O mais quente da internet

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1 O mais quente da internet Empresas e especialistas apontam os 10 segmentos mais promissores da internet brasileira, um prato cheio para quem quer entrar no mundo dos negócios virtuais Deslumbrados de um lado, alarmistas de outro: quem tem razão quanto ao futuro dos negócios ligados à internet? Resposta: nenhum dos dois. A razão está com quem leva em consideração os números favoráveis em relação à web e ao e-business, sem se esquecer de analisar n possibilidades de que seu negócio possa não dar certo. Para estes, aí vão informações que poderão ajudar a desenhar sua trajetória no mundo virtual: as classes A e B representam 58,2% das pessoas que acessam a internet, a classe C 22,5% e a classe D 9,8%, de acordo com o Media Metrix. levando em conta toda a América Latina, o mercado abrangeu uma população on-line de 8,5 milhões em Em 2003 será de 29,4 milhões. O potencial, porém, é de 77 milhões de pessoas. as vendas do varejo on-line na America Latina atingiram US$ 580 milhões em 2000, segundo as estimativas do Boston Consulting Group. No Brasil foram US$ 300 milhões, o que representa mais de 50% da região. os pequenos negócios na internet brasileira representaram 34% de todo o comércio eletrônico brasileiro no ano passado, como registrou o IDC. A tendência é crescer: em 2003 será de 49%. os varejistas tradicionais do Brasil, que tinham uma participação de 64% do mercado em 1999, aumentaram para 52% em No entanto, apenas 25% dos principais estão com vendas on-line, conforme o Boston Consulting Group. somente no primeiro semestre do ano passado a internet brasileira recebeu US$ 1 bilhão em investimentos de fundos de capital de risco e fundos privados. Em 1999, durante todo o ano, foi US$ 1,1 bilhão. segundo pesquisa da Value Partners, até o fim do ano o comércio eletrônico no Brasil movimentará US$ 500 milhões. Em 2003 devem ser US$ 3,2 bilhões. atualmente 1,7 milhão de internautas brasileiros fazem algum tipo de transação on-line, diz o estudo. Como se vê, números positivos são o que não falta. Mas, é claro, apenas isso não basta para escolher qual a melhor oportunidade, o melhor segmento para investir. Por isso, resolvemos encurtar o caminho para quem quer se tornar e-empreendedor. Fomos ao mercado e ouvimos empresas e especialistas, e de posse das informações e observações colhidas chegamos aos dez segmentos mais promissores da internet no Brasil. A lista contempla campeões de audiência, como o B2B e o B2C, mas também valoriza segmentos como os serviços úteis, os sites segmentados, a educação, além dos ramos ligados à infra-estrutura da rede mundial de computadores. Leia com atenção e descubra em qual segmento pode estar a sua melhor oportunidade de negócio.

2 1. Comércio entre empresas O comércio eletrônico entre empresas, o business-to-business, ou B2B, é o grande canal de bons negócios. De acordo com dados da IDC Brasil, o comércio entre empresas pela internet vai atingir US$ 712 milhões em O consagrado instituto Gartner Group confirma: a maior fatia do comércio eletrônico será representada pelas transações entre empresas. O mais forte argumento para uma empresa participar de um e-marketplace, ou o mercado da internet, está na redução de custos para o comprador e não necessariamente na prestação de um serviço novo. De acordo com o Goldman Sachs Investiment Research, dependendo do tipo de produto comercializado, o uso da internet reduz os custos do processo de compra de 2% até 39%. Esse tipo de operação, no entanto, muitas vezes acaba não interessando muito o fornecedor, a menos que a área na qual ele atua seja bastante fragmentada. Nos portais independentes, por outro lado, a intermediação não é vista com bons olhos, por enfraquecer a parceria entre comprador e fornecedor. O B2B é hoje o mais atrativo segmento da internet brasileira porque os negócios feitos entre empresas envolvem volumes bem maiores do que entre a empresa e o consumidor individual. Da forma como vejo o mercado, o melhor aproveitamento da internet vem sendo obtido por empresas tradicionais que, através de operações B2B, conseguem reduzir seus custos, resume o economista e consultor econômicofinanceiro de e-business Sergio Amaral Silva. Segundo ele, nesse segmento o volume e o peso específico nos respectivos mercados são importantes. Alguns exemplos de grandes projetos, que acredita serem menos divulgados por não se destinarem ao consumidor final, merecem citação, como os dos portais Latinexus (que tem como sócios iniciais Bradespar, Votorantim, Cemex e Alfa) ou Agrega (Ambev e Souza Cruz). Várias outras empresas, com posições de destaque em seus segmentos, têm tido êxito ao levar seus fornecedores para a web, passando a utilizar mecanismos como os de leilão em suas compras, avalia. Nada menos que os gigantes Souza Cruz e Ambev pretendem usar a força das indústrias de cigarro e de bebida no portal batizado de Agrega, cujos planos são realizar compras compartilhadas de materiais e serviços indiretos. A lógica do negócio é fazer com que o enorme volume de compras atraia os fornecedores e os force a vender suas mercadorias por preços abaixo dos praticados no mercado. A idéia é transformar o portal em um canal de compras por onde as duas empresas adquiram mercadorias como ferramentas, peças de máquinas, suprimentos de informática, materiais de limpeza e de escritório e contratem serviços de alimentação, entre outros. Por meio do Agrega, Ambev e Souza Cruz pretendem vender o serviço para outras companhias. A movimentação financeira do site, conforme estimativas das empresas será, neste primeiro ano, de R$ 1 bilhão.

3 As iniciativas dos grandes que estão entrando no mercado sempre são bem fundamentadas. Privilegiamos em todas as iniciativas a adoção de estratégia bricksand-clicks, ou seja, que tenha alguma relação com a velha economia, diz Rômulo de Mello Dias, diretor do Bradespar, pool formado por Bradesco, Votorantim e grupos Alfa e Cemex para criar o Latinexus, portal vertical que tem o objetivo de comprar material de interesse dos quatro sócios. Lançado em abril do ano passado, o portal Webb investiu, entre outros segmentos, na área de postos de gasolina, concentrando sua atuação em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Uma das razões para a escolha foi a alta pulverização desse setor na ponta compradora. Fizemos uma pesquisa para sondar a viabilidade do negócio, revela Luiz Guimarães, diretor de mar- keting do site. Segundo ele, o resultado apontou um razoável nível de informatização, com 1,3 micro por posto e duas linhas telefônicas por estabelecimento. Apesar de cobrar de seus clientes, o Webb não desprezou a possível receita vinda da publicidade. Embora seja uma pequena parcela, de 10% do faturamento, é uma maneira de os empreendedores conseguirem diversificar os ganhos e atender à demanda das empresas participantes. Assim, eles acreditam que poderão atingir mais facilmente o ponto de equilíbrio do investimento, previsto para Nessa área há também os considerados independentes, fora do circuito das grandes corporações da velha economia. É o caso do projeto que nasceu a partir da experiência do então diretor da Indústria Têxtil Aziz Nader, Eduardo Aziz Nader, que passou anos examinando pilhas de cotações de mercadorias para checar os preços mais em conta. Insatisfeito, o executivo começou um negócio que seria o embrião do que é hoje o Mercado Eletrônico, marketplace que reúne aproximadamente 20 mil empresas de vários segmentos, de onde são feitos negócios com cerca de 10 mil itens por dia. O empreendimento de Nader pretende liderar a área de comunidades eletrônicas de negócios, espaços virtuais onde se reúnem compradores e fornecedores de todos os portes. A idéia é fazer com que os compradores levem para casa insumos, matériasprimas e acessórios aproveitando o menor preço. Os fornecedores, por sua vez, levam vantagem vendendo os estoques rapidamente com lucros em escala. Foram investimentos de US$ 27 milhões do GP Investimentos e do Opportunity para o Mercado Eletrônico ter um crescimento de faturamento de 500% em 2000.

4 2. Serviços úteis Negócios que oferecem serviços úteis são tão eficientes quanto a fórmula que apresentam para facilitar a vida dos internautas. Um exemplo é a parceria da Associação Brasileira de Franquias (ABF) com o portal de crédito on-line MultiValor, que procura orientar os empresários a entender operações de crédito, colocando-os em contato com o setor de financiamento dos bancos. O economista Eduardo Borges, chefe-executivo do MultiValor, comenta que, muitas vezes, o empresário não conhece a oferta disponível no mercado na hora de pleitear financiamento e acaba fechando negócio pela opção mais imediata. O objetivo do MultiValor é prestar assessoria gratuita para os pequenos e médios empresários, ajudando-os a entender os produtos financeiros oferecidos no mercado para que eles possam se decidir pela opção que lhes for mais adequada, explica. Segundo ele, as empresas que se inscreverem no portal ainda podem lançar uma única proposta de financiamento que será analisada por várias instituições. Estamos preenchendo uma lacuna inexplorada do mercado, que é a de pequenas e médias empresas, define Borges. Esse nicho responde por 60% do PIB brasileiro, mas recebe só 10% dos financiamentos. Os bancos, lembra, gostariam de cobrir esse segmento, mas não conseguiram montar estruturas economicamente viáveis para atender essas empresas. O site é um canal para baratear esse relacionamento e tornar o negócio rentável. Por enquanto, dois bancos fizeram parceria com o site, os pequenos Modal e Cruzeiro do Sul, mas outros 15 já negociam. O repasse de linhas do Bndes é a estrela do negócio: quase 50% das operações são desse tipo. Quando o MultiValor estreou, a quebra em massa de empresas pontocom já era uma realidade e, por isso, o site tem um modelo de negócio muito claro. A receita virá de uma comissão de 20% do spread em cada empréstimo fechado. A previsão é de que a empresa seja lucrativa em dois anos. O investimento, de R$ 10 milhões, foi todo bancado por Borges e mais cinco sócios, todos ex-executivos do Banco Garantia. O objetivo da empresa é ficar muito grande, o que exige capital, mas isso vai demorar ainda uns três anos, diz Borges. Pressionadas por resultados ou para enxergarem novas oportunidades de negócios, algumas empresas pontocom brasileiras estão ampliando o foco dos negócios, fazendo o licenciamento da plataforma e de serviços tecnológicos. Em vez de atuarem exclusivamente on-line, as empresas descobriram o filão altamente lucrativo do software e da prestação de serviços. Jamais poderia imaginar que mudaria de forma tão radical o negócio, admite Alexandre Marinho, presidente da Easycred, portal que faz a intermediação de financiamento entre bancos e consumidores. Mais do que uma estratégia é uma necessidade de sobrevivência, alega Sylvio Alves de Barros Neto, presidente do Webmotors, portal do segmento automotivo.

5 A Easycred surgiu para intermediar empréstimos pela internet, colocando em contato bancos e clientes. O negócio principal, ou seja, o empréstimo de dinheiro no qual a companhia cobra uma porcentagem por transação representará em 2001 só 5% do faturamento. No ano passado, com uma taxa média de 2% sobre cada operação, o faturamento chegou a R$ 90 mil. Há um ano, quando surgiu o serviço, Alexandre Marinho acreditava que poderia viver cobrando uma porcentagem pela intermediação financeira e que conseguiria uma rodada de financiamento sem grande dificuldade, mas a crise o obrigou a buscar outro caminho. Em 2001, o software EasyLink, programa que permite que as instituições financeiras façam empréstimos pela internet, vai representar 75% do faturamento. E o Easycred Business, sistema para grandes empresas, 20%. Mudança semelhante aconteceu com o WebMotors. Ao tentar vender uma cota de patrocínio para o Itaú, Sylvio Barros Neto percebeu que não conseguiria fazer negócio a não ser que cumprisse uma exigência do banco. Queremos que os clientes financiem carro conosco, ouviu o executivo. Como na internet quem não procura ganhar posições pode ser bombardeado, ele fez a sua equipe trabalhar no desenvolvimento de uma solução para a instituição financeira. Algum tempo depois voltou ao banco para apresentar o projeto ItaúMotors, que estreou em janeiro no site do banco. Mais do que um competidor, integro os fornecedores tradicionais e crio um ambiente de negócios para monetizar o meu tráfego, diz Sylvio Barros Neto. Num curto prazo essa nova linha vai representar até 30% do faturamento do WebMotors. A história do Coliseu, site de jogos on-line, não é muito diferente. A idéia inicial era distribuir jogos por canais virtuais, explica Elsen Carvalho, sócio-diretor da empresa. Mas ao montar a operação, os sócios foram obrigados a desenvolver uma plataforma tecnológica, pois não encontraram nenhuma solução disponível no mercado. Quando começamos não pensávamos nisso, mas descobrimos que existe demanda e que isso encurta o caminho para a geração de caixa. O negócio deu certo. O Coliseu negocia com grandes portais brasileiros o licenciamento de sua plataforma de jogos, e o modelo de comercialização é semelhante ao de uma software house: paga-se pelo software e depois cobra-se uma taxa de serviços e manutenção. É mais uma aposta para ganhar dinheiro, uma das muitas que são feitas diariamente no site.

6 3. Banda larga Este ano praticamente todos os principais estados do país terão acesso em alta velocidade à internet por meio da chamada banda larga. Podendo ser até 30 vezes mais rápida que a conexão convencional, via modem e linha telefônica, há duas opções para a nova tecnologia: ADSL e cabo, o mesmo da tv por assinatura. Nas cidades onde já estão disponíveis custam em média R$ 100 mensais para uso doméstico ou comercial leve (pequenas empresas). Ainda não há dados oficiais sobre o uso dessas novas tecnologias no Brasil, mas estima-se que 100 mil conexões já estejam sendo feitas pela banda larga. Os números são pequenos, mas as perspectivas são enormes, à medida que a tecnologia chega às grandes cidades. O Instituto de Pesquisas Yankee Group prevê que a banda larga movimente na América Latina US$ 3 bilhões até o final deste ano. Para 2006 a expectativa é chegar a US$ 21 bilhões. O Brasil, conforme previsão dos ianques do Yankee, deve ter 50% desse mercado até 2003, com 1 milhão de assinantes com acesso ADSL e 800 mil com o cabo. Para os empreendedores, esses números são alvissareiros, já que as empresas que devem atuar na banda larga terão usuários de alto padrão aquisitivo e ampla familiaridade com a internet, geralmente um aficcionado que vai ficar horas conectado (as duas tecnologias permitem conexão 24 horas por dia) em busca de boas oportunidades, por ser um comprador on-line. Surgem, então, oportunidades de novos negócios para comércio eletrônico e publicidade muito mais interativos e personalizados. Entre os negócios que já começaram a aparecer estão o rádio e a tv. Um exemplo de sucesso é o Jornal da Lilian, no portal Terra, um canal exclusivo para internet que traz notícias durante as 24 horas do dia, preparadas pela equipe da jornalista Lilian Wite Fibe. Ao lado do Tv UOL, com algumas experiências na área, são as primeiras iniciativas de televisão na web. Há muito espaço para canais segmentados, o que também vale para rádios. Outro segmento que terá grandes benefícios com a velocidade da banda larga será a educação a distância. Já existem dezenas de sites que se dedicam ao ensino de idiomas e cursos de informática, o que gera novas oportunidades de trabalho, já que as salas de aula são em vídeo e áudio. Enfim, qualquer curso, sobre temas diversos, poderá ser ministrado on-line com alta qualidade de imagem e som. Qualquer novo empreendimento que vá utilizar a banda larga deve levar em conta, porém, que a nova tecnologia ainda está em expansão e o número de usuários ainda é pequeno. Por isso, os serviços devem ser oferecidos de forma que também possam ser acessados pelos usuários da banda convencional, em versões com menor resolução.

7 4. Procura específica Mas por que eu não pensei nisso antes?! Se essa é a única reação de quem está conhecendo agora algumas idéias diferentes, o gerente geral da unidade Datasul de soluções web, Omar Lorenzini Júnior, dá a dica, uma consultoria gratuita: se você tem alguma solução que facilite as coisas para o usuário da internet, acredite, o caminho do sucesso está próximo. Um serviço ainda inédito na web brasileira que Omar considera muito fácil de ser viabilizado é o de avaliação de crédito para o comércio eletrônico. Essa solução tem tudo para dar certo porque atua como um seguro tanto para quem vende, que tem informações sobre o comprador que abonam a operação, como para quem compra, que poderá adquirir o que quiser se tiver a ficha limpa. Ainda na área de crédito, ele sugere um serviço de custódia de cheques prédatados para os pequenos comerciantes. Funcionaria como um aval e, por isso, poderia estimular o consumidor a gastar mais. Outra área que o gerente de soluções web da Datasul aponta é a de busca por preços. Hoje você não tem como fazer um levantamento de preços de 10 livros, de títulos e autores diferentes, em todos os sites do setor, diagnostica. Com a busca específica a pessoa interessada vai poupar horas de pesquisa de site em site. Na mesma área, ele sugere também um serviço que indique, entre várias opções de agências de viagens, aquela que oferece o melhor preço para um determinado roteiro. Toda vez que o consumidor sai para fazer compras no supermercado, por exemplo, ele cumpre um ritual de passagens dos produtos adquiridos que começa das prateleiras para o carrinho, passa pelo caixa, vai para uma sacola, volta para o carrinho, vai para o porta-malas do carro, volta para um carrinho, chega à mesa da casa e, finalmente, vai para o armário, identifica. E conclui: As pessoas que tiverem soluções que diminuam esse círculo de vai-e-vem com certeza terão bons produtos para serem colocados na internet.

8 5. Educação Quase 80% dos sites educacionais do país têm qualidade entre boa e excelente, o que significa uma produção de alto nível, que deve ser considerada por qualquer educador. A avaliação preliminar é da pedagoga Maria Helena Novelli, uma das coordenadoras do trabalho da Escola do Futuro, da USP, e da Ensino.net, que está classificando os sites da área. Ela explica que os sites apontados entre muito bom e excelente apresentam, além da adequação de conteúdo, fácil acesso, boa navegabilidade e recursos multimídia como gráficos, som e vídeos. As primeiras informações da avaliação indicam que, do total de sites brasileiros que garantem ter conteúdo educativo, cultural ou artístico, cerca de 10% são de má qualidade ou apresentam conteúdo inadequado. Os problemas vão desde erros grosseiros de gramática até pornografia e apologia das drogas travestidas de informação. No outro extremo, 9% são considerados excelentes, e a grande maioria é produzida pela comunidade acadêmica. Conforme Maria Helena, outros 13% são considerados regulares para fins educacionais, enquanto nas categorias bom e muito bom estão colocados, respectivamente, 37% e 31%. A equipe de professores e educadores da Ensino.net está encarregada de indexar e avaliar cerca de 7 mil sites brasileiros. Com o trabalho, a Ensino.net está selecionando sites para abastecer a primeira intranet educacional brasileira, com acesso à internet via satélite e em banda larga. Os sites são indexados de acordo com as áreas do conhecimento propostas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) do MEC e por critérios estabelecidos pela Escola do Futuro e pela Ensino.net. A amostra inicial é composta por 4 mil sites, dos quais já foram analisados 30%. Até março, estaremos com pelo menos 85% desses sites publicados pela Ensino.net, informa Maria Helena. Com a banda larga, a possibilidade de ministrar cursos e treinamentos pela internet passa a ter mais possibilidades com recursos técnicos de alta definição.

9 6. Sites segmentados Com a concentração cada vez maior dos grandes portais da internet, aqueles que falam sobre tudo, com uma linguagem e um conteúdo generalistas, sobram os espaços segmentados. Os sites para um público específico não são grandes empresas, mas têm público fiel e, conforme o nicho a ser explorado, dão lucro certo. Se você faz parte, por exemplo, de uma comunidade, quem sabe não tem um nicho disponível. Resta fazer um plano de negócios e verificar as possibilidades de colocá-lo na internet. O grande desafio do site segmentado é encontrar formas de gerar lucro, seja por meio de publicidade, do comércio eletrônico ou da venda de serviços on-line.

10 7. Setor público A área pública de compras é um nicho interessante. Pelo menos é essa a opinião da Paradigma, empresa que desenvolveu um novo sistema de compras pela internet adotado no estado de São Paulo para processos do tipo carta-convite ou que dispensam licitação. É a primeira iniciativa relevante de business-to-business na área governamental, ou B2G, do Brasil. Uma simples compra de água, papel ou produto de limpeza para um órgão do governo paulista podia demorar dois meses, ou até mais, dependendo do ritmo de um burocrático processo de licitação, com muitas páginas impressas e assinaturas, vários exames de auditoria e editais publicados no Diário Oficial. Essa burocracia foi praticamente eliminada desde que a Secretaria da Fazenda do Estado colocou no ar a Bolsa Eletrônica de Compras (BEC), o programa da Paradigma, que não só tornou o processo mais rápido como também tem permitido ao governo conseguir melhores preços com os fornecedores. Nos dois primeiros meses de operação, as compras pela BEC somaram pouco mais de R$ 200 mil, mas a previsão era atingir quase R$ 1 milhão até o final de O número não é muito expressivo, principalmente se comparado com os R$ 800 milhões a que pode chegar o volume anual de compras do estado na área que está começando a ser negociada pela Bolsa Eletrônica de Compras. A BEC funciona como um leilão reverso, semelhante a uma bolsa de valores, em que os fornecedores apresentam suas melhores propostas para cada item negociado. Um edital eletrônico-padrão, criado pela Secretaria, é preenchido pela unidade administrativa que vai fazer a compra e enviado por para todos os fornecedores daquele produto. No dia marcado para o leilão, que em geral dura duas horas, os fornecedores fazem suas propostas no próprio site da BEC e o sistema escolhe a melhor, de acordo com a lei federal nº 8.666, de 1993, que disciplina todas as compras do governo. O processo está integrado ao sistema de liquidação de operações da Bolsa de Valores de São Paulo, que funciona como órgão auditor das compras pelo portal, e também ao sistema de administração financeira da Secretaria da Fazenda. Só na área negociada por meio da BEC, por exemplo, o governo do estado tem de 2 mil a 3 mil fornecedores cadastrados, que atendem cerca de mil unidades da administração direta e indireta. A BEC já permite comprar papel a preços 15% inferiores aos pagos pelo método antigo. O secretário da Fazenda, Yoshiaki Nakano, diz que a licitação para compra de garrafas de água mineral, no valor de R$ 2,4 mil, gerava um processo de 232 páginas, com mais de 400 vistos e assinaturas, cinco publicações no Diário Oficial e vários exames de auditoria. A tramitação levava quatro meses. Hoje a compra dura oito dias, constata.

11 8. Infra-estrutura Uma fatia interessante de mercado na nova economia é a que se preocupa em atender as pequenas e médias empresas. Montar uma infra-estrutura tecnológica ainda custa muito caro no Brasil, ou cerca de de duas a três vezes mais do que nos Estados Unidos, por exemplo. Por isso, companhias menores precisam fazer um rateio de seus custos. Existe mercado para quem oferecer infra-estrutura de equipamento, software e telecomunicações. Mas, antes de montar esse serviço, é fundamental saber quem é o público-alvo. Muitas vezes são as grandes empresas que oferecem isso, mas sem definir qual é nicho de mercado que vão atender. Qualquer que seja o serviço ou produto a ser oferecido na área de infra-estrutura, é preciso ter um bom plano de negócios, que inclua todos os detalhes da empresa a ser montada. Para Marcos Paiva, diretor da empresa de consultoria Pricewaterhouse Coopers, esse documento deve incluir o investimento necessário e uma estimativa do retorno sobre o investimento. De acordo com consultores, o retorno sobre o investimento deve ser de, no mínimo, 6% ao ano sobre o capital investido. Qualquer estratégia de internet deve ser liderada pelo presidente da empresa, já que ele tem uma visão global, sabe o que quer e detém o conhecimento sobre a situação financeira e o negócio como um todo. Embora possa até não ter profundo conhecimento dos detalhes tecnológicos, ele compreende o processo para liderar a integração de todos os setores da companhia. Outra dica é buscar a integração com as chamadas empresas pontocom e, quando surgirem problemas, não basta redesenhar o site é preciso reformular a companhia como um todo.

12 9. Comércio colaborativo Um dos mais novos conceitos de negócios na internet é c-commerce, o collaborative commerce, ou simplesmente comércio colaborativo, que vem demonstrar que a web já não é mais apenas utilizada como um simples canal comercial businessto-business (B2B) e business-to-consumer (B2C), entre fornecedores, parceiros e clientes. As empresas trabalham dentro de um esquema virtual de colaboração que proporciona a criação de novas parcerias para a transformação de informações compartilhadas em conhecimento e vantagens competitivas. Profissionais de diversas empresas, até geograficamente distantes, passam a participar ativamente dos processos de criação e produção de produtos e serviços através da internet, proporcionando às empresas novos ganhos comerciais e uma maior redução de custos. O collaborative commerce propõe um modo novo de se fazer negócios para o modelo B2B, envolvendo os fornecedores, parceiros estratégicos e clientes, como também os demais agentes dos e-marketplaces. De acordo com o Gartner Group, até 2002 os e-business marketplaces voltados para o segmento B2B assumirão a colaboração como valor primário e fundamental para sua estratégia. Em 2005, 75% de todas as aplicações de IT estarão rodando em ambiente internet, como reflexo da adoção da cultura colaborativa do c-commerce. (Veja na página 30 reportagem sobre a nova forma de gestão da Datasul, que se autodenomina uma e-organização na nova economia, com foco em e-soluções, ASP, CRM, ECR, BI e e-colaboração.)

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