MANEJO DA MANCHA DE RAMULÁRIA E MOFO BRANCO
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- Pedro Branco Cortês
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1 MANEJO DA MANCHA DE RAMULÁRIA E MOFO BRANCO Luiz Gonzaga Chitarra Fitopatologista Embrapa Algodão [email protected]
2 ASPECTOS GERAIS MANCHA DE RAMULARIA Causada pelo fungo Ramularia areola Atk.; Conhecida como míldio e mancha branca; Doença comum nas diferentes regiões produtoras do Brasil.
3 MANCHA DE RAMULARIA CONDIÇÕES FAVORÁVEIS A OCORRÊNCIA DA DOENÇA Umidade relativa elevada (acima de 85%); Água livre na superfície foliar; Alta pluviosidade; Sombreamento; Noites úmidas seguidas de dias secos; Temperatura ótima: 25-30ºC.
4 MANCHA DE RAMULARIA SINTOMAS Manchas brancas de aspecto pulverulento; Formato irregular ou angular; Lesões delimitadas pelas nervuras; Padrão, normalmente ascendente; Necrose abaixo da camada de esporos; Amarelecimento; Queda de folhas.
5 MANCHA DE RAMULARIA
6 MANCHA DE RAMULARIA
7 MANCHA DE RAMULARIA
8 MANCHA DE RAMULARIA PRODUTOS REGISTRADOS NO MAPA = 60
9 MANCHA DE RAMULARIA Cultivares resistentes: TMG 41; TMG 42. Cultivares moderadamente resistentes: BRS 371 RF; TMG 82WS. Cultivares suscetíveis: FM 975WS; FM 951LL. Cultivares altamente suscetíveis: TMG 11WS. Obs: Informações dos obtentores
10 MANCHA DE RAMULÁRIA CONTROLE QUÍMICO Cultivares resistentes Monitoramento; 2-3 aplicações de fungicidas; Recomenda-se: Fechamento das entrelinhas do algodoeiro.
11 MANCHA DE RAMULARIA Monitoramento; Cultivares suscetíveis Preventiva / Aparecimento dos primeiros sintomas; Fechamento das entrelinhas do algodoeiro.
12 IMPORTANTE: MANCHA DE RAMULARIA A incidência e severidade da doença é maior em lavouras que apresentam fitotoxicidade (herbicidas/fungicidas/inseticidas/adubações); Lavouras que apresentam plantas sadias, sem fitotoxicidade, a presença da mancha de ramulária é menor;
13 MANCHA DE RAMULARIA Atentar para a tecnologia de aplicação. O produto tem que atingir o alvo de maneira homogênia e na dose recomendada; Alternar os grupos químicos de fungicidas; Destruição dos restos culturais.
14 ASPECTOS GERAIS MOFO BRANCO Doença causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) de Bary; Hospedeiros: Plantas de 75 famílias 278 gêneros 408 espécies (Boland & Hall, 1994; Leite, 2005) Ex: feijão, soja, girassol, canola, fumo, ervilha, repolho, tomate, batata, pepino, quiabo, cenoura, cebola, salsão, melão, etc... ALGODÃO.
15 MOFO BRANCO CONDIÇÕES FAVORÁVEIS A OCORRÊNCIA DA DOENÇA Períodos prolongados de precipitação; Alta umidade relativa acima de 70%; Alta umidade do solo; Temperaturas entre 15 e 22ºC; Alta densidade de plantio.
16 MOFO BRANCO Fungo: Produz escleródios Estruturas de resistência; Presentes dentro e na superfície dos tecidos colonizados; Retornam ao solo com os restos da cultura; Responsáveis pela sobrevivência do fungo; Podem sobreviver no solo: por até 11 anos (Leite, 2005); por 5 anos ou mais (Oliveira, 2005); por até 8 anos (Sartorato & Lobo Junior, 2005).
17 Fávero, 2007 MOFO BRANCO
18 MOFO BRANCO
19 MOFO BRANCO
20 Cassetari, 2012 MOFO BRANCO
21 Serra da Petrovina 720 m Montevidiu 870 m CERRADO Área» 197 milhões ha São Desidério 800 m Unai 600 m Patos de Minas 900 m
22 MOFO BRANCO Manejo da Doença Recomendações Mapear a área de ocorrência da doença; Suspensão da irrigação: intervalos de 3 a 4 dias; Utilizar sementes sadias, certificadas e tratadas; Utilizar densidades e espaçamento adequados nas culturas da soja, feijão, algodão e girassol; Enterrio dos escleródios a uma profundidade de 20 a 30 cm; Plantio Direto Rotação de culturas; Formação de palhada homogênea sobre o solo; Não revolvimento do solo.
23 MOFO BRANCO Nas áreas com baixa incidência da doença fazer o plantio na palha (cobertura morta); Evitar o plantio sucessivo soja/algodão, feijão, crotalária e/ou girassol; Evitar adubações excessivas de nitrogênio; Evitar o trânsito de implementos agrícolas; Por não existir cultivares resistentes, verifica-se a necessidade de registro urgente de produtos químicos no MAPA
24 OBRIGADO Luiz Gonzaga Chitarra Fitopatologista Embrapa Algodão
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