PROFESSOR: EQUIPE DE HISTÓRIA

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1 PROFESSOR: EQUIPE DE HISTÓRIA BANCO DE QUESTÕES - HISTÓRIA - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= 01- Observe a imagem. Ela retrata a chegada da família Real Portuguesa na América Portuguesa. Relacione o Bloqueio Continental, decretado por Napoleão Bonaparte em 1806, com o episódio retratado na imagem. 02- "O Rio de Janeiro é a capital do Brasil há bastante tempo, muito antes de a família real deixar Lisboa. Traçarei uma breve descrição dessa cidade a partir do que pude apurar durante a minha estada. [...] O comércio [...] progrediu muito depois que a cidade tornou-se residência real [...] Os ingleses têm aberto muitos cafés no Rio de Janeiro, uma novidade, que tenho certeza, será bem acolhida. De fato, desde março de 1808, toda a cidade vem passando por transformações e recebendo melhorias. Conde Thomas O'Neill, Apud Jean Marcel Carvalho França. "Outras visões do Rio de Janeiro Colonial - Antologia de Textos". Rio de Janeiro, José Olympio, Pp: A descrição do inglês Thomas O'Neill destaca algumas das transformações ocorridas desde a chegada da Corte portuguesa ao Rio de Janeiro no ano de a) Explique o significado da Abertura dos Portos naquele contexto. Página 1 de 11-17/10/2014-3:14

2 b) Explique por que, a partir da abertura dos portos (1808), ocorreu a preponderância dos ingleses nas transações comerciais com o Brasil. c) Cite quatro transformações culturais ocorridas na cidade do Rio de Janeiro durante o Período Joanino ( ). 03- Leia o seguinte texto, depois responda as questões: COM AS CORES E OS ARES DA EUROPA "De capital do Vice-Reino do Brasil à sede do Império português. Com a chegada da família real e sua corte, o Rio de Janeiro precisava adequar a realidade da Colônia aos moldes europeus. A tarefa não era fácil. Como descreveria o viajante inglês John Luccock, alguns anos mais tarde, a cidade era "a mais suja associação humana vivendo sob a curva dos céus". À imitação das ruas de Lisboa, as vias cariocas estavam repletas de lama e de toda sorte de sujeira. As igrejas e os conventos eram os edifícios públicos mais notáveis e, fora algumas touradas realizadas no Campo de Santana, não existiam diversões como as europeias. Os jardins do Passeio Público, construído entre 1779 e 1783, foram durante anos o principal atrativo da cidade. D. João tratou de revitalizar esse cenário, fundando teatros, organizando concertos musicais na Capela Real, adicionando novas datas no já carregado calendário de festas locais e criando o Jardim Botânico, como parte do esforço de transformar o Rio em uma cidade civilizada nos trópicos. Era importante ainda criar uma imagem do Império. Para isso, aportou no país em 1816 a Missão Francesa, composta por artistas como Lebreton, Taunay, Debret e Grandjean de Montigny. A Missão produziu imagens que hoje são a memória material do período, além de transformar a paisagem da sede imperial, substituindo o barroco pelo estilo neoclássico. Os 54 quadros que chegaram com os artistas franceses tornaram-se embrião, junto com a coleção de D. João, de outra grande instituição cultural da cidade: o Museu Nacional de Belas Artes. O conhecimento europeu aportou no país em forma de livros, manuscritos, gravuras, estampas, mapas, moedas e medalhas. O acervo da Real Biblioteca, com cerca de 60 mil volumes, foi transferido para o Rio de Janeiro logo após a chegada da Família Real, na Ordem Terceira do Carmo, deu origem à Biblioteca Nacional, hoje apontada pela Unesco como a oitava maior biblioteca do mundo". SCHWARCZ, Lília Moritz. O dia em que Portugal fugiu para o Brasil. In: Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 1, número 1, jun de p.26. a) Explique o título do Texto: "Com as cores e os ares da Europa". b) Qual a importância da Missão Artística Francesa neste contexto até hoje? Página 2 de 11-17/10/2014-3:14

3 c) Dentre as novidades trazidas pela família Real, qual a autora do texto coloca como de grande importância cultural para o Brasil de ontem e de hoje? 04- Observe uma tirinha da história em quadrinhos "D. João Carioca". Pedro, se o Brasil se separar, antes que seja para ti, que me hás de respeitar do que para algum desses aventureiros. a) Relacione a volta de D. João VI para Portugal com a Revolução do Porto de b) Relacione o "Dia do Fico" com as intenções da Corte Portuguesa no Brasil, em Página 3 de 11-17/10/2014-3:14

4 05- Tratando-se da influência do liberalismo no processo de Independência do Brasil, Emília Viotti afirma que: "O liberalismo significava nesta fase a liquidação dos laços coloniais. Não se tratava de mudar a sociedade e reformar a estrutura colonial de produção". (COSTA Emília V. "Introdução ao Estudo da Emancipação política do Brasil" in: MOTA, Carlos Guilherme (Org). Brasil em Perspectiva, São Paulo, Difel, p. 93) De acordo com a Independência do Brasil, explique a frase da historiadora levando-se em consideração a Constituição de 1824, quanto ao voto e à escravidão. 06- Em 1824, Frei Caneca criticou a Constituição outorgada por D. Pedro I dizendo que o poder moderador era a chave mestra da opressão da nação brasileira e que a Constituição não garantia a independência do Brasil, ameaçava sua integridade e atacava a soberania da nação. a) Defina o poder moderador. (Baseado em Frei Caneca, "Crítica da Constituição Outorgada", ENSAIOS POLÍTICOS, Rio de Janeiro, Editora Documentário, p ) b) O que foi a Confederação do Equador, da qual Frei Caneca participou? 07- Relativamente ao Primeiro Reinado, considere as afirmações a seguir. I- A dissolução da Constituinte, o estilo de governo autoritário e a repressão à Confederação do Equador aceleraram o desgaste político de Pedro I. II- O temor de uma provável recolonização, caso fosse restabelecida a união com Portugal, aprofundou os atritos entre brasileiros e portugueses. III- O aumento das exportações agrícolas, a estabilidade da moeda e a redução do endividamento externo foram os pontos favoráveis do governo de Pedro I. IV- A cúpula do exército, descontente com a derrota militar na Guerra Cisplatina, aderiu à revolta, que culminou na Abdicação do Imperador. Então: (A) todas estão corretas. (B) todas são falsas. (C) apenas I e II estão corretas. (D) apenas I, II e IV estão corretas. (E) apenas III está correta. Página 4 de 11-17/10/2014-3:14

5 08- A charge aponta para uma importante característica da Carta Outorgada de 1824, qual seja, a instituição do(a): (A) (B) (C) (D) (E) voto universal. voto censitário. poder moderador. parlamentarismo às avessas. monarquia dual. 09- O que ficou determinado na Constituição de 1824 em relação: a) Ao voto: b) À religião: 10- A partir da gravura a seguir, é possível afirmar que, logo após a emancipação política do Brasil. I- os escravos estavam gratificados porque, desde aquele momento, não podiam ser recomprados pelos comerciantes de escravos e vendidos em outras partes da América. II- a abdicação do primeiro Imperador determinou o fim da escravidão. III- a situação dos escravos permaneceu essencialmente a mesma do período colonial. Página 5 de 11-17/10/2014-3:14

6 Quais afirmativas completam corretamente a frase inicial? (A) Apenas I. (B) Apenas II. (C) Apenas III. (D) Apenas I e II. (E) Apenas I e III. 11- A fatalidade das revoluções é que sem os exaltados não é possível fazê-las e com eles é impossível governar. Cada revolução subentende uma luta posterior e aliança de um dos aliados, quase sempre os exaltados, com os vencidos. A irritação dos exaltados [trouxe] a agitação federalista extrema, o perigo separatista, que durante a Regência [ameaçou] o país de norte a sul, a anarquização das províncias. [...] durante este prazo, que é o da madureza de uma geração, se o governo do país tivesse funcionado de modo satisfatório bastava não produzir abalos insuportáveis, a desnecessidade do elemento dinástico teria ficado amplamente demonstrada. NABUCO, Joaquim. Um Estadista do Império: Nabuco de Araújo, sua vida, suas opiniões, sua época. 2ed. São Paulo: Editora Nacional, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936, p.21. Na obra Um Estadista do Império, escrita entre os anos de 1893 e 1894, Joaquim Nabuco faz uma análise da história do Brasil Imperial. O trecho acima remete ao período regencial ( ) do país. Com base no texto e em seus conhecimentos, faça o que se pede. a) O que foi o Período Regencial? b) Explique como Joaquim Nabuco interpretou o período regencial no Brasil. c) Explique por que, durante o período regencial, houve muitas revoltas de caráter separatista. Página 6 de 11-17/10/2014-3:14

7 12- Observe a imagem abaixo e sua legenda. Cheio de glória, coberto de louros, depois de ter derramado seu sangue em defesa da pátria e libertado um povo da escravidão, o voluntário volta ao país natal para ver sua mãe amarrada a um tronco! Horrível realidade!... (Ângelo Agostini. A Vida Fluminense, Adaptado.) a) A charge acima retrata uma tensão ocorrida após a Guerra do Paraguai. Identifique essa tensão apresentada pela representação e por sua legenda. b) Cite uma consequência positiva e outra negativa da Guerra do Paraguai para o Brasil. 13- Observe a tabela abaixo e responda as questões. DECÊNIO TOTAL CAFÉ AÇÚCAR CACAU ERVA-MATE FUMO ALGODÃO BORRACHA COUROS E PELES ,8 18,4 30,1 0,5-2,5 20,6 0,1 13, ,8 43,8 24,0 0,6 0,5 1,9 10,8 0,3 7, ,2 41,4 26,7 1,0 0,9 1,8 7,5 0,4 8, ,9 48,8 21,2 1,0 1,6 2,6 6,2 2,3 7, ,3 45,5 12,3 0,9 1,2 3,0 18,3 3,1 6, ,1 56,6 11,8 1,2 1,5 3,4 9,5 5,5 5, ,3 61,5 9,9 1,6 1,2 2,7 4,2 8,0 3, ,6 64,5 6,6 1,5 1,3 2,2 2,7 15,0 2,4 Fonte: COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL, n.1. C; C; E; e n. 12.A, do Serviço de Estatística Econômica e Financeira do Ministério da Fazenda apud Silva p. 8. Página 7 de 11-17/10/2014-3:14

8 a) Qual produto brasileiro foi mais exportado durante o Segundo Reinado? b) Cite três motivos que levaram à rápida expansão desse cultivo no Brasil. c) Relacione a exportação desse produto com a construção de ferrovias. 14- Analise os documentos a seguir. Art. 1º. As embarcações brasileiras encontradas em qualquer parte, e as estrangeiras encontradas nos portos do Brasil, tendo a seu bordo escravos, ou havendo-os desembarcado, serão apreendidas pelas autoridades, ou pelos navios de guerra brasileiros, e consideradas importadoras de escravos. Art. 4. A importação de escravo no território do Império fica nele considerada como pirataria, e será punida pelos seus tribunais com as penas declaradas no Código Criminal. LEI EUSÉBIO DE QUEIRÓZ, de 4 de setembro de Disponível em: <http://www.gptec.cfch.ufrj.br/html/eusebio.html>. Acesso em: 26 out (Adaptado). a) Explique, com suas palavras, o que determinou a Lei Eusébio de Queiroz, em b) Relacione a Lei Eusébio de Queiroz com o aumento do tráfico interprovincial. Página 8 de 11-17/10/2014-3:14

9 15- "Tudo compreendeu o meu bom Pancrácio; daí para cá, tenho-lhe despedido alguns pontapés, um ou outro puxão de orelhas, e chamo-lhe besta quando lhe não chamo filho do diabo; cousas todas que ele recebe humildemente, e (Deus me perdoe!) creio que até alegre." (Machado de Assis. "Bons dias!", In: "Obra completa", vol. III. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986.) O fragmento é de uma crônica de 19 de maio de 1888, que conta o caso, fictício, de um escravista que se converteu à causa abolicionista poucos dias antes da Lei Áurea e agora se gabava de ter alforriado Pancrácio, seu escravo. O exproprietário explica que Pancrácio, além de continuar a apanhar, recebe um salário pequeno. Podemos interpretar tal crônica machadiana como uma representação da: (A) Ampla difusão dos ideais abolicionistas no Segundo Império, que apenas formalizou, com a Lei Áurea, o fim do trabalho escravo no Brasil. (B) Aceitação rápida e fácil pelos proprietários de escravos das novas relações de trabalho e da necessidade de erradicar qualquer preconceito racial e social. (C) Mudança abrupta provocada pela abolição da escravidão, que trouxe sérios prejuízos para os antigos proprietários e para a produção agrícola. (D) Falta de consciência dos escravos para a necessidade de lutar por direitos sociais e pela recuperação de sua identidade africana. (E) Persistência da mentalidade escravista, que reproduzia as relações entre senhor e escravo, mesmo após a proclamação da Lei Áurea. Página 9 de 11-17/10/2014-3:14

10 GABARITO 01- O Bloqueio Continental foi uma proibição imposta, em 1806, por Napoleão Bonaparte, onde os países europeus não poderiam comercializar com a Inglaterra. Caso o fizessem, teriam seu território invadido pelo exército napoleônico. Portugal não aderiu ao Bloqueio continental e por isso seria invadido pelo exército francês. Por isso, D. João optou por fugir para sua colônia na América com a família real. 02- a) A Abertura dos Portos, em 1808, significava que a América Portuguesa poderia comercializar com outros países, além de Portugal. Dessa maneira, chegava ao fim o exclusivo comercial metropolitano que era determinado pelo do pacto colonial. b) Ao decretar tal medida, D. João beneficiava, sobretudo, a Inglaterra, pois era o principal país que mantinha relações comerciais com Portugal. Além disso, a Inglaterra passava pela Primeira Revolução Industrial, exportando os produtos para o Brasil. c) Criação do Banco do Brasil, do Real Horto (atual Jardim Botânico), Imprensa Régia, Biblioteca Real. 03- a) Com a vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil, foi transferido também grande parte do aparato cultural português, como por exemplo, o ritual do beija-mão e algumas instituições, como a Biblioteca Real. Dessa forma, a colônia, que passou a ser sede da Coroa Portuguesa, precisou se adaptar para receber a família real, estreitando as semelhanças entre a colônia e a metrópole europeia. b) A Missão Artística Francesa tinha a função de registrar as belezas naturais, os costumes e a cultura da colônia para criar uma imagem daquele novo Império nos trópicos. No entanto, ela foi a responsável por reunir um material que nos possibilita reconstruir a memória daquele período. c) Para a autora do texto, a Biblioteca Nacional é, hoje, uma das instituições mais importantes que foram trazidas pela família real portuguesa. 04- a) A Revolução do Porto, exigia o retorno imediato de D. João VI para a metrópole, além disso, desejava redigir uma constituição à qual D. João se subordinasse e pretendia retomar o pacto colonial com o Brasil. b) De acordo com as exigências das Cortes em Portugal, D. Pedro deveria retornar junto com seu pai para que fosse restabelecido o pacto colonial. No entanto, no Brasil, o partido brasileiro pressionava-o para ficar e romper os laços com Portugal. Com a pressão portuguesa para a volta de D. Pedro, a elite brasileira realizou um abaixo-assinado, pedindo a permanência deste na colônia. O príncipe regente optou por ficar no Brasil (09/01/1822), num episódio conhecido como "Dia do Fico". 05- A historiadora afirma que o liberalismo econômico foi a principal inspiração para a independência do Brasil, pois os interesses das elites no livre comércio se sobrepunham aos interesses sociais. Caso as ideias de igualdade e liberdade estivessem em pauta, a Constituição de 1824 determinaria o fim da escravidão e o voto livre e universal. No entanto, de acordo com a primeira Carta Constitucional, somente cidadãos ativos, com renda anual superior a réis, poderiam votar, o que excluía a maioria da população e mantinha a hierarquia social da colônia. 06- a) O poder moderador foi criado por D. Pedro I para poder intervir no outros três poderes (legislativo, executivo e judiciário). De acordo com esse quarto poder, D. Pedro concentrava o poder de decisão, demonstrando sua tendência ao absolutismo. 07- (D) 08- (C) b) A Confederação do Equador foi um movimento político e revolucionário ocorrido na região Nordeste do Brasil, em Numa tentativa de proclamar uma República independente, os estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, se revoltaram contra o governo imperial e contra o autoritarismo de D. Pedro e fundaram um novo país. Rapidamente, esse movimento foi reprimido pelas tropas imperiais e seus líderes foram presos e executados. 09- a) Voto censitário, onde somente os cidadãos ativos (com renda anual superior à 100 mil réis) poderiam votar. 10- (C) b) A religião católica foi instituída como oficial. Página 10 de 11-17/10/2014-3:14

11 11- a) O Período Regencial foi o momento da história do Brasil entre a abdicação de D. Pedro I e a maioridade política de D. Pedro II. Durante esse período, , o país foi governado por regentes, com o objetivo de manter a monarquia mesmo após a abdicação de D. Pedro I. b) Joaquim Nabuco interpretou esse momento como conturbado, de agitação federalista intensa e com forte perigo separatista. Além disso, ele acreditava que se os regentes tivessem governado de maneira satisfatória, o retorno à Monarquia não seria necessário. c) A ausência de um poder centralizador, num período de formação do Estado brasileiro, foi um momento propício para a eclosão de movimentos de caráter separatista que desejavam maior autonomia para as províncias. A diversidade de interesses regionais e políticos que existia no Brasil naquele momento se acirraram na busca pela autonomia. 12- a) A tensão narrada na charge faz relação à liberdade adquirida pelo escravo que lutou na Guerra do Paraguai e a permanência da escravidão nas fazendas brasileiras. b) O Brasil, embora tenha vencido a Guerra do Paraguai, não obteve muitas vantagens com o conflito. O exército saiu favorecido, porém o número de mortos foi muito grande. 13- a) O produto mais exportado no Brasil durante o Segundo Reinado foi o café. b) Dentre os vários motivos que favoreceram o cultivo do café no Brasil destacam-se a abundância de terra, disponibilidade de mão de obra, condições climáticas favoráveis e o aumento do consumo na Europa e nos Estados Unidos. c) Para que o produto fosse escoado das fazendas de café até os portos, no litoral, foi preciso construir ferrovias que fizessem esse transporte. Por isso, nesse momento houve a expansão da malha ferroviária no Brasil. 14- a) A Lei Eusébio de Queiroz, de 1850, determinava que o tráfico internacional de escravos estava proibido a partir da data de sua promulgação. b) Com a proibição do tráfico internacional de escravos, determinado pela Lei Eusébio de Queiroz, de 1850, a solução encontrada pelos Barões de café para o problema da mão de obra foi comercializar escravos dentro do próprio país. O maior número de escravos vendidos foi do Nordeste, em decorrência da queda na produção de cana-deaçúcar, para o Sudeste, onde a produção de café se destacava no cenário econômico brasileiro. 15- (E) Página 11 de 11-17/10/2014-3:14 MCS/1404/BANCO DE QUESTOES/HISTORIA/HISTORIA - 8o ANO - 3a ETAPA DOC

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