CURSO DE EXPERIMENTAÇÃO
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- Jónatas Ramires Cesário
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1 CURSO DE EXPERIMENTAÇÃO Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. Departamento de Estatística - PPGEP - PPGEMQ - UFSM - A imaginação é mais importante que o conhecimento Albert Einstein
2 Experimentação?!? É uma parte da estatística probabilística que estuda o planejamento, execução, coleta de dados, análise e interpretação dos resultados provenientes de experimentos. A experimentação oferece suporte probabilístico ao pesquisador permitindo fazer inferências sobre o comportamento de diferentes fenômenos da natureza, com grau de incerteza (margem de erro) conhecido. 2
3 Muito do conhecimento que a humanidade acumulou ao longo dos séculos foi adquirido através da experimentação. A experimentação só se difundiu como técnica sistemática de pesquisa neste século, quando foi formalizada através da estatística. As técnicas experimentais se aplicam a diferentes áreas de estudo: agronomia medicina engenharia psicologia 3
4 4 Origem Boa parte da formalização que existe hoje em experimentação se deve a Sir Ronald A. Fisher ( ), um estatístico que trabalhou na Estação Experimental de Agricultura de Rothamstead, na Inglaterra. É a origem agrícola da experimentação que explica o uso de vários termos técnicos.
5 Definições Experimento É um procedimento planejado partindo de uma hipótese que visa provocar fenômenos em condições controladas, observar e analisar seus resultados. 5
6 Definições Planejado indica que o pesquisador mantém o controle sobre o experimento, onde qualquer ação deve ser pré-definida ou prevista Provocar fenômenos escolher diferentes maneiras, procedimento, técnicas,... para resolver um determinado problema. Condições controladas ões controladas refere-se que somente as diferentes alternativas (fatores ou tratamentos) podem variar e as demais condições deverão manter-se constantes, salvo os erros não controláveis. 6
7 7 Termos Utilizados - Tratamento Serve para indicar o que está em comparação: fertilizantes, inseticidas, variedades. Hoje o termo tratamento tem significado mais geral. Muitos experimentos são feitos para comparar máquinas, métodos, produtos ou materiais. tratamento é qualquer procedimento ou conjunto de procedimentos cujo efeito deverá ser avaliado e comparado com outros
8 - Variáveis respostas São obtidas por medição ou contagem, não devem ser confundidas com os tratamentos que são as variáveis que estão sendo comparadas. Quantitativos: altura (10cm, 20cm, 30cm) - número de folhas idade (2 anos, 3 anos, 5 anos) número de dentes tempo (30min, 1h, 1h e 30 min.) distância percorrida Qualitativos: sexo (masculino e feminino) idade, altura, peso turma (A, B, C e D) notas 8
9 - Parcela O termo parcela foi criado para designar a unidade de área usada no experimento. uma faixa de terra; uma planta; uma peça fabricada; um vaso; um animal; uma pessoa; Muitos autores, no entanto, passaram a usar o termo unidade experimental, em lugar de parcela, porque é mais abrangente. 9
10 - Unidade Experimental - UE É a menor unidade de um experimento na qual é aplicado um tratamento, em experimentos de campo as unidades experimentais são denominadas parcelas. As parcelas irão depender no número de tratamentos e o número de repetições dos tratamentos. I = número de Tratamentos J = número de Repetições IJ = número de Unidades Experimentais ou número de Parcelas 10
11 11 - Grupo Controle É o grupo que não recebe o tratamento para se efetuar as comparações. Nas áreas médica e paramédica, no entanto, é preciso discutir a ética de constituir o grupo controle. As pessoas submetidas aos experimentos não devem correr o risco de sofrer danos graves; A constituição de um grupo controle nas áreas médica e paramédica depende, basicamente, do que está em estudo;
12 - Repetição As UE do mesmo grupo recebem, em estatística, o nome de repetições ou réplicas. Quanto mais homogêneo, menor é o número de repetições necessárias para mostrar, com clareza, o efeito de um tratamento. É sempre desejável que o experimento tenha um grande número de repetições; Na prática, o número de repetições é limitado pelos recursos disponíveis; O tamanho de seu experimento deve ser utilizado conforme é usual na área. 12
13 - Casualidade A diferença entre dois grupos só pode explicada pelo tratamento quando os grupos são, de início, iguais. Para formar grupos tão iguais quanto possíveis é fundamental que os tratamentos sejam sorteados às unidades experimentais. Os tratamentos devem ser designados às unidades experimentais por puro e simples sorteio a escolha da técnica da casualização fica a critério do pesquisador. Sorteido; Tabela de números aleatórios; Outros 13
14 A casualização foi formalmente proposta por Fischer na década de Vinte anos mais tarde esta técnica já estava definitivamente incorporada à experimentação agrícola. Na área industrial, a casualização passou a ser rotina após a II Guerra Mundial. Na pesquisa médica, no entanto, a idéia de casualização só começou a ser aceita muito mais tarde. A relativa demora na medicina para incorporar essa técnica simples de trabalho só se explica pela natureza do material experimental. 14
15 Só a casualização garante que unidades com características diferentes tenham igual probabilidade de serem designadas para os dois grupos. Finalmente vale insistir não existem alternativas válidas para a casualização. O pesquisador que escolhe as unidades por critério próprio por melhores que sejam as intenções introduz tendenciosidade nos resultados. 15
16 - Experimentos cegos Quando as UE são objetos, plantas, animal ou material provindo de plantas ou animais como folhas de árvores ou peças anatômicas, é importante que o pesquisador pese, meça ou observe cada unidade sem saber a que grupo pertence essa unidade. Isto evita a tendenciosidade. Nessa fase do experimento, o pesquisador não pode trabalhar sozinho precisa trabalhar com outro técnico. 16
17 - Experimentos duplamente cegos São os experimentos feitos com pessoas, em que se recomendam ainda outros cuidados. 1. Não se deve informar à pessoa o grupo para o qual foi designada; 2. Devem ser mantidos alheios ao resultado do sorteio a todos os profissionais envolvidos no trato dessas pessoas, para não afetar o moral delas; O pesquisador que faz as observações ou medições deve fazê-lo sem saber a que grupo pertence a pessoa que examina. 17
18 É claro que os experimentos que envolvem certos tipos de tratamento como prótese e psicoterapia não podem ser do tipo cego ou duplamente cego. Finalmente, embora os procedimentos duplamente cegos sejam altamente recomendáveis, é necessário por razões de ética explicar às pessoas que elas estão sendo submetidas a um experimento. Isto, aliás, já é exigido por lei, em alguns países. 18
19 Delineamentos Experimentais Para planejar um experimento é preciso definir: 1. a unidade experimental 2. a variável em análise. 3. os tratamentos em comparação 4. e a maneira de designar os tratamentos às unidades. Imagine que se quer comparar o efeito de dois analgésicos em cobaias. Nesse experimento, a unidade experimental é uma cobaia submetida a um processo de dor e os tratamentos em comparação são os dois analgésicos. Já a variável em análise, que é o alívio da dor, é difícil de ser medida. 19
20 - Experimentos inteiramente ao acaso É o delineamento em que os tratamentos são designados às unidades sem qualquer restrição, e este experimento só pode ser conduzido quando as unidades são similares. A similaridade não significa igualdade, mas sim que as unidades respondam aos tratamentos da mesma forma. Em se tratando de animais, considera-se: o mesmo sexo; a mesma idade; tenham no início do experimento as mesmas características. 20
21 - Experimentos inteiramente ao acaso É bastante comum que experimentos inteiramente ao acaso tenham igual número de repetições. Ho: As médias dos desgastes para os 4 tipos de pneus são iguais DESGASTE = CTE + efeito TIPO + erro 21
22 -Experimentos em blocos ao acaso com númeron diferentes de repetições O pesquisador nem sempre dispõe de um número de unidade que é múltiplo do número de tratamentos. Os experimentos inteiramente ao acaso com número diferente de repetições são indicados para o estudo de drogas terapêuticas. Nesses casos recomenda-se fazer mais repetições no grupo controle do que nos grupos tratados com drogas. 22
23 - Experimentos em blocos ao acaso O pesquisador só deve optar por experimentos inteiramente ao acaso quando dispõe de número suficientemente grande de unidades experimentais similares e que haja variabilidade entre os blocos. O sorteio dos tratamentos é feito dentro de cada bloco. Se o número de unidades similares que constitui o bloco é sempre igual ao número de tratamentos, cada tratamento aparece em cada bloco uma única vez. 23
24 - Experimentos em blocos ao acaso O bloco pode ser uma faixa de terra, uma ala da estufa, um período de tempo, uma ninhada, uma partida de produtos industriais, uma faixa de idade tudo depende do que está em experimentação. Ho: As médias do desgaste para os 4 tipos de pneus são iguais levando em conta o tipo de carro DESGASTE = CTE + efeito TIPO + efeito CARRO + erro 24
25 -Experimentos em blocos ao acaso com repetições Sorteia-se então os tratamentos dentro de cada bloco, tomando o cuidado de repetir os tratamentos igual número de vezes. Por exemplo, se o número de unidades que caem dentro de um bloco for maior que o número de tratamentos que o pesquisador pretende comparar, isto pode causar algumas dificuldades. A análise estatística dos experimentos em blocos ao acaso com repetições é relativamente fácil, desde que o número de unidades dentro de cada bloco seja múltiplo do número de tratamentos que se pretende comparar. 25
26 Outros delineamentos - Experimentos em quadrado latino Controlam duas causas de variação, isto é, têm dois tipos de blocos. Para um experimento com animais, primeiro organizam-se blocos de animais de mesma raça e depois se organizam blocos de animais de mesmo peso. Então existem blocos em colunas e em linhas. Os tratamentos são sorteados, mas cada tratamento só deve aparecer uma vez em cada coluna e uma vez em cada linha. 26
27 - Experimentos em quadrado latino Os experimentos em quadrado latino não são comuns na prática devido às restrições do delineamento. Ho: As médias do desgaste para os 4 tipos de pneus são iguais levando em conta o tipo de carro e a posição do pneu DESGASTE = CTE + efeito TIPO + efeito CARRO + efeito POS + erro 27
28 -Experimentos rotacionais (cross-over experiments) Utilizam o princípio dos blocos, mas nesses caso, cada participante é um bloco. Um exemplo ajuda a entender a lógica do delineamento. Imagine que um dentista quer comparar dois métodos de escovação, A e B. Se cada participante do experimento for tomado como bloco, é preciso sortear a ordem dos métodos AB ou BA para cada participante. O dentista deve tomar o conjunto de participantes e sortear metade para testar os métodos numa seqüência por exemplo AB. A outra metade, evidentemente, testará os métodos na seqüência BA, para que não haja influência de um método sobre o outro. 28
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