MINISTERIO DAS FINANÇAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTERIO DAS FINANÇAS"

Transcrição

1 As polit' A - cas mcre econjmí cas no correcção estrutural dos desequi l ibr ios de econunia portuguesa e o pleno aproveitanento das suas potencialidades (ver cap.1, vol. II do PCEMD) requerem ura estratbgia de ddio prazo centrada em pollticas mcroeconhicas que visem o reforço da capacldade produtiva. A definição e a aplicação desta estrategia não poderão ser des I igadas do enquadr anen t o internacional em que nos situms nem da evolução previslvel desse enquadrmnto. Ou seja, o facto de Portugal ser un pais-ro da CEE inplica por un lado une disponibilidade acrescida de meios f inancei ros ut i I izbveis no processo de a justarnento estruturel ms, ao meamo tempo, inpõe limitações a utilização de alguns instrmntos de poiitica econhica. Aih disso, há que conciliar a estratbgia de desenvolvimento nacional can o objectivo de real i zação do mercado ntetno cwnitbrio nos periodos ante e p6s Este tipo de envolvente s gnifica que os objectivos de mbdio prazo para a econania portuguesa serão necessarianente diferentes dos que serim recmndhveis se se tratasse de um econania fora do espaço cominitário ou fora do contexto do mercado hnico. O grau de abertura da nossa econania - já de si mito elevado - será provavelmente reforçado e 6 nesse pressuposto que a definição dos objectivos e das pol i t icas deverá assentar.

2 Os t rês anos decor r i dos ap6s a adesão cor r esponder an ih efectivanente a un reforço do grau de abertura da econania e os objectivos do PCEMD não poderão deixar de ter en conta a nova base de partlda criada e as pr6prias diferenças no que diz respeito As metas def inldas para o espaço econhico cwni tbr 10. Ass im sendo, & ~ rovbe l aue a reducg do d& ice da balance de bens e servlcos venha a ser menos acentuada do aue o seria an diferentes condicães. inpossibilidade do estabelecimento de qualquer restr lção ao fluxo de cdrcio, a par da relativa indisponibi i idade de ut i i ização da pol i t ica canbial aconse l han a adopção de h i pbt eses prudentes neste daninio. No entanto, tal constatação reforça a necessidade de mnutenção de A un estreito controlo sobre o dbfice da balança externa portuguesa, pois atingir 1992 can dificuldades neste daninio ser ia un ponto de partlda lnacelth!el para as condições do mercado hico europeu. Tal facto reforça ainda a necess idade de urri ut i I i zação exaus t i va ms criteriosados fundos cwnitbrios que, dada a injecção de rendimento que representan, terão de contribuir efectivanente para o reforço da capacidade carpetitiva da econania e para a boa afectação de recursos. em grande medida De contrhrio traduzir-se-imn num deterioração estrutura balança de pagrmentos, agravada pelo facto reduzirem o espaço para outras fontes financianento do Investimento produtivo.

3 k, assim, cor rentes essencial manter a balança de transacções em niveis controlados que, a par do previslve I reforço do investimento directo es t range i ro, permi t am a cont inuação do decrbsc imo dos niveis relativos da divida externa. Ao mesm tenpo que se evi tan dbf ices não tolerkveis nas balanças externas, a estrathgia deflnlda no PCEMD deverh cr lar condições para que aquelas se tornemmenos vulnerheis As f lutuações da conjuntura internacional e para que a econania portuguesa possa encarar a irplanentação do mercado hico europeu cond i ções de c w e t i t i v i dade acresci da. m Elenento central desta estratbgia, a nivel mcroeconbnico ser& o inves t imento corrector das deficiências da estrutura produtiva, associado $ moderação dos custos salarlals e ii progresslva diminuição do dhf ice do Sector ~hbl ico. E, para a l h da necessidade de nmnter boas taxas de investimento - presentanente dispms já de uiia das mis elevadas da Europa - sere essencial assegurar a sua boa afectação, de mlde a elevar a reprodut i v i dade da f ormção de cap i tal f i xo. Este h un aspecto que b exigido quer pela racional i zação da af ectação de recursos financeiros - senpre escassos - quer pele necessidade de mderação do crescimento da procura interna determinada pelo objectivo de controlo do equi l ibr io externo. Neste daninio merece especial

4 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS relevo a inpor tância da mderação do consuir, pr ivado, dadas as suas impl icações sobre dois outros objectivos centrais na estratdgla do PCEDED: a redução da inflação e o controlo e correcção do dhfice externo. Sobre este bltim, o consvno actua pelas inpor tações que induz e pelo desvio mercado interno versus mercado externo que provoca na resposta procura global da parte das mpresas nacionais. Une estratdgia deste tipo - significando un crescimento seguro ms controlado da econunia - perrnitirb um melhoria mito acentuada dos indicadores externos, sendo então poss i ve l estabelecer une meta indicativa para a dhida externa na ordem dos 3PA do PIE an 1994 (rkio aue, em 1985, se situava em cerca de 8W), mantendo o un ntvel conforthei de reservas cmbiais. Ao mem terpo, ser8 possivel conciliar a redução da i nf l ação e a mdern i ração da econuni a can une taxa dedes~resoabaixodos 6%, e que 6 já mito i nf er ior ao va ior d d i o da Canin i dade Econhica Europeia. Manter-se-á o pais, assim, apróximdo da situação de "pleno--rego". Do exposto se depreende que as po l i t i cas econhi cas terão de ser definidas de mlde a garantir a mderação da procura interna, o reforço da rentabilidade das enpresas e da eficiência dos seus investimntos, e a deslocação canpetitiva da oferta interna para o sector dos bens transaccionheis internacionalmente.

5 Mais concretariente, para alcançar os objectivos finais, a estrathgia do PCEMD assenta nas seguintes or i en t ações de po 11 t i ca econbni ca g l oba l. No f i uxogr lma da pbg i na seguinte condensa-se, s inp i i f i - cadariente, a teia de relações entre as pol/ticas nmcroeconbni cas e os ob j ec t 1 vos do KEOEü. Da ~ oitlca l de rendimentos (cap. 2, no 5, vol. II do P O ) espera-se un contributo fundaiental para conc i i i ar a redução da i nf l ação, a expendo do eniprego e a minutenção da coipetitlvidade externa. Para o efeito, serb necesshrio que os Parceiros Sociais continuma aderir ao objectivo canmque a luta contra a inflação. Quer isto dizer, entre outros aspectos, que todos os rendimentos - saia- riais e não salariais - devem evoluir em consonânc i a can os ob j ec t i vos f ixados para a inf lação esperada. b Tendenc i a lmen t e os sai Hr i os reai s devem aunen t ar nunca acinm do crescimento esperado da produtividade, para assegurar rentabilidade ao investimento e, consequentenente, criação de postos de trabalho. I! este, aíihs, undos grandes desafios da concertação social, a que se refere o no 7, infra.

6 (Esquema simpllflcadol WLfTICA DE POL~TICA RENDIUENTOS W I A L e Politicn te Dívida ORÇAWüTAL/F I SCAL I IIANUTENÇÃO DO BAIXO DESEMPREGO

7 A pol it ica carbial (cap.2, no 4, vol. I I do PCEMD) continuará a ser gerida de molde a não contrariar a polltica de redução sustentada da inflação mas sem carprawter a canpetitividade externa da econania. Tal irrplica o estabelecimento de objectivos para a taxa de caarbio carpativeis can os objectivos plurianuais para a inflação, em articulação can o carportanento das taxas de juro. No entanto, a politica carbial não deverh desincentivar a procura dos mercados externos pelas aipresas. O que signi f ice que deverh assegurar a manutenção de niveis adequados dos preços relativos dos bens transaccionhveis internacionalmente e a não deterioração das margens na exportação. Essencial 6, ainda, o estabelecimento de pol i t icas de gestão da procura, pol i t icas nãnethr ia, orçanental e de rendimentos, carpativeis can a pol i t ica da taxa de cnarbio definida. Aquelas deverão limitar o crescimento da procura interna - designada mente do consw pr ivado - por forma a inpedi r qualquer abrandanento no esforço de penetração nos mercados externos. O gradual abrandanento do ritm de ajustmnto da taxa de caarbio efectiva do escudo ajudare a criar as condições para a integração da nossa meda no mecanismo de caarbio do SE, que constitui (ou passa a constituir) o objectivo central da politica 1 carbial a ddio prazo.

8 MINISTERIO DAS FINANCAS Nesse sentido foi dado o primeiro passo j& em finais de 1987 ( inicio de 1988), ccm a adesão de Por t uga I ao Fundo Europeu de Caoperação Monethr ia (FECUd). ün outro passo foi dado em 1989, cun a Inclusão do escudo no cabaz de MXI. 0 passo final e mais inportante - isto 6, a fixação da taxa de c h i o do escudo den t ro de una mrgem de f lu t uação I lml t ada em relação ds restantes rmedas do ÇNE - ser6 possivei cm a consol idação da des inf lação em Por ruga I, garantidas que estejam outras condições necesshrias d participação portuguesa. Entre estas incluem-se, naturalmente, a integração plena no ÇM - similtânea ou anteriormente d do escudo - das moedas de todos os nossos principais parceiros camerclals que per t encem às Canin i dades Eur ope i as. A politicamnethria (cap. 2, no 3, do vol.ll do PCEüEü) continuar& a assegurar o controlo dos meios de pagmnto, de formi consistente cun as estratbgias de desinflação e de progresso econbnico controlado, procurando, emestreita articulação can a polftlca orçmntal, uns gestãoequillbrada da procura interna. O alargmnto e modernização do sistma e dos mercados financeiros e, em particular, o desenvolvimento do mercado de capitais, reforçando os meios alternativos de financimnto, permitirão conciliar un crescimento moderado do cr6dito bancar i o cun una expansão adequada do i nves t imen to.

9 A melhoria da situação cdial, a redução do défice orçmntal, e a dinmnização do mercado de capitais perml tlrão encarar, nun futuro prbximo, a substituição da actual politica de enquadrmnto do credito por un sistema de controlo mnetário indirecto assente m grande parte, flexivel na utilização das taxas de juro (que actualmente jh são decididas livremente) pelo Banco central, na sua intervenção quotidiana no mercado interbanchr io para regulação das reservas do sistaria monetário (actuacão sobre a base mnet Ar i a), e ainda nos mecani mos do refinancianento e no nivel das reservas de caixa. ~equerer -se-a, porém, que esteja assegurada a existência de suficientes instrunentos alternativos e eficazes de controlo monetário. Nesse sentido estão a ser dados passos significativos nos daninios da regu l ação da l iqu dez banca divida púbi ica. ia e da gestão da A passagen ao con t r o una o monetár o indirecto const i tui reforma da maior delicadeza e de grande inpacto na racional idade econhi ca do Pa i s, no s i s t ema financeiro e na prbpria eficácia da politica macr oeconhi ca. iv) ~olhica orçamental e fiscal A politica orçmntal (cap. 2, no 1 e cap. 4, vol. I I do POED) devera assegurar a dificil conc i i i ação en t r e a i nd i spensáve l redução do peso relativo dos défices pbblicos e a mbilização de

10 fundos par a os i nves t imentos de mdern i zação, a reform da achiinistração pbbl ica e o f inancimnto do Es t ado em cond i ções de mercado. A pol itica de redução do dhfice orçcmental aliada ao reforço da capacidade de autofinanciamento das aipresas pbblicas, t? fundamental para, no quadro de uiia polit ica mnetar ia desinf Iacionaria, diminuir a absorção de recursos financeiros pelo sector públ ico. Conseguir-se-b deste mdo una rmior disponibi lidade de recursos finaceiros para o sector pr i vado e a mder ação do n / ve l r e8 l das tasas de juro. Todavia, a redução do peso da absorção de recursos financeiros pelo SPAE terb de ser gradual e assentar nun progrm plur ianual - iniciado em k que, e por un lado, a Reform Fiscal deverb não agravar a carga fiscal para os contribuintes curpridores. Por outro lado, haverb que contar can os efeitos contrariadores da redução do defice orçanental de medidas jb assunidas pelo Governo para un futuro prbxim, bemcm a necessidade doestado apolar o i nves t imen to produt i vo a2 r aves da real i zaçeo de intraestruturas, aproveitando integral e eficientemente a inportante carpart icipação camni ter ia. Apolitica fiscal (cap. 2, no 2, vol. II do PCEDED) continuarb a orientar-se no sentido da gradual moderação da carga tributeria que, directa ou indirectmnte, onera os custos de produção. A

11 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Reforma Fiscal iniciada can o imposto sobre o valor acrescentado, que corrigiu as grandes dificiências do sistam de tributação indirecta anteriormente existente, foi ccnpletada can a introdução do imposto Único sobre o rend imento, nas suas duas vertentes (IRS e I#=) em Janeiro de O alargamento da base tributbria e a mior selectividade e transitoriedade de beneficias fiscais são algms das principais linhas de nudança do sistemi fiscal, naneadanente, atravh dos quais se garantirão, o não agravcmento maior equidade na tributação dos contribuintes. da carga fiscal e obre a generalidade Outra das vertentes da Reform F scal Q o estimlo à f ormção da poupança a t r aves da concessão de incentivos fiscais a determinados tipos de aplicações financeiras que justificam un tratanento preferencial. Destacan-se, por seran especialmente destinados à pequena poupança constituida can car8cter de estabilidade, os benef icios fiscais r e f er en t es às contas poupança - hsb i t ação e poupança - -reformados e, ainda, aos "planos poupança-reform". A polltica de gestão da d /vida phbl ica ser8 convenientemente articulada can as pol i t icas mnet8r ia e orçanental pr ivi Iegiadanente Por interddio do Programa da Divida Pública (PDP) a publicar anualmente. Neste progrm serão definidas as formas de financimnto dos defices do Estado

12 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS que, deste modo, dá a conhecer antecipadmnte aos agentes econhicos a disponibilidade previsivel dos instrunentos dedivida pública ao longodo ano. O WP não terá un carácter inf lexivel ms será reajustado trimestralmente em função do canportanento dos mercados. O primeiro PDP para 1989 jh foi publicado. Elementos essenciais a incluir ainda na gestão da divida pbbl ica serão, por un lado, as operações de sanemnto financeiro de alguiies erpresas pbbl lcas e as receitas das privatizações. Por outro lado, consolidar-se-á a modificação progressiva do modo de financianento do Estado, que será ef ec t uado cada vez em condições de mercado. Outra das grandes reforms ao nivel da divida pbbl ica e já introduzida respeita ao flm do tratanento fiscal discriminatbrio dos respectivos juros. A conso I i dação das or i en t ações de po l i t i ca da divida pbb l i ca descr i tas cons t i t uem a i nda elwnto lundanental para a introdução e a viab i I idade do controlo monethr io indirecto.

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas Algumas Medidas de Política Orçamental CENÁRIO O ano de 2015 marca um novo ciclo de crescimento económico para Portugal e a Europa. Ante tal cenário,

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas 30 11 2012 As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas Teodora Cardoso 1ª Conferência da Central de Balanços Porto, 13 Dezembro 2010 O Banco de Portugal e as Estatísticas O Banco de

Leia mais

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 A Dívida Paga-se Sempre Teodora Cardoso A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 Teodora Cardoso As Duas Faces da Dívida Usada com moderação e sentido do risco, a dívida é um factor de desenvolvimento e promove o bem-estar.

Leia mais

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 4º PAINEL: AS NOVAS FORMAS DE FINANCIAMENTO DA ECONOMIA - CONCLUSÕES - A CIP reconhece que a nossa economia atingiu um nível de alavancagem excessivo que

Leia mais

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de

Leia mais

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS REFORMAS FISCAIS A CIP lamenta que a dificuldade em reduzir sustentadamente a despesa pública tenha impedido que o Orçamento do Estado

Leia mais

Condicionantes de um crescimento sustentado da economia portuguesa

Condicionantes de um crescimento sustentado da economia portuguesa Condicionantes de um crescimento sustentado da economia portuguesa Carlos da Silva Costa Governador Forum para a Competitividade Hotel Tiara Park, Lisboa, 23 setembro 2014 Condicionantes de um crescimento

Leia mais

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Nota Técnica Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Tal como sucedeu com a maior parte dos regimes de proteção social da Europa, também o sistema português evoluiu de um regime de seguros

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS XXI Encontro de Lisboa entre as Delegações dos Bancos Centrais dos Países de Língua Oficial Portuguesa à Assembleia Anual do FMI/BM Banco de Portugal 19 de Setembro de 2011 Intervenção do Ministro de Estado

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal por Hossein Samiei Conselheiro, Departamento Europeu do FMI Conferência Sobre Reformas Estruturais no Contexto do Programa de

Leia mais

Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012

Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012 Elaborado Por: Ministério das Finanças Ministério da Planificação e Desenvolvimento Banco de Moçambique

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado Macroeconomia Faculdade de Direito UNL 2008/09 José A. Ferreira Machado 1. As principais grandezas macroeconómicas e a sua medição Medição do rendimento nacional, do nível geral de preços e da taxa de

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Profissionais Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA (2º ano de formação) Página 1 de 6 Competências Gerais Usar os conceitos

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

PAPEL DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS NA GESTÃO MACROECONÓMICA

PAPEL DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS NA GESTÃO MACROECONÓMICA PAPEL DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS NA GESTÃO MACROECONÓMICA I Parte Sobre o Papel do Estado na Economia Ø A necessidade de regulação do sistema económico: o sistema económico está sujeito a transformações,

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Vice - Presidência do Governo Gabinete do Vice-Presidente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Vice - Presidência do Governo Gabinete do Vice-Presidente Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente Senhora e Senhores Membros do Governo Permitam-me que, pela primeira vez que tenho a honra de intervir nesta Assembleia,

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 11 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

Comunicado. Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014

Comunicado. Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 Comunicado Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 De acordo com os procedimentos estabelecidos no Regulamento Tarifário foi submetida, em outubro, à apreciação do Conselho Tarifário, da Autoridade

Leia mais

Comunicado. Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014

Comunicado. Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 Comunicado Proposta de Tarifas e Preços para a Energia Elétrica em 2014 Nos termos regulamentarmente previstos, o Conselho de Administração da ERSE apresenta, a 15 de outubro de cada ano, uma proposta

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

Relatório de Convergência do Banco de Portugal: excerto sobre o caso português (Março de 1998)

Relatório de Convergência do Banco de Portugal: excerto sobre o caso português (Março de 1998) Relatório de Convergência do Banco de Portugal: excerto sobre o caso português (Março de 1998) Source: Banco de Portugal. Relatório de Convergência. Lisboa: Março de 1998. 47 p. http://www.bportugal.pt/euro/emudocs/rel_bp/todo_p.pdf.

Leia mais

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que:

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Declaração ao país António José Seguro 19 de Julho de 2013 Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Não houvesse mais cortes nas reformas e nas pensões Não houvesse mais despedimentos na função

Leia mais

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 PORTUGAL Economic Outlook Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 Portugal: Adaptação a um novo ambiente económico global A economia portuguesa enfrenta o impacto de um ambiente externo difícil,

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º ou 12.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Apontamentos de Contabilidade Nacional

Apontamentos de Contabilidade Nacional Apontamentos de Contabilidade Nacional Nuno Cancelo :: 31401 :: ISEL :: Semestre Verão :: Ano Lectivo 2009/2010 1/8 Índice Índices de Preços...3 Produto, Rendimento e Despesa...3 Produto...3 O Produto

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração

Leia mais

Informação necessária à avaliação do Programa da Coligação Portugal à Frente

Informação necessária à avaliação do Programa da Coligação Portugal à Frente Informação necessária à avaliação do Programa da Coligação Portugal à Frente Lisboa, 10 de Outubro de 2015 Na sequência da reunião mantida no dia 9 de Outubro de 2015, e com vista a permitir a avaliação

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

Espaço Fiscal e a Extensão da Protecção Social: Lições de Países em Desenvolvimento

Espaço Fiscal e a Extensão da Protecção Social: Lições de Países em Desenvolvimento Espaço Fiscal e a Extensão da Protecção Social: Lições de Países em Desenvolvimento Nuno Cunha, Coordenador dos Programas de Protecção Social da OIT em Moçambique 20 de Junho 2012 Centro de Conferências

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

FLUTUAÇÕES CAMBIAIS RECENTES EM MOÇAMBIQUE

FLUTUAÇÕES CAMBIAIS RECENTES EM MOÇAMBIQUE FLUTUAÇÕES CAMBIAIS RECENTES EM MOÇAMBIQUE D E T E R M I N A N T E S, I M PA C TOS E I M P L I C A Ç Õ E S D E P O L Í T I C A E D UARDO N E VES J OÃO Quais são os determinantes das taxas de câmbio? Os

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE)

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Países em recessão oficial (dois trimestres consecutivos) Países em recessão não-oficial (um trimestre) Países com desaceleração econômica de mais

Leia mais

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar 2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar Nome: N.º: Classificação: Ass.Professor: GRUPO I Este grupo é constituído

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES. Conferências sobre a Tributação do Património Imobiliário

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES. Conferências sobre a Tributação do Património Imobiliário ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES Conferências sobre a Tributação do Património Imobiliário A Contribuição Autárquica como fonte de financiamento dos municípios e a questão das isenções Paulo

Leia mais

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Page 1 of 5 Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Senhor Ministro das Finanças e Planeamento, Senhores Representantes do

Leia mais

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE V EUROSAI/OLACEFS CONFERENCE SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A V Conferência EUROSAI/OLACEFS reuniu, em Lisboa, nos dias 10 e 11 de Maio de

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social O Ministro das Finanças apresentou recentemente o "Documento de Estratégia Orçamental 2011-2015", que contém diversas medidas a

Leia mais

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Pedro João 28 de Abril 2011 Fundação António Cupertino de Miranda Introdução ao Plano de Negócios Modelo de Negócio Análise Financeira Estrutura do Plano de

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011 Ministério das Finanças e da Administração Pública ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO 11 de Março de 2011 Enquadramento No actual quadro de incerteza

Leia mais

III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES. Sessão de Abertura

III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES. Sessão de Abertura III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES Sessão de Abertura A regulação e supervisão da actividade seguradora e de fundos de pensões Balanço, objectivos e estratégias futuras É com

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL 1 São muitas e variadas as soluções e medidas de apoio à competitividade empresarial. Na intervenção de abertura o Presidente da

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO 2. INOVAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO O objectivo está adquirido, como está adquirida a consciência da sua importância. O que não está adquirido é a forma de

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico

Leia mais

School of Economics and Management

School of Economics and Management School of Economics and Management TECHNICAL UNIVERSITY OF LISBON Department of Economics Carlos Pestana Barros & Nicolas Peypoch Pedro Leão Consequências A Comparative Analysis de desequilíbrios of Productivity

Leia mais

Capítulo 4. Moeda e mercado cambial. Objectivos do capítulo

Capítulo 4. Moeda e mercado cambial. Objectivos do capítulo Capítulo 4 Moeda e mercado cambial Objectivos do capítulo Perceber o papel das taxas de câmbio no comércio internacional. Como são determinadas as taxas de câmbio de equilíbrio no mercado internacional

Leia mais

Estudo sobre Empreendedorismo e Criação de Emprego em Meio Urbano e Fiscalidade Urbana - Apresentação de resultados 13 /Novembro/2012

Estudo sobre Empreendedorismo e Criação de Emprego em Meio Urbano e Fiscalidade Urbana - Apresentação de resultados 13 /Novembro/2012 Estudos de Fundamentação do Parecer de Iniciativa Competitividade das Cidades, Coesão Social e Ordenamento do Território Estudo sobre Empreendedorismo e Criação de Emprego em Meio Urbano e Fiscalidade

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Fórum dos Economistas Finanças Públicas. Orador: Gareth Guadalupe

Fórum dos Economistas Finanças Públicas. Orador: Gareth Guadalupe Fórum dos Economistas Finanças Públicas economia em grande medida moldada pelas variáveis fora do seu controlo devido a elevada integração comercial limitadas capacidades de produção e; Não dotada de recursos

Leia mais

ACORDO SOBRE AS LINHAS ESTRATÉGICAS DE REFORMA DA SEGURANÇA SOCIAL

ACORDO SOBRE AS LINHAS ESTRATÉGICAS DE REFORMA DA SEGURANÇA SOCIAL ACORDO SOBRE AS LINHAS ESTRATÉGICAS DE REFORMA DA SEGURANÇA SOCIAL Julho de 2006 1 O sistema de protecção social português encontra-se hoje, tal como na generalidade dos países desenvolvidos, perante desafios

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/13 Págs. Duração

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

Provas de Acesso ao Ensino Superior Para Maiores de 23 Anos Candidatura de 2010. Tempo para realização da prova: 2 horas Tolerância: 30 minutos

Provas de Acesso ao Ensino Superior Para Maiores de 23 Anos Candidatura de 2010. Tempo para realização da prova: 2 horas Tolerância: 30 minutos Provas de Acesso ao Ensino Superior Para Maiores de 3 Anos Candidatura de 010 Exame de Economia Tempo para realização da prova: horas Tolerância: 30 minutos Material admitido: O examinando apenas pode

Leia mais

Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev.

Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev. Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev.1, 2011 Estrutura da apresentação Antecedentes Principais características

Leia mais

Boletim de Janeiro Atractividade. Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014

Boletim de Janeiro Atractividade. Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014 Boletim de Janeiro Atractividade Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014 13 de Fevereiro de 2014 A missãocrescimento As entidades promotoras: O Conselho Geral: Esmeralda DOURADO Rui

Leia mais

CONFERÊNCIA. Biomassa Financiar uma Fonte Limpa de Produção Energética FINANCIAMENTO DE CENTRAIS DE BIOMASSA. Lisboa, 7 de Julho de 2010

CONFERÊNCIA. Biomassa Financiar uma Fonte Limpa de Produção Energética FINANCIAMENTO DE CENTRAIS DE BIOMASSA. Lisboa, 7 de Julho de 2010 CONFERÊNCIA Biomassa Financiar uma Fonte Limpa de Produção Energética FINANCIAMENTO DE CENTRAIS DE BIOMASSA Lisboa, 7 de Julho de 2010 Luís Sousa Santos lsantos@besinv.pt Financiamento de Centrais de Biomassa

Leia mais

5. O QUE SE ESTÁ AINDA A FAZER

5. O QUE SE ESTÁ AINDA A FAZER 5. O QUE SE ESTÁ AINDA A FAZER A evidencia de ser este o caminho certo - embora não um caminho cómodo - exige o máximo empenhamento em terminar este processo de saneamento das contas públicas, por forma

Leia mais

OSVALDO LIMA Administrador

OSVALDO LIMA Administrador REGIME CAMBIAL EM CABO VERDE IMPLICAÇÕES PARA A POLÍTICA ECONÓMICA Banco de Cabo Verde OSVALDO LIMA Administrador I. CARACTERÍSTICAS DO REGIME CAMBIAL II. ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL COM PORTUGAL III.

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

Página Web 1 de 1. Ana Oliveira

Página Web 1 de 1. Ana Oliveira Página Web 1 de 1 Ana Oliveira De: GEOTA [geota@mail.telepac.pt] Enviado: quarta-feira, 11 de Abril de 2001 20:53 Para: erse@erse.pt Assunto: Comentários do GEOTA à proposta de Revisão dos Regulamentos

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS I. INTRODUÇÃO O Governo apresentou ao Conselho Económico e Social o Projecto de Grandes Opções do Plano 2008 (GOP 2008) para que este Órgão, de acordo com

Leia mais

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal José Luís Albuquerque Subdirector-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) VIII

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Medidas de Revitalização do Emprego

Medidas de Revitalização do Emprego Projeto de Resolução n.º 417/XII Medidas de Revitalização do Emprego A sociedade europeia em geral, e a portuguesa em particular, enfrentam uma crise social da maior gravidade. Economia em recessão e um

Leia mais

Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Economia

Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Economia Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Economia ECONOMIA INDUSTRIAL Aula 01 e 02: 04/03/2008 e 06/03/2008 Docentes: Carlos Nuno Castel-Branco; Carlos Vicente; Nelsa Massingue. Conceito de Industrialização

Leia mais

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins*

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Os fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) para Portugal tornaram-se uma componente importante da economia portuguesa

Leia mais

COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO

COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO 1. A economia cabo-verdiana é fortemente influenciada pela dinâmica da economia internacional, mormente da Zona Euro. 2. Neste contexto, a persistente

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT A análise do quadro jurídico para a ratificação da Convenção 102 da OIT por Cabo Verde, inscreve-se no quadro geral da cooperação técnica prestada

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL A profunda reforma da Segurança Social é, não apenas inevitável, como urgente.

SEGURANÇA SOCIAL A profunda reforma da Segurança Social é, não apenas inevitável, como urgente. Programa do Governo SEGURANÇA SOCIAL A profunda reforma da Segurança Social é, não apenas inevitável, como urgente. Como qualquer reforma sustentada, tem de se basear no justo equilíbrio entre criação

Leia mais

A procura agregada de bens e serviços: a função IS

A procura agregada de bens e serviços: a função IS A procura agregada de bens e serviços: a função IS Orçamento, saldo orçamental e dívida pública Francisco Camões Fevereiro 2014 1 Orçamento Saldo orçamental Dívida pública Orçamento Saldos orçamentais

Leia mais

Políticas de Investimento Público para Crescimento

Políticas de Investimento Público para Crescimento Seminário do Governo de Moçambique, em colaboração com o DFID, FMI e Banco Mundial, sobre "Desafios do Crescimento Económico e Emprego" Políticas de Investimento Público para Crescimento Carlos Nuno Castel-Branco

Leia mais

CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL

CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL I. INTRODUÇÃO No âmbito dos compromissos assumidos pelo Governo em sede de Concertação Social, o Governo apresentou

Leia mais

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão Capítulo VI Gestão Financeira e Patrimonial Artigo 18.º Princípios de Gestão 1. A gestão deve articular-se com os objectivos prosseguidos pela Câmara Municipal de Viseu, visando a promoção do desenvolvimento

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Economia e Finanças Públicas Aula T9

Economia e Finanças Públicas Aula T9 Economia e Finanças Públicas Aula T9 3. Receitas Públicas: Teoria e Prática 3.1 Principais fontes de financiamento público 3.1.1 Tipologia das receitas públicas 3.1.2 Características desejáveis de um sistema

Leia mais

OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA

OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA 7 OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA 7 OS PLANOS POUPANÇA-REFORMA As alterações no sistema de Segurança Social, bem como a importância da manutenção do nível de vida após a idade de aposentação, têm reforçado

Leia mais

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014 Comunicado à imprensa Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) torna público os valores totais dos activos da Reserva Financeira da Região Administrativa

Leia mais

Assembleia Popular Nacional

Assembleia Popular Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Assembleia Popular Nacional Lei n.º 2/88 Manda executar o Orçamento para o ano de 1988 A Assembleia Popular Nacional, usando da faculdade conferida pela alínea

Leia mais

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS Angola Capítulo II II.1.1. Síntese 25 revelou-se como um ano de referência no comportamento da economia angolana: o produto interno bruto registou um crescimento real superior a 2% (um dos mais elevados

Leia mais

III Congresso de Direito Fiscal Almedina/IDEFF Fiscalidade e competitividade. 11 de Outubro de 2012 Carlos Loureiro

III Congresso de Direito Fiscal Almedina/IDEFF Fiscalidade e competitividade. 11 de Outubro de 2012 Carlos Loureiro III Congresso de Direito Fiscal Almedina/IDEFF Fiscalidade e competitividade 11 de Outubro de 2012 Carlos Loureiro Índice 1. Tributação, crescimento económico e competitividade: algumas considerações de

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE CABO VERDE

ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE CABO VERDE Decreto n.º 24/98 Acordo de Cooperação Cambial entre a República Portuguesa e a República de Cabo Verde e o Protocolo para o Estabelecimento da Comissão do Acordo de Cooperação Cambial Nos termos da alínea

Leia mais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais 3.1. Aspectos conceptuais - antecipação do futuro, informação e expectativas racionais 3.2. A restrição orçamental intertemporal das famílias 3.3. Teoria

Leia mais

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO NA DINAMIZAÇÃO DA ACTIVIDADE EMPRESARIAL 1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os interesses das empresas junto do poder

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.2. O Princípio da Neutralidade da Moeda 6.3. Taxas de Câmbio Nominais e Reais 6.4. O

Leia mais

Melhor Contabilidade, Condição de Planeamento e Gestão Eficaz da Despesa Pública

Melhor Contabilidade, Condição de Planeamento e Gestão Eficaz da Despesa Pública Melhor Contabilidade, Condição de Planeamento e Gestão Eficaz da Despesa Pública Teodora Cardoso Apresentação na Conferência UM NOVO OLHAR SOBRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: O SNC-AP, Instituto Politécnico

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais