SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU

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1 M Pr02 1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde (ITU-RAS) no adulto pode ser classificada em ITU relacionada ou não ao uso de cateter vesical e em sintomática ou assintomática, esta também chamada de bacteriúria assintomática. A ITU-RAS é definida como infecção do trato urinário diagnosticada após a admissão em serviço de saúde, sem evidências iniciais de sinais e sintomas de ITU em paciente que não se encontre em período de incubação no momento da internação. A ITU-RAS representa a causa mais comum de infecção hospitalar, correspondendo por aproximadamente 40% de todas as infecções adquiridas em ambiente hospitalar. Caracteriza-se pela presença de microorganismos nas vias urinárias, associado ou não aos sinais e sintomas clínicos. Cerca de 80% das ITU-RAS ocorre em pacientes submetidos ao cateterismo vesical; o restante associa-se a cistoscopias e outros procedimentos urológicos. A introdução da sonda vesical causa em 6,5% dos pacientes bacteremia transitória. Assim, a ITU-RAS está associada ao aumento da morbidade e mortalidade, tempo de internação e elevação de custos hospitalares. Por sua importância e implicações, devem ser adotadas medidas preventivas para se evitar as ITU-RAS. Fatores de risco Presença de sonda vesical de demora (SVD) Instrumentação do trato urinário, Idade avançada, Sexo feminino, Doença de base severa. : Aprovação da Médica do :

2 M Pr02 2 de 5 1 MEDIDAS DE PREVENÇÃO Evitar cateterização do trato urinário ou abreviar seu uso sempre que possível; A cateterização intermitente através da sondagem de alívio com técnica asséptica é preferida ao uso de sondagem de demora; Sistema de drenagem urinária: usar sempre sistema fechado e com válvula anti-refluxo, a desconexão do sistema de drenagem fechado não é recomendada e, caso aconteça acidentalmente, todo o sistema deve ser trocado, inclusive a SVD; A utilização de dispositivos de interrupção do fluxo urinário diretamente na SVD, como urostop ou ampolas é contra-indicado, portanto o hospital não disponibiliza esses dispositivos; Fixação do sistema fechado: a fixação deve ser feita para evitar o risco de tração e conseqüente lesão do trato urinário do paciente, no sexo masculino fixar no hipogástrico e no sexo feminino na raiz da coxa; Manter o fluxo urinário contínuo, a realização de exercícios vesicais aumenta o risco de ITU e deve ser evitado, caso seja prescrito, realizar através do clamp ou pinça presente no sistema fechado; Manter a bolsa coletora sempre abaixo do nível da bexiga, cuidado especial ao transportar a paciente evitando o refluxo da urina do sistema coletor em direção à uretra; Lavar as mãos sempre antes e após a manipulação do sistema de drenagem, e usar luvas sempre nesta manipulação; Realizar higiene local pelo menos uma vez ao dia; Não é recomendado o uso de pomadas com antibióticos porque podem causar irritação local e resistência bacteriana; Esvaziar a bolsa coletora sempre que estiver cheia, para manter o fluxo contínuo e evitar refluxo de urina, realizar esvaziamento de hora em hora somente se prescrito e imprescindível para pacientes graves que necessitam de controle hídrico rigoroso, este procedimento aumenta consideravelmente a manipulação e o risco infeccioso; Não esvaziar a bolsa de vários pacientes ao mesmo tempo e com o mesmo recipiente; A ponta do dispositivo de saída de urina não deve tocar superfícies como chão e o recipiente de drenagem; Não é recomendado troca de rotina da SVD, a troca só é recomendada nas situações de problemas mecânicos como obstrução da sonda, violação ou contaminação do sistema, presença de febre sem outra causa estabelecida, ou cultura de urina com presença de leveduras ou fungos. : Aprovação da Médica do :

3 M Pr02 3 de CUIDADOS NA COLETA DE AMOSTRA DE UROCULTURA Em pacientes com SVD, colher por meio de dispositivo próprio de látex do tubo coletor do sistema de drenagem, aplicando álcool 70% antes da punção com agulha; Em pacientes sem sonda, orientar a higiene prévia com água e sabão, o desprezo do primeiro jato de urina e coleta do jato intermediário em cuba rim estéril; Colocar a urina em tubo ou frasco específico; Enviar ao laboratório imediatamente, o tempo adequado para a urina chegar ao laboratório é de 20 minutos, após esse tempo, caso haja presença de bactérias, o crescimento bacteriano em temperatura ambiente pode resultar em contagem bacteriana que define uma infecção que na verdade não existe. 3 DE SONDAGEM VESICAL : Aprovação da Médica do :

4 M Pr02 4 de 5 Protocolo de sondagem vesical Tipo de cateter Demora -Controle rigoroso débito urinário -Ato cirúrgico do trato urinário /pélvico - Hematúria maciça Alívio - Retenção urinária por utilização de opióide - Bexigoma de origem desconhecida Define calibre Inserção: Médico/ Enfermeiro - Mulher 12 a 14 - Homem 14 ou 16 no caso de paciente sem patologia prostática, em paciente com patologia prostático de acordo com decisão médica Médico/ Enfermeiro - Técnica Asseptica - Antissepsia com clorexidina aquosa 0,2 % - Conectar bolsa coletora ( sistema fechado) na Introdução da sonda - Insuflar o cuff com água destilada conforme volume Indicado na sonda Inserção: Define calibre Médico/ enfermeiro - Mulher 12 - Homem 12 no caso de paciente sem patologia prostática, em paciente com patologia prostático de acordo com decisão médica Médico Enfermagem - Técnica Asseptica - Antissepsia com clorexidina aquosa 0,2% - Desprezar em recipiente limpo Monitoramento: - Higiene íntima 1x ao dia e nas trocas das fraldas - Não lavar a sonda, em caso de obstrução comunicar o médico e seguir conduta. Retirada - Imediatamente após esvaziamento vesical Retirada: - Não necessário controle de diurese - Recuperação cirúrgica Referência Bibliográfica Souza ACS,Tipple AFV,Barbosa JM, Pereira MS,Barreto,Caterismo urinário conhecimento e adesão ao controle de infecção pelo profissional de enfermgam - Projeto Diretrizes Recomendação para prevenção de infecções Associação Federal de Medicina Sociedade Brasileira de Infectologia Marlado A, ferraz AAB,Ferraz e Arruda,Nobre,Trabassos agosto 2001 Elaborado: Aprovado: Validado: : Aprovação da Médica do :

5 M Pr02 5 de Assinaturas Elaboração Aprovação Gerente de Monitoramento

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