Infecção do trato urinário em crianças e adolescentes

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Transcrição:

TE-5 REMESSA DE documentos de CAIXA, EXTRA-CAIXA E CONTABILIDADE PARA MICROFILMAGEM DIBAN/DPSAG - Depto. de Processos e Suporte às Agências Tipo Documental. INTRODUÇÃO A Infecção do trato urinário (ITU) é a infecção bacteriana invasiva mais comum em crianças no mundo inteiro, afetando até 0% das crianças. É a causa da febre em até 5% dos lactentes de 2 a 24 meses com febre sem sinais localizatórios (FSSL). A pielonefrite aguda pode levar a cicatriz renal, hipertensão e insuficiência renal crônica. OBJETIVOS Aumentar o uso de critério diagnóstico apropriado Aumentar o uso de terapia antimicrobiana apropriada Evitar sequelas POPULAÇÃO ALVO: Crianças de 2 meses a 6 anos incompletos de idade com um primeiro episódio presumido ou definitivo de ITU CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Cateteres urinários Anomalias geniturinárias conhecidas Doença renal subjacente Imunodeficiências ou em uso de imunossupressores Sepse grave, choque séptico ou outras comorbidades graves Antecedente de pielonefrite ou cistite Balanopostite, vulvovaginite, leucorréia ou exulceração perineal 2. INCIDÊNCIA NA UPA DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

A ITU representa 0,7% dos atendimentos pediátricos realizados nas UPAs. O uropatógeno mais prevalente é a E. Coli (66,03% dos casos), seguido de P. Mirabilis (28,7%). Nas amostras colhidas no HIAE, a resistência da E. coli a cefalexina chega a 29%, a sulfametoxazol e trimetropim é de 37% e a amoxicilina isolada é de 55%. 3. DIAGNÓSTICO Os níveis de evidência utilizados para as recomendações, estão na Tabela. Tabela : Níveis de evidência EVIDÊNCIA A B C D ESTUDOS REALIZADOS Ensaios clínicos randomizados (ECR) controlados, bem desenhados. ECR ou estudo diagnóstico com pequenas limitações, evidências muito consistentes de estudos observacionais. Estudos observacionais (com desenho cohort ou caso-controle) Baseado na opinião de especialistas, ou em pesquisas experimentais, ou na fisiologia. Relato de caso. As indicações para coleta de urina para urinálise e urocultura são: Crianças de 2 meses a 2 anos com febre sem sinais localizatórios (FSSL), T 38 C, que necessitem terapia antimicrobiana imediata (EVIDÊNCIA A, RECOMENDAÇÃO FORTE); Crianças de 2 meses a 2 anos com FSSL, T 38 C, fora do grupo de baixo risco (< %) para ITU (ver Figura ) (EVIDÊNCIA A, RECOMENDAÇÃO FORTE); Crianças de 2 a 3 anos com FSSL e T 39 C; Meninas e meninos não circuncidados > 2 anos com qualquer dos sintomas: dor abdominal, dor nas costas, disúria, polaciúria, incontinência urinária de início recente; Meninos circuncidados > 2 anos com sintomas urinários múltiplos. DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

Figura : Probabilidade de ITU em lactentes febris do sexo feminino e masculino. *: probabilidade de ITU excede % mesmo na ausência de outro fator que a não circuncisão, em lactentes febris do sexo masculino. Método de Coleta A cateterização vesical ou aspiração supra-púbica são os métodos preferidos em crianças sem controle esfincteriano, e a coleta limpa é o método preferido em crianças com controle esfincteriano. Para a cateterização, recomenda-se que seja realizada com pelo menos 30 minutos de fralda seca, e o número de tentativas seja de uma por profissional, e no máximo 2 tentativas. Recomenda-se não usar urina obtida por saco coletor para cultura, porém as amostras de urina de saco coletor podem ser usadas como triagem. Esta abordagem somente não é recomendada para pacientes considerados suficientemente doentes que necessitam antibimicrobiano imediato. 4. DEFINIÇÕES ITU Presumida: presença de esterase leucocitária positiva e/ou nitrito positivo e/ou piúria >0.000 leucócitos/ml e/ou bacteriúria. DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

ITU Definitiva: Bacteriúria significante de uma única espécie uropatogênica em paciente com piúria (EVIDÊNCIA C, RECOMENDAÇÃO). A definição de bacteriúria significante depende do método de coleta: coleta limpa: >00.000 UFC/mL cateterização vesical: > 50.000 UFC/mL punção supra-púbica: >50.000 UFC/mL 5. TRATAMENTO Os objetivos do tratamento são tratar a infecção aguda, prevenir complicações e reduzir o risco de cicatriz renal. Portanto, quando o diagnóstico de ITU presumido é realizado, é recomendado iniciar o tratamento empiricamente, após obtenção de amostra adequada de urina para cultura. O tratamento ambulatorial pode ser feito com antimicrobiano oral ou antimicrobiano parenteral seguido de oral (EVIDÊNCIA A, RECOMENDAÇÃO FORTE). Devido a alta resistência a cefalexina em nosso meio (HIAE), as opções de antimicrobiano oral inicial recomendadas são cefuroxime e a associação de amoxicilina e ácido clavulânico. Nos casos de alergia a esses antimicrobianos, a ciprofloxacina pode ser usada. O antimicrobiano parenteral inicial recomendado é o ceftriaxone. Em caso de alergia a cefalosporinas, recomenda-se a amicacina (ver doses na Tabela 2). Crianças tratadas inicialmente com antimicrobiano parenteral devem usá-lo pelo menos até apresentar melhora clínica ou tolerar medicações orais (geralmente 24 a 48 horas) (EVIDÊNCIA B, RECOMENDAÇÃO). Após, pode ser realizada mudança para antimicrobiano oral para completar 7 a 4 dias (EVIDÊNCIA B, RECOMENDAÇÃO). A duração do tratamento deve ser de 7 a 4 dias nas crianças > 2 anos com febre ou < 2 anos (EVIDÊNCIA B, RECOMENDAÇÃO FORTE), e poderá ser de 5 a 7 dias nas crianças > 2 anos sem febre. DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

Tabela 2: Doses de antimicrobianos utilizados no tratamento da ITU ANTIMICROBIANO DOSE Cefuroxime Amoxicilina e ácido clavulânico Ciprofloxacina Ceftriaxone Amicacina 20-40mg/kg/dia, dividido em 2 doses 40mg/ kg/dia de amoxicilina, dividido em 3 doses 20 30mg/kg/dia, dividido em 2 doses 75mg/kg/dia, em -2 doses, IV ou IM 5mg/kg/dia, em -3 doses, IV ou IM Indicações de internação Necessidade de hidratação intravenosa Comprometimento do estado geral Ausência de seguimento ambulatorial adequado Falha em responder à terapia ambulatorial Intolerância ao tratamento ambulatorial Médico ou família desconfortável com o manejo ambulatorial DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

6. FLUXOGRAMA DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

7. MEDIDAS DE QUALIDADE Major: Número de culturas de urina por cateterização vesical + coleta limpa + aspiração supra-púbica em crianças < 2 anos de idade/ número de culturas de urina em crianças < 2 anos de idade. Minor: Número de pacientes com diagnóstico de ITU com prescrição de cefuroxima ou associação amoxicilina e ácido clavulânico/ número de pacientes com diagnóstico de ITU tratados por via oral. 8. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS. Subcommittee on urinary tract infection, steering committee on quality improvement and management. Urinary tract infection: clinical practice guideline for the diagnosis and management of the initial uti in febrile infants and children 2 to 24 months. Pediatrics 20; 28:595-60. 2. Hodson EM, Willis NS, Craig JC. Antibiotics for acute pyelonephritis in children. Cochrane Database Syst Rev 2007; CD003772 9. ELABORAÇÃO DESTE DOCUMENTO Autor: Henrique Monteiro Neto Participantes: Benita Galassi Soares Schvartsman, Adriana Vada Souza Ferreira, Gaby Cecília Yupanqui Guerra Barboza, Luciana Henriques Sakita, Nelson Akamine, Flávio Rocha Brito Marques, Núcleo de Pediatria Baseada em Evidências. es: Luciana Henriques Sakita, Ana Catarina Lunz Macedo,. DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Informações sobre a doença ORIENTAÇÕES PÓS ALTA HOSPITALAR A Infecção do trato urinário (ITU) é uma infecção da bexiga ou dos rins, que pode causar sintomas como febre, dor abdominal, vômito, ardor ou dor ao urinar, urgência para urinar e/ ou incontinência urinária de início recente. As crianças menores de 2 anos podem não ter sintomas específicos, sendo a irritabilidade e o baixo ganho de peso alguns dos sinais da infecção. O diagnóstico é realizado com a análise de uma amostra limpa de urina e confirmado com o crescimento de bactérias na cultura. O tratamento é importante para evitar a propagação da infecção e complicações tardias que podem levar a hipertensão e disfunção renal. Sobre o tratamento Os antibióticos são utilizados para tratar a infecção. Assegure a administração de todas as doses durante o período indicado. Não descontinue a medicação sem orientação médica. Instruções para a casa Lembre-se que a cultura da urina deverá estar pronta em aproximadamente 72hs e deverá ser checada pelo seu pediatra de rotina para adequação da medicação. Incremente a oferta de líquidos no período do tratamento. Permita que o paciente vá ao banheiro sempre que desejar e oriente evitar retenção urinária. Retorne com seu médico ou ao pronto atendimento se: Mantiver febre mais que 72hs em vigência do antibiótico ou se a criança iniciar quadro de febre antes não apresentada A criança parar de urinar ou aparecer sangue na urina. A criança apresentar piora do estado geral O paciente não tolerar a medicação O paciente apresentar rush cutâneo após uso do antibiótico DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204

00 Tipo Documental RESUMO Descrição em forma de resumo para acesso em meios alternativos de conectividade como tablets ou celulares ANEXOS DOCUMENTOS RELACIONADOS Descrição Resumida da Revisão Sandra Cristina P. L. Shiramizo (22/03/203 07:50:45 AM) - Diagn sotico e tratamento da º infecção urinária (22/04/204 08:02:52 PM) - Diretriz de ITU revisada, com critérios de investigação de ITU, métodos de coleta, e tratamento antimicrobiano segundo dados do HIAE. (07/0/204 02:06:26 PM) - Diretriz republicada por questões operacionais. DI.ASS.50. 25/09/204 por 08/0/204