Ontologia da Linguagem

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ontologia da Linguagem"

Transcrição

1 Ontologia da Linguagem Fundamentos para a competência conversacional Maria de Fátima Ramos Brandão 09/

2 A LINGUAGEM é AÇÃO A linguagem não só descreve as coisas como também faz com que se sucedam coisas => A linguagem cria a realidade A linguagem é ação => A linguagem modela o futuro A linguagem gera ser

3 COMPONENTES DE UMA CONVERSAÇÃO ESCUTAR LINGUAGEM FALAR EMOCIONALIDA DE ESTADOS DE ÂNIMO EMOÇÕES BIOLOGIA CORPO CORPORALIDADE

4 TIPOLOGIAS DAS CONVERSAÇÕES 1 - ESPAÇO PÚBLICO Conversas Públicas Conversas Privadas 2 - PROBLEMAS de Juízos e Explicações de Justificativas de Coordenação de Ações para Possíveis Ações para Possíveis Conversações para Construção de Relações

5 MOAR -Modelo do Observador, Ação e Resultados SISTEMA OBSERVADOR AÇÃO RESULTADOS

6 MOAR -Modelo do Observador, Ação e Resultados Resultados SATISFATÓRIOS Confirma a validade da observação e do atuar INSATISFATÓRIOS Continua insatisfeito (sem mudar a ação) ou procura Aprender

7 MOAR -Modelo do Observador, Ação e Resultados SATISFATÓRIOS - Não modifica nada RESULTADOS INSATISFATÓRIOS Aprendizagem 1a ORDEM: Modifica o Atuar 2a ORDEM: Modifica o Observador

8 Obstáculos comuns na Aprendizagem Isso eu já sei. Isso é chato Não vou conseguir...

9 Aprendizagem para Mudanças nos Resultados SISTEMA Avaliação OBSERVADOR AÇÃO RESULTADOS Aprendizagem de Primeira Ordem Aprendizagem de Segunda Ordem

10 Aprendizagem para Mudanças Requer AVALIAÇÃO PERMANENTE de RESULTADOS segundo as abordagens de Observador de: Enfoque Único Enfoque Múltiplo

11 Enfoque Único de Observador Mudanças táticas para atuar nas Ações Reforço do ponto de vista do Observador.

12 Comportamento do Enfoque Único As coisas são como eu as vejo. Eles não entendem nada. Tenho que conseguir que eles atuem corretamente. Eles tem objetivos estreitos. Minha raiva esta justificada.

13 Aprendizagem para Mudança nos Enfoques Único e Múltiplo SISTEMA Avaliação OBSERVADOR AÇÃO RESULTADOS Mudanças táticas Reforço ou Mudança Profunda

14 Enfoque Múltiplo de Observador Mudanças táticas para atuar nas Ações Mudanças Profundas (Ser) para atuar no Observador.

15 ENFOQUE ÚNICO Tarefa : Que os demais aceitem meu enfoque Ações : Convencer, subordinar, neutralizar, eliminar Expressões : Isso não é assim. Como você não entende? Ideal ético: TOLERÂNCIA

16 ENFOQUE MÚLTIPLO Tarefa : Entender a legitimidade do outro com as nossas diferenças Ações : Integrar pontos de vista para expandir possibilidades Expressões : Hummmm... Penso diferente. Isso não é interessante?! Ideal ético: RESPEITO

17 Enfoque Único e Enfoque Múltiplo Observador Único Ação Impor Opção A Opção B Múltiplo Compreender Compartilhar Tipo de Enfoque Modalidade de Alinhamento

18 O ESCUTAR 1 - O ESCUTAR VALIDA O FALAR 2 - ESCUTAR NÃO É OUVIR Quando escutamos construímos uma história sobre o futuro 3 - Envolve o escutar - das AÇÕES - das inquietudes - do possível - da alma humana

19 FERRAMENTAS DO ESCUTAR EFETIVO 1 - CHECAR ESCUTAS 2 - APLICAR UMA BATERIA DE PERGUNTAS Fala a partir do quê? Quais ações estão envolvidas? Quais são as conseqüências? Que possibilidades se abrem e fecham? 3 - COMPARTILHAR INQUIETUDES

20 INDAGAR PARA UM ESCUTAR EFETIVO 1 - PASSADO (Observador) Com base no que esta pessoa fala o que fala? 2 - PRESENTE (Ação) Quais são as ações envolvidas no que esta pessoa esta dizendo? 3 - FUTURO (Resultados) Quais são as conseqüências dessas ações? Que possibilidades se abrem e fecham com o que essa pessoa fala?

21 O FALAR Falar é atuar. Poder transformador da palavra. Que ações executamos ao falar?

22 MODALIDADES DA FALA PROPOR : a partir de nossas inquietudes, revelando nossa forma de observar e os cursos de ação que consideramos mais adequados. INDAGAR : para que o outro revele as suas inquietudes, sua forma de observar e os cursos de ação que considera mais adequado.

23 Combinações possíveis de FALA Alto PROPOR Explicação Imposição Aprendizagem Mútua Desenho Estratégico Baixo Reconhecimento Desvinculação Interrogação Averiguação Checagem Baixo INDAGAR Alto

24 ATOS LINGUÍSTICOS BÁSICOS 1. Afirmações: falamos do mundo ao nosso redor. Normalmente chamamos de descrições. Podem ser verdadeiras ou falsas Podem ser Relevantes ou Irrelevantes Se referem as nossas observações acerca do mundo. Podem ser validadas em certo espaço de distinções (sociais e históricas) determinadas.

25 ATOS LINGUÍSTICOS BÁSICOS 2. Declarações : não falamos do mundo e sim geramos um novo mundo. Podem ser de : Não, Sim, Ignorância, Obrigado, Perdão, Amor, Inquietude, Promessa - Estão relacionadas com o poder (força ou autoridade) de gerar um mundo diferente fazendo com que as declarações sejam cumpridas.

26 Declarações A ação de fazer uma declaração gera uma nova realidade. A palavra transforma o mundo segundo a vontade de quem fala e segundo o poder ou autoridade que lhe foi outorgada. Portanto, as declarações são válidas ou inválidas segundo o poder da pessoa que fala.

27 Declarações Fundamentais 1. Não, 2. Sim, 3. Ignorância, 4. Obrigado, 5. Perdão, 6. Amor

28 Afirmações x Declarações As afirmações exprimem nossas observações e existem dentro de um espaço de distinções determinado. Todo espaço de distinções é um espaço declarativo.

29 Afirmações x Declarações Somente podemos intervir num mundo que somos capazes de reconhecer. Nossa capacidade de observação é decisiva para o exercício adequado de nossa capacidade de intervenção.

30 Afirmações x Declarações Algumas afirmações podem não fazer sentido em termos de minhas possibilidades de ação. Podem, portanto, ser Relevantes ou Irrelevantes segundo a relação que tem com nossas inquietudes.

31 Inquietude Inquietude Surge em resposta a pergunta Por que atuamos? Por que falamos? Atuamos como forma de atender a nossa existência, intervindo no curso dos acontecimentos, de maneira natural.

32 Inquietude No atuar expressa-se o suposto de uma certa insatisfação -inquietude - que nos incita a atuar. Como conseqüência, as ações não se justificam por si mesma.

33 Ação <-> Inquietude As ações geram também as interpretações capazes de conferir sentido ao atuar. A relação entre ação e inquietude pode ser estabelecida em ambos os sentidos.

34 Promessas As promessas são atos lingüísticos diferentes de declarações e afirmações; funcionam dentro de um espaço declarativo; permitem coordenar ações. Ampliam nossa capacidade de ação a partir da coordenação de ação com os outros.

35 Promessas Implicam em um compromisso mútuo. Compreendem quatro elementos fundamentais: - um orador - um ouvinte - uma ação a ser realizada - um fator tempo

36 Promessas Envolvem dois processos involuntários: - fazer a promessa - cumprir a promessa Ambos os processos necessitam de pontos de fechamento: - declaração de aceitação - satisfação - agradecimento

37 Promessas: Pedidos e Ofertas Promessas envolvem pedidos e ofertas uma vez que necessitam do consentimento mútuo entre as partes. Pedidos : a ação pedida será realizada pelo ouvinte para satisfazer uma inquietude do orador. Ofertas : a ação ofertada será realizada pelo orador em razão de uma inquietude do ouvinte.

38 Promessas A ação de fazer uma promessa envolve : - Fazer um Pedido/Oferta - Declarar a aceitação Os pedidos e ofertas podem ser aceitos/recusados.

39 Promessas: pedidos e ofertas Ao pedir, nos constituímos como pessoa e nos conferimos numa forma de vida particular. - Se pedimos, transformamos nossa forma de ser. - Se não ofertamos, assumimos papel passivo em apresentar-se para os outros como possibilidade. Não assumimos a responsabilidade de se fazer reconhecer => Identidade.

40 Promessas: pedidos e ofertas Problemas : - não saber fazer pedidos/ofertas ou apenas em espaços delimitados (família, amigos,...) - esperar que os outros adivinhem o que lhes inquieta - ficar ressentido e culpar os demais pelas promessas que nunca foram pedidas.

41 Promessas: pedidos e ofertas Problemas de confusão entre pedidos e ofertas: - crença de que dizer que algo não lhe gosta seja equivalente a pedir que aquilo se modifique; - Não saber fazer pedidos concretos e claros. - Não estabelecer um fator de tempo para o cumprimento da promessa.

42 Promessas: pedidos e ofertas Problemas do ouvinte não saber aceitar ofertas ou recusar pedidos: - Dizemos Sim quando consideramos que deveríamos ter dito Não. Que preço pagamos em nossa identidade, auto-estima, dignidade quando não somos capazes de dizer Não? Que conseqüências tem para nossas vidas?

43 Pedido ou oferta Aceita O pedido/oferta foi aceito e o orador entende que o que se prometeu resultou ser diferente daquilo que foi entendido pelo ouvinte Conseqüência - Frustração

44 Promessas Quando fazemos uma promessa, nos comprometemos nos domínios da sinceridade e da competência. - Sinceridade : juízo que fazemos das conversações e compromissos públicos contraídos pela pessoa que fez a promessa; - Competência : juízo sobre a pessoa que fez a promessa está em condições de executá-la efetivamente.

45 Promessas Quando as condições de satisfação não são atendidas, por qualquer dos fatores, sinceridade ou competência, a confiança é afetada. - Desconfiança : surge do juízo que fazemos das pessoas que realizam promessas sem a sinceridade ou competência necessária para que possamos ter assegurado o seu cumprimento.

46 Compromissos sociais Os compromissos implícitos nas promessas são de grande importância na vida social e na coordenação de ações. Os diferentes atos lingüísticos implicam em diferentes compromissos sociais. Quando falamos não somos inocentes. Sempre somos responsáveis pelos compromissos sociais implícitos em nossos atos lingüísticos.

47 Atos lingüísticos fundamentais 1. Afirmação : me comprometo com a veracidade do que digo; 2. Declaração : me comprometo com a validade, com a coerência e adequação do que foi declarado; 3. Promessa : me comprometo com a sinceridade da promessa e com a competência para satisfazer as condições estabelecidas para seu cumprimento.

48 A linguagem A linguagem na concepção tradicional, assume papel descritivo e passivo. Na concepção ontológica, a linguagem gera a realidade. Aquilo que está além da linguagem, não se pode falar. Logo, a linguagem aponta para realidade existente e conhecida no domínio da linguagem.

49 A linguagem A linguagem assume uma interpretação gerativa e não descritiva. Somos, portanto, seres lingüísticos. Nossa realidade é uma realidade lingüística. Construímos um mundo a partir de nossas distinções lingüísticas, com nossas interpretações e relatos e com a capacidade que nos proporciona a linguagem para coordenar ações com os outros.

50 Referências Echeverria, Rafael. ONTOLOGIA DA LINGUAGEM. Dolmen Ediciones, Caracas, Santiago de Chile. 5 a Edição,1998. Maturana, H. Emoções e linguagem na Educação e na Política.

51 FIM

Formação Pessoal e Social

Formação Pessoal e Social Avaliação Final Nomes Formação Pessoal e Social IDENTIDADE/ AUTOESTIMA Identificar as suas caraterísticas individuais Reconhecer laços de pertença a diferentes grupos Expressar necessidades, emoções e

Leia mais

Formação Pessoal e Social

Formação Pessoal e Social Avaliação Diagnóstica Nomes Formação Pessoal e Social IDENTIDADE/ AUTOESTIMA Identificar as suas caraterísticas individuais Reconhecer laços de pertença a diferentes grupos Expressar necessidades, emoções

Leia mais

AS PROPOSIÇÕES PRESCRITIVAS - VII

AS PROPOSIÇÕES PRESCRITIVAS - VII AS PROPOSIÇÕES PRESCRITIVAS - VII I. Um ponto de vista formal/norma como proposição: - o objeto do estudo a ser desenvolvido será a norma jurídica, na sua estrutura lógico-lingüistica, ou seja, que tipo

Leia mais

Estrututra Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Resolução de Conflitos

Estrututra Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Resolução de Conflitos Estrututra Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH Resolução de Conflitos Meta e objetivos do capítulo Meta A meta deste capítulo é apresentar abordagens alternativas de solução de conflitos que

Leia mais

CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL EM AVALIAÇÃO DA VERACIDADE E DA CREDIBILIDADE Este é um curso aprovado por Paul Ekman

CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL EM AVALIAÇÃO DA VERACIDADE E DA CREDIBILIDADE Este é um curso aprovado por Paul Ekman Programa de certificação internacional de quatro dias Confiança Nossas relações, nosso trabalho, a administração do dinheiro, toda a base de nossa vida se constrói sobre a confiança. A confiança se baseia

Leia mais

Liderar-se a si mesmo

Liderar-se a si mesmo Liderar-se a si mesmo Todo nosso potencial de liderança começa por nós mesmos Apresentador : Lic. Sergio Ledesma Autor: Thomás Köttner Observador Aprendendo a aprender Emoções Confiança Crenças #1 Consciência

Leia mais

P-45: Empowerment - Caminho de Maturidade Para a Liderança. Káritas Ribas - (11)

P-45: Empowerment - Caminho de Maturidade Para a Liderança. Káritas Ribas - (11) P-45: Empowerment - Caminho de Maturidade Para a Liderança Káritas Ribas [email protected] - (11) 3729-3120 Sobre mim Uma estória Nos dias de hoje Aposta no futuro Sobre mim Uma estória Nos

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são

Leia mais

Plataforma da Informação. Spin Selling

Plataforma da Informação. Spin Selling Plataforma da Informação Spin Selling O que é negociação? É o processo por meio do qual, duas ou mais partes com objetivos diferentes procuram um acordo que as satisfaça, podendo ser uma relação de compra

Leia mais

Despertar a Fé na Vida

Despertar a Fé na Vida Despertar a Fé na Vida Dos símbolos e gestos à relação com Deus Cf. En Familia, el Despertar Religioso de 0 a 6 años, PPC, 2009. O Batismo, a Eucaristia e qualquer sacramento implicam a relação com Deus,

Leia mais

Comunicação, liderança e coordenação de transplantes

Comunicação, liderança e coordenação de transplantes Comunicação, liderança e coordenação de transplantes XVII Curso estadual de formação de coordenadores de transplantes de Santa Catarina 2016 Selma Loch [email protected] O macro processo da CNCDO Captação

Leia mais

AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano)

AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano) AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano) a) Manter uma identidade pessoal e uma identidade para o casamento > Dependência exagerada - A identidade do cônjuge é um reflexo do seu

Leia mais

ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PLANIFICAÇÃO ANUAL ATELIER DAS EMOÇÕES Ano Letivo 2019/2020

ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PLANIFICAÇÃO ANUAL ATELIER DAS EMOÇÕES Ano Letivo 2019/2020 ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PLANIFICAÇÃO ANUAL ATELIER DAS EMOÇÕES Ano Letivo 2019/2020 OBJETIVOS GERAIS Promover o desenvolvimento geral dos alunos; Desenvolver a inteligência emocional para

Leia mais

Área: Formação Pessoal e Social. Domínio: Identidade / Auto - estima (5anos)

Área: Formação Pessoal e Social. Domínio: Identidade / Auto - estima (5anos) Domínio: Identidade / Auto - estima (5anos) - No final da educação pré-escolar, a criança identifica as suas características individuais, manifestando um sentimento positivo de identidade e tendo consciência

Leia mais

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Você está preparado? Pense bem... Curso superior, pós-graduação, dois idiomas... Um Auditor Como qualquer outro profissional,

Leia mais

Comunicação Interpessoal. Profa. Marcia Portazio

Comunicação Interpessoal. Profa. Marcia Portazio 1 Comunicação Interpessoal Profa. Marcia Portazio [email protected] 2 Comunicação Comunicação é a base da interação humana. Desperta um significado comum ou compartilhado entre as pessoas 3 Comunicação

Leia mais

CURSO: EXPOSIÇÃO DOUTRINÁRIA ESPÍRITA

CURSO: EXPOSIÇÃO DOUTRINÁRIA ESPÍRITA CURSO: EXPOSIÇÃO DOUTRINÁRIA ESPÍRITA A COMUNICAÇÃO NA EXPOSIÇÃO DOUTRINÁRIA ESPÍRITA A COMUNICAÇÃO NA EXPOSIÇÃO DOUTRINÁRIA ESPÍRITA É pela comunicação que podemos compartilhar o que pensamos e sentimos,

Leia mais

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Saberes necessários à prática educativa Paulo Freire. Observações Angélica M. Panarelli

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Saberes necessários à prática educativa Paulo Freire. Observações Angélica M. Panarelli PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Saberes necessários à prática educativa Paulo Freire. Observações Angélica M. Panarelli Freire inicia sua obra esclarecendo o alvo (docentes formados ou em formação), colocando que

Leia mais

Tabela comparativa. Aprendizagens Essenciais vs Metas Curriculares INGLÊS, 7.º ANO

Tabela comparativa. Aprendizagens Essenciais vs Metas Curriculares INGLÊS, 7.º ANO Tabela comparativa vs INGLÊS, 7.º ANO / Inglês, 7.º ano Compreensão Oral Compreensão Oral Seguir instruções detalhadas dadas pelo professor (L8.1); identificar o conteúdo principal do que se ouve e vê

Leia mais

COMPETÊNCIA DE PARCERIA

COMPETÊNCIA DE PARCERIA COMPETÊNCIA DE PARCERIA COSTACURTA JUNQUEIRA CEO do Instituto MVC [email protected] www.institutomvc.com.br Pano de Fundo PENSAR NA MELHOR PARCERIA DE SUA VIDA PENSAR NA PIOR PARCERIA DE SUA

Leia mais

PARA QUE SERVE A CRECHE E A PRÉ- ESCOLA = FINALIDADE NA SOCIEDADE: QUAL SEU PAPEL / FUNÇÃO DIANTE DA CRIANÇAS E DE SUAS FAMÍLIAS

PARA QUE SERVE A CRECHE E A PRÉ- ESCOLA = FINALIDADE NA SOCIEDADE: QUAL SEU PAPEL / FUNÇÃO DIANTE DA CRIANÇAS E DE SUAS FAMÍLIAS ENTÃO, VAMOS REFLETIR E TOMAR DECISÕES SOBRE: PARA QUE SERVE A CRECHE E A PRÉ- ESCOLA = FINALIDADE NA SOCIEDADE: QUAL SEU PAPEL / FUNÇÃO DIANTE DA CRIANÇAS E DE SUAS FAMÍLIAS QUAIS OS OBJETIVOS = O QUE

Leia mais

Resolução de conflitos e como lidar com pessoas difíceis. Miguel Cavalcanti AgroTalento

Resolução de conflitos e como lidar com pessoas difíceis. Miguel Cavalcanti AgroTalento Resolução de conflitos e como lidar com pessoas difíceis Miguel Cavalcanti AgroTalento Parabéns!! :-) Você não está aqui por acaso Desafio: não seja um aluno, seja um professor Sugestão Pegue um caderno

Leia mais

2º Momento Campo Argumentativo Argumento 1 -> Argumento 2 -> Argumento n Refutação de possíveis contra-argumentos

2º Momento Campo Argumentativo Argumento 1 -> Argumento 2 -> Argumento n Refutação de possíveis contra-argumentos Francisco Cubal Um discurso argumentativo é composto por: 1º Momento Introdução Tema (subtemas) Tese do Autor sobre esse tema 2º Momento Campo Argumentativo Argumento 1 -> Argumento 2 -> Argumento n Refutação

Leia mais

Como manter uma conversa interessante

Como manter uma conversa interessante Palavra-chave: conversa interessante Como manter uma conversa interessante Você já se encontrou falando com alguém e, de repente, há um silêncio constrangedor? Aí você entra em pânico porque não consegue

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

DESENVOLVIMENTO SOCIAL FACULDADE DE MEDICINA USP DEPARTAMENTO DE NEUROCIÊNCIAS E CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO DESENVOLVIMENTO SOCIAL Profa Dra Maria Beatriz Martins Linhares Professora Associada Faculdade de Medicina de Ribeirão

Leia mais

O Processo de Comunicação em Formação

O Processo de Comunicação em Formação Curso de Formação Pedagógica de Formadores Manual do Formando Talentus Associação Nacional de Formadores e Técnicos de Formação 2002 Índice...3 Comunicação...4 Elementos da Comunicação...5 Linguagem Verbal

Leia mais

ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PLANIFICAÇÃO ANUAL DO ATELIER DAS EMOÇÕES Ano Letivo 2018/2019

ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PLANIFICAÇÃO ANUAL DO ATELIER DAS EMOÇÕES Ano Letivo 2018/2019 ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR PLANIFICAÇÃO ANUAL DO ATELIER DAS EMOÇÕES Letivo 2018/2019 Planificação Anual de Estudo para o desenvolvimento da atividade de Atelier das Emoções para este ano

Leia mais

- Oferecer instrumento para oportunizar o trabalho com habilidades OBJETIVO. socioemocionais na escola. - Apresentar a coleção Amigável MENTE.

- Oferecer instrumento para oportunizar o trabalho com habilidades OBJETIVO. socioemocionais na escola. - Apresentar a coleção Amigável MENTE. - Oferecer instrumento para oportunizar o trabalho com habilidades OBJETIVO socioemocionais na escola. - Apresentar a coleção Amigável MENTE. A COLEÇÃO FUNDAMENTOS HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS ORGANIZAÇÃO

Leia mais

TESTE DE MINDSET: QUAL É A SUA?

TESTE DE MINDSET: QUAL É A SUA? TESTE DE MINDSET: QUAL É A SUA? www.mentalidadedecrescimento.com.br TESTE DE MINDSET: QUAL É A SUA? COMO APLICAR: Sua mentalidade pode ser uma grande aliada ou sua pior inimiga. Então, faça o teste e descubra

Leia mais

14/09/2017. Desafio (3 amigos), a postar sua foto de refeição em família. #campanhacruzazul #refeicaoemfamilia

14/09/2017. Desafio (3 amigos), a postar sua foto de refeição em família. #campanhacruzazul #refeicaoemfamilia DESAFIO: Fui desafiado pela Cruz Azul no Brasil a postar uma foto de refeição em família, que é um fator de proteção e prevenção ao uso de drogas. Desafio (3 amigos), a postar sua foto de refeição em família.

Leia mais

PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS EM EVENTO CRÍTICO (PCMNec)

PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS EM EVENTO CRÍTICO (PCMNec) PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS EM EVENTO CRÍTICO (PCMNec) Justificação: A comunicação de más notícias é uma das maiores dificuldades mencionadas pelos profissionais de saúde e uma das áreas que

Leia mais

Módulo 5. Corpo de Emoções

Módulo 5. Corpo de Emoções Amor-próprio DIANA DUARTE Módulo 5. Corpo de Emoções Lição 2. Reciclagem Emocional Gosto da designação de reciclagem emocional para representar a forma como podes lidar com as tuas emoções, e como as podes

Leia mais

FAZER A LEI DA ATRAÇÃO

FAZER A LEI DA ATRAÇÃO INTRODUÇÃO Existem diversos livros, vídeos e documentários que falam sobre a Lei da Atração e o poder da nossa mente. Porém essa enxurrada de informação muitas vezes pode mais atrapalhar do que ajudar.

Leia mais

Tema 1 Antes de Mim: 1.3. A Cultura/Tema 3 Eu com os Outros: As Relações Interpessoais. Grupo I

Tema 1 Antes de Mim: 1.3. A Cultura/Tema 3 Eu com os Outros: As Relações Interpessoais. Grupo I AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MÉRTOLA Escola EB 2,3/Secundária de S. Sebastião, Mértola Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Psicologia B 12º Ano Turmas A e B Ficha formativa de avaliação de conhecimentos 90

Leia mais

Pequeno compêndio. Conversa espiritual

Pequeno compêndio. Conversa espiritual Pequeno compêndio Conversa espiritual A conversa espiritual é uma maneira de partilhar em grupo partir uma experiência de oração pessoal. É uma forma importante de orar em grupo. " Assim falava os que

Leia mais

CONHECIMENTO, CETICISMO E CIÊNCIA. Organizadores: Artur Bezzi Günther, Eduardo Antonielo de Avila e Maria Eugênia Zanchet Bordignon.

CONHECIMENTO, CETICISMO E CIÊNCIA. Organizadores: Artur Bezzi Günther, Eduardo Antonielo de Avila e Maria Eugênia Zanchet Bordignon. CONHECIMENTO, CETICISMO E CIÊNCIA Artur Bezzi Gunther Organizadores: Artur Bezzi Günther, Eduardo Antonielo de Avila e Maria Eugênia Zanchet Bordignon. 1. Duração: 02 horas e 15 minutos. 2. Recursos didáticos:

Leia mais

QUIZ: QUAL SEU NÍVEL DE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

QUIZ: QUAL SEU NÍVEL DE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL? QUIZ: QUAL SEU NÍVEL DE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL? Pessoas com altos níveis de inteligência emocional conseguem criar e manter relacionamentos significativos, lidar com as situações difíceis de forma calma

Leia mais

PARÁFRASE COMO RECURSO DISCURSIVO NO ENSINO DE CIÊNCIAS. Margarethe Steinberger Elias e Francisco das Chagas Pereira

PARÁFRASE COMO RECURSO DISCURSIVO NO ENSINO DE CIÊNCIAS. Margarethe Steinberger Elias e Francisco das Chagas Pereira PARÁFRASE COMO RECURSO DISCURSIVO NO ENSINO DE CIÊNCIAS Margarethe Steinberger Elias e Francisco das Chagas Pereira Universidade Federal do ABC (UFABC) Modalidade: Comunicação científica Resumo O uso de

Leia mais

Cristina almeida. Psicóloga escolar

Cristina almeida. Psicóloga escolar Cristina almeida Psicóloga escolar 1. Desenvolvimento infantil-aula 1 e 2. 2. Limites-regras. 3. Desenvolvimento emocional. Pensar e sentir: ações ligadas entre si. Dimensão emocional. Dimensão social.

Leia mais

ORATORIA - ELIMINANDO ALGUNS TABUS

ORATORIA - ELIMINANDO ALGUNS TABUS Página 1 de 5 INDICE Nenhuma entrada de sumário foi encontrada. Página 2 de 5 Autor: Alkíndar de Oliveira ([email protected]) O assunto deste artigo é compreensível para quem já fala em público. Caro

Leia mais

Escola de Relações Humanas e o Comportamento nas Organizações

Escola de Relações Humanas e o Comportamento nas Organizações Escola de Relações Humanas e o Comportamento nas Organizações Aulas 6 e 7 EAD-610 2017 1 SUMÁRIO Contextualizando A Escola de Relações Humanas Elton Mayo e o efeito Hawthorne Conceitos relacionados: Motivação:

Leia mais

Encontro 4 Tema: HABILIDADES SOCIAIS

Encontro 4 Tema: HABILIDADES SOCIAIS PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO FAMILIAR Serviço de Atendimento Psicopedagógico Silvany Brasil Serviço Socioeducacional Divaneid Araújo Encontro 4 Tema: HABILIDADES SOCIAIS 08 de abril de 2015 A redução ou eliminação

Leia mais

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA AULA 4 PG 1 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão

Leia mais

Prof.ª Dr.ª Donizete Ritter. MÓDULO II_PARTE 1: Lógica de Argumentação

Prof.ª Dr.ª Donizete Ritter. MÓDULO II_PARTE 1: Lógica de Argumentação Bacharelado em Sistemas de Informação Disciplina: Lógica Prof.ª Dr.ª Donizete Ritter MÓDULO II_PARTE 1: Lógica de Argumentação 1 Origem Aristóteles - filósofo grego - 342 a.c, sistematizou os conhecimentos

Leia mais

A árvore do conhecimento Humberto Maturana e Francisco Varela, 1995

A árvore do conhecimento Humberto Maturana e Francisco Varela, 1995 A árvore do conhecimento Humberto Maturana e Francisco Varela, 1995 Disciplina: Complexidade e conhecimento na sociedade em redes. Professor : Aires Rover Resumo dos capítulos 9 e 10 Grupo 4 Katia Wermelinger-Leclere

Leia mais

Conhecimento Específico

Conhecimento Específico Conhecimento Específico Trabalho em Equipe Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Conhecimento Específico TRABALHO EM EQUIPE Grupo é um conjunto de pessoas que podem ou não ter objetivos

Leia mais

01 F E L I C I D A D E 01

01 F E L I C I D A D E 01 100 AFIRMAÇÕES POSITIVAS 01 F E L I C I D A D E 01 1. A felicidade é o meu direito. Eu abraço a felicidade como meu ponto de equilíbrio. 2. Sinto alegria e satisfação neste momento. 3. Despertei de manhã

Leia mais

Linguística CORRENTES MODERNAS DA LINGUÍSTICA (PARTE I) Profª. Sandra Moreira

Linguística CORRENTES MODERNAS DA LINGUÍSTICA (PARTE I) Profª. Sandra Moreira Linguística CORRENTES MODERNAS DA LINGUÍSTICA (PARTE I) Profª. Sandra Moreira Conteúdo Programático O Funcionalismo As Funções da Linguagem de Roman Jakobson A Linguística Sistêmica de Michael Halliday

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA SOCIEDADE ANGOLA DIÁLOGO

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA SOCIEDADE ANGOLA DIÁLOGO ? O PAPEL DO PSICÓLOGO NA SOCIEDADE ANGOLA DIÁLOGO DECIFRAR PESSOAS Pare, olhe e ouça (paciência e atenção) Entender as pessoas Revelar algo de si próprio Saber o que se está a procurar Seja objetivo O

Leia mais

ELOGIO DESCRITIVO: Uma alternativa à crítica.

ELOGIO DESCRITIVO: Uma alternativa à crítica. ELOGIO DESCRITIVO: Uma alternativa à crítica. Profª Gabriela Caldeira Aranha Apresentação da professora Pós-graduação: Relações Interpessoais e a Construção da Autonomia Moral. Unifran. Ética, valores

Leia mais

ATENDIMENTO EM SUPERMERCADOS. Ivanete Pantoja Psicóloga CRP 10ª/03987.

ATENDIMENTO EM SUPERMERCADOS. Ivanete Pantoja Psicóloga CRP 10ª/03987. ATENDIMENTO EM SUPERMERCADOS Ivanete Pantoja Psicóloga CRP 10ª/03987. ATENDENDO A SI MESMO PARA ATENDER O OUTRO Autoconhecimento Capacidade de reconhecer e compreender emoções, bem como o efeito sobre

Leia mais

OBJETIVO. Propiciar espaço de reflexão e discussão sobre as possibilidades de resolução de conflitos a partir dos parâmetros da justiça restaurativa.

OBJETIVO. Propiciar espaço de reflexão e discussão sobre as possibilidades de resolução de conflitos a partir dos parâmetros da justiça restaurativa. OBJETIVO Propiciar espaço de reflexão e discussão sobre as possibilidades de resolução de conflitos a partir dos parâmetros da justiça restaurativa. Núcleo Comunitário de Práticas Restaurativas de Cascavel

Leia mais

MÓDULO SOMBRAS E PROJEÇÕES

MÓDULO SOMBRAS E PROJEÇÕES 5 MÓDULO SOMBRAS E PROJEÇÕES RELEMBRANDO... Sombra é tudo que nós não nos permitimos ser. Tudo que de alguma forma você renega dentro de você ou se limita. A projeção é uma transferência involuntária da

Leia mais

Índice. 8-9 Porque é que o papá já não está em casa? Tu e a mãe vão voltar a estar juntos? Vocês ainda gostam um do outro?

Índice. 8-9 Porque é que o papá já não está em casa? Tu e a mãe vão voltar a estar juntos? Vocês ainda gostam um do outro? Índice 3 Como usar este livro 4-7 Introdução 8-9 Porque é que o papá já não está em casa? 10-11 Onde é que vou viver? 12-13 Tu e a mãe vão voltar a estar juntos? 14-15 Vocês ainda gostam um do outro? 16-17

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica: uso do BSC

Planejamento e Gestão Estratégica: uso do BSC Planejamento e Gestão Estratégica: uso do BSC Maurício Fernandes Pereira www.mauriciofpereira.com.br www.facebook.com/mauriciofernandespereira1 [email protected] Prof. Dr. Maurício Fernandes Pereira 4

Leia mais

Educação integral no Ensino Médio. Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21

Educação integral no Ensino Médio. Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 Educação integral no Ensino Médio Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 Educação integral no Ensino Médio Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 O mundo passa por

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE 1 COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE Desenvolvimento de Competências Pessoais e Académicas Workshop 17 de Abril de 2013 COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE 2 Comunicação Interpessoal Comunicar

Leia mais

ESTÁGIOS QUE O CONSUMIDOR DEVE ATRAVESSAR ANTES DA COMPRA GOSTAR DE VOCÊ ESCUTAR VOCÊ ACREDITAR EM VOCÊ COMPRAR PERSPECTIVA DO CLIENTE 1 - Abertura 2 - Investigação 3 - Declaração de benefício 4 - Fechamento

Leia mais

Prof. Anderson Nogueira

Prof. Anderson Nogueira OUTRAS FORMAS DE PAGAMENTO PREVISTAS NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 REGRAS SOBRE ESPÉCIE PREVISÃO OBSERVAÇÕES AS PARTES Unilateral Pagamento em Consignação LEGAL Art. 334, 335 do C.C., e 890 do C.P.C. Depósito

Leia mais

Vou apresentar-te alguns erros com exemplos para perceberes melhor o que quero partilhar contigo:

Vou apresentar-te alguns erros com exemplos para perceberes melhor o que quero partilhar contigo: Ao longo da tua vida, foste interpretando as experiências de uma determinada forma, forma essa muitas vezes enviesada pelo teu ângulo e pelo teu sistema de crenças. Os erros cognitivos estão implícitos

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO CONQUISTANDO RESULTADOS SUMÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO CONQUISTANDO RESULTADOS O que é?...3 Mas qual é o problema?...4 Subjetividade...5 Rotina...6 Comprometimento...7 7 Passos

Leia mais

Unidade IV MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade IV MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade IV MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Técnicas de negociação Negociar: Prática antiga e comum; Negociamos muitas vezes: Tanto em casa como no trabalho; Desde crianças - não

Leia mais

13 soluções para melhorar a comunicação

13 soluções para melhorar a comunicação 13 soluções para melhorar a comunicação Anna Carolina Rodrigues Você S/A A dificuldade de se expressar é um problema recorrente entre profissionais e um dos principais obstáculos que as empresas enfrentam

Leia mais

A oportunida de de Iniciar

A oportunida de de Iniciar A oportunida de de Iniciar Compartilhe a Oportunidade Cresça na carreira independente e alcance seus sonhos Passo a Passo para a Iniciação 1. Identificar a Potencial Iniciada 2. Agendar a Entrevista de

Leia mais

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA AULA 20 PG 1 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA II ESPANHOL / FRANCÊS 3º CICLO 80% A- Domínio linguístico comunicativo (80%)

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA II ESPANHOL / FRANCÊS 3º CICLO 80% A- Domínio linguístico comunicativo (80%) A- Domínio linguístico comunicativo (80%) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA II ESPANHOL / FRANCÊS 3º CICLO COMPETÊNCIAS INSTRUMENTOS PERCENTAGEM 1. COMPREENDER (Quadro 1 e 2) 1.1. Compreensão

Leia mais

Colaboradores a mais ou a menos geram prejuízos, você sabia?

Colaboradores a mais ou a menos geram prejuízos, você sabia? Colaboradores a mais ou a menos geram prejuízos, você sabia? No primeiro caso, pelo excesso de custos. No segundo, porque a carência de mão de obra especializada exige a contratação de terceiros a um custo

Leia mais

O Poder da Pergunta A Arma Mais Poderosa do Vendedor

O Poder da Pergunta A Arma Mais Poderosa do Vendedor O Poder da Pergunta A Arma Mais Poderosa do Vendedor Alexandre Souza O Poder da Pergunta Algorítimo MMA em Vendas Estudando o Adversário (Metamodelo) Perguntas Abertas X Perguntas Fechadas Perguntas Diretas

Leia mais

Vendas de Alto Valor Agregadado Como se diferenciar e se tornar um vendedor de sucesso.

Vendas de Alto Valor Agregadado Como se diferenciar e se tornar um vendedor de sucesso. Sejam Bem Vindos! Vendas de Alto Valor Agregadado Como se diferenciar e se tornar um vendedor de sucesso. Sintonia e Levantamento de Necessidades 1.Sintonia = Gerar confiança 2.Levantar necessidade =

Leia mais

Obrigada pela presença. Bem-vindas!

Obrigada pela presença. Bem-vindas! Obrigada pela presença Bem-vindas! Conquistando TUDO com inícios qualificados constantes! Primeiro me responda: Você está feliz na Mary Kay? Você está sempre em dia com as novidades que a empresa lança?

Leia mais

Instrumentos de Avaliação. Almiro dos Reis Neto Maria Claudia Bravo

Instrumentos de Avaliação. Almiro dos Reis Neto Maria Claudia Bravo Instrumentos de Avaliação Almiro dos Reis Neto Maria Claudia Bravo 1 Instrumentos de Avaliação Direitos reservados Proibida a reprodução e ou utilização total ou parcial deste material sem autorização

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA PAUTADA NA COOPERAÇÃO

A PRÁTICA PEDAGÓGICA PAUTADA NA COOPERAÇÃO A PRÁTICA PEDAGÓGICA PAUTADA NA COOPERAÇÃO Prática pedagógica é uma ação fundamental no processo de ensino-aprendizagem. Na prática pedagógica pode estar os interesses e divergências da sociedade. Representa

Leia mais

Pesquisadores e suas contribuições para a teoria da polidez

Pesquisadores e suas contribuições para a teoria da polidez Aula 07: Teoria do discurso Pesquisadores e suas contribuições para a teoria da polidez Vamos conhecer três pesquisadores e suas contribuições para a teoria da polidez. Elvin Goffman Seu trabalho foi de

Leia mais

Phonak Audéo V Use, ame e esqueça que usa a aparelho auditivo.

Phonak Audéo V Use, ame e esqueça que usa a aparelho auditivo. Phonak Audéo V Use, ame e esqueça que usa a aparelho auditivo. Comunique-se, participe, seja você mesmo Um passeio pelo parque ouvir o vento mover as folhas. Uma conversa em meio à multidão envolver-se

Leia mais

RESUMÃO VOLUME 2 - SPEECH E RELACIONAMENTO

RESUMÃO VOLUME 2 - SPEECH E RELACIONAMENTO RESUMÃO VOLUME 2 - SPEECH E RELACIONAMENTO O que você vai encontrar neste ebook Passo 3 - Speech Passo 4 - Relacionamento INTRODUÇÃO Este E-book foi escrito com a intenção de facilitar as vendas e negociações

Leia mais

A ORALIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O USO DOS GÊNEROS ORAIS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

A ORALIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O USO DOS GÊNEROS ORAIS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA A ORALIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O USO DOS GÊNEROS ORAIS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA Marcela Guimarães Alves [email protected] UEPB Resumo: Ramon do Nascimento Oliveira

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Disciplina: FRANCÊS

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Disciplina: FRANCÊS Interação Produção Interação CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Disciplina: FRANCÊS Ensino Básico Ano letivo: 2016/2017 7º ANO Perfil de Aprendizagens Específicas O aluno é capaz: O aluno identifica

Leia mais

Gustavo Simões. Max Pires. Rafael Lessa. Max Pires é palestrante motivacional e tem larga experiência com o treinamento de equipes de atendimento.

Gustavo Simões. Max Pires. Rafael Lessa. Max Pires é palestrante motivacional e tem larga experiência com o treinamento de equipes de atendimento. Max Pires Max Pires é palestrante motivacional e tem larga experiência com o treinamento de equipes de atendimento. Com mais de 25 anos de experiência na área comercial, ele é especialista no encantamento

Leia mais