ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DE AMORA Ano Letivo 2014/2015
I - AVALIAÇÃO: Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico de Amora 1. Domínios de avaliação, parâmetros e ponderações I Domínio dos Conhecimentos 80 % Parâmetros Indicadores / Competências Ponderações Análise/ Analisa e interpreta corretamente os documentos históricos e o produto 35 % Interpretação da pesquisa autónoma da informação. Situa (cronológica e espacialmente), caracteriza e relaciona aspetos Compreensão relevantes da história portuguesa e universal 50 % histórica Identifica a multiplicidade de fatores e a relevância da ação de indivíduos e grupos no contexto do devir histórico. Comunicação Comunica sínteses de assuntos estudados de forma organizada, criativa e 15 % linguisticamente correta. Instrumentos de avaliação Fichas sumativas 60% Registos de trabalhos de grupo/pares 15% Registos de intervenção individual (oral/ escrita) 25% II Domínio das Atitudes/Comportamentos 20% Parâmetros Indicadores Ponderações Intervém de forma oportuna e adequada Participação / Cooperação Colabora nas atividades partilhando tarefas e saberes Revela empenho no desenvolvimento das atividades CT Sentido de responsabilidade Cumpre as tarefas dentro e fora da sala de aula Respeita as normas estabelecidas para o funcionamento da aula CT 2. Critérios de correção: Critérios de Correção Conhecer factos, cronologias e mapas Interpretar documentos de índole diversa Formular hipóteses simples de interpretação dos factos Estabelecer relações entre factos históricos Utilizar corretamente o vocabulário da disciplina Elaborar respostas com correção linguística 2.1. As cotações de cada questão e a sua distribuição por competências devem ser figurar no enunciado da prova. 2.2. No teste do aluno deve ser sempre colocada a classificação (informação quantitativa) obtida, bem como a cotação atribuída a cada resposta. 3. Classificação das provas de avaliação: (De acordo com o despº 36 A SEEI/96 de 5 de setembro e com o despº 13/SEEI/96 de 11 de abril) Nível 1-0 a 19 % (Muito insuficiente) Nível 2-20 a 49 % (Insuficiente) Nível 3-50 a 69 % (Suficiente) Nível 4-70 a 89 % (Bom) Nível 5-90 a 100 % (Muito Bom) 2
II PLANIFICAÇÃO 1. Calendarização / distribuição de tempos letivos: Períodos escolares Calendário Tempos previstos Apresentação Fichas sumativas Avaliação final Tempos restantes Tempos previstos por módulo e período Tempos Tema Total Tema 1º (16 de setembro a 16 de dezembro) 40 1 2 1 36 2º (5 de janeiro a 4 de março) 31 -- 2 1 28 3º (7 de abril a 12 de junho) 28 -- 1 1 26 2. Situações de aprendizagem 10 D 10 24 E 24 2 20 F 22 8 9 G 17 17 H 17 Total 99 1 5 3 90 90 //// 90 As situações de aprendizagem a utilizar serão diversificadas, tendo-se como referência o maior ou menor grau de exigência ou de simplificação dos conteúdos. Prevê-se assim, o recurso genérico a aulas com as seguintes metodologias: - expositivas e/ou dialogadas; - exploração/análise de documentos escritos, audiovisuais, iconográficos e cronológicos; - debates sobre temas problemáticos relacionados com a atualidade; - trabalhos de grupo realizados em aula e discussão em aula seguinte; - trabalhos de casa/individuais, para consolidação de conceitos ou preparação da aula seguinte; - utilização da tecnologia informática na aprendizagem da História. 3. Competências a desenvolver (ao longo de todos os temas) Tratamento de Informação /Utilização das Fontes - Selecionar informação adequada aos temas em estudo - Distinguir tipos de fontes históricas - Interpretar fontes históricas - Cruzar fontes - Formular, a partir das fontes, hipóteses de interpretação dos factos históricos - Realizar trabalhos de pesquisa sobre o tema A partir da análise de fontes, compreender, inferir e aplicar os conceitos Compreensão Histórica Temporalidade - Identificar e caracterizar momentos de rutura - Identificar e localizar momentos importantes da evolução histórica - Estabelecer relações passado/ presente. Espacialidade - Localizar em mapas os principais acontecimentos do século XIV Contextualização - Caraterizar os contextos em que decorreram os principais acontecimentos desta época. - Distinguir e interrelacionar aspetos económicos, demográficos, sociais, políticos e culturais. Comunicação -Desenvolver a comunicação oral e escrita, aplicando o vocabulário específico da disciplina. -Elaborar sínteses escritas. -Desenvolver a comunicação oral, através do diálogo na aula e da apresentação e discussão de trabalho. 3
4. Conformidade com as Metas Curriculares em vigor (ao longo de todos os temas) Na elaboração desta planificação, fundamentada no programa em vigor, estão consideradas as Metas Curriculares de História, definidas superiormente para o 8º ano de Escolaridade, bem como os respetivos conteúdos fundamentais, atualizados cientificamente. 4
D Portugal no Contexto Europeu dos Séculos XII a XIV Sub-Temas Conteúdos Questões Orientadoras Conceitos Substantivos Conceitos de 2ª Ordem Nº Aulas Recuperação de conteúdos não lecionados no ano anterior 5 3. Crises e Revolução no Século XIV Crise económica e conflitos sociais A revolução de 1383 e a formação da identidade nacional - Que características marcaram o séc. XIV, na Europa? - Quais foram as causas da crise do século XIV e as suas resultantes sociais? - Como foi vivida a crise do séc. XIV em Portugal? Crise económica Quebra demográfica Mentalidade Desvalorização monetária Revolução Causa Consequência Conjuntura 5 Crise dinástica E Expansão e Mudança nos Séculos XV e XVI Sub-Temas Conteúdos Questões Orientadoras 1. O Expansionismo Europeu Rumos da expansão quatrocentista A afirmação do expansionismo europeu: os impérios peninsulares O comércio à escala mundial - Que motivos explicam a prioridade portuguesa nos Descobrimentos? - A formação dos Impérios Peninsulares foi um processo contínuo ou foi marcada por várias etapas? Que mudanças provocaram os Descobrimentos na vida das sociedades europeias? Conceitos Substantivos Expansão Navegação astronómica Colonização Império colonial Capitão-donatário Feitoria Monopólio comercial Mare Clausum Comércio intercontinental Tráfico de escravos Encontro de culturas. Conceitos de 2ª Ordem Causa Consequência Mudança Nº Aulas 11 5
F Portugal no Contexto Europeu dos Séculos XVII e XVIII O Renascimento e a formação da mentalidade moder- aparecimento do Renasci- - Que condições explicam o na mento em Itália? Renascimento - Que traços identificam a mentalidade renascentista? - A arte renascentista inovação ou cópia? Humanismo Teocentrismo/Antropocentrismo Individualismo 2. Renascimento e Reforma O tempo das reformas religiosas - Que especificidades apresentou a arte, em Portugal, no período do Renascimento? - Que contexto marcou o nascimento do Protestantismo? - Que ideias foram defendidas pelas Igrejas Protestantes? - De que modo reagiu a Igreja Católica à difusão das ideias protestantes? Espírito Crítico Experiência Geocentrismo/heliocentrismo Arte Renascentista Arte Manuelina Reforma Contrarreforma Inquisição Continuidade Rutura Multiperspetiva Empatia 13 6
Sub-Temas Conteúdos Questões Orientadoras 1. O Império Português e a Concorrência Internacional A disputa dos mares e a afirmação do capitalismo comercial A prosperidade dos tráficos atlânticos portugueses e a Restauração - Qual foi o contexto histórico em que ocorreu a União Ibérica? - Como se explica a ascensão comercial e colonial da Europa do Norte? - Que mudanças da estrutura económica se operam com o desenvolvimento do capitalismo comercial? - Qual o contexto em que ocorreu a restauração da independência nacional? - Que saídas encontraram os portugueses para a crise do Império do Oriente? Conceitos Substantivos Conceitos de 2ª Ordem Nº Aulas Mare Liberum União Ibérica Capitalismo Comercial Companhia de comércio Banco Bolsa de valores Acumulação de Capitais Banco Bolsa Comércio triangular atlântico Causa Consequência Mudança 6 - O que é o Antigo Regime? 2. Absolutismo e Mercantilismo numa sociedade de Ordens O Antigo Regime na Europa e em Portugal - Que características apresentou o absolutismo, em Portugal? - Que contexto explica a introdução do mercantilismo em Portugal? - Como se explica a falência das medidas mercantilistas adotadas em Portugal? Restauração Antigo Regime Sociedade de ordens Absolutismo de direito divino Mercantilismo Manufatura Revolução científica Arte barroca Permanência Estrutura 10 - Que caraterísticas apresenta a sociedade de ordens? - Em que medida as caraterísticas da arte barroca são o espelho da sua época? 7
3. O Antigo Regime Português na 1ª Metade do Século XVIII 4. A Cultura e o Iluminismo em Portugal Face à Europa Um projeto modernizador: o despotismo pombalino A revolução científica na Europa e a permanência da tradição O Iluminismo na Europa e em Portugal - Como se explica o regresso ao mercantilismo no tempo de Pombal? - Que alterações se produziram na sociedade e no aparelho de estado com a adoção do despotismo esclarecido? - Que novas conceções urbanísticas estão presentes na reconstrução de Lisboa, após o terramoto de 1755? - Que desenvolvimentos conheceu a ciência neste período? - Que resistências se opuseram às inovações deste período? - Que alterações se produziram nas mentalidades, no período iluminista? - Que relação existiu entre a difusão das ideias iluministas e as reformas pombalinas da educação? Iluminismo Despotismo Esclarecido Método Experimental Racionalismo Iluminismo Estrangeirado Separação de Poderes Soberania Popular Mudança 6 8
G O Arranque da Revolução Industrial e o Triunfo das Revoluções Liberais Sub-Temas Conteúdos Questões Orientadoras 1. A Revolução Agrícola e o Arranque da Revolução Industrial Inovações agrícolas e novo regime demográfico A revolução industrial em Inglaterra Uma revolução precursora: o nascimento dos E.U.A. - Que transformações ocorreram na agricultura, neste período? - Em que medida o novo regime demográfico foi consequência das alterações no setor agrícola? - Como se explica a prioridade inglesa na revolução industrial? - Que consequências teve a revolução Industrial no regime de produção existente? - Como se explica o processo de independência dos E.U.A? - Como se expressa a influência iluminista na Constituição Americana? - Que condições propiciaram a eclosão da revolução Francesa? Conceitos Substantivos Conceitos de 2ª Ordem Nº Aulas Revolução Agrícola Enclosure Revolução Industrial Maquinofatura Burguesia industrial Operariado/classes médias Constituição Estado Federal Revolução Burguesa Causa Consequência 6 2. As Revoluções Liberais A Revolução Francesa A Revolução Liberal Portuguesa - Que etapas podemos identificar no processo revolucionário? - Qual o legado histórico da revolução francesa? - Que condicionalismos conduziram à revolução de 1820? - Qual o processo que conduziu à consolidação do liberalismo em Portugal? - Que alterações trouxe o regime liberal a Portugal? Sufrágio Universal / Sufrágio Censitário Monarquia Constitucional Vintismo Carta Constitucional Revolução Rutura 11 9
H A Civilização Industrial no Século XIX Sub-Temas Conteúdos Questões Orientadoras 1. O Mundo Industrializado no Século XIX A Expansão da revolução industrial Contrates e antagonismos sociais Os novos modelos culturais O atraso da agricultura - Por que motivo se fala de uma 2ª revolução industrial, na 2ª metade do séc. XIX? - Quem domina o cenário económico internacional e porquê? - Em que consistiu o liberalismo económico? - Como se estruturou a sociedade industrial? - Qual o papel desempenhado pelo movimento sindical na sociedade industrial? - Que inovações se observaram na arte e na literatura, no séc. XIX? - Que características apresentava a economia portuguesa no séc. XIX? Conceitos Substantivos Conceitos de 2ª Ordem Nº Aulas Capitalismo Industrial e Financeiro Liberalismo Económico Mercado Nacional Êxodo Rural Classes Médias Proletariado Socialismo Marxismo Comunismo Sindicalismo Positivismo Cientismo Romantismo Realismo Impressionismo Arquitetura do ferro Multiperspetiva Narrativa Histórica Empatia 12 2. Os Países de Difícil Industrialização: o Caso Português As tentativas de modernização Alterações nas estruturas sociais - Quais os contributos da política regeneradora para o desenvolvimento do país? - Como se desenvolveu a sociedade portuguesa neste período? Dependência Económica Regeneração Permanência 5 10