MBA EM GERÊNCIA DE SISTEMAS LOGÍSTICOS SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Eduardo Pécora, Ph.D.
Reflexão: Como chegar lá? Desenvolvimento Pessoal Rertorno Financeiro Título? Maior eficiência e eficácia? Avaliação da Situação Atual Implementação Descrição da Situação Futura
Reflexão: Best-Practices são suficientes? Sistemas Best-Practices Processos Métodos Modelos e Conceitos Pesquisa Aplicada Empirismo Teorias Observações Pesquisa Básica Realidade
Visão Sistêmica da Empresa Um sistema é um agrupamento de partes que operam juntas, visando um objetivo em comum. (Forrester, 1968)
A Linha de Produção (Ford e Taylor) Foco Dominante: Capacidade de Produção Donald Newmann, MBA GSL UPFR
Administração Japonesa Foco Dominante: Eficiência Interna Donald Newmann, MBA GSL UPFR
Otimização Logística Foco Dominante: Eficiência Externa Donald Newmann, MBA GSL UPFR 14
Gestão da Cadeia de Suprimentos Foco Dominante: Eficiência Externa Donald Newmann, MBA GSL UPFR
Alianças e Redes Foco Dominante: Busca de Sinergias Donald Newmann, MBA GSL UPFR
Aprendizado e Gestão do Conhecimento Foco Dominante: Conhecimento, Aprendizado e Adaptabilidade Donald Newmann, MBA GSL UPFR
Os Limites do Crescimento Foco Dominante: Otimização Sistêmica Donald Newmann, MBA GSL UPFR
A CADEIA DE SUPRIMENTOS 12
DEFINIÇÃO Logística é o processo de planejamento, implementação e controle do fluxo eficiente e economicamente eficaz de matérias-primas, estoque em processo, produtos acabados e informações relativas desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes. (Council of Logistics Management) 13
DEFINIÇÃO A LOGÍSTICA EMPRESARIAL trata de todas as atividades de movimentação e armazenagem, que facilitam o fluxo dos produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o consumo final, assim como os fluxos de informação que colocam os produtos em movimento, com o propósito de providenciar níveis de serviços adequados aos clientes a um custo razoável. (Ballou) 14
MISSÃO A missão da logística é dispor da mercadoria ou o serviço certo, no lugar certo, no tempo certo e nas condições desejadas, ao mesmo tempo em que fornece a maior contribuição para a empresa. Ballou 15
LOGÍSTICA NA ANTIGUIDADE 16
LOGÍSTICA E ESTRATÉGIAS MILITARES Menções sobre o movimento de tropas e consequentemente dos recursos necessários para manter essas tropas são encontrados no livro a Arte da Guerra de Sun Tzu, mais especificamente na parte IX - Movimentação de tropas, escrito 600 anos antes de Cristo. 17
IMPÉRIO ROMANO 509 A.C. 476 D.C. 18
VIKINGS ~ 790-950 D.C Basicamente dividida em três partes: 790-840 - Ataques costeiros, a países hoje conhecidos como Inglaterra, Irlanda e França, com 3 a 5 barcos. O objetivo era pilhar e voltar para a casa. 841-875 - Ataques costeiros maiores, agora com até 350 barcos, Expansão do império da Inglaterra e França para toda a região do mediterrâneo. Começo da colonização. 876-911 - Colonização permanente na França e Grã-Bretanha 19
MOVIMENTO DE TROPAS E RECURSOS Em 1207, os mongóis foram forçados a expandir seu território de pastagem devido a algum problema climático nas estepes, e conquistaram o reino tangute de Hsi Hsia. Em seguida, atravessaram a muralha contornando-a e chegaram à China, cujo reino estava dividido entre as dinastias Jin, ao norte, e Song ao sul. As vastas plantações de arroz e a riqueza da cidade atraíram mais a atenção de Genghis do que a possibilidade de se tornar senhor da China. Na conquista do reino Jin, Genghis Khan recrutou um jovem chinês chamado Yeh-lu Ch'u-ts'-ai como seu conselheiro pessoal. A sua influência tornou Genghis mais tolerante e menos agressivo em batalha, estimulando-o a evitar esforços exagerados na guerra e conservar as terras cultivadas ao invés de transformá-las em pastagens. 20
CADEIA DE SUPRIMENTOS: DEFINIÇÃO Uma cadeia de suprimento engloba todos os estágios envolvidos direta ou indiretamente no atendimento de um pedido do cliente. Chopra e Meindl - 2003 A cadeia de suprimento não inclui apenas fabricantes e fornecedores, mas também transportadoras, depósitos, varejistas e os próprios clientes. 21
CADEIA DE SUPRIMENTOS Transporte Armazém Transporte Clientes Fábrica Informação Transporte Armazém Transporte Matéria- Prima 22
CADEIA DE SUPRIMENTOS É o conjunto de todos os estágios, produtos e pessoas envolvidos direta ou indiretamente no atendimento de um pedido de um cliente. Fornecedor Fabricante Atacadista Varejista Cliente A cadeia se inicia com o pedido do cliente e termina quando ele paga pelo produto adquirido 23
EXEMPLO Fabricante Centro de Distribuição Super Mercado Cliente quer Refrigerante Embalagems Base Açúcar Indústria Química Indústria Química Refinaria Agricultor 24
OBJETIVO Maximizar o valor global gerado. A lucratividade de uma cadeia de suprimentos é o lucro total a ser dividido pelos estágios da cadeia. A lucratividade deve ser medida em toda a cadeia e não em um só estágio O sucesso de uma cadeia é definido com base na sua lucratividade 25
Funções Essenciais da Logística Serviço ao cliente Quais as necessidades de serviços para cada segmento? NÍVEL ESTRATÉGICO Qual o melhor sistema de distribuição? Projeto do canal Estratégia da rede Como atingir a integração do canal? NÍVEL ESTRUTURAL Existem oportunidades de otimização no sistema de transporte? Projeto/operação de armazéns Gestão de transportes Gestão de materiais Quais as melhores tecnologias/ metodologias? NÍVEL FUNCIONAL A gestão de estoques é adequada à demanda de serviços? Sistema de Informações Políticas e procedimentos Instalações e equipamentos Gestão da organização e mudanças Como definir e implementar mudanças? NÍVEL DE IMPLEMENTAÇÃO A distribuição de recursos está otimizada? Como melhorar o desempenho do sistema? Como definir e implementar mudanças? 26
ESTRATÉGIAS LOGÍSTICAS Definição de uma política adequada no atendimento às necessidades dos clientes Cumprimento de prazos de fornecimento Qualidade compatível com sua utilização Inovação tecnológica Apuração real dos custos logísticos matérias-primas transporte armazenamento 27
DESEMPENHO ORGANIZACIONAL ATENDIMENTO DAS METAS ESTRATÉGICAS ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS O NOVO CONTEXTO EMPRESARIAL ALIANÇAS ESTRATÉGICAS DESFRONTEIRIZAÇÃO ORGANIZACIONAL NOVA CADEIA DE VALORES NOVO SISTEMA DE VALORES SUBSISTEMA DE INFORMAÇÕES METAS ESTRATÉGICAS GESTÃO ESTRATÉGICA GESTÃO DA CADEIA DE DEMANDA CADEIA LOGÍSTICA SUBSISTEMA DE SUPRIMENTOS SUBSISTEMA DE PRODUÇÃO estoques armazenagem movimentação administração de compras flexibilidade sincronismo planejamento e controle da produção SUBSISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO previsão de demanda cadeia de distribuição canais de distribuição tipos de transporte 28
LOGÍSTICA E VANTAGEM COMPETITIVA MÉTODOS E PROCEDIMENTOS QUE POSSIBILITEM MELHORIAS DE DESEMPENHO E DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS VANTAGEM DE CUSTO aumento da produtividade diluição dos custos fixos administração da logística melhor aproveitamento dos recursos estratégias de transportes otimizadas VANTAGEM DE VALOR satisfação do cliente qualidade disponibilidade benefícios intrínsecos características físicas desempenho 29
CUSTOS LOGÍSTICOS Reduzir Custos Diminuição Dos Estoques Almoxarifado Evitar reprocessos Abastecim. de linhas de produção Negociar compras Setor de compras INTERAÇÃO LOGISTICA Maximizar eficiência de transp. Transporte Melhorar o fluxo de materiais Armazém 30
O PROFISSIONAL EM LOGÍSTICA Trata-se de um profissional capaz de uma visão global da cadeia de suprimentos bem como atuar em áreas particulares como gestão de demanda, planejamento logístico, suprimentos e compras, manufatura, projeto de redes logísticas, projetos e gestão de embalagens, distribuição, controle de estoque, modelagem e simulação de soluções em Supply e custos logísticos. 31
UMA ANÁLISE SIMPLES DA PRODUÇÃO E TRANSPORTE CUSTO PRODUZIR $ CONSUMO ANUAL (t) Trigo Frutas Trigo Frutas Povoado TROPICAL Povoado TEMPERADO 10 3 3 7 3 12 5 2 Suponha que uma rota de comércio entre os povoados foi recém inaugurada (tática para a reeleição). Qual seria a implicação para a produção dos dois povoados? Qual seria o custo de transporte máximo de uma tonelada de trigo/ frutas? 32
O QUE É SUPPLY CHAIN OU REDE LOGÍSTICA? Ø É UM PROCESSO DE NEGÓCIO ENGLOBANDO TODOS OS ELOS ENVOLVIDOS, DIRETA OU INDIRETAMENTE, NO ATENDIMENTO DE UM PEDIDO DE UM CLIENTE. Ø O SUPPLY NÃO INCLUI APENAS FABRICANTES & FORNECEDORES, MAS TAMBÉM TRANSPORTADORAS, CDs, A EMPRESA E OS PRÓPRIOS CLIENTES FINAIS. Ø DENTRO DE UMA FÁBRICA, O SUPPLY INCLUI TODAS AS FUNÇÕES ENVOLVIDAS NO PEDIDO DO CLIENTE, COMO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS, MARKETING, OPERAÇÕES, DISTRIBUIÇÃO, FINANÇAS, SERVIÇO AO CLIENTE, ENTRE OUTRAS.
O SUPPLY CHAIN MANAGEMENT É O CONJUNTO DE AÇÕES GERENCIAIS VISANDO PLANEJAR E C O N T R O L A R T O D O S O S F L U X O S D E INFORMAÇÕES E MATERIAIS AO LONGO DE T O D A A C A D E I A P A R A M A X I M I Z A R A LUCRATIVIDADE TOTAL
SUPPLY- CHAIN MANAGEMENT EXIGE DAS EMPRESAS DETECTAR AS EXIGÊNCIAS DOS CONSUMIDORES RAPIDAMENTE E APURADAMENTE; FAZER AS MELHORES ESCOLHAS SOBRE COMO ATENDER AS EXIGÊNCIAS DOS CONSUMIDORES COM O MENOR CUSTO POSSÍVEL; COMUNICAR AS DECISÕES TOMADAS, AO LONGO DA CADEIA DE SUPRIMENTO;
NOVOS CENÁRIOS NO MUNDO DA LOGÍSTICA, NOVAS EXIGÊNCIAS DE GESTÃO BRASIL FASE 1a.. Fase 2a. Fase 3a. Fase 4a. Fase 5a. Fase ATUAÇÃO Armazém e Transportes Distribuição Física Logística Supply Chain Management Modelos de Resposta Rápida e Colaborativa (CPFR) FOCO Operacional Tático Operacional Tático Operacional Mercado Consumidor EUA / EUROPA 36