RELATÓRIO DE ESTÁGIO 1/3

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DE ESTÁGIO 1/3"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA COORDENADORIA DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA CEP FLORIANÓPOLIS - SC - BRASIL [email protected] RELATÓRIO DE ESTÁGIO 1/3 ERÍODO: DE 09/02/2010 A 30/03/2010 PERÍODO WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ALUNO: GUSTAVO MARCHIONI PESSOA DENADAI SUPERVISOR: ANDRÉ LUIS DA COSTA ORIENTADOR: DR. ENG. LAURO CÉSAR NICOLAZZI JARAGUÁ DO SUL, 15/04/2010

2 Conteúdo 1. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA CONCEDENTE WEG APRESENTAÇÃO DA ÁREA DE ATUAÇÃO NA EMPRESA ATIVIDADES REALIZADAS INTRODUÇÃO PROPOSTA DE TRABALHO CRONOGRAMA METODOLOGIA TRABALHO REALIZADO DISCUSSÕES E CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ANEXOS

3 1. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA CONCEDENTE WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS Fundada em 16 de setembro de 1961 pelos três amigos e sócios, Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva, e Geraldo Werninghaus, a WEG que inicialmente chamava-se Eletromotores Jaraguá, iniciou sua história apenas como uma pequena fábrica de motores. Seu nome foi alterado para Eletromotores WEG S.A. anos mais tarde, numa referência às iniciais dos nomes de seus fundadores, e também, por significar caminho em alemão. Na época, contando com um capital inicial equivalente a de um carro popular de hoje em dia, e juntando os conhecimentos de Werner como técnico em eletrônica, Eggon na área administrativa e Geraldo em mecânica criaram o que é hoje uma das empresas líderes no mercado mundial de motores e equipamentos elétricos em geral. Mais recentemente a razão social da empresa foi alterada para WEG Equipamentos Elétricos S.A. e atualmente a empresa é presidida pelo Sr. Harry Schmelzer Junior. Inicialmente contemplando apenas a produção de motores, a partir de 1980, a WEG começou a ampliar suas atividades, com a produção de componentes eletroeletrônicos, produtos para automação industrial, transformadores de força e distribuição, tintas líquidas e em pó e vernizes eletro-isolantes. Atualmente com mais de 20 mil colaboradores (veja figura na página 5) e focada em soluções eletroeletrônicas em geral, a WEG está organizada em cinco grandes grupos: Administrativo, Energia, Automação, Motores e Tintas cuja produção de motores, geradores, transformadores, inversores de freqüência, vernizes e tintas entre outros produtos se concentram em 11 parques fabris no Brasil (em Jaraguá do Sul Parque Fabril I e Parque Fabril II, Guaramirim, Blumenau, Guarulhos, Gravataí, Itajaí, Joaçaba, Hortolândia, São Bernardo e Manaus). No exterior possui 7 fábricas (três na Argentina - Córdoba, San Francisco, Buenos Aires; duas no México Huehuetoca, Tizayuca; uma em Portugal - Maia e uma na China - Nantong), e mais a fábrica na Índia, em fase final de construção; consolidando a WEG a cada dia como 3

4 uma das maiores empresas do ramo de soluções para energia e sistemas elétricos industriais completos. No México encontra-se a mais nova fábrica de transformadores WEG com o objetivo de atender os mercados da América do norte (EUA, Canadá, México e Caribe) e abranger anger a atuação desta linha no exterior. Líder de mercado de motores elétricos no Brasil e na América Latina e figurando entre os cinco maiores fabricantes do mundo possui mais de 20 filiais fora do país em 5 continentes, e com presença em mais de 85 países, atuando de forma marcante no mercado mundial. No mercado brasileiro, a WEG apresenta-se também como a líder de mercado nas linhas de motores e geradores, e uma das maiores empresas no setor de transformadores, contando com representantes em todas as regiões do país. A figura abaixo mostra a presença das filiais e das fábricas da WEG no mundo. Figura 1 - Filiais e fábricas da WEG no mundo [1] Dos cinco grandes grupos que compõem a WEG atualmente, um é da parte administrativa e os outros quatro (Energia, Automação, Motores e Tintas) são de segmentos de produtos. A parcela de cada um dos quatro segmentos 4

5 de produtos no faturamento total da WEG Equipamentos Elétricos S.A. está mostrada nos gráficos abaixo: Figura 2: Faturamento geral (à esquerda) e a participação de cada unidade [1] As subdivisões dentro dos cinco grupos que formam a WEG estão assim organizados: WEG Administrativo: WEG Equipamentos Elétricos S.A.: responsável pela administração do grupo; WEG Indústrias S.A: responsável por duas empresas do grupo não ligadas diretamente à fabricação de equipamentos elétricos; WEG Exportadora: responsável pelas vendas da empresa a outros países (trading da empresa); WEG Florestal: empresa do grupo responsável pelos reflorestamentos que originam 85% da madeira utilizada para caixas dos equipamentos; WEG Automação: WEG Automação: atua na área de automação de máquinas e processos industriais; WEG Acionamentos: produz acionamentos elétricos, como contatores, relés, painéis, entre outros; WEG Motores: WEG Motores: é considerada a maior e melhor fábrica de motores elétricos da América Latina, responsável por grande parte do faturamento do grupo; 5

6 WEG Energia: WEG Máquinas: produz geradores de pequeno e médio porte e máquinas especiais, como motores de grande porte e alta tensão; WEG Transformadores: fabrica transformadores trifásicos de distribuição até força, reatores, transformadores para Fornos de indução e arco, transformador para retificadores, subestações convencionais e móveis; WEG Tintas: WEG Química: fabricante de tintas líquidas e em pó, e vernizes eletro isolantes; Abaixo algumas figuras dos produtos fabricados pela WEG: Figura 3 - W21 Alto Rendimento Plus & Centro de Controle de Motores de Baixa Tensão - CCM s BT [2] Figura 4 - Motor MGF & Gerador Linha G Plus [2] 6

7 Figura 5 Tinta em pó [2] Figura 6 - Evolução do número de colaboradores desde a fundação da empresa até 2009 [1] 7

8 2. APRESENTAÇÃO DA ÁREA DE ATUAÇÃO NA EMPRESA O meu estágio está se desenvolvendo dentro do Grupo WEG Energia, subgrupo WEG Máquinas. Estou trabalhando na Seção Vendas, que junto com a Seção de Administração de Contratos forma o Departamento de Vendas Internacionais, localizado no Parque Fabril II em Jaraguá do Sul - SC. A Seção de Vendas tem como função responder os pedidos de cotação do mercado externo. Estes pedidos são recebidos por , que podem ser enviados por filiais, distribuidores ou por um departamento chamado WID, que cuida de determinados mercados no mundo (países que não tem filial, ou filiais que estão se desenvolvendo). Dentro da Seção existe uma divisão pelo tipo de máquina com que se trabalha. São três equipes: PRT: filtra os pedidos de cotação e responde os que necessitam de um tempo menor de análise, desde que seja motor de indução. MIT: equipe que responde pelos motores de indução. MSS: equipe responsável pelas máquinas síncronas, geradores e motores CC. No Departamento existe também uma divisão por mercado, cada um com seu respectivo coordenador. A divisão é da seguinte maneira: EUA e México Argentina, Chile, Colômbia, Venezuela, Portugal e Espanha Alemanha, Austrália e BENELUX. Itália, França, Holanda, Reino Unido, Escandinávia e Japão. Os s recebidos são filtrados pelo PRT (Prompt Response Team) que fica responsável por encaminhar os para a equipe MIT ou MSS, que será repassado a um analista de venda pelo Chefe André Luis da Costa. O responsável por mim durante o estágio, meu padrinho, é o Bruno Berndsen, que faz parte do PRT junto com o Fernando Dalmaz. A maior parte do meu treinamento é feito por eles, e meu local de trabalho é ao lado deles. Mas a cada duas semanas eu tenho um novo treinador para que possa conhecer as particularidades de casa mercado. 8

9 3. ATIVIDADES REALIZADAS Neste capítulo serão apresentadas as propostas de trabalho, junto com a metodologia empregada e finalmente, o trabalho que foi realizado nestas 7 primeiras semanas de estágio. 3.1 INTRODUÇÃO No primeiro dia do estágio foi feita uma integração de todos os estagiários no Parque Fabril I, onde foram apresentadas as partes burocráticas do estágio, desde o funcionamento da empresa até os procedimentos que deveríamos realizar para regularizar os documentos com a WEG e com as respectivas Universidades. No dia começaram as minhas atividades no Departamento de Vendas Internacionais. Neste dia o Chefe André Luis da Costa me apresentou aos colaboradores do Departamento, e me mostrou o cronograma do estágio. 3.2 PROPOSTA DE TRABALHO As atividades programadas para o meu estágio, que é um treinamento para analista de venda, foram as seguintes: Análise e Especificação de Máquinas de Indução e Máquinas Síncronas; Elaboração de Ofertas técnico-comerciais; Atividades Gerais do Departamento de Vendas Internacionais. 3.3 CRONOGRAMA Como já comentado acima, o cronograma foi apresentado pelo André no meu primeiro dia no departamento. Nas primeiras semanas o responsável pelo meu treinamento foi o analista de venda Bruno Berndsen, com o auxílio do também analista de venda Fernando Dalmaz, que foi o treinador subseqüente. Nestas semanas iniciais fiz uma leitura de manuais, catálogos, apostilas e as dúvidas eram retiradas com os dois citados acima e além das dúvidas, o Bruno 9

10 e o Fernando me auxiliaram com a adaptação no ambiente de trabalho, e principalmente com orientações no comportamento dentro da empresa. 3.4 METODOLOGIA A metodologia empregada visa que primeiramente o estagiário conheça os produtos/serviços oferecidos pela empresa e principalmente os oferecidos pelo departamento. Após este estudo e entendimento das atividades, há um acompanhamento com os analistas de vendas para que seja observado o fluxo do trabalho. 3.5 TRABALHO REALIZADO O trabalho de estagiário de analista de vendas começou de forma efetiva depois de quatro semanas, quando me passaram algumas RFQ (request for quotation). Como não possuía um computador na minha mesa, a parte inicial era feita de forma manual, e após esta análise prévia, os questionamentos eram discutidos com o analista de venda responsável pelo meu treinamento no período em andamento. Como a proposta de trabalho é receber um treinamento de analista de venda, as seguintes atividades foram realizadas neste período: Elaborar propostas técnicas/comerciais para fornecimento de produtos e auxiliar nas negociações de vendas de produtos, incluindo prazos, condições financeiras, programações de entrega e requisitos técnicos dos clientes. Conhecer tecnicamente as linhas de produtos da empresa, buscando desta forma atender os requisitos dos clientes. Recepcionar e atender clientes, filiais de vendas, inspetores e representantes. Auxiliar no atendimento de reclamações técnico/comerciais de clientes. Manter o cliente motivado e interessado pelos produtos WEG, através de contatos pessoais telefônicos, meio eletrônico, etc. Traduzir documentos técnico/comerciais de acordo a necessidade da empresa e clientes. 10

11 A integração com os produtos oferecidos pela WEG foi feita através da leitura de manuais, catálogos e apostilas, como o DT-6, que traz informações sobre motores de média e alta tensão. Na WEG Máquinas sempre se está alterando o estado da arte das máquinas, já que estas não são vendidas de forma padronizada na sua maioria. Para atender as solicitações dos clientes, alterações sempre estão sendo realizadas nos produtos de lista (que servem de base para as máquinas solicitadas) e novos projetos sendo desenvolvidos para melhor atender as exigências do mercado. Os quase 50 colaboradores do departamento são em sua grande maioria engenheiros, entre eletricistas e mecânicos. Alguns destes colaboradores têm muitos anos de WEG, como os analistas de vendas e coordenadores de mercado Cláudio Zeferino e Donizete Nicocelli, ambos com 30 anos de empresa; o que possibilita um conhecimento mais profundo e real da evolução da empresa, assim como, o entendimento do trabalho realizado por cada setor/departamento da empresa, visto que colaboradores como os dois citados acima já passaram por diferentes funções. Além das atividades citadas acima, outras realizações foram muito interessantes neste começo de estágio. Dentre elas se destacam: O acompanhamento de uma visita à fábrica de um cliente finlandês junto com o analista de venda André Schemes da equipe MSS; Treinamento sobre a Norma ABS (American Bureau Of Shipping) - TBG O aprendizado dos Incoterms 2000, que são: CFR - Cost and Freight - Custo e Frete; CIF - Cost, Insurance and Freight - Custo, Seguro e Frete ; CPT - Carriage Paid To - Transporte Pago Até; CIP - Carriage and Insurance Paid to - Transporte e Seguro Pagos até; DAF - Delivered At Frontier - Entregue na Fronteira; DES - Delivered Ex-Ship - Entregue no Navio; DEQ - Delivered Ex-Quay - Entregue no Cais; DDU - Delivered Duty Unpaid - Entregues Direitos Não-pagos; 11

12 DDP - Delivered Duty Paid - Entregue Direitos Pagos; FOB Free On Board. Presença em palestras sobre alguns mercados com os quais a WEG trabalha, como o mercado argentino, chileno, colombiano, australiano, alemão e escandinavo. Nestas apresentações foi possível aprender os principais fatores que devem ser levados em conta no momento em que se negocia produtos/serviços com determinado mercado do mundo; 12

13 4. DISCUSSÕES E CONCLUSÕES O programa de estágio possui um roteiro no qual alguns setores da empresa são visitados. Nas visitas são conhecidos todos os setores envolvendo desenvolvimento, fabricação, aplicação e operação dos equipamentos elétricos. Dessa maneira além do conhecimento do processo, o conhecimento funcional dos equipamentos também é aperfeiçoado, conhecendo mais detalhadamente cada tipo de produto e cada característica especial. Além do conhecimento técnico sobre equipamentos elétricos, obtevese uma visão organizacional e estrutural da empresa englobando a interação e a interdependência entre todas as áreas. Nesta primeira etapa do estágio já é possível concluir que foi acertada a opção feita pelo setor de vendas. A área de vendas é um ramo para engenharia muito interessante, pois permite que sejam aplicadas as teorias aprendidas durante a graduação e promove um aprendizado generalizado da empresa, pois é necessário lidar com vários setores de planejamento, produção e fabricação. Um dos meus objetivos é trabalhar por um período fora do Brasil, e estagiando no Departamento de Vendas Internacionais, isto fica mais próximo, além de se conseguir uma bagagem muito grande, sendo com o contato pessoal com clientes de vários locais do mundo, ou com o conhecimento dos costumes de vários países. Assim, a avaliação do estágio nestas primeiras semanas é muito positiva, tanto pelo trabalho desenvolvido, mas principalmente pelo aprendizado adquirido. 13

14 5. REFERÊNCIAS [1] WEG Corporate Presentation. [2] Página da WEG Equipamentos Elétricos S.A.. Disponível em < >. Acesso em 12 de abril de [3] Apostila DT-6 WEG. [4] Motores Elétricos: Linhas de Produtos, Características, Especificações, Instalações, Manutenções 14

15 6. ANEXOS Figura 5 - WEG Equipamentos Elétricos Parque Fabril II, Jaraguá do Sul-SC Sul SC [2] Figura 6 - Fundadores da atual WEG Equipamentos Elétricos S.A. [2] 15

Unidades de negócios. Eficiência Energética no Segmento Plástico. Sidnei Amano. Transmissão & Distribuição. Motores Automação Energia.

Unidades de negócios. Eficiência Energética no Segmento Plástico. Sidnei Amano. Transmissão & Distribuição. Motores Automação Energia. Unidades de negócios Eficiência Energética no Segmento Plástico Sidnei Amano Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Unidades de negócios Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição

Leia mais

MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS)

MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS) MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS) Os INCOTERMS são regras criadas pela Câmara de Comércio Internacional (CCI) para administrar conflitos que possam existir através da interpretação

Leia mais

O Uso dos Incoterms na Exportação

O Uso dos Incoterms na Exportação O Uso dos Incoterms na Exportação Por JOSÉ ELIAS ASBEG Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil Belém - Pará Nas exportações brasileiras, são aceitas quaisquer condições de venda praticadas no comércio

Leia mais

VISÃO GERAL - INCOTERMS COMÉRCIO INTERNACIONAL. Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000

VISÃO GERAL - INCOTERMS COMÉRCIO INTERNACIONAL. Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000 COMÉRCIO INTERNACIONAL VISÃO GERAL - INCOTERMS Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000 Prof.Nelson Guerra Concurso Receita Federal EXW Ex Works Tradução: Na Origem Exemplo: EXW-Curitiba

Leia mais

Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010)

Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010) PUCGO 2014 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010) Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias (Convenção de Viena) Regras estándar internacionalmente

Leia mais

Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba

Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba Ana Paula Haypas Olvera Gabriela Itália Sartori Lucas Selles Marina Feo Luís Henrique João Comércio Exterior Contrato de Compra e Venda Internacional Piracicaba

Leia mais

Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms

Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms O contrato internacional é formal, bilateral, consensual, oneroso e comutativo, o que pressupõe agentes autônomos, livre formação de suas vontades

Leia mais

INCONTERMS 2010. Grupo E (Partida) EXW EX Works A partir do local de produção ( local designado: fábrica, armazém, etc.)

INCONTERMS 2010. Grupo E (Partida) EXW EX Works A partir do local de produção ( local designado: fábrica, armazém, etc.) Numa negociação internacional, é muito importante que o gestor comercial esclareça com o seu cliente quais serão as condições de entrega a praticar para a mercadoria que vai ser transacionada, ou seja,

Leia mais

Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10

Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10 Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10 Robson Guilherme Ferreira (II) Jackson Duarte Coelho (III) Julio César Agrícola Costa da Silveira (I) Resumo O trabalho a ser apresentado tem como objetivo

Leia mais

A qualquer hora. Petróleo & Gás Naval Mineração Açúcar & Etanol Celulose & Papel. Geração de Energia Água & Saneamento Cimento Agricultura Siderurgia

A qualquer hora. Petróleo & Gás Naval Mineração Açúcar & Etanol Celulose & Papel. Geração de Energia Água & Saneamento Cimento Agricultura Siderurgia www.we.net A qualquer hora. Petróleo & Gás Naval Mineração Açúcar & Etanol Celulose & Papel Geração de Eneria Áua & Saneamento Cimento Aricultura Sideruria Eneria, Motores, Automação, Transmissão & Distribuição

Leia mais

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade

Leia mais

Inovação Tecnológica na WEG

Inovação Tecnológica na WEG Seminário Inovação e Desenvolvimento Econômico Como superar a dependência tecnológica brasileira? Inovação Tecnológica na WEG Siegfried Kreutzfeld Diretor Superintendente WEG Equipamentos Elétricos S.A.

Leia mais

Manual do Integrador. Programa de Formação

Manual do Integrador. Programa de Formação Manual do Integrador Programa de Formação Introdução As oportunidades de iniciação de frentes de negócios na indústria fotovoltaica brasileira são diversas e estão abertas a todos aqueles que desejam começar

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: Módulo BI (Business Intelligence)

FLUXO DE CAIXA: Módulo BI (Business Intelligence) RELATÓRIO DE ESTÁGIO: Tânia Cristina Leite RA: 046567 Orientador: Prof. Dr. Aurelio Ribeiro Leite de Oliveira FLUXO DE CAIXA: Módulo BI (Business Intelligence) Universidade Estadual de Campinas Instituto

Leia mais

PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA WEG - Brasil - ISO 50001 - Melhorar o desempenho energético de forma sistematizada e continuada

PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA WEG - Brasil - ISO 50001 - Melhorar o desempenho energético de forma sistematizada e continuada PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA WEG - Brasil - ISO 50001 - Melhorar o desempenho energético de forma sistematizada e continuada História 16 de setembro de 1961 Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva

Leia mais

A Solução Global com Máquinas Elétricas e Automação para Indústria e Sistemas de Energia

A Solução Global com Máquinas Elétricas e Automação para Indústria e Sistemas de Energia A Solução Global com Máquinas Elétricas e Automação para Indústria e Sistemas de Energia Unidades de negócios Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas História 16 de setembro de 1961

Leia mais

Eficiência Energética no parque fabril WEG

Eficiência Energética no parque fabril WEG Eficiência Energética no parque fabril WEG Motores Tintas Unidades de Negócio Automação Energia Transmissão & Distribuição NEGÓCIO WEG A Solução Global com máquinas elétricas e automação para a indústria

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA COE COMISSÃO DE ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIOS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA COE COMISSÃO DE ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIOS À Comunidade Acadêmica do Curso de Farmácia da UFPR. A Comissão Orientadora de Estágios (COE) do curso de Farmácia elaborou este documento com o objetivo de esclarecer as dúvidas referentes aos estágios

Leia mais

International Commercial Terms. Incoterms e Procedimentos Para o Comércio Exterior Conceitos Básicos. Eduardo Leoni Machado Junho/2012

International Commercial Terms. Incoterms e Procedimentos Para o Comércio Exterior Conceitos Básicos. Eduardo Leoni Machado Junho/2012 International Commercial Terms Incoterms e Procedimentos Para o Comércio Exterior Conceitos Básicos Eduardo Leoni Machado Junho/2012 Incoterms Definição e Conceito International Commercial Terms (Termos

Leia mais

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Introdução O presente documento descreverá de forma objetiva as principais operações para abertura e consulta de uma solicitação ao Setor de Desenvolvimento

Leia mais

SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR EXEMPLO 1 EXEMPLO 2 AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS

SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR EXEMPLO 1 EXEMPLO 2 AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS TÓPICO 04: TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO No tópico anterior você teve a oportunidade de conhecer os órgãos responsáveis

Leia mais

Informações INCOTERMS 2010 - versão 1.0-19/08/2015 1/7. Informa

Informações INCOTERMS 2010 - versão 1.0-19/08/2015 1/7. Informa Informações INCOTERMS 2010 - versão 1.0-19/08/2015 1/7 Informa INCOTERMS 2010 Tendo em vista a publicação do Incoterms 2010 pela Câmara de Comércio Internacional (International Chamber of Commerce - ICC)

Leia mais

U3 Sistemas Análise e Desenvolvimento de Softwares ===== Manual do Plano de Contas Financeiras ===== Manual. Plano de Contas Financeiras

U3 Sistemas Análise e Desenvolvimento de Softwares ===== Manual do Plano de Contas Financeiras ===== Manual. Plano de Contas Financeiras 1 Manual Plano de Contas Financeiras 01 Introdução U3 Sistemas Análise e Desenvolvimento de Softwares 2 01.01 O Plano de Contas Financeiras do sistema tem como objetivo, proporcionar ao usuário a possibilidade

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP

Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP Aspectos Gerais Cada vez mais as empresas recorrem às potencialidades do mercado global. Neste contexto é necessária a perfeita

Leia mais

Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra

Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra Em 1931, os países membros da Liga das Nações (Órgão, naquela época,

Leia mais

Disponível em http://www.noticenter.com.br/?modulo=noticias&caderno=gestao&noticia=01370-4-razoes-que-explicam-osucesso-da-weg-no-exterior

Disponível em http://www.noticenter.com.br/?modulo=noticias&caderno=gestao&noticia=01370-4-razoes-que-explicam-osucesso-da-weg-no-exterior TG Trabalho em grupo Professor: Flavio Celso Muller Martin Este TG aborda uma empresa brasileira que é frequentemente citada como exemplo de internacionalização. A WEG S.A. é uma empresa brasileira com

Leia mais

Agenciamento de Cargas Importação Marítima

Agenciamento de Cargas Importação Marítima Agenciamento de Cargas Importação Marítima Jailson de Souza Agenciamento de Cargas Definição Sistemática, como trabalha, intermediários, contratação de serviços Vantagens do Agenciamento de Cargas O que

Leia mais

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Suprimentos na Gastronomia COMPREENDENDO A CADEIA DE SUPRIMENTOS 1- DEFINIÇÃO Engloba todos os estágios envolvidos, direta ou indiretamente, no atendimento de

Leia mais

9. INCOTERMS. CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010.

9. INCOTERMS. CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010. 9. INCOTERMS CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Logística no Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010. SOUZA, José Meireles de Sousa. Gestão do Comércio

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA/ELETROTÉCNICA

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA/ELETROTÉCNICA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA/ELETROTÉCNICA ARIEL MOSCHEN CORREA PEIXOTO CARLOS ALBERTO PINTO SILVA JUNIOR LUKAS EDUARDO BASCHTA AVALIAÇÃO

Leia mais

Conhecendo os países, os continentes e os oceanos

Conhecendo os países, os continentes e os oceanos Conhecendo os países, os continentes e os oceanos nós na sala de aula - módulo: geografia 4º e 5º anos - unidade 5 As atividades propostas pretendem estimular as crianças a perceber as ideias de continente,

Leia mais

Solicitação de Equipamento Verba de Projeto Abril 2006

Solicitação de Equipamento Verba de Projeto Abril 2006 Solicitação de Equipamento Verba de Projeto Abril 2006 2 Sumário 1 DEFINIÇÃO DE WORKFLOW... 3 2 WORKFLOW DE SOLICITAÇÃO DE EQUIPAMENTO COM VERBA DE PROJETO. 4 2.1 FINALIDADE... 4 2.2 ESTRUTURA DO E-MAIL

Leia mais

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI Prof. Fernando Rodrigues Nas empresas atuais, a Tecnologia de Informação (TI) existe como uma ferramenta utilizada pelas organizações para atingirem seus objetivos.

Leia mais

Gestão de Processos de Negócio. Case WEG - Processos de Negócio para a Gestão de Valor WEG BPM

Gestão de Processos de Negócio. Case WEG - Processos de Negócio para a Gestão de Valor WEG BPM Gestão de Processos de Negócio Case WEG - Processos de Negócio para a Gestão de Valor WEG BPM Dezembro de 2012 A Solução Global com Máquinas Elétricas e Automação para Indústria e Sistemas de Energia Apresentação

Leia mais

Soluções em. Cloud Computing. para Calçados Pegada

Soluções em. Cloud Computing. para Calçados Pegada Soluções em Cloud Computing para Calçados Pegada Principais Tópicos: Resumo executivo A Calçados Pegada procurou a Under no início de 2010 para uma solução de email corporativo em cloud. Em pouco tempo,

Leia mais

SOFTWARE LIVRE NO SETOR PÚBLICO

SOFTWARE LIVRE NO SETOR PÚBLICO SOFTWARE LIVRE NO SETOR PÚBLICO Marco Túlio dos Santos([email protected]) Thales Macieira([email protected]) Richardson Mendes([email protected]) Resumo: O artigo a seguir tem

Leia mais

ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA

ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA 1 ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA SUMÁRIO Introdução... 01 1. Diferenciação das Atividades de Linha e Assessoria... 02 2. Autoridade de Linha... 03 3. Autoridade de Assessoria... 04 4. A Atuação da

Leia mais

Serviços em Comércio Exterior

Serviços em Comércio Exterior INCOTERMS Os Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) foram instituídos em 1936 pela Câmara Internacional do Comércio com o intuito de fornecer regras internacionais

Leia mais

Projeto de modelagem de sistema para transferência de bens patrimoniais

Projeto de modelagem de sistema para transferência de bens patrimoniais Projeto de modelagem de sistema para transferência de bens patrimoniais Eduardo Ceretta Dalla Favera 1 Fábio Weber Albiero 1 Gustavo Rissetti 1 Rodrigo Exterckötter Tjäder 1 Vinícius Vielmo Cogo 1 1 Acadêmico

Leia mais

INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010)

INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010) Universidade Tuiuti do Paraná Artigo de conclusão de curso MBA em Relações internacionais, negociação e comércio exterior INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010)

Leia mais

2 Diagrama de Caso de Uso

2 Diagrama de Caso de Uso Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa

Leia mais

A metodologia proposta pela WEG para realizar este tipo de ação será apresentada a seguir.

A metodologia proposta pela WEG para realizar este tipo de ação será apresentada a seguir. Eficiência Energética Buaiz Alimentos 1 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA Nome fantasia: Buaiz Alimentos Ramo de atividade: Alimentício Localização: Vitória / ES Estrutura tarifária: Horo-sazonal Azul A4 Demanda

Leia mais

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Elias S. Assayag [email protected] Universidade do Amazonas, Departamento de Hidráulica e Saneamento da Faculdade

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

ATENDIMENTO AO CLIENTE. Assistência Técnica Transformadores / Secionadores

ATENDIMENTO AO CLIENTE. Assistência Técnica Transformadores / Secionadores ATENDIMENTO AO CLIENTE Assistência Técnica Transformadores / Secionadores No presente documento, iremos apresentar a atual estrutura e principais atividades desenvolvidas pela Seção de Assistência Técnica

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS

CONTABILIDADE DE CUSTOS CONTABILIDADE DE CUSTOS CONTABILIDADE DE CUSTOS EMPRESA INDUSTRIAL ÁREA FÁBRIL ÁREA COMERCIAL Eliabe Moraes de Oliveira FUNDAMENTOS DA CONTABILIDADE DE CUSTOS Matéria Prima Materiais diversos Aluguel Energia

Leia mais

PAÍSES PRESENTES. República Tcheca. Coreia do Sul. Alemanha. Inglaterra. Angola. Equador. Suiça. Israel. Argentina. Espanha. Itália. Taiwan.

PAÍSES PRESENTES. República Tcheca. Coreia do Sul. Alemanha. Inglaterra. Angola. Equador. Suiça. Israel. Argentina. Espanha. Itália. Taiwan. 1 O EVENTO 3 4 PAÍSES PRESENTES Alemanha Coreia do Sul Inglaterra República Tcheca Angola Equador Israel Suiça Argentina Espanha Itália Taiwan Áustria EUA Japão Turquia Brasil Finlândia México Uruguai

Leia mais

Argumentos de Vendas. Versão 20150206.01. Nossa melhor ligação é com você

Argumentos de Vendas. Versão 20150206.01. Nossa melhor ligação é com você Argumentos de Vendas Versão 20150206.01 Nossa melhor ligação é com você Algumas perguntas que podem ser feitas Você está satisfeito com sua operadora atual? Você é bem atendido quando liga na central de

Leia mais

Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação

Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação Prof. Max Hering de Queiroz Coordenador de Curso Agenda 1.

Leia mais

Fundap. Programa de Estágio. Manual de Utilização do Sistema de Administração de Bolsas de Estágio. Plano de Estágio

Fundap. Programa de Estágio. Manual de Utilização do Sistema de Administração de Bolsas de Estágio. Plano de Estágio Fundap Fundação do Desenvolvimento Administrativo Programa de Estágio Programa de Estágio Manual de Utilização do Sistema de Administração de Bolsas de Estágio Plano de Estágio Julho de 2008 SABE - Sistema

Leia mais

Relatorio de Estágio

Relatorio de Estágio Universidade Federal de Pernambuco Bacharelado em Ciência da Computação Centro de Informatica Relatorio de Estágio Professor: Alexandre Mota Disciplina: IF421 Aluno: Antonio Loureiro Severien (als2) Empresa:

Leia mais

2. METODOLOGIA DO TRABALHO DESENVOLVIDO NA PASTORAL DO MENOR E DO ADOLESCENTE

2. METODOLOGIA DO TRABALHO DESENVOLVIDO NA PASTORAL DO MENOR E DO ADOLESCENTE TÍTULO: CURSO DE WORD E EXCEL NA PASTORAL DO MENOR E DO ADOLESCENTE DE OURO PRETO AUTORES: Márcia Veloso de Menezes e-mail: [email protected] INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Ouro Preto ÁREA TEMÁTICA:

Leia mais

Integração ADMRH com AGROSYS

Integração ADMRH com AGROSYS Treinamentos no produto AdmRH CGI - Consultoria Gaúcha de Informática Ltda - Divisão de treinamentos Guia do Aluno Versão 1.0 Integração ADMRH com AGROSYS Empresa: Participante: Data: Os produtos da CGI

Leia mais

Sistema de Chamados Protega

Sistema de Chamados Protega SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REALIZANDO ACESSO AO SISTEMA DE CHAMADOS... 4 2.1 DETALHES DA PÁGINA INICIAL... 5 3. ABERTURA DE CHAMADO... 6 3.1 DESTACANDO CAMPOS DO FORMULÁRIO... 6 3.2 CAMPOS OBRIGATÓRIOS:...

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES FEITAS PELO ALUNO. 1. O que são as Atividades Complementares de Ensino do NED-ED?

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES FEITAS PELO ALUNO. 1. O que são as Atividades Complementares de Ensino do NED-ED? PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES FEITAS PELO ALUNO 1. O que são as Atividades Complementares de Ensino do NED-ED? O Centro Universitário de Goiás (Uni-Anhangüera) estabeleceu no início letivo de 2006 que todo

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO - FEAU REGIMENTO DAS ATIVIDADES SUPERVISIONADAS

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO - FEAU REGIMENTO DAS ATIVIDADES SUPERVISIONADAS FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO - FEAU REGIMENTO DAS ATIVIDADES SUPERVISIONADAS Res. CONSUN nº 46/04, de 29/09/04. Art. 1º Art. 2º Art. 3º Capítulo I Das Atividades Supervisionadas O presente

Leia mais

Índice O programa Os cursos A adaptação dos conteúdos O novo Convênio O novo programa Cronograma Parcerias locais Montagem das turmas

Índice O programa Os cursos A adaptação dos conteúdos O novo Convênio O novo programa Cronograma Parcerias locais Montagem das turmas Manual Índice 1. O programa 2. Os cursos 3. A adaptação dos conteúdos 4. O novo Convênio 5. O novo programa 6. Cronograma 7. Parcerias locais 8. Montagem das turmas 9. Definição dos cursos 10. Liberação

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ARQUIVO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ARQUIVO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CLAUDINEIA PEREIRA DE ABREU RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ARQUIVO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório apresentado a Disciplina Estagio Supervisionado, do Curso de Biblioteconomia

Leia mais

Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes

Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL Versão 2.0 Setembro de 2014 Agosto de 2008 Índice ÍNDICE...2 1. CONTEXTO...3 2. VISÃO, ESCOPO E ATIVIDADES DESTE PROJETO...5

Leia mais

Portal dos Convênios SICONV. Execução Cotação Eletrônica de Preços. Entidades Privadas sem Fins Lucrativos. Manual do Usuário

Portal dos Convênios SICONV. Execução Cotação Eletrônica de Preços. Entidades Privadas sem Fins Lucrativos. Manual do Usuário MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS Portal dos Convênios SICONV Execução Cotação Eletrônica de Preços

Leia mais

CRIAÇÃO DO SITE DA DISCIPLINA DE EXPERIMENTAÇÃO E DA CENTRAL DE ANÁLISES ESTATÍSTICAS NA UTFPR-DV

CRIAÇÃO DO SITE DA DISCIPLINA DE EXPERIMENTAÇÃO E DA CENTRAL DE ANÁLISES ESTATÍSTICAS NA UTFPR-DV CRIAÇÃO DO SITE DA DISCIPLINA DE EXPERIMENTAÇÃO E DA CENTRAL DE ANÁLISES ESTATÍSTICAS NA UTFPR-DV 1. Identificação do proponente Nome: Moeses Andrigo Danner Vínculo com a instituição: Docente permanente

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie 1 INTRODUÇÃO 1.1 ORGANIZAÇÃO E PROCESSOS A administração está diretamente ligada às organizações e aos processos existentes nas mesmas. Portanto, para a melhor compreensão da Administração e sua importância

Leia mais

Fluxo de trabalho com o conceito esqueleto

Fluxo de trabalho com o conceito esqueleto Vinícius Camilo de Souza VOITH PAPER Análise das vantagens e desvantagens, do uso do método de modelação 3D, "skeleton" e seus respectivos impactos no fluxo de trabalho. Analisando o processo desde o estudo

Leia mais

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerencia de Ensino e Pesquisa Coordenação de Informática Estágio supervisionado curricular.

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerencia de Ensino e Pesquisa Coordenação de Informática Estágio supervisionado curricular. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerencia de Ensino e Pesquisa Coordenação de Informática Estágio supervisionado curricular Relatório Final João Pedro Cavasin Estagiário André Luis Schwerz Orientador

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES [email protected] PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

COMO SOLICITAR O CADASTRO DE UM ITEM SSA Central de Cadastro

COMO SOLICITAR O CADASTRO DE UM ITEM SSA Central de Cadastro COMO SOLICITAR O CADASTRO DE UM ITEM SSA Central de Cadastro Índice 1. Fluxo de Solicitação 2. Acesso ao Aplicativo 3. Alteração de Senha 4. Opções do Menu 5. Pesquisar um item já existente 6. Como criar

Leia mais

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Cruzeiro SP 2008 FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Projeto de trabalho de formatura como requisito

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS 24 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS Os mercados de capitais na Europa e no mundo exigem informações financeiras significativas, confiáveis, relevantes e comparáveis sobre os emitentes de valores mobiliários.

Leia mais

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR Data: 9 de Dezembro de 2005 Horário: 13:00 às 17:00 horas (hora de Brasília) e-mail: Nota: INSTRUÇÕES Você deve responder a todas as questões. O total máximo de pontos da prova é de 100 pontos (100%),

Leia mais

O Trabalho escrito atenderá ao disposto no Manual de Normatização de Projetos Finais da ESAMC.

O Trabalho escrito atenderá ao disposto no Manual de Normatização de Projetos Finais da ESAMC. Plano de Ensino CURSO: MBA Regular - Negócios Internacionais DISCIPLINA: Plano de Internacionalização Banca Final Última revisão: Abril/2015 Horas-aula: Orientação do projeto: 30 Desenvolvimento do projeto:

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ALMOXARIFADO 1 SOLICITAÇÃO DE INCLUSÃO DE NOVOS ITENS NO CADASTRO DE MATERIAIS NO SISERGE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ALMOXARIFADO 1 SOLICITAÇÃO DE INCLUSÃO DE NOVOS ITENS NO CADASTRO DE MATERIAIS NO SISERGE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI - UFSJ INSTITUÍDA PELA LEI N O 10.425, DE 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO - PROAD DIVISÃO DE MATERIAS E PATRIMÔNIO DIMAP MANUAL DE

Leia mais

Agora todas as Unimeds vão falar uma só língua. Unimed do Brasil Federação São Paulo Portal Unimed

Agora todas as Unimeds vão falar uma só língua. Unimed do Brasil Federação São Paulo Portal Unimed Agora todas as Unimeds vão falar uma só língua. Unimed do Brasil Federação São Paulo Portal Unimed Folheto perguntas e respostas (15X15)cm.indd 1 9/25/08 4:38:13 PM E as primeiras palavras são inovação,

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

TOTVS Série 1 Varejo (Simples) - Módulo e-commerce

TOTVS Série 1 Varejo (Simples) - Módulo e-commerce Novo Módulo disponível no TOTVS S1 Varejo: permissão de utilização através de licença específica. Mesmo não adquirindo a licença de uso do módulo ele continuará presente na tela do usuário. 1 Na opção

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS PLATAFORMAS ARDUINO E PIC

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS PLATAFORMAS ARDUINO E PIC ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS PLATAFORMAS ARDUINO E PIC Tiago Menezes Xavier de Souza¹, Igor dos Passos Granado¹, Wyllian Fressatti¹ ¹Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí- PR- Brasil [email protected],

Leia mais

Melhorias na Gestão do Fale Conosco do Website do CDTN

Melhorias na Gestão do Fale Conosco do Website do CDTN Melhorias na Gestão do Fale Conosco do Website do CDTN Soares, Wellington Antonio Chefe do Serviço de Comunicação [email protected] Câmara, Fábio de Souza Técnico [email protected] Cristóvão, Marilia Tavares

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade

Leia mais

COMO ADQUIRIR UMA FRANQUIA

COMO ADQUIRIR UMA FRANQUIA COMO ADQUIRIR UMA FRANQUIA O que é Franquia? Objetivo Esclarecer dúvidas, opiniões e conceitos existentes no mercado sobre o sistema de franquias. Público-Alvo Pessoa física que deseja constituir um negócio

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

BKM MONTAGENS ELÉTRICAS LTDA

BKM MONTAGENS ELÉTRICAS LTDA A Empresa. A BKM Montagens Elétricas é uma empresa que combina capacidade e experiência para oferecer com uma nova postura serviços de projetos, montagens, teste e administração de equipamentos eletro-eletrônicos

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS CAMPO MOURÃO ENGENHARIA CIVIL CARLOS HENRIQUE FELIPE POÇAS RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Relatório de Estágio

Leia mais

Implantação do Padrão TISS

Implantação do Padrão TISS Implantação do Padrão TISS Como avalia o impacto da TISS no setor de atendimento de seu laboratório? Como avalia o impacto da TISS no setor de faturamento de seu laboratório? Após a TISS, o número de colaboradores

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE FELIPE GUILHERME STEIN APLICAÇÃO INDUSTRIAL DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ESTUDO DE

Leia mais

Programa de Apoio Didático Graduação - Perguntas Frequentes

Programa de Apoio Didático Graduação - Perguntas Frequentes Geral 1.1) O que é PAD? O Programa de Apoio Didático (PAD), instituído pela Resolução GR-49/2007 e renovado pela Resolução GR-54/2010, é um programa de bolsas destinado exclusivamente a alunos da graduação

Leia mais

Governança Corporativa. A importância da Governança de TI e Segurança da Informação na estratégia empresarial.

Governança Corporativa. A importância da Governança de TI e Segurança da Informação na estratégia empresarial. Governança Corporativa A importância da Governança de TI e Segurança da Informação na estratégia empresarial. A virtualização dos negócios tem impactado diretamente a condição de fazer negócio, conferindo

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Realizar o gerenciamento dos projetos desde o seu planejamento, desenvolvimento, recebimento, análise crítica, controle e distribuição nas obras. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Manual

Leia mais

Uma empresa é viável quando tem clientes em quantidade e com poder de compra suficiente para realizar vendas que cubram as despesas, gerando lucro.

Uma empresa é viável quando tem clientes em quantidade e com poder de compra suficiente para realizar vendas que cubram as despesas, gerando lucro. Página 1 de 9 2. Análise de Mercado 2.1 Estudo dos Clientes O que é e como fazer? Esta é uma das etapas mais importantes da elaboração do seu plano. Afinal, sem clientes não há negócios. Os clientes não

Leia mais

ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA)

ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) 1. Introdução 1.1 Inversor de Frequência A necessidade de aumento de produção e diminuição de custos faz surgir uma grande infinidade de equipamentos desenvolvidos

Leia mais

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café ED 2180/14 15 maio 2014 Original: espanhol P Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café 1. O Diretor Executivo apresenta seus cumprimentos e, em nome da Colômbia, encaminha aos Membros

Leia mais

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior Sistemas ERP Introdução Sucesso para algumas empresas: acessar informações de forma rápida e confiável responder eficientemente ao mercado consumidor Conseguir não é tarefa simples Isso se deve ao fato

Leia mais

FUNDAÇÃO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DA ENERGIA E SANEAMENTO MUSEU DA ENERGIA DE ITU EDITAL DE CAPTAÇÃO DE PROJETOS PARA VISITAÇÃO AO MUSEU DA ENERGIA DE ITU

FUNDAÇÃO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DA ENERGIA E SANEAMENTO MUSEU DA ENERGIA DE ITU EDITAL DE CAPTAÇÃO DE PROJETOS PARA VISITAÇÃO AO MUSEU DA ENERGIA DE ITU FUNDAÇÃO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DA ENERGIA E SANEAMENTO MUSEU DA ENERGIA DE ITU EDITAL DE CAPTAÇÃO DE PROJETOS PARA VISITAÇÃO AO MUSEU DA ENERGIA DE ITU Ano: 2015 Edital nº 01/2015 Temas: energia elétrica;

Leia mais

Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk

Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk PERFIL DO CLIENTE Indústria: Consultoria Empresa: Grupo Seres Colaboradores:

Leia mais

NOME COMPLETO DA SUA INSTITUIÇÃO. Nome completo do integrante A Nome completo do integrante B Nome completo do integrante C

NOME COMPLETO DA SUA INSTITUIÇÃO. Nome completo do integrante A Nome completo do integrante B Nome completo do integrante C NOME COMPLETO DA SUA INSTITUIÇÃO Nome completo do integrante A Nome completo do integrante B Nome completo do integrante C TÍTULO DO TRABALHO: subtítulo, se houver Santa Rita do Sapucaí 2015 Nome completo

Leia mais