REFLEXÕES SOBRE A INTERPRETAÇÃO EM PSICOTERAPIA.
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- Luciano Vergílio Bennert Alencar
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1 Psicologia: Teoria e Prática 1999, 1(1): REFLEXÕES SOBRE A INTERPRETAÇÃO EM PSICOTERAPIA. Paulo Afrânio Sant Anna Universidade Presbiteriana Mackenzie e Instituto de Psicologia da USP Resumo: Este trabalho pretende refletir sobre questões referentes à interpretação no contexto psicoterápico. A importância dada pela psicanálise ao discurso e aos processos secundários e à relevância atribuida pela psicologia analítica às imagens e aos processos primários. Esta discussão baseou-se em textos de autores neofreudianos (HERRMANN,1991), de JUNG (1986,1991) e de neojunguianos (HILLMAN,1989; MIGLIORINI,1993; WEINRIB,1993.) Palavras-chave: interpretação, imagens, imaginação ativa, psicologia analítica, psicanálise. REFLECTION ON THE INTERPRETATION IN PSYCHOTHERAPY Abstract: This paper aims to reflect on questions about the interpretation on the psychotherapy context. The significance given to the speech and secondary processes by psychoanalysis and the relevance of images and primary processes to analytical psychology. This discussion was based on texts of a Freudian author (HERRMANN,1991), JUNG (1986,1991) and Jungians authors (HILLMAN,1989; MIGLIORINI,1993; WEINRIB,1993.) Keywords: interpretation, images, active imagination, analytical psychology, psychoanalysis Pode-se dizer que a psicologia nasce da necessidade básica que o homem tem de entender a si e àqueles que o cercam. Desde os primórdios da história, criaram-se inúmeros sistemas que, de alguma forma, tentaram explicar a experiência humana. Os mitos politeístas e sua pluralidade de modelos de comportamento; os filósofos (gregos, hindus e chineses) e suas variadas perspectivas de entendimento do mundo e do homem; a astrologia e sua tentativa de uma tipologia ligada à natureza, entre outros, foram formas diversas de tentar atribuir sentido à vida humana. Assim como nos sistemas tradicionais, a necessidade de explicar, agrupar, qualificar, nomear e quantificar, também está presente na psicologia e se faz notar sobretudo pela forma como ela interpreta os eventos psíquicos. Ao contrário dos sistemas antigos que, inconscientemente, procuravam descrever e explicar os fenômenos psíquicos a partir de imagens análogas que o representavam, a psicologia moderna funda-se em um modelo positivista em que a descrição e a conceitualização traduzem o fenômeno segundo uma ótica teórica e não mais o evocam ou representam. O que, tradicionalmente, chamamos de interpretação em psicologia poderia ser melhor descrito como uma tentativa de delimitação conceitual da experiência humana. Aquilo que é vivido é atribuido um nome ou sentido que passa a designá-lo ou substituí-lo. Este nome ou conceito pode ser de ordem orgânica, social, cultural, nosológica, comportamental, filosófica etc. Para a psicanálise, a interpretação do discurso ocupa um papel fundamental no processo analítico. Na fala do paciente, há uma tentativa de comunicação que encontra expressão em um emaranhado de configurações que cabe ao analista deslindar. Disso nasce a possibilidade da interpretação psicanalítica. Segundo Herrmann (1991), há na interpretação psicanalítica uma tentativa de infundir uma visão da psicanálise, assim como de produzir um efeito 15
2 Paulo Afrânio Sant Anna corretivo. Fala de quatro tipos de interpretação: a) aquela que se limita a dar conselhos ou apontar erros tornando-se sugestiva; b) aquela pautada na onipotência do analista que confere significados às experiências e pretende apresentar a realidade como ela é ; c) aquela que evidencia os pressupostos teóricos que foram transportados para o discurso a título de hipótese acerca do inconsciente e da gênese do conflito; d) aquelas que procuram desvendar o sentido verdadeiro das palavras, indo desde reconstruções genéticas até interpretações que pretendem desfazer as metáforas do discurso, revelando o que realmente significam. Em todas estas posturas interpretativas, ocorre um abuso por parte do analista que não prioriza a capacidade do paciente de construir significados. O problema está em que, postulando um sentido verdadeiro para o meu discurso, declaram-me inapto a conhecê-lo, por algo interno que dele me desvia. (Herrmann, 1991:70) Para Freud, os processos secundários, caracterizados pelo pensamento lógico-dedutivo e pela estruturação do discurso, parecem ocupar uma posição hierárquica superior na estrutura da psique. Já as manifestações psíquicas dos processos primários são tidas como resultantes de uma degeneração ou regressão a um modo de pensamento anterior e menos desenvolvido. Neste sentido, a interpretação busca uma reestruturação da experiência psíquica original através de uma transmutação desta em discurso, reorganizando-a sob uma lógica psicanalítica. Porém, nem todo fenômeno psíquico pode ou deve ser reduzido ao discurso ou a uma ótica racional. É preciso reconhecer que a experiência psíquica é antes de tudo constituida por paradoxos que são melhor expressos por imagens. Para Jung, as fantasias são a fonte criativa da psique e não um modo de funcionamento psíquico menos desenvolvido. A imaginação é a atividade basal da psique, da qual todas as funções da consciência derivam; ela é a atividade reprodutora ou criativa do espírito em geral, sem ser uma faculdade especial, pois se reflete em todas as formas básicas da vida psíquica: pensar, sentir, sensualizar e intuir.... a fantasia como atividade imaginativa é mera expressão direta da atividade psíquica, da energia psíquica que só é dada à consciência sob a forma de imagens conteúdos, assim como a energia física só pode manifestar-se como estado físico estimulando os órgãos sensoriais de modo físico. (JUNG, A observação do fluxo e desenvolvimento das imagens presentes nos sonhos, delírios, fantasias, produtos artísticos, dentre outros, levou Jung a postular a existência de um processo autônomo de desenvolvimento psíquico que ele denominou de processo de individuação. Percebe que grande parte dos problemas psíquicos estão relacionados aos distúrbios neste processo e não às disfunções egóicas. Este pressuposto resulta em uma completa mudança de enfoque no que diz respeito à atitude terapêutica e a interpretação, cujo foco se desloca do ego para o processo de individuação. Coloca-se, então, uma nova questão para a psicoterapia. Esta nasceu sob a égide da ampliação da consciência, na qual a resolução dos conflitos 16
3 Reflexões sobre a Interpretação em Psicoterapia psíquicos é relacionada com a capacidade do ego de entendê-los e integrá-los. Porém, se a consciência do ego fosse tudo, o insigth e a percepção poderiam modificar nossas respostas emocionais e nosso comportamento, mas, com demasiada frequência, não é isto que ocorre (WEINRIB, 1993:34). Ao deslocar o foco terapêutico para o processo de individuação, o objetivo passa a ser a relativização do ego e não necessariamente sua ampliação. Isto se dá na medida em que outros fatores psíquicos passam a ser considerados, ou seja, quando o paradoxo da vida é aceito e respeitado. Neste processo, observa-se uma desliteralização da consciência, na qual o discurso lógico, estruturado em uma base tempo-espacial-causal, cede espaço para o discurso poético-metafórico, capaz de dar forma e sentido às experiências humanas mais complexas. Não se trata de um abandono da fala, como propõem algumas abordagens psicológicas, mas sim de uma recriação do discurso, em que a dissociação entre psique e logos pode ser resolvida. Para tal, é preciso reconhecer nas imagens o seu pontencial e aprender a usá-lo. Se há na psicanálise, originalmente, uma ascendência da palavra e da memória sobre a imagem e a imaginação, na psicologia analítica essa relação se inverte. Se o método de investigação do inconsciente no primeiro caso é a associação livre, no segundo é a imaginação ativa (MIGLIORINI, 1993:1). A imaginação ativa consiste em favorecer o surgimento de um estado de consciência em que é possível a observação do fluxo de imagens psíquicas. Não há uma preocupação na busca de significados, mas, no estabelecimento de uma relação com as imagens que configure uma ponte direta com a consciência. Neste sentido, Jung diz: A imagem e a significação são idênticas e à medida que a primeira assume contornos definidos, a segunda se torna mais clara. A forma assim adquirida, a rigor, não precisa de interpretação pois ela própria descreve o seu sentido (1986:141,@402). Porém, percebe-se na literatura junguiana, que tanto Jung como seus seguidores, muitas vezes, parecem perder esta perspectiva, abordando os fenômenos psíquicos de forma interpretativa. Von Franz (1981) chega a afirmar que a tradução dos símbolos e mitos para uma linguagem psicológica é necesária embora represente a troca de um mito por outro; o mito da psicologia. Neste sentido, Migliorini (1993) diz: se na psicanálise há uma redução das fantasias ao signo, como aponta Jung, na psicologia analítica se procede uma redução das entidades metafísico religiosas ou mitológicas aos símbolos e funções psíquicas (Migliorini, 1993:15). Parece ocorrer um aprisionamento conceitual da imagem, o que do ponto de vista da dinâmica psíquica pode ser um fator estagnante. Portanto, a psicoterapia deveria abandonar o discurso limitador dos conceitos e cultivar o discurso das imagens. As imagens da fantasia constituem a base da consciência, de modo que precisamos retornar a elas e reconhecê-las em todos os lugares e não somente no mundo da fantasia separado da realidade. Neste sentido, as imagens são um modo instrumental de perceber e tomar consciência. A psique é o sujeito de nossas percepções, o percebedor através da fantasia, mais do que o objeto de nossas percepções. Mais do que analisar fantasias, nós analisamos por seu intermédio; e traduzir a realidade em imagens de fantasia definiria melhor o tornar-se consciente, do que a noção inicial dada pelo ego, de traduzir afantasia em realidade... (HILLMAN, 1993:33) 17
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5 Paulo Afrânio Sant Anna Referências Bibliográficas: FRANZ, M.L.V.(1981) A Interpretação dos Contos de Fadas, Rio de Janeiro, Achiamé. HERRMANN,F.(1991) Andaimes do Real: Livro Primeiro, o Método da Psicanálise. 2.ed. São Paulo, Brasiliense. HILLMAN, J. (1989) A Blue Fire. New York, Harper Perennial. JUNG, C. G. (1986) A Natureza da Psique. Petrópolis, Vozes. JUNG, C. G. (1991) Tipos Psicológicos. Petrópolis, Vozes. MIGLIORINI, W.J.M. (1993) Função Transcendente: Definição e Papel na Interpretação. São Paulo, Instituto de Psicologia da USP [digitado] WEINRIB, E.L. (1993) Imagens do Self: O Processo Terapêutico na Caixa de Areia. São Paulo, Summus. 18 Contatos: Universidade Presbiteriana Mackenzie Faculdade de Psicologia Departamento de Psicologia Clínica Prédio 14 1º andar Rua Itambé, 145 Higienópolis São Paulo - SP
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