INVESTIGAÇÃO DE SURTO
|
|
|
- Izabel Madeira Monsanto
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INVESTIGAÇÃO DE SURTO DE ORIGEM HOSPITALAR Dra Dominique Thielmann Infectologista Coordenação da CCIH do Hospital Pró Cardíaco RJ Serviço de Doenças Infectoparasitárias HUPE / UERJ Laboratório DASA RJ
2 DEFINIÇÃO DE SURTO Aumento de incidência acima do esperado / habitual Dados prévios Ocorrências raras x comuns Impacto: atenção, tempo, custo, publicidade adversa, comprometimento da segurança do paciente / desfecho
3 IDENTIFICAÇÃO DO SURTO POTENCIAL Vigilância ativa Taxas e tendências Taxas padronizadas comparador histórico e externo Ex de denominador e numerador a ser utilizado: VAP: imunodeprimidos / tempo de VM Setores e eventos não vigiados: participação efetiva do corpo clínico na identificação, recuperação de dados para comparar incidência: ex: ITU-CV na unidade de internação
4 EXEMPLO 2,5 2,0 BGN - USI 1 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 0,0 0,0 nov-11 dez-11 jan-12 BGN - USI 1 3,0 2,5 2,0 2,1 2,1 2,1 2,1 2,0 2,0 2,2 2,7 2,5 1,5 1,0 USI 1 0,5 0,0 0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 mar-11 abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr-12 mai-12 jun-12
5 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 Acinetobacter - CTI Incidência / 100 pct-dia EXEMPLO 3,0% 2,0% 1,2% 1,0% 0,3% 0,3% mai/12 jun/12 jul/12 3,0% Acinetobacter - CTI Incidência / 100 pct-dia 2,0% 1,2% 1,0% 0,3% 0,6% 0,3% 0,3% 0,3% 0,3% 0,3% 0,3% 0,6%
6 MOTIVOS PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTO POTENCIAL Objetivo inicial: interromper transmissão prevenir novos casos Considerar investigação de agrupamento de casos em: Uma mesma unidade ou perfil de paciente; Uso de dispositivos invasivos; Profissionais de saúde e pacientes com mesma infecção (ex: diarréia); Patógenos típicos de IRAS (ex: MDR; MO frequentes)
7 MOTIVOS PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTO POTENCIAL Determinar fatores de risco para os casos (dispositivos, ambiente, comorbidades, etc) Etiologia, fontes e modos de transmissão e grupos expostos de maior risco Instituir as medidas de controle antes mesmo de concluir a investigação: experiências anteriores, medidas simples a complexas. Ajustar medidas após análise.
8 INVESTIGAÇÃO DE SURTO Etapas da Investigação Definição de Caso Confirmar se realmente ocorreram casos Confirmar se existe surto / epidemia Definir o objetivo da investigação Analisar os dados segundo as características de Tempo, Espaço, Pessoa Testar hipóteses Avaliar medidas de prevenção e controle Divulgar os resultados
9 COMO COMEÇAR Comunicar e envolver toda equipe afetada (CCIH, Chefia médica e de enfermagem do setor, direção, Micro, etc) Definir lab de Micro: considerar testes moleculares, guardar cepas, avaliar melhores espécimes e meios para coleta Definir recursos necessários Definir investigador e responsável pela análise estatística
10 A INVESTIGAÇÃO 1) Definição de caso: incluir PESSOA, TEMPO e LUGAR (QUEM, QUANDO E ONDE), associados às demais características do surto. Iniciar com definição sensível específica 2) Identificação e contagem dos casos: CID10, relatório de micro, dados da CCIH, etc 3) Confirmação do surto: taxa de ataque durante período epidêmico / taxa de ataque durante período anterior Observar eventos sazonais (
11 EXEMPLO 2,5 2,0 BGN - USI 1 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 0,0 0,0 nov-11 dez-11 jan-12 BGN - USI 1 3,0 2,5 2,0 2,1 2,1 2,1 2,1 2,0 2,0 2,2 2,7 2,5 1,5 1,0 USI 1 0,5 0,0 0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 mar-11 abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr-12 mai-12 jun-12 6,2 / 4,2 = 1,47
12 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 Acinetobacter - CTI Incidência / 100 pct-dia EXEMPLO 3,0% 2,0% 1,2% 1,0% 0,3% 0,3% mai/12 jun/12 jul/12 3,0% Acinetobacter - CTI Incidência / 100 pct-dia 2,0% 1,2% 1,0% 0,3% 0,6% 0,3% 0,3% 0,3% 0,3% 0,3% 0,3% 0,6% 2,4/ 0,3 = 8
13 A INVESTIGAÇÃO 4) Coleta de dados: definir formulário de características demográficas, epidemiológicas e clínicas 5) Descrição epidemiológica do surto. Transmissão pessoa-pessoa Transmissão fonte-comum Mayhall, 2012
14 DESENVOLVER E TESTAR HIPÓTESES Análise retrospectiva: Caso-controle: casos são a definição do surto e controles não preenchem definição, são selecionados proporcionalmente, importante equiparar fatores de risco e exposição. Mais prático. Coorte: seleção pelo fator de exposição (não-casos), em seguida avalia o desfecho definido. Melhor para estabelecer RR e associação temporal. Atenção para surtos com pequeno número de casos: falsas conclusões
15 EXEMPLO: SURTO DE MEDIASTINITE POR S.AUREUS PÓS-RVM ENTRE JAN E MAR/2013 RELACIONADA A EQUIPE X Pacientes com mediastinite por S.aureus pós- RVM entre jan e mar/2013 x Pacientes sem mediastinite por S.aureus pós-rvm entre jan e mar/2013 parear exposição Pacientes submetidos a RVM entre jan e mar/2013 analisar evolução para mediastinite por S.aureus ou não nos pacientes expostos e não expostos a equipe X
16 Estudo de Caso-Controle: EXPOSTOS a DOENTES NÃO-EXPOSTOS b POPULAÇÃO EXPOSTOS c NÃO-DOENTES NÃO-EXPOSTOS d
17 Estudo de Coorte Retrospectiva DOENTES a EXPOSTOS NÃO-DOENTES b POPULAÇÃO DOENTES c NÃO-EXPOSTOS NÃO-DOENTES d
18 ANÁLISE ESTATÍSTICA Estabelecer variáveis Análise univariada / multivariada OR, RR Intervalo de confiança e p valor da associação Tecnologia da Informação: fundamental!
19 PSEUDO-SURTOS Culturas positivas na ausência de clínica Implementação de melhores testes diagnósticos Início de vigilância de novos processos / indicadores Mayhall, 2012
20 CONCLUSÃO Relatório Ajuste das medidas de controle Manter vigilância
21 ENDEREÇOS ELETRÔNICOS <Divisão de Infecção Hospitalar> <Serviços de Saúde> <Controle de Infecção>
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
O PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR E SUA IMPLEMENTAÇÃO. Ana Lucia Senna Médica Infectologista HIAS Infecto Consultoria Fundação do Câncer
O PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR E SUA IMPLEMENTAÇÃO Ana Lucia Senna Médica Infectologista HIAS Infecto Consultoria Fundação do Câncer IE O século dos Cirurgiões JurgenThorwald 1846 Naquele
DELEGACIA REGIONAL TRIBUTÁRIA DE
Fatores válidos para recolhimento em 01/08/2016 JANEIRO 3,3714 3,2396 3,0166 2,8566 2,6932 2,5122 2,3076 2,1551 1,9790 1,8411 1,7203 1,5947 FEVEREIRO 3,3614 3,2158 3,0021 2,8464 2,6807 2,4939 2,2968 2,1429
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-46/12
JANEIRO 2,7899 2,6581 2,4351 2,2751 2,1117 1,9307 1,7261 1,5736 1,3975 1,2596 1,1388 1,0132 FEVEREIRO 2,7799 2,6343 2,4206 2,2649 2,0992 1,9124 1,7153 1,5614 1,3860 1,2496 1,1288 1,0032 MARÇO 2,7699 2,6010
GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA
Fatores válidos para recolhimento em 01/02/2017 JANEIRO 3,4634 3,3316 3,1086 2,9486 2,7852 2,6042 2,3996 2,2471 2,0710 1,9331 1,8123 1,6867 FEVEREIRO 3,4534 3,3078 3,0941 2,9384 2,7727 2,5859 2,3888 2,2349
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS
Investigação de Surtos e Epidemias
Investigação de Surtos e Epidemias Introdução O principal objetivo da investigação de uma epidemia ou surto de determinada doença infecciosa é identificar formas de interromper a transmissão e prevenir
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12
JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562
09/03/2012. Razão, Proporção e Taxas = 5 / 2 = 2,5 / 1. Qual é o denominador???? Razão (Exemplos) = 0.5 = 50% 4
Razão, Proporção e Taxas Razão Proporção Taxa Razão Quociente de duas quantidades O numerador não é necessariamente incluído no denominador Permite comparar quantidades de diferentes naturezas Qual é o
Safra 2016/2017. Safra 2015/2016
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868
Sistemas de Qualidade em Controlo da Infecção
Sistemas de Qualidade em Controlo da Infecção Paula Brito Alguns conceitos de qualidade no controlo da infecção A satisfação alcançada por um serviço, depende das expectativas do utente/doente. Conformidade
Indicadores de ocorrência de doenças em populações
Indicadores de ocorrência de doenças em populações Considerações gerais Principais indicadores de ocorrência de doenças Mortalidade: mede o risco de um indivíduo da população morrer Letalidade: mede o
Enfa Loriane Konkewicz Comissão de Controle de Infecção Hospital de Clínicas de Porto Alegre
Enfa Loriane Konkewicz POLÍTICA DE HIGIENE DE MÃOS NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE Enfa Loriane Konkewicz EVIDÊNCIAS: HIGIENE X MORTALIDADE Allison E. AJIC. 2008 EVIDÊNCIAS: HIGIENE X MORTALIDADE
Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio
Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a 2005 Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio INTRODUÇÃO As doenças respiratórias estão entre as principais
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35. Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando:
8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35 QUESTÃO 17 Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando: a) apresenta uma variação sazonal bem definida. b) ocorre em grande número de países
Distribuição das doenças e agravos segundo características relacionadas às pessoas, ao tempo e ao espaço (I): Séries temporais
Distribuição das doenças e agravos segundo características relacionadas às pessoas, ao tempo e ao espaço (I): Séries temporais IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade
TÍTULO: PERFIL DE SENSIBILIDADE AOS ANTIMICROBIANOS DE BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES ENCONTRADAS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ONCOLÓGICA
TÍTULO: PERFIL DE SENSIBILIDADE AOS ANTIMICROBIANOS DE BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES ENCONTRADAS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ONCOLÓGICA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA:
Montando meu programa de vigilância epidemiológica : o que não pode faltar
Montando meu programa de vigilância epidemiológica : o que não pode faltar Denise Brandão de Assis Diretora Técnica da Divisão de Infecção Hospitalar-CVE/SES SCIH IPq - HCFMUSP Legislação de Controle de
Investigação de surtos. Romulo Colindres, MD MPH
Investigação de surtos Romulo Colindres, MD MPH GSS Nivel I Rio de Janeiro, Brasil 2005 1 Investigação de Surtos Objetivos da palestra: 1. Rever os 10 passos da investigação de um surto 2. Demonstrar os
Vênus Em Aquário 25 Dez 1939. Vênus Em Peixes 18 Jan 1940. Vênus Em Áries 12 Fev 1940. Vênus Em Touro 8 Mar 1940. Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940
Vênus Em Aquário 25 Dez 1939 Vênus Em Peixes 18 Jan 1940 Vênus Em Áries 12 Fev 1940 Vênus Em Touro 8 Mar 1940 Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940 Vênus Em Câncer 6 Maio 1940 Vênus Em Gêmeos 5 Jul 1940 Vênus Em
RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE
DOCUMENTO 2 LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE 100.105.025 644425 10 10 fev/05 fev/10 9660 10/10/2005 13/10/2005
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Safra 2015/2016 Mensal Acumulado Cana Campo (1) Cana Esteira (2) R$/Kg ATR R$/Kg ATR R$/Ton. R$/Ton. Abr/15 0,4909
RELATÓRIO ANUAL HOSPITAL METROPOLITANO DOUTOR CÉLIO DE CASTRO
RELATÓRIO ANUAL HOSPITAL METROPOLITANO DOUTOR CÉLIO DE CASTRO ANO DE REFERÊNCIA: 21 MENSAGEM DO DIRETOR O Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro foi inaugurado em 12 de dezembro de 215, com 1% de
Infecções causadas por microrganismos multi-resistentes: medidas de prevenção e controle.
INFORME TÉCNICO XXXVII Outubro 2010 Infecções causadas por microrganismos multi-resistentes: medidas de prevenção e controle. Definição de microorganismos multi-resistentes: São microrganismos resistentes
Sistema Epimed Monitor CCIH
Quais ferramentas os sistemas oferecem para o controle do uso antimicrobiano? Sistema Epimed Monitor CCIH Marcio Soares Diretor Pesquisa e Desenvolvimento A empresa A Epimed Solutions é uma empresa especializada
RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 CFT COMISSÃO DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA
RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 CFT COMISSÃO DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA 1. APRESENTAÇÃO O objetivo principal da Comissão de Farmácia e Terapêutica é elaborar a cada dois anos a padronização de medicamentos disponível
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA
CONTRATO 07/2013 EXERCÍCIO 2013 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 dez/13 Número da Nota Fiscal emitida - - - - - - 92 99 110 121/133-157 - - Depósitos realizados
UMA DOENÇA EPIDÊMICA NA CAROLINA DO SUL * Manual do Instrutor
1 UMA DOENÇA EPIDÊMICA NA CAROLINA DO SUL * Manual do Instrutor OBJETIVOS Após o término do exercício o estudante deve ser capaz de: utilizar os princípios da epidemiologia descritiva (tempo, lugar e pessoa)
Processo Endêmico e Epidêmico
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Processo Endêmico e Epidêmico Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc. Base Histórica Século VI a.c. - Hipócrates Conceitos
Identificação K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América.
Caso clínico 1 Identificação K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América. História da Doença Atual Foi atendida na unidade básica do Programa de Saúde da Família no
Como elaborar campanhas e treinamentos. Enf. Juliana Prates Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Hospital Mãe de Deus
Como elaborar campanhas e treinamentos Enf. Juliana Prates Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Hospital Mãe de Deus Por onde começar... Importante definir : Quais os focos de atuação do Controle
Energia e de Bens de Investimento apresentaram. Grandes Agrupamentos Industriais e Total Taxa de variação homóloga (%)
Índice de Produção Industrial Março de 2017 28 de abril de 2017 Produção Industrial (*) com abrandamento ligeiro O índice de produção industrial apresentou uma variação homóloga de 1,9% (2,0% em fevereiro).
Série 34 E 35 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-14
31-jan-14 a - Juros 6.691.919,50 a - Juros 1.672.979,81 b - Amortização 3.757.333,97 b - Amortização 939.333,65 a - Saldo atual dos CRI Seniors (984.936.461,48) b - Saldo atual dos CRI Junior (246.234.105,79)
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde. Rejane Maria de Souza Alves COVEH/DEVEP/SVS/MS 2006
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Rejane Maria de Souza Alves COVEH/DEVEP/SVS/MS 2006 Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Vigilância Epidemiológica da Síndrome Hemolítica
Vigilância Epidemiológica. Profa. Rachel Sindeaux
Vigilância Epidemiológica Profa. Rachel Sindeaux Vigilância Atividade contínua, permanente e sistemática; Foco para resultados inespecíficos para obtenção de metas; Utilização de dados relacionados com
APÊNDICE B PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE (PSP) - PLANO OPERACIONAL 1.IDENTIFICAR CORRETAMENTE O PACIENTE
APÊNDICE B PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE (PSP) - PLANO OPERACIONAL 1.IDENTIFICAR CORRETAMENTE O PACIENTE Identificar corretamente o paciente LUIZITA Identificação de 100% dos pacientes internados e que
GERENCIANDO O PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO UMA ESTRATÉGIA PARA REDUZIR O RISCO ASSISTENCIAL
GERENCIANDO O PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO UMA ESTRATÉGIA PARA REDUZIR O RISCO ASSISTENCIAL CELIANE MARIA LOPES MUNIZ; HILDA PONCIANO; MARCOS GADELHA Hospital Regional da Unimed de Fortaleza Unidades
Casos de FHD Óbitos e Taxa de letalidade
Casos de dengue Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total 2003 20.471 23.612 - - - - - - - - - - 44.083 2002 94.447 188.522 237.906 128.667 60.646 23.350 12.769 10.149 6.682 7.138 9.246 9.052
Vigilância em Saúde e Vigilância Epidemiológica
Vigilância em Saúde e Vigilância Epidemiológica JACKELINE CHRISTIANE PINTO LOBATO VASCONCELOS Agosto 2018 AULA DE HOJE Objetivos: - Apresentar os principais aspectos relativos à vigilância em saúde e vigilância
OPERAÇÕES DE FRETE/2011
JAN (lta) 213.840 213.840 48.693,90 213.840 213.840 48.693,90 FEV 48.300 48.300 4.859,10 91.839 91.839 8.767,52 722.756 722.756 45.937,39 MAR 862.895 862.895 59.564,01 142.600 142.600 12.482,77 290.232
Resultados da pesquisa
Fevereiro, 2019 Resultados da pesquisa Domicílios entrevistados: 1967 Período de coleta: 01/02/19 a 19/02/19 Obs.: Todos os dados desta apresentação são ajustados por sazonalidade e tem como fonte a FGV
Informativo da Coordenação Estadual de Controle de Infecção Hospitalar
Maio/Junho 2015 Edição Extraordinária Informativo da Coordenação Estadual de Controle de Infecção Hospitalar Divulgação dos dados referentes a IRAS no Estado do Rio de Janeiro 2014 As Infecções Relacionadas
Tipos de Estudos Epidemiológicos
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Epidemiologia e Saúde Pública Tipos de Estudos Epidemiológicos Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc. Quando recorrer às
Resultados da pesquisa
Junho, 2019 Resultados da pesquisa Domicílios entrevistados: 1682 Período de coleta: 01/06/19 a 18/06/19 Obs.: Todos os dados desta apresentação são ajustados por sazonalidade e tem como fonte a FGV IBRE,
ÁREA TEMÁTICA ESCOLHIDA
TÍTULO: A EPIDEMIA DE DENGUE E SEU IMPACTO SOBRE A ASSISTÊNCIA DE UM HOSPITAL GERAL DA REDE PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO AUTORES: Aline do Nascimento Macedo ([email protected]) 2 ; Ana Claudia Santos Amaral
04/03/2008. Identificar o desenho do estudo. Opinião de especialista Exemplo: Revisão Narrativa. Identificando Principais Tipos de Estudos
Identificando Principais Tipos de Estudos Dr. André Sasse Identificar o desenho do estudo Fundamental para a prática da MBE Leitura atenta dos métodos O desenho do estudo é adequado para responder à pergunta
CNC - Divisão Econômica Rio de janeiro Outubro/2013
CNC - Divisão Econômica Rio de janeiro Outubro/2013 PEIC Síntese dos Resultados Síntese dos Resultados Total de Endividados Dívidas ou Contas em Atrasos Não Terão Condições de Pagar out/12 59,2% 20,5%
Etapas da Investigação de Surto. Baixe gratuitamente materiais sobre epidemiologia -
Etapas da Investigação de Surto Vida real Notificador Vigilância Sexta-feira, 17:40h Notificador: Quero fazer uma notificação! Estamos com 4 óbitos e 15 suspeitos apresentando febre, cefaléia, hemorragia.
Fórum de Qualidade e Segurança em Anestesia Apresentação de Casos: Hospital Ernesto Dornelles
Fórum de Qualidade e Segurança em Anestesia Apresentação de Casos: Hospital Ernesto Dornelles Airton Bagatini Vice-Presidente da SBA Corresponsável pelo CET do SANE Coordenador da Perspectiva Assistencial
Filipe Piastrelli Médico infectologista Serviço de controle de infecção hospitalar Hospital Alemão Oswaldo Cruz Hospital Estadual de Sapopemba
Guideline da OMS para prevenção e controle de Enterobactérias, Acinetobacter baumannii e Pseudomonas aeruginosa resistentes a carbapenêmicos nas instituições de saúde Filipe Piastrelli Médico infectologista
Delineamentos de estudos. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira
Delineamentos de estudos FACIMED 2012.1 Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Delineamentos de estudos Estudos descritivos Relato de caso Série de casos Transversal Ecológico
PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: - DEPARTAMENTO: ENB
PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Tópicos em Enfermagem IV: Segurança do Paciente CÓDIGO: EFM068 COORDENADOR: CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO TEÓRICA PRÁTICA 30 15 3 VERSÃO CURRICULAR:
CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS
Direcção-Geral da Saúde www.dgs.pt Ministério da Saúde CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS ALIANÇA MUNDIAL PARA A SEGURANÇA DO DOENTE (World Alliance for Patient Safety) OMS, Orientações para a Segurança Cirúrgica
Desfechos Clínicos. Julho Material confidencial, proibida reprodução 2016
Desfechos Clínicos Julho 2017 VALOR EM SAÚDE = Desfecho Clínico Custo do tratamento Desfechos Clínicos Tratamento Alta Desfecho Avaliação das 14 patologias mais frequentes da epidemiologia do HSL Metodologia
