CE001 - BIOESTATÍSTICA TESTE DO QUI-QUADRADO
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- Vítor Gabriel Martinho Teves
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1 CE001 - BIOESTATÍSTICA TESTE DO QUI-QUADRADO Ana Paula Araujo Correa Eder Queiroz Newton Trevisan
2 DEFINIÇÃO É um teste de hipóteses que se destina a encontrar um valor da dispersão para duas variáveis categóricas nominais e avaliar a associação existente entre variáveis qualitativas. TESTE NÃO PARAMÉTRICO: não depende de parâmetros populacionais (média e variância). O princípio básico deste teste é comparar proporções, ou seja, possíveis divergências entre as frequências observadas e esperadas para um certo evento.
3 APLICAÇÕES DO TESTE O teste é utilizado para: Verificar se a frequência com que um determinado acontecimento observado em uma amostra se desvia significativamente ou não da frequência com que ele é esperado. Comparar a distribuição de diversos acontecimentos em diferentes amostras, a fim de avaliar se as proporções observadas destes eventos mostram ou não diferenças significativas ou se as amostras diferem significativamente quanto às proporções desses acontecimentos.
4 CONDIÇÕES Os grupos devem ser independentes, Os itens de cada grupo são selecionados aleatoriamente, As observações devem ser frequências ou contagens, Cada observação pertence a uma e somente uma categoria A amostra deve ser relativamente grande (pelo menos 5 observações em cada célula e, no caso de poucos grupos, pelo menos 10. Exemplo: em tabelas 2x 2).
5 COMO CALCULAR Para avaliar as possíveis discrepâncias entre proporções observadas e esperadas: o e ² e em que, o = frequência observada para cada classe e = frequência esperada para aquela classe A media dos desvios e nula, porem a elevacao ao quadrado transforma todos os desvios em valores positivos, tornando possível a soma dos desvios sem haver cancelamento. O desvio (o - e) entre cada proporção observada e esperada pode ser expressa por d, e portanto a fórmula também pode ser escrita como d² e O teste χ2 é, essencialmente, um mecanismo pelo qual os desvios de uma proporção hipotética são reduzidos a um único valor, que permite determinar uma probabilidade a respeito da casualidade ou não dos desvios entre as proporções observadas e esperadas. Neste sentido, o X² será o somatório destes desvios, ou seja, χ² = d² e Assim, quando as frequências observadas são muito próximas às esperadas, o valor de X² é pequeno, e quando as divergências são grandes, consequentemente assume valores altos.
6 DISTRIBUIÇÃO DO QUI-QUADRADO Número de repetições de um dado experimento as distribuições dos valores pequenos de X² são mais frequentes do que os grandes 95% 99% pequenos desvios casuais entre as proporções esperadas e observadas serão mais frequentes do que os grandes desvios. Valores de X² menores que 3,841têm 95% de probabilidade de ocorrência Valores de X² menores que 6,635 têm 99% de probabilidade de ocorrência
7 TESTE DE HIPÓTESES Hipótese nula (H 0 ) frequências observadas = frequências esperadas. Não há associação entre os grupos (casualidade). Hipótese alternativa (H 1 ) as frequências observadas frequências esperadas. Os grupos estão associados. Nível de significância (α): significa o risco de se rejeitar uma hipótese verdadeira. Deverá ser estabelecido antes da analise de dados e é usualmente fixado em 5% (P=0,05). O valor de X² ao nível de significância α é denominado quiquadrado crítico ou tabelado (χ 2 c). Graus de Liberdade (G.L.) : é a diferença entre o numero de classes de resultados e o número de informações da amostra que são necessários ao cálculo dos valores esperados nessas classes.
8 VALORES PARA QUI-QUADRADO CRÍTICO (TABELADO) X2(gl, α): valor crítico da distribuição qui-quadrado com G.L. e α área para a direita. Distribuição assimétrica: valores críticos associados com caudas à direita, e independentes com cauda à esquerda. c 2 (16, 0.05) = c (16,0.05) c P Área à direita gl 0, , , ,3 2 0 c (10,0.99) c 2 (10, 0.99) = c
9 REGRAS DE DECISÃO É necessário obter duas estatísticas : X² calculado: obtido diretamente dos dados das amostras. X² tabelado: depende do número de graus de liberdade e do nível de significância adotado. Se X² calculado X² tabelado: Rejeita-se Ho. Se X² calculado < X² tabelado: Aceita-se Ho. Quando se consulta a tabela de X² observa-se que é determinada uma probabilidade (P) de ocorrência de um determinado acontecimento. Rejeita-se uma hipótese quando a máxima probabilidade de erro ao rejeitar aquela hipótese for baixa OU quando a probabilidade dos desvios terem ocorrido pelo simples acaso é baixa.
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11 TESTE DE ADERÊNCIA/ CONCORDÂNCIA Testar a adequabilidade de um modelo probabilístico a um conjunto de dados observados.
12 TESTE DE ADERÊNCIA/ CONCORDÂNCIA Exemplo Um engenheiro de computação tem desenvolvido um algoritmo para gerar números aleatórios inteiros no intervalo 0-9. Ao executar o algoritmo e gerar 1000 valores, ele obtém observações com as seguintes frequências: Observado esperado d²/esperado , , , , , , , Frequência esperada = 1/10 H0 = Aleatório H1 = Não aleatório o e ² e , ,01 x² calculado 2,74 x² tabelado 16,92
13 CORREÇÃO DE CONTINUIDADE OU CORREÇÃO DE YATES Ao aplicar o teste do X², supõe-se que o tamanho amostral será relativamente grande,. Quando a amostra é pequena e/ou que a frequência esperada em uma das classes é pequena (tipicamente, quando for menor que 5) a fórmula de obtenção de X² poderá produzir um valor significativo (> do que o X² crítico), e portanto maior do que o valor real. Nestes casos, Fisher recomenda o uso de um fator de correção de continuidade para cada classe, a fim de evitar eventuais conclusões erradas. χ² = o 1 e 1 0,5 ² e 1 + o 2 e 2 0,5 ² e 2 De modo geral, usa-se a correção de Yates quando: 1) o valor de Qui Quadrado obtido é maior que o crítico e o valor de N é menor que 40 ou 2) o valor de Qui Quadrado obtido é maior que o crítico e há pelo menos uma classe com frequência esperada menor que 5.
14 TESTE DE INDEPENDENCIA/ CONTINGÊNCIA Verificar se existe independência entre duas variáveis medidas nas mesmas unidades experimentais. É aplicável em casos em que não se dispões de uma teoria ou modelo para informar a respeito das probabilidade de ocorrência esperadas nas diferentes classes.
15 TABELA DE CONTINGÊNCIA Exemplo: Um inspetor de qualidade toma uma amostra de 220 artigos num centro de distribuição. Se sabe que cada produto pode vir de uma de três fábricas e pode ou não estar defeituoso. O inspetor avalia todos os produtos e obtém os seguintes resultados H0: A proporção de produtos defeituosos é a mesma para todas as fábricas (são independentes)
16 χ² = d² e
17 TABELAS 2 X 2 Tendo apenas um G.L., não é necessário calcular valores esperados. EXEMPLO: H0 χ² = ad bc ²xN n1xn2xn3xn4 Sexo Maligna Benigna Total M 15 (a) 35 (b) 50 (n1) F 6 (c) 24 (d) 30 (n2) Total 21 (n3) 59 (n4) 80 (N) X² calculado = 0,968 X² tabelado = 3,841 X² (1,0.05) = 0,968; 0,30<P<0,50
18 TABELAS 2 X 2 Correção de Yates / Continuidade χ² = ad bc 0,5. N ²xN n1xn2xn3xn4 REGRAS DE APLICAÇÃO: 1) o valor de X² obtido é maior que o crítico e o valor de N é menor que 40 ou 2) o valor de X² obtido é maior que o crítico e há pelo menos uma classe com frequência esperada menor que 5. X² calculado = 0,968 < X² tabelado = 3,841 NÃO É NECESSÁRIO
19 TESTE DE HETEROGENEIDADE Pode-se testar se amostras diferentes em uma série de experimentos semelhantes são homogêneas ou não. Nesse caso, calcula-se o X² de cada amostra e o X² do total (X²t) Depois, soma-se os X² obtidos para cada amostra (ΣX²) e da soma se subtrai o valor obtido para o total de qui quadrados (X²t). O valor final obtido é o X² de heterogeneidade.
20 TESTE DE HETEROGENEIDADE Exemplo: amostras de filhos de casais MN X MN X²t ΣX² = 3,250; ΣG.L. = 6 X²t - ΣX² = 2,716; G.L. = 6-2 =4 X²(4) calculado = 2,716 X²(4) crítico = 9,488 X² (4, 0.05) = 2,716; 0,70<P<0,50) NÃO SÃO HETEROGÊNEAS
21 REFERÊNCIAS BEIGUELMAN, B Curso de Bioestatística Básica. 4ed. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética.
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