APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CASO CLÍNICO
|
|
|
- Afonso de Lacerda Escobar
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 APRESENTAÇÃO DA UNIDADE Objetivos educacionais da unidade Aqui, abordaremos como conduzir o paciente portador de infecção do trato urinário no domicílio. Serão apresentados os seguintes aspectos: conceito de infecção do trato urinário; sintomas e sinais que possam ser controlados no domicílio de pacientes com infecção do trato urinário; manejo dos pacientes com infecção do trato urinário; plano de alta e orientações ao cuidador sobre como prevenir e identificar sinais e sintomas de infecção do trato urinário; reconhecimento de quando a equipe deve referenciar o caso para a rede de serviços de saúde. CASO CLÍNICO José, 34 anos, acamado há sete meses devido a trauma raquimedular na coluna lombar, como sequela de trauma por arma de fogo. Tem Infecção do Trato Urinário (ITU) de repetição devido à bexiga neurogênica. Está recebendo alta hospitalar com o acompanhamento pela EMAD. Esse último internamento hospitalar foi motivado por um quadro de urosepse. Casado com Maria, 27 anos, que trabalha como manicure, tem um filho de sete anos que estuda e está no primeiro ano do ensino fundamental. José trabalhava com venda de água mineral, era
2 dono de uma pequena distribuidora de água. Conta que, há sete meses, foi vítima de bala perdida, sendo atingido na coluna lombar e, por isso, ficou paraplégico e com bexiga neurogênica. No hospital, havia sido treinado para realizar o cateterismo vesical de alívio três vezes por dia, porém não utilizava técnica limpa para realizar os cateterismos. Após 20 dias de ter recebido alta hospitalar, foi levado para urgência pela esposa, apresentando respiração rápida, sudorese fria, sonolência e urina com consistência de leite condensado. Não fazia profilaxia com antibiótico. O QUE É ITU? A infecção do trato urinário (ITU) caracteriza-se pela colonização de micro-organismos que invadem qualquer estrutura do trato urinário (HEILBERG; SCHOR, 2006; ALBERT et al., 2008). São consideradas infecções urinárias de repetição: quando a pessoa apresenta 3 ou mais infecções urinárias em menos de 1 ano; quando apresenta 2 ou mais infecções em menos de 6 meses. Pode ser classificada da seguinte forma: ITU não complicada: a infecção está restrita à bexiga ou ao rim; ITU complicada: inclui as causas obstrutivas (hipertrofia benigna de próstata, tumores, urolitíase, estenose da junção ureteropiélica, corpos estranhos); anátomo-funcionais (bexiga neurogênica, refluxo vesicoureteral, rim-espongiomedular, nefrocalcinose, cistos renais, divertículos vesicais), metabólicas (insuficiência renal, diabetes mellitus, transplante renal); uso de cateter de demora ou qualquer tipo de instrumentação). Outra forma de classificar as infecções do trato urinário sintomáticas são (MARTINS; DAMASCENO; AWADA, 2007): A infecção do trato urinário, na vida adulta, tem incidência elevada e predomina no sexo feminino, com picos relacionados à atividade sexual e durante a gestação. É devido à mulher ter uma uretra mais curta e maior proximidade do ânus com o vestíbulo da vagina e uretra. No homem, o maior comprimento uretral, o maior fluxo urinário e o fator antibacteriano prostático são fatores protetores (HEILBERG; SCHOR, 2006).
3 As infecções urinárias são as infecções hospitalares mais frequentes, e 80% delas são atribuídas ao uso de cateter urinário. Entre 12 a 16% dos pacientes internados vão apresentar ITU relacionada ao cateter em algum momento da internação (YOKOE et al., 2008). Em mais de 95% dos casos de ITU, o agente causador da infecção é único e é uma enterobactéria, e 10 a 20% dos pacientes têm colonizadas as regiões perianal e vaginal por estas bactérias (SOARES et al., 2002). COMO AVALIAR E DIAGNOSTICAR? O médico e o enfermeiro, principalmente, devem estar atentos, avaliando a cada visita a possibilidade de uma ITU. Devem também enfatizar a necessidade de manter acompanhamento ambulatorial nos casos específicos que não puderem ser apenas acompanhados pela equipe da atenção básica e orientar medidas que ajudem a evitar a ITU de repetição. A equipe deve sempre tentar evitar uma possível sepse de foco infeccioso, que é uma complicação grave, pois se trata de uma Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) decorrente de um processo infeccioso, que, no caso da urosepse, é a infecção urinária (MATOS; VICTORINO, 2004). Continuação do caso clínico Foi realizada urocultura, mas antes do resultado do exame, no segundo dia, José já estava estável hemodinamicamente, devido ao início precoce de antibioticoterapia venosa. Como não houve melhora do quadro hemodinâmico com expansão volêmica, optou-se por iniciar Ceftriaxona 2 gramas/dia intramuscular (IM), devido ao acesso periférico difícil, permanecendo o acesso endovenoso exclusivo para a hidratação. Depois de conseguida a estabilidade hemodinâmica do paciente, foi passada a manutenção da hidratação para a via oral, o Ceftriaxona continuou por via IM, e foi solicitada a inclusão na AD para garantir que o tratamento com o antibiótico fosse realizado por 7 dias, garantindo também reorientações no domicílio do paciente. Exames Laboratoriais O principal exame a ser solicitado diante da suspeita clínica de ITU é a urocultura. No exame da urocultura, temos os seguintes dados: - Presença ou ausência de agente etiológico; - Concentração bacteriana em unidade formadora de colônias por ml da amostra (UFC/ml) (SOARES et al., 2002): Acima de UFC/ml = sugere infecção em todos os pacientes; Entre e UFC/ml = em pacientes assintomáticos representa contaminação em 95% dos casos; porém em sintomáticos ou na presença de leucocitúria, presença de infecção; 1000 UFC/ml = em homens, essa concentração ou maiores sugerem ITU.
4 - Antibiograma O antibiograma testa os antibióticos para determinar quais são capazes de matar o agente etiológico. É realizado por: Método qualitativo: é o mais empregado e utilizado apenas para organismos com crescimento rápido. Após incubação de 16 a 18horas, a interpretação depende da combinação específica entre cada organismo e antimicrobiano. O resultado é expresso em: sensível/intermediário ou moderadamente sensível/resistente (SOARES et al., 2002). Método quantitativo: permite a determinação de: o concentração bactericida mínima: é a menor concentração do antimicrobiano capaz de inibir quase que a totalidade da quantidade de organismos testados (SOARES et al., 2002); o concentração inibitória mínima (MIC): é a menor concentração do antimicrobiano capaz de inibir o crescimento bacteriano após 18 a 24 horas em cultura. É utilizada para escolher o antimicrobiano que atuará contra o microrganismono sítio da infecção (SOARES et al., 2002); o E test: quantifica a MIC de antimicrobianos isolados. É usado para testar a sensibilidade debactérias de crescimento lento (treptococcuspneumoniae, H. influenzae, N. gonorrhoeae, S. aureus meticilino-resistentes, Moraxellacatarrhalis, enterococoseanaeróbios (SOARES et al., 2002). A coleta da urina para a urocultura deve ser realizada a partir do jato médio e por meio de técnicas assépticas após término da antibioticoterapia. A primeira urina da manhã contém potencialmente maior população de bactérias devido ao maior tempo de incubação, porém a sintomatologia da ITU com elevada frequência urinária poderá dificultar esta medida. Diante do exposto, aceita-se que a urina de qualquer micção pode ser valorizada, desde que obtida com um intervalo mínimo de duas horas após a micção anterior, pois é o período que corresponde ao tempo de latência para o crescimento bacteriano, para que se evitem falsos negativos (HEILBERG; SCHOR, 2003).
5 Saiba mais Orientações sobre coleta masculina e feminina do jato médio de urina para evitar interferências nos resultados da urocultura.
6 Complicações comuns na ITU A EMAD deve estar atenta às possíveis complicações, como: desidratação: identificar o grau da desidratação e orientar aumento de ingesta de líquidos. obstrução de dispositivos: caso a EMAD ou a equipe da USF tenha disponibilidade de ir até o paciente, poderá realizar a troca do dispositivo, colher urocultura e avaliar outras medidas necessárias. Caso não possa ir até o paciente de imediato e não haja sinais de gravidade clínica, poderá pedir ao cuidador para retirar a sonda vesical de demora e realizar cateterismo vesical de demora (caso tenha sido treinado e esteja seguro em realizar tais procedimentos), do contrário, o paciente deverá ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou Pronto-socorro (PS). urosepse: é uma síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) decorrente de uma infecção urinária (MATOS; VICTORINO, 2004). Diante da suspeita, deve-se sempre transferir o paciente para uma urgência clínica de imediato. Para profissionais enfermeiros Principais diagnósticos de enfermagem Todos os pacientes podem estar expostos a riscos para infecção. Porém, pacientes que necessitam de cateterismo vesical estão expostos ao risco aumentado devido ao procedimento, por ser invasivo. O enfermeiro deve estar constantemente avaliando a presença dos seguintes diagnósticos de enfermagem (NANDA INTERNATIONAL, 2013; DOENGES, MOORHOUSE, MURR, 2009; CARPENITO-MOYET, 2005; JOHNSON, MAAS, MOORHEAD, 2004): Retenção urinária relacionada ao trauma raquimedular É o estado em que o indivíduo apresenta uma incapacidade crônica em urinar. Características definidoras: o Distensão da bexiga; o Sensação de não estar com a bexiga vazia; o Traumatismo medular. Risco para infecção relacionado ao cateterismo vesical É o estado em que o indivíduo está em risco de ser invadido por um agente oportunista ou patogênico (vírus, fungos, bactérias, protozoários) de fontes endógenas ou exógenas. Características definidoras: o Necessidade de cateterismo vesical para eliminação urinária.
7 COMO MANEJAR NA ATENÇÃO DOMICILIAR? Cistites Para o tratamento da cistite, são necessários pelo menos três dias de tratamento. A seguir são apresentadas as opções (MARTINS; DAMASCENO; AWADA, 2007): Na gestante, a cistite deve ser tratada empiricamente com amoxicilina (250mg 8/8 horas), cefalexina ou cefadroxila por 7 dias, porém deve ser colhida urocultura antes do início do tratamento. Deve-se mudar o antibiótico caso o mesmo apresente resistência no antibiograma. Algumas situações especiais da infecção urinária (MARTINS;DAMASCENO; AWADA, 2007): a) cistite em homens: se associada à hiperplasia prostática, o tratamento deve ser por 7 dias e deve-se sempre realizar exame da próstata; b) cistite em imunossuprimidos, diabéticos, portadores de cálculos renais, pacientes com internamento recente: deve-se sempre realizar urocultura de controle após o término do tratamento; c) ITU relacionada ao uso de cateter: deve-se sempre realizar urocultura com antibiograma para tratamento da infecção urinária relacionada ao uso de cateter. Pielonefrites O tratamento das pielonefrites deve se iniciar em ambiente hospitalar e/ou nos serviços de urgência nos seguintes casos (MARTINS; DAMASCENO; AWADA, 2007): Indicações absolutas: paciente com vômitos persistentes, quando há dúvida diagnóstica, obstrução do trato urinário e sepse; Indicações relativas: acima de 60 anos, portadores de anormalidade anatômica do trato urinário, imunocomprometidos (diabéticos, portadores de neoplasias, em transplantados de órgãos sólidos, portadores de doenças hematológicas). Opções de tratamento na pielonefrite (tratamento por 10 a 14 dias) (MARTINS; DAMASCENO; AWADA, 2007):
8 Ciprofloxacino, 400mg endovenosa (EV), 12/12hoas; Ceftriaxona, 1g a 2g intramuscular (IM) ou EV, uma vez ao dia; Amicacina, 15mg/kg IM ou EV, uma vez ao dia; Gentamicina, 5mg/kg IM ou EV, uma vez ao dia. Em pacientes imunocompetentes, o tratamento pode ser por 10 dias, podendo ser finalizado no domicílio. À medida que o quadro geral melhore, pode ser convertido para a via oral (VO), se iniciado por via endovenosa (EV). A alta para casa deve ocorrer após 24 a 48 horas de tratamento, pois, se não houver melhora clínica nesse período, o tratamento deve continuar em unidade hospitalar, e exames de imagem devem ser feitos para a verificação de possíveis complicações ou abscessos renais (MARTINS; DAMASCENO; AWADA, 2007). Atenção A profilaxia medicamentosa da ITU recorrente deve ter o seguinte manejo: 6 a 12 meses com 1 comprimido à noite e/ou após relação sexual (nos casos em que os sintomas estejam relacionados ao coito) (ALBERT et al., 2008): o 1 opção: Nitrofurantoína (100 mg); o 2 opção: Sulfametoxazol + Trimetroprim (400mg/80mg); o 3º opção: Quinolonas (norfloxacina 200 mg, ciprofloxacina 250 mg, levofloxacina 250 mg). Para o início da profilaxia, é necessário que a urocultura se mostre negativa a fim de que seja evitado o tratamento de uma eventual infecção vigente com sub-dose de antibiótico (HEILBERG; SCHOR, 2003).
9 Para profissionais enfermeiros Principais intervenções de enfermagem Quando a causa da alteração no fluxo urinário tem origem em um trauma, dificilmente o paciente conseguirá urinar voluntariamente. Para isso, o enfermeiro deve avaliar a situação individualmente para determinar um plano de cuidados. Algumas intervenções podem ser realizadas (NANDA INTERNATIONAL, 2013; DOENGES, MOORHOUSE, MURR, 2009; CARPENITO-MOYET, 2005; JOHNSON, MAAS, MOORHEAD, 2004): Investigar fatores causadores e contribuintes; Avaliar o balanço hídrico do paciente; Instruir e revisar periodicamente os métodos de esvaziamento da bexiga, seja por autocateterismo ou cateterismo vesical de alívio; Quando possível, elaborar um treinamento ou recondicionamento da bexiga; Monitorar a temperatura corporal a cada 24 horas, para identificar quadros de febre precocemente; Utilizar precauções universais quando manipular fluidos corporais do paciente; Orientar a comunicação com a equipe sempre que houver dor, ardência, alterações na cor e odor. ORIENTAÇÕES AO CUIDADOR 1. Lembrar os sintomas e sinais de infecção na urina (polaciúria, disúria, odor habitual alterado da urina); 2. Se o paciente usa sonda vesical de demora, a bolsa coletora de paciente com bacteriúria constitui reservatório para organismos que podem contaminar o meio ambiente e serem transmitidos a outros pacientes; 3. Infecções em pacientes com cateter urinário geralmente são assintomáticas. Sempre manter a bolsa coletora abaixo do nível da bexiga, pois esta medida é a intervenção de maior impacto na redução de ITU; 4. Manter pele limpa e seca, com trocas frequentes de fraldas (em pacientes com incontinência urinária); 5. Orientar de forma escrita os passos do cateterismo vesical de alívio, já tendo realizado em conjunto com o cuidador principal;
10 6. Orientar como massagear o abdome para identificar eventual formação de bexigoma (YOKOE et al., 2008; MARTINS; DAMASCENO; AWADA, 2007; BELLEHUMEUR et al., 2007). PLANO DE ALTA DA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Nos pacientes com barreira ao aprendizado (deformidades físicas, visão deficiente, falta de disponibilidade de apoio por outra pessoa), a equipe deve pactuar o cuidado pela equipe da Unidade de Saúde da Família (USF), fazendo uma visita conjunta e pontuando todas as dificuldades ao autocuidado do paciente; Ao término da antibioticoterapia nos pacientes sem dificuldades para locomoção, garantir a realização da urocultura de controle e o encaminhamento de seguimento na USF; No caso de pacientes acompanhados em ambulatórios de especialidade, incluídos na AD para antibioticoterapia, reforçar a necessidade de manter o acompanhamento ambulatorial; Alguns poucos casos podem não receber alta devido a várias situações (pacientes portadores de comorbidades diversas) que devem ser bem avaliadas e reavaliadas pela EMAD, para, assim, manter o acompanhamento compartilhado com a equipe da Atenção Básica até uma possível alta para a AD1, visando ao bem-estar do paciente, deixando-o confortável no lar. QUANDO REFERENCIAR? A complicação que indicaria imediata transferência para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou Pronto Socorro seria a suspeita de urosepse devido à instabilidade hemodinâmica. A sepse é diagnosticada facilmente pelo encontro de, pelo menos, dois dos sinais abaixo (REVISTA BRASILEIRA TERAPIA INTENSIVA, 2004):
11 REFERÊNCIAS ALBERT, X. et al. Antibiotics for preventing recurrent urinary tract infection in non-pregnant women (Review). The Cochrane Library, n. 4, Disponível em: < Acesso em: 31 mar BELLEHUMEUR, C. et al. Home care: cuidados domiciliares: protocolos para a prática clínica. Tradução Ivan Lourenço Gomes. Revisão técnica Christina Aparecida Ribeiro e Marivan Santiago Abrahão. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de Enfermagem: aplicação à prática clínica. Porto Alegre: Artmed, DOENGES, Marilynn E.; MOORHOUSE, Mary Frances; MURR, Alice C. Diagnósticos de Enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, HEILBERG, I. P; SCHOR, N. Abordagem diagnóstica e terapêutica na infecção do trato urinário - ITU. Rev Assoc Med Bras, v. 49, n. 1, p , jan./mar Disponível em: < Acesso em: 31 mar HEILBERG, I. P.; SCHOR, N. Infecção do trato urinário. In: LOPES, A. C. (Ed.). Tratado de clínica médica. São Paulo: Roca, v. 2, Seção 14, cap. 258, p JOHNSON, Marion; MAAS, Meridean; MOORHEAD, Sue (Org.). Classificação dos Resultados de Enfermagem (NOC). 2. ed. Porto Alegre: Artmed, p. MATOS, G. F. J. de; VICTORINO, J. A. Critérios para o diagnóstico de sepse, sepse grave e choque séptico. RBTI - Revista Brasileira Terapia Intensiva, v. 16, n. 2, p , abr./jun Disponível em: < Acesso em: 31 mar MARTINS, H. S.; DAMASCENO, M. C. de T.; AWADA, S. B. Pronto-socorro: condutas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Barueri, SP: Manole, p. MATOS, G. F. J. de; VICTORINO, J. A. Critérios para o Diagnóstico de Sepse, Sepse Grave e Choque Séptico. Revista Brasileira Terapia Intensiva (RBTI), São Paulo, v. 16, n. 2, p , abr./jun Disponível em: < Acesso em: 13 maio NANDA International. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação, Porto Alegre: Artmed, SOARES, J. L. M. F. et al. (Orgs.). Métodos diagnósticos: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, YOKOE, D. S. et al. A compendium of strategies to prevent healthcare-associated infections in acute care hospitals. Infect Control Hosp Epidemiol, v. 29, Suplemento 1, p. S12-21, out Disponível em: < Acesso em: 28 jul
Aula Prática administrada aos alunos do 4º e 5º períodos do curso de graduação em medicina no Ambulatório de Ginecologia do UH-UMI.
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE MEDICINA III CURSO DE MEDICINA Prof. Antonio Augusto Pereira Martins Especialista em Docência do Ensino Superior
PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do Trato Urinário. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea
PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do Trato Urinário Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea Data de Realização: 23/03/2009 Data de Revisão: Data da Última
O PARTO NA PACIENTE SOROPOSITIVO
O PARTO NA PACIENTE SOROPOSITIVO 1. TRIAGEM SOROLÓGICA - É recomendada a realização de teste anti-hiv com aconselhamento e com consentimento para todas as gestantes na primeira consulta pré-natal; - Enfatiza-se
Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação
Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação Registro Hospitalar de Câncer Este tipo de registro se caracteriza em um centro de coleta, armazenamento,
Necessidade de eliminação vesical. Instrutora: Enf a Adriana Feliciana Melo
Necessidade de eliminação vesical Instrutora: Enf a Adriana Feliciana Melo ANATOMIA E FISIOLOGIA Os sistemas renal e urinário incluem os rins, ureteres, bexiga e uretra. Ato da micção Combinação atividade
SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU
M Pr02 1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde (ITU-RAS) no adulto
ACESSOS VASCULARES PREVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE ENFª FRANCIELE TONIOLO ENFª LUIZA CASABURI
ACESSOS VASCULARES PREVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE ENFª FRANCIELE TONIOLO ENFª LUIZA CASABURI A inserção de CVP é atualmente uma prática indispensável
2 Workshop processamento de artigos em serviços de saúde Recolhimento de artigos esterilizados: é possível evitar?
2 Workshop processamento de artigos em serviços de saúde Recolhimento de artigos esterilizados: é possível evitar? 3 Farm. André Cabral Contagem, 19 de Maio de 2010 Rastreabilidade É definida como a habilidade
VAMOS FALAR SOBRE HEPATITE
VAMOS FALAR SOBRE HEPATITE HEPATITE É uma inflamação do fígado provocada, na maioria das vezes, por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar a doença, que se caracteriza por febre, icterícia
I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS
Emergência CT de Medicina I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CREMEC/Conselho Regional de Medicina do Ceará Câmara Técnica de Medicina Intensiva
CALSAN COMPRIMIDO MASTIGÁVEL
CALSAN COMPRIMIDO MASTIGÁVEL Novartis Biociências S.A. Comprimido mastigável 1.250 mg de carbonato de cálcio (equivalente a 500 mg de cálcio elementar) CALSAN carbonato de cálcio Comprimidos mastigáveis.
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
MATERNIDADEESCOLAASSISCHATEAUBRIAND Diretrizesassistenciais INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Gilberto Gomes Ribeiro Francisco Edson de Lucena Feitosa IMPORTÂNCIA A infecção do trato
PORTARIA MS Nº 1.262, DE 16 DE JUNHO DE 2006 - DOU 19.06.2006
PORTARIA MS Nº 1.262, DE 16 DE JUNHO DE 2006 - DOU 19.06.2006 Aprova o Regulamento Técnico para estabelecer as atribuições, deveres e indicadores de eficiência e do potencial de doação de órgãos e tecidos
Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.
1 INSTRUÇÕES Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,
Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA
Diretrizes Assistenciais Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA
PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
Comissão de controle de infecção hospitalar PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Eva Cláudia Venâncio de Senne Luciana Paiva Patrícia Borges Peixoto EPIDEMIOLOGIA Trato urinário representa
PROCESSO DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE
PROCESSO DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE O que é Doação de Órgãos e Tecidos? É um ato pelo qual uma pessoa manifesta a vontade de que, a partir do momento de sua morte, uma ou mais partes do
22 - Como se diagnostica um câncer? nódulos Nódulos: Endoscopia digestiva alta e colonoscopia
22 - Como se diagnostica um câncer? Antes de responder tecnicamente sobre métodos usados para o diagnóstico do câncer, é importante destacar como se suspeita de sua presença. As situações mais comuns que
CONSIDERANDO a Constituição da República Federativa do Brasil, nos artigos 197 e 199;
Resolução COFEN 292 / 2004 O Conselho Federal de Enfermagem, no uso de suas atribuições a que alude a Lei nº 5.905/73 e a Lei 7.498/86, e tendo em vista deliberação do Plenário em sua reunião ordinária
Perfil das infecções do trato urinário nos Campos Gerais: Uma revisão da literatura.
12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO (
PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA
PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA IRAS As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) consistem em eventos adversos ainda persistentes nos
Figura 1. Equipamento de LECO Carlos Alberto Ferreira Chagas
Quando certos produtos químicos da urina se agregam formando cristais, uma massa endurecida chamada cálculo (ou pedra) se forma. A maioria das pedras começa a se formar nos rins e algumas podem se deslocar
DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C.
FEBRE TIFOIDE CID 10: A 01.0 DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C. Marcon CARACTERÍSTICAS GERAIS DESCRIÇÃO É
ANÁLISES CLÍNICAS. conhecimento que trabalha com o estudo de. alguma substância de forma a coletar dados e
ANÁLISES CLÍNICAS ANÁLISES CLÍNICAS A análise clínica é o ramo de conhecimento que trabalha com o estudo de alguma substância de forma a coletar dados e apontar diagnósticos a respeito da saúde do paciente.
Introdução. Parte do Trabalho de Conclusão de Curso do Primeiro Autor. 2
399 IMPLANTAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA O PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) NA POPULAÇÃO FEMININA EM IDADE FÉRTIL: PERSPECTIVAS DE DIMINUIÇÃO DA INCIDÊNCIA DE CASOS DE CÂNCER DE COLO DO ÚTERO 1 Kelen Lopes Da Silva
Estudo de Caso de Deiscência Cirúrgica em uso de Actisorb Plus e Nugel Amorfo
Hospital de Base São José do Rio Preto Estudo de Caso de Deiscência Cirúrgica em uso de Actisorb Plus e Nugel Amorfo Empório Médico Enfª Elisângela C.Bardiviesso Identificação Pessoal Paciente: O.A.S.
Roteiro para o Monitoramento das Doenças Diarréicas Agudas
SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS Coordenação de Controle das Doenças Hídricas e Alimentares Av. 136 s/n, Quadra F44, Lotes 22 a 24,
Zika vírus. Confira todos os sintomas para saber se está com Zika vírus
Zika vírus Os sintomas da Zika incluem febre baixa, dor nos músculos e articulações, além de vermelhidão nos olhos e manchas vermelhas na pele. A doença é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, e os
Febre periódica, estomatite aftosa, faringite e adenite (PFAPA)
www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro Febre periódica, estomatite aftosa, faringite e adenite (PFAPA) Versão de 2016 1. O QUE É A PFAPA 1.1 O que é? PFAPA significa Febre Periódica, Estomatite
Formulário da OPAS/OMS para o resumo de caso de influenza humana pelo vírus da Influenza A (H1N1)
Formulário da OPAS/OMS para o resumo de caso de influenza humana pelo vírus da Influenza A (H1N1) O objetivo deste formulário é obter informações importantes para determinar a seriedade e as características
Guia de Utilização para Beneficiários do Plano de Assistência e Saúde PAS, com cobertura adicional da CAMED
Guia de Utilização para Beneficiários do Plano de Assistência e Saúde PAS, com cobertura adicional da CAMED 1 Guia de Utilização para Beneficiários do Plano de Assistência e Saúde PAS, com cobertura adicional
Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos
Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Olá Gerente de Projeto. Nos artigos anteriores descrevemos um breve histórico sobre a história e contextualização dos riscos, tanto na vida real
LORATADINA Hypermarcas S/A Comprimido 10mg
LORATADINA Hypermarcas S/A Comprimido 10mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: LORATADINA Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÃO Comprimido de 10mg em embalagens contendo 12 comprimidos.
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 06/CT/2016/RT Assunto: Curativo por Pressão Subatmosférica (VAC) Palavras-chave: Curativo por Pressão Subatmosférica, Curativo por pressão negativa, Estomaterapeuta. I Solicitação
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com alterações hepáticas ou renais graves.
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Fluibron A cloridrato de ambroxol APRESENTAÇÕES Solução para nebulização. Cada flaconete contém 7,5 mg/ml de cloridrato de ambroxol. Embalagem com 10 flaconetes contendo 2
CICLO DE MELHORIA NACIONAL DA QUALIDADE DA PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) 2015/2016
CICLO DE MELHORIA NACIONAL DA QUALIDADE DA PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) 2015/2016 PROGRAMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Programa de Gestão da Qualidade (GQ) é o
Doença com grande impacto no sistema de saúde
Por quê abordar a Doença Renal Crônica Cô? PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA Doença com grande impacto no sistema de saúde Acomete muitas pessoas Vem aumentando nos últimos anos Provavelmente continuará a aumentar
SERVIÇO SOCIAL E A MEDICINA PREVENTIVA
SERVIÇO SOCIAL E A MEDICINA PREVENTIVA NOSSA CASA A importância do Trabalho em Equipe Multidisciplinar Assistente Social Enfermeira Técnicos de enfermagem Fisioterapeuta Nutricionista Médico Psicólogo
Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança. Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:
Não tome Disocor: - se tem alergia à levocarnitina ou a qualquer outro componente deste medicamento (indicados na secção 6).
Folheto informativo: Informação para o doente Disocor 1000 mg comprimidos para mastigar Levocarnitina Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento, pois contém informação
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL - 2014
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL - 2014 A MODELAGEM DA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL 1. A análise de situação de saúde 2. A escolha do modelo de 3. A definição do
PROTOCOLO OPERACIONAL PADRÃO
Data de 1. Definição Prevenção de Infecção da Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica Tornar de conhecimento da assistência um conjunto de orientações para a prevenção de pneumonia relacionada à assistência.
INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO
INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO INTRODUÇÃO ITU invasão por microorganismos que desencadeiam resposta inflamatória. Bactérias que atingem via ascendente, hematogência ou linfática Cistite : mucosa vesical -
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
Parecer Coren/SC Nº 007/CT/2015 Assunto: realização da retirada ou o tracionamento dos drenos portovack e penrose. I Do fato A Gerência do Serviço de Enfermagem de uma instituição hospitalar solicita parecer
c) Aplicar os princípios de pesquisa operacional mediante:
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE SAÚDE PROGRAMA MUNICIPAL DE CONTROLE DA HANSENÍASE 1. Atribuições
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NOTA TÉCNICA SOBRE FEBRE DO ZIKA VÍRUS
Descrição da Doença NOTA TÉCNICA SOBRE FEBRE DO ZIKA VÍRUS 15 de dezembro de 2015 Febre do Zika Vírus é uma doença viral aguda, transmitida principalmente por mosquitos, tais como Aedes aegypti, caracterizada
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Orientação para pacientes com Cálculo (pedra) da vesícula. Quem pode ter pedra (cálculo) na vesícula? Pedra ou calculo da vesícula e uma doença bastante comum.
Simeco Plus. Bula para paciente. Suspensão. 600mg+300mg+35mg
Simeco Plus Bula para paciente Suspensão 600mg+300mg+35mg Simeco plus (hidróxido de alumínio + hidróxido de magnésio + simeticona) Suspensão FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Embalagens com frascos
TRATAMENTO DA DOENÇA RENAL CRÔNICA TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA
TRATAMENTO DA DOENÇA RENAL CRÔNICA TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA CONHEÇA MAIS SOBRE AS OPÇÕES DE TRATAMENTO DIALÍTICO Converse com sua Equipe Renal Clínica -médico, enfermeiro, assistente social e nutricionista
Seminário Nacional 20 anos do Tratamento Antirretroviral no Brasil Avanços e Desafios. O papel dos ARVs na Prevenção. PEP : Profilaxia pós Exposição
Seminário Nacional 20 anos do Tratamento Antirretroviral no Brasil Avanços e Desafios O papel dos ARVs na Prevenção PEP : Profilaxia pós Exposição Cláudia Afonso Binelli [email protected] 13
Professor Responde. Dúvidas mais comuns relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho NR01 ORDEM DE SERVIÇO
Professor Responde Dúvidas mais comuns relacionadas a Segurança e Medicina do Trabalho NR01 ORDEM DE SERVIÇO Saiba exatamente tudo sobre o assunto SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Quem é PROFESSOR Hoje
vacina hepatite B (recombinante)
vacina hepatite B (recombinante) FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Suspensão injetável - Cartucho contendo 1 frasco-ampola com 1 dose de 0,5mL; - Cartucho contendo 20 frascos-ampola com 1 dose de 0,5mL;
O presente estudo remete-nos para as causas de extração e perda dentária na dentição permanente, durante um período de 12 meses. Neste estudo foram incluídos todos os pacientes atendidos na clínica de
, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) médico(a)
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 16 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Nuflor Minidose 450 mg/ml solução injetável para bovinos. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada ml contém:
VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS
1 VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS 2 3 Como muitas mulheres, Ângela Helena tem uma vida corrida. Ela trabalha, cuida da família, faz cursos e também reserva um tempo para cuidar
Prevenção de Infecções relacionadas ao Cateter Vesical
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS DIVISÃO DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM Prevenção de Infecções relacionadas ao Cateter Vesical Instrutora: Enf, Dra.Thaís
SISTEMAS RENAL E URINÁRIO. Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011
SISTEMAS RENAL E URINÁRIO Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011 CONSIDERAÇÕES GERAIS É de extrema importância para a vida a função adequada dos sistemas renal e urinário. A principal função
Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA
1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no
Apresentação dos Requisitos Do Edital Inmetro nº 01/2011
Apresentação dos Requisitos Do Edital Inmetro nº 01/2011 Anexo B Especificações do simulador Eduardo Lopes Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade Objetivos Apresentar o simulador de pista com
Objetivo. Exame contrastado Urografia Excretora. Indicações 15/04/2011. Anatomia. Contra-indicação. Preparo do paciente
Objetivo Exame contrastado Urografia Excretora É o estudo radiológico contrastado dos rins, ureteres e bexiga e necessita de um ótimopreparo intestinal, na véspera do exame. Indicações Anatomia Cálculo
Cálculo urinário Resumo de diretriz NHG M63 (april 2007)
Cálculo urinário Resumo de diretriz NHG M63 (april 2007) Arndt UP, Van Koningsbruggen PJW, Salden NMA, Visser HS, Van der Wal J, Van Lieshout J traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto
NORM.TEC.Nº003/2010/DIR (Normativa possui ANEXOS I e II) Maringá, 17 de março de 2010
NORM.TEC.Nº003/2010/DIR (Normativa possui ANEXOS I e II) Maringá, 17 de março de 2010 Ref.: Protocolo para liberação de Toxina Botulínica. (De acordo com Portaria Nº 376 e 377 de 10 de novembro de 2009)
PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS
PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS Acadêmica de medicina: Jéssica Stacciarini Liga de diabetes 15/04/2015 Benefícios do exercício físico em relação ao diabetes mellitus:
Capítulo. Alterações da Glicemia 18 e Diabetes Mellittus. Capítulo 18. Alterações da Glicemia e Diabetes Mellitus 1. OBJETIVOS
Capítulo Alterações da Glicemia 18 e Diabetes Mellittus 1. OBJETIVOS No final da sessão os formandos deverão ser capazes de: Conhecer os tipos de diabetes mellitus. Descrever os mecanismos de descompensação
ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA NÃO INVASIVO DA BEXIGA
ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA NÃO INVASIVO DA BEXIGA (Actualização limitada do texto em Março de 2009) M. Babjuk, W. Oosterlinck, R. Sylvester, E. Kaasinen, A. Böhle, J. Palou Introdução Eur Urol 2002;41(2):105-12
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PREZADO PACIENTE: O Termo de Consentimento Informado é um documento no qual sua AUTONOMIA (vontade) em CONSENTIR (autorizar) é manifestada. A intervenção cirúrgica indicada
PROGRAMA SULGÁS DE QUALIDADE DE VIDA
COMPANHIA DE GÁS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Gerência Executiva de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde PROGRAMA SULGÁS DE QUALIDADE DE VIDA PROJETO 2014 Julho de 2014 1. DADOS DA COMPANHIA Razão
INCOR FAZ MUTIRÃO INÉDITO PARA TRATAMENTO DE MALFORMAÇÃO CONGÊNITA DO CORAÇÃO
SUGESTÃO DE PAUTA INCOR Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP São Paulo, 16 de agosto de 2012. INCOR FAZ MUTIRÃO INÉDITO PARA TRATAMENTO DE MALFORMAÇÃO CONGÊNITA DO CORAÇÃO Quarenta pacientes,
MODELO DE DIZERES DE BULA. IMOXY imiquimode
MODELO DE DIZERES DE BULA IMOXY imiquimode FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Creme dermatológico embalagem contendo 6 ou 12 sachês com 250 mg. USO ADULTO USO TÓPICO COMPOSIÇÃO Cada g do creme dermatológico
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 16 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Receptal, 0,004 mg/ml solução aquosa injetável para bovinos, equinos, suínos e coelhos. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA
Papel das Unidades Básicas Casa da Gestante. II Encontro das Casas da Gestante do Rio Grande do Sul SES/RS Dezembro 2009
Papel das Unidades Básicas Casa da Gestante II Encontro das Casas da Gestante do Rio Grande do Sul SES/RS Dezembro 2009 Alguns dados: Ao analisar os dados de nascimento e óbitos dos RN residentes em Canoas
Curso Anual Universitario de Medicina Familiar y Atención Primaria Infecções urinárias
Infecções urinárias Dr.Eduardo Durante Dra. Karin Kopitowski Dr. Mario Acuña Objetivos Definir disúria e realizar os diagnósticos diferenciais. Realizar uma correta aproximação diagnóstica, Manejar adequadamente
Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias
Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias Sandra Terumi Yoshino 1 1. Enfermeira graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e pós graduada em Enfermagem em
Regulamento para a utilização do Laboratório de. Anatomia
Regulamento para a utilização do Laboratório de Anatomia 1 REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ANATOMIA HUMANA I. DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE ANATOMIA HUMANA 1. Auxiliar o aluno na introdução
simeticona LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA Emulsão Oral 75 mg/ml
simeticona LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA 75 mg/ml I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO simeticona Medicamento Genérico, Lei nº 9.787 de 1999. APRESENTAÇÃO (gotas). Embalagem contendo frasco de
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 07/2016 Assunto: Atribuições da equipe em procedimentos estéticos e necessidade de especialização para realização das técnicas. Palavras-chave: Estética, Atribuições da equipe
ARTIGO. Sobre monitoramento a Distancia e aplicação automática de medicamentos. Sistema de monitoração a distancia e aplicação de medicamentos.
ARTIGO Sobre monitoramento a Distancia e aplicação automática de medicamentos. Autor: Marcos José Sanvidotti Sistema de monitoração a distancia e aplicação de medicamentos. Resumo: O monitoramento a distância
O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Introdução
421 O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Amanda Ferreira dos Santos², Felipe Vidigal Sette da Fonseca²,
Infecção Urinária e Gestação
I ENCONTRO DA REDE MÃE PARANAENSE Infecção Urinária e Gestação Marcos Takimura UFPR/UniPositivo/HT-SESA Modificações Fisiológicas do Aparelho Urinário na Gestação Compressão mecânica do útero gravídico
CUIDADOS NO DOMICILIO COM CATETER VESICAL DE DEMORA
CUIDADOS NO DOMICILIO COM CATETER VESICAL DE DEMORA Mateus Antonio de Oliveira Calori 1 Paula de Cássia Pelatieri 2 RESUMO Sondagem vesical de demora é um procedimento invasivo que tem por objetivo o esvaziamento
Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa. ESPII por Ebola: medidas adotadas em Pontos de Entrada no Brasil
ESPII por Ebola: medidas adotadas em Pontos de Entrada no Brasil Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional pelo vírus Ebola Trata-se do maior surto de ebola já registrado nas últimas quatro
REGIMENTO DA REVISTA DIÁLOGO EDUCACIONAL
REGIMENTO DA REVISTA DIÁLOGO EDUCACIONAL Capítulo I Da Revista e sua Sede Art. 1º - A Revista Diálogo Educacional, criada em 2000, é uma publicação periódica do da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
MAXIBELL. Solução Oftálmica Estéril. nitrato de nafazolina (0,5 mg/ml) sulfato de zinco (4 mg/ml) LATINOFARMA INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS LTDA.
MAXIBELL LATINOFARMA INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS LTDA. Solução Oftálmica Estéril nitrato de nafazolina (0,5 mg/ml) sulfato de zinco (4 mg/ml) COLÍRIO MAXIBELL nitrato de nafazolina 0,05% sulfato de zinco
NEO DIMETICON. (simeticona)
NEO DIMETICON (simeticona) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido 40mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: NEO DIMETICON simeticona APRESENTAÇÕES Comprimidos 40mg: Embalagem com 20 comprimidos.
Processo de Gerenciamento do Catálogo de Serviços de TIC
de TIC Escritório de Gerenciamento de Processos de Tecnologia da Informação e Comunicação EGPr-TIC João Pessoa 2016 Versão 1.0 Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região Desembargador Presidente Ubiratan
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 17 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Syncrostim 500 UI, liofilizado e solvente para solução injetável para bovinos e ovinos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA
SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A
número 12 - outubro/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é
EXAMES MICROBIOLÓGICOS. Profa Dra Sandra Zeitoun
EXAMES MICROBIOLÓGICOS Profa Dra Sandra Zeitoun Exames microbiológicos Os microorganismos que causam doenças infecciosas são definidos como patógenos, pois se multiplicam e causam lesão tecidual. Todos
LEI N 2908 DE 21 DE DEZEMBRO DE 2001.
LEI N 2908 DE 21 DE DEZEMBRO DE 2001. CRIA CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO NO PLANO DE CARREIRA DA SECRETARIA DE SAÚDE, LEI N 1811 DE 18 DE OUTUBRO DE 1994, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. GLAUCO SCHERER, PREFEITO
ATRIBUIÇÕES DO PESSOAL NA SALA DE OBSERVAÇÃO ( AMARELOS E VERDES )
ATRIBUIÇÕES DO PESSOAL NA SALA DE OBSERVAÇÃO ( AMARELOS E VERDES ) DO SERVIÇO MÉDICO da emergência: Receber o paciente na sala de observação ( amarelos e verdes ), priorizando-o em relação aos consultórios
Incidência de bactérias causadoras de Infecções do Trato Urinário em um hospital de Ilha Solteira no ano de 2010
Incidência de bactérias causadoras de Infecções do Trato Urinário em um hospital de Ilha Solteira no ano de 2010 Marcia Cristina Bento Ramos 1, Tatiane Ferreira Petroni 2 1. Discente do Curso de Biomedicina-FITL/AEMS,
Abordagem a Linfonodomegalia Periférica. Guilherme Medeiros Reunião Clínica Real Hospital Português
Abordagem a Linfonodomegalia Periférica. Guilherme Medeiros Reunião Clínica Real Hospital Português Caso Clínico: Masculino Diretor de escola. Proveniente de Garanhuns-PE Comorbidades: DM tipo 2. Caso
