Pagamentos Baseados em Valor

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pagamentos Baseados em Valor"

Transcrição

1 Pagamentos Baseados em Valor Value-based Payments Por Dr. César Abicalaffe Médico com Mestrado em Economia da Saúde pela Universidade de York na Inglaterra, MBA em Estratégia e Gestão Empresarial pela UFPR; Foi consultor da ANS para o QUALISS e autor do modelo GPS.2iM Gestão da Performance em Saúde com mais de 60 programas implantados no País em hospitais, planos de saúde e SUS até a presente data. Discussões Conceituais [ Performance ] Performance = Qualidade O custo faz parte da qualidade medido dentro da dimensão EFICIÊNCIA [ Valor ] Relação entre resultados e custo dispendido para atingir estes resultados V (VALOR) = Q(QUALIDADE) C(CUSTO) FONTES: Abicalaffe, 2015; Porter,

2 Nível de Risco Financeiro O racional é o mesmo usar incentivos para melhorar a qualidade e a percepção de valor do paciente FONTE: Modificado de Better Care. Smarter Spending. Healthier People: Paying Providers for Value, Not Volume, 2015 Nível de Responsabilização e Integração do Prestador 2

3 Nível de Risco Financeiro Nível de Risco Financeiro FONTE: Modificado de Better Care. Smarter Spending. Healthier People: Paying Providers for Value, Not Volume, 2015 FFS tradicional. Nada relacionado à qualidade. Fee-for-Service Categoria I Nível de Responsabilização e Integração do Prestador FONTE: Modificado de Better Care. Smarter Spending. Healthier People: Paying Providers for Value, Not Volume, 2015 Modelos de P4P: FFS + Pelo menos uma parte do pagamento é associado a métricas de qualidade. FFS tradicional. D) FFS+ Nada Recompen-sas relacionado à qualidade. A) Infra B) Reports C) FFS + P4P e Punições Fee-for-Service Categoria I Categoria II Nível de Responsabilização e Integração do Prestador 3

4 Nível de Risco Financeiro Nível de Risco Financeiro FONTE: Modificado de Better Care. Smarter Spending. Healthier People: Paying Providers for Value, Not Volume, 2015 Modelos alternativos de pagamentos mas ainda construídos sob a base FFS. FFS tradicional. Modelos de P4P: FFS + Pelo menos uma parte do pagamento é associado a métricas de qualidade. D) FFS+ A) Compartilhamento da Economia B) + Compartilhamento do Risco Nada Recompen-sas relacionado à qualidade. A) Infra B) Reports C) FFS + P4P e Punições Fee-for-Service Categoria I Categoria II Categoria III Nível de Responsabilização e Integração do Prestador FONTE: Modificado de Better Care. Smarter Spending. Healthier People: Paying Providers for Value, Not Volume, 2015 Modelos de Pagamento Baseado em Valor B) Baseado em População Modelos alternativos de pagamentos mas ainda construídos sob a base FFS. A) BUNDLES (Episódios) FFS tradicional. Modelos de P4P: FFS + Pelo menos uma parte do pagamento é associado a métricas de qualidade. D) FFS+ A) Compartilhamento da Economia B) + Compartilhamento do Risco Nada Recompen-sas relacionado à qualidade. A) Infra B) Reports C) FFS + P4P e Punições Fee-for-Service Categoria I Categoria II Categoria III Categoria IV Nível de Responsabilização e Integração do Prestador 4

5 Nível de Risco Financeiro Análise Prática de alguns Modelos FONTE: Modificado de Better Care. Smarter Spending. Healthier People: Paying Providers for Value, Not Volume, 2015 Modelos de Pagamento Baseado em Valor B) Baseado em População Modelos alternativos de pagamentos mas ainda construídos sob a base FFS. A) BUNDLES (Episódios) FFS tradicional. Modelos de P4P: FFS + Pelo menos uma parte do pagamento é associado a métricas de qualidade. D) FFS+ A) Compartilhamento da Economia B) + Compartilhamento do Risco Nada Recompen-sas relacionado à qualidade. A) Infra B) Reports C) FFS + P4P e Punições Fee-for-Service Categoria I Categoria II Categoria III Categoria IV Nível de Responsabilização e Integração do Prestador 5

6 Conceitos PAGAMENTO BASEADO NA EPISÓDIOS POPULAÇÕES Performance-based payments Bundles payments Population based payment. Pagamento tradicional FFS tabelado ou salário, mas associa-se a ele incentivos pela melhoria de indicadores de qualidade.. Pagamento único ajustado pelo risco para uma determinada condição clínica. Cobre todo os serviços e infraestruturas necessárias para o tratamento de uma condição clínica em todo o ciclo de cuidado ou um tempo definido para condições crônicas. Pagamento por vida assistida, ajustado pelo risco, numa determinada área de abrangência associado a métricas de qualidade e custo Modelo de Pagamento PAGAMENTO BASEADO NA EPISÓDIOS POPULAÇÕES Performance-based payments Bundles payments Population based payment. Mantém-se o pagamento FFS associando incentivos pela qualidade. Modelo Prospectivo: o prestador recebe pagamento total adiantado. Modelo Retrospectivo: as contas são pagas FFS e o custo para os serviços dos bundles são conciliados com a meta total de custo. Capitation associado a métricas de valor em saúde 6

7 Aplicação Ideal PAGAMENTO BASEADO NA EPISÓDIOS POPULAÇÕES Performance-based payments Bundles payments Population based payment. Prestadores da rede credenciada. Profissionais do Corpo Clínico ou ambulatório. Equipes de Saúde. Ideal para tipos de doenças e procedimentos que tem baixa variabilidade, alta prevalência e alto custo (e.g. próteses quadril, joelho, diabetes, asma, etc.). Atenção primária. Algumas especialidades que gerenciem populações e sejam bem compartimentalizadas, como a pediatria, ortopedia, oftalmologia e cardiologia Pontos Positivos PAGAMENTOE BASEADO POR EPISÓDIOS POPULAÇOES Performance-based Payment Bundle Payments Population-based Payment. Facil implantar. Maior responsabilização. Responsabilidade custo e das escolhas. Maior aderência. Cuidados multidisciplinares. Redução do desperdício. Menor risco ao prestador. Cuidados mais coordenados. Economia fica com o prestador. Progressivo. Recompensa o bom resultado. Incentiva reduzir custos e melhorar. Incentiva eficiência desfechos. Competição por condição. Foco na área de excelência. Competição baseada em valor. Dados de vida real 7

8 Desafios PAGAMENTOE BASEADO POR EPISÓDIOS POPULAÇOES Performance-based Payment Bundle Payments Population-based Payment. Métricas relevantes, sólidas e viáveis. Métricas: interoperabilidade. Não há responsabilizaçao direta. Poucos dados assistenciais (rede). Prestador consciente de que é bom sobre o paciente. Risco de vincular HM à performance. Contratualização com vários atores. Risco de subtratamento e seleção de. Aplicação de incentivos em saúde. Risco diferença do bundle e o custo risco (impacto do incentivo) de todos os serviços incluidos. Ameaça a competição. Paradigma de transferir toda a assistência ao prestador Casos Práticos PAGAMENTO POR Já implantado em alguns hospitais, planos de saúde e SUS. Em implantação em diversos. 8

9 Programa de Valorização do Cooperado Valorização e não punição do cooperado. Transparência nas regras e na demonstração dos resultados para gerar confiabilidade. Indicadores ajustados por especialidade. Relatório individual comparativo. Valor substancial desejável. Aprovação em Assembleia após consulta ao CREMERS. + R$ 1,88 milhões de remuneração adicional por performance + 8,4% da produção médica veio de incentivos com base na performance Programa de Relacionamento Médico 9

10 Coloque um Título Rede Restrita com Modelo Híbrido de Remuneração (Salario + Produção + P4P) Redução média de 34% FONTE: IMPACTO, 2008 Caso Prático PAGAMENTO POR BUNDLES Em discussão em um grupo de UNIMEDs com foco em quadril e joelho. 10

11 Caso Prático PAGAMENTO BASEADO EM POPULAÇOES Em implantação para especialidades de Cardiologia e Ortopedia em uma Medicina de Grupo. Em discussão para a Oftalmologia. Desafio Comum: O que e como Medir? 11

12 FONTE: Modelo GPS.2iM Proposta de como chegar a um indicador composto INDICADOR A INDICADOR B ESTRUTURA INDICADOR C INDICADOR D EFICIÊNCIA QUALIDADE Dados openehr Analytics INDICADOR E EFETIVIDADE INDICADOR F EXPERIÊNCIA DO PACIENTE Consenti mento e auditoria INDICADOR G FONTE: Modelo GPS.2iM Resultado 12

13 Performance VS Valor Ajustes no MODELO GPS.2iM INDICADOR A INDICADOR A INDICADOR B ESTRUTURA INDICADOR B ESTRUTURA INDICADOR C INDICADOR C EFICIÊNCIA EFICIÊNCIA INDICADOR D QUALIDADE INDICADOR D QUALIDADE CUSTO EFETIVIDADE CUSTO EFETIVIDADE INDICADOR F EXPERIÊNCIA DO PACIENTE INDICADOR F EXPERIÊNCIA DO PACIENTE CUSTO INDICADOR G INDICADOR G Algumas Conclusões Pagamento por Performance e Pagamento Baseado em Valor tem o mesmo racional: incentivos à melhorar a qualidade e a percepção de valor ao paciente com custos compatíveis. A tendência será transferir, cada vez mais, o risco ao prestador e ao paciente. Já tem modelos implantados e em implantação no Brasil. Se faz necessário avaliar os resultados e ajustar o que for necessário. O desafio comum aos modelos é a definição das métricas e como buscar os dados. Não existe um modelo ideal. Temos que pensar em modelos híbridos e associados. 13

14 O mais efetivo modo de lidar com a mudança é ajudar a criá-la. L. W. Lynett Obrigado! [email protected]

O Pagamento por Performance Como Viabilizar no Cenário Atual

O Pagamento por Performance Como Viabilizar no Cenário Atual O Pagamento por Performance Como Viabilizar no Cenário Atual Por: Dr. César Abicalaffe [email protected] Desmistificando o P4P Uso de incentivos em Saúde Como implantar um modelo de P4P Alguns

Leia mais

Gestão da Performance em Saúde

Gestão da Performance em Saúde Gestão da Performance em Saúde Por: Dr. César Abicalaffe Inteligência Médica para apoiar a Auditoria Performance, Qualidade, Valor e Remuneração Reforma do modelo de remuneração Uma proposta de ordem prática

Leia mais

GNT Saúde Suplementar. Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017

GNT Saúde Suplementar. Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017 GNT Saúde Suplementar Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017 Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017 DRG e sua aplicabilidade na Saúde Suplementar GOLDETE PRISZKULNIK Executiva Médica em Gestão

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde. Uma Plataforma para Gestão da Assistência à Saúde

Registro Eletrônico de Saúde. Uma Plataforma para Gestão da Assistência à Saúde Registro Eletrônico de Saúde Uma Plataforma para Gestão da Assistência à Saúde Governança clínica GOVERNANÇA Clínica 1 2 3 4 Modelo aonde as organizações são responsáveis por melhorar continuamente a qualidade

Leia mais

O trabalho médico em cooperativa

O trabalho médico em cooperativa O trabalho médico em cooperativa Sistema Unimed 38 Prestadoras 293 Operadoras 17 Federações Institucionais 348 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central Nacional 33 Federações

Leia mais

REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE. Uma Plataforma para Gestão da Assistência à Saúde

REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE. Uma Plataforma para Gestão da Assistência à Saúde REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE Uma Plataforma para Gestão da Assistência à Saúde Números do Sistema Unimed 84% de presença em território nacional 346 cooperativas 18 milhões de beneficiários 114 mil médicos

Leia mais

Cenários e Tendências Globais sobre Saúde Baseada em Valor

Cenários e Tendências Globais sobre Saúde Baseada em Valor Cenários e Tendências Globais sobre Saúde Baseada em Valor Por: César Abicalaffe MD MBA MSc Alinhando Conceitos: O que é Saúde Baseada em Valor? Valor na perspectiva da Economia da Saúde Valor na perspectiva

Leia mais

Modelo de Remuneração & Qualidade A Visão da ANS

Modelo de Remuneração & Qualidade A Visão da ANS Modelo de Remuneração & Qualidade A Visão da ANS Qualidade e Modelos de Pagamento? Qualidade da Atenção Presumida Cultura Avaliativa Fragmentação da Rede Assistencial Itinerário do Paciente = obstáculos

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL IMPACTO Auditoria em Saúde S/A Abril de 2016 +20 anos de mercado +100 colaboradores 4 escritórios (Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis e Campinas) + 50 Operadoras clientes

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA

QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA QUALIFICAÇÃO DA REDE HOSPITALAR UNIMED VITÓRIA 18 de Novembro de 2016 UNIMED VITÓRIA / ES 328.000 CLIENTES, SENDO DESTES, 32.000 EM ATENÇÃO PRIMÁRIA; 2.360 MÉDICOS COOPERADOS; 260 PRESTADORES DE SERVIÇO;

Leia mais

A Jornada para uma Saúde Sustentável

A Jornada para uma Saúde Sustentável A Jornada para uma Saúde Sustentável DRG do conceito à sua aplicação na gestão para a busca de Valor André Alexandre Osmo, MD, Ph.D., MBA. [email protected] Agenda 1 Sustentabilidade: paciente como

Leia mais

Principais alternativas para a otimização e a diminuição de falhas no Faturamento Hospitalar

Principais alternativas para a otimização e a diminuição de falhas no Faturamento Hospitalar Principais alternativas para a otimização e a diminuição de falhas no Faturamento Hospitalar AGENDA 1. A Qualirede 2. Cenário das cobranças e dos pagamentos 3. Dificuldades no faturamento hospitalar 4.

Leia mais

Remuneração por Orçamento Global Ajustado

Remuneração por Orçamento Global Ajustado Remuneração por Orçamento Global Ajustado Renê Felippe Ohtani Diretor da SOMPAS Sociedade Médica Paulista de Administração em Saúde Diretor da ABRAMPAS Associação Brasileira de Medicina Preventiva e Administração

Leia mais

CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED

CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED CURSO PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE SAÚDE UNIMED PROPOSTA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FGV CORPORATIVO 12.227/14_v3 QUADRO DE DISCIPLINAS Disciplinas (**) Carga Horária (*) 1. Cooperativismo e Administração de Serviços

Leia mais

Modelo de Remuneração de Prestadores

Modelo de Remuneração de Prestadores Modelo de Remuneração de Prestadores BRITCHAM São Paulo, 9 de março de 2012. Cenário Atual Fee for service Auditorias conflituosas e custosas Risco de overconsumption Glosa Remuneração migrando de serviços

Leia mais

Caso Unimed Circuito das Águas. Dra. Maristela Nogueira Leônidas Diretora Administrativa

Caso Unimed Circuito das Águas. Dra. Maristela Nogueira Leônidas Diretora Administrativa Caso Unimed Circuito das Águas Dra. Maristela Nogueira Leônidas Diretora Administrativa Agosto/2014 Objetivo: Abordar as principais práticas de gestão que levaram a cooperativa a conquistar o prêmio do

Leia mais

Unimed 2ª Opinião ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED!

Unimed 2ª Opinião ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED! ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED! CONCEITO O Inova Unimed é um movimento de renovação que visa a modernização estrutural, operacional e administrativa da Unimed Vale do Aço. OBJETIVOS SATISFAZER

Leia mais

Tendências da Gestão Hospitalar. Contexto Atual e Tendências nos Hospitais Públicos Estaduais

Tendências da Gestão Hospitalar. Contexto Atual e Tendências nos Hospitais Públicos Estaduais Tendências da Gestão Hospitalar Contexto Atual e Tendências nos Hospitais Públicos Estaduais 30 de setembro de 2009 FHEMIG Contexto Atual Criada em 1977 - FEAMUR, FEAP e FEAL. Hoje - 21 unidades assistenciais

Leia mais

Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Karla Santa Cruz Coelho Diretora de Gestão

Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Karla Santa Cruz Coelho Diretora de Gestão Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Karla Santa Cruz Coelho Diretora de Gestão Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Agência reguladora federal vinculada ao Ministério da Saúde Atua na regulação,

Leia mais

Programa de Gerenciamento de Casos: um mecanismo assistencial como fator redutor de processos judiciais. Dr. Faustino Garcia Alferez

Programa de Gerenciamento de Casos: um mecanismo assistencial como fator redutor de processos judiciais. Dr. Faustino Garcia Alferez Programa de Gerenciamento de Casos: um mecanismo assistencial como fator redutor de processos judiciais Dr. Faustino Garcia Alferez Agenda da apresentação 1 Sobre a Unimed Paraná 2 Objetivo e justificativa

Leia mais

Auditoria Concorrente. Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015

Auditoria Concorrente. Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015 Auditoria Concorrente Encontro de Auditoria Unimed Central-RS Porto Alegre 07 de agosto de 2015 UNIMED PORTO ALEGRE 40,7% 46 de participação do mercado de planos de saúde no RS (ANS dezembro/2014) Municípios

Leia mais

Sistemáticas de remuneração dos hospitais que atuam na Saúde Suplementar: Diretrizes e Rumos Dr. Jair Monaci Dr. Sérgio Vieira

Sistemáticas de remuneração dos hospitais que atuam na Saúde Suplementar: Diretrizes e Rumos Dr. Jair Monaci Dr. Sérgio Vieira Sistemáticas de remuneração dos hospitais que atuam na Saúde Suplementar: Diretrizes e Rumos Dr. Jair Monaci Dr. Sérgio Vieira 09/03/12 Criação do Grupo Técnico sobre Modelos de Remuneração 28/01/10: ANS

Leia mais

A integração dos Núcleos de Segurança do Paciente com os Setores e Comissões Hospitalares. Antonio da Silva Bastos Neto

A integração dos Núcleos de Segurança do Paciente com os Setores e Comissões Hospitalares. Antonio da Silva Bastos Neto A integração dos Núcleos de Segurança do Paciente com os Setores e Comissões Hospitalares Antonio da Silva Bastos Neto Nossa História Missão, Visão e Valores Estrutura Organizacional Programa de Qualidade

Leia mais

Precificação de Planos de Atenção Primária

Precificação de Planos de Atenção Primária Precificação de Planos de Atenção Primária Expectativas distintas quanto à Precificação Beneficiário Área comercial da Operadora Direção da Cooperativa Cliente/Beneficiário: Garantia de Atendimento personalizado

Leia mais

CENTRAL NACIONAL UNIMED

CENTRAL NACIONAL UNIMED CENTRAL NACIONAL UNIMED 6ª MAIOR OPERADORA do país 1.496.699 DE CLIENTES NOSSOS NÚMEROS Março/2018 326 sócias 1.340 colaboradores 214 hospitais 183 laboratórios 1.592 clínicas 8.512 médicos 1.454 multiprofissionais

Leia mais

O DESAFIO NA ADOÇÃO DE NOVOS MODELOS DE REMUNERAÇÃO

O DESAFIO NA ADOÇÃO DE NOVOS MODELOS DE REMUNERAÇÃO O DESAFIO NA ADOÇÃO DE NOVOS MODELOS DE REMUNERAÇÃO Sérgio Lopez Bento Maio 2010 O objetivo é ser humano O DESAFIO NA ADOÇÃO DE NOVOS MODELOS DE REMUNERAÇÃO AGENDA 1. Contexto atual do segmento de saúde

Leia mais

Estratégia e governança [G4-34]

Estratégia e governança [G4-34] 19 Estratégia e governança [G4-34] Aos 45 anos, a Unimed-BH é uma cooperativa médica que responde por um amplo sistema de saúde. São dois focos de negócio: a operação de planos de saúde e a Rede Própria

Leia mais

DRG Brasil UMA METODOLOGIA TRANSFORMADORA DO SISTEMA DE SAÚDE QUAL O MODELO REMUNERATÓRIO IDEAL??

DRG Brasil UMA METODOLOGIA TRANSFORMADORA DO SISTEMA DE SAÚDE QUAL O MODELO REMUNERATÓRIO IDEAL?? DRG Brasil UMA METODOLOGIA TRANSFORMADORA DO SISTEMA DE SAÚDE QUAL O MODELO REMUNERATÓRIO IDEAL?? AFINAL, O QUE É DRG? POR QUE TANTOS TIPOS DIFERENTES DE DRGs DISPONÍVEIS NO MUNDO? O custo e os resultados

Leia mais

Navegando em águas desconhecidas: como chegar a um porto seguro?

Navegando em águas desconhecidas: como chegar a um porto seguro? Navegando em águas desconhecidas: como chegar a um porto seguro? Michael Luiz Diana de Oliveira Analista Técnico de Políticas Sociais Coordenador-Geral Substituto dos Sistemas de Informação MINISTÉRIO

Leia mais

Telemedicina SULAMÉRICA OPORTUNIDADES PARA SAÚDE SUPLEMENTAR

Telemedicina SULAMÉRICA OPORTUNIDADES PARA SAÚDE SUPLEMENTAR Telemedicina SULAMÉRICA OPORTUNIDADES PARA SAÚDE SUPLEMENTAR Saúde Suplementar no Brasil 2 Beneficiários na Saúde Suplementar 47,2 23,0 Despesas Assistenciais Somaram R$ 151,4 bilhões (operadoras médico

Leia mais

Planejamento Estratégico para Operadoras de Plano de Saúde

Planejamento Estratégico para Operadoras de Plano de Saúde Planejamento Estratégico para Operadoras de Plano de Saúde Para que planejar? Aos 30 anos eu quero... Planejamento estratégico é o processo gerencial que busca desenvolver e manter um ajustamento entre

Leia mais

Sumário. Apresentação da 2 a edição, 11. Parte i Visão geral da gestão de pessoas, 13

Sumário. Apresentação da 2 a edição, 11. Parte i Visão geral da gestão de pessoas, 13 Sumário Apresentação da 2 a edição, 11 Parte i Visão geral da gestão de pessoas, 13 1 A gestão de pessoas passada a limpo, 15 Introdução, 15 Novo contrato entre pessoas e organizações, 20 O porquê de um

Leia mais

Unimed de Londrina. A Auditoria Analítica e a Gestão Compartilhada

Unimed de Londrina. A Auditoria Analítica e a Gestão Compartilhada Unimed de Londrina A Auditoria Analítica e a Gestão Compartilhada A Auditoria Analítica e a Gestão Compartilhada Unimed de Londrina Jorge Luis Gonçalves (Superintendente de Provimento de Saúde) Dr. Ivan

Leia mais

DRG:CASES MARCELO T. CARNIELO

DRG:CASES MARCELO T. CARNIELO DRG:CASES MARCELO T. CARNIELO AGENDA DRG: O que é? Percentil? DRG: experiências no Brasil e no Mundo DRG: redução do custo assistencial DRG: gestão do leito DRG: desempenho por médico e por especialidades

Leia mais

QUALIHOSP São Paulo, 03 de abril de 2012

QUALIHOSP São Paulo, 03 de abril de 2012 Regulação e Qualidade QUALIHOSP São Paulo, 03 de abril de 2012 Ações para melhoria da Qualidade Remuneração Qualificação Informação Qualidade Resolução Normativa n o 267 QUALIFICAÇÃO Programa de Divulgação

Leia mais

Modelos de remuneração (Fee for Service, Captation, Pacote) para as Operadoras Odontológicas. Antonio Jorge G.Kropf SP,12 abril 2013

Modelos de remuneração (Fee for Service, Captation, Pacote) para as Operadoras Odontológicas. Antonio Jorge G.Kropf SP,12 abril 2013 Modelos de remuneração (Fee for Service, Captation, Pacote) para as Operadoras Odontológicas. Antonio Jorge G.Kropf SP,12 abril 2013 ROTEIRO 1. Dados gerais. 2. Bibliografia : artigos e revisões. 3. Formas

Leia mais

DRG BRASIL IAG Saúde - MG

DRG BRASIL IAG Saúde - MG DRG BRASIL IAG Saúde - MG CENÁRIO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO CENÁRIO DA REDE HOSPITALAR BRASILEIRA Dívida de 800 milhões de dólares dos hospitais privados Medicina S/A Crise financeira ronda hospitais

Leia mais

Agenda Regulatória. Secretário Executivo da ANS. São Paulo, 05 de novembro de Debates GVSaúde João Luis Barroca

Agenda Regulatória. Secretário Executivo da ANS. São Paulo, 05 de novembro de Debates GVSaúde João Luis Barroca Agenda Regulatória ANS Debates GVSaúde João Luis Barroca Secretário Executivo da ANS São Paulo, 05 de novembro de 2012 Evolução do Processo de Regulação Até 1997 1997 1998 1999 2000 Debates no Congresso

Leia mais

TCU: Fiscalização e Responsabilização (accountability)

TCU: Fiscalização e Responsabilização (accountability) TCU: Fiscalização e Responsabilização (accountability) Seminário Governança e Gestão de Hospitais de Atendimento Público no Brasil Rio de Janeiro, 20/10/2014 Marcelo Chaves Secretário de Controle Externo

Leia mais

Metas de Segurança do Paciente A importância do Médico

Metas de Segurança do Paciente A importância do Médico Metas de Segurança do Paciente A importância do Médico BSB fev 19 O Brasil faz parte da Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2004. O objetivo

Leia mais

O que é e o porque da Qualidade de Vida na minha organização: O Olhar da equipe executiva de Recursos Humanos. Cleusa Ramos Enck

O que é e o porque da Qualidade de Vida na minha organização: O Olhar da equipe executiva de Recursos Humanos. Cleusa Ramos Enck O que é e o porque da Qualidade de Vida na minha organização: O Olhar da equipe executiva de Recursos Humanos Cleusa Ramos Enck Agenda: O cenário da saúde O Hospital Alemão Oswaldo Cruz O Programa de Qualidade

Leia mais

Serviço de Agendamento de Consultas Unimed Pelotas

Serviço de Agendamento de Consultas Unimed Pelotas Serviço de Agendamento de Consultas Unimed Pelotas UNIMED PELOTAS A Unimed Pelotas é uma Cooperativa de Trabalho Médico, fundada em 18 de dezembro de 1978, como uma alternativa à saúde assistencial. Líder

Leia mais

Lançamento de Novo Produto. Unimed Hospitalar

Lançamento de Novo Produto. Unimed Hospitalar Lançamento de Novo Produto Unimed Hospitalar Motivações e Oportunidades Nova linha de produtos Possibilidade de realização de consulta particular pelo médico cooperado da Unimed Campinas Abertura para

Leia mais

Fernando Coelho Neto Superintendente de Planejamento e Novos Negócios

Fernando Coelho Neto Superintendente de Planejamento e Novos Negócios Fernando Coelho Neto Superintendente de Planejamento e Novos Negócios Unimed-BH: uma cooperativa feita por pessoas para cuidar de pessoas 1.221.164 Clientes* 5.600 3.945 médicos cooperados empregos diretos

Leia mais

Cartilha de especialidade. Como resolver isto no intercâmbio. Dr. Marlus Volney de Morais

Cartilha de especialidade. Como resolver isto no intercâmbio. Dr. Marlus Volney de Morais Cartilha de especialidade Como resolver isto no intercâmbio Dr. Marlus Volney de Morais Cartilha de especialidade Como resolver isto? Cartilha de especialidade Como resolver isto? D I Á L O G O ... Mas,

Leia mais

CMB - X Congresso Nacional das Operadoras e Hospitais em Saúde Suplementar Painel: Melhorando a Gestão em Operadoras e Hospitais - Operadoras

CMB - X Congresso Nacional das Operadoras e Hospitais em Saúde Suplementar Painel: Melhorando a Gestão em Operadoras e Hospitais - Operadoras CMB - X Congresso Nacional das Operadoras e Hospitais em Saúde Suplementar Painel: Melhorando a Gestão em Operadoras e Hospitais - Operadoras 22/07/2015 4º no Ranking nacional Medicina de Grupo 1º Empresa

Leia mais

PLANILHA PARA CONTROLE DAS DELIBERAÇÕES SOBRE AS PROPOSTAS DE MELHORIAS ENVIADAS ÀS ASSEMBLEIAS.

PLANILHA PARA CONTROLE DAS DELIBERAÇÕES SOBRE AS PROPOSTAS DE MELHORIAS ENVIADAS ÀS ASSEMBLEIAS. TEMAS PROPOSTA DOS TRABALHADORES (AS) MOLO GESTÃO 1. Retorno ao modelo de autogestão por RH PLANILHA PARA CONTROLE DAS LIBERAÇÕES SOBRE AS PROPOSTAS MELHORIAS PROPOSTA DA EMPRESA CONSENSO RESULTADO 1.

Leia mais

100 mil clientes. 700 Médicos Cooperados. Unimed SJC. 3 Hospitais Próprios. Mais de. Mais de. Santos Dumont Hospital

100 mil clientes. 700 Médicos Cooperados. Unimed SJC. 3 Hospitais Próprios. Mais de. Mais de. Santos Dumont Hospital Unimed SJC Mais de Santos Dumont Hospital 100 mil clientes Mais de 3 Hospitais Próprios Unidade Avançada Santos Dumont Hospital Litoral Norte 700 Médicos Cooperados Unidade Hospital Dia 3 Centros de Especialidades

Leia mais

Debates GV Saúde Adriano Leite Soares Unimed do Brasil

Debates GV Saúde Adriano Leite Soares Unimed do Brasil Debates GV Saúde Adriano Leite Soares Unimed do Brasil Sistema Unimed 37 Prestadoras 297 Operadoras 15 Federações Institucionais 349 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central

Leia mais

Desafios e Oportunidades na Logística Hospitalar. Fernando Andreatta Torelly Diretor Executivo

Desafios e Oportunidades na Logística Hospitalar. Fernando Andreatta Torelly Diretor Executivo Desafios e Oportunidades na Logística Hospitalar Fernando Andreatta Torelly Diretor Executivo O Mercado de Saúde Mudou O Brasil viveu anos de desenvolvimento econômico; Este desenvolvimento gerou melhoria

Leia mais

Hospital Summit Terceirização de Serviços Médicos

Hospital Summit Terceirização de Serviços Médicos 15/03/2017 Hospital Summit Terceirização de Serviços Médicos Modelo Adotado Grupo São Lucas Ribeirania Ribeirão Preto Dr Pedro Antonio Palocci o Médico Pediatra formado pela XXIIIª Turma da FMRP-USP 1979

Leia mais

Precificação baseada em custos. Dr. Luís Francisco Costa Diretor Administrativo e Financeiro Unimed Paraná

Precificação baseada em custos. Dr. Luís Francisco Costa Diretor Administrativo e Financeiro Unimed Paraná Precificação baseada em custos Dr. Luís Francisco Costa Diretor Administrativo e Financeiro Unimed Paraná 156.129 beneficiários 469 colaboradores Fonte: Relatório Gerencial Unimed Paraná - Abril/2018 3

Leia mais

DRG REMUNERAÇÃO POR AVALIAÇÃO

DRG REMUNERAÇÃO POR AVALIAÇÃO DRG REMUNERAÇÃO POR AVALIAÇÃO Jeruza Lavanholi Neyeloff, MD, PhD Consultora de Gestão em Saúde na Unimed Porto Alegre Epidemiologista na Vice Presidência HCPA Pesquisadora no Instituto de Avaliações de

Leia mais

A Experiência Norte-Americana e Lições para a Saúde Suplementar. André Medici FENCOM - Belo Horizonte, 6 de Maio de 2016

A Experiência Norte-Americana e Lições para a Saúde Suplementar. André Medici FENCOM - Belo Horizonte, 6 de Maio de 2016 A Experiência Norte-Americana e Lições para a Saúde Suplementar André Medici FENCOM - Belo Horizonte, 6 de Maio de 2016 Principais Temas 1. A Qualidade como Valor 2. Qualidade e Planos de Saúde 3. Qualidade

Leia mais

ENCONTRO NACIONAL UNIMED DE VENDAS

ENCONTRO NACIONAL UNIMED DE VENDAS Atenção Primária à Saúde A experiência da Unimed-BH Triple Aim Como está nosso modelo tradicional de plano de saúde nestes 3 quesitos? Custos do cuidado http://www.iess.org.br/?p=publicacoes&id_tipo=13

Leia mais

Governança e Compliance nas Cooperativas de Assistência Médica. A Direção da Cooperativa, seus Processos e o Cooperado

Governança e Compliance nas Cooperativas de Assistência Médica. A Direção da Cooperativa, seus Processos e o Cooperado Governança e Compliance nas Cooperativas de Assistência Médica A Direção da Cooperativa, seus Processos e o Cooperado Agenda A B C Contexto de Governança e Compliance em operadoras de Saúde Compliance

Leia mais

TRANSFORMAR PARA AVANÇAR

TRANSFORMAR PARA AVANÇAR TRANSFORMAR PARA AVANÇAR Tema: MUDANÇA PARA O MODELO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE Dra. Corina Maria Nina Viana Batista Temas Debatidos MUDANÇA PARA O MODELO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE Difusão para adoção

Leia mais

EMPRESA INCUBADA AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE GESTÃO DA PERFORMANCE EM SAÚDE EM UM HOSPITAL DE GRANDE PORTE EM SÃO PAULO SP, BRASIL

EMPRESA INCUBADA AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE GESTÃO DA PERFORMANCE EM SAÚDE EM UM HOSPITAL DE GRANDE PORTE EM SÃO PAULO SP, BRASIL AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE GESTÃO DA PERFORMANCE EM SAÚDE EM UM HOSPITAL DE GRANDE PORTE EM SÃO PAULO SP, BRASIL Autores: Adriana Santos Müller Ana Tereza Bittencourt Guimarães César Luiz Abicalaffe Josiane

Leia mais

Longevidade: O impacto nos custos da saúde. Antonio Jorge Kropf AMIL 30 de agosto de2017

Longevidade: O impacto nos custos da saúde. Antonio Jorge Kropf AMIL 30 de agosto de2017 Longevidade: O impacto nos custos da saúde Antonio Jorge Kropf AMIL 30 de agosto de2017 17 e 18 de agosto 2017 Cenário da saúde suplementar para 2022 Transição demográfica e seus impactos Idosos apresentam

Leia mais

Gustavo Gusso Professor de Clinica Geral e Propedêutica da FMUSP CMO da Amparo Saúde

Gustavo Gusso Professor de Clinica Geral e Propedêutica da FMUSP CMO da Amparo Saúde COMO FORTALECER A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (APS) NOS PLANOS DE SAÚDE Gustavo Gusso Professor de Clinica Geral e Propedêutica da FMUSP CMO da Amparo Saúde Amparo Saúde Rede Prestadora com foco em Operadoras

Leia mais

Fórum de Custos PAINEL DE INDICADORES. Maria Beatriz Nunes Pires Coordenadora Técnica Central de Análises - Planisa

Fórum de Custos PAINEL DE INDICADORES. Maria Beatriz Nunes Pires Coordenadora Técnica Central de Análises - Planisa Fórum de Custos Maria Beatriz Nunes Pires Coordenadora Técnica Central de Análises - Planisa Indicadores são variáveis que medem quantitativamente as variações no comportamento de critérios previamente

Leia mais