Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista Prof. Francisco Caldeira Cabral Instituto Superior de Agronomia

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1 Segurança dos utilizadores na ciclovia Acesso e circulação de veículos automóveis à ciclovia A entrada de veículos na ciclovia, quer de emergência, quer de manutenção e finalmente de trânsito local, deverá efectuar-se pelos cruzamentos, devendo os mesmos conter informação de acordo com cada situação. O estudo para a compatibilização dos principais utilizadores permite aferir as entradas e saídas nos troços. Os critérios para a definição da permeabilidade das entradas na ciclovia têm por base alguns pressupostos, nomeadamente: A ciclovia deverá apresentar um elevado grau de segurança, garantindo a todos os utilizadores um número mínimo de conflitos. A ciclovia será acessível em toda a sua extensão a veículos de emergência. A acessibilidade dos mesmos far-se-á através de alguns dos pontos de contacto da ciclovia com a rede viária e de caminhos. A circulação destes veículos estará sujeita a circuitos intermitentes, impedindo desta forma que outros veículos possam usar a ciclovia como estrada alternativa. Para isso, a classe Fechado respeitante à permeabilidade dos cruzamentos significará a existência de obstáculos fixos. Os veículos de emergência deverão abandonar a ciclovia num cruzamento anterior devidamente sinalizado. Será possível a estes atingir este ponto - obstáculo fixo, em caso de necessidade, devendo em seguida inverter o sentido de marcha. Pretende-se que o acesso às proximidades deste ponto obstáculo fixo seja efectuado a partir do exterior, mantendo os veículos no exterior. Desta forma evitar-se-ão manobras dispensáveis. As classes de permeabilidade são as seguintes:!" Fechado: o cruzamento encontra-se vedado à circulação de todo e qualquer veículo, permanentemente.!" Parcialmente aberto: o cruzamento encontra-se parcialmente vedado à circulação de veículos, tendo um obstáculo permanente em apenas um dos lados do cruzamento e simultaneamente aberto no lado oposto a veículos autorizados (emergência e manutenção) ou obstáculos amovíveis permeáveis a veículos autorizados (emergência e manutenção).!" Aberto: o cruzamento encontra-se aberto à circulação de veículos autorizados, incluindo trânsito local. A estratégia de utilização de cada cruzamento é uma relação directa entre a permeabilidade, obtida de acordo com um plano de circulação que tem em conta a compatibilização de todos os potenciais

2 utilizadores do espaço da ciclovia, respeitando simultaneamente os fluxos actualmente existentes. Desta forma é aferido um grau de permeabilidade e preconizada uma actuação com vista à anulação do conflito para o utilizador. As possíveis estratégias de utilização estão conforme o Quadro seguinte: Quadro Permeabilidade Fechado Parcialmente aberto Aberto Estratégia de utilização Entrada de veículos interdita Acesso SOS SOS - Manutenção Acesso SOS - Manutenção - Trânsito local Acesso SOS - Manutenção - Trânsito local Exemplo de obstáculos amovíveis numa ciclovia em Espanha (gentilmente cedidas por PROBISA PORTUGAL ) Os dados referentes às estratégias de utilização das entradas e saídas a partir dos cruzamentos, de acordo com a sua permeabilidade, são referenciados nas Peças Desenhadas da Proposta.

3 Garantir a segurança Uma questão fundamental e cada vez mais actual, refere-se à segurança necessária à implementação de percursos cicláveis. Este aspecto é salientado como determinante em relação à integridade ecológica de corredores, podendo estes ficar comprometidos em caso de falta de segurança dos cidadãos quando os frequentam 1 São princípios que incluem respostas adaptativas ao ambiente que maximizam o comportamento físico, psicológico e social do utilizador, tendo como pressuposto o facto de que o utilizador demonstrará sempre preferência por meios que o façam sentir-se mais seguro fisicamente e confortável ao nível social, psicológico e físico. É portanto de enumerar os princípios de segurança dos cidadãos, de forma a melhorar-se o desenho desta estrutura de espaço exterior:!" Garantir a visibilidade dos outros;!" Evitar o isolamento. Criar condições para a visibilidade por outros, nomeadamente com a grande frequência dos espaços;!" Garantir uma sensação de liberdade e simultaneamente um completo controlo da situação com a percepção de uma certa segurança que permita rapidamente escapar a uma situação de apuro; Em 1990 nos EUA, a insegurança nos percursos de bicicletas e peões eram apontadas com preocupação, sendo tomadas em linha de conta na sua concepção e implementação, sendo ainda uma das principais razões de contestação utilizadas pelos seus opositores 2 No entanto, vários estudos indicam que este tipo de caminhos não são menos seguros que outras áreas de utilização humana e simultaneamente não causam aumentos de criminalidade. Este percurso, felizmente, não confronta com situações sociais que gerem preocupações de maior no concerne a riscos de agressões, furto ou crime, devendo ser dada especial atenção a outros problemas de segurança, nomeadamente:!" A insegurança de potenciais conflitos resultantes dos cruzamentos com a rede viária;!" O isolamento e os consequentes danos psicológicos resultantes de grandes distâncias percorridas em áreas inabitadas;!" Os riscos da chegada da noite, especialmente em troços inabitados e de difícil acesso; 1 (Luymes and Tamminga, 1995). 2 (Grove in National Geographic, 1990).

4 !" Os problemas associados a exaustão física ou problemas de saúde inesperados, que necessitem de assistência médica;!" Os riscos associados à queda de rochas.!" Os riscos da coabitação de bicicletas e peões com veículos de trânsito local. As medidas para a resolução dos conflitos e dos pontos fracos estão contemplados no diagnóstico, devendo estes ser abrangidos na fase de proposta por concretizações projectuais. A ciclovia deve adequar as medidas que garantam a segurança dos seus utilizadores, adaptando as mesmas às suas necessidades:!" Resolver os atravessamentos;!" Nas zonas necessitadas de iluminação, deve garantir-se o reconhecimento de outra pessoa a 25 metros e da sinalização fundamental a pelo menos 20 metros.!" Garantir informação sobre as formas de contacto com o exterior em caso de necessidade, nomeadamente com a dotação da ciclovia de equipamentos de emergência;!" Informar de uma forma constante sobre a localização do utilizador, nomeadamente com a indicação frequente dos equipamentos de apoio e garantindo formas evidentes de abandono da ciclovia em caso de necessidade;!" Fornecer informação especial adequada em troços inabitados e de difícil acesso, alertando particularmente para os riscos da chegada da noite;!" Garantir a estabilização dos taludes e controlo da queda de materiais através de barreiras físicas e simultaneamente o controlo na fonte;!" Gerir os volumes de vegetação. Nos casos do troço em causa estar ladeado por vegetação densa, deve-se garantir a existência em simultâneo de vários estádios de vegetação que confiram sempre um campo de visão confortável entre o nível dos joelhos e dos olhos; Sinalização A existência de sinalização na ciclovia contribui de uma forma determinante para a garantia de segurança dos utilizadores. A sinalização em causa divide-se em duas classes, de acordo com o receptor das mensagens: - O receptor é o automobilista, na via de tráfego que se cruza com a ciclovia ou o automobilista e os ciclistas na ciclovia, nos troços de sobreposição. Nestes casos a

5 sinalização deve responder à regulamentação em vigor, portanto ao código da estrada. Como elementos de um sistema de tráfego, os peões e ciclistas têm que obedecer às regras que regulamentam esse sistema. É pois determinado que os utentes das vias respeitem as directivas do tráfego constantes das placas de sinalização marcadas na via ou dos semáforos. Estes equipamentos devem apresentar as dimensões regulamentadas no código da estrada. Não podem portanto estar inseridos em paineis, devendo estar independentes. - O receptor é unicamente o ciclista, portanto, na ciclovia e nos troços reservados do tráfego automóvel. Nesta situação, é de reter que os sinais verticais aplicados unicamente a ciclistas devem ser de dimensão inferior aos que são utilizados na sinalização dos automobilistas 3. É possível a adopção de outro formato para a sinalização, contendo outras informações e entre estas a sinalização adequada destinada ao tráfego. Desta forma, opta-se pela sua colocação no interior de Paineis Intermédios. A sinalização vertical nem sempre é suficiente ou a mais adequada para cada situação, devendo-se portanto recorrer a medidas mais eficazes, sempre que necessário, nomeadamente a técnicas de gestão de tráfego pelo design ou às marcações no pavimento. Estas marcações podem ser aplicadas sobre a via de tráfego automóvel ou mesmo sobre a pista ciclável, expressando-se através de linhas contínuas, traços interrompidos, setas ou textos. Das marcações no pavimento mais relevantes e mais intensamente utilizadas, é de referir as passadeiras para trânsito de velocípedes São vários os sinais de tráfego que convém reter para o planeamento da ciclovia e cuja utilização permite um melhor ordenamento deste tráfego, assim como a resolução dos possíveis conflitos. Desta forma, enumeram-se alguns sinais que podem ser considerados de maior interesse: Sinal de cedência de prioridade este sinal indica aos utilizadores a cedência de prioridade aos restantes que se encontrem a circular num cruzamento que se segue. 3 Vários (Setembro de 1979); Rede de Tráfego Urbano na Suécia (velocípedes) Versão Portuguesa - Ed. Ministério da Habitação e Obras Públicas (MHOP), Gabinete de Informação Pública e Relações Externas.

6 Sinal de aproximação imediata de passadeira de peões e de pista para ciclistas este sinal destina-se aos automobilista a existência de uma passadeira de peões ou de uma pista para ciclistas em cruzamento com a via automóvel em que circula. Trânsito proibido e sentido proibido indicam a proibição de circulação nos dois sentidos para veículos de qualquer espécie ou apenas no sentido a que se refere o sinal, respectivamente (se a proibição se aplicar também a ciclistas, essa informação deve ser adicionada com um sinal suplementar). É de afirmar que em todas as situações, esta ultima proibição deve ser evitada, podendo aplicar-se excepcionalmente nos casos de ruas de tráfego exclusivamente pedonal. Trânsito proibido a velocípedes e velomotores em caso de proibição mesmo da circulação destes quando conduzidos à mão, essa informação deve também ser indicada em sinal suplementar.

7 Trânsito proibido a peões. Paragem obrigatória este sinal aplica-se também a ciclistas, mostrando a experiência no estrangeiro, não ser frequentemente respeitado pelos mesmos (MHOP, 1979). Pista obrigatória para ciclistas Pista obrigatória para peões.

8 Pista obrigatória para peões e ciclistas, conjunta ou separada, respectivamente. No planeamento de vias pedonais e cicláveis, para além destes sinais universais obrigatoriamente utilizados em situações de conflito com as vias automóveis, é possível ainda a utilização livre de outras indicações. Regras de circulação na Ciclovia Como elementos de um sistema de tráfego, os peões e ciclistas têm que obedecer às regras que regulamentam esse sistema. É pois determinado que os utentes da ciclovia tenham que respeitar as directivas do tráfego constantes de placas de sinalização marcadas na via ou semáforos. O transporte de um velocípede à mão faz considerar o indivíduo que o transporte, como um mero peão, não podendo portanto utilizar as faixas para ciclistas (MHOP, 1979). Em condições normais, dever-se-á seguir pelo lado direito da via, exceptuando quaisquer condições anormais que o justifiquem (MHOP, 1979). A ciclovia é só para ciclistas e só poderá ser utilizada por outros veículos em caso de cruzamento (MHOP, 1979).ou nas situações devidamente assinaladas. Os condutores de veículos automóveis ou outros deverão ser obrigados a ceder a prioridade aos veículos que circulem da direita, nomeadamente ciclistas (MHOP, 1979). Os condutores devem ceder a prioridade a ciclistas ou peões quando estes cruzarem a faixa de rodagem, para a qual este pretenda dirigir-se (MHOP, 1979). Um condutor, quando mudar de direcção, num cruzamento e cruzar uma via para ciclistas, tem obrigação de dar prioridade ao ciclista (MHOP, 1979).

9 Nenhum condutor poderá parar ou estacionar em pista para ciclistas ou caminho para peões (MHOP, 1979).

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