utilização de escova dental + boneca de gaze Versão 1.6 Dr. Eduardo Esber Odontologista CROMG 16393 CNI 16495 "O que acontece na boca não

Leia mais

Orientações à pessoa traqueostomizada

Orientações à pessoa traqueostomizada Orientações à pessoa traqueostomizada Prezado paciente, Esta cartilha tem como principal objetivo orientá-lo a respeito da traqueostomia e os efeitos que ela terá na sua vida. Esperamos ajudar a esclarecer

Leia mais

PERIODICIDADE: NA OCORRÊNCIA DE ÓBITO. RESULTADOS ESPERADOS:

PERIODICIDADE: NA OCORRÊNCIA DE ÓBITO. RESULTADOS ESPERADOS: GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA CONCEIÇÃO NÚCLEO DE APOIO TÉCNICO DA GERÊNCIA ADMINISTRATIVA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO MORGUE TAREFA: Remoção de pacientes obitados para o Morgue.

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Centro Endoscópico: Assistencial Título. Limpeza, Desinfecção, Transporte e Armazenamento do Broncoscópio

Procedimento Operacional Padrão (POP) Centro Endoscópico: Assistencial Título. Limpeza, Desinfecção, Transporte e Armazenamento do Broncoscópio Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Centro Endoscópico: Assistencial Título Limpeza, Desinfecção, Transporte e Armazenamento do Broncoscópio Versão: 01 Próxima revisão: 2016 Elaborado

Leia mais

FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ. N 0 Recomendação REC - 003

FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ. N 0 Recomendação REC - 003 Página 1/6 1- INTRODUÇÃO: O trato urinário é um dos sítios mais comuns de infecção hospitalar, contribuindo com cerca de 40% do total das infecções referidas por hospitais gerais. Além das condições de

Leia mais

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Definição Sondagem Nasoenteral é a introdução através da cavidade nasal/oral de uma sonda de poliuretano ou outro material, posicionada

Leia mais

SONDAGEM VESICAL INTERMITENTE Técnica limpa

SONDAGEM VESICAL INTERMITENTE Técnica limpa Grupo Hospitalar Conceição Hospital Nossa Senhora da Conceição SONDAGEM VESICAL INTERMITENTE Técnica limpa Orientações para pacientes, familiares e cuidadores Maio 2011. 1 Sondagem Vesical Intermitente

Leia mais

Alta domiciliar para o paciente crônico dependente de tecnologia: é possível?

Alta domiciliar para o paciente crônico dependente de tecnologia: é possível? 35º Congresso Brasileiro de Pediatria Salvador 8 a 12 de outubro de 2011 Alta domiciliar para o paciente crônico dependente de tecnologia: é possível? Hospital Infantil Albert Sabin ( HIAS) Secretaria

Leia mais

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Atividades Administrativas 1. Consultoria I 2. Assessoria I 3. Auditoria I 4. Planejamento I 5. Supervisão I Livre negociação entre as partes a partir de 72,31

Leia mais

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 3. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES...7 4. CONSIDERAÇÕES...9 5. CRITICIDADE DE

Leia mais

EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS

EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS Ebola Perguntas e Respostas 13 O que fazer se um viajante proveniente desses países africanos apresentar sintomas já no nosso

Leia mais

VALIDAÇÃO: Enf 1 e 2, CIPE, Ambulatório Central, COMPOPE Graciete S. Marques, Fernanda R. Rodrigues, Priscila Almeida, Paula

VALIDAÇÃO: Enf 1 e 2, CIPE, Ambulatório Central, COMPOPE Graciete S. Marques, Fernanda R. Rodrigues, Priscila Almeida, Paula Revisão: 01 PÁG: 1 CONCEITO Consiste no procedimento de remoção dos fios cirúrgicos com técnica asséptica, o qual pode ser retirada pode ser total ou alternada. FINALIDADE Oferecer a limpeza da incisão

Leia mais

Orientações para a falta de Energia Elétrica na residência

Orientações para a falta de Energia Elétrica na residência Orientações para a falta de Energia Elétrica na residência Copyright 2015 Home Health Care Doctor Ser viços Médicos Domiciliares S/S Ltda. Rua Capitão Francisco Teixeira Nogueira, 154 Água Branca Cep:

Leia mais

Detalhamento Cód. 50467

Detalhamento Cód. 50467 1 de 13 9/6/2015 10:51 v.1 Detalhamento Cód. 50467 POP: Utilização do medidor de cuff em pacientes sob ventilação mecânica invasiva dados do requisitante Desenho do processo Passo a passo + detalhes Tarefa

Leia mais

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU M Pr02 1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde (ITU-RAS) no adulto

Leia mais

Oxigenoterapia Não invasiva

Oxigenoterapia Não invasiva Oxigenoterapia Não invasiva Definição Consiste na administração de oxigênio numa concentração de pressão superior à encontrada na atmosfera ambiental para corrigir e atenuar deficiência de oxigênio ou

Leia mais

Oxigenoterapia. Respiração + Circulação. Basic Life Support. Respiração 21/05/2014. A insuficiência respiratória é caracterizada por uma

Oxigenoterapia. Respiração + Circulação. Basic Life Support. Respiração 21/05/2014. A insuficiência respiratória é caracterizada por uma Respiração + Circulação Basic Life Support Facilitadora Enf a. Ana Carolina Corgozinho E-mail anacorgozinho@uol.com.br Respiração Os seres vivos conseguem resistir a restrições alimentares, pois sobrevivem

Leia mais

QUALIDADE E SEGURANÇA EM ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E HOSPITALAR

QUALIDADE E SEGURANÇA EM ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E HOSPITALAR QUALIDADE E SEGURANÇA EM ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E HOSPITALAR HOME CARE Ajudar o paciente a resgatar a qualidade de vida em sua própria residência, é o compromisso do NADH. O atendimento personalizado é

Leia mais

Transporte do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola)

Transporte do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola) Transporte do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola) Por orientação do Ministério da Saúde o transporte terrestre do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola), será realizado pelo

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: : Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea Versão: 01 Próxima revisão: 2016 Elaborado por: Lícia Mara

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Realização de Punção Venosa Periférica com Cateter sobre Agulha

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Realização de Punção Venosa Periférica com Cateter sobre Agulha Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Realização de Punção Venosa Periférica com Cateter sobre Agulha Versão: 01 Próxima revisão: Elaborado por: Vanessa

Leia mais

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL 1. Consultoria I 2. Assessoria I Livre ADMINISTRATIVAS 3. Auditoria I manifestação 4. Planejamento

Leia mais

PIE Data: 01/10/2010 Revisão:

PIE Data: 01/10/2010 Revisão: UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Diretoria de Enfermagem Plano De Intervenções De Enfermagem BANHO DIARIO E CUIDADOS AO CLIENTE INTERNADO 1-Conceito: É a higienização corporal diária do cliente

Leia mais

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde A Portaria MS nº 2616/98 define a Infecção Hospitalar (IH) como sendo aquela adquirida após a admissão do paciente e que se manifesta durante

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O TESTE DO PEZINHO

ORIENTAÇÕES SOBRE O TESTE DO PEZINHO ORIENTAÇÕES SOBRE O TESTE DO PEZINHO I- Introdução A implantação do Teste do Pezinho na rede municipal de saúde de Belo Horizonte representou um grande avanço em saúde pública. Através deste teste tornou-se

Leia mais

Instrução de Trabalho. Circulação de sala

Instrução de Trabalho. Circulação de sala 1 de 5 526 5 RESULTADO ESPERADO: Promover ato cirúrgico em tempo hábil, com segurança para o paciente e para toda a equipe cirurgica. 526 PROCESSOS RELACIONADOS: Atendimento Cirúrgico (Assistência Cirúrgica)

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: : Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: : Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário Manual do Usuário Este manual foi feito para orientar os usuários dos serviços de internação domiciliar da HN Home Care Home Care, tanto para a modalidade de plantão de enfermagem de 12h, quanto para o

Leia mais

Máscara Facial para Uso Hospitalar da ResMed

Máscara Facial para Uso Hospitalar da ResMed Máscara Facial para Uso Hospitalar da ResMed Somente Rx A MÁSCARA NASAL PARA USO HOSPITALAR DA RESMED deve a ser utilizada por um só paciente adulto (>30 kg) ao qual foi prescrito o tratamento por pressão

Leia mais

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL Definição: Infecção urinária sintomática associada ao cateter: Febre > 38 o C ou sensibilidade suprapúbica e cultura positiva

Leia mais

TRANSPORTE INTRA-HOSPITALAR

TRANSPORTE INTRA-HOSPITALAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIVISÃO DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM TRANSPORTE INTRA-HOSPITALAR Instrutora: Enf. Thaís S Guerra Stacciarini Finalidades Regulamentar as responsabilidade

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO CLIMATIZADOR DE AR VENTILAR CLIMATIZE 300 CLI300

MANUAL DO USUÁRIO CLIMATIZADOR DE AR VENTILAR CLIMATIZE 300 CLI300 MANUAL DO USUÁRIO CLIMATIZADOR DE AR VENTILAR CLIMATIZE 300 CLI300 Obrigado por adquirir o Climatizador Cadence Ventilar Climatize 300, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É muito importante

Leia mais

CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável.

CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável. Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável. FINALIDADE Determinar compatibilidade de

Leia mais

PARECER COREN-SP 023 /2013 CT. PRCI n 99.151. Tickets n s 278.327, 282.738, 282.880, 283.947, 286.319, 299.803, 299.844

PARECER COREN-SP 023 /2013 CT. PRCI n 99.151. Tickets n s 278.327, 282.738, 282.880, 283.947, 286.319, 299.803, 299.844 PARECER COREN-SP 023 /2013 CT PRCI n 99.151 Tickets n s 278.327, 282.738, 282.880, 283.947, 286.319, 299.803, 299.844 Ementa: Procedimento de aspiração de secreção por cânula de traqueostomia. 1. Do fato

Leia mais

Detalhamento Cód. 197511

Detalhamento Cód. 197511 DIR050 - Fluxo de elaboração e aprovação de POP s - NOVA VERSÃO (consolidado) v.1 Detalhamento Cód. 197511 POP: Administração de Dieta ao Recém Nascido por Sonda de Alimentação Enteral e Bomba de Infusão

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO CLIMATIZADOR CADENCE VENTILAR CLIMATIZE 505 CLI505

MANUAL DO USUÁRIO CLIMATIZADOR CADENCE VENTILAR CLIMATIZE 505 CLI505 MANUAL DO USUÁRIO CLIMATIZADOR CADENCE VENTILAR CLIMATIZE 505 CLI505 Obrigado por adquirir o Climatizador Ventilar Climatize 505 Cadence, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É muito importante

Leia mais

Mantenha as portas e as janelas abertas, inclusive nos dias frios, para evitar o aumento de germes no ar, o que facilita a transmissão de doenças.

Mantenha as portas e as janelas abertas, inclusive nos dias frios, para evitar o aumento de germes no ar, o que facilita a transmissão de doenças. Soninho Mantenha as portas e as janelas abertas, inclusive nos dias frios, para evitar o aumento de germes no ar, o que facilita a transmissão de doenças. Garanta que entre os colchonetes haja meio metro

Leia mais

11/13 1094-09-05 783912 REV.1. www.philco.com.br SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO. Manual de Instruções

11/13 1094-09-05 783912 REV.1. www.philco.com.br SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO. Manual de Instruções 11/13 1094-09-05 783912 REV.1 www.philco.com.br 0800 645 8300 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO PCL1F Manual de Instruções INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha de mais um produto da linha Philco. Para garantir o

Leia mais

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL SISTEMA DIGESTÓRIO Formado pelo tubo digestivo e as glândulas anexas; Subdividido em: -cavidade oral - esôfago - estômago - intestino

Leia mais

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM HOSPITALAR Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Chefia do Serviço de Enfermagem Supervisor de Enfermagem Enfermeiro Encarregado de Unidade/Setor Enfermeiros em Unidade de Terapia Intensiva

Leia mais

Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Necessidades humanas básicas: oxigenação Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Revisão Revisão O Fatores que afetam a oxigenação Fisiológicos; Desenvolvimento; Estilo de vida; Ambiental. Fisiológicos

Leia mais

PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA EM RECÉM-NASCIDO

PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA EM RECÉM-NASCIDO Protocolo: Nº 46 Elaborado por: Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Última revisão: 03//2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Samantha Vieira Eduardo Gonçalves PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA

Leia mais

TÉCNICA PARA REALIZAÇÃO DE CURATIVOS

TÉCNICA PARA REALIZAÇÃO DE CURATIVOS Revisão: 23/03/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na realização de procedimentos com o paciente portador de feridas, instituindo tratamento adequado, proporcionando ambiente ideal para a cicatrização. FINALIDADE

Leia mais

Equipamento de Proteção Individual

Equipamento de Proteção Individual Equipamento de Proteção Individual NR 6 Equipamento de Proteção Individual De acordo com a NR-6 da Portaria nº 3214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, considera-se Equipamento

Leia mais

ASPECTOS LABORATORIAIS

ASPECTOS LABORATORIAIS INFLUENZA A (H1N1) 1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS LABORATORIAIS Os agentes infecciosos prioritários para investigação etiológica são os vírus influenza. As amostras de secreções respiratórias devem ser

Leia mais

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome comercial do Produto: Nome da Empresa: Rebrilhar Resinas e Vernizes Ltda. Endereço: Rua Luiz de Moraes Rego, nº. 505 Jardim do Bosque Leme/SP Telefones: 19-35186900

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO Pg.: 1 de Elaboração Verificação Aprovação Janaina Bacci Data: Data: Data: Título da Atividade: Procedimentos para descarte de Resíduos Quimioterápicos Executante: Colaboradores envolvidos na manipulação

Leia mais

FISCO. Saúde. Atendimento. Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1

FISCO. Saúde. Atendimento. Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1 FISCO Saúde ANS 41.766-1 Atendimento Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS Prezados Associados, Pra facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE

Leia mais

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD ALERTA EPIDEMIOLÓGICO I Influenza Suína ABRIL 2009 Definição de caso 1-Caso suspeito de infecção humana pelo vírus da influenza suína A (H1N1). Apresentar

Leia mais

CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS

CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS ORIENTAÇÃO AOS PEDAGOGOS Todas as informações constantes nesta cartilha devem ser levadas ao conhecimento de todos os alunos,

Leia mais

Limpeza hospitalar *

Limpeza hospitalar * CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO São Paulo, março de 2009. Limpeza hospitalar * Limpeza hospitalar é o processo de remoção de sujidades de superfícies do ambiente, materiais e equipamentos,

Leia mais

Não protegido contra penetração nociva de água

Não protegido contra penetração nociva de água 1 Simbologia Significa equipamento desligado Significa equipamento ligado Este símbolo indica que o equipamento causa efeitos fisiológicos e que o usuário deve verificar o manual de instruções antes do

Leia mais

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese.

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. PÁG:1 CONCEITO Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. FINALIDADE - Promover a drenagem urinária. -Realizar o controle rigoroso do

Leia mais

Manual de orientação a pacientes com dieta enteral

Manual de orientação a pacientes com dieta enteral Manual de orientação a pacientes com dieta enteral APRESENTAÇÃO Este manual tem o objetivo informar os pacientes, familiares e cuidadores que fazem uso de nutrição enteral sobre os cuidados necessários

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde.

Leia mais

Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde- GGTES Gerência-Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados- GGPAF

Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde- GGTES Gerência-Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados- GGPAF PROTOCOLO DE USO DE EPI Orientações sobre a necessidade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI s) para os serviços de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados. Gerência-Geral

Leia mais

Medidas de Controle e Prevenção da Infecção

Medidas de Controle e Prevenção da Infecção Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro Protocolos Influenza A (H1N1) Medidas de Controle e Prevenção da Infecção Porta

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Higiene e Saúde do Pessoal POP - PRIMATO 001 / REV. 00 HIGIENE E SAÚDE DO PESSOAL Toda e qualquer forma de manipulação de ingredientes que na sua junção

Leia mais

Componente Curricular: Enfermagem Médica Profª Mônica I. Wingert Módulo III Turma 301E Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP)

Componente Curricular: Enfermagem Médica Profª Mônica I. Wingert Módulo III Turma 301E Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) Componente Curricular: Enfermagem Médica Profª Mônica I. Wingert Módulo III Turma 301E Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) É parada súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho NUTRIÇÃO ENTERAL INDICAÇÕES: Disfagia grave por obstrução ou disfunção da orofaringe ou do esôfago, como megaesôfago chagásico,

Leia mais

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1 Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Objetivo: Conhecer os materiais volumétricos e as técnicas de utilização desses materiais. I. Introdução teórica: Medir volumes de líquidos faz

Leia mais

Actualizado em 16-10-2009* Medidas de protecção individual em serviços de saúde

Actualizado em 16-10-2009* Medidas de protecção individual em serviços de saúde Medidas de protecção individual em serviços de saúde Estas medidas devem ser implementadas em todos os serviços de prestação de cuidados de saúde primários ou hospitalares, públicos ou privados, e durante

Leia mais

Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida.

Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida. 1/5 1. OBJETIVO Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida. 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO Curativo - Curativo ou penso é um material aplicado diretamente sobre feridas

Leia mais

DATA: 18/11/2013 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO DE ENFERMAGEM POP CDC Nº073. Revisão: 00 PÁG: 1

DATA: 18/11/2013 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO DE ENFERMAGEM POP CDC Nº073. Revisão: 00 PÁG: 1 Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na aferição da glicemia capilar em pacientes de todas as faixas etárias através de uma gota de sangue fresco adquirida com punção puntiforme utilizando glicosímetro

Leia mais

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR. INFLUENZA A H1N1 junho de 2011

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR. INFLUENZA A H1N1 junho de 2011 CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR INFLUENZA A H1N1 junho de 2011 Medidas de prevenção: Higienizar as mãos com água e sabonete/sabão antes

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR. Higienização das Mãos

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR. Higienização das Mãos COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR *Definição: Higienização das Mãos Lavagem das mãos é a fricção manual vigorosa de toda superfície das mãos e punhos,

Leia mais

Grupo Hospitalar Conceição - GHC Hospital Nossa Senhora da Conceição Procedimento Operacional Padrão POP Enfermagem

Grupo Hospitalar Conceição - GHC Hospital Nossa Senhora da Conceição Procedimento Operacional Padrão POP Enfermagem Unidade: Unidade Assistencial Grupo Hospitalar Conceição - GHC Hospital Nossa Senhora da Conceição Procedimento Operacional Padrão POP Enfermagem Tarefa: Higienização de mãos Número: 79 Data: 03/2015 Responsável:

Leia mais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais GERENCIAMENTO de Casos Especiais Gerenciamento de Casos Especiais.indd 1 19/10/2015 15:32:28 Gerenciamento de Casos Especiais Objetivo: Facilitar o atendimento aos clientes que apresentam dificuldades

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde GUIA DO USUÁRIO DE OXIGENOTERAPIA DOMICILIAR

Secretaria de Estado da Saúde GUIA DO USUÁRIO DE OXIGENOTERAPIA DOMICILIAR Secretaria de Estado da Saúde GUIA DO USUÁRIO DE OXIGENOTERAPIA DOMICILIAR Florianópolis - 2004 1 Secretaria de Estado da Saúde GUIA DO USUÁRIO DE OXIGENOTERAPIA DOMICILIAR FLORIANÓPOLIS - 2004 2 1 Esta

Leia mais

INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS INFLUENZA A/H1N1

INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS INFLUENZA A/H1N1 INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS INFLUENZA A/H1N1 As características do vírus da influenza A (H1N1) e seu comportamento nos diversos países, o definem como de altíssima importância para

Leia mais

SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR 1 COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA PARA PREVENÇÃO DE PNEUMONIA HOSPITALAR Revisão: Outubro de 2011. I. INTRODUÇÃO A pneumonia hospitalar é definida

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO BEBEDOURO REFRIGERADO CADENCE PURE VITÀ BEB100

MANUAL DO USUÁRIO BEBEDOURO REFRIGERADO CADENCE PURE VITÀ BEB100 MANUAL DO USUÁRIO BEBEDOURO REFRIGERADO CADENCE PURE VITÀ BEB100 Obrigado por adquirir o Bebedouro Pure Vità Cadence, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É Muito importante ler atentamente

Leia mais

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR Andreza de Jesus Dutra Silva Mestre em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente - UniFOA; Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva - USS; MBA em Administração

Leia mais

ASSISTÊNCIA AO NEONATO EM ESTADO GRAVE. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/42883

ASSISTÊNCIA AO NEONATO EM ESTADO GRAVE. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/42883 ASSISTÊNCIA AO NEONATO EM ESTADO GRAVE Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREN/42883 CUIDADOS INICIAIS NO RN Renata Loretti - Enfermeira 2 Cuidados imediatos Realizados na Sala de Parto pelo Obstetra n

Leia mais

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Prevenir é o melhor remédio para uma boa saúde, evitando-se as doenças e suas complicações. Problemas respiratórios, por exemplo, podem se tornar

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade PROTOCOLO: Limpeza concorrente e terminal do leito, cortinas, mobiliários e equipamentos hospitalares

Sistema de Gestão da Qualidade PROTOCOLO: Limpeza concorrente e terminal do leito, cortinas, mobiliários e equipamentos hospitalares Página: 1/9 INTRODUÇÃO: A limpeza e a desinfecção de superfícies são elementos que propiciam segurança e conforto aos pacientes, profissionais e familiares nos serviços de saúde. Colabora também para o

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE REMOÇÃO EM AMBULÂNCIAS II

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE REMOÇÃO EM AMBULÂNCIAS II ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE REMOÇÃO EM AMBULÂNCIAS II 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO AO QUAL PERTENCE O VEÍCULO Razão social do estabelecimento. Nome fantasia do estabelecimento. CGC. Nome

Leia mais

Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec

Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec Secretaria Estadual de Saúde Centro Estadual de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Sanitária Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec Serviço de Endoscopia Prevenção e Controle de

Leia mais

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE Revisão: PÁG: 1 CONCEITO É a introdução de um cateter estéril através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. FINALIDADE Esvaziamento da bexiga em pacientes com comprometimento ou ausência

Leia mais

TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL

TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL ÍNDICE TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL 1. INTRODUÇÃO 01 2. ALIMENTANÇÃO ENTERAL: O QUE É? 02 3. TIPOS DE NUTRIÇÃO ENTERAL 03 4. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DA ALIMENTAÇÃO 04 ENTERAL 5. TIPOS DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO Revisão C. Sonda de Eletromiografia Vaginal e Anal SEVA200

MANUAL DE OPERAÇÃO Revisão C. Sonda de Eletromiografia Vaginal e Anal SEVA200 MANUAL DE OPERAÇÃO Revisão C Sonda de Eletromiografia Vaginal e Anal SEVA200 *Suprimento para uso com o equipamento de biofeedback de EMG e de estimulação muscular aprovado de acordo com a norma EN60601-01

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT

MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT WO-50DBR INFORMAÇÕES IMPORTANTES Ao usar aparelhos elétricos, seguir sempre precauções básicas de segurança, incluindo o seguinte: AVISO 1.

Leia mais

PARECER TÉCNICO Nº 012/2012- ASPIRAÇÃO DE PACIENTES INTERNADOS EM HOSPITAIS, DE QUEM É A COMPETÊNCIA

PARECER TÉCNICO Nº 012/2012- ASPIRAÇÃO DE PACIENTES INTERNADOS EM HOSPITAIS, DE QUEM É A COMPETÊNCIA coren-ro.org.br http://www.coren-ro.org.br/parecer-tecnico-no-0122012-aspiracao-de-pacientes-internados-em-hospitais-de-quem-e-acompetencia_1165.html PARECER TÉCNICO Nº 012/2012- ASPIRAÇÃO DE PACIENTES

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

Prezados Associados,

Prezados Associados, Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE traz agora guias de procedimentos por assunto. O conteúdo está distribuído

Leia mais

VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA FISIOTERAPIA. 1- OBJETIVO Padronizar a utilização da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI) pela fisioterapia.

VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA FISIOTERAPIA. 1- OBJETIVO Padronizar a utilização da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI) pela fisioterapia. POT Nº: 06 VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA FISIOTERAPIA Edição: 05/05/2009 Versão: 02 Data Versão: 28/05/2009 Página: 05 1- OBJETIVO Padronizar a utilização da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI)

Leia mais

Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014

Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014 Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014 Cateterismo Vesical Termo correto = CATETERIZAÇÃO VESICAL Cateter: dispositivo tubular com luz, mais utilizados para drenagem de líquidos ou infusão

Leia mais