APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA
|
|
|
- Luiz Eduardo Pedroso Carmona
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Instituto de Matemática e Estatística Departamento de Estatística Disciplina: IME Bioestatística Professor: Marcelo Rubens APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA 1 MEDIDAS EPIDEMIOLÓGICAS A medida de uma doença consiste na enumeração (contagem) de sua freqüência, sendo que, para cada caso, quase sempre é importante identificar algumas características como: sexo, idade, procedência, profissão, entre outras. A freqüência deverá sempre estar referida a alguma população e período ou instante de tempo específico. Freqüência absoluta é um indicador da necessidade de determinados recursos (número de leitos p. ex. ótica da administração). Freqüência relativa é um indicador do comportamento epidemiológico da doença. São exemplos: coeficientes, taxas, índices ou razões que relacionam o número de casos da doença com a população geral ou subgrupos de onde provieram aqueles casos. 1
2 Tabela Casos e Coeficientes da Doença Meningocócica (incidência) - Grande São Paulo, Interior do Estado e Estado de São Paulo ( ) (coeficiente x ) Ano Grande São Paulo Interior do Estado Estado de São Paulo caso coeficiente caso coeficiente caso coeficiente , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,20 Fonte: Tabela 4.1 Forattini (1996) Observação: pela análise dos dados da Tabela 1.1 podemos ver que haviam em média, 2,75 casos da doença para cada habitantes em 1970 na grande São Paulo. Pode-se também calcular a população da grande São Paulo em 1970 através das seguintes identidades: 222 Pop.GrandeSP(1970) = 2, Pop.GrandeSP(1970) = 222 2, As freqüências relativas são apropriadas para comparações entre riscos da doença para diferentes populações, regiões e anos. Exemplo: 2
3 Tabela Coeficientes da Doença Meningocócica (incidência) - Finlândia, Islândia, Noruega, Cuba e Estado de São Paulo ( ) (coeficiente x ) Ano Finlândia Islândia Noruega Estado de Cuba Norte todo país São Paulo ,7 13,3 23,9 8,1-35, ,8 37,7 18,4 7,9 0, ,1 25,5 18,2 6,7 0, ,8 9,5 22 8,1 1,8 3, ,2 11,4 16 8,1 5,6 2,9 Fonte: Tabela 4.2 Forattini (1996) TIPOS DE MEDIDAS DE DOENÇAS: MORBIDADE E MORTALIDADE MORBIDADE Mede a freqüência de doenças independente de sua evolução para cura, permanência (cronicidade) ou morte. MORTALIDADE Enumera somente o número de casos que chegaram à morte. Durante muito tempo houve um predomínio somente de registros de estatísticas de mortalidade associadas a doenças infecciosas. Contudo esses dados não eram suficientes após o crescimento dos processos de industrialização e urbanização e o conseqüente recrudescimento de doenças crônicas e ambientais. Entre as razões para essa insuficiência cita-se: a) A dificuldade em reconhecer a causa básica de morte no caso de doenças crônicas de longa duração; b) Doenças sem gravidade não aparecem nas estatísticas de mortalidade, sendo, porém, importantes do ponto de vista administrativo; c) Nas estatísticas de mortalidade seleciona-se somente uma causa em cada caso, quando se sabe que são freqüentes as associações com outras causas independentes ou outras que são conseqüências ou complicações daquela que foi selecionada. Em face do exposto, a partir da década de 50 passou a haver uma grande demanda por estatísticas de doenças em geral (morbidade). Em 1955 foi aprovado nos EUA o Health 3
4 Survey Act, lei que estabelecia orientações, normas, responsabilidades, bem como a obrigatoriedade de coletar dados nacionais de morbidade em amostras da população, sob forma rotineira até os dias atuais. Sempre que possível o ideal é ter-se os dados de morbidade e de mortalidade, pois ambos se complementam. MEDIDAS DE MORBIDADE Entende-se por medidas de morbidade aqueles valores que o epidemiologista ou o administrador de saúde utiliza para medir a freqüência de doenças na população: números absolutos, taxas, coeficientes, índices ou razões. TIPOS DE MEDIDAS DE MORBIDADE: MEDIDAS DE FREQUÊNCIA MEDIDAS DE GRAVIDADE MEDIDAS DE DURAÇÃO MEDIDAS DE FREQUÊNCIA São aquelas que, quer em valores absolutos, quer em valores relativos, informam sobre a quantidade de casos existentes em períodos de tempo e em populações bem determinados. TIPOS DE MEDIDAS DE FREQUÊNCIA: MEDIDAS DE INCIDÊNCIA (casos novos) MEDIDAS DE PREVALÊNCIA (casos existentes) MEDIDAS DE INCIDÊNCIA São medidas que contabilizam os casos novos ou iniciados de uma doença num período de tempo determinado, podendo ser expressa em número absoluto ou em número relativo, este último sempre relacionado a uma população específica e expresso sob a forma de taxa ou coeficiente: 4
5 n de casos novos (iniciados) no período Coeficient e de incidência = ou População exposta ao risco A tabela 1.1 informa valores absolutos de incidência e os respectivos coeficientes de incidência. Note que a incidência da doença meningocócica na grande São Paulo aumentou em termos absolutos de 222 para 313 do ano de 1970 para o ano de 1986, porém, em termos relativos, o risco de contração da doença diminuiu de 2,75 (leia-se: 2,75 caos para cada habitantes ) para 2,01 nos mesmos anos analisando-se os respectivos coeficientes de incidência. O coeficiente de incidência também é conhecido como coeficiente de ataque. Quando a doença é de natureza infecciosa, denomina-se coeficiente de ataque secundário a medida de incidência relativa onde no numerador da razão está colocado o número de doentes novos surgidos após o contato a partir do primeiro caso, ou caso inicial, e, no denominador, o número total de contatos com possível contágio (excluindo-se, portanto, as pessoas que já tiveram a moléstia no caso de infecções agudas que conferem imunidade após o primeiro contágio tal ocorre com o sarampo, varíola, entre outras). A caracterização de uma epidemia é feita por intermédio dos coeficientes de incidência através do diagrama de controle ou faixa de endemicidade. Neste instrumento gráfico são plotados os intervalos de confiança de ± 1,96DP, calculados a partir de uma coleção de dados ou registros históricos. Se o nível de incidência atual encontra-se dentro do intervalo, diz-se ser um nível endêmico. Caso contrário, se o nível de incidência atual encontra-se fora do intervalo, diz-se ser um nível epidêmico, indicativo da necessidade de intervenções a níveis administrativos e das políticas públicas de saúde. 5
6 Fonte: Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro Elaborado através do pacote QCC do software R (R Core Development Team pelo professor MEDIDAS DE PREVALÊNCIA Mede a freqüência (absoluta ou relativa) de determinada doença, pelo nº de casos existentes em período de tempo estabelecido, independentemente de serem novos ou antigos. O coeficiente de prevalência relaciona o nº de casos existentes (novos mais antigos) com a população exposta ao risco. n de casos existentes (novos + antigos) Coeficient e de prevalência = ou População exposta ao risco TIPOS DE MEDIDAS DE PREVALÊNCIA: NO PERÍODO (ex. mês) INSTANTÂNEA (ex. dia/hora) 6
7 A dia 1 1 mês dia B ano X ano Y Fonte: Figura 4.2 Esquematização de doenças (Forattini (1996)) A. Doença aguda (exemplo, gripe). Incidência de gripe no mês: dezesseis casos (todos, exceto os casos 10 e 17); prevalência de gripe no mês: dezoito casos (todos os casos); prevalência de gripe no primeiro dia do mês: dois casos (casos 10 e 17); prevalência de gripe no último dia do mês: três casos (casos 11, 16, 18). B. Doença crônica (exemplo, tuberculose). Incidência no ano X: um caso (caso 3); incidência no ano Y: um caso (caso 6); prevalência no ano X: nove casos (casos 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 9 e 10); prevalência no ano Y: oito casos (casos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 e 10); prevalência no primeiro dia do ano X: oito casos (casos 1, 2, 4, 5, 7, 8, 9 e 10); prevalência no último dia do ano Y: sete casos (casos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 10). A prevalência depende da duração da doença e da incidência, podendo-se demonstrar que ela é uma função da incidência e da duração média: P I d 7
8 onde P é a prevalência instantânea, I é a incidência e d a duração média da doença. Na figura 4.2-A a duração média (em meses) é aproximadamente 1/9. Desta forma teremos aproximadamente: 1 P Tabela 1.3 População e Doentes de Hanseníase em cinco regiões do Estado de São Paulo em 1971 e 1972 ANO População Doentes População Doentes Região Dado Novos Existentes Novos Existentes 1º jan. 1º jul. 1º jan. 1º jul. no ano em 31/jul. no ano em 31/jul. Presidente Prudente Ribeirão Preto Sorocaba Campinas Vale do Paraíba Fonte: Tabela 4.3 Forattini (1996) Exemplos com os dados da tabela 4.3: Coeficiente de incidência (1971) = em Presidente Prudente = 1,13 casos novos por hab. Coeficiente de prevalência (jul 1972) = em Presidente Prudente = 15,83 por hab. MEDIDAS DE GRAVIDADE São medidas que indicam ocorrências de efeitos de uma doença intermediários entre seu início e a cura ou a morte. ALGUNS TIPOS DE MEDIDAS DE GRAVIDADE: {COMPLICAÇÕES - São outras doenças ou efeitos que decorrem de uma doença como conseqüência SEQÜELAS - São consequências de doenças geralmente permanentes e que se manifestam por alguma incapacidade orgância ou psíquica, assim como, limitações de atividades 8
9 Exemplos de complicações: 1. Broncopneumonia associada ao sarampo; 2. Retenção urinária vesical com infecção conseqüente a um adenoma de próstata. Exemplos de seqüelas: 1. Paralisia muscular que se segue à poliomielite; 2. Paraplegia após traumatismo de medula espinhal; 3. Cegueira pós-toxoplasmose. Segundo a Organização mundial da Saúde - OMS, as seqüelas se classificam em três tipos (International Classification of Impairments, Disabilities and Handicaps): Deficiência Representa qualquer perda ou anormalidade da estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica; Incapacidade Corresponde a qualquer redução ou falta (resultante de uma deficiência) de capacidade para exercer essa atividade dentro dos limites considerados normais para o homem; Desvantagem Representa um impedimento para uma dada pessoa, resultante de uma deficiência ou de uma incapacidade, que lhe limita ou impede o desempenho de uma atividade que é considerada normal (levando em consideração a idade, o sexo, e fatores sociais e culturais). Deficiencia Incapacidade(s) Desvantagem - da linguagem da fala - da audição em ouvir - da visão em ver em se vestir - músculo-esquelética em se alimentar em andar na orientação na independência física, e/ou mobilidade - psicológica no comportamento na integração social 9
10 LETALIDADE É outro tipo de medida de gravidade de uma doença, que mede a gravidade máxima, isto é, a morte. Letalidade ou fatalidade é a proporção (%) de casos de uma doença que terminam com a morte, medida da seguinte maneira: nº de óbitos pela doença X L= multiplo de 10 nº da casos da doença X Não confundir letalidade com mortalidade... DURAÇÃO É uma medida de gravidade que normalmente avaliada pelo tempo médio de duração de uma doença. MEDIDAS DE MORTALIDADE A mais antiga e tradicional maneira de mensurar doenças diz respeito às estatísticas de mortalidade por causa. A fonte primária dos dados de mortalidade é o atestado de óbito, o qual contém toda a identificação do falecido, bem como, o que é de interesse para o assunto tratado: a declaração das causas da morte. Para as finalidades de estatísticas de mortalidade, a causa tabulada para finalidades descritivas ou analíticas é a chamada causa básica da morte, definida como doença da lesão, que iniciou a sucessão de ventos mórbidos que levou diretamente à morte, ou as circunstâncias do acidente ou a violência que produziram a lesão letal (OMS, 1978). A partir dos dados de mortalidade são elaboradas as medidas de mortalidade, inclusive e particularmente as medidas de mortalidade por causa. Como medida de doenças, as estatísticas de mortalidade por causa podem ser consideradas medidas diretas de mortalidade. Por outro lado, existem medidas de mortalidade que são medidas indiretas de doenças, citando entre essas, o coeficiente de mortalidade geral, a mortalidade infantil e seus componentes e a esperança de vida. 10
11 Mortalidade por causa medida de mortalidade avaliada através de coeficientes ou taxas e pela mortalidade proporcional; Mortalidade geral Diz respeito a todos os óbitos ocorridos em determinada área e período de tempo, sem especificação de causa, sexo ou idade. É medida pelo coeficiente geral de mortalidade onde se relaciona o total de óbitos à população; Mortalidade infantil É definida como aquela observada em menores de um ano de idade. É medida pelo coeficiente de mortalidade infantil onde se relaciona o total de óbitos de menores de um ano ao número de nascidos vivos numa determinada região e período; Esperança de vida Representa o número esperado de anos a serem vividos, portanto em média, por uma coorte de indivíduos, isto é, quanto se esperaria que vivessem, em média, os indivíduos de uma determinada área geográfica nascidos em um determinado ano. Demais detalhes podem ser acompanhados no capítulo 4 da publicação fonte bibliográfica principal desta apostila, o livro: Epidemiologia Geral de Oswaldo Paulo Forattini, publicado pela editora Artes Médicas. 11
Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia. Unidade I:
Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Unidade I: 0 Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Introdução Existem evidências
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.
INDICADORES DE SAÚDE MEDIDA DAS DOENÇAS
INDICADORES DE SAÚDE MEDIDA DAS DOENÇAS MEDIDA DAS DOENÇAS DEFINIÇÃO Consiste na enumeração da frequência com que uma doença e/ou agravo à saúde acomete uma população específica em um determinado tempo.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Assunto: Indicadores epidemiológicos, de morbidade: incidência, prevalência, taxa de ataque e taxa de ataque secundária..
INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS
EXERCÍCIO: As informações a seguir referem-se ao Distrito Federal em 1991: POPULAÇÃO em 01/07/1991: 1.596.274, sendo 766.043 homens e 830.231 mulheres; NASCIDOS VIVOS: 39.103; ÓBITOS Total de óbitos no
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.
3. Assunto: Indicadores epidemiológicos, morbidade.
ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA - EPIDEMIOLOGIA, DEMOGRAFIA E BIOESTATÍSTICA 3. Assunto: Indicadores epidemiológicos, morbidade. 3.1 Exercícios gerais. 3.2 Medidas de freqüência
Indicadores de ocorrência de doenças em populações
Indicadores de ocorrência de doenças em populações Considerações gerais Principais indicadores de ocorrência de doenças Mortalidade: mede o risco de um indivíduo da população morrer Letalidade: mede o
EPIDEMIOLOGIA. Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel
EPIDEMIOLOGIA Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel O QUE É EPIDEMIOLOGIA? Compreende: Estudo dos determinantes de saúdedoença: contribuindo para o avanço no conhecimento etiológico-clínico Análise das
Indicadores de Saúde Prevalência e incidência
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Epidemiologia e Saúde Pública Indicadores de Saúde Prevalência e incidência Prof. Msc. Macks Wendhell a) Calcule a taxa
INDICADORES DE SAÚDE I
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES
MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6
MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6 MEDIDA DA OCORRÊNCIA DE EVENTOS COMO DOENÇAS, AGRAVOS À SAÚDE (ACIDENTES, VIOLÊNCIAS) E MORTES. Exemplo: número de pessoas que apresentaram uma dada doença num certo
Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade
Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade Milene ZS Vosgerau Indicadores epidemiológicos A construção de indicadores de saúde é necessária para: analisar a situação atual de saúde; fazer comparações;
ENFERMAGEM EPIDEMIOLOGIA E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA. Aula 7. Profª. Tatianeda Silva Campos
ENFERMAGEM EPIDEMIOLOGIA E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Aula 7 Profª. Tatianeda Silva Campos Coeficientes de Mortalidade Coeficiente de Mortalidade Geral (CMG) Um dos indicadores mais utilizados em saúde
QUANTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS NAS POPULAÇÕES
QUANTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS NAS POPULAÇÕES Prof. Francisco Baptista A defesa da saúde populacional, através de medidas de profilaxia, tem como base o conhecimento da freqüência da doença e dos seus determinantes,
INDICADORES DE SAÚDE I
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES
1) Introdução à Epidemiologia 2) Epidemiologia e suas áreas de interesse 3) Medidas em epidemiologia 4) Freqüência absoluta versus relativa
Saúde Coletiva e Ambiental Aula 7 Medidas da Saúde Coletiva Prof. Ricardo Mattos Bibliografia de Referência: Medronho, 2008 (Cap. 2) UNIG, 2009.1 Sumário da Aula 1) Introdução à Epidemiologia 2) Epidemiologia
16/4/2010 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE
EPIDEMIOLOGIA Parte - 03 PROFa. MSc. MARISE RAMOS DE SOUZA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE Os cinco maiores sistemas : SINAN, SIM, SINASC, SIH, SIA. Sistema de Informação de Mortalidade - SIM Criado pelo
QUANTOS ADOECEM E MORREM?
QUANTOS ADOECEM E MORREM? Medidas de frequência de doenças Razão, proporções, índice. Indicadores epidemiológicos de morbidade: Conceitos e exemplos de incidência e prevalência. O Enfoque epidemiológico
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II AULA 2 Medindo e descrevendo a ocorrência das doenças 2016-1 1 Medindo a ocorrência das doenças 1: Contagem,
Medidas de Ocorrência de Doenças: Morbidade
Ribeirão Preto, 2016 DISCIPLINA EPIDEMIOLOGIA Medidas de Ocorrência de Doenças: Morbidade Luiz Henrique Arroyo ROTEIRO DA AULA Conceitos básicos da epidemiologia o Epidemia, Endemia o Pandemia, Surto o
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35. Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando:
8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35 QUESTÃO 17 Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando: a) apresenta uma variação sazonal bem definida. b) ocorre em grande número de países
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II AULA 3 Medindo e descrevendo a ocorrência das doenças 2017-1 1 Medindo a ocorrência das doenças 1: Contagem,
A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população.
Mortalidade Mortalidade é uma propriedade natural das comunidades dos seres vivos. Refere-se ao conjunto dos indivíduos que morrem em um dado intervalo de tempo e em certo espaço. A taxa ou coeficiente
ATIVIDADE DE REVISÃO AULA 10 EXERCÍCIOS DE REVISÃO
ATIVIDADE DE REVISÃO AULA 10 EXERCÍCIOS DE REVISÃO Caro(a) aluno(a), os exercícios abaixo foram feitos para ajudá- lo a estudar nesta última semana. Eles não vão valer nota e não precisam ser entregues.
aula 6: quantificação de eventos em saúde
ACH-1043 Epidemiologia e Microbiologia aula 6: quantificação de eventos em saúde Helene Mariko Ueno [email protected] Como quantificar eventos relacionados à saúde? O que medir? Como medir? Quando medir?
INDICADORES DE MORTALIDADE
INDICADORES DE MORTALIDADE Usualmente a análise dos dados de mortalidade na população baseia-se na enumeração total de sua ocorrência e na distribuição pelas características demográficas e epidemiológicas
A Epidemiologia Descritiva
A Epidemiologia Descritiva A Epidemiologia no seu processo descritivo estuda a distribuição de frequências das doenças e dos agravos à saúde coletiva em função das variáveis ligadas ao tempo, ao espaço
nascimentos, óbitos, doenças Mede a ocorrência de eventos Exemplo: número de nascimentos vivos, óbitos ou número doentes emprego: administrativo
Medidas de ocorrência de eventos em epidemiologia Outros eventos necessitam de uma série de exames laboratoriais para sua identificação ou há imprecisão do momento do seu inicio, por exemplo demência,
Questões da Prova Teórica 1ª Unidade Temática Epidemiologia 3º Período. Gabarito D D C B A B A A E B
Questões da Prova Teórica 1ª Unidade Temática 2018.1 Epidemiologia 3º Período Gabarito 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 D D C B A B A A E B 1. Enumere o conteúdo da segunda coluna, de acordo com as informações listadas
Medidas de freqüência
Medidas de freqüência IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade Residência Professores: Pauline Lorena Kale e Antonio José Leal Costa 2009 Ocorrência de doença Medidas
09/03/2012. Razão, Proporção e Taxas = 5 / 2 = 2,5 / 1. Qual é o denominador???? Razão (Exemplos) = 0.5 = 50% 4
Razão, Proporção e Taxas Razão Proporção Taxa Razão Quociente de duas quantidades O numerador não é necessariamente incluído no denominador Permite comparar quantidades de diferentes naturezas Qual é o
Epidemiologia Descritiva CURSO DE EPIDEMIOLOGIA VETERINÁRIA, ACT Prof. Luís Gustavo Corbellini EPILAB /FAVET - UFRGS
Epidemiologia Descritiva CURSO DE EPIDEMIOLOGIA VETERINÁRIA, ACT Prof. Luís Gustavo Corbellini EPILAB /FAVET - UFRGS 23/09/2014 Observação - coleta de dados Avaliação qualitativa Ecologia Transmissão e
CONCEITOS DE EPIDEMIOLOGIA
CONCEITOS DE EPIDEMIOLOGIA Etimologicamente, o termo Epidemiologia deriva do grego (PEREIRA, 2013): Assim sendo, podemos afirmar que a Epidemiologia, em seu conceito mais simples, é o estudo sobre a população.
EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc Epidemiologia Descritiva Devem tentar responder 5 questões
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA. Medidas de Freqüência de doenças e Medidas do Efeito da Exposição
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA Medidas de Freqüência de doenças e Medidas do Efeito da Exposição HEP 0176 Epidemiologia para Curso de Nutrição 2017 1.
ÍNDICE = Razão ou proporção = percentual
ÍNDICE = Razão ou proporção = percentual O NUMERADOR ESTÁ CONTIDO NO DENOMINADOR Indice de mortalidade proporcional por idade Indice de mortalidade infantil proporcional - IMP IMP = Número de óbitos
INDICADORES DE SAÚDE8
INDICADORES DE SAÚDE8 8.1 Introdução 8.2 Valores absolutos e relativos 8.3 Principais indicadores: índice, proporção e coeficiente 8.4 Indicadores de mortalidade 8.4.1 Coeficiente de mortalidade geral
Resolução de exercícios LISTA 1 TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA MEDIDAS DE MORBIDADE
Resolução de exercícios LISTA 1 TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA MEDIDAS DE MORBIDADE Exercício 1 DICA Importante descrever o que se observa nos gráficos, trazer os conceitos de transição demográfica
EPIDEMIOLOGIA. Histórico e Conceitos. Curso de Verão 2012 Inquéritos de Saúde
EPIDEMIOLOGIA Histórico e Conceitos Curso de Verão 2012 Inquéritos de Saúde Uma Breve História da Epidemiologia Hipócrates Dos ares, das águas e dos lugares quem quiser prosseguir no estudo da ciência
MEDIDAS DE MORTALIDADE
MEDIDAS DE MORTALIDADE MEDIDAS DE MORTALIDADE Maneira mais antiga de medir doença (Londres, sec. XVI) Fonte primária: atestados de óbitos A mortalidade por causa dá uma ideia da frequência das doenças
ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva
ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva TURMA A01 2016.1 Profª Me. Karla Prado de Souza Cruvinel [email protected] 2016/1 CRONOGRAMAS TEORIA/PRELEÇÃO - TURMA
Quando utilizar a pesquisa quantitativa?
Quando utilizar a pesquisa quantitativa? Utilizar pesquisa quantitativa Existem dados numéricos assecíveis e que possam ser medidos; Quando os dados numéricos parecem ser a resposta correta e óbvia; Há
Briefing. Boletim Epidemiológico 2011
Briefing Boletim Epidemiológico 2011 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados
AULA 4 Transição epidemiológica
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II AULA 4 Transição epidemiológica 2016-2 1 Transição epidemiológica no Brasil Quem é quem? Ordene *. Neoplasias
A Saúde dos Portugueses. Perspetiva DE JULHO DE 2015
A Saúde dos Portugueses. Perspetiva 2015 7 DE JULHO DE 2015 ÍNDICE DE VIDA MELHOR (Better Life Index) OCDE 1º SATISFAÇÃO PESSOAL 2º SAÚDE 3º SEGURANÇA PESSOAL 2 QUANTOS SOMOS: 10,3 MILHÕES Índice sintético
AULA 10 GABARITO DOS EXERCÍCIOS DE REVISÃO
ATIVIDADE DE REVISÃO AULA 10 GABARITO DOS EXERCÍCIOS DE REVISÃO Questão 1 Resposta: Uma amostra não é uma representação perfeita da população. A diferença é devida ao erro amostral Questão 2 a)resposta:
Transições epidemiológica e demográfica
Instituto de Estudos de Saúde Coletiva IESC Faculdade de Medicina Departamento de Medicina Preventiva Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ Disciplina de Epidemiologia Transições epidemiológica e
Distribuição das doenças e agravos segundo características relacionadas às pessoas, ao tempo e ao espaço (I): Séries temporais
Distribuição das doenças e agravos segundo características relacionadas às pessoas, ao tempo e ao espaço (I): Séries temporais IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade
Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico
Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Vigilância, notificação, avaliação dos sistemas. 2 Indicadores epidemiológicos Indicadores em saúde coletiva, introdução
METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA
METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA CLASSIFICAÇÃO DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS: ESTUDOS DESCRITIVOS Os estudos descritivos objetivam informar sobre a distribuição de um evento, na população, em termos quantitativos.
Sumário da Aula. Saúde Coletiva e Ambiental. Aula 10 Indicadores de Saúde: mortalidade e gravidade. Prof. Ricardo Mattos 03/09/2009 UNIG, 2009.
Saúde Coletiva e Ambiental Aula 10 Indicadores de Saúde: mortalidade e gravidade Prof. Ricardo Mattos Bibliografia de Referência: Medronho, 2008 (Cap. 3) UNIG, 2009.1 Sumário da Aula 1) Indicadores de
Estatística descritiva básica: Porcentagens, proporções, razões e taxas. ACH2021 Tratamento e Análise de Dados e Informações
Estatística descritiva básica: Porcentagens, proporções, razões e taxas. ACH2021 Tratamento e Análise de Dados e Informações Marcelo de Souza Lauretto [email protected] www.each.usp.br/lauretto Porcentagens
Vigilância = vigiar= olhar= observar= conhecer.
Vigilância Epidemiológica Histórico: Antes da primeira metade da década de 60. Observação sistemática e ativa de casos suspeitos ou confirmados de Doenças Transmissíveis. Tratava-se da vigilância de pessoas,
Conceitos Básicos e Medidas em Demografia
Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Antonio
Saúde Coletiva Prof (a) Responsável: Roseli Aparecida de Mello Bergamo
Saúde Coletiva Prof (a) Responsável: Roseli Aparecida de Mello Bergamo Quais os conceitos da Disciplina de Saúde Coletiva? Compreender os princípios históricos sobre saúde e doença. Compreender a saúde,
Investigação de Surtos e Epidemias
Investigação de Surtos e Epidemias Introdução O principal objetivo da investigação de uma epidemia ou surto de determinada doença infecciosa é identificar formas de interromper a transmissão e prevenir
Tipos de estudos epidemiológicos
Tipos de estudos epidemiológicos Vítor Salvador Picão Gonçalves Universidade de Brasília Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Laboratório de Epidemiologia Veterinária - EpiPlan Objetivos da aula
1) Breve revisão de indicadores 2) Incidência 3) Relações entre incidência e prevalência 4) Medidas de incidência
Saúde Coletiva e Ambiental Aula 9 Indicadores de Saúde: morbidade I Prof. Ricardo Mattos Bibliografia de Referência: Medronho, 2008 (Cap. 3) UNIG, 2009.1 Sumário da Aula 1) Breve revisão de indicadores
Medidas de Frequência de. Doenças
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia Medidas
Medidas de Epidemiologia Geral Parte I
Medidas de Epidemiologia Geral Parte I Faculdade de Ciências Médicas de Cacoal FACIMED Profª Gracian Li Pereira Habilidades Gerais VI Epidemiologia Geral 2012.2 Tipos de frações utilizadas para descrever
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Epidemiologia Geral HEP 143 Cassia Maria Buchalla 2017 Sistemas de Informação Sistema: conjunto de partes que se articulam para uma finalidade comum Sistema de informações: conjunto
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Epidemiologia. Estudos Observacionais transversais
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Epidemiologia Estudos Observacionais transversais Estudos Transversais Estudos Transversais - Os estudos transversais ou de prevalência
INVESTIGAÇÃO DE SURTO
INVESTIGAÇÃO DE SURTO DE ORIGEM HOSPITALAR Dra Dominique Thielmann Infectologista Coordenação da CCIH do Hospital Pró Cardíaco RJ Serviço de Doenças Infectoparasitárias HUPE / UERJ Laboratório DASA RJ
MEDIDAS DE ASSOCIAÇÃO
EPIDEMIOLOGIA UNIDADE IV FINALIDADE: provar a existência de uma associação entre uma exposição e um desfecho. 1 RISCO RELATIVO (RR) Expressa uma comparação matemática entre o risco de adoecer em um grupo
Estudo do perfil clínico e epidemiológico da hanseníase no estado do Tocantins, no período de 2004 até os dias atuais
Estudo do perfil clínico e epidemiológico da hanseníase no estado do Tocantins, no período de 2004 até os dias atuais Heryka Fernanda Silva Barbosa¹; Marcello Otake Sato² ¹Aluna do curso de Medicina; Campus
ANEXO 1 ALGUNS INDICADORES MAIS UTILIZADOS EM SAÚDE PÚBLICA
ANEXO 1 ALGUNS INDICADORES MAIS UTILIZADOS EM SAÚDE PÚBLICA QUALIFICAÇÃO E MÉTODO DE CÁLCULO DE INDICADORES BÁSICOS BRASIL 1 1. Propostos pela Secretaria Técnica do Grupo de Trabalho MS/OPAS IBGE, USP,
5º CICLO DE ENFERMAGEM. ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 Medidas de Saúde Coletiva
ESCOLA DE CIÊNCIAS SOCIAIS E DA SAÚDE CURSO DE ENFERMAGEM 5º CICLO DE ENFERMAGEM ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 Medidas de Saúde Coletiva TURMA A01 TURMA A TURMA C01 2017.1 Profª Me. Karla
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS Epidemiologia é... a ciência que estuda o processo saúde-doença na comunidade, analisando a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades e dos agravos à saúde coletiva,
DISTRITOS SANITÁRIOS
DISTRITOS SANITÁRIOS CONCEITO: É unidade mais periférica de administração sanitária, que detém responsabilidades e poder decisório ante a política local de saúde, tendo como objetivo chegar a uma integração
COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM)
COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM) Relatório da Mortalidade Materna de Porto Alegre 2008 A Organização Mundial da Saúde OMS estima que, no mundo, 585 mil
Saúde no Brasil Histórias e Desafios. Jaqueline Castro
Saúde no Brasil Histórias e Desafios Jaqueline Castro [email protected] 40095172 Qual a importância de estudar saúde em economia? Saúde é importante para o desenvolvimento na visto que eleva a
