Modelos de Probabilidade e Inferência Estatística
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- Rita Teixeira Cavalheiro
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1 Modelos de Probabilidade e Inferência Estatística Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba Período 2016
2 Sumário 1 Ementa e Bibliografia Tipos de estudos Tipos de Amostragem Variância
3 Objetivos Revisar, aprofundar e ampliar os conceitos de probabilidade e inferência estatística dos mestrandos, visando sua utilização nas dissertações e servindo como base para outras disciplinas do programa.
4 Bibliografia DANIEL, w. w. Biostatics: A Foundation for Analysis in the Health Sciences. 9 o Ed.. Wiley, TRIOLA, M. F. à Estatística. Livros Técnicos e Científicos Editora, ARANGO, H. G. Bioestatística: teórica e computacional. 2 a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, PEGANO, M., GAUVREAU, K. Princípios de Bioestatística. Tradução Luiz Sérgio de Castro Paiva. 2 a edição. São Paulo: Thomson Learning, 2006.
5 Objetivo da Probabilidade Fornecer o arcabouço teórico para o estudo dos fenômenos ou experimentos aleatórios. Criar modelos teóricos que reproduzam de maneira razoável a distribuição de freqüências dos fenômenos ou experimentos aleatórios. Tais modelos são chamados modelos probabilísticos.
6 Experimento aleatório Definição: Um experimento que pode fornecer diferentes resultados, muito embora seja repetido toda vez da mesma maneira, é chamado experimento aleatório. Característica de um experimento aleatório: Imprevisibilidade: o resultado do experimento não pode ser conhecido a priori, mesmo se repetido sobre iguais condições;
7 Espaço amostral e evento Espaço amostral: é o conjunto de todos os resutados de um experimento aleatório. Notação: Evento: É um subconjunto do espaço amostral; Os subconjuntos de serão denotados por letras latinas maiúsculas (A,B,C,...); Diz-se que " ocorre o evento A" quando o resultado do experimento aleatório for um elemento de A; O espaço amostral e o conjunto vazio? também são eventos, em que é o evento certo e? é o evento impossível.
8 Operações básicas entre conjuntos A [ B =! 2 :! 2 A ou! 2 B ou! 2 A,! 2 B,éa união de A e B; Exemplo Suponha que iremos sortear de uma lista de casais que se casaram há 30 anos atrás e verificar quais deles estão vivos. Considere os seguintes eventos: A =A mulher estar viva e B =O homem estar vivo. Então o evento pelo menos um estar vivo é dado por A [ B
9 Operações básicas entre conjuntos Exemplo A \ B =! 2 :! 2 A,! 2 B, é a intersecção de A e B; Considerando o exemplo anterior, então o evento ambos estarem vivos é dado por A \ B.
10 Operações básicas entre conjuntos A c =! 2 :!/2 A, deste modo segue que A c = A é o complementar de A, do mesmo modo B c = B éo complementar de B; Exemplo Considerando o exemplo anterior, então o evento o homem estar vivo pode ser representado por A c, logo nesse caso específico B = A c ea= B c. A B =! 2 :! 2 A,! /2 B, deste modo segue que A B = A \ B c é a diferença entre A e B; Exemplo Considerando o exemplo Ulisses U. dosanterior, Anjos Modelos entãode Probabilidade o eventoeapenas Inferência Estatísticaa
11 Operações básicas entre conjuntos A B =! 2 :! 2 A,! /2 B ou!/2 A,! 2 B, deste modo segue que A B =(A \ B c ) [ (A c \ B) é a diferença simétrica entre A e B; Exemplo Considerando o exemplo anterior, então o evento somente o homem ou a mulher estar vivo pode ser representado por A B. A e B são disjuntos(mutuamente exclusivos) se e somente se A \ B =?; Exemplo Considerando o exemplo anterior, então os eventos A e B não são disjuntos poisulisses ambos U. dospodem Anjos Modelos estar de vivos. Probabilidade e Inferência Estatística
12 Partição de um evento Seja A um subconjunto de. Então A 1,...,A n formam uma partição de A se e somente se A i \ A j =? para todo i 6= j e [ n i=1 A i = A. Deste modo, se A = então A 1,...,A n formam uma partição de se e somente se A i \ A j =? para todo i 6= j e [ n i=1 A i =.
13 Leis de De Morgan Sejam A 1,...,A n tal que A i para todo i, então: (i) [ n i=1 A c i = \ n i=1 A c i. Interpretação: o complementar da ocorrência de pelo menos um dos eventos é a não ocorrência de todos os eventos; (ii) \ n i=1 A c i = [ n i=1 A c i. Interpretação: o complementar da ocorrência de todos os eventos é a não ocorrência de pelo menos um dos eventos.
14 Função indicadora Seja A, então I A (!) = ( 1 se! 2 A 0 se!/2 A
15 -Álgebra Uma classe F de subconjuntos de é denominada uma -álgebra se ela satisfaz: (F1) 2F; (F2) Se A 2Fentão A c 2F; (F3) Se A i 2Fpara todo i 1 então S 1 i=1 A i 2F;
16 P(A) = 2 = 0, 5. Ementa e Bibliografia Definição Clássica Seja (, F) um espaço finito de eventos equiprováveis. Assim, para todo A 2Ftem-se que, P(A) = #A # em que # é o número de elementos do conjunto. Exemplo Considere o experimento aleatório de lançar duas moedas. Nesse caso o espaço amostral é dado por = (c, c), (c, r), (r, c), (r, r). Seja A=Obtenção de faces iguais. Portanto, A = (c, c), (r, r). Deste modo,
17 Definição frequentista Seja um espaço amostral de um experimento aleatório. Seja n repetições independentes de um experimento aleatório e n A o número de ocorrências do evento A. Então, a probabilidade de A é dada por, n A P(A) = lim n!1 n = p Observação A lei dos grandes números garante a convergência sobre certas condições do limite acima, em que 0 apple p apple 1.
18 Definição axiomática Seja (, F) um espaço mensurável. Então uma função P : F![0, 1] é uma probabilidade se, (P1) P( ) = 1; (P2) Para todo A 2Ftem-se P(A) 0; (P3) P é -aditiva, isto é, se A 1, A 2,...,são dois a dois disjuntos então,! 1[ 1X P A n = P(A n ). Observação n=1 n=1 em que S 1 n=1 A n = A 1 [ A 2 [. Note que de um modo Ulisses U. geral dos Anjos a medida Modelos de Probabilidade probabilidade e InferênciaPEstatística não
19 Propriedades de uma medida de probabilidade Seja (, F, P), então para todo A 2Fe B 2F, tem-se que: P(A c )=1 P(A); P(?) =0; P é uma função não decrescente, isto é, para todo A, B 2Ftal que A B tem-se que P(A) apple P(B); Para todo A, B 2Ftal que A B tem-se que P(B A) =P(B) P(A); Para todo A, B 2Farbitrários tem-se que: P(A B) =P(A) P(A\B) e P(B A) =P(B) P(A\B).
20 Propriedades de uma medida de probabilidade Para todo A 2Ftem-se que 0 apple P(A) apple 1; Para todo A, B 2Farbitrários tem-se que: P(A [ B) =P(A)+P(B) P(A \ B).
21 ARANGO, Exemplo 5.5, P. 144 Considere os dados abaixo que mostram 15 indivíduos classificados quanto às variáveis obesidade e sedentarismo. Indivíduo Obesidade n n s n s s n n n s Sedentarismo s n s s n s n s s s Indivíduo Obesidade n n s n n Sedentarismo n n s n s
22 ARANGO, Exemplo 5.5, P. 144 Considere os seguintes eventos: A=indivíduo obeso e B= indivíduo sedentário. Supondo que essa amostra e representativa da população de estudo, calcule(estime) a probabilidade de: O indivíduo ser obeso;tabela O indivíduo ser sedentário;tabela O indivíduo ser obeso e sedentário;tabela O indivíduo ser obeso ou sedentário;tabela O indivíduo não ser obeso e nem sedentário;tabela
23 Probabilidade Condicional Seja (, F, P) o espaço de probabilidade para um determinado experimento aleatório. Suponha que tenhamos a priori alguma informação a respeito do resultado do experimento aleatório. No exemplo anterior, suponha que um indivíduo é sorteado aleatoriamente e que recebemos a informação que o indíviduo é obeso. Nessas condições qual a probabilidade do indívíduo ser sedentário? Tabela
24 Probabilidade Condicional Seja (, F, P) um espaço de probabilidade. Seja B 2Fum evento tal que P(B) > 0. Então a probabilidade condicional, dado o evento B, é uma função denotada por P(. B) e definida para todo A 2Fcomo segue, P(A B) = P(A \ B) P(B). (1) em que P(A B) é chamada a probabilidade condicional de A dado B.
25 Regra do Produto Sejam A e B eventos em F tal que, P(A) > 0eP(B) > 0 então, P(A \ B) =P(A)P(B A) =P(B)P(A B). Exemplo Considerando o Exemplo 5.5, ARANGO, calcule a probabilidade do indivíduo ser obeso e sedentário utilizando a regra do produto. Tabela
26 Probabilidade Total Sejam {A i, i = 1,...,n} uma partição de com P(A i ) > 0 para todo i = 1,...,n. Então, para todo B 2Ftem-se que, P(B) = nx P(A i )P(B A i ). i=1 Exemplo Considerando o Exemplo 5.5, ARANGO, calcule a probabilidade do B =indivíduo ser obeso, considerando a partição A =o indivíduo é sedentário e A c =o indivíduo não é sedentário.tabela
27 Teorema de Bayes Seja {A i, i = 1,...,n} uma partição de com P(A i ) > 0 para todo i = 1,...,n. Então, para todo B 2Fpara o qual P(B) > 0 tem-se que, P(A j )P(B A j ) P(A j B) = P n i=1 P(A i)p(b A i ) Exemplo Considerando o Exemplo 5.5, ARANGO, calcule a probabilidade do indivíduo não ser sedentário dado que B =indivíduo é obeso, considerando a partição A =o indivíduo é sedentário e A c =o indivíduo não é sedentário.tabela
28 São testes que tem como objetivo identificar um evento de interesse. Medidas para avaliar um teste: Sensibilidade(s), Especificidade(e), Valor Preditivo Positivo(VPP), Valor Preditivo Negativo(VPN), Falso Positivo(FP) e Falso Negativo(FN).
29 Avaliação do Teste Resultado do Teste Positivo Negativo Ocorrência do Evento Sim a b Não c d Consideremos os seguintes eventos: D + =Ocorrência do evento de interesse; D =Não ocorrência do evento de interesse; T + =Teste positivo; T =Teste negativo;
30 Sensibilidade e Especificidade Sensibilidade(s): é a probabilidade do teste dar positivo dado que ocorreu o evento de interesse, isto é, s = P(T + D + )= P(T + \ D + ) P(D + ) = a a + b Especificidade(e): é a probabilidade do teste dar negativo dado que não ocorreu o evento de interesse, isto é, s = P(T D )= P(T \ D ) P(D ) = d c + d
31 Sensibilidade e Especificidade Valor Preditivo Positivo(VPP): é a probabilidade do evento de interesse ocorrer dado que o teste deu positivo, isto é, VPP = P(D + T + )= P(T + \ D + ) P(T + ) = p s p s +(1 p) (1 e) em que p = P(D + ) é a prevalência do evento de interesse; Valor Preditivo Negativo(VPN): é a probabilidade do evento de interesse não ocorrer dado que o teste deu negativo, isto é, VPN = P(D T )= P(T \ D ) P(T ) = (1 p) e p (1 s)+(1 p) e
32 Exemplo Livro Daniel Uma equipe de pesquisa médica quis avaliar uma proposta de teste de triagem para mal de Alzheimer. O teste foi aplicado a uma amostra aleatória de 450 pacientes com a doença de Alzheimer e uma amostra aleatória independente de 500 pacientes sem os sintomas da doença. As duas amostras foram retiradas de populações de indivíduos com 65 anos de idade ou mais. Os resultados são apresentados a seguir: Resultado do Teste Positivo Negativo Mal de Alzheimer Presente Ausente 5 495
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