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Uma história com mil macacos Texto: Ruth Rocha Ilustrações: Cláudio Martins Elaboração Anna Flora

Brincadeira 1: Descobrindo códigos Material necessário Para o professor: 1 dicionário Um livro com figuras grandes e coloridas que mostre o que é e como funciona um telégrafo. Sugestões: FERRARI, Antônio Martins. Telecomunicações: evolução e revolução. São Paulo: Ática, 1980. Coleção Pequena história das invenções. São Paulo: Abril Cultural, 1976. CAVENDISH, Marshall. Como funciona. São Paulo: Abril Cultural, 1974. LOBATO, Monteiro. História das invenções. São Paulo: Globo. Veja nos anexos a página que mostra o código morse. Imprima uma cópia para cada criança. anexo 1 2

Imprima também esta outra página para cada criança. anexo 2 Depois que todos leram o livro, releia o trecho da página 8: O TELEGRAMA era assim: Preciso de macacos para meus estudos. Mande 1 ou 2 macacos, Abraços. Quaresma Converse com a turma e diga que essa história aconteceu há muito tempo, em uma cidade pequena. Naquele tempo, não existia computador, muito menos e-mail. Quando as pessoas queriam se comunicar, ou telefonavam ou iam até um telegrafista e enviavam um telegrama. Peça para procurarem no dicionário o significado das palavras TELEGRAMA e TELEGRAFISTA e escreverem no caderno. 3

Mostre os livros que você trouxe com fotos de telégrafos e leia o texto que explica como é um. Distribua para cada criança a página impressa que tem o código morse e a página onde estão desenhados os quadradinhos. Mostre os sinais do código morse e sua correspondência com cada letra do alfabeto. Se for necessário, reproduza o código bem grande na lousa. Leia as frases que estão escritas na página onde estão desenhados os quadradinhos vermelhos e verdes. Divida a turma em duplas: aluno A e aluno B. O aluno A escreve o seu nome em morse para o colega B, que escreve seu nome também em morse para o colega A. 4

Brincadeira 2: Comunicação sem erro Material necessário Para o professor: 2 telefones de plástico (que sejam do tamanho de telefones reais) Releia ou peça para uma criança reler o seguinte trecho da página 17: Preciso macacos Para meus estudos. Mande 1 o 2 macacos Abraços Depois, escreva na lousa: Telegrama: Destinatário: Jeremias da Silva PT Transamazônica PT Preciso macacos Para meus estudos PT Mande 1 0 2 macacos Abraços PT Remetente: Eduardo Quaresma PT Faça um paralelo com os dois textos dos telegramas. Explique aos alunos que o primeiro texto mostra o telegrama que o Dr. Quaresma queria mandar para o Jeremias. O outro texto mostra a mensagem que o telegrafista enviou para o Jeremias. Depois, questione-os sobre o que aconteceu de errado. As crianças deverão perceber que o telegrafista em vez de escrever 1 OU 2 macacos, omitiu o U. Então, o zero ficou parecido com a letra o e a mensagem ficou 1 0 2 macacos. 5

Esse erro provocou a maior confusão na história. O que foi que aconteceu? Resposta: O Jeremias começou a mandar uma porção de macacos para o Dr. Quaresma. Escreva na lousa: NÃO! PARE DE MANDAR MACACOS! NÃO PARE DE MANDAR MACACOS! Explique à turma como os sinais de pontuação são importantes para o sentido da frase. O que transmite a primeira frase? Resposta: Que É para o Jeremias parar de mandar macacos. O que transmite a segunda frase? Resposta: Que NÃO É para o Jeremias parar de mandar macacos. O que aconteceu para que as duas frases ficassem com sentidos diferentes? Resposta: A mudança na posição do ponto de exclamação na frase. Proponha uma brincadeira com o sentido das frases. Escreva uma frase na lousa, por exemplo: O MACACO SIMÃO NÃO: CAIU DA ÁRVORE. Chame uma criança para mudar o sentido da frase que foi escrita na lousa. Observação: Pode mudar uma letra de qualquer palavra, ou mudar um dos sinais de pontuação da frase. Por exemplo: O MACACO SIMÃO, NÃO, CAIU DA ÁRVORE. Escreva outra frase na lousa: EU NÃO QUERO GOIABADA. 6

Chame outra criança para mudar o sentido da frase que foi escrita na lousa. Exemplo: EU, NÃO! QUERO GOIABADA. Outras sugestões: Coloquei a bota para passear na fazenda. Coloquei a bata para passear na fazenda. O Brasil foi campeão e o fato saiu no jornal. O Brasil foi campeão e a foto saiu no jornal. Enfiei o pé na areia. Enfiei a pá na areia. Chame duas crianças e entregue a cada uma um dos telefones de plástico que você trouxe de casa. Uma criança representará o cliente, a outra, o dono da venda. A classe pode dar sugestões de como criar um diálogo engraçado, em que ocorra um erro de comunicação: a pessoa diz uma coisa e a outra pessoa entende outra. Exemplo: A: É da venda do Seu Manoel? B : É sim! Aqui está muito barulho. Fala alto! A: É a dona Maria! Seu Manoel: vou passar a lista do que eu quero: três melões! B: O quê? Seis mamões? A: Não! Três melões! B: Ah, está bem: três melões. O que mais? A : Sete laranjas! B: O quê? Sete pacotes de canja? 7

Brincadeira 3: Fazendo uma máscara Material necessário Para o aluno: 1 cartolina 1 tesoura sem ponta 1 cola 1 fita crepe 2 pedaços de barbante medindo cada um 30 cm Colocar um palito de fósforo só em uma das pontas de cada barbante Para o professor: 1 furador Veja nos anexos onde está a página que mostra o modelo da máscara de macaco. Imprima uma cópia para cada criança. anexo 3 8

Distribua as cópias que você imprimiu com o modelo da máscara do macaco. Cada um recorta o modelo da máscara nas linhas vermelhas pontilhadas. Em seguida, cada criança coloca o modelo da máscara recortada sobre a cartolina. Desenha-se o contorno do modelo da máscara sobre a cartolina (para reforçá-la) e recorta-se o contorno da máscara nela. 9

Fure na máscara os locais para os olhos e os dois círculos verdes para amarrar os barbantes. Cada criança desenha e recorta um rabo comprido de macaco na cartolina. Todos colocam suas máscaras de macacos e seus rabos (prender o rabo com fita crepe) Releia o trecho da história da página 18 até o final. Proponha à turma que imagine que vocês são os macacos que invadiram a cidade. Vá dizendo várias situações e eles vão representando com expressão corporal. - Os macacos dirigindo carros no trânsito. - Os macacos fazendo compras na feira. - Os macacos na sala de aula aprendendo Matemática. - Os macacos assistindo a um filme no cinema. - Os macacos no laboratório do Dr. Quaresma. Sugestão: Incentive as crianças a criarem outras situações para a invasão da macacada. 10

Brincadeira 4: Preservando os animais Material necessário Para o professor: abaixo Veja nos anexos a página que mostra este resumo da reportagem que você vê Por causa de desmatamento, rio tem invasão de animais selvagens Animais selvagens como micos, capivaras e preguiça têm sido vistos com frequência nas ruas do Rio de Janeiro. A cidade tem uma das maiores florestas urbanas do planeta. É comum encontrar saguis visitando o shopping da Gávea, preguiças circulando à vontade pelas ruas do Jardim Botânico e capivaras passeando na Lagoa. Os micos não invadem somente casas atrás de comida. Recentemente, um deles entrou em uma loja de cosméticos em um shopping da Gávea. As razões dessas invasões de animais silvestres é o desmatamento da floresta. O biólogo Saulo Toledo do Zoológico de Niterói explica: A invasão não é dos bichos. Nós é que invadimos. O homem está desmatando a mata para construir casas e prédios, o que faz com que os animais procurem outro local para morar. Com o crescimento do número de animais circulando pelo Rio, a prefeitura anuncia que será inaugurado um centro de manejo e estudo de animais silvestres na cidade. A finalidade é soltar os animais em seus locais de origem. Para o subsecretário, o crescimento urbano ajudou a trazer os bichos para dentro da cidade. Ele ressalta, que, ao contrário do que se pensa, alimentá-los é um ato prejudicial, pois eles acabam vindo em busca de comida fácil, como é o caso dos micos. (Resumo da reportagem realizada por: Cláudia Loureiro.) anexo 4 11

Releia as páginas 15 a 19 do livro Uma história com mil macacos. Essa passagem mostra os macacos invadindo a cidade. Converse com a turma sobre o que acontece nesse trecho da história. Resposta provável: Um número cada vez maior de macacos invadem a cidade. Na história, por que os macacos invadem a cidade? Resposta: Por causa de um pedido errado: o professor Quaresma solicitou 1 ou 2 macacos para as suas experiências e o telegrafista, por engano, escreveu 102 macacos no telegrama. Depois, distribua para cada criança a página da reportagem. Leia-a para a turma e depois faça algumas perguntas, como: O que a reportagem mostra? Resposta: A invasão de animais selvagens nas ruas do Rio de Janeiro. Por que alguns animais selvagens (micos, capivaras e preguiças) estão invadindo as ruas no Rio de Janeiro? Resposta: Por causa do desmatamento da floresta que fica muito perto da cidade: sem lugar para morar, os bichos procuram a cidade para se alimentarem e viverem. Depois, compare a história com a reportagem. Que diferença há entre a invasão dos macacos em Uma história com mil macacos e a invasão dos micos que a reportagem mostra? Resposta provável: Observe se as crianças percebem que a história da Ruth Rocha é Literatura, é faz de conta, é ficção. Já a reportagem do jornal trata de um acontecimento, um fato real: os micos estão invadindo as ruas do Rio de Janeiro. Fale sobre a possibilidade de acontecerem na vida real coisas tão fantásticas que até parecem ficção. Por exemplo: Um mico entrar em uma loja dentro de um shopping; uma capivara e um bicho-preguiça passearem nas calçadas da cidade. Peça aos alunos que escrevam em uma folha quais semelhanças e diferenças há entre a história e a reportagem do jornal. Depois solicite às crianças que leiam o que escreveram. 12

Em seguida, você pode propor: Imagine que você é uma jornalista e que vai escrever a seguinte reportagem: 1000 macacos invadem a nossa cidade Não se esqueça de que em uma reportagem você precisa mostrar para o leitor: - O que aconteceu? - Onde aconteceu? - Como aconteceu? - Com quem aconteceu? - Por que aconteceu? 13

ANEXO 1 14

ANEXO 2 15

ANEXO 3 16

ANEXO 4 Por causa de desmatamento, rio tem invasão de animais selvagens Animais selvagens como micos, capivaras e preguiça têm sido vistos com frequência nas ruas do Rio de Janeiro. A cidade tem uma das maiores florestas urbanas do planeta. É comum encontrar saguis visitando o shopping da Gávea, preguiças circulando à vontade pelas ruas do Jardim Botânico e capivaras passeando na Lagoa. Os micos não invadem somente casas atrás de comida. Recentemente, um deles entrou em uma loja de cosméticos em um shopping da Gávea. As razões dessas invasões de animais silvestres é o desmatamento da floresta. O biólogo Saulo Toledo do Zoológico de Niterói explica: A invasão não é dos bichos. Nós é que invadimos, O homem está desmatando a mata para construir casas e prédios, o que faz com que os animais procurem outro local para morar. Com o crescimento do número de animais circulando pelo Rio, a prefeitura anuncia que será inaugurado um centro de manejo e estudo de animais silvestres na cidade. A finalidade é soltar os animais em seus locais de origem. Para o subsecretário, o crescimento urbano ajudou a trazer os bichos para dentro da cidade. Ele ressalta, que ao contrário do que se pensa, alimentá-los é um ato prejudicial, pois eles acabam vindo em busca de comida fácil, como é o caso dos micos. (Resumo da reportagem realizada por: Cláudia Loureiro.) 17