GARANTIAS DE CRÉDITO PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS: A ATUAÇÃO DO SEBRAE 1

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1 GARANTIAS DE CRÉDITO PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS: A ATUAÇÃO DO SEBRAE 1 Roberto Marinho Figueiroa Zica Introdução As micro e pequenas empresas brasileiras assumem importante papel dentro da economia nacional, destacando-se como um dos principais vetores na geração de ocupação e renda, bem como no desenvolvimento econômico e social da nação. As estatísticas que cercam esse segmento comprovam esta análise, pois num país de proporções continentais como o Brasil, os números são pujantes. Conforme apresenta o Boletim Estatístico de Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE, 2005) o número de MPE s no Brasil, supera a marca de 4,9 milhões. Em conjunto, as micro e pequenas empresas representam 99,2% das empresas formais, privadas e não agrícolas do país. De acordo com a pesquisa, o total de pessoas ocupadas equivale a , ofertando 57,2% do número de empregos formais. Outro dado importante é que as MPE s correspondem a cerca de 20% do total do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Não obstante a esta representatividade socioeconômica, as empresas de menor porte têm enfrentado barreiras na obtenção de recursos para alavancarem suas atividades, tanto nas instituições financeiras públicas quanto nas privadas. O que constataram Carvalho e Abramovay (2004, p.17), foi o não atendimento pelo Sistema Financeiro Nacional, genericamente, às necessidades de financiamento dos pequenos negócios, quando afirmam que o sistema financeiro brasileiro não atende às necessidades das pequenas e das microempresas. Corrobora com este argumento a percepção do ainda baixo, embora crescente, volume de crédito em relação ao Produto Interno Bruto auferido no país. De acordo com o Banco Central do Brasil (BACEN, 2008a), em outubro de 2008, o volume total de operações de crédito do sistema financeiro atingiu R$ bilhões 3, o equivalente a 39,1% do PIB. O percentual ainda não é elevado, mas vem apresentando crescimento sistemático, elevando-se 34% nos últimos doze meses. Apoiada na estabilidade favorável de indicadores macroeconômicos, como o controle do índice de inflação, a redução das taxas de juros e o alongamento de prazos, um dos fatores que tem contribuído para a expansão do volume de crédito no país é a readequação de produtos e serviços financeiros para o atendimento às MPE s e para empreendedores e 1 Artigo retirado do livro Los Sistemas de Garantía de Iberoamérica: Experiencias y Desarrollos Recientes (2008). Versão traduzida atualizada em 03/11/ Mestre e MBA em Administração de Empresas. Analista Técnico da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae Nacional. 3 Equivalente a aproximadamente US$ 574,50 bilhões, considerando a moeda Estadunidense numa cotação de R$ 2,00.

2 2 consumidores situados na base da pirâmide. Merece destaque a recente inovação do crédito consignado em folha de pagamento, responsável por boa parte do avanço do crédito no país. De acordo com Stiglitz e Weiss (1981), o acesso ao crédito é uma das mais importantes ferramentas ao desenvolvimento econômico de um país. Sem a obtenção de recursos as empresas diminuem sua capacidade produtiva e de investimento, reduzem os patamares de faturamento e de geração de emprego e renda, o que acaba contribuindo para o aumento nas taxas de mortalidade das MPE s. Conforme apontado por pesquisas e pela vivência de especialistas, um dos fatores que tem restringido o acesso das MPE s ao crédito bancário é a insuficiência de garantias reais. Sabe-se que a problemática não se dá em função da quantidade de recursos disponíveis nas instituições financeiras, mas em fazer o dinheiro chegar às micro e pequenas empresas. Deste modo, oferecer ao Sistema Financeiro Nacional mecanismos alternativos de garantias, que assegurem a outorga das garantias de crédito, com cobertura complementar direta, irrevogável e incondicional, representa atribuir uma mudança significativa no atual panorama restritivo do crédito para as MPE s, conforme afirma Santos (2006). Sob esta direção e levando-se em conta a estratégia para construir e estimular o surgimento e o fortalecimento de mecanismos que contribuam para o aumento do acesso ao crédito, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas vem atuando fortemente, desde 1995 com o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas FAMPE, e mais recentemente para o fomento às Sociedades de Garantia de Crédito no Brasil. O artigo tem o objetivo de apresentar um breve panorama do crédito no país, a perspectiva da insuficiência de garantias reais e demonstrar a forma de atuação do Sebrae para aumentar o acesso aos serviços financeiros, com redução de custos, por meio da articulação e estimulo da aproximação do Sistema Financeiro Nacional ao universo das Micro e Pequenas Empresas. 2 Panorama e perspectivas do acesso ao crédito Desde o segundo semestre de 2003, percebe-se uma substancial progressão no volume de transações de crédito no Brasil, repercutindo consequentemente num crescente aumento da relação PIB versus volume de crédito disponibilizado. Mesmo com a estabilidade econômica vivenciada e o sucessivo aumento do volume de empréstimos desta década, é patente o fato de que as micro e pequenas empresas (sobretudo) enfrentam diversas dificuldades na obtenção de recursos para a operacionalização e realização de investimentos em seus negócios. Ao disponibilizar recursos para operações creditícias, os bancos tendem a fazê-lo de maneira mais restrita às empresas de pequeno porte, conforme observa Carvalho e Barcelos (2002). A relativa dimensão reduzida de crédito destinado às MPE s, não pode ser encarada simplesmente como má vontade das instituições financeiras em financiarem suas atividades. Devem ser entendidas as razões para o não

3 3 financiamento mais amplo, bem como se viabilizarem formas de neutralizar ou minimizar as barreiras e estimular sua expansão. Em específico sobre o solo nacional, de acordo com especialistas do segmento, estas dificuldades em obtenção de crédito decorrem basicamente de dois pilares estruturais: o alto custo financeiro e as fortes restrições de acesso ao crédito. O Brasil, historicamente, tem praticado elevadas taxas de juros comparativamente a outros países. No mês de Outubro de 2008 a taxa de juros Selic 4 atingiu o percentual de 13,75% a.a. Apesar de ainda elevado este quadro tem apresentado significativa melhora, comportando-se de forma declinante e consistente. Para efeitos comparativos, em Outubro do ano 2000 a taxa Selic situava-se em 16,50% a.a. e no início de 2003 estava no patamar de 26,5% a.a.. Segundo Morais (2006), as reduções das taxas de juros fizeram com que os grandes bancos diminuíssem suas operações de tesouraria, que passaram a oferecer ganhos menores e estejam migrando paulatinamente para o mercado de crédito. Embora seja um dos fatores de inibição do crédito, o alto custo de empréstimos não tem se apresentado como o único problema das empresas de menor porte para o acesso a financiamentos. Segundo Stiglitz e Weiss (1981) problemas como os de assimetria de informação, seleção adversa e insuficiência de garantias têm preenchido a pauta de restrição dos financiamentos para as micro e pequenas empresas. No direito brasileiro, segundo a lição doutrinária de Neves (1997, p ), a garantia pode ser definida como meio de assegurar ou acautelar o direito de outrem, contra qualquer lesão resultante da inexecução de uma obrigação. A garantia, continua o autor, é a proteção que a ordem jurídica dispensa à pessoa ou ao direito de cada um. Para Souza (2002), a ponte que liga a economia ao direito é o crédito, e o seu pilar de sustentação chama-se garantia do crédito. A falta de garantias tem sido obstáculo recorrente e preponderante para as MPE s acessarem o crédito. Constatação importante assumem Pombo e Herrero (2006, p 10), quando afirmam que a garantia é um bem ou recurso escasso, sobretudo aquelas garantias melhor qualificadas e ponderadas, o que provoca graves dificuldades no acesso a financiamento das micro, pequena e médias empresas. O agravante desta situação é justamente a percepção que a falta das garantias se dá nas duas pontas, tanto do lado da oferta e quanto da demanda. Sob a ótica da demanda, ou dos empresários, dentre as razões alegadas pelos bancos para não conceder empréstimos às MPE s, a falta de garantias reais a oferecer foi a preponderante, com 22% das ocorrências na pesquisa realizada pelo Sebrae-SP (2006). Possuir registro no CADIN, SERASA ou SPC (instituições responsáveis por formação de banco de dados, cadastro e informações de clientes, pessoas físicas e/ou jurídicas, em débito 4 Selic Sistema especial de liquidação e de custódia. Selic é um sistema informatizado que se destina à custódia de títulos escriturais de emissão do Tesouro Nacional, bem como ao registro e à liquidação de operações com os referidos títulos.

4 4 com órgãos públicos e empresas) foram responsáveis por 20% das citações. Igual número, 20%, apontou que a razão alegada pelo banco para a não concessão do empréstimo, foi de que o projeto era inviável. O gráfico 1 permite a visualização de todas as ocorrências mencionadas na pesquisa. Linhas de crédito fechadas Insuficiência de documentos Projeto inviável Registro no CADIN / SERASA / SPC Falta de garantias reais Outras (*) 1% 2% 20% 20% 22% 35% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Empresas GRÁFICO 1: Razões alegadas pelos bancos para não dar empréstimos às MPE s, segundo as empresas com propostas crédito negadas. Fonte: SEBRAE-SP, Nota: (*) exemplo: empresa nova, baixo faturamento, baixa pontuação, não aceitaram carro da empresa como garantia. O desafio também é enfrentado pelas instituições financeiras, que, em determinadas situações, desejam ofertar o crédito e expandir suas carteiras de empréstimos, mas se vêem impossibilitadas em virtude desta mesma insuficiência de informações e de garantias confiáveis por parte das firmas. As garantias (colaterais) assumem dupla função dentro das práticas bancárias: i) a de cumprimento da legislação pertinente; e ii) a de reduzir os riscos da operação. Sob o enfoque da legislação é importante também elucidar que o Banco Central do Brasil, por meio da Resolução 2.682/1999, determina que as instituições financeiras devem classificar as operações de crédito em detrimento ao risco atribuído, variando de 0,0% para o nível de menor risco AA, até 100,0% para o nível de maior risco H (BACEN, 2007b). Quanto às exigências específicas de garantias em operações de crédito, a Resolução 3.258/2005 manteve a proibição de as instituições financeiras realizarem operações que não atendam aos princípios de seletividade, garantia, liquidez e diversificação de riscos (BACEN, 2007c). No tocante ao risco, Stiglitz e Weiss (1981) mais uma vez contribuem ao analisarem que a exigência de garantia para a liberação dos recursos é também uma forma de discriminar comportamentos mais ou menos arriscados.

5 5 Quanto maior for o risco da operação, maior será a quantidade e qualidade das garantias exigidas pelo agente financeiro para contratá-la. Constata-se que minimizar ou até mesmo eliminar, as barreiras impostas pela exigência de garantias, por meio de mecanismos adequados de complementaridade dos colaterais exigidos, associando-se qualitativamente à formas simples e eficazes de fornecimento de informações pertinentes ao crédito às instituições financeiras, implicaria essencialmente no incremento do nível de empréstimos totais (SANTOS, 2006). Como se pôde perceber, o ambiente de crédito no país vem impondo aos empresários de micro e pequenos negócios diversas barreiras a serem transpostas. Porém, ao longo desta década este quadro vem apresentando avanços, com maior quantidade de recursos disponibilizados e com melhor qualidade, isto é, sob condições mais adequadas e com produtos e serviços estruturados às necessidades dos tomadores. A expectativa de diversos analistas financeiros é que esta expansão da oferta de crédito continue se ampliando de forma sustentável e se direcionando cada vez mais para a base da pirâmide. 3 Estratégia de atuação do Sebrae O Sebrae é uma sociedade civil sem fins lucrativos, enquadrado como serviço social autônomo, criado em 1972 e que tem a missão de promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas e fomentar o empreendedorismo. Por meio de diversas atividades, programas e projetos - como de capacitação empresarial; acesso a serviços financeiros; mercados; e a tecnologia e inovação; políticas públicas; e formas de atendimento individual e coletivo articula e contribui para o desenvolvimento de ambientes favoráveis aos pequenos negócios nacionais. Não se estabelece como instituição financeira, logo, não está autorizado (tão pouco possui esta intenção) pelo Banco Central do Brasil a conceder empréstimos e financiamentos a seus clientes. O movimento dinâmico da economia nacional e internacional é inteiramente dependente e ocorre no arcabouço do Sistema Financeiro Nacional - SFN, que normatiza e intermedia financeiramente as transações entre as disponibilidades de poupança e aplicação dos recursos (ASSAF NETO, 2005, p.80). São as instituições financeiras que fazem chegar os recursos de financiamento às empresas, organizações, grupos coletivos, cooperativas, governos e pessoas físicas, enfim, aos seus clientes. Neste âmbito a compreensão do Sebrae é que a obtenção dos recursos para financiamento e capitalização devem ser articulados e resolvidos dentro do SFN e não fora dele. Assim a estratégia de atuação se constitui na articulação, estimulo e indução da aproximação do sistema financeiro ao segmento das micro e pequenas empresas, para ampliar o acesso e reduzir os custos do crédito e demais serviços financeiros (UASF, 2007). A figura 1 a seguir, demonstra a estratégia de atuação da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae, onde a alegoria de uma tesoura representa de um lado a oferta de serviços financeiros (crédito, poupança, seguro, meios eletrônicos de pagamento) e de outro lado o universo das micro

6 6 e pequenas empresas formais e informais 5 urbanas. A intenção é aproximar um do outro, sendo que na primeira parte, onde já existe aderência entre as duas partes, atuar fortemente em processos negociais para redução de custos totais de transação. Do meio para a extremidade direita, onde estão mais distantes os pequenos negócios dos ofertantes de recursos, a atuação vai ao encontro de propiciar maior acesso. Quanto mais estiverem na extremidade direita, mais frágeis e sem acesso são os pequenos negócios, se valendo do atendimento de instituições de microfinanças e cooperativas de crédito vocacionadas para este público. É importante ressaltar que na parte intermediária da figura percebe-se que as MPE s não conseguem efetivar contratos de financiamento em detrimento da insuficiência das garantias reais a oferecer. FIGURA 1: Mercado de crédito no segmento das MPEs formais e informais Fonte: SANTOS, O Sebrae atua nestas três frentes, sendo que no tocante a temática garantias já vem trabalhando desde Julho de 1995 com o FAMPE e tem estimulado fortemente o fomento às Sociedades de Garantia de Crédito Fundo de Aval às micro e pequenas empresas FAMPE O FAMPE foi o primeiro fundo de aval a ser constituído no país. Instituído em julho de 1995 pelo Sebrae, surgiu com a finalidade de viabilizar a concessão de garantias complementares nos financiamentos e empréstimos pleiteados pelas MPE s, junto às instituições financeiras credenciadas. A intenção ao se constituir o fundo, foi a perspectiva de reduzir as barreiras enfrentadas pelos empresários de micro e pequenos negócios, incapazes de oferecer as garantias totais exigidas pelas instituições financeiras. Pode-se dizer que o fundo foi o pioneiro e indutor da criação dos demais fundos no país. Desde sua criação, até o mês de dezembro de 2006 já foram beneficiadas empresas. Como possui a característica de complementar as garantias já oferecidas pelas empresas, o Fundo de Aval não substitui por completo a necessidade do proponente ao crédito apresentar outras garantias, tão pouco poderá ser utilizado quando o cliente apresentar todas as garantias exigidas 5 Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (ECINF, 2003), existem cerca de 10 milhões de empreendimentos informais urbanos.

7 7 pelo agente financeiro. Outro fator é que agente financeiro poderá exigir garantias somente para a parcela do financiamento não coberta pelo FAMPE. As empresas beneficiárias do fundo são as micro e pequenas empresas pertencentes aos setores industrial (inclusive agroindústria), comercial e de serviços, desde que se enquadram dentro dos seguintes limites financeiros anuais: i) Micro empresa: receita anual bruta de até R$ ,00 (US$ ,00); ii) Pequena empresa: receita anual bruta superior a R$ ,00 (US$ ,01) e até R$ ,00 (US$ ,00); iii) Micro e pequenas empresas exportadoras: receita anual bruta de até R$ ,00 (US$ ,00). Ao contratar um financiamento ou empréstimo com uma micro ou pequena empresa, a instituição financeira realiza a análise de crédito e solicita as garantias sobre o pleito. Caso o cliente não possua a integralidade dos colaterais exigidos, poderá complementá-las com o FAMPE, contratando-o junto ao agente financeiro conveniado. Os limites da garantia podem assumir até 80% do valor financiado. O patrimônio do fundo é formado por recursos provenientes do orçamento do SEBRAE, pelas receitas provenientes da cobrança da Taxa de Concessão de Aval TCA e sendo agregada pelos rendimentos das aplicações financeiras dos recursos do fundo. O saldo, com base em dezembro de 2006, foi R$ ,00, equivalente a US$ ,00. O valor da carteira de garantias concedidas pelo fundo até aquele período era de R$ ,00 ou US$ , Desempenho das operações do FAMPE A tabela 1 visa demonstrar a performance do fundo nas operações contratadas desde sua constituição. Cabe destacar a forte escalada que houve no número de operações desde o segundo semestre de 2007, a partir de alterações realizadas no FAMPE. Com as alterações, as condições gerais de concessão de garantia pelo fundo passou para até 80% do valor do crédito contratado. O limite também se estendeu para R$ ,00, R$ ,00 para linhas de capital de giro puro e R$ ,00 para crédito voltados à exportação na fase pré-embarque e a financiamentos destinado a investimentos em desenvolvimento tecnológico e inovação.

8 8 Tabela 1: Desempenho das operações do FAMPE. Ano Número de Operações (Unidades) Financiamentos Concedidos (US$) Avais Concedidos (US$) Avais Honrados (US$) Valores em US$ mil Avais Recuperados (US$) (1 Sem) Total Fonte: SEBRAE, Novos Rumos: Sociedades de Garantia de Crédito Conforme demonstram as experiências dos modelos de Sistemas de Garantias de Crédito ao redor do mundo, as firmas associadas têm muito mais possibilidades de obterem vantagens competitivas no que toca ao complemento das garantias, do que aquelas que agem singularmente (POMBO e HERRERO, 2003; BAUMGARTNER, 2004). Dentre os benefícios no emprego das SGC, segundo Casarotto Filho e Pires (1999), se destacam três frentes: i) disponibilidade de orientação empresarial e de serviços técnicos especializados, com vistas a alcançar gestão superior nos negócios; ii) poder de barganha para o acesso a produtos financeiros mais adequados, a um custo de transação e taxa de juros mais reduzidos do que os disponíveis no portifólio tradicional dos agentes financeiros; minimização dos trâmites e procedimentos burocráticos na obtenção do crédito; iii) credibilidade na metodologia de análise dos avais; e a outorga complementar das garantias, notadamente o grande mote da Sociedade. Neste contexto de cooperação financeira e benefícios coletivos, o Sistema Sebrae, juntamente com diversos parceiros públicos e privados, tem envidado esforços na direção do fomento e fortalecimento das Sociedades de Garantia de Crédito no território nacional. Em consonância com Santos (2006), o estabelecimento de uma sistemática garantidora de crédito que, concomitantemente à outorga das garantias, possibilite antecipadamente a redução do desbalanceamento das informações disponíveis entre as instituições financiadoras e as micro e

9 9 pequenas empresas (ex-ante) e do risco moral (ex-post) que reduza substancialmente o risco de crédito, são altamente recomendáveis. Tais fatores contribuem decisivamente na redução dos índices de inadimplência e nos custos de concessão, convergindo para a redução dos spreads e, conseqüentemente, das taxas de juros para tomador final. Tendo claro as vantagens da adoção das SGC como instrumento de ascensão ao crédito, a estratégia de atuação do Sebrae vai ao encontro de propiciar apoio técnico e, eventualmente, financeiro àquelas iniciativas consistentes e sustentáveis, que obedeçam a todos os parâmetros de governança, credibilidade junto a comunidade empresarial e que conte com a participação de parceiros públicos, privados e demais interessados. Sob esta égide, no ano de 2003 o Sebrae Nacional juntamente com os parceiros Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul e Sebrae Rio Grande do Sul, apoiou a iniciativa do empresariado da região da Serra Gaúcha na constituição da primeira experiência brasileira de Sociedade de Garantia de Crédito. O apoio do Sebrae se traduziu em assistência técnica, no aporte de recursos para constituição do fundo de risco local, equivalente ao primeiro piso, e do fundo de contra-garantia, relativo ao segundo piso. Sob o foco da realização de eventos o Sebrae realizou, em parceria com a Federação Brasileira dos Bancos Febraban e Banco Central do Brasil Bacen, o primeiro Fórum Nacional de Garantias de Crédito, na cidade de São Paulo em Já em 2008, também em conjunto com o Banco Central, realizou o II Fórum Brasileiro de Sistemas de Garantia na cidade de Salvador. O evento teve o objetivo de disseminar e gerar conhecimentos capazes de consolidar e aprimorar mecanismos ágeis e eficientes de acesso ao crédito e de promoção das boas práticas empresariais. Estiveram presentes no Fórum Brasileiro cerca de 180 participantes de diversos estados, além de representantes de inúmeras instituições financeiras nacionais, regionais e estaduais. Concomitantemente ao Fórum Brasileiro, também realizou em parceira com o Banco Central e a Rede Ibero americana de Garantia Regar, o XIII Fórum Ibero Americano de Sistemas de Garantia e Financiamento para as Micro e Pequenas Empresas. O Fórum, pela primeira vez no Brasil, reuniu cerca de 350 especialistas nacionais e internacionais de 19 países além de representantes de instituições apoiadoras e de diversas instituições financeiras Desempenho das operações do FAMPE Relevante também mencionar que o interesse pelo tema se redobra em decorrência da recente inclusão do artigo 60 A, pela Lei Complementar 127 / 2007, no esteio da Lei Geral das MPE (LC 123/2006). O referido artigo traz a possibilidade da instituição do Sistema Nacional de Garantias de Crédito pelo Poder Executivo, o que representa um ganho potencial, pois abre a perspectiva da constituição e aprimoramento de normativos e outros diplomas legais.

10 Chamada Pública Dentro da estratégia de fomentar e fortalecer instrumentos que estimulem o acesso ao crédito, sob custos e condições mais vantajosas, o Sebrae lançou Chamada Pública, em Março de 2008, com o objetivo de selecionar propostas de parcerias para apoio técnico e/ou financeiro do Sebrae destinadas à constituição de Sociedades de Garantia de Crédito voltadas majoritariamente para micro e pequenas empresas brasileiras. O intuito do Sebrae com a Chamada Pública é de contribuir para a promoção de um amplo sistema de garantia de crédito no país, apoiando o surgimento de iniciativas, com vistas a oferecer maiores oportunidades de acesso ao crédito e serviços empresariais pelos pequenos empreendimentos. Segundo os termos da Chamada Pública, o Sebrae poderá apoiar iniciativas de prestação de garantia complementar, no formato mutualista e de prestação de serviços empresariais às micro e pequenas empresas Natureza de apoio: O Sebrae poderá apoiar técnica e financeiramente as iniciativas sob as seguintes formas de apoio: Operação: com o ressarcimento de até 50% do total do projeto, para cobertura de despesas administrativas e operacionais (excluído pagamento de salários e encargos, aluguéis, aquisição de imobilizados e instalações civis). Assistência Técnica: em até 100%, de forma não reembolsável, para custear despesas com consultorias, treinamentos, eventuais missões e intercâmbio de informações. Para este tipo de apoio o prazo será de até 30 meses, a partir da assinatura do convênio. Fundo de Risco Local: o valor a ser destinado será em consonância com a necessidade projetada, sendo renovável e retornável após 5 anos, sob remuneração a ser negociada posteriormente. O quadro 1: Responsabilidades e parceiras - indica a possível participação do Sebrae Nacional, dos Sebrae Estaduais e de Parceiros, sob os aspectos de Apoio Institucional, Assistência Técnica, Apoio Operacional, e Apoio Financeiro.

11 11 Quadro 1: Responsabilidades e parceiras. Instituição Sebrae Nacional Sebrae UF Parceiros Apoio Institucional Publicar a Chamada; Avaliar e selecionar as propostas; Acompanhar e supervisionar as atividades. Apoiar na divulgação da Chamada; Articular parcerias; Coordenar ações locais; Acompanhar e supervisionar as atividades. Atuar na sensibilização e mobilização das lideranças; Articular criação de Comitês Locais; Participar do Conselho de Administração e Fiscal. Assistência Técnica ($) Disponibilizar metodologias e conteúdos; Disponibilizar plataformas operacionais; Qualificar consultoria especializada. Aportar recursos na fase preparatória; Apoiar a preparação da Carta consulta, Diagnóstico e Plano de Negócios. Aportar recursos na fase preparatória. Apoio Operacional ($$) Apoiar financeiramente a operacionalização. Apoiar financeiramente a operacionalização. Disponibilizar e arcar com estrutura física, patrimonial e humana. Apoio Financeiro ($$$) Aportar recursos para Operação e Fundo de Risco. Aportar recursos para Operação e Fundo de Risco. Operação e Fundo de Risco. Fonte: Sebrae, Mobilizações Em termos de mobilização em torno da Chamada Pública, foram envolvidos 18 estados da Federação, até o mês de outubro de 2008, com apresentações para lideranças empresariais, empresários, representantes de instituições financeiras e do poder público. Houve também forte apoio à mobilização de duas iniciativas de âmbito nacional: Unisol Central dos Empreendimentos e Cooperativas Solidárias e Abrapost Associação Brasileira de Franquias Postais. Foram entregues 08 cartas consultas - formalização da intenção de constituir uma SGC - das seguintes regiões: Rio de Janeiro Bacia de Campos; Paraná Região Noroeste; Paraná Região Sudoeste; Minas Gerais Leste Mineiro; Minas Gerais Sul de Minas; Mato Grosso SIAMT; Bahia Salvador e em torno; e Abrapost Associação Brasileira de Franquias Postais.

12 Considerações Finais O segmento das micro e pequenas empresas assumem um importante papel dentro da economia do país, destacando-se como um dos principais vetores na geração de ocupação e renda e contribuindo para a geração do PIB nacional. Não obstante a sua relevância, a preocupação com o segmento aumenta quando se analisa as elevadas taxas de mortalidade que atingem nos primeiros anos de constituição. São várias as causas apontadas pelos empresários para o encerramento das atividades, mas as dificuldades preponderantes estão relacionadas à falta de crédito bancário. A escassez de crédito é um dos fatores que mais arrefecem o dinamismo econômico das empresas e o desenvolvimento social de uma nação. Embora esteja num movimento de constante crescimento da relação PIB versus crédito, com sucessiva expansão do volume concedido nesta década, o percentual total ainda é acanhado, se comparado a países com economias mais desenvolvidas ou do mesmo patamar que a brasileira. Pesquisas demonstram que a falta de garantias é apontada como o principal obstáculo a ser superado pelos empresários de pequenos negócios, para a obtenção de recursos de terceiros. Mesma dificuldade é também percebida pelas instituições financeiras, que não conseguem reduzir o risco das operações em detrimento da falta de garantias e de informações confiáveis sobre o negócio. Como forma de aumentar o acesso ao crédito e reduzir as dificuldades em se apresentar as garantias exigidas pelo Sistema Financeiro Nacional, foram criados mecanismos que pudessem garantir as operações creditícias perante as instituições financeiras. O Sebrae tem trabalhado ao longo dos anos com Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas FAMPE e com o fomento às Sociedades de Garantia de Crédito. O FAMPE tem demonstrado forte evolução no número de operações desde o final de 2007 atingido a marca de R$ Bilhão de avais concedidos. O lançamento recente da Chamada Pública para constituição de SGC tem conseguido atingir as metas iniciais de mobilização e as perspectivas de consolidação do processo são bastante consistentes. Estima-se que até o final de 2009 possam haver mais 10 SGC no país. Merece destacar que estão sendo desenvolvidos e disponibilizados ferramental necessário à implementação das SGC. Importante ressaltar que o estímulo ao surgimento e fortalecimento das SGC não objetiva substituir os modelos existentes, como o FAMPE ou outros fundos de aval, mas a de continuar realizando melhorias constantes nos mecanismos existentes. Enfim, pode-se afirmar que o grande objetivo da atuação do Sistema Sebrae dentro desta temática inovadora continua sendo o de contribuir fortemente para o aumento da competitividade das micro e pequenas empresas, por meio da expansão do acesso aos serviços financeiros.

13 Referências ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. 6. Ed. São Paulo: Editora Atlas, BANCO CENTRAL DO BRASIL Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro: notas para a imprensa a. Disponível em <http://www.bcb.gov.br/?ecoimpom>. Acesso em: 01 nov BANCO CENTRAL DO BRASIL RESOLUÇÃO 2.682/ b. Disponível em <http://www5.bcb.gov.br/normativos/detalhamentocorreio.asp?n= & C =2682&ASS=RESOLUCAO+2.682>. Acesso em: 23 out BANCO CENTRAL DO BRASIL RESOLUÇÃO 3.258/ c. Disponível em <http://www5.bcb.gov.br/normativos/detalhamentocorreio.asp?n= & C =3258&ASS=RESOLUCAO+3.258>. Acesso em: 23 out BAUMGARTNER, Regiane: Propostas para implementação de um Sistema de Garantia de Crédito Mutualista como alternativa de acesso ao crédito para as micro, pequenas e médias empresas no Brasil Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. CARVALHO, Carlos E. e ABRAMOVAY, Ricardo: Panorama Geral. In: SANTOS, Carlos Alberto et al (org.). O Sistema Financeiro e as Micro e Pequenas Empresas: Diagnósticos e Perspectivas. Cap. 1 Diagnóstico da oferta e da demanda de serviços financeiros. Brasília: SEBRAE, CASAROTTO FILHO, Nelson. E. e PIRES, Luiz Henrique. H.: Redes de pequenas e médias empresas e desenvolvimento local. Estratégias para a conquista da competitividade global com base na experiência italiana. São Paulo. Atlas, MORAIS, José Mauro. Empresas de pequeno porte e as condições de acesso ao crédito: falhas de mercado, inadequações legais e condicionantes macroeconômicos. Texto para discussão do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA n.º Brasília, Disponível em <http://www.ipea.gov.br/pub/td/2006/td_1189.pdf >. Acesso em: 20 out NEVES, Iêdo Batista. Vocabulário enciclopédico de tecnologia jurídica e de brocardos latinos. Volume II. 1ª edição. Rio de Janeiro: Editora Forense, POMBO, Pablo Gonzáles et al., El marco de los sistemas/esquemas de garantía en Europa: principales características y conceptos. ETEA, Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales, Universidad de Córdoba. Fundación ETEA para el Desarrollo y la Cooperación. Espanha, POMBO, Pablo Gonzáles e HERRERO, Alfredo Calvo. Los sistemas de garantias para la pyme en una economia globalizada. Edição eletrônica Cyberlibro. Espanha, 2003.

14 14 SANTOS, Carlos Alberto. Risco de Crédito e Garantias: A proposta de um sistema nacional de garantias. Brasília: SEBRAE, Disponível em <http://www.uasf.sebrae.com.br/artigos>. Acesso em: 22 out SEBRAE. Boletim Estatístico de Micro e Pequenas Empresas - Observatório: 1º Semestre de SEBRAE. Brasília, SEBRAE-SP. Sondagem de opinião: Financiamento de Micro e Pequenas Empresas (MPE s) no Estado de São Paulo. SEBRAE-SP. São Paulo, SOUZA, Sylvio Capanema de. Considerações sobre a cumulação das garantias pessoais e reais, na alienação fiduciária. Jus Navigandi, Teresina: ano 6, n. 56, abr Disponível em <http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2910>. Acesso em 25 out STIGLITZ, J. E. e WEISS, A.: Credit Rationing in Markets with Imperfect Information. The American Economic Review, Vol. 71, n. 3, pg , UASF - Unidade de Acesso a Serviços Financeiros: Missão da UASF. Brasília, Disponível em: <http://www.uasf.sebrae.com.br>. Acesso em 03 nov ZICA, Roberto Marinho Figueiroa: Sistema de Garantia de Crédito para Micro e Pequenas Empresas no Brasil: A proposta de um modelo Dissertação de Mestrado em Administração, Faculdade de Estudos Administrativos FEAD - CENTRO DE GESTÃO EMPREENDEDORA

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