HOSPITAL DA SENHORA DA OLIVEIRA GUIMARÃES, EPE. REGULAMENTO DE VISITAS

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1 REGULAMENTO DE VISITAS

2 PREÂMBULO O presente Regulamento estabelece os princípios gerais em matéria de visitas e aplica-se a todos os serviços de internamento. Divide-se em três capítulos sendo o primeiro relativo ao regime geral de visitas, o segundo relativo aos regimes especiais de visitas e o terceiro relativo a outras disposições. CAPÍTULO I - DO REGIME GERAL DE VISITAS Art. 1º (ÂMBITO DE APLICAÇÂO) 1. O Regime Geral de Visitas aplica-se a todos Serviços de Internamento, excepto naqueles que sejam objecto de regulamentação própria, constante do Cap. II, relativo aos Regimes Especiais de Visita. Art. 2º (DIREITO A RECEBER VISITAS) 1. Todos os doentes internados têm direito a receber visitas, excepto nas seguintes situações: Quando se verifiquem razões de natureza clínica, casos em que o Médico Assistente, com a anuência do Director do Serviço, deverá determinar essa restrição. Quando comuniquem aos responsáveis do Serviço onde se encontram internados que não desejam receber visitas. 2. As excepções relativas ao número anterior deverão, logo que possível, ser comunicadas aos familiares no prazo máximo de 24 horas após os motivos que a determinem, devendo essa comunicação ser efectuada pelo Director do Serviço ou alguém em quem este delegue essa função. Deverá ser também enviada comunicação escrita, dentro do mesmo prazo, ao Serviço de Relações Públicas. Art. 3º (RECEPÇÃO E ENCAMINHAMENTO DOS VISITANTES) 1. Os visitantes deverão dirigir-se ao Serviço de Relações Públicas, situado no átrio principal do Hospital, indicando o nome e o Serviço onde o doente se encontra internado, após o que será entregue um cartão de visita magnético. 2. A apresentação do cartão de visita é obrigatória sempre que solicitada por elementos da segurança ou profissionais do Serviço onde decorra a visita. 3. A utilização do cartão magnético está sujeita a uma caução de 5 euros, verba que será restituída após a sua devolução no Serviço de Relações Públicas. 4. O cartão magnético poderá ser devolvido após a finalização da visita ou, em alternativa, ser gerido pelos familiares durante o período de internamento. 5. A presença de pessoas nos serviços de internamento sem o cartão de visita ou de outro qualquer documento de autorização previsto, será motivo suficiente para a sua obrigação em abandonar o local. 6. O direito à restituição do valor da caução cessa nos casos em que a devolução do cartão magnético é efectuada para além de 15 dias após a alta do respectivo utente. 1

3 Art. 4º (PERÍODOS DE VISITA) 1. As visitas aos doentes internados têm lugar diariamente nos seguintes períodos: Período da Manhã: h às h. Período da Tarde:15.00 h às h. Art. 5º (NÚMERO DE VISITANTES) 1. O número de visitantes por doente internado durante o período de visitas não é limitado. Todavia, cada doente não pode receber em simultâneo mais do que: 1 visitante no período de visita da manhã. 2 visitantes no período de visita da tarde. 2. A gestão do tempo de visita caberá ao próprio doente ou, na sua impossibilidade, aos familiares. Por conseguinte, não haverá critérios especiais para a atribuição dos cartões disponíveis. 3. A visita de crianças menores de 10 anos é autorizada, embora não recomendada, devendo ser contabilizada para efeitos de atribuição dos cartões de visitante como um adulto. Em casos excepcionais poderá ser autorizada a visita simultânea de mais do que uma criança, tornando-se necessário o contacto prévio com o respectivo 4. Os médicos de clínica geral que se identifiquem como tal e que se assumam como responsáveis por um ou mais doentes internados podem visitá-los das 9:00 às 20:00 horas independentemente do número limite de visitas. Art. 6º (LOCAIS DE VISITA) 1. Sempre que a situação clínica do doente o permita, a visita deverá efectuar-se na sala de estar do Art. 7º (INTERRUPÇÃO DA VISITA) A visita poderá ser interrompida sempre que: 1. Existam razões de natureza médica ou de enfermagem. 2. A pedido do próprio doente ou de qualquer outro da mesma enfermaria. 3. Sempre que o comportamento dos visitantes comprometa o normal funcionamento do CAPÍTULO II DOS REGIMES ESPECIAIS DE VISITAS Art. 8º (QUARTOS PARTICULARES) 2

4 MINISTÉRIO DA SAÚDE 1. O número de visitantes por doente internado durante o período de visitas não é limitado. Todavia, cada doente não pode receber em simultâneo mais do que quatro visitantes. 2. O horário das visitas processa-se das 9.00 horas às horas. Art. 9º (SERVIÇO DE OBSTETRICIA) 1. As visitas no Serviço de Obstetrícia regem-se pelo regime geral de visitas, excepto no que se refere ao pai e irmãos da criança recém-nascida. 2. O pai e os irmãos da criança recém-nascida poderão efectuar visita fora do período normal, desde que exista autorização prévia do 3. No caso de a visita do pai da criança recém-nascida ocorrer fora do horário de funcionamento do Serviço de Relações Públicas, deve essa visita ser referenciada junto do elemento da segurança, o qual só a autorizará depois de confirmar o internamento junto do Serviço de Obstetrícia. Art. 10º (SERVIÇO DE PEDIATRIA) 1. Os pais das crianças internadas têm direito a permanecer continuamente junto delas. 2. Ambos os pais podem permanecer no Serviço entre as 9.00 horas e as horas e um deles entre as horas e as 9.00 horas. Os pais podem eventualmente ser substituídos por outras pessoas desde que indiquem expressamente em quem recai essa escolha. 3. É autorizada também a visita dos avós, durante 30 minutos, das crianças que não estejam acamadas nem isoladas e que possam deslocar-se à Sala de Visitas do 4. Não é permitida a visita de crianças menores de 15 anos. 5. A visita dos pais das crianças internadas processa-se através de cartões de visitante próprios, emitidos pelo secretariado do Serviço de Pediatria, cabendo também a sua gestão ao mesmo 6. Diariamente será fornecida ao Serviço de Relações Públicas uma listagem de crianças internadas, onde constarão as que podem receber as visitas dos avós. 7. As crianças internadas em serviços de adultos beneficiam dos mesmos direitos, devendo os respectivos serviços proporcionar os meios, dentro das suas possibilidades, para o seu cumprimento. Art. 11º (UNIDADE DE NEONATOLOGIA) 1. Os familiares das crianças internadas dispõem de horários de visita especiais, dependendo, todavia, do seu grau de parentesco: a) Mãe 24 horas/dia b) Pai 8.00 horas às horas c) Irmãos visitas de duração não superior a 15 minutos em 2 dias da semana. d) Avós visitas de duração não superior a 15 minutos, com permanência limitada à zona envidraçada do corredor. 2. A visita dos pais das crianças internadas processa-se através de cartões de visitante próprios, emitidos pelo secretariado do Serviço de Pediatria/Neonatologia, cabendo também a sua gestão ao mesmo 3

5 Art. 12º (UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS POLIVALENTE) 1. São apenas permitidas visitas no período da manhã, entre as h e as h e no período da tarde, entre as horas e as horas a familiares directos, 1 por doente por períodos que não excedam os 15 minutos, até ao limite de 2 por dia. 2. A gestão dos tempos de visita cabe aos responsáveis do Art. 13º (UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS DE CARDIOLOGIA E UNIDADE INTERMÉDIA) 1. São apenas permitidos até um máximo de dois visitantes diários por doente, podendo apenas uma delas permanecer junto do doente. 2. Os períodos de visita são os seguintes: Manhã horas às horas Tarde horas às horas CAPÍTULO III OUTRAS DISPOSIÇÕES Art. º 14º (DADORES DE SANGUE E EQUIPARADOS) 1. Os dadores de sangue beneficiam de uma autorização especial de visita, não estando condicionados pelo limite de duas visitas por doente. 2. Beneficiam igualmente de autorização especial de visita todos os sócios da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Guimarães e todos os dadores a quem o Serviço de Sangue do Hospital da Senhora da Oliveira-Guimarães, EPE emita declaração de dador, a qual será válida, provisoriamente, até à obtenção do cartão de dador. 3. A autorização especial para a visita de dadores de sangue e sócios da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Guimarães decorre exclusivamente dentro do período normal de visitas. 4. Os dadores de sangue e sócios da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Guimarães deverão fazer prova desse estatuto junto do Serviço de Relações Públicas, através da exibição do respectivo cartão. Art. 15º (ASSISTÊNCIA RELIGIOSA) 1. Todos os sacerdotes ou ministros de qualquer religião têm acesso ao hospital, com permissão dos doentes, ou, quando os mesmos se encontrem inconscientes, tal seja solicitado pelos seus familiares directos. 2. A visita ao doente deverá ser sempre precedida de passagem pelas Relações Públicas, a fim de serem devidamente identificados. Art. 16º (ALIMENTAÇÃO PROVENIENTE DO EXTERIOR) 4

6 MINISTÉRIO DA SAÚDE 1. É interdito aos visitantes o transporte de comida e bebida sem que para tal se encontrem expressamente autorizados pelo médico assistente, enfermeiro-chefe ou alguém por estes designados. Art. 17º (UTILIZAÇÃO DE APARELHOS DE IMAGEM E DE SOM) 1. É interdito aos visitantes a utilização de aparelhos de imagem ou som, sem que para tal se encontrem expressamente autorizados pelo médico assistente, enfermeiro chefe ou alguém por estes designados, devendo para o efeito efectuar o seu registo de entrada junto do Serviço de Relações Públicas. 2. O Hospital não se responsabiliza por possíveis avarias ou furtos. Art. 18º (UTILIZAÇÃO DE TELEMÓVEIS) 1. É, em regra geral, proibida a utilização de telemóveis nos serviços de internamento. As eventuais excepções dependem da autorização prévia dos responsáveis do Art. 19º (DO ACOMPANHANTE) 1. Cada doente internado poderá beneficiar da presença de um acompanhante, quando para isso existam razões de natureza clínica ou de enfermagem. 2. O acompanhante será escolhido pelo doente, ou, na impossibilidade de o fazer, por um dos seus familiares. 3. A presença do acompanhante não está sujeita ao período normal de visitas. 4. A autorização para a presença de um acompanhante caberá ao médico assistente ou ao enfermeiro chefe do respectivo 5. A autorização para a presença de um acompanhante, quando se verifique, deverá ser comunicada por escrito ao Serviço de Relações Públicas pelos elementos mencionados no número anterior. Art. 20º (RESPONSABILIDADES DO PESSOAL DOS SERVIÇOS DE INTERNAMENTO) 1. Cabe ao pessoal dos serviços de internamento, no âmbito das respectivas funções, contribuir para o cumprimento geral do Regulamento de Visitas, designadamente: a. Impedir que os visitantes invadam zonas de acesso não previstas. b. Zelar para que a visita se processe sem barulho e/ou outros tipos de comportamento incorrectos que possam perturbar o normal funcionamento do c. Interromper o período de visitas nos casos referidos no art. 7º. d. Chamar os elementos da segurança quando constatem a presença de visitantes sem o respectivo cartão identificativo ou quando este não seja relativo ao Serviço onde estes se encontrem. 2. Fornecer explicações sobre os termos do presente Regulamento, bem como quaisquer outras julgadas úteis. 3. Comunicar superiormente eventuais violações ao presente Regulamento. 5

7 Art. 21º (INFORMAÇÕES) 1. O acesso aos Serviços para obtenção de informações clínicas por parte dos familiares dos doentes internados insere-se no regime de visita do período da manhã, decorrendo de segunda-feira a sexta-feira. Art. 22º (OMISSÕES) Os casos omissos no presente Regulamento serão resolvidos por deliberação do Conselho de Administração Art. 24º (REVISÃO DO REGULAMENTO) O presente Regulamento poderá ser revisto pelo Conselho de Administração, sempre que razões supervenientes o aconselhem. 6

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