Doenças da cenoura, brássicas e cucurbitáceas

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Transcrição:

Atividade em classe 02/10/2017 Nome: Alexander J. Gonella Nome: Érica Tiemi Okamura Nome: Luiz Otavio Pradella Nome: Martha Lustosa Carvalho Nome: Mônica Mieko Nakanishi Tamura Doenças da cenoura, brássicas e cucurbitáceas Cenoura Doenças da parte aérea Nome da doença Etiologia Fatores ambientais Sintomas Ciclo Manejo Imagens

Amarelo ou vermelho da cenoura Oídio Complexo Queima das folhas Carrot Red leaf virus (CTRLV) (Vírus) Erysiphe heraclei D.C. ( Oidium sp.)- (Fungo) Mais de um patógeno pode causar a doença, como a Cercospora, Alternaria (Fungo)e Xanthomonas (Bactéria), sendo Favorecido pelo clima frio Baixa umidade do ar. Principalmente nos cultivos de verão, por ser favorecida por temperatura e umidade elevadas. Amarelecimento e avermelhamento em graus variados ns folhas mais velhas, subdesenvolvimento da planta e redução no tamanho das raízes Estruturas brancas( micélio e conídios ) que se assemelham a pó de giz, a doença é mais severa na superfície das folhas mais velhas. Lesões nas folhas mais velhas similares a pequenas manchas castanho-escuras ou pretas, circundados por tecido amarelo ( parte aérea). Sobrevivência e disseminação por meio do pulgão da cenoura Cavariella aegopodii; não é transmitido por semente nem mecanicamente. O vírus é restrito as apiáceas. A disseminação ocorre por meio de sementes infectadas/ infestadas ; sobrevivência do patógeno ocorre me restos culturais infectados, mantendo-se viáveis de uma estação de cultivo para outra. Evitar a semeadura próxima a outras apiáceas, eliminar plantas voluntárias da sua família, usar inseticidas para controle do vetor e uso de variedades resistentes / tolerantes. Fungicida Kura (i.a. azoxistrobina ) Cultivares resistentes, sementes sadias, tratamento de sementes, fungicida Amistar ( i.a. Azoxistrobina ) 1A; 1B 2A; 2B 3A; 3B

Alternaria a mais comum. Patógenos de solo Nome da doença Etiologia Fatores Ambientais Sintomas Ciclo Manejo Imagens Podridão de raízes Sclerotium rolfsii, Sclerotinia sclerotiorum -(Fungos) S. rolfsii é favorecido por clima mais quente, S. sclerotiorum é favorecido por clima mais ameno; ambos são favorecidos por Aparecem em reboleiras, as plantas apresentam podridão do colo e partes próximas ao solo, avançando para as raízes, Sobrevivem na forma de escleródios em restos de culturas, são polífagos, Cultivo em solos bem drenados para evitar excesso de água, escolha de áreas isentas do patógeno. Controle não é 4A; 4B

umidade alta no solo deixando os tecidos moles e com coloração marrom, porém não aquosos. economicamente viável. Nematóides Meloydogine incognita e M. javanica Favorecido no cultivo de verão Crescimento reduzido, amarelecimento nas folhas e deformação de raízes (aparecimento de galhas e/ou pipocas ) Patógenos de pós colheita Sobrevivem no solo. Disseminação por partículas de solo contaminadas que são transportadas por implementos agrícolas, água de irrigação e material propagativo. Controle normalmente preventivo : remoção de raízes doentes da lavoura anterior, realização de aração e gradagem, uso de plantas antagônicas, rotação de culturas, e uso de cultivares resistentes. 5A; 5B Nome da doença Etiologia Fatores Ambientais Sintomas Ciclo Manejo Imagens Podridão mole Bactérias do gênero Pectobacterium e Dickeya Favorecidas por alta temperatura e alta umidade mela superficial da raiz Disseminação por águas da chuva e irrigação Drenagem do terreno, evitar ferimentos, rotação de culturas com gramíneas, controle químico com Kasugamicina ( i.a. Oxicloreto de cobre ). Após a colheita, 6

secar as raízes e armazená-los em ambiente com baixa temperatura. Mofo cinzento Botrytis cinérea (Fungo) Baixa temperatura e alta umidade relativa do ar Lesões inicialmente de coloração castanha, encharcadas, que se tornam corticosas e revestidas de massa de conídios de coloração cinza Sobrevive no solo e restos de cultura na forma de escleródios, e também no armazenamento refrigerado ; penetração ocorre através de ferimentos durante a colheita e manuseio das raízes. Dissemina-se por meio de esporos veiculados pelo ar ou por contato. Evitar ferimentos nas raízes.

Figura 1 (A e B): Amarelo ou vermelho da cenoura Figura 2 (A e B): Oídio da cenoura

Figura 3 (A e B): Queima das folhas da cenoura Figura 4 (A e B): Podridão de raízes

Figura 5 (A e B): Nematoides Figura 6: Podridão mole da cenoura

Referências: LOPES, C.A. REIS, A. DOENÇAS DA CENOURA. 2016. Brasília, DF. KIMATI, H. AMORIM, L. REZENDE, J.A.M. BERGAMIN FILHO, A. CAMARGO, L.E.A. MANUAL DE FITOPATOLOGIA. 2005. São Paulo.SP. Figuras: https://www.google.com.br/search?rlz=1c1wpza_enbr678br678&biw=1821&bih=849&tbm=isch&sa=1&q=podrid%c3%a3o+mole++da+ceno ura&oq=podrid%c3%a3o+mole++da+cenoura&gs_l=psyab.3...125626.128926.0.129595.15.15.0.0.0.0.247.1562.11j1j2.14.0.dummy_maps_web_fallback...0...1.1.64.psyab..2.2.333...0i7i30k1.0.aapzojldkeg#imgrc=t7t5fhzlloldjm: https://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/fonteshtml/cenoura/cenoura_daucus_carota/doencas.html

https://www.google.com.br/search?rlz=1c1wpza_enbr678br678&biw=1821&bih=849&tbm=isch&sa=1&q=oidio+da+cenoura&oq=oidio+da+ cenoura&gs_l=psy-ab.3...20683.625979.0.626197.18.15.1.0.0.0.450.1575.1j7j1j0j1.10.0.dummy_maps_web_fallback...0...1.1.64.psyab..7.8.852...0j0i67k1j0i30k1j0i24k1.0.qnzzvqkldx0#imgrc=u4afvhlfwgwnam: https://www.google.com.br/search?rlz=1c1wpza_enbr678br678&biw=1821&bih=849&tbm=isch&sa=1&q=queima+das+folhas+da+cenoura &oq=queima+das+folhas+da+cenoura&gs_l=psyab.3..0i24k1.675436.685013.0.685675.36.31.5.0.0.0.213.2284.18j4j1.23.0.dummy_maps_web_fallback...0...1.1.64.psyab..9.7.540...0i7i30k1j0i7i5i30k1.0.rtulk7a5v0s#imgrc=rh3u1q245q0xhm: Brássicas Doenças da Parte Aérea Nome da doença Podridão negra Etiologia Xanthomonas campestris pv. Campestres (Bactéria) Fatores ambientais Temperatura entre 28-30 C e presença de água de irrigação/chuva. Sintomas Ciclo Manejo Imagens Lesões amarelas em forma de V com o vértice voltado para o centro da folha, devido a penetração da bactéria pelos envoltórios. As folhas tornam-se amarelas e podem apresentar necrose. Bactéria coloniza os vasos do xilema, escurecendo-os, sobrevive em sementes, restos culturais e fibrosos em plantas daninhas e plantas doentes. A disseminação ocorre a longas distâncias, Sementes sadias, tratamento térmico de sementes, tratamentos com antibióticos, rotação de culturas e cultivares resistentes.

Mancha Foliar translúcida Mancha de Alternaria Murcha de Fusarium Míldio Pseudomonas Syringae pv. Maculicola (Bactéria) Alternaria brassicae, A. brassicicola e A. raphani. (bactéria) Fusarium oxysporum f. sp. conglutinans e F. oxysporum f. sp. raphani. Perenospora parasítica (Fungo) Alta umidade relativa e temperatura entre 23 25 C Temperaturas moderadas e alta umidade relativa. Temperatura ótima varia entre 28-30 C, o F. oxysporum f. sp. raphani é um patógeno de solos frios. Condições de alta umidade relativa e baixas Nas folhas inferiores são observadas pequenas lesões irregulares inicialmente translúcidas e posteriormente necróticas de coloração marrom com halo amarelo. Lesões pequenas e necróticas que se tornam circulares concêntricas e com halo clorótico. Inicialmente ocorre o amarelecimento generalizado das folhas basais da planta progredindo para as mais novas, o crescimento da planta é afetado, podendo murchar e morrer. Lesões foliares com formato circular, inicialmente cloróticas progredindo para relacionadas as sementes e mudas doentes. Sementes infectadas, respingos de água de chuva ou irrigação. Disseminação é feita por sementes infectadas, mudas doentes e por vento. A sobrevivência do patógeno ocorre em restos de cultura infectados, plantas daninhas e hospedeiras. Disseminação ocorre por sementes e mudas infectadas, água superficial de irrigação e/ou chuva e por fragmentos de solo infestados. Sobrevivência ocorre por meio de oósporos, restos culturais e solo. Sementes sadias, tratamento térmico de sementes, tratamentos com antibióticos, rotação de culturas e cultivares resistentes. Eliminação de restos de cultura, rotação de culturas, uso de sementes sádias e tratamento químico de sementes. Eliminação de restos de cultura, rotação de culturas, uso de sementes sádias e cultivares resistentes. Rotação de culturas, eliminação de restos de cultura infectados,

temperaturas favorecem. a necrose. Na face inferior da folha correspondente a área clorótica observam-se frutificações do fungo de coloração esbranquiçada Disseminação é feita por esporângios através de respingos de água da chuva, irrigação, vento e sementes contaminadas. sementes e mudas sádias, tratamento de sementes com metalaxyl.

CURCUBITACEAES FUNGOS OOMICETOS E OUTROS Nome da Doença Etiologia Fatores Ambientais Sintomas Ciclo Manejo Imagens

Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f. sp. Cucurbita. Glomerella singulata (teliomorfo) UR% alta e Temperaturas de 21 a 27ºC. Manchas e areas necrosadas em folhas pecíolos e frutos, em altas umidades pode apresentar uma cobertura rosada. Podem surgir em póscolheita. Disseminação pela agua, sementes, são as principais responsáveis pela introdução. Sobrevivência em Cucurbitáceas cultivadas ou selvagens e restos de cultura. flutriafol(triazol) hidróxido de cobre (inorgânico) 1A, 1B Queima; Sarna Cladosporium cucumerin UR% alta, neblina e orvalho e Temperaturas de 13 a 20ºC. Áreas encharcadas que tornam-se necróticas, de contornos irregulares, cobertas de frutificações do fungo, de cor verde-oliva. áreas encharcadas que tornam-se necróticas, de oxicloreto de cobre (inorgânico) mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) + oxicloreto de cobre (inorgânico) mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) 2A 2B

Crestamentogomoso-docaule Oídio das curcubitáceas Didymella bryoniae Erysiphe cichoracearum, Podosphaera UR% alta, clima húmido. Secas (E. Cichoracearum) ou úmidas (P. Xanthii) esse contornos irregulares, cobertas de frutificações do fungo, de cor verde-oliva Em mudas, o fungo provoca necrose na região do colo e seu tombamento. Nos cotilédones, provoca manchas necróticas circulares, em ramos apresenta-se coloração parda, e apresentando numerosos corpos de frutificação negros. Crescimento branco pulverulento sobre as folhas, Disseminação por agua e vento, sobreviventes em restos de cultura, sementes e solo Disseminação por vento. Mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) + oxicloreto de cobre (inorgânico) Tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) Pirimetanil(anilinopirimidina) Flutriafol (triazol) 3A, 3B 4A

Míldio Mancha zonada Podridão das raízes e colo xanthii e Leveillula taurica Pseudoperonospora cubensis Leandria momordica Fusarium solani, Rizoctonia solani, Phytophthora spp. E Phythium spp. último ocorre em cultivo protegido. Molhamento foliar, temperaturas entre 16 a 22ºC. Orvalho e altas temperaturas. Alta umidade no solo, temperatura de 20 a 28ºC. pode tomar toda a extensão do tecido e prejudicar o vigor e a produção Manchas cloróticas e angulosas nas folhas, tornandose necróticas com a evolução da doença, prejudicam o desenvolvimento da planta e a produção. Pontos necróticos esbranquiçados nas folhas. Plântulas murchas, podendo ou não tombar, seca e necrose das raizes e colo, Oósporos são a estruturas de sobrevivência A disseminação é por vento e respingos de agua. Espécies cultivadas ou silvestres e restos culturais Sobrevivência na forma de Clamidosporos em restos de cultutura, contaminação de sementes. Mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) Cimoxanil(acetamida) Azoxystrobin Clorotalonil Tebuconazole Thiophanate methyl 5A, 5B 6A, 6B Solarização Inchertia 7A, 7B

Bacterianas Nome da Doença Mancha aquosa Mancha Angular Etiologia Acidovorax avenae ssp citrulli Pseudomonas syringae pv. lachrymans Fatores Ambientais Alta umidade, temperatura em torno de 26ºC, lamina de agua sobre os frutos. Alta umidade, chuvas frequentes, orvalho, condensação de agua na parte aérea sob plasticultura e Sintomas Ciclo Manejo Imagens Manchas necróticas que em fazes avançadas apresentam ruptura da epiderme e em casos estremos exsudato bacteriano e apodrecimento do fruto. manchas encharcadas, de formato angular na superfície das folhas, ficando restritas ás nervuras e frutos Disseminação por sementes contaminadas e mudas infectadas. Disseminação por respingos de agua, sobrevivência em sementes contaminadas, restos culturais e hospedeiros alternativos Disseminação por Sementes contaminadas, agua, solo infestado, insetos, utensílios agrícolas e operários. Acibenzolars-methyl Cloreto de Benzalcônio Casugamicina Hidróxido de cobre Hidróxido de cobre casugamicina 8A, 8B 9A, 9B

temperatura na faixa de 24 a 28ºC com interna. necrose Sobrevivencia em sementes, eptftamente na parte aérea das plantas e em restos de cultura estacas e mourões. VIRÚS Nome da Doença Etiologia Fatores Ambientais Mosaico comum PRSV-W Amarelecimento entre as nervuras deformação de folhas e bolhas, Sintomas Ciclo Manejo Imagens Transmitido por afídeos, não persistente O USO DE INSETICIDAS NÃO É RECOMENDADO 10A, 10B

Mosaico Amarelo ZYMV frutos deformados e com mudança de cor. Amarelecimento entre as nervuras principais, redução e deformação do limbo, plantas infectadas não produzem frutos, ou produzem frutos mal formados. Tospoviroses ZLCV ou GRSV Coloração Verde clara em todas as folhas com os bordos voltados para cima (LCV). Mosaico epinastia, rugosidade e deformação foliar acompanhada por necrose, manchas necróticas nos frutos (GRSV). Transmitido por afídeos, não persistente. Não é transmitido por sementes. Transmitidas por tripes, relação vírus vetor do tipo persistente propagativa. Variedades resistentes/tolerantes. O USO DE INSETICIDAS NÃO É RECOMENDADO Variedades resistentes/tolerantes. Telados; Eliminação de hospedeiros; Inseticidas; Variedades resistentes. 11A, 11B 12A

Mosaico da abobora SqMV Clareamento e manchas cloróticas nas folhas, anelamento em forma de taça em folhas jovens, redução do nº de frutos. Transição por coleópteros, relação do tipo persistente. Pulverizações para eliminação dos coleopteros. 13A, 13B

Figuara 1 A Figura 1B Figura 2A Figuras 2B

Figura 3A Figura 3B Figura 4A

Figura 5A Figura 5B Figura 6A Figura 6B

Figura 7A Figura 7B

Figura 8A Figura 8B Figura 9A Figura 9B

Figura 10A Figura 10B Figura 11A Figura 11B

Figura 12A Figura 13A Figura 13B