O Interface de Transportes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Interface de Transportes"

Transcrição

1 O Interface de Transportes Tipologias de funcionamento e morfologia espacial - aplicação ao projecto Resumo Alargado Inês Isabel do Nascimento Piedade Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Arquitectura Júri Presidente: Professor Doutor António Costa Orientador: Professor Doutor Pedro Brandão Vogais: Professor Doutor Fernando Nunes da Silva Setembro 2008

2 RESUMO ALARGADO A presente dissertação explora a temática dos Interfaces de transportes, quer em termos morfológicos, funcionais e organizacionais, quer em termos de enquadramento e relação com a cidade. A escolha do tema tem a sua origem na cadeira de Projecto Final. De facto, o projecto desenvolvido nesta disciplina incentivou a autora a estudar com maior profundidade esta temática, na medida em que a zona de intervenção escolhida, Sete Rios, propicia uma análise conjunta do espaço com os vários modos de transporte que se interligam. No primeiro capítulo, para além das motivações, do Estado da Arte, da estrutura e das restrições, são ainda descritos os principais objectivos deste trabalho: O estudo das funções do interface de transportes como centralidade urbana e a avaliação da atractibilidade do interface para os usos urbanos. Ou seja, pretende-se perceber se o interface começa a ser, ou se tem capacidade para ser um ponto importante na estrutura urbana, não sendo apenas mais um nó de transportes, mas também um espaço cultural, de lazer e de interacção social; A avaliação dos factores que motivam a organização espacial do interface por níveis (altimetria); A análise de como e em que situações práticas, estas ligações (não só interiores como exteriores) dentro do Interface de Transportes, são feitas da melhor forma; A avaliação dos aspectos que mais contribuem para uma adequada concepção de um Interface de Transportes, através da análise e comparação de casos de estudo; Por fim, a avaliação das implicações que todos os pontos estudados tiveram no projecto desenvolvido na cadeira de Projecto Final. No segundo capitulo é feita uma contextualização do tema dos Interfaces de Transportes, a qual começa com uma breve descrição da evolução dos transportes e do conceito de mobilidade ao longo dos tempos. Refere-se que a ideia de mobilidade quotidiana surgiu no século XIX, com a era moderna devido, principalmente, à separação por zonas (zona da habitar, zona de trabalhar e zona de lazer). As pessoas começaram a sentir a necessidade de viajar todos os dias, quer fosse das suas casas para o trabalho, quer fosse para a zona comercial ou de lazer. Com o evoluir dos tempos, estas deslocações passaram a estar cada vez mais facilitadas, muito devido à fácil aquisição de um automóvel. É ainda salientada a ideia de que o automóvel vai originar uma diminuição acentuada do uso pedonal das ruas e, em casos extremos, do próprio sentido do espaço público. 2

3 A segunda parte deste capítulo debruça-se, precisamente, nas implicações que o aparecimento do automóvel teve no desenho e na vivência da cidade. É feita uma descrição da evolução do espaço público, desde as cidades pré-automóvel, passando pela construção das galerias comerciais (século XIX) em Itália, França ou Inglaterra, até à cidade contemporânea, onde se verificam muitas mudanças ao nível da vivência e usufruto da cidade, estando estas relacionadas com a utilização (ou com o abandono) por parte da população, não só do espaço público, mas também dos centros das cidades. Assiste-se a uma privatização do espaço público, nomeadamente com a construção de centros comerciais localizados na periferia, verificando-se uma consequente deterioração e abandono por parte dos peões, das tradicionais ruas e lojas dos centros, tornando-se estas zonas cada vez mais inseguras. São ainda apresentadas algumas hipóteses de resolução da actual falta de compatibilidade entre a cidade e o automóvel, nomeadamente o conceito do Utility-Car e o desenvolvimento de automóveis com motores híbridos ou eléctricos. A última parte deste capítulo evidencia como, da concentração e proximidade entre os modos de transporte, se começaram a conceber espaços subterrâneos e sobrepostos de qualidade, na cidade. Estes espaços, que são os Interfaces de Transportes, são pontos cada vez mais importantes na cidade. Estes, aliados à coordenação e organização dos vários modos de transporte, são os principais concorrentes do transporte individual e, o facto dos modos se encontrarem parcialmente enterrados e de se organizarem verticalmente, por níveis, tem ainda a vantagem de libertar espaço na cidade, devolvendo-o ao peão. São, por fim, apresentados alguns exemplos internacionais de reconversões de estações e áreas obsoletas nas suas proximidades, onde são valorizados os modos existentes e adicionados outros, estando estes novos espaços associados a grandes pólos empresariais, comerciais e habitacionais. No terceiro capítulo, o tema dos Interfaces de Transportes é abordado mais aprofundadamente, descrevendo-se o seu aparecimento e função, a sua implantação e organização funcional e dando-lhe um enquadramento legal e de gestão territorial. Refere-se que, se recuarmos no tempo, vemos que inicialmente, os portos, aeroportos e estações de caminhos-de-ferro eram apenas nós de uma rede ou de um sistema de transportes. Hoje em dia, estando muitas vezes ligados a outros modos de transporte e a diversas actividades (Interfaces de Transportes), fazem já parte de sistemas bastante mais complexos de mobilidade. Salienta-se ainda que os Interfaces de Transportes, para fazerem concorrência ao transporte individual, têm de ser cada vez mais atractivos e, para isso, é importante que sejam cada vez mais eficientes, cómodos, de fácil percepção da estrutura de funcionamento, seguros, que assegurem a protecção dos passageiros das intempéries aquando das mudanças de modo de transporte e 3

4 minimizarem ao máximo o tempo de espera e o tempo perdido em mudanças entre os modos. Outro dos factores que tornam um interface agradável e atractivo, é a qualidade dos percursos pedonais, aquando do transbordo de um modo para outro. A última parte deste capítulo pretende dar um enquadramento do que foi feito nesta área em termos legais e de gestão territorial. É salientada a importância da implementação de Planos de Mobilidade, que permitirão uma melhor coordenação, organização e gestão entre os diferentes modos e empresas de transporte. O quarto capítulo tem um âmbito mais prático. Numa primeira fase foram escolhidos quatro Interfaces de Transportes: Cais do Sodré, Pragal, Oriente e Sete Rios (interface actual e interface do projecto de final de curso). É dada uma pequena explicação da escolha de cada um deles e é apresentado um quadro que sintetiza os modos de transporte que encontramos em cada Interface. Numa segunda fase, procede-se à escolha de um conjunto de critérios para análise dos referidos casos de estudo. Na escolha destes critérios, foram bastante úteis os métodos explicados em: A imagem da cidade; O CHÃO DA CIDADE guia de avaliação do design de espaço público; Project for Public Spaces. Embora utilizem critérios de avaliação distintos, acabam por se complementar. Foi feita então uma selecção dos critérios que se pensa serem os mais adequados e pertinentes para o que se pretende avaliar, e acrescentaram-se e adaptaram-se alguns deles, conforme a sua maior pertinência: Continuidade existência ou não de relação com a estrutura e malha urbana envolvente, ou seja, se existe continuidade ou relação com ruas, praças ou espaços existentes; Permeabilidade existência ou não de ligações físicas ou visuais com a envolvente; Segurança Conforto Aprazibilidade os espaços serão analisados em termos de: manutenção, iluminação, mobiliário urbano, presença de seguranças ou agentes da autoridade; Legibilidade se o local é de percepção imediata ou se uma pessoa tem de recorrer obrigatoriamente aos sistemas de comunicação direccional para se orientar. Também é analisada a qualidade destes sistemas de comunicação, quer os informativos e direccionais, quer os comerciais; Mobilidade existência de barreiras arquitectónicas; existência ou não de equipamentos que ajudem a superar estas barreiras (elevadores, escada rolantes, plataformas elevatórias para cadeiras de rodas); e facilidade ou não de mudança entre modos de transporte, a nível físico, ou seja, sem ter em conta se esta mudança é de percepção imediata ou não, ou se está bem ou mal assinalada; 4

5 Acessibilidade qualidade dos acessos pedonais mais próximos do equipamento; existência de ligação com parques de estacionamento; zonas de táxis; e zonas de Park&Ride e Kiss&Ride; Usos e Actividades existência ou não de ligações a zonas comerciais; tipologias de comércio encontramos; utilização destes locais só pelos utentes do interface de transportes ou também os transeuntes normais os utilizam; realização de actividades no espaço do interface. No capítulo que antecede a conclusão, a análise e comparação dos Interfaces supracitadas, em conjunto com os conhecimentos obtidos no decorrer da pesquisa, são aplicadas ao projecto desenvolvido na cadeira de projecto Final. Este capítulo começa por uma introdução onde são descritos a área escolhida para o projecto, assim como a sua envolvente mais próxima e os principais objectivos que o projecto deve atingir. È ainda apresentada uma breve explicação do projecto desenvolvido pela autora. Seguidamente são apresentadas algumas das questões de projecto relacionadas com a pesquisa para a dissertação, tais como: a relação destas grandes infra-estruturas com a envolvente urbana; a ligação entre os diferentes pisos e modos de transporte; organização interior do Interface, etc.. São também descritos alguns dos problemas e condicionantes no projecto: área ocupada por infra-estruturas viárias; topografia do terreno, apresentando diferenças de cotas muito elevadas; falta de ligação entre as zonas envolventes; viaduto do Eixo Norte/Sul; separação dos modos de transporte. Por fim, é feita uma descrição das opções tomadas no projecto: mancha edificada que permite uma maior relação entre as zonas; prolongamento de ruas da envolvente; ligação pedonal entre todas as zonas e todos os modos de transportes a partir do piso -1; concentração dos modos de transporte numa zona (Interface de Transportes). A elaboração deste trabalho permitiu à autora destacar alguns pontos que considera essenciais na concepção de Interfaces de Transportes mais eficientes, quer em termos de relação com a cidade, quer em termos de conjugação e compatibilização de usos: O Interface de Transportes deverá ser um espaço integrado na estrutura urbana, ou seja, deverá constituir não só um local de acesso aos meios de transporte, mas deverá assumir-se como um espaço privilegiado de passagem. Deve por isso promover a cultura (com feiras temáticas, exposições e outros eventos), o lazer e a interacção social. Desta forma há que referir a importância dos interfaces de transportes estarem associados a zonas comerciais que complementem os usos existentes na envolvente; 5

6 A sua organização torna-se mais eficaz e cómoda se for estruturada verticalmente, por diferentes níveis. Deste modo os utilizadores estarão sempre protegidos das intempéries, conduzindo a percursos entre modos de transporte, mais atractivos, confortáveis e seguros. Esta disposição tem ainda a vantagem de libertar espaço na cidade, devolvendo-o ao peão; A inexistência de barreiras arquitectónicas é um aspecto fundamental. É imprescindível que estes espaços permitam o acesso quer por meio de escadas rolantes, quer por elevadores, aos diferentes níveis e zonas do interface; Uma boa acessibilidade ao interface é também essencial. Em termos de acessibilidade pedonal, é importante a existência de passadeiras junto aos acessos, ou de passagens aéreas ou subterrâneas no caso de serem vias de tráfego muito elevado. A acessibilidade automóvel é também um ponto relevante. Deverão ser previstas não só zonas de estacionamento, com ligação directa ao interface (Park&Ride) ou na sua envolvente, mas também zonas de paragem que permitam largar ou apanhar passageiros (Kiss&Ride). 6

Plano de Pormenor de Salvaguarda e Valorização do Núcleo Histórico de Sines. Proposta de Termos de Referência

Plano de Pormenor de Salvaguarda e Valorização do Núcleo Histórico de Sines. Proposta de Termos de Referência Plano de Pormenor de Salvaguarda e Valorização do Núcleo Histórico de Sines Proposta de Termos de Referência Câmara Municipal de Sines Divisão de Planeamento, Ordenamento do Território e Ambiente OUTUBRO

Leia mais

Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra

Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra O Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra estabelece a concepção do espaço urbano, para a área de intervenção do Plano, dispondo, designadamente,

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde Assunto: Avaliação Ambiental Estratégica Recomendações para a integração e apreciação da Componente Saúde Humana nos Planos Municipais de Ordenamento do Território Nº: 36/DA DATA:09.10.09 Para: Contacto

Leia mais

Guião Orientador sobre a metodologia de abordagem dos transportes nos PMOT

Guião Orientador sobre a metodologia de abordagem dos transportes nos PMOT Guião Orientador sobre a metodologia de abordagem dos transportes nos PMOT Luís Jorge Bruno Soares António Perez Babo Robert Stussi Maria Rosário Partidário Bruno Lamas brunosoares@brunosoaresarquitectos.pt

Leia mais

GAPTEC. Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas. Relatório Final Volume II. Maio 2003

GAPTEC. Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas. Relatório Final Volume II. Maio 2003 GAPTEC Departamento de Planeamento Estratégico Divisão do Plano Director Municipal Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas Maio 2003 Relatório Final Volume II EQUIPA Coordenadores

Leia mais

Matosinhos: território de mobilidades

Matosinhos: território de mobilidades Matosinhos: território de mobilidades O desenvolvimento do tecido urbano, as alterações do modo de vida, a flexibilidade do automóvel particular, associada a uma oferta nem sempre satisfatória de transportes

Leia mais

AVALIAÇÃO DA TAXA DE SUCESSO EM REABILITAÇÃO URBANA

AVALIAÇÃO DA TAXA DE SUCESSO EM REABILITAÇÃO URBANA Congresso Construção 2007-3.º Congresso Nacional 17 a 19 de Dezembro, Coimbra, Portugal Universidade de Coimbra AVALIAÇÃO DA TAXA DE SUCESSO EM REABILITAÇÃO URBANA Rui Calejo Rodrigues 1, Flora Silva 2

Leia mais

Trabalho Prático. Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática

Trabalho Prático. Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática Trabalho Prático Designação do Projecto Proposta de Valorização da Zona Ribeirinha do Montijo Tema Cidades Saudáveis e Respostas Locais Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática

Leia mais

Regulamento de Edificabilidade do Pólo Industrial da Lagoa Cortes - Monção

Regulamento de Edificabilidade do Pólo Industrial da Lagoa Cortes - Monção Regulamento de Edificabilidade do Pólo Industrial da Lagoa Cortes - Monção CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito e aplicação Para efeitos de uso do solo e de licenciamento de quaisquer obras de

Leia mais

6408 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 235 10 de Outubro de 2001 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

6408 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 235 10 de Outubro de 2001 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 6408 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 235 10 de Outubro de 2001 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Resolução do Conselho de Ministros n. o 150/2001 A Assembleia Municipal de Santarém aprovou em 20

Leia mais

REGULAMENTO do Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque) Logístico e Industrial de Arazede (PLIA)

REGULAMENTO do Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque) Logístico e Industrial de Arazede (PLIA) REGULAMENTO do Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque) Logístico e Industrial de Arazede (PLIA) CAPÍTULO l Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito territorial e regime 1. O Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque)

Leia mais

DECLARAÇÃO AMBIENTAL DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL AO PLANO DE PORMENOR DA GAFANHA DA BOA HORA/FLORESTA

DECLARAÇÃO AMBIENTAL DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL AO PLANO DE PORMENOR DA GAFANHA DA BOA HORA/FLORESTA DECLARAÇÃO AMBIENTAL DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL AO PLANO DE PORMENOR DA GAFANHA DA BOA HORA/FLORESTA Setembro de 2011 QUEROVENTO Serviços em Ambiente, Lda. AAE da Proposta de Alteração Parcial ao

Leia mais

GUIA ORIENTADOR DE REVITALIZAÇÃO URBANA BARREIRO VELHO. Ana Filipa Coelho 28 /MAIO/2015 1

GUIA ORIENTADOR DE REVITALIZAÇÃO URBANA BARREIRO VELHO. Ana Filipa Coelho 28 /MAIO/2015 1 GUIA ORIENTADOR DE REVITALIZAÇÃO URBANA BARREIRO VELHO 28 /MAIO/2015 1 Guião da Apresentação 2. Caracterização da área em estudo 3. Estratégia de iniciativas desenvolvidas pela Câmara Municipal do Barreiro

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

Estradas seguras e mobilidade sustentável. Isabel Seabra Catarina Marcelino

Estradas seguras e mobilidade sustentável. Isabel Seabra Catarina Marcelino Estradas seguras e mobilidade sustentável Isabel Seabra Catarina Marcelino 11 de Maio de 2011 1 PARTE I O Tema 2 O TíTULO As estradas seguras e a mobilidade sustentável Estrada = espaço rodoviário/ infra-estrutura

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA LOCALIZAÇÃO DA OBRA Neste projecto é proposta a ligação entre o bloco de aulas da Faculdade de Engenharia do Porto (FEUP), e o novo edifício da Associação de Estudantes

Leia mais

Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO

Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO SÍNTESE METODOLÓGICA Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO

Leia mais

NORMA TÉCNICA LICENCIAMENTO

NORMA TÉCNICA LICENCIAMENTO ELEMENTOS ANEXOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDO DE 1. PEDIDO DE DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO 2. PEDIDO DE ALTERAÇÃO À LICENÇA DE LOTEAMENTO 3. PEDIDO DE DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO 4. PEDIDO DE DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO

Leia mais

Criar uma relação forte entre os seus factores fundamentais:

Criar uma relação forte entre os seus factores fundamentais: Criar uma relação forte entre os seus factores fundamentais: História e herança A economia local dominante A sua classe criativa, mas não suficientemente forte A sua cultura de inovação, essa sim impregnada

Leia mais

Plano de Pormenor de Reabilitação Urbana de Santa Catarina TERMOS DE REFERÊNCIA

Plano de Pormenor de Reabilitação Urbana de Santa Catarina TERMOS DE REFERÊNCIA Plano de Pormenor de Reabilitação Urbana de Santa Catarina Câmara Municipal de Sines Departamento de Gestão Territorial Divisão de Planeamento, Ordenamento do Território e Ambiente Novembro de 2012 Índice

Leia mais

requalificação em consequência de concurso de arquitectura promovido pela Câmara Municipal de Lisboa.

requalificação em consequência de concurso de arquitectura promovido pela Câmara Municipal de Lisboa. AIRES MATEUS E ASSOCIADOS RUA SILVA CARVALHO, 193, 1250-250 LISBOA TEL 21 381 56 50 35/79 requalificação em consequência de concurso de arquitectura promovido pela Câmara Municipal de Lisboa. O edifício

Leia mais

Seminário Internacional. Apresentação de Cláudia Nunes. Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ Rio de Janeiro/Brasil 15 Dezembro 2009

Seminário Internacional. Apresentação de Cláudia Nunes. Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ Rio de Janeiro/Brasil 15 Dezembro 2009 Seminário Internacional ORDEM, DESORDEM, ORDENAMENTO Arquitectura, Espacialidade, Paisagem 1807-2009 Apresentação de Cláudia Nunes Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ Rio de Janeiro/Brasil 15 Dezembro 2009

Leia mais

ESCOLA PROFISSIONAL DA PRAIA DA VITÓRIA

ESCOLA PROFISSIONAL DA PRAIA DA VITÓRIA Rua Comendador Francisco J. Barcelos Rua Gervásio Lima Localização NÚCLEO EMPRESARIAL AUDITÓRIO MUNICIPAL ESCOLA PROFISSIONAL ESTAÇÃO DE CAMIONAGEM/APOIOS BIBLIOTECA MUNICIPAL Maquetização 3D geral EDIFÍCIO

Leia mais

URBCOM PROJECTOS DE URBANISMO COMERCIAL

URBCOM PROJECTOS DE URBANISMO COMERCIAL URBCOM PROJECTOS DE URBANISMO COMERCIAL DOCUMENTO DE DIVULGAÇÃO DOS PROJECTOS APROVADOS E HOMOLOGADOS EM 2007 TRABALHO ELABORADO POR SANDRA COSTA SANTOS Novembro de 2009 PROGRAMA DE INCENTIVOS À MODERNIZAÇÃO

Leia mais

Grupos Especiais de Peões. Peões de mobilidade reduzida (velocidade de marcha inferior, falta de visão e audição

Grupos Especiais de Peões. Peões de mobilidade reduzida (velocidade de marcha inferior, falta de visão e audição Tráfego Pedonal Caracterização do Tráfego Pedonal Grupos Especiais de Peões Espaço o Vital para o Peão Velocidade de Circulação dos Peões Extensão das Deslocações Pedonais Flexibilidade Grandezas Base

Leia mais

Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor Programa de Execução e Plano de Financiamento Janeiro 2014

Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor Programa de Execução e Plano de Financiamento Janeiro 2014 PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO DO PLANO PORMENOR DA MARGEM DIREITA DA FOZ DO RIO JAMOR - OEIRAS Câmara Municipal de Oeiras ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 OBJECTIVOS DO PP... 2 2.1 Objectivos

Leia mais

PLANO DE ORDENAMENTO DA ALBUFEIRA DO DIVOR

PLANO DE ORDENAMENTO DA ALBUFEIRA DO DIVOR INAG INSTITUTO DA ÁGUA PLANO DE ORDENAMENTO DA ALBUFEIRA DO DIVOR PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO ÍNDICE GERAL DOS ELEMENTOS COMPLEMENTARES PEÇAS ESCRITAS: Relatório Síntese dos Estudos de

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa Missão APA Administração do Porto de Aveiro, S.A. A sustentabilidade do Porto de Aveiro é a garantia do seu futuro. A génese do Porto de Aveiro está ligada à história da Ria e

Leia mais

Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente

Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente I. Situação actual e características do ambiente Planta: Área de intervenção

Leia mais

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de

Leia mais

Hotel 4 estrelas + Moradias em Malanje -Estudo Prévio

Hotel 4 estrelas + Moradias em Malanje -Estudo Prévio Tendo como base o programa fornecido, o presente estudo tem como objectivo dar a conhecer as intenções da nossa proposta para a elaboração do projecto para um Hotel 4 estrelas, mais moradias em Malanje

Leia mais

Avaliação da Satisfação das Empresas Associadas Ano 2008

Avaliação da Satisfação das Empresas Associadas Ano 2008 Relatório Resumo Avaliação da Satisfação das Empresas Associadas Ano 2008 Fevereiro de 2009 Departamento de Qualidade e Comunicação sofia.viegas@apemeta.pt Índice: 2 1. Enquadramento 3 2. Avaliação da

Leia mais

Comunidades Sustentáveis

Comunidades Sustentáveis Comunidades Sustentáveis Ph.D., Engº do Ambiente Dep. Engª Civil, Arquitectura / Instituto Superior Técnico manuel.pinheiro@civil.ist.utl.pt ou manuel.pinheiro@lidera.info Comunidades? Comunidade communitas,

Leia mais

Prevenção e Segurança na Construção Ferroviária: Execução de Passagens Superiores à Via Férrea em Exploração

Prevenção e Segurança na Construção Ferroviária: Execução de Passagens Superiores à Via Férrea em Exploração Prevenção e Segurança na Construção Ferroviária: Execução de Passagens Superiores à Via Férrea em Exploração Anabela Canelas: Coordenadora de SHST na WS Atkins, Portugal (ar-canelas@netcabo.pt) Mafalda

Leia mais

Projectar o Algarve no Futuro

Projectar o Algarve no Futuro Projectar o Algarve no Futuro Os Novos Desafios do Algarve Região Digital paulo.bernardo@globalgarve.pt 25 Maio 2007 Auditório Portimão Arena Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta hoje um processo

Leia mais

ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA QUINTA DAS VIOLETAS ENTRE CAMINHOS CASTELO BRANCO

ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA QUINTA DAS VIOLETAS ENTRE CAMINHOS CASTELO BRANCO ÁRE DE REBILITÇÃO URBN QUINT DS VIOLETS ENTRE CMINOS CSTELO BRNCO ÁRE DE REBILITÇÃO URBN CSTELO BRNCO Índice Nota Introdutória... 3 Objectivos Genéricos da Reabilitação Urbana... 4 Plano Geral de Urbanização

Leia mais

Os Transportes. Trabalho Realizado por: Carolina Silva Nº6 9ºA Marta Romão Nº17 9ºA

Os Transportes. Trabalho Realizado por: Carolina Silva Nº6 9ºA Marta Romão Nº17 9ºA Os Transportes Trabalho Realizado por: Carolina Silva Nº6 9ºA Marta Romão Nº17 9ºA Síntese Nós neste trabalho vamos falar sobre: - A evolução dos transportes; - As funções dos transportes; - Os vários

Leia mais

Prémio IMTT Acessibilidade aos Transportes

Prémio IMTT Acessibilidade aos Transportes Sessão de Entrega dos Prémios Lisboa, 1 de junho de 2012 Prémio IMTT Acessibilidade aos Transportes Agenda Enquadramento Objetivo do prémio 1ª edição 2ª edição Composição do júri e comissão técnica Critérios

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Identificação Designação do Projecto: Tipologia de Projecto: Localização: Proponente: Entidade licenciadora: Autoridade de AIA: Hotel de Apartamentos da Praia dos Moinhos

Leia mais

FÓRUM CIDADE GRUPO 8

FÓRUM CIDADE GRUPO 8 FÓRUM CIDADE GRUPO 8 UMA NOVA POLÍTICA URBANA Durante os doze anos (1990/2001) que esteve à frente dos destinos de Lisboa, a coligação liderada pelo Partido Socialista demonstrou uma vitalidade e uma capacidade

Leia mais

Parque da Sustentabilidade

Parque da Sustentabilidade Parque da Sustentabilidade Parque da Sustentabilidade Linhas de trabalho em desenvolvimento: Pareceres sobre projectos do PdS no âmbito da Construção Sustentável: Estudos e parecer sobre a pavimentação

Leia mais

LT, SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA, EM. Delimitação da Área de Reabilitação Urbana 3 do Cartaxo

LT, SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA, EM. Delimitação da Área de Reabilitação Urbana 3 do Cartaxo LT, SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA, EM Delimitação da Área de Reabilitação Urbana 3 do Cartaxo Documento elaborado em Novembro 2012 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 CARACTERIZAÇÃO DA ARU... 5 3 FUNDAMENTAÇÃO

Leia mais

Apresentação Geral da CCA APRESENTAÇÃO GERAL

Apresentação Geral da CCA APRESENTAÇÃO GERAL APRESENTAÇÃO GERAL Com a reestruturação do Sistema Estatístico Nacional (SEN), várias são as responsabilidades atribuídas ao INE enquanto órgão executivo central do SEN, a quem compete coordenar as actividades

Leia mais

Disciplina: TRANSPORTES. Sessão 10: A Intermodalidade em Sistemas de. Transportes: potencialidades, dificuldades, soluções

Disciplina: TRANSPORTES. Sessão 10: A Intermodalidade em Sistemas de. Transportes: potencialidades, dificuldades, soluções MESTRADO INTEGRADO DE ENGENHARIA CIVIL Disciplina: TRANSPORTES Prof. Responsável: José Manuel Viegas Transportes: potencialidades, dificuldades, soluções 2010 / 2011 1/16 MÚLTIPLAS SOLUÇÕES MODAIS Devido

Leia mais

A Telemática como Instrumento de Promoção de Eficiência e de Sustentabilidade no Transporte de Passageiros

A Telemática como Instrumento de Promoção de Eficiência e de Sustentabilidade no Transporte de Passageiros de Promoção de Eficiência e de de Passageiros 1. Introdução 2. Gestão da Capacidade de Vias Rodoviárias; 3. Sistemas Ferroviários Urbanos; 4. Gestão Aeroportuária; 5. Conclusão 1.Introdução O que é a Telemática?

Leia mais

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião PROJECTO NAZARÉ XXI - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião Nazaré XXI é um projecto turístico de impacto regional, inserido na política de desenvolvimento económico que a Câmara Municipal

Leia mais

Projecto de SCIE e medidas de autoprotecção em lares de idosos e edifícios hospitalares

Projecto de SCIE e medidas de autoprotecção em lares de idosos e edifícios hospitalares Título 1 Projecto de SCIE e medidas de autoprotecção em lares de idosos e edifícios hospitalares 2 Sumário Breve caracterização do risco de incêndio Medidas de segurança de natureza física Projecto de

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE GRÂNDOLA

CÂMARA MUNICIPAL DE GRÂNDOLA CÂMARA MUNICIPAL DE GRÂNDOLA DIVISÃO DE PLANEAMENTO PUAzB REGULAMENTO Novembro 2012 ÍNDICE CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º - Objeto e âmbito territorial Artigo 2.º - Objetivos Artigo 3.º - Conteúdo

Leia mais

Avaliação Ambiental Estratégica da Rede Ferroviária de Alta Velocidade: as estações na dinâmica urbana e territorial

Avaliação Ambiental Estratégica da Rede Ferroviária de Alta Velocidade: as estações na dinâmica urbana e territorial 14º Congresso da APDR 2º Congresso de Gestão e Conservação da Natureza Instituto Politécnico de Tomar 4 a 6 de Julho 2008 Avaliação Ambiental Estratégica da Rede Ferroviária de Alta Velocidade: as estações

Leia mais

O planeamento como factor de sustentabilidade e competitividade de um destino turístico. José Sancho Silva

O planeamento como factor de sustentabilidade e competitividade de um destino turístico. José Sancho Silva O planeamento como factor de sustentabilidade e José Sancho Silva Resumo da intervenção: Macro tendências do turismo O turismo como factor de desenvolvimento nacional, regional e local A competitividade

Leia mais

Do Projecto de Obra Pública. ao Programa de Desenvolvimento Regional: Reflexões em torno do caso do Novo Aeroporto de Lisboa

Do Projecto de Obra Pública. ao Programa de Desenvolvimento Regional: Reflexões em torno do caso do Novo Aeroporto de Lisboa : Reflexões em torno do caso do Novo Aeroporto de Lisboa José Manuel Viegas CESUR- Instituto Superior Técnico; e TIS.pt, consultores em Transportes Inovação e Sistemas, s.a. Workshop APDR Impacto dos Aeroportos

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE

PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE A igualdade dos cidadãos é um direito fundamental que a Constituição da República Portuguesa

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO NORTE 2007-2013 Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Domínios: Valorização e qualificação ambiental Gestão activa da Rede Natura e da

Leia mais

Disposições de Natureza Administrativa

Disposições de Natureza Administrativa PLANO DE PORMENOR DO POÇO QUENTE EM VIZELA REGULAMENTO (Alteração em Outubro de 2013) Capítulo I Disposições de Natureza Administrativa Artigo 1º Objecto O Plano de Pormenor do Poço Quente, adiante designado

Leia mais

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE SERRALVES

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE SERRALVES MUSEU DE ARTE CONTEMPORÃ NEA DE SERRALVES www.serralves.pt 1 MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE SERRALVES APRESENTAÇÃO O Museu tem como objectivos essenciais a constituição de uma colecção representativa da

Leia mais

Estudo Acústico Plano de Pormenor do Parque Mayer Situação de Referência Mapa de Conflitos do Ruído Global Período Nocturno (Ln)

Estudo Acústico Plano de Pormenor do Parque Mayer Situação de Referência Mapa de Conflitos do Ruído Global Período Nocturno (Ln) Valores acima do limite - 53 db(a) Valor regulamentar 0-5 db(a) 5-10 db(a) > 10 db(a) Situação de Referência Mapa de Conflitos do Ruído Global Período Nocturno (Ln) DESENHO N.º 04 DATA Maio 2010 Lden db(a)

Leia mais

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE 1 - Introdução A construção de vias públicas com o objectivo primordial de maximizar o escoamento de grandes volumes de tráfego e o conforto dos ocupantes dos veículos, aliada aos progressos da industria

Leia mais

2/16. 1. Memória Descritiva. 1.1. Introdução

2/16. 1. Memória Descritiva. 1.1. Introdução 1. Memória Descritiva 1.1. Introdução Tendo em conta o Estudo Prévio executado pelo Arquitecto Paisagista João Ceregeiro em Março 2003, e os esboços do Arquitecto Paisagista Álvaro Manso realizados em

Leia mais

Estudo sobre o Plano de Reordenamento Urbano do Quadrante Oeste da Rua dos Navegantes da Vila de Coloane. 17 de Junho de 2012

Estudo sobre o Plano de Reordenamento Urbano do Quadrante Oeste da Rua dos Navegantes da Vila de Coloane. 17 de Junho de 2012 Estudo sobre o Plano de Reordenamento Urbano do Quadrante Oeste da Rua dos Navegantes da Vila de Coloane 17 de Junho de 2012 1 Índice 1. Antecedentes do estudo e situação actual 2. Área do estudo e objectivos

Leia mais

MOBILIDADE EM CIDADES DE MÉDIA DIMENSÃO O CASO DA CIDADE DE FARO. M. C. B. Gameiro, M. M. P. Rosa, J. I. J. Rodrigues e R. M. A.

MOBILIDADE EM CIDADES DE MÉDIA DIMENSÃO O CASO DA CIDADE DE FARO. M. C. B. Gameiro, M. M. P. Rosa, J. I. J. Rodrigues e R. M. A. MOBILIDADE EM CIDADES DE MÉDIA DIMENSÃO O CASO DA CIDADE DE FARO M. C. B. Gameiro, M. M. P. Rosa, J. I. J. Rodrigues e R. M. A. Alves RESUMO Em Portugal, no final de 2013, no âmbito do projeto de investigação

Leia mais

Unidade de Intervenção do Quarteirão das Cardosas PROJECTO BASE DE DOCUMENTO ESTRATÉGICO. Volume 1

Unidade de Intervenção do Quarteirão das Cardosas PROJECTO BASE DE DOCUMENTO ESTRATÉGICO. Volume 1 Unidade de Intervenção do Quarteirão das Cardosas PROJECTO BASE DE DOCUMENTO ESTRATÉGICO Volume 1 Fevereiro 2007 Unidade de Intervenção do Quarteirão das Cardosas PROJECTO BASE DE DOCUMENTO ESTRATÉGICO

Leia mais

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR)

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Em consulta pública O Projecto de Plano Nacional de Gestão de Resíduos (PNGR 2011-2020), bem como o Relatório Ambiental e o Resumo Não Técnico da Avaliação

Leia mais

A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO URBANO- REABILITAÇÃO E GESTÃO DA BAIXA COMERCIAL Luís D. Balula, Luís Sanchez Carvalho. Arquitectos Urbanistas

A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO URBANO- REABILITAÇÃO E GESTÃO DA BAIXA COMERCIAL Luís D. Balula, Luís Sanchez Carvalho. Arquitectos Urbanistas A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO URBANO- REABILITAÇÃO E GESTÃO DA BAIXA COMERCIAL Luís D. Balula, Luís Sanchez Carvalho. Arquitectos Urbanistas Desenvolvimento Temático: São bem conhecidos os problemas com que

Leia mais

Compromisso para o Crescimento Verde e Perspetivas do Alentejo 2020

Compromisso para o Crescimento Verde e Perspetivas do Alentejo 2020 Compromisso para o Crescimento Verde e Perspetivas do Alentejo 2020 Financiamentos Comunitários na Área do Ambiente e da Eficiência Energética Auditório António Chainho Santiago do Cacém 22/07/2015 Programa

Leia mais

PRORROGAÇÃO DE PRAZO - Candidaturas SI Qualificação PME (Diversificação e Eficiência Energética) (16/07/2010)

PRORROGAÇÃO DE PRAZO - Candidaturas SI Qualificação PME (Diversificação e Eficiência Energética) (16/07/2010) PRORROGAÇÃO DE PRAZO - Candidaturas SI Qualificação PME (Diversificação e Eficiência Energética) (16/07/2010) Foi prorrogado o prazo para apresentação de candidaturas no âmbito do Aviso N.º 03/SI/2010,

Leia mais

RUMA REGULAMENTO URBANÍSTICO DO MUNICÍPIO DE ALMADA RUMA REGULAMENTO URBANÍSTICO DO MUNICÍPIO DE ALMADA

RUMA REGULAMENTO URBANÍSTICO DO MUNICÍPIO DE ALMADA RUMA REGULAMENTO URBANÍSTICO DO MUNICÍPIO DE ALMADA RUMA REGULAMENTO URBANÍSTICO DO MUNICÍPIO DE ALMADA RUMA REGULAMENTO URBANÍSTICO DO MUNICÍPIO DE ALMADA CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA DMPAT/DPU DMPAT/DAU DMOVU/DOM DMOVU/DTRVM DMOVU/DSET DEGAS DMAG/DAF NOTA

Leia mais

PLANOESTRATÉGICO DO DESENVOLVIMENTOECONÓMICOLOCAL DE S. JOÃO DA MADEIRA. Plano da sessão

PLANOESTRATÉGICO DO DESENVOLVIMENTOECONÓMICOLOCAL DE S. JOÃO DA MADEIRA. Plano da sessão plano estratégico del desenvolvimento económico local PLANOESTRATÉGICO DO DESENVOLVIMENTOECONÓMICOLOCAL ECONÓMICO LOCAL DE S. JOÃO DA MADEIRA Equipa técnica: Assessor: João Pedro Guimarães Colaboradores:

Leia mais

SOLUÇÕES INOVADORAS INTRODUÇÃO ABER, empresa fundada na Maia (Porto - Portugal) em 1972, oferece uma vasta gama de equipamentos direccionados ao sector óleo-hidráulico e sistemas de elevação. Actualmente,

Leia mais

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E.

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. Empresa e Serviço Público Empresa Missão Visão Função Social e Responsabilidades Sociais 2. Princípios e Valores Estruturantes

Leia mais

ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO

ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO COMÉRCIO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO Estado Entidade Promotora Nova Rede Comercial Parceiro Estratégico (Assegura)

Leia mais

Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22

Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22 Câmara Municipal: Cidade VILA NOVA DE GAIA Vila Nova de Gaia Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22 Área da cidade 600 ha População total 30 hab. Dimensão

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DO ENSINO SECUNDÁRIO Curso Tecnológico de Ordenamento do Território e Ambiente PROGRAMA DE GEOGRAFIA B 11º ano Autores: Odete Sousa Martins ( coordenação) Alzira Filipe

Leia mais

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Estudo da Sustentabilidade das Empresas Recém Criadas Produção apoiada pelo Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), co-financiado pelo Estado

Leia mais

PLANO DE URBANIZAÇÃO DO POLÍGONO NASCENTE DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO PROGRAMADO

PLANO DE URBANIZAÇÃO DO POLÍGONO NASCENTE DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO PROGRAMADO PLANO DE URBANIZAÇÃO DO POLÍGONO NASCENTE DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO PROGRAMADO Regulamento n.º S/N.º Data de Publicação em D.R. 2.ª Série, n.º 198: a 12/10/2012 (Aviso n.º 13640/2012). Aprovado em Assembleia

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

R E P O R T A G E M E VENTOS PARA TODOS

R E P O R T A G E M E VENTOS PARA TODOS R E P O R T A G E M 3 4 E VENTOS PARA TODOS Quando Paula Teles começou a trabalhar o tema das acessibilidades, ainda havia muito para fa zer em Po r tugal a esse nível. Fomos a primeira empresa em Po r

Leia mais

RESULTADOS RELATIVOS A GRÂNDOLA INDICADORES DO «CIDADES» (N = 306)

RESULTADOS RELATIVOS A GRÂNDOLA INDICADORES DO «CIDADES» (N = 306) RESULTADOS RELATIVOS A GRÂNDOLA INDICADORES DO «CIDADES» (N = 306) Inquiridos que assinalam (N) % Espaços públicos (Ex.: Jardins, Praças, etc...) 182 61,5% Passeio das ruas 203 68,6% Passadeiras 196 66,2%

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DA CASA PIDWELL REGULAMENTO

PLANO DE PORMENOR DA CASA PIDWELL REGULAMENTO PLANO DE PORMENOR DA CASA PIDWELL REGULAMENTO Novembro 2011 ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Artigo 1.º Objectivo e Âmbito Territorial... 3 Artigo 2.º Relação com Outros Instrumentos de Gestão

Leia mais

BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A.

BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. A12 AUTO-ESTRADA SETÚBAL / MONTIJO SUBLANÇOS MONTIJO / PINHAL NOVO / / NÓ A2-A12 / SETÚBAL MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO RESUMO NÃO TÉCNICO BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL,

Leia mais

(Minho Laboratório de Inovação e Desenvolvimento)

(Minho Laboratório de Inovação e Desenvolvimento) Barcelos Braga Famalicão Guimarãe SESSÃO PÚBLIICA DE APRESENTAÇÃO MEMORANDO TÉCNIICO PLLANO DE DESENVOLLVI IMENTTO DA REGIÃO DO MINHO IDENTTI I IFFI ICAÇÃO DE UM MOTTOR DE DESENVOLLVI IMENTTO Janeiro de

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO TERRENOS TRAVESSA DA IGREJA DE NEVOGILDE NEVOGILDE. PORTO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO TERRENOS TRAVESSA DA IGREJA DE NEVOGILDE NEVOGILDE. PORTO Introdução O presente relatório de avaliação diz respeito a dois prédios, um com armazém e outro com moradia, na Travessa da Igreja de Nevogilde, na cidade do Porto. A avaliação do terreno e/ou edifícios

Leia mais

08-08-2008\\Marte\empresa\ESRI-PT\Entidades\C\CM Sintra\Projectos\180211_apoio_tecnico_7_dias\Dados_PMOTS_Agosto\PP\PP_CACEM\RELATÓRIO -

08-08-2008\\Marte\empresa\ESRI-PT\Entidades\C\CM Sintra\Projectos\180211_apoio_tecnico_7_dias\Dados_PMOTS_Agosto\PP\PP_CACEM\RELATÓRIO - 1 Índice 1. Introdução 2. Termos de Referência 3. O Centro do Cacém. Antecedentes 4. Situação Actual 4.1. O Centro do Cacém 4.2. A Acessibilidade ao Cacém 4.3. Levantamento Urbanístico 5. Enquadramento

Leia mais

DEPARTAMENTO DE PROJETO DE ARQUITETURA

DEPARTAMENTO DE PROJETO DE ARQUITETURA Disciplina: PROJETO DE ARQUITETURA III FAP 355 Professores: MÓDULO 3 1 o. Período Letivo 2009 Cristiane Rose Duarte, Joacir Esteves, Luciana Andrade, Maria Ligia Sanches, Paulo Afonso Rheingantz e Vera

Leia mais

Sentir a Mobilidade em Penafiel. Participação na Estratégia de Desenvolvimento Municipal

Sentir a Mobilidade em Penafiel. Participação na Estratégia de Desenvolvimento Municipal Sentir a Mobilidade em Penafiel Participação na Estratégia de Desenvolvimento Municipal 1. Introdução A mobilidade urbana cresceu de forma exponencial nas cidades: Desenvolvimento Económico; Desenvolvimento

Leia mais

CONCLUSÕES PROGRAMA DO CONGRESSO DO CONGRESSO

CONCLUSÕES PROGRAMA DO CONGRESSO DO CONGRESSO 1 1. CONCLUSÕES DO CONGRESSO 2. PROGRAMA DO CONGRESSO 2 3 1. CONCLUSÕES DO CONGRESSO 4 5 A. O Crédito Agrícola está a comemorar um século de existência enquanto Instituição profundamente enraizada na vida

Leia mais

Inês Flores 1, Jorge de Brito 2,

Inês Flores 1, Jorge de Brito 2, Estratégias de Manutenção em Fachadas de Edifícios Inês Flores 1, Jorge de Brito 2, Instituto Superior Técnico, Universidade Técnica de Lisboa Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, Portugal RESUMO Uma política

Leia mais

Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto Galiza através da Linha de Leixões António Alves 10 01 2008

Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto Galiza através da Linha de Leixões António Alves 10 01 2008 Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto Galiza através da Linha de Leixões António Alves 10 01 2008 As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de

Leia mais

ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA PROGRAMA ESTRATÉGICO. Resumo Não Técnico

ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA PROGRAMA ESTRATÉGICO. Resumo Não Técnico ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA PROGRAMA ESTRATÉGICO Resumo Não Técnico GABINETE DE REABILITAÇÃO URBANA março de 2015 Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 20 de Abril de 2006 A inovação

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 671/X. Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos. Exposição de Motivos

PROJECTO DE LEI N.º 671/X. Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos. Exposição de Motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 671/X Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos Exposição de Motivos O Bloco de Esquerda pretende, com o presente Projecto de Lei, promover medidas

Leia mais

Termos de Referência do Plano de Urbanização do Vale dos Socorridos ÍNDICE

Termos de Referência do Plano de Urbanização do Vale dos Socorridos ÍNDICE ÍNDICE 1- Introdução... 2 2 - Enquadramento Legal do Plano... 2 3 - Enquadramento Territorial da Área de Intervenção... 3 4 - Base Programática para o Desenvolvimento da Solução Urbanística... 5 4.1 Caracterização

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES. José M. Viegas (Março 2000)

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES. José M. Viegas (Março 2000) A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES José M. Viegas (Março 2000) I - A NECESSIDADE DO RECURSO AOS MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES

Leia mais

O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP

O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP PORTO VIVO, SRU SEMINÁRIO ALFÂNDEGA DO PORTO 4 E 5 DE DEZEMBRO DE 2009 Pressuposto O impacto

Leia mais

Acta da reunião extraordinária de 22 de Outubro de 2008 ACTA N.º 24/2008

Acta da reunião extraordinária de 22 de Outubro de 2008 ACTA N.º 24/2008 ACTA N.º 24/2008 ACTA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE ESTREMOZ REALIZADA NO DIA VINTE E DOIS DE OUTUBRO DE DOIS MIL E OITO ------ No dia 22 do mês de Outubro do ano de 2008, nesta cidade

Leia mais

PAGE versões alternadas: entre print e pixel

PAGE versões alternadas: entre print e pixel 23 03 10 PAGE versões alternadas: entre print e pixel Marta Jardim / Pedro Carvalho THE ZONE natureza híbrida e específica A concepção de objectos que correspondam aos objectivos propostos privilegiam

Leia mais

Conceito territorial Projecto de requalificação Empresa pública Projecto decisivo para a criação da Cidade das duas

Conceito territorial Projecto de requalificação Empresa pública Projecto decisivo para a criação da Cidade das duas Arco Ribeirinho Sul: o que é? Conceito territorial Projecto de requalificação Empresa pública Projecto decisivo para a criação da Cidade das duas margens Oportunidade de reconversão ambiental e urbanística

Leia mais

Associação Portuguesa de Seguradores RAMO AUTOMÓVEL TABELA PRÁTICA DE RESPONSABILIDADES

Associação Portuguesa de Seguradores RAMO AUTOMÓVEL TABELA PRÁTICA DE RESPONSABILIDADES Associação Portuguesa de Seguradores RAMO AUTOMÓVEL TABELA PRÁTICA DE RESPONSABILIDADES Junho de 2000 ÂMBITO A tabela é aplicável aos sinistros ocorridos em todas as vias, abertas ou não à circulação pública.

Leia mais

Formação profissional

Formação profissional ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES Inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho Formação profissional APD 18/03 Junho 2003 Os Estados devem reconhecer que as pessoas com deficiência devem

Leia mais