Tema: Criminalidade e Cotidiano. Título: A violência na História do Brasil.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tema: Criminalidade e Cotidiano. Título: A violência na História do Brasil."

Transcrição

1 Arquivo do Estado de SP O Uso dos Documentos de Arquivo na Sala de Aula Tema: Criminalidade e Cotidiano. Título: A violência na História do Brasil. Mariana Ramos Apolinário 2º semestre 2013 São Paulo SP

2 Justificativa: Ao questionar a juventude atual sobre os medos individuais, grande parte das respostas faz referência à violência da qual são vítimas, entretanto o senso comum atribui a violência somente ao agressor, sem conseguir identificar situações históricas sociais que corroborem os atos de agressão. Tendo em vista a violência instaurada em nossa sociedade atual é importante estudar o histórico da situação, identificando as possíveis causas do cotidiano da violência. Com os documentos sugeridos é possível a análise de crimes passados e a ação da polícia, representante do Estado, diante das situações. Assim procura-se permitir aos alunos uma visão questionadora diante do comportamento de Estado e o uso da violência, identificando a profundidade das causas da realidade atual. Objetivos: O objetivo final da sequência didática é que os envolvidos sejam capazes de identificar na ação do Estado e na situação social as principais causas da violência presente em nossa sociedade, para isso os objetivo específicos são: - Analisar os eventos históricos propostos pelos documentos; - Compreender a construção da violência como fenômeno social, nas diversas realidades históricas proposta. Componente Curricular: A sequência didática será realizada na disciplina de História, no eixo temático História das representações e das relações de poder. Ano: A sequência será desenvolvida com alunos do 9º ano, ensino fundamental. Tempo previsto: As atividades serão desenvolvidas em nove aulas, agrupadas em quatro semanas. Desenvolvimento e conteúdo das atividades: Aulas 1 e 2: Os trabalhos serão iniciados com a análise do documento: 1

3 O ESPORTE que se pratica nas ruas de São Paulo. O Diário da Noite, São Paulo, 2 set Apesp. Os alunos receberão cópias do documento e, sentados em duplas deverão analisar a imagem a partir da ficha de análise citada abaixo: 1. TIPO DE DOCUMENTO: 2. DATA(S) DO DOCUMENTO: 3. AUTOR (OU CRIADOR) DO DOCUMENTO: 4. PARA QUE PÚBLICO O DOCUMENTO FOI PRODUZIDO? JUSTIFIQUE. 5. INFORMAÇÕES SOBRE O DOCUMENTO A. Assinale três situações que aparecem do documento. B. Quais evidências presentes no documento ajudam você saber quando e por que ele foi produzido? C. Assinale duas coisas que o documento conta sobre a vida de SÃO PAULO ou do BRASIL na época em que foi produzido: Após o preenchimento da ficha serão feitos questionamentos orais às duplas, quais os crimes mais comuns no período retratado? Vocês conseguem identificar a situação social da cidade no período mostrado? Desde quando a violência é um problema no Brasil? Será que esse problema tem causa? Será que esse problema tem solução? A intenção é identificar conhecimentos prévios dos alunos sobre a relação situação social/violência. 2

4 Aulas 3, 4 e 5: Os alunos analisarão o documento 2 COM VISTAS. Voz da Raça, ano I, n.1, São Paulo, 18 de março Apesp. 3

5 O documento 3 Secretaria de Segurança Pública. Posto Médico da Assistência Policial. Boletins de Ocorrências ( ). APESP. 4

6 Documento 4: 5

7 Secretaria de Segurança Pública. Posto Médico da Assistência Policial. Boletins de Ocorrências ( ). APESP. O documento 5 DECRETO-LEI Nº 3.688, de 3 DE OUTUBRO DE Lei das Contravenções Penais Art. 14. Presumem-se perigosos, além dos indivíduos a que se referem os ns. I e II do art. 78 do Código Penal: I o condenado por motivo de contravenção cometido, em estado de embriaguez pelo álcool ou substância de efeitos análogos, quando habitual a embriaguez; II o condenado por vadiagem ou mendicância; III o reincidente na contravenção prevista no art. 50; IV o reincidente na contravenção prevista no art. 58. (Revogado pela Lei nº 6.416, de ) Art. 15. São internados em colônia agrícola ou em instituto de trabalho, de reeducação ou de ensino profissional, pelo prazo mínimo de um ano: (Regulamento) I o condenado por vadiagem (art. 59); II o condenado por mendicância (art. 60 e seu parágrafo); III o reincidente nas contravenções previstas nos arts. 50 e 58. (Revogado pela Lei nº 6.416, de ) BRASIL. Artigos 14 e 15. Decreto-Lei n 3.688, Lei das Contravenções Penais. 3 de outubro de Disponível em: Lei/Del3688.htm. Acesso em: 24 maio Identificando data e causas da publicação. Em grupos de quatro integrantes deverão discutir tendo em vista os seguintes questionamentos: 1- Quem são os envolvidos nos crimes e situações relatadas? 2- Vocês conseguem identificar as possíveis causas para esses crimes, ou situações? 6

8 3- O que o governo considerava condenação por vadiagem, em 1940? Quem poderia estar enquadrado nesta lei? 4- Nos documentos pode ser identificado o preconceito étnico ou social? Justifique. Os grupos deverão discutir os questionamentos e o resultado deverá ser apresentado em uma roda de conversa em que a professora aprofundará a discussão levantando outras questões pertinentes. Aula 6: Os alunos lerão individualmente o texto Violência urbana no Brasil: as vítimas e os criminosos, de Guilherme Almeida Borges (Anexo 1): Com a leitura espera-se que os alunos sistematizem a relação entre violência e situação social já trabalhada nas atividades anteriores. Aulas 7 e 8: Os alunos terão contato com os documentos 06 ANDRADE, R. Tanque das Forças Armadas participam de cerco ao Complexo do Alemão, conjunto de favelas na zona norte do Rio. Folha.com, 29 nov Disponível em: <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1579- veja-fotos-de-ataques-e-operacoes-no-rio#foto-29562>. Acesso em: 14 jan

9 Documento 07 e 08: ANDRADE, R. Moradores do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, durante cerco ao conjunto de favelas. Folha.com, 29 nov Disponível em: <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1579-veja-fotosde-ataques-e-operacoes-no-rio#foto-29563>. Acesso em: 14 jan Documento 8: Moradias precárias, tortura nas prisões e violência são ameaças aos direitos humanos do Brasil, diz ONG As condições precárias de moradia para milhões de brasileiros, o alto índice de violência criminal e policial nas favelas, e as condições degradantes do sistema prisional estão entre as principais ameaças aos direitos humanos no Brasil, aponta o relatório anual da Anistia Internacional, divulgado nesta quinta-feira (12). O documento, que abrange o período entre janeiro e dezembro de 2010, sinaliza que as comunidades que vivem em situação de pobreza continuaram a enfrentar uma série de abusos dos direitos humanos, como despejos forçados e falta de acessos a serviços básicos. Apesar de algumas cidades registrarem redução na taxa de homicídios, o índice de violência criminal e policial permaneceu elevado nas favelas, agravando ainda mais a situação de desigualdade, destaca a Anistia. A respeito da questão da segurança pública, o relatório destacou a megaoperação realizada por forças policiais e militares, em resposta à onda de ataques criminosos no Rio de Janeiro em No período de uma semana, mais de 50 pessoas foram mortas nos confrontos entre policiais e traficantes. A Polícia Civil matou sete pessoas em uma única operação na favela do Jacarezinho. Na comunidade de Vila Cruzeiro, uma menina de 14 anos foi morta dentro de casa ao ser atingida por uma bala perdida, relembra a organização. [...]

10 MORADIAS precárias, tortura nas prisões e violência são ameaças aos direitos humanos do Brasil, diz ONG. UOL Notícias. Cotidiano. 12 maio Disponível em: Acesso em: 24 maio de MORADIAS precárias, tortura nas prisões e violência são ameaças aos direitos humanos do Brasil, diz ONG. UOL Notícias. Cotidiano. 12 maio Disponível em: Acesso em: 24 maio de Divididos em duplas deverão identificar os problemas sociais e a situação de violência na sociedade atual, comparando com o período estudado nos documentos anteriores. Individualmente deverão produzir um texto argumentativo com o tema: Violência e sociedade - uma relação histórica. Aulas 9 e 10 (na sala de informática, conectada à rede): Em grupos de quatro alunos será montado um blog sobre a problemática da violência, deverá ainda apresentar soluções ao problema discutido, ou seja, propostas do grupo que poderiam diminuir, ou mesmo solucionar a situação estudada. 9

11 Bibliografia: BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília. MEC/SEF, BORGES, G. A. Violência urbana no Brasil: as vítimas e os criminosos. Jornal Mundo Jovem. Edição Disponível em Acesso 28/10/

12 Anexo 1: Ao assistir a noticiários de televisão é comum nos defrontarmos com casos de crimes que chocam por sua astúcia e crueldade. A violência encontra-se entre as principais preocupações dos brasileiros e o medo passou a ser um sentimento comum no cotidiano das grandes cidades. Há mais de 20 anos que os índices de homicídios e crimes violentos estão em níveis alarmantes, fato que tem instigado o estudo mais detalhado da criminalidade e da violência urbana. Esses estudos são importantes, pois quebram com mitos e noções imprecisas sobre a situação da violência e criam uma percepção crítica e mais rigorosa da situação da violência no Brasil hoje. A violência é um fenômeno que tem afetado com maior intensidade a população urbana no Brasil. Comparando-se dados do Ministério da Saúde sobre mortalidade nas principais regiões metropolitanas brasileiras, Rio de Janeiro e São Paulo têm índices preocupantes de homicídios, mas não são essas duas capitais as mais violentas do Brasil, contrariando a imagem que se cria dessas cidades na opinião pública. Embora não apareçam com tanto destaque nos noticiários policiais em nível nacional, Recife, vitória e Maceió foram as regiões metropolitanas com maior incidência de homicídios para 100 mil habitantes no ano de Jovens e homens Juventude e masculinidade são duas palavras que andam em conjunto com o fenômeno da violência. Quando tratamos de homicídios é incontestável a predominância de homens, tanto na posição de criminosos quanto na posição de vítimas. De acordo com dados do Ministério da Justiça, no ano de 2005, por volta de 90% das vítimas de homicídios intencionais eram do sexo masculino. A mesma tendência é observada no caso dos autores de homicídios em que o percentual masculino é de 95%. Uma mudança no cenário ocorre quando focamos o crime de lesão corporal. Nesse caso as mulheres são as vítimas mais freqüentes, ocupando um pouco mais da metade das estatísticas, enquanto os homens ainda são na grande maioria os autores. Os jovens de até 24 anos são aqueles que figuram nas estatísticas 11

13 com mais de 46% do total das vítimas de homicídios intencionais e mais de 50% dos autores no ano de Esses números mostram que a violência não é um fenômeno que atinge igualmente a todos. É realizado principalmente por jovens e contra jovens, o que deixa claro a necessidade de uma política de segurança pública articulada com uma política para a juventude. O desafio do combate à violência As formas de combater essa violência suscitam diversos debates entre acadêmicos, autoridades, políticos e a população em geral. Há uma diversidade de soluções apontadas para conter o crime que podem ser agrupadas em duas correntes principais. De um lado temos uma estratégia repressiva, na qual a ênfase se dá na responsabilização e punição do criminoso como meio de diminuir a incidência dos crimes. Para tanto, uma política repressiva buscará o incremento da polícia, maior rigor na aplicação das penas, mais eficácia da Justiça Criminal e aumento das penitenciárias. Em um enfoque distinto, as estratégias preventivas visam a impedir que o crime aconteça, agindo sobre as causas sociais que incentivam a criminalidade. Nesse caso, a busca da inclusão social, a ressocialização do detento e a defesa dos direitos humanos são colocadas como meios de combater a violência. Uma política preventiva dá preferência à assistência social, em detrimento da punição e vê a causa do crime na situação social e não na responsabilidade do indivíduo criminoso. O controle da criminalidade violenta é um processo complexo que envolve uma negociação delicada na busca da ordem social que deve passar pelo respeito aos direitos individuais. O esforço em diminuir a incidência de crimes envolve não só a ação policial ou assistencial, mas uma cooperação entre diversas áreas como o sistema educacional, de saúde pública, de Justiça Criminal, atividades culturais, condições de moradia e emprego etc. A articulação adequada dessas áreas, focada principalmente no público jovem, é o desafio para uma política de segurança pública que possa trazer resultados positivos. BORGES, G. A. Violência urbana no Brasil: as vítimas e os criminosos. Jornal Mundo Jovem. Edição

14 Disponível em Acesso 28/10/

Políticas Publicas de Ressocialização

Políticas Publicas de Ressocialização Primeiro Encontro Mato Grossense de Conselhos da Comunidade Políticas Publicas de Ressocialização ão Rosangela Peixoto Santa Rita 26 de junho de 2008. O Brasil já tem mais de 423 mil presos em seus cárceres;

Leia mais

PESQUISA MAIORIDADE PENAL

PESQUISA MAIORIDADE PENAL PESQUISA MAIORIDADE PENAL OBJETIVOS Entender o pensamento da população do Rio sobre a redução da maioridade penal; Saber se ela é favorável a mudança das penalidades aplicadas ao menor infrator; Buscar

Leia mais

Especificações Técnicas. Elaboração da Pesquisa

Especificações Técnicas. Elaboração da Pesquisa Especificações Técnicas Período 28 a 31 de julho de 2011 Abrangência Nacional Universo Eleitores com 16 anos e mais Amostra 2.002 entrevistas em 140 municípios Margem de erro 2 pontos percentuais e grau

Leia mais

Relatório da Pessoa Idosa

Relatório da Pessoa Idosa Relatório da Pessoa Idosa 2012 O Relatório da Pessoa Idosa 2012, com base nos dados de 2011, se destina à divulgação dos dados de criminalidade contra a pessoa idosa (idade igual ou superior a 60 anos),

Leia mais

Apresentação. Soluções para resolv. Legislação penal. Conclusão

Apresentação. Soluções para resolv. Legislação penal. Conclusão SUMÁRIO Apresentação Introdução Soluções para resolv esolver er a violência e a criminalidade Popularidade de possíveis soluções Políticas sociais x políticas de segurança Redução da maioridade penal Legislação

Leia mais

ALBERTO MARQUES DOS SANTOS Juiz de Direito

ALBERTO MARQUES DOS SANTOS Juiz de Direito ALBERTO MARQUES DOS SANTOS Juiz de Direito CRIMINALIDADE causas e soluções Juruá Editora Curitiba, 2006 CATALOGAÇÃO NA FONTE S237 Santos, Alberto Marques dos. Criminalidade: causas e soluções./ Alberto

Leia mais

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO Ana Sachs* 20/09/2009-07h00 Do UOL Notícias Em São Paulo Ainda que seja uma exigência da lei de Execuções Penais, o trabalho

Leia mais

A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA) DESENVOLVIDA EM BARÃO GERALDO

A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA) DESENVOLVIDA EM BARÃO GERALDO BE_310 CIÊNCIAS DO AMBIENTE UNICAMP ESTUDO (Turma 2012) Disponível em: http://www.ib.unicamp.br/dep_biologia_animal/be310 A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA)

Leia mais

Morte brasileira: a trajetória de um país

Morte brasileira: a trajetória de um país Retratos da violência Morte brasileira: a trajetória de um país A morte é um grande personagem. De capuz e foice na mão, comove plateias no mundo todo. Mas será esse mesmo o perfil da morte brasileira?

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

Notas sobre experiências de Pacificação em favelas do Rio de Janeiro - Brasil.

Notas sobre experiências de Pacificação em favelas do Rio de Janeiro - Brasil. Conferencia Internacional Violencia en Barrios en America Latina Notas sobre experiências de Pacificação em favelas do Rio de Janeiro - Brasil. Lia de Mattos Rocha Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE Silvia Ramos A pesquisa mídia e violência O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Mostrando que a proteção de nossas crianças e adolescentes também está em fase de crescimento Subsecretaria de Promoção

Leia mais

CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E ÀS AUTORIDADES POLÍTICAS E JUDICIÁRIAS BRASILEIRAS SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E ÀS AUTORIDADES POLÍTICAS E JUDICIÁRIAS BRASILEIRAS SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL Boaventura de Sousa Santos Coimbra, 20 de Julho de 12015 CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E ÀS AUTORIDADES POLÍTICAS E JUDICIÁRIAS BRASILEIRAS SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL DAS VIOLÊNCIAS

Leia mais

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência?

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Dados preliminares do sistema de informações de mortalidade do Ministério da Saúde de

Leia mais

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES SECRETRIA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Leia mais

Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições. Maria Cecília de Souza Minayo

Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições. Maria Cecília de Souza Minayo Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições Maria Cecília de Souza Minayo 1ª. característica: elevadas e crescentes taxas de homicídios nos últimos 25 anos Persistência das causas externas

Leia mais

Lei MARIA DA PENHA 3 anos depois

Lei MARIA DA PENHA 3 anos depois Lei MARIA DA PENHA 3 anos depois Três anos depois, lei Maria da Penha diversifica perfil de mulheres que procuram ajuda contra violência doméstica. Quais são os resultados trazidos pela lei Maria da Penha?

Leia mais

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012 Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM Frei David Santos, OFM - out de 2012 Dados disponibilizados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade

Leia mais

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher.

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Vamos juntos trabalhar em prol da vida! BRASIL É CAMPEÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NUM RANKING DE 54 PAÍSES fonte: Sociedade Mundial de Vitimologia,

Leia mais

ONU: 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2012. Isto equivale a 10% dos homicídios no mundo

ONU: 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2012. Isto equivale a 10% dos homicídios no mundo ONU: 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2012. Isto equivale a 10% dos homicídios no mundo 10/04/2014 Manifestação dos movimentos sociais em frente ao Fórum Cível de Marabá, no Pará, contra

Leia mais

Pesquisa de Opinião Pública SEGURANÇA PÚBLICA. Janeiro/2015

Pesquisa de Opinião Pública SEGURANÇA PÚBLICA. Janeiro/2015 Pesquisa de Opinião Pública SEGURANÇA PÚBLICA Janeiro/2015 OBJETIVOS Objetivo Principal: Esta estudo teve como objetivo principal verificar e quantificar a opinião pública brasileira quanto ao tema Segurança

Leia mais

Violência contra as Mulheres em Pernambuco

Violência contra as Mulheres em Pernambuco Violência contra as Mulheres em Pernambuco Recife, 25 de novembro de 2015 FICHA TÉCNICA Coordenação: Equipe do SOS Corpo Instituto Feminista para Democracia Pesquisadora: Ana Paula Melo (pesquisadora convidada)

Leia mais

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO Diversos problemas levaram à situação atual O problema sempre foi tratado com uma série de OUs Natureza ou policial ou social Responsabilidade ou

Leia mais

CONSULTA POPULAR SEGUNDO PLANO MUNICIPAL DE SEGURANÇA

CONSULTA POPULAR SEGUNDO PLANO MUNICIPAL DE SEGURANÇA CONSULTA POPULAR SEGUNDO PLANO MUNICIPAL DE SEGURANÇA Os avanços na segurança A Prefeitura de Diadema vem desenvolvendo, desde o ano de 2001, uma série de ações que tiveram impacto extremamente positivo

Leia mais

PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON

PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON PERCEPÇÕES E REAÇÕES DA SOCIEDADE SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER 2009 PARCERIAS INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO Planejamento e supervisão da pesquisa IBOPE INTELIGÊNCIA Campo

Leia mais

UMA COMPARAÇÃO ESTATÍSTICA SOBRE O TRÂNSITO: ANTES E DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DAOPERAÇÃO BALADA SEGURA NO RIO GRANDE DO SUL

UMA COMPARAÇÃO ESTATÍSTICA SOBRE O TRÂNSITO: ANTES E DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DAOPERAÇÃO BALADA SEGURA NO RIO GRANDE DO SUL ISSN 2177-9139 UMA COMPARAÇÃO ESTATÍSTICA SOBRE O TRÂNSITO: ANTES E DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DAOPERAÇÃO BALADA SEGURA NO RIO GRANDE DO SUL Daniellen Thaianne de Oliveira Severo - daniii_severo@hotmail.com

Leia mais

A MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR EM PONTA GROSSA: SUBSÍDIOS PARA O DEBATE

A MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR EM PONTA GROSSA: SUBSÍDIOS PARA O DEBATE 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A MULHER

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A falta de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada pelos

Leia mais

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT RELATO DE EXPERIÊNCIA Introdução Marcos Serafim Duarte

Leia mais

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década 1 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO PROFESSOR BAHIA TEXTO DE CULTURA GERAL FONTE: UOL COTIDIANO 24/09/2008 Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década Fabiana Uchinaka Do UOL Notícias

Leia mais

Presente em 20 estados Unidades próprias em Curitiba Sede Administrativa em Curitiba Parque Gráfico em Pinhais - Pr

Presente em 20 estados Unidades próprias em Curitiba Sede Administrativa em Curitiba Parque Gráfico em Pinhais - Pr Presente em 20 estados Unidades próprias em Curitiba Sede Administrativa em Curitiba Parque Gráfico em Pinhais - Pr A violência na escola e o mundo onde fica? EMENTA Causa da Violência e Relacionamento

Leia mais

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO 1. Contextualização e finalidades A violência, a falta de segurança e o medo da criminalidade

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A sensação de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 23 DE JANEIRO DE 2008.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 23 DE JANEIRO DE 2008. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 23 DE JANEIRO DE 2008. Altera a Lei no 11.530, de 24 de outubro de 2007, que institui o Programa Nacional

Leia mais

www.fecomercio-rj.org.br [ 1 ]

www.fecomercio-rj.org.br [ 1 ] www.fecomercio-rj.org.br [ 1 ] A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL 16 de abril de 2008 [ 2 ] (1 MENÇÃO) - SG1) Na sua opinião, quem tem mais responsabilidade pelo combate à criminalidade e violência contra as

Leia mais

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo Princípios e diretrizes de Segurança Pública Eixo 1 1. Fortalecimento do pacto federativo; 2. Municipalização da Segurança Pública; 3. Estabelecer

Leia mais

PROJETO ESPORTE À MEIA-NOITE

PROJETO ESPORTE À MEIA-NOITE PROJETO ESPORTE À MEIA-NOITE OBJETIVO GERAL Combater, de forma preventiva, a criminalidade juvenil, por meio do desenvolvimento de ações esportivas, de qualificação profissional e de lazer, destinadas

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM CRIMINOLOGIA A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM CRIMINOLOGIA A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL FUNDAÇÃO SOUSÂNDRADE INSTITUTO UNIVERSITÁRIO ATLÂNTICO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM CRIMINOLOGIA A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA São Luis

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2009

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2009 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2009 1 1 Rio de Janeiro, 15/12/2010 1 PNAD 2009 Segurança Alimentar Vitimização e Educação Trabalho Rendimento Fecundidade Tecnologia da Informação etc 2 153

Leia mais

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA O GRUPO SERMAIS:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 6 22/10/2008 16:54 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Mensagem de veto Conversão da Medida Provisória nº 416-08 LEI Nº 11.707, DE 19 DE JUNHO DE 2008. Altera a Lei

Leia mais

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS.

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. AREA TEMÁTICA: Saúde. COORDENADORA: Prof.ª Dr.ª Denise

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: SEGURANÇA PÚBLICA OUTUBRO/2011

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: SEGURANÇA PÚBLICA OUTUBRO/2011 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: SEGURANÇA PÚBLICA OUTUBRO/2011 PESQUISA CNI-IBOPE CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria Executiva - DIREX José Augusto

Leia mais

MATO GROSSO: MUITO ALÉM DO DEVER FUNCIONAL

MATO GROSSO: MUITO ALÉM DO DEVER FUNCIONAL MATO GROSSO: MUITO ALÉM DO DEVER FUNCIONAL Cuiabá-MT teve a primeira Promotoria de Justiça a aplicar a Lei Maria da Penha no Brasil, iniciando seus trabalhos no dia 22/09/2006, dia em que a Lei Maria da

Leia mais

Economia Política da Violência em Alagoas

Economia Política da Violência em Alagoas Economia Política da Violência em Alagoas Fábio Guedes Gomes 1 "O sentimento de que as pessoas vivem com medo de serem assassinadas é um exagero muito grande. Existe situação terrível nas favelas, mas

Leia mais

II criação e fortalecimento de redes sociais e comunitárias;

II criação e fortalecimento de redes sociais e comunitárias; LEI 11.530, DE 24 DE OUTUBRO DE 2007 Institui o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania PRONASCI e dá outras providências. * V. Portaria MJ 1.411/2007 (Instrumentos de cooperação federativa

Leia mais

JOVEM ÍNDIO E JOVEM AFRODESCENDENTE/JOVEM CIGANO E OUTRAS ETNIAS OBJETIVOS E METAS

JOVEM ÍNDIO E JOVEM AFRODESCENDENTE/JOVEM CIGANO E OUTRAS ETNIAS OBJETIVOS E METAS JOVEM ÍNDIO E JOVEM AFRODESCENDENTE/JOVEM CIGANO E OUTRAS ETNIAS OBJETIVOS E METAS 1. Assegurar com políticas públicas e programas de financiamento o direito dos jovens índios, afrodescendentes, camponeses

Leia mais

Atividades. Caro professor, cara professora,

Atividades. Caro professor, cara professora, Atividades Caro professor, cara professora, Apresentamos mais uma nova proposta de atividade sobre alguns dos temas abordados pelo programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil*. Ela inaugura a

Leia mais

Violência homicida. Diferenças regionais

Violência homicida. Diferenças regionais 1 de 6 31/01/2014 23:35 Aumentar a fonte Diminuir a fonte VIOLÊNCIA CORPO NO CHÃO Morto em outubro de 2012, em Itaquera, Zona Leste paulistana: mais uma entre as mais de 40 mil pessoas assassinadas no

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL Relatório Analítico PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL PESQUISA SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER DATASENADO SECS PESQUISA SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER Há dois anos, o DataSenado

Leia mais

BRASIL. (tradução não oficial para o português)

BRASIL. (tradução não oficial para o português) Distr. GERAL CCPR/C/BRA/CO/2 2 de Novembro 2005 Original: Inglês Comitê de Direitos Humanos 85ª Sessão CONSIDERAÇÃO DE RELATÓRIOS ENVIADOS POR ESTADOS PARTES SOB O ARTIGO 40 DO PACTO Observações finais

Leia mais

Rede de Defesa e Segurança

Rede de Defesa e Segurança Rede de Defesa e Segurança 1 PROGRAMA ALIANÇA PELA VIDA Objetivo: Estruturar ações integradas de prevenção, acolhimento e tratamento dos usuários e dependentes de álcool e outras drogas e seus familiares,

Leia mais

A Incidência de Homicídios entre a População Jovem Negra no Brasil. 02 de Dezembro de 2015

A Incidência de Homicídios entre a População Jovem Negra no Brasil. 02 de Dezembro de 2015 A Incidência de Homicídios entre a População Jovem Negra no Brasil 02 de Dezembro de 2015 Adolescentes são assassinados na Baixada Fluminense Rio de Janeiro Diário da Manhã 02/10/2015 Estudo mostra que

Leia mais

Estatística referente à violência doméstica contra a mulher no Distrito Federal 2006-2013

Estatística referente à violência doméstica contra a mulher no Distrito Federal 2006-2013 Estatística referente à violência doméstica contra a mulher no Distrito Federal 2006-2013 1. Denúncias Oferecidas pelo Ministério Público Denúncias oferecidas em feitos de Violência Doméstica entre 2006

Leia mais

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF ANEXO 01 CURSO: Tecnólogo em e Social UFF SELEÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES DISCIPLINAS / FUNÇÕES - PROGRAMAS / ATIVIDADES - PERFIS DOS CANDIDATOS - NÚMEROS DE VAGAS DISCIPLINA/FUNÇÃO PROGRAMA/ATIVIDADES

Leia mais

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010).

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010). FORMAÇÃO CONTINUADA NA LIDA DO POLICIAL CIVIL: estudo sobre as estratégias de formação continuada de policiais civis para o atendimento aos grupos vulneráveis Bárbara Aragão Teodoro Silva UFMG Este pôster

Leia mais

A redução da maioridade penal não é a solução

A redução da maioridade penal não é a solução A redução da maioridade penal não é a solução Mandato do Deputado Estadual Marcelo Freixo 2 Redação: Ana Marcela Terra Bruno Villa Sidney Teles Tomás Ramos Edição: Renata Souza Revisão: Bruno Villa Fotos:

Leia mais

Histórico Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) agosto de 2010 no Recife Transformando a sociedade a partir da igreja local

Histórico Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) agosto de 2010 no Recife Transformando a sociedade a partir da igreja local Histórico Esta campanha tem sua origem no contexto do V Encontro Nacional da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) em agosto de 2010 no Recife PE. Nessa ocasião, o enfoque do evento foi: Transformando

Leia mais

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) Conferencia Internacional Violencia en Barrios en America Latina Sus Determinantes y Politicas

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2007

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2007 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº, DE 2007 Redação final das Emendas do Senado ao Projeto de Lei de Conversão nº 32, de 2007 (Medida Provisória nº 384, de 2007). A Comissão Diretora apresenta a redação final

Leia mais

-CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO - CRIMES CONTRA OS COSTUMES - LEIS DAS CONTRAVENÇÕES PENAIS - CRIMES DE ENTORPECENTES - LEI PORTE DE ARMAS

-CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO - CRIMES CONTRA OS COSTUMES - LEIS DAS CONTRAVENÇÕES PENAIS - CRIMES DE ENTORPECENTES - LEI PORTE DE ARMAS BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTRO NO SISP - RMB E ESTADO DO PARÁ - BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTRO NO SISP VERIFICADAS NA RMB E EM TODO O ESTADO DO PARÁ EM 2011 (JAN-DEZ) -CRIMES

Leia mais

A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA. www.tiberiogeo.com.br A Geografia Levada a Sério

A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA. www.tiberiogeo.com.br A Geografia Levada a Sério A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA 1 Início de nossa urbanização Segundo o Censo 2010 aponta que aproximadamente 85% é urbano; Nossa economia estava voltada para a exportação; As primeiras ocupações urbanas se deram

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP

PODER JUDICIÁRIO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP PODER JUDICIÁRIO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP Projeto: DIALOGANDO PARA A PAZ 1. INTRODUÇÃO A violência doméstica e familiar contra a mulher é um fenômeno multicausal

Leia mais

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Complexidade do assunto e multiplicidade de interpretações que o tema encerra. Ações mais assemelhadas à indisciplina

Leia mais

Palavras-chaves: denuncia, consumo de álcool, consumo de drogas.

Palavras-chaves: denuncia, consumo de álcool, consumo de drogas. VIOLENCIA CONTRA A MULHER E A DEPENDENCIA FINACEIRA. UM ESTUDO DE CASO NO MUNICIPIO DE PITANGA. MARLY APARECIDA MAZUR MACHADO/UNICENTRO E-MAIL: maymazur@outlook.com SIMÃO TERNOSKI (ORIENTADOR)/UNICENTRO

Leia mais

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial Décima Oitava Sessão Agenda item 43 Resoluções aprovadas pela Assembléia Geral 1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial A Assembléia Geral,

Leia mais

MITOS E REALIDADES A QUESTÃO DA VIOLÊNCIA

MITOS E REALIDADES A QUESTÃO DA VIOLÊNCIA MITOS E REALIDADES A QUESTÃO DA VIOLÊNCIA Mitos e Realidades Algumas considerações O álcool e as drogas são as causas reais da violência. O consumo de álcool pode favorecer a emergência de condutas violentas,

Leia mais

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE 1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE I. Enquadramento A UGT regista o lançamento da Iniciativa Oportunidade para a Juventude em Dezembro de 2011 e, no âmbito

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO: GRUPO DE TRABALHO (ALTERAÇÃO): ASSEMBLEIA MUNICIPAL - EMÍLIA SOARES CÂMARA MUNICIPAL DO CARTAXO ESTELA SILVA

GRUPO DE TRABALHO: GRUPO DE TRABALHO (ALTERAÇÃO): ASSEMBLEIA MUNICIPAL - EMÍLIA SOARES CÂMARA MUNICIPAL DO CARTAXO ESTELA SILVA GRUPO DE TRABALHO: ASSEMBLEIA MUNICIPAL - EMÍLIA SOARES CÂMARA MUNICIPAL DO CARTAXO ESTELA SILVA CÂMARA MUNICIPAL DO CARTAXO ISABELA CHAGAS CÂMARA MUNICIPAL DO CARTAXO MARTA AZEVEDO GUARDA NACIONAL REPUBLICANA

Leia mais

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador Coordenador: SEGURANÇA Visão: Que Santa Maria tenha os melhores indicadores de Segurança Pública, entre os municípios do Rio Grande do Sul com mais de 100 mil habitantes, garantindo a prevenção e o controle

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 NOTA DESCRITIVA FEVEREIRO/2008 Nota Descritiva 2 2008 Câmara dos Deputados. Todos os direitos reservados. Este trabalho poderá ser reproduzido ou transmitido na íntegra,

Leia mais

1.4 Objeto e Metodologia

1.4 Objeto e Metodologia 1.4 Objeto e Metodologia O objeto a pesquisa cujos dados serão apresentados foi definido juntamente com a SAS- Secretaria de Assistência Social de Presidente Prudente em especial com a equipe do CREAS

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Presidência da República Federativa do Brasil. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Presidência da República Federativa do Brasil Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial A SEPPIR CRIAÇÃO A Seppir (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial)

Leia mais

Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil

Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil O Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil é mais uma publicação do Plano Juventude Viva, que reúne ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Módulo: Indicadores de Segurança Pública. Palestrante: Renato Sérgio de Lima

Módulo: Indicadores de Segurança Pública. Palestrante: Renato Sérgio de Lima Módulo: Indicadores de Segurança Pública Palestrante: Renato Sérgio de Lima Recente publicação de Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2007 e 2008) afirma que não existe no Brasil um canal de disseminação

Leia mais

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. RESUMO Nós, jovens brasileiros, é uma continuidade do conhecido Este jovem brasileiro, sucesso do portal por 6 edições consecutivas.

Leia mais

REPORTAGEM 1 23/07/2013 CABEÇA:

REPORTAGEM 1 23/07/2013 CABEÇA: REPORTAGEM 1 23/07/2013 CABEÇA: LOCUTOR 1: O Mapa da Violência 2013: Homicídio e Juventude no Brasil, publicado na última quinta-feira, dia 18, mostra que a violência contra os jovens brasileiros aumentou

Leia mais

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Aos 21 de março de 2014, dia em que o mundo comemora o Dia Internacional contra a Discriminação Racial instituído pela ONU em 1966, adotamos o presente Pacto

Leia mais

Gabinetes de Atendimento da Mulher e da Criança: a análise dos casos registados. Margarita Mejia, Conceição Osório, Maria José Arthur

Gabinetes de Atendimento da Mulher e da Criança: a análise dos casos registados. Margarita Mejia, Conceição Osório, Maria José Arthur Gabinetes de Atendimento da Mulher e da Criança: análise dos casos registados Margarita Mejia, Conceição Osório, Maria José Arthur Publicado em Outras Vozes, nº 7, Maio de 2004 A WLSA Moçambique concluiu

Leia mais

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES): MARIANA TOLEDO ALVES TEIXEIRA

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES): MARIANA TOLEDO ALVES TEIXEIRA TÍTULO: "DIÁRIO" DE UM EX - DETENTO : AS DIFICULDADES E PRECONCEITOS ENCONTRADOS, NO DIA A DIA,PARA RESSOCIALIZAÇÃO DO EX - PRESIDIÁRIO NEGRO NO BRASIL. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E

Leia mais

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 Observatório da Educação participação e controle da sociedade civil nas políticas

Leia mais

Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990

Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990 Sumário Prefácio... 11 Apresentação dos autores... 13 Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990 1. Para entender a lei... 26 2. Aspectos gerais... 28 2.1 Fundamento constitucional... 28 2.2 A Lei dos

Leia mais

Lei Maria da Penha: uma evolução histórica

Lei Maria da Penha: uma evolução histórica Lei Maria da Penha: uma evolução histórica Karina Balduino Leite e Rivadavio Anadão de Oliveira Guassú Maria da Penha foi uma entre as incontáveis vítimas de violência doméstica espalhadas pelo planeta.

Leia mais

VIOLÊNCIA E SAÚDE RELATO DE UM EXPERIÊNCIA

VIOLÊNCIA E SAÚDE RELATO DE UM EXPERIÊNCIA A imagem não pode ser exibida. Talvez o computador não tenha memória suficiente para abrir a imagem ou talvez ela esteja corrompida. Reinicie o computador e abra o arquivo novamente. Se ainda assim aparecer

Leia mais

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians I. INTRODUÇÃO Durante uma pesquisa realizada exclusivamente com homens pelo Instituto Avon/Data Popular e lançada em novembro de 2013, alguns dados

Leia mais

Cinco mitos que precisam ser quebrados

Cinco mitos que precisam ser quebrados Cinco mitos que precisam ser quebrados Há muitos avanços na luta contra a violência no Brasil. Contudo, ainda vivemos um triste círculo vicioso. Com base em alguns mitos sobre como vencer a violência,

Leia mais

Apeoesp busca diálogo para melhorar a segurança nas escolas

Apeoesp busca diálogo para melhorar a segurança nas escolas Maria Izabel Azevedo Noronha Apeoesp busca diálogo para melhorar a segurança nas escolas SEGUNDO PESQUISA, VIOLÊNCIA EM ESCOLAS DE SP ATINGE 4 EM 10 PROFESSORES E REVELA QUE MAIS DA METADE CONSIDERA SUA

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER Fevereiro/2009 2 Mulheres conhecem a Lei Maria da Penha, mas têm medo de denunciar os agressores O destaque da terceira

Leia mais

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Proposta para Implementação de Serviço de Responsabilização e Educação de Agressores Grupo Paz em Casa

Leia mais

Rosangela Peixoto Santa Rita. Maceió,, 05 de junho de 2008

Rosangela Peixoto Santa Rita. Maceió,, 05 de junho de 2008 A condição da criança a no espaço o penitenciário Rosangela Peixoto Santa Rita Maceió,, 05 de junho de 2008 Perfil Nacional Pesquisa 2006 Percentual de unidades femininas exclusivas e alas ou pavilhões

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

Violência contra a Pessoa Idosa. Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br

Violência contra a Pessoa Idosa. Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br Violência contra a Pessoa Idosa Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br Violência contra as pessoas idosas: FOTOGRAFIA: THINKSTOCK problema sério e invisível Síntese de

Leia mais