Projeto Gestão da Clínica no SUS. Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde

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1 Projeto Gestão da Clínica no SUS Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS 2012

2 Ficha Catalográfica Elaborada pela Biblioteca Dr. Fadlo Haidar Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa reprodução autorizada pelo autor somente para uso privado de atividades de pesquisa e ensino não sendo autorizada sua reprodução para quaisquer fins lucrativos. Na utilização ou citação de partes do documento é obrigatório mencionar a autoria. C986 Curso de especialização em gestão da clínica nas regiões de saúde / Instituto Sírio- Libanês de Ensino e Pesquisa; Ministério da Saúde; Conselho Nacional dos Secretários de Saúde; Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde; Fundação Dom Cabral. -- São Paulo, p. (Projeto Gestão da Clínica no Sistema Único de Saúde-SUS) 1. Gestão em saúde. 2. Aprendizagem baseada em problemas. 3. Gestão da clínica. 4.Sistema único de Saúde. 5.Capacitação de recursos humanos em saúde. 6.Competência clínica. NLM: WA 525

3 Projeto Gestão da Clínica no SUS Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde caderno do curso 2012

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5 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde Sumário Apresentação 1. Contexto 1.1. Projeto de Gestão da Clínica no SUS 1.2. Curso de Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde 2. Objetivos e metas Geral Específicos Dimensão do projeto 3. Perfil de competência do Gestor da Clínica nas Regiôes de Saúde 3.1. Título concedido 4. Currículo integrado 4.1. Processo ensino-aprendizagem: a espiral construtivista 4.2. Comunidade de aprendizagem: dialogia e facilitação 4.3. Papel do gestor de aprendizagem de região e do facilitador O projeto aplicativo Compromisso com as regiões de saúde e suas redes de atenção à saúde 5. Estrutura do curso 5.1. Carga horária e atividades educacionais 5.2. Período, periodicidade e organização dos encontros presenciais 6. Avaliação 6.1. Avaliação de desempenho do especializando 6.2. Avaliação de desempenho dos facilitadores 6.3. Avaliação do curso 6.4. Cronograma e fluxos de entrega das avaliações 7. Anexos Anexo I Formato de Avaliação de desempenho do especializando Anexo II Formato de Avaliação de desempenho do Facilitador Anexo III Avaliação do Encontro/Curso 8. Bibliografia consultada Agradecimentos

6 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS Artista: Cândido Portinari Título: Paz Período: Rio de Janeiro, RJ. Acervo: Obra executada para decorar a sede da Organização das Nações Unidas ONU, Nova York, EUA. Ninguém pode estar no mundo, com o mundo e com os outros de forma neutra. Não posso estar no mundo de luvas nas mãos constatando apenas. A acomodação em mim é apenas caminho para a inserção, que implica decisão, escolha, intervenção na realidade. Paulo Freire (2008)

7 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde APRESENTAÇÃO A parceria entre o Hospital Sírio Libanês/Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa IEP/HSL e o Ministério da Saúde, com apoio da Fundação Dom Cabral - FDC, do Conselho Nacional de Secretários da Saúde - CONASS, do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde - CONASEMS vem desenvolvendo projetos filantrópicos voltados à capacitação de profissionais do Sistema Único de Saúde - SUS, a partir da análise de necessidades e da excelência do HSL, nas áreas de Gestão, Saúde e Educação. O projeto filantrópico Gestão da Clínica no SUS integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde - PROADI-SUS para o triênio e contempla cinco Cursos de Especialização: (i) Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde, (ii) Regulação em Saúde no SUS e (iii) Educação na Saúde para Preceptores do SUS, (iv) Processos Educacionais na Saúde e (v) Gestão da Atenção à Saúde, entre outras iniciativas. A proposta do projeto Gestão da Clínica no SUS investe, fundamentalmente, em pessoas, buscando uma capacitação que promova o desenvolvimento profissional, que articule conhecimentos, habilidades e atitudes/valores e sua aplicação na melhoria da qualidade de saúde das pessoas. Para isso, o Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa pactuou iniciativas educacionais que consideram o conhecimento e experiências prévias dos envolvidos e promovem a corresponsabilização e a pró-atividade na construção de uma trajetória de aprendizagens voltada à transformação das práticas profissionais e institucionais. Além desse aspecto, visamos articular e ampliar a abrangência e o impacto 5 dos cursos de especialização nas regiões de saúde indicadas, otimizando a relação custo/efetividade por especializando. Você, como especializando do curso de Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde está convidado a participar desse desafio, desenvolvendo capacidades na sua área de atuação e promovendo, na sua região de saúde, a disseminação da gestão da clínica como estratégia para ampliar o acesso e a integralidade do cuidado. O empenho para o sucesso desse curso é um compromisso de seus proponentes e os melhores resultados que dele advirão para as regiões de saúde indicadas, certamente estarão relacionados com o comprometimento de cada participante. Desejamos a você uma experiência educacional que contribua concretamente para o seu crescimento pessoal e profissional e para a melhoria da atenção à saúde no nosso país! Roberto de Queiroz Padilha Diretor de Ensino Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa Helvécio Miranda Magalhães Junior Secretário da Secretaria de Atenção à Saúde Ministério da Saúde

8 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS 1. contexto 1.1 Projeto de Gestão da Clínica no SUS Desde 2009, o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa - IEP tem desenvolvido iniciativas educacionais voltadas à capacitação de profissionais de saúde do Sistema Único de Saúde, por meio de projetos filantrópicos de cunho educacional 1. Essas iniciativas, aprovadas pelo Ministério da Saúde, são elaboradas em parceria com instituições de ensino superior e gestores do SUS: Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários da Saúde e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. A parceria com a Fundação Dom Cabral agrega a experiência de um centro de desenvolvimento de executivos, empresários e gestores públicos que há 35 anos pratica o diálogo e a escuta comprometida com as organizações, construindo com elas soluções educacionais integradas. Atualmente, a FDC é considerada a quinta melhor escola de negócios do mundo, dando, assim, destaque aos seus princípios de: utilidade para a sociedade; parceria; valorização dos participantes; autonomia; ousadia e tenacidade; qualidade e inovação, com sustentabilidade e ética. O projeto Gestão da Clínica no SUS, para o triênio , se insere como uma das estratégias de fortalecimento e consolidação do Sistema Único de Saúde, considerando as diretrizes do Ministério da Saúde para (i) a constituição de regiões de saúde e redes de atenção à saúde; 6 (ii) a ampliação do acesso, humanização e integralidade do cuidado à saúde; e (iii) a articulação de processos de formação, atenção e desenvolvimento tecnológico em saúde, em cenários do SUS. A melhoria da qualidade e da segurança na atenção à saúde no Sistema Único de Saúde é o foco do projeto Gestão da Clínica no SUS e implica no (a): (i) desenvolvimento e aplicação de ferramentas e dispositivos de gestão da clínica no SUS; (ii) qualificação de preceptores do SUS para apoiarem com a formação e capacitação de profissionais de saúde nos serviços onde estão inseridos; (iii) capacitação de profissionais para a produção de conhecimentos, tecnologias e inovação em saúde, voltados à melhoria dos processos de gestão, de atenção e da educação em saúde; (iv) atualização de profissionais de saúde para a tomada de decisão baseada nas melhores práticas e evidências científicas, visando eficiência, efetividade e eficácia; (v) acompanhamento e avaliação dos produtos e resultados dessas iniciativas, de modo a sistematizar as experiências e os conhecimentos construídos nos processos educacionais utilizados, com vistas à consolidação dos princípios do SUS e à ampliação da qualidade e segurança na atenção à saúde. 1 Portaria GM/MS no. 936, de 27 de abril de 2011 que regulamenta o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde PROADI-SUS.

9 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde A qualidade da atenção e a segurança são colocadas como objeto central no processo de capacitação e de desenvolvimento de tecnologias de gestão do cuidado, de atenção e de educação na saúde. A qualidade nesse projeto é entendida como (i) excelência no cuidado à saúde; (ii) alcance do propósito das ações e missão dos serviços; (iii) máximo benefício dentro dos recursos disponíveis (relação custo-benefício); e (iv) transformação das práticas e produção de tecnologia, de modo ético e focado na melhoria da saúde das pessoas. A segurança é entendida como um esforço coletivo e permanente para a redução de riscos e danos no cuidado à saúde, envolvendo pacientes, familiares, cuidadores e profissionais de saúde. A combinação de qualidade e segurança visa estimular e promover a valorização por resultados e produzir um impacto regressivo no perfil de morbi-mortalidade, particularmente para as condições consideradas evitáveis, com especial atenção para as condições crônicas. Nesse campo, a sistematização de referenciais teórico-metodológicos sobre qualidade e segurança, ferramentas e dispositivos para a gestão da clínica, regulação no SUS, tomada de decisão baseada em evidências, educação de adultos e produção e disseminação de novas tecnologias em saúde fazem parte do portfólio do IEP/HSL. Também de forma coerente com os valores do HSL, as soluções educacionais trabalham com um perfil de competência construído e utilizado como referência para a construção, desenvolvimento e avaliação do desempenho dos profissionais participantes. O perfil expressa a articulação dos três domínios: conhecimentos, habilidades e atitudes e valorizam a excelência técnica e a humanização nas relações com pacientes, familiares, profissionais e estudantes, destacando-se o cuidado centrado/focado nas necessidades das pessoas, o trabalho em 7 equipe, a responsabilidade pela integralidade do cuidado e a agregação de valor à saúde. As estratégias escolhidas para o desenvolvimento do Projeto Gestão da Clínica no SUS foram: (i) a indicação de um gestor de aprendizagem para cada região de saúde, com um papel centrado na capacitação de facilitadores de processos educacionais e articulação entre as iniciativas educacionais do IEP e a gestão da saúde em cada região; (ii) a articulação regional entre os cinco cursos de especialização do Projeto Gestão da Clínica no SUS; (iii) a oferta de um curso de especialização em Processos Educacionais na Saúde voltada à capacitação de facilitadores em cada região indicada, potenciais responsáveis pelas atividades presenciais dos cursos de especialização do Projeto Gestão da Clínica no SUS ; (iv) o apoio à capacitação de 20 gestores vinculados aos serviços e redes das regiões de saúde indicadas, no Curso de Gestão em Atenção à Saúde do IEP/HSL, articulando seus Trabalhos de Conclusão de Curso aos Projetos Aplicativos da respectiva rede; (v) o apoio à construção de projetos aplicativos voltados à transformação de práticas de gestão, cuidado e educação na saúde, com vistas à melhoria da qualidade da atenção e segurança do paciente; (vi) o acompanhamento e a avaliação dos produtos e resultados dos projetos HSL/MS.

10 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS 1.2 Curso de Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde O Brasil vivencia uma situação de saúde, marcada pela superposição de danos e riscos epidemiológicos de natureza aguda e condições crônicas, relacionadas a um maior ou menor grau de desenvolvimento e de urbanização, e condicionados por transformações demográficas e epidemiológicas. Esse contexto gera um conjunto diversificado de necessidades e demandas aos serviços de saúde que vem sendo enfrentado pelo Sistema Único de Saúde - SUS com diversas iniciativas descentralização de recursos fundo a fundo para estados e municípios, implantação e expansão acelerada da Estratégia da Saúde da Família, organização de redes temáticas prioritárias (Materno Infantil, Urgência/Emergência, Psicossocial), e uma política de regulação do acesso a tecnologias e procedimentos de alta complexidade em âmbito nacional, entre outras. Este conjunto de iniciativas tem permitido uma série de avanços na organização do SUS, ao mesmo tempo em que evidenciou fragilidades significativas no que diz respeito ao acesso com qualidade. Neste sentido a regulamentação da Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, através do Decreto nº de 28 de junho de 2011, que dispõe sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, 8 se apresenta como uma das possibilidades de superação das fragilidades, na medida em que coloca a regionalização da saúde como um de seus eixos centrais. No decreto, as regiões de saúde são entendidas como o espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde. As regiões e suas redes de atenção à saúde deverão garantir a integralidade da assistência à saúde que se inicia e se completa na Rede de Atenção à Saúde, mediante referenciamento do usuário na rede regional e interestadual, conforme pactuado nas Comissões Intergestores. Construir estratégias efetivas de regionalização e de qualificação da atenção é o desafio atual do SUS. Atingir padrões de qualidade significa desenvolver estratégias de superação de um modelo ainda hegemônico, caracterizado por uma atuação centrada em procedimentos, fragmentado em especialidades médicas, pouco cuidador e desarticulado dos demais componentes das redes de atenção à saúde. A revisão desses modelos vem atrelada a uma melhor compreensão dos conceitos de integralidade e de redes de atenção, paralelamente à constatação do esgotamento e insuficiência dos modelos hierarquizados. A organização em redes flexíveis trouxe arranjos que modificam as relações entre as unidades, de modo a colocar os resultados desejados como norteadores da organização e gestão dos processos e produtos.

11 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde A qualificação dos serviços de saúde, entendendo-se como fundamental o cuidado ao paciente, assume papel relevante, principalmente se considerarmos a atual situação dos serviços de saúde no país: a escassa utilização de planejamento; a inexistência de um sistema de informações confiável; a ausência de um sistema de gestão baseado na melhoria contínua de qualidade dos processos e centrado em resultados; o baixo uso de indicadores de desempenho e de qualidade; e a inexistência de uma cultura voltada para a qualidade e segurança do cuidado ao paciente e para a qualificação da própria estrutura organizacional. A gestão da clínica, com diferentes nuances, tem sido utilizada por diversos países - Inglaterra, Espanha e pelo Brasil, entre outros. A gestão da clínica, no âmbito deste curso, está concebida a partir de determinados elementos estruturantes, como a não separação entre a gestão e cuidado, a progressiva autonomia e responsabilização das equipes de cuidado, o estabelecimento de objetivos, metas e indicadores relativos ao cuidado e o alinhamento de diretrizes clínicas, protocolos ou fluxogramas, com um modelo baseado em uma visão clínica ampliada e centrada nas necessidades do paciente, família e grupos populacionais. A gestão da clínica como uma área da competência profissional representa um conjunto de capacidades que possibilitam a organização do cuidado seguro e de qualidade, considerando necessidades e riscos apresentados pelos pacientes, por meio da utilização de arranjos que permitam construção de vinculo, trabalho em equipe, responsabilização e socialização de informações. Compreende, também, a utilização de diretrizes e ferramentas baseadas em evidências científicas e de indicadores que permitam monitorar o desempenho, entre outras. 9 A natureza do trabalho clínico na área de saúde representa um excelente catalisador para estimular o envolvimento dos profissionais de saúde na gestão dos recursos para um melhor cuidado à saúde e, neste sentido, a integração coordenada da clínica com a gestão torna-se estratégica como disparador para a sensibilização, ampliação e articulação de novas capacidades para uma atenção à saúde que enfrente as transformações por que passam as sociedades. Os especializandos desse curso estão convidados a participarem da construção da cultura de gestão da clínica nas regiões de saúde. A especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde apoiará a capacitação de profissionais em gestão da clínica, promovendo uma maior compreensão sobre distintas modelagens de atenção à saúde e a utilização de ferramentas e dispositivos de gestão da clínica, visando ampliar o acesso e a integralidade do cuidado. Nosso desafio será a construção de projetos aplicativos voltados à incorporação da gestão da clínica nas regiões de saúde participantes, no sentido da melhoria da efetividade, eficácia, eficiência, qualidade e segurança do cuidado à saúde. A viabilidade e a relevância desses projetos serão nossos indicadores de sucesso! Marilda Siriani de Oliveira Coordenadora da Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde

12 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS 2. Objetivos e Metas Geral Contribuir para a melhoria da atenção à saúde no SUS por meio da capacitação de profissionais em gestão da clínica, visando à ampliação do acesso e da integralidade do cuidado em dez regiões de saúde, no período Específicos construir e utilizar o perfil de competência do especialista em Gestão da Clínica para a elaboração dos objetivos educacionais, atividades e avaliação do curso de especialização em Gestão da Clinica nas Regiões de Saúde a ser ofertado em dez regiões de saúde indicadas; capacitar pelo menos 2 facilitadores de processos educacionais em cada região, responsáveis pelas atividades do Curso de Gestão da Clínica na Regiões de Saúde ; formar 480 especialistas em gestão da clínica, sendo 48 em cada região de saúde indicada; apoiar a capacitação de 20 gestores vinculados aos serviços e redes das regiões de saúde indicadas, no Curso de Gestão em Atenção à 10 Saúde do IEP/HSL, articulando seus Trabalhos de Conclusão de Curso aos Projetos Aplicativos da respectiva rede; Apoiar a elaboração de até 480 Trabalhos de Conclusão de Curso TCC; apoiar a construção de pelo menos 40 projetos aplicativos com ênfase na gestão da clínica nas regiões de saúde indicadas, sendo 2 por região; apoiar as instituições participantes no fortalecimento dos espaços colegiados de gestão; apoiar e fortalecer a constituição de linhas para o cuidado integral à saúde das pessoas, visando romper a fragmentação e hierarquização das ações e serviços de saúde nas regiões indicadas; acompanhar e avaliar os produtos e resultados dos projetos em parceria HSL/MS. Dimensão do projeto Trata-se de um projeto de abrangência nacional, cuja meta é envolver 70 regiões de saúde do país, no triênio Para a 1ª edição do curso, o Ministério da Saúde, CONASS e o CONASEMS indicaram como sendo as dez primeiras regiões: Aracaju, Belém, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal e Vitória (ver Figura 1). As outras 60 regiões, a serem contempladas na 2ª e 3ª edição, serão posteriormente indicadas.

13 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde Belém PA Manaus AM Fortaleza CE Natal RN João Pessoa PB Maceió AL Aracaju SE Campo Grande MS Vitória ES Florianópolis SC Figura 1 Regiões de saúde participantes, Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde, IEP/HSL, Um conjunto de nove autores responsabilizou-se pela elaboração do referencial teórico e do projeto político pedagógico do curso. Deste conjunto de profissionais, foi destacado um para coordenação do curso, além da indicação de dez gestores de aprendizagem das regiões de saúde responsáveis pela formação de até 60 facilitadores e acompanhamento das regiões de saúde participantes. Os facilitadores responsabilizam-se pela formação dos especializandos (ver Figura 2). Ondas de capacitação 09 autores 10 gestores 20 Facilitadores 480 especializandos 10 Regiões de saúde Figura 2 Representação das ondas de formação do Curso de Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde,

14 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS 3. Perfil de competência do gestor da clínica nas regiões de saúde O perfil de competência utilizado como referência nesse curso foi resultado do trabalho desenvolvido pelos seus autores a partir dos perfis de competência estabelecidos para os cursos: Gestão da Clínica nas Redes de Atenção à Saúde, Gestão da Clínica nos Hospitais do SUS e Gestão do Cuidado ao Paciente Crítico, realizados no período e Gestão da Clínica nas Redes Metropolitanas de Atenção à Saúde, realizado no período A competência é aqui compreendida como sendo a capacidade de mobilizar diferentes recursos para solucionar, com pertinência e sucesso, os problemas da prática profissional, em diferentes contextos. Assim, a combinação das capacidades cognitivas, atitudinais e psicomotoras mobilizadas para a realização de uma ação foi traduzida em desempenhos que refletem a qualidade de uma prática de gestão da clínica considerada competente. O perfil do especialista em gestão da clínica nas regiões de saúde está representado pela articulação de três áreas de competência que 12 delimitam o escopo de trabalho da atuação profissional: Gestão em saúde Atenção à saúde Educação em saúde Cada uma dessas áreas é representada por um conjunto de ações-chave que são traduzidas em desempenhos que retratam a integração das capacidades cognitivas, psicomotoras e atitudinais, agrupadas por afinidade nas áreas de competência. Assim, a competência profissional é entendida como uma síntese das áreas de gestão, atenção à saúde e educação. (ver Quadro 1). A análise das capacidades de gestão, de atenção à saúde e educativas, com foco na gestão da clínica nas regiões de saúde, orientou a seleção dos conteúdos e das atividades educacionais do Curso de Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde, voltados ao desenvolvimento dos desempenhos e ações-chave que conformam o perfil desejado.

15 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde quadro 1 Perfil de competência do gestor da clínica, Curso de Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde, IEP/HSL, Área de competência: Gestão em Saúde Ações-chave Desempenhos Estimula o levantamento de necessidades e demandas de saúde, visando à construção de um cuidado integral à saúde das pessoas. Promove o desenvolvimento do trabalho em saúde de modo orientado aos resultados Identifica problemas no trabalho em saúde Favorece a expressão de ideias e dúvidas e promove uma análise ampliada das necessidades e demandas identificadas. Promove a análise do contexto externo, identificando atores envolvidos, oportunidades e obstáculos à produção de saúde. Estimula a identificação de potencialidades e os aspectos que requerem melhoria, tanto em relação ao serviço/instituição/rede como em relação aos profissionais, analisando os fatores críticos a serem enfrentados para o atendimento das necessidades e demandas de saúde identificadas. Reconhece existência de interesses antagônicos ao analisar os contextos interno e externo, evitando reducionismos e buscando uma perspectiva de complementaridade, mediação, diálogo entre as diferentes visões. Promove o desenvolvimento do pensamento estratégico e utiliza ferramentas do planejamento para selecionar e priorizar problemas, estimulando o uso de dados e indicadores que objetivem e caracterizem as necessidades e demandas identificadas. Favorece a interação das pessoas e a construção do trabalho em equipe, respeitando diferentes saberes e potencialidades e mostrando capacidade de ouvir e lidar com a diversidade de opiniões. Promove a construção de um ambiente de confiança, que potencialize a agregação das pessoas em torno da melhoria da atenção à saúde e da busca por resultados que agreguem valor à saúde e à qualidade de vida das pessoas e da sociedade. Utiliza movimentos de negociação e de construção de consensos para a definição da estratégia e das ações do plano. Participa da elaboração de ações contextualizadas e articuladas para o enfrentamento dos problemas priorizados e alcance dos resultados pactuados. 13 Constrói e negocia sucessivos planos de ação Participa da definição de metas e etapas, levando em conta o momento político, a gestão de pessoas e os aspectos de infraestrutura, materiais, equipamentos e financiamento, de modo orientado aos resultados pactuados. Participa da definição dos responsáveis, prazos, resultados esperados e do apoio para o desenvolvimento das ações. Favorece a utilização de informações e dos elementos que agreguem valor na tomada de decisão, utilizando indicadores e as melhores práticas e evidências científicas. Promove a tomada de decisão compartilhada, utilizando dispositivos que favoreçam a participação e a co-responsabilização. Busca um enfrentamento positivo e construtivo para as diferenças, reconhecendo que os conflitos são inerentes às relações interpessoais. Estimula a socialização de informações de modo a contribuir para o comprometimento dos profissionais de saúde com os resultados, paralelamente à ampliação da autonomia e da criatividade dos envolvidos. Acompanha e avalia o desenvolvimento do trabalho em saúde e os resultados alcançados Acompanha o desenvolvimento do trabalho em saúde, utilizando indicadores quantitativos e qualitativos, assim como padrões de referência para análise de processos e produtos do programa, serviço de saúde, instituição ou rede. Promove uma análise contextualizada dos resultados obtidos, estimulando a identificação das facilidades e dificuldades encontradas na realização das ações e no alcance dos resultados pactuados. Favorece a oferta e formalização de espaços para educação permanente, avaliação formativa, apresentação dos resultados alcançados e prestação de contas. Protege espaços para sua própria reflexão e para compartilhar a perspectiva de outros, incluindo oportunidades de expressão a todos os envolvidos, em especial, aos usuários. Busca o menor dano possível nas situações em que houve falhas, assumindo e estimulando o reconhecimento de responsabilidades. Promove uma cultura de avaliação comprometida com a melhoria dos processos, produtos e resultados. Faz e recebe críticas de modo respeitoso e voltado ao desempenho observado, incluindo sua autocrítica. Valoriza o esforço de cada um, favorecendo a construção de um ambiente solidário. Reconhece as conquistas realizadas e explora os eventos adversos de modo que profissionais e instituição aprendam com os erros, visando evitá-los. Estimula o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura instituídas, de modo a orientá-las por resultados que agregam valor à saúde e à qualidade de vida das pessoas e sociedade.

16 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS quadro 1(cont) Perfil de competência do gestor da clínica, Curso de Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde, IEP/HSL, Área de competência: Atenção à Saúde Ações-chave Desempenhos Focaliza a atenção à saúde nas necessidades dos usuários Favorece a investigação de problemas de saúde Promove a construção de linhas de cuidado e projetos terapêuticos Em todos os momentos do processo de trabalho, considera a complexidade envolvida na atenção à saúdedoença e assume uma postura empática em relação aos usuários. Promove uma investigação ampliada das necessidades de saúde e identifica problemas na produção do cuidado, considerando relevância, magnitude, vulnerabilidade e transcendência. Articula dados e informações para a identificação de inadequações dos processos assistenciais, levando em conta um modelo de atenção à saúde orientado às necessidades dos usuários e coerente com as premissas do Sistema Único de Saúde. Trabalha com acolhimento valorizando a identificação de vulnerabilidade e a classificação de risco para a tomada de decisão. Busca o diálogo entre necessidades e recursos disponíveis nas redes para a construção de projetos terapêuticos voltados à melhoria da atenção à saúde oferecida aos usuários. Utiliza a saúde baseada em evidência e as ferramentas de gestão da clínica para a construção de linhas de cuidado e projetos terapêuticos eficazes, eficientes, efetivos e seguros. Constrói o projeto terapêutico com apoio da equipe, de modo a agregar o valor necessário ao atendimento das necessidades de saúde identificadas. Constrói a linha de cuidado articulando ações e serviços em função da garantia do acesso, da continuidade, da integralidade e da equidade da atenção à saúde. Compartilha decisões, fortalecendo o trabalho em equipe e a autonomia dos usuários. 14 Avalia a atenção à saúde dos usuários Acompanha e avalia linhas de cuidado e projetos terapêuticos Área de competência Educação em saúde Acompanha e avalia produtos, resultados e impacto das ações formuladas nos projetos terapêuticos e linhas de cuidado, considerando a articulação com os demais serviços das redes de atenção à saúde. Utiliza os sistemas de informação para a análise de produtos e resultados, valorizando a escuta qualificada de usuários e trabalhadores na avaliação dos serviços, das linhas de cuidado e dos projetos terapêuticos. Presta contas e promove ajustes na produção do cuidado, de modo a orientá-lo pela qualidade, eficiência, eficácia e efetividade, considerando que as escolhas devem estar pautadas pelo valor agregado à qualidade de vida e à saúde dos usuários. Ações-chave Identifica necessidades de aprendizagem Promove e avalia ações educacionais Apoia a produção de novos conhecimentos Desempenhos Mostra disponibilidade e abertura para a identificação de necessidades e oportunidades de aprendizagens pessoais, dos profissionais envolvidos e das partes interessadas da organização. Estimula a curiosidade, a independência intelectual e o desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender de todos os envolvidos na produção do cuidado. Mostra persistência e paciência em relação aos diferentes tempos de aprendizagem das pessoas e das equipes. Utiliza a realidade do trabalho para disparar processos de aprendizagem, respeitando o conhecimento prévio de cada um e levando em conta o contexto sócio-cultural individual, do serviço, da instituição ou rede. Promove o desenvolvimento de ações educacionais voltadas às necessidades de aprendizagem, valorizando os saberes prévios. Incentiva e favorece o desenvolvimento de novas capacidades voltadas à superação das limitações e dificuldades. Estimula e busca a atualização de conhecimentos e a busca por inovações. Incentiva e desenvolve a capacidade de investigação e de busca de evidências científicas e das melhores práticas, realizando a avaliação crítica das informações encontradas. Estimula a construção coletiva de conhecimento nas oportunidades do processo de trabalho e participa de espaços de educação permanente. Promove a educação pelo exemplo e atua como apoiador ou consultor de profissionais com os quais trabalha. Monitora e avalia processos, produtos e resultados relacionados às atividades educacionais realizadas. Utiliza acertos e erros como insumo de aprendizagem profissional e organizacional. Identifica a necessidade de novos conhecimentos a partir da realidade e dos desafios do trabalho em saúde. Apoia o desenvolvimento ou participa da produção científica ou tecnológica na sua área de atuação, por meio de pesquisas orientadas por princípios ético-científicos e voltadas para a geração e disseminação de conhecimentos relevantes à produção da saúde das pessoas e à qualidade de vida da sociedade. 3.1 Título Concedido Os especializandos concluintes e aprovados do curso farão jus à titulação de Especialista em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde, de acordo com a regulamentação educacional vigente.

17 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde 4 Currículo Integrado A integração entre a teoria e a prática, entre o mundo do trabalho e o da aprendizagem, entre processos educativos e de gestão na área da saúde é um dos fundamentos dessa proposta de formação de especialistas em gestão da clínica nas regiões de saúde. Essa integração é expressa pela (o): construção do perfil de competência, a partir da interação de educadores, profissionais de saúde e gestores indicados pelos propositores dessa iniciativa/curso; exploração da teoria a partir de situações do mundo do trabalho; participação interdisciplinar e multiprofissional dos autores responsáveis pela construção das experiências e das atividades educacionais do curso; desenvolvimento articulado dos processos de gestão, educação e das práticas no contexto das regiões de saúde e; construção coletiva de processos de mudança na realidade regional. 4.1 Processo ensino-aprendizagem: a espiral construtivista O processo de ensino-aprendizagem para a construção do perfil de competência como especialista em gestão da clínica está ancorado: nas teorias interacionistas da aprendizagem 2 ; 15 na metodologia científica; nas comunidades de aprendizagem; na dialogia; em estratégias educacionais apropriadas a cada conteúdo, como processamento de situações-problema e de narrativas, aprendizagem baseada em equipes, oficinas de trabalho, plenárias, portfólio reflexivo, viagens entre outras e; na construção dos projetos aplicativos voltados à realidade. As raízes da utilização de problemas e da vivência como recursos para o processo ensino-aprendizagem podem ser encontradas em Dewey (1929); o estímulo à autoaprendizagem em Jerome Bruner (1959); e a primeira organização curricular baseada em problemas no final da década de 60, no curso médico da McMaster University, Canadá (Barrows, 1980; Schmidt, 1993). Ainda na década de 60, vale ressaltar Paulo Freire discutindo a aprendizagem de adultos a partir da educação como prática de liberdade e de autonomia. A pedagogia de Paulo Freire reconhece o homem em permanente produção e a produção de conhecimento a partir de suas relações com o mundo, ou seja, de sua experiência (Freire, 2008). 2 As tendências pedagógicas na prática educacional focalizam a relação entre o objeto a ser conhecido (conteúdos de aprendizagem: produtos sociais e culturais), o sujeito que aprende e o professor (agente mediador entre o sujeito e o objeto). As teorias psicológicas que fundamentam as tendências pedagógicas são: inatista, ambientalista e sócio-construtivista (sociointeracionista). Pela teoria inatista (apriorística ou nativista) cada pessoa encontra-se pronta ao nascimento (personalidade, potencial, valores, formas de pensar e de conhecer) uma vez que os fatores hereditários e maturacionais definem sua constituição. A teoria ambientalista (associacionista, comportamentalista ou behaviorista) atribui exclusivamente ao ambiente a constituição das características humanas e privilegia a experiência como fonte de conhecimento e do comportamento. A teoria sociointeracionista refuta as teses antagônicas entre o inato e o adquirido e promove uma releitura desses fatores, indicando sua interação histórica e socialmente constituída, em movimentos permanentes de reprodução/transformação (REGO, 1995).

18 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS A combinação entre os elementos experiência, ambiente e capacidades individuais permite a constituição das diferentes maneiras de aprender. Ao realizar aprendizagens significativas, os participantes reconstroem a realidade, atribuindo-lhe novos sentidos e significados. Para o adulto, esse significado é construído em função de sua motivação para aprender e do valor potencial que os novos saberes têm em relação a sua utilização na vida pessoal e profissional. O processo que favorece a aprendizagem significativa requer uma postura ativa e crítica por parte daqueles envolvidos na aprendizagem (Coll, 2000). Dessa forma, o conhecimento prévio trazido pelos participantes é essencial na construção dos novos saberes. A necessidade de buscar novas informações atende ao desenvolvimento de capacidades para a aprendizagem ao longo da vida e para a imprescindível análise critica de fontes e informações (Venturelli, 1997). A representação do processo ensino-aprendizagem na forma de uma espiral traduz a relevância das diferentes etapas educacionais desse processo como movimentos articulados e que se retroalimentam. Os movimentos são desencadeados conforme as necessidades de aprendizagem, frente a um disparador ou estímulo para o desenvolvimento de capacidades. A articulação entre a abordagem construtivista, a metodologia científica e a aprendizagem baseada em problemas 3 é apresentada de modo esquemático na Figura 3. Identificando o problema 16 Formulando explicações Avaliando o processo Elaborando questões Construindo novos significados Buscando novas informações Figura 3 Espiral construtivista do processo de ensino-aprendizagem a partir da exploração de um disparador 4. 3 Barrows HS, Tamblyn RM. Problem-based learning. New York: Springer Press; Traduzido e adaptado de Lima, V.V. Learning issues raised by students during PBL tutorials compared to curriculum objectives. Chicago, 2002 [Dissertação de Mestrado University of Illinois at Chicago. Department of Health Education]

19 Especialização em Gestão da Clínica nas Regiões de Saúde Movimento: identificando o problema e formulando explicações A identificação do problema, a partir de um estímulo educacional, permite que cada participante explicite suas ideias, percepções, sentimentos e valores prévios, trazendo à tona os fenômenos e evidências que já conhece e que podem ser utilizados para melhor explicar uma determinada situação. As explicações iniciais e a formulação de hipóteses permitem explorar as fronteiras de aprendizagem em relação a um dado problema, possibilitando identificar as capacidades presentes e as necessidades de aprendizagem. O exercício de suposições, conjecturas e proposições favorece a expansão das fronteiras de aprendizagem e auxilia na elaboração das questões de aprendizagem que irão desafiar as fronteiras identificadas. Movimento: elaborando questões de aprendizagem As questões formuladas representam as necessidades de aprendizagem e orientam a busca de novas informações. A seleção e pactuação, no coletivo, das questões consideradas mais potentes 5 e significativas para o atendimento destas necessidades e ampliação das capacidades de enfrentamento do problema identificado, trazem objetividade e foco para o estudo individual dos participantes. Movimento: buscando novas informações A busca por novas informações deve ser realizada pelos participantes da forma considerada mais adequada. O curso disponibiliza 17 um conjunto de referências bibliográficas na forma de acervo e favorece o acesso a banco de dados de base remota. A ampliação das pesquisas é estimulada e embora haja total liberdade para a seleção das fontes de informação, estas serão analisadas em relação ao grau de confiabilidade. Movimento: construindo novos significados A construção de novos significados é um produto do confronto entre os saberes prévios e os novos conteúdos e, por isso, é um movimento sempre presente no processo ensino-aprendizagem. Não somente ao serem compartilhadas as novas informações, mas a todo o momento no qual uma interação produza uma descoberta ou um novo sentido. Todos os conteúdos compartilhados deverão receber um tratamento de análise e crítica quer em relação às fontes como à própria informação em questão, devendo-se considerar as evidências apresentadas. Movimento: avaliando o processo Outro movimento permanente desse processo é a avaliação. A avaliação formativa é realizada verbalmente ao final de cada atividade e assume um papel fundamental na melhoria em processo. Todos devem fazer a autoavaliação focalizando seu processo individual de aprendizagem e também avaliar a construção coletiva do conhecimento e a atuação dos professores nesse processo. 5 As questões que desafiam os participantes a realizarem sínteses, análises ou avaliações invariavelmente implicam no estudo concomitante dos aspectos conceituais, mas vão além do reconhecimento de fatos e mecanismos requerendo interpretação e posicionamento.

20 Hospitais de Excelência A SERVIço DO SUS 4.2 Comunidade de aprendizagem: dialogia e facilitação A espiral construtivista envolve nos seus movimentos toda a comunidade de aprendizagem formada pelos participantes, facilitadores e gestores de aprendizagem de região de saúde. Todos procuram aprender com todos durante todo o tempo. A colaboração, o desprendimento, a tolerância, a generosidade possibilitam o diálogo franco, aberto e produtivo (Cross, 1998; Senge, 1990). As comunidades de especializandos, também se constituem numa oportunidade para o exercício do trabalho em equipe, comunicação, avaliação, criação de vínculos afetivos, corresponsabilidade pelo processo ensino-aprendizagem e de mudança, intercâmbio de experiências e estímulo à aquisição de conhecimento e desenvolvimento de competência. Espera-se que as comunidades de aprendizagem desenvolvam uma postura proativa e construam relações solidárias, respeitosas e éticas, com liberdade de expressão e corresponsabilidade. 4.3 Papel do gestor de aprendizagem de região e do facilitador Os gestores de aprendizagem de região são os responsáveis pelo desenvolvimento e avaliação do processo de capacitação de facilitadores e assumem o papel de coordenadores da região onde acontecem os encontros presenciais dos cursos de especialização do Projeto Gestão da Clínica no SUS, apoiados por três coordenações: geral, pedagógica e administrativa. As funções do gestor de aprendizagem de região são: 18 apoiar os facilitadores no processo ensino-aprendizagem nas diversas estratégias educacionais dos cursos de especialização do Projeto Gestão da Clínica no SUS; apoiar os facilitadores na orientação da construção do projeto aplicativo; atuar como mediador do processo ensino-aprendizagem nas atividades de capacitação dos facilitadores; avaliar o desenvolvimento de competência dos facilitadores; acompanhar o desenvolvimento das atividades de EAD; apoiar o processo de validação dos cadernos e dos materiais educacionais dos cursos; fazer a gestão dos encontros presenciais; elaborar relatórios gerenciais; favorecer a articulação entre os cursos de especialização do Projeto Gestão da Clínica no SUS e o desenvolvimento dos mesmos na região de saúde. Os facilitadores assumem o papel de mediadores do processo ensino-aprendizagem. O grupo deve encontrar no seu facilitador um apoiador para o desenvolvimento de capacidades para construção do perfil de competência e os critérios de excelência estabelecidos. Ao trabalhar com o grupo, o facilitador procura tornar as reuniões objetivas, fomentar a participação, gerar maior transparência, a fim de aprofundar a compreensão sobre o problema/situação e a interação entre os especializandos, bem como construir condições favoráveis para o trabalho coletivo. As funções dos facilitadores do curso são: mediar o processo ensino-aprendizagem em pequenos grupos, nas oficinas de trabalho, nas plenárias e nas demais estratégias educacionais nos encontros presenciais;

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