Infecção do trato urinário em crianças e adolescentes
|
|
|
- Isadora Desconhecida Dreer
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TE-5 REMESSA DE documentos de CAIXA, EXTRA-CAIXA E CONTABILIDADE PARA MICROFILMAGEM DIBAN/DPSAG - Depto. de Processos e Suporte às Agências Tipo Documental. INTRODUÇÃO A Infecção do trato urinário (ITU) é a infecção bacteriana invasiva mais comum em crianças no mundo inteiro, afetando até 0% das crianças. É a causa da febre em até 5% dos lactentes de 2 a 24 meses com febre sem sinais localizatórios (FSSL). A pielonefrite aguda pode levar a cicatriz renal, hipertensão e insuficiência renal crônica. OBJETIVOS Aumentar o uso de critério diagnóstico apropriado Aumentar o uso de terapia antimicrobiana apropriada Evitar sequelas POPULAÇÃO ALVO: Crianças de 2 meses a 6 anos incompletos de idade com um primeiro episódio presumido ou definitivo de ITU CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO Cateteres urinários Anomalias geniturinárias conhecidas Doença renal subjacente Imunodeficiências ou em uso de imunossupressores Sepse grave, choque séptico ou outras comorbidades graves Antecedente de pielonefrite ou cistite Balanopostite, vulvovaginite, leucorréia ou exulceração perineal 2. INCIDÊNCIA NA UPA DI.ASS /09/204 por 08/0/204
2 A ITU representa 0,7% dos atendimentos pediátricos realizados nas UPAs. O uropatógeno mais prevalente é a E. Coli (66,03% dos casos), seguido de P. Mirabilis (28,7%). Nas amostras colhidas no HIAE, a resistência da E. coli a cefalexina chega a 29%, a sulfametoxazol e trimetropim é de 37% e a amoxicilina isolada é de 55%. 3. DIAGNÓSTICO Os níveis de evidência utilizados para as recomendações, estão na Tabela. Tabela : Níveis de evidência EVIDÊNCIA A B C D ESTUDOS REALIZADOS Ensaios clínicos randomizados (ECR) controlados, bem desenhados. ECR ou estudo diagnóstico com pequenas limitações, evidências muito consistentes de estudos observacionais. Estudos observacionais (com desenho cohort ou caso-controle) Baseado na opinião de especialistas, ou em pesquisas experimentais, ou na fisiologia. Relato de caso. As indicações para coleta de urina para urinálise e urocultura são: Crianças de 2 meses a 2 anos com febre sem sinais localizatórios (FSSL), T 38 C, que necessitem terapia antimicrobiana imediata (EVIDÊNCIA A, RECOMENDAÇÃO FORTE); Crianças de 2 meses a 2 anos com FSSL, T 38 C, fora do grupo de baixo risco (< %) para ITU (ver Figura ) (EVIDÊNCIA A, RECOMENDAÇÃO FORTE); Crianças de 2 a 3 anos com FSSL e T 39 C; Meninas e meninos não circuncidados > 2 anos com qualquer dos sintomas: dor abdominal, dor nas costas, disúria, polaciúria, incontinência urinária de início recente; Meninos circuncidados > 2 anos com sintomas urinários múltiplos. DI.ASS /09/204 por 08/0/204
3 Figura : Probabilidade de ITU em lactentes febris do sexo feminino e masculino. *: probabilidade de ITU excede % mesmo na ausência de outro fator que a não circuncisão, em lactentes febris do sexo masculino. Método de Coleta A cateterização vesical ou aspiração supra-púbica são os métodos preferidos em crianças sem controle esfincteriano, e a coleta limpa é o método preferido em crianças com controle esfincteriano. Para a cateterização, recomenda-se que seja realizada com pelo menos 30 minutos de fralda seca, e o número de tentativas seja de uma por profissional, e no máximo 2 tentativas. Recomenda-se não usar urina obtida por saco coletor para cultura, porém as amostras de urina de saco coletor podem ser usadas como triagem. Esta abordagem somente não é recomendada para pacientes considerados suficientemente doentes que necessitam antibimicrobiano imediato. 4. DEFINIÇÕES ITU Presumida: presença de esterase leucocitária positiva e/ou nitrito positivo e/ou piúria >0.000 leucócitos/ml e/ou bacteriúria. DI.ASS /09/204 por 08/0/204
4 ITU Definitiva: Bacteriúria significante de uma única espécie uropatogênica em paciente com piúria (EVIDÊNCIA C, RECOMENDAÇÃO). A definição de bacteriúria significante depende do método de coleta: coleta limpa: > UFC/mL cateterização vesical: > UFC/mL punção supra-púbica: > UFC/mL 5. TRATAMENTO Os objetivos do tratamento são tratar a infecção aguda, prevenir complicações e reduzir o risco de cicatriz renal. Portanto, quando o diagnóstico de ITU presumido é realizado, é recomendado iniciar o tratamento empiricamente, após obtenção de amostra adequada de urina para cultura. O tratamento ambulatorial pode ser feito com antimicrobiano oral ou antimicrobiano parenteral seguido de oral (EVIDÊNCIA A, RECOMENDAÇÃO FORTE). Devido a alta resistência a cefalexina em nosso meio (HIAE), as opções de antimicrobiano oral inicial recomendadas são cefuroxime e a associação de amoxicilina e ácido clavulânico. Nos casos de alergia a esses antimicrobianos, a ciprofloxacina pode ser usada. O antimicrobiano parenteral inicial recomendado é o ceftriaxone. Em caso de alergia a cefalosporinas, recomenda-se a amicacina (ver doses na Tabela 2). Crianças tratadas inicialmente com antimicrobiano parenteral devem usá-lo pelo menos até apresentar melhora clínica ou tolerar medicações orais (geralmente 24 a 48 horas) (EVIDÊNCIA B, RECOMENDAÇÃO). Após, pode ser realizada mudança para antimicrobiano oral para completar 7 a 4 dias (EVIDÊNCIA B, RECOMENDAÇÃO). A duração do tratamento deve ser de 7 a 4 dias nas crianças > 2 anos com febre ou < 2 anos (EVIDÊNCIA B, RECOMENDAÇÃO FORTE), e poderá ser de 5 a 7 dias nas crianças > 2 anos sem febre. DI.ASS /09/204 por 08/0/204
5 Tabela 2: Doses de antimicrobianos utilizados no tratamento da ITU ANTIMICROBIANO DOSE Cefuroxime Amoxicilina e ácido clavulânico Ciprofloxacina Ceftriaxone Amicacina 20-40mg/kg/dia, dividido em 2 doses 40mg/ kg/dia de amoxicilina, dividido em 3 doses 20 30mg/kg/dia, dividido em 2 doses 75mg/kg/dia, em -2 doses, IV ou IM 5mg/kg/dia, em -3 doses, IV ou IM Indicações de internação Necessidade de hidratação intravenosa Comprometimento do estado geral Ausência de seguimento ambulatorial adequado Falha em responder à terapia ambulatorial Intolerância ao tratamento ambulatorial Médico ou família desconfortável com o manejo ambulatorial DI.ASS /09/204 por 08/0/204
6 6. FLUXOGRAMA DI.ASS /09/204 por 08/0/204
7 7. MEDIDAS DE QUALIDADE Major: Número de culturas de urina por cateterização vesical + coleta limpa + aspiração supra-púbica em crianças < 2 anos de idade/ número de culturas de urina em crianças < 2 anos de idade. Minor: Número de pacientes com diagnóstico de ITU com prescrição de cefuroxima ou associação amoxicilina e ácido clavulânico/ número de pacientes com diagnóstico de ITU tratados por via oral. 8. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS. Subcommittee on urinary tract infection, steering committee on quality improvement and management. Urinary tract infection: clinical practice guideline for the diagnosis and management of the initial uti in febrile infants and children 2 to 24 months. Pediatrics 20; 28: Hodson EM, Willis NS, Craig JC. Antibiotics for acute pyelonephritis in children. Cochrane Database Syst Rev 2007; CD ELABORAÇÃO DESTE DOCUMENTO Autor: Henrique Monteiro Neto Participantes: Benita Galassi Soares Schvartsman, Adriana Vada Souza Ferreira, Gaby Cecília Yupanqui Guerra Barboza, Luciana Henriques Sakita, Nelson Akamine, Flávio Rocha Brito Marques, Núcleo de Pediatria Baseada em Evidências. es: Luciana Henriques Sakita, Ana Catarina Lunz Macedo,. DI.ASS /09/204 por 08/0/204
8 INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Informações sobre a doença ORIENTAÇÕES PÓS ALTA HOSPITALAR A Infecção do trato urinário (ITU) é uma infecção da bexiga ou dos rins, que pode causar sintomas como febre, dor abdominal, vômito, ardor ou dor ao urinar, urgência para urinar e/ ou incontinência urinária de início recente. As crianças menores de 2 anos podem não ter sintomas específicos, sendo a irritabilidade e o baixo ganho de peso alguns dos sinais da infecção. O diagnóstico é realizado com a análise de uma amostra limpa de urina e confirmado com o crescimento de bactérias na cultura. O tratamento é importante para evitar a propagação da infecção e complicações tardias que podem levar a hipertensão e disfunção renal. Sobre o tratamento Os antibióticos são utilizados para tratar a infecção. Assegure a administração de todas as doses durante o período indicado. Não descontinue a medicação sem orientação médica. Instruções para a casa Lembre-se que a cultura da urina deverá estar pronta em aproximadamente 72hs e deverá ser checada pelo seu pediatra de rotina para adequação da medicação. Incremente a oferta de líquidos no período do tratamento. Permita que o paciente vá ao banheiro sempre que desejar e oriente evitar retenção urinária. Retorne com seu médico ou ao pronto atendimento se: Mantiver febre mais que 72hs em vigência do antibiótico ou se a criança iniciar quadro de febre antes não apresentada A criança parar de urinar ou aparecer sangue na urina. A criança apresentar piora do estado geral O paciente não tolerar a medicação O paciente apresentar rush cutâneo após uso do antibiótico DI.ASS /09/204 por 08/0/204
9 00 Tipo Documental RESUMO Descrição em forma de resumo para acesso em meios alternativos de conectividade como tablets ou celulares ANEXOS DOCUMENTOS RELACIONADOS Descrição Resumida da Revisão Sandra Cristina P. L. Shiramizo (22/03/203 07:50:45 AM) - Diagn sotico e tratamento da º infecção urinária (22/04/204 08:02:52 PM) - Diretriz de ITU revisada, com critérios de investigação de ITU, métodos de coleta, e tratamento antimicrobiano segundo dados do HIAE. (07/0/204 02:06:26 PM) - Diretriz republicada por questões operacionais. DI.ASS /09/204 por 08/0/204
Diretrizes Assistenciais
Diretrizes Assistenciais Diretriz baseada em evidências para o diagnóstico e o tratamento da primeira infecção do trato urinário em crianças de 2 meses a 12 anos Março - 2012 Versão eletrônica atualizada
Tratamento da ITU na Infância
Definições: Infecção Urinária Baixa= Cistite: Infecção limitada a bexiga Tratamento da ITU na Infância Infecção Urinária Alta=Pielonefrite Infecção atinge o parênquima renal Para fins de conduta terapêutica,
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO RIO. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu- UNESP
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO RIO Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu- UNESP INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO RIO É caracterizada pela multiplicação bacteriana
TÍTULO: INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO URINÁRIA ENTRE HOMENS E MULHERES NO MUNICÍPIO DE AGUAÍ EM PACIENTES QUE UTILIZAM O SUS
TÍTULO: INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO URINÁRIA ENTRE HOMENS E MULHERES NO MUNICÍPIO DE AGUAÍ EM PACIENTES QUE UTILIZAM O SUS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO:
Infecção do Trato Urinário na Infância
Universidade Estadual do Oeste do Paraná Centro de Ciências Médicas e Farmacêuticas Curso de Medicina Hospital Universitário do Oeste do Paraná HUOP Liga Médico-Acadêmica de Pediatria (LIPED) Infecção
Infeção Urinária. Divulgar normas de orientação clínica para diagnóstico, tratamento e seguimento da infecção urinária em Pediatria.
Objectivo: Divulgar normas de orientação clínica para diagnóstico, tratamento e seguimento da infecção urinária em Pediatria. Aplicabilidade: Médicos e enfermeiros do Hospital Pediátrico de Coimbra. Siglas,
Lia Gata Serviçode Urgência HP, CHUC
INFECÇÃO URINÁRIA diagnóstico e tratamento Lia Gata Serviçode Urgência HP, CHUC definições pielonefrite IU febril IU não febril e idade < 2 anos* IU com dor lombar associada cistite IU recorrente IU não
Alterações no Trato Urinário
Alterações no Trato Urinário PPCSA Profª Daniele C D Zimon Profª Adriana Cecel Guedes Aparelho Urinário Rim Infecções do Trato Urinário As infecções do trato urinário (ITUs) são causadas por micoorganismos
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Trato urinário superior Rins Ureteres Professora: Juliana Peloi Vides Trato urinário inferior Bexiga Uretra FREQUENTES!!! Parênquima renal Pelve renal Ureteres Bexiga Uretra
INFECÇÃO URINÁRIA EM ADULTO
Página: 1 de 6 1. Definição: É o comprometimento de uma ou mais estruturas do sistema urinário geralmente de etiologia bacteriana. 2. Diagnóstico: 2.1 Clínico Início abrupto dos sintomas a seguir sugerem
Prevenção de Infecção do Trato Urinário (ITU) relacionada á assistência á saúde.
Prevenção de Infecção do Trato Urinário (ITU) relacionada á assistência á saúde. Definição de ITU-H segundo CDC (NHSN) Critérios de infecção urinária sintomática (ITU-S) Critério I Cultura de urina com
Após um episódio de ITU, há uma chance de aproximadamente 19% de aparecimento de cicatriz renal
Compartilhe conhecimento: Devemos ou não continuar prescrevendo antibiótico profilático após diagnóstico da primeira infecção urinária? Analisamos recente revisão sistemática e trazemos a resposta. Em
As dúvidas mais comuns sobre a infecção urinária
As dúvidas mais comuns sobre a infecção urinária 17/08/2017 - Dra. Marcela Noronha Esse texto tem caráter informativo e foi feito para que você fique por dentro dos principais pontos quando falamos sobre
INFEÇÃO URINÁRIA MAPA DE REVISÕES PROTOCOLO CLINICO. Destinatários. Data Dr. Bilhota Xavier
Palavras-Chave: Infeção Urinária Destinatários Médicos dos ACES da Unidade Coordenadora Funcional (UCF) de Leiria Elaboração Dr.ª Alexandra Luz, Dr.ª Tânia Russo, Dr.ª Teresa Rezende Aprovação Diretor
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO PEDIATRIA UNIDADE DE NEFROLOGIA PEDIÁTRICA HC - UFMG BELO HORIZONTE - BRASIL
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO PEDIATRIA UNIDADE DE NEFROLOGIA PEDIÁTRICA HC - UFMG BELO HORIZONTE - BRASIL CAUSAS DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES o papel das uropatias/infecção urinária
Infecção do Trato Urinário
Infecção do Trato Urinário Introdução O termo infecção do trato urinário (ITU) abrange uma grande gama de quadros clínicos a saber: bacteriúria assintomática, cistite, pielonefrite e prostatite. Em nossa
INFECÇÃO URINÁRIA. BIBLIOGRAFIA: EXAME DE URINA E PATOLOGIAS ASSOCIADAS Nadilson Cunha
INFECÇÃO URINÁRIA BIBLIOGRAFIA: EXAME DE URINA E PATOLOGIAS ASSOCIADAS ÍNDICE Epidemiologia Sintomatologia Etiologia Diagnóstico Diagnóstico diferencial Fatores facilitadores Refluxo Vésico Uretral (RVU)
INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO
INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO Arlindo Schiesari Júnior Médico infectologista Curso de Medicina Faculdades Integradas Padre Albino Catanduva-SP [email protected] Potenciais Conflitos de Interesses MSD,
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO NOSOCOMIAL
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO NOSOCOMIAL DEFINIÇÃO A infecção de trato urinário (ITU) nosocomial é definida como qualquer ITU relacionada a procedimento urológico ou ITU diagnosticada após a admissão em serviço
1 - OBJETIVO 2 - DEFINIÇÃO
SESAU.MED..001 Revisão: 00 Página: 1 de 15 PROCEDIMEN DE GESTÃO 1 - OBJETIVO Estabelecer algoritmo adequado para diagnóstico e abordagem terapêutica da infecção do trato urinário, por se tratar de uma
Disciplina de Nefrologia Pediátrica Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
Prof Dra Marcia Camegaçava Riyuzo Disciplina de Nefrologia Pediátrica Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP unesp Infecção urinária Crescimento de microorganismos no trato
CRITÉRIOS DE ADMISSÃO, ALTA E TRANSFERÊNCIA DA UNIDADE DE APOIO PSIQUIÁTRICO (UAP) DO NÚCLEO DE MEDICINA PSICOSSOMÁTICA E PSIQUIATRIA
TE-5 REMESSA DE documentos de CAIXA, EXTRA-CAIXA E CONTABILIDADE PARA MICROFILMAGEM DIBAN/DPSAG - Depto. de Processos e Suporte às Agências Tipo Documental CRITÉRIOS DE ADMISSÃO, ALTA E TRANSFERÊNCIA DA
Definir critérios de diagnóstico, prognóstico e tratamento das pneumonias do adulto adquiridas em comunidade.
TE-5 REMESSA DE documentos de CAIXA, EXTRA-CAIXA E CONTABILIDADE PARA MICROFILMAGEM DIBAN/DPSAG - Depto. de Processos e Suporte às Agências Tipo Documental OBJETIVO - POPULAÇÃO ALVO Definir critérios de
tratamento antimicrobiano das infecções do trato respiratório inferior e superior marcos tanita uti-hurp
tratamento antimicrobiano das infecções do trato respiratório inferior e superior marcos tanita uti-hurp tratamento antimicrobiano das infecções do trato respiratório superior e inferior marcos tanita
PROTOCOLO MÉDICO CÓLICA NEFRÉTICA. Área: Médica Versão: 1ª
Página: 1 de 8 1. Introdução: A causa mais frequente da cólica nefrética é a passagem do cálculo pelo trato urinário, sendo a incidência anual de 16 casos para cada 1000 pessoas. O reconhecimento rápido
Disciplina de Nefrologia Pediátrica Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
Prof Dra Marcia Camegaçava Riyuzo Disciplina de Nefrologia Pediátrica Departamento de Pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP unesp Infecção urinária Crescimento de microorganismos no trato
ITU NA GESTAÇÃO. INFECÇÕES URINÁRIAS; GRAVIDEZ; INFECÇÕES URINÁRIAS/diagnóstico; CONDUTA.
ITU NA GESTAÇÃO Geórgia Pereira Portela Mariana Miranda Endres Matias Costa Vieira UNITERMOS INFECÇÕES URINÁRIAS; GRAVIDEZ; INFECÇÕES URINÁRIAS/diagnóstico; CONDUTA. KEYWORDS URINARY TRACT INFECTIONS;
PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE
PROTOCOLO DE TRATAMENTO ANTIMICROBIANO EMPÍRICO PARA INFECÇÕES COMUNITÁRIAS, HOSPITALARES E SEPSE Sumário Introdução...6 Informações Importantes...6 Infecções Comunitárias...8 Infecções Relacionadas
Módulo 1 INFEÇÕES URINÁRIAS: RECOMENDAÇÕES E NOC DGS ABORDAGEM DE PATOLOGIAS UROLÓGICAS FREQUENTES NA URGÊNCIA DE MGF: INFEÇÕES URINÁRIAS
Módulo 1 INFEÇÕES URINÁRIAS: RECOMENDAÇÕES E NOC DGS Palestrante: Dr. Luis Miguel Abranches Monteiro Urologia Moderador: Prof. Carlos Martins Medicina Geral e Familiar 01 Abril 2017 URO/2017/0010/PTq,
Módulo 1 ABORDAGEM E OPÇÕES TERAPÊUTICAS NO DOENTE COM LITÍASE RENAL AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA CÓLICA RENAL 3 OBSERVAÇÃO 4 OPÇÕES TERAPÊUTICAS
ABORDAGEM E OPÇÕES TERAPÊUTICAS NO DOENTE COM LITÍASE RENAL Módulo 1 Palestrante: Dr. Luis Miguel Abranches Monteiro Urologia Moderador: Prof. Carlos Martins Medicina Geral e Familiar 01 Abril 2017 URO/2017/0010/PTp,
Consensus Statement on Management of Steroid Sensitive Nephrotic Syndrome
Consensus Statement on Management of Steroid Sensitive Nephrotic Syndrome Grupo Indiano de Nefrologia Pediátrica, Academia Indiana de Pediatria o Indian Pediatrics 2001; 38: 975-986 986 http://www.indianpediatrics.net/sept2001/sept-975
Imagem da Semana: Cintilografia Renal c/99mtc
Imagem da Semana: Cintilografia Renal c/99mtc Imagem 01. Cintilografia Renal Estática Imagens (99mTc-DMSA) Paciente do sexo feminino, 10 anos de idade, apresenta enurese noturna, incontinência urinária
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO: PROPOSTA DE ROTINA DE ATENDIMENTO À POPULAÇÃO PEDIÁTRICA DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA - HMIB PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM PEDIATRIA ANNA LOPES JORGE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO: PROPOSTA
Marcos Carvalho de Vasconcellos Departamento de Pediatria da FM UFMG
Marcos Carvalho de Vasconcellos Departamento de Pediatria da FM UFMG [email protected] Caso 1: WhatsApp: Dr. Marcos, o meu bebê de 7 dias de vida está com febre de 38,5 C. Posso dar paracetamol?.
INFECÇÃO URINÁRIA. Dr. Auro Antonio Simões de Souza Casa de Saúde Santa Marcelina
Dr. Auro Antonio Simões de Souza Casa de Saúde Santa Marcelina INFECÇÃO HOSPITALAR 2.000.000 internados infecções 350.000 infecções bacteremias 90.000 bacteremias óbito 3 a 5% - População mundial INCIDÊNCIA
Pneumonia Comunitária no Adulto Atualização Terapêutica
Pneumonia Comunitária no Adulto Carlos Alberto de Professor Titular de Pneumologia da Escola Médica de PósGraduação da PUC-Rio Membro Titular da Academia Nacional de Medicina Chefe do Serviço de Pneumologia,
PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do Trato Urinário. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea
PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do Trato Urinário Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea Data de Realização: 23/03/2009 Data de Revisão: Data da Última
Curso Anual Universitario de Medicina Familiar y Atención Primaria Infecções urinárias
Infecções urinárias Dr.Eduardo Durante Dra. Karin Kopitowski Dr. Mario Acuña Objetivos Definir disúria e realizar os diagnósticos diferenciais. Realizar uma correta aproximação diagnóstica, Manejar adequadamente
Efficacy and Safety of Nonoperative Treatment for Acute Appendicitis: A Meta-analysis Pediatrics, Março 2017
Compartilhe conhecimento: Analisamos duas recentes publicações que demonstram a segurança de realizar tratamentos clínicos da apendicite aguda não complicada, com resultados comparáveis aos da apendicectomia.
Febre sem sinais localizatórios
INTRODUÇÃO Febre é uma das principais queixas na infância, sendo responsável por quase 5 milhões de consultas pediátricas por ano nos Estados Unidos (1), além de ser responsável por uma das principais
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES AVANÇADAS Maio de 2013 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Definições atualmente utilizadas Diagnóstico Tratamento
Infecção do Trato Urinário ITU
Agência Nacional de Vigilância Sanitária Infecção do Trato Urinário ITU Critérios Nacionais de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde Unidade de Investigação e Prevenção das Infecções e dos Efeitos
UPA 24h. Unidade de Pronto Atendimento. São objetivos da UPA:
UPA 24h Unidade de Pronto Atendimento As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) são fundamentais por serem constituídas de um componente pré-hospitalar fixo, atendendo as regiões desprovidas da modalidade
A CORRELAÇÃO DAS UROCULTURAS E EAS DE URINA PARA O DIGNÓSTICO DE INFECÇÃO URINÁRIA
A CORRELAÇÃO DAS UROCULTURAS E EAS DE URINA PARA O DIGNÓSTICO DE INFECÇÃO URINÁRIA Matheus Henrique Bragança Duarte Acadêmico do 6º período do curso de graduação em Biomedicina das Faculdades Integradas
OPAT Outpatient Parenteral Antimicrobial Therapy
OPAT Outpatient Parenteral Antimicrobial Therapy Dr. Adilson J. Westheimer Cavalcante Infectologista do Hospital Heliópolis e da FM ABC Membro da Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia Sem conflitos
Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA
Diretrizes Assistenciais Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA
VI Jornadas ANCI Combater a infeção e as resistências: Problema e Desafio BUNDLE DO CATETER URINÁRIO
VI Jornadas ANCI Combater a infeção e as resistências: Problema e Desafio BUNDLE DO CATETER URINÁRIO Cidália Silva 13 de Março de 2015 CONTEÚDOS Enquadramento e Metodologia Grelha de observação Resultados
I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS
Emergência CT de Medicina I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CREMEC/Conselho Regional de Medicina do Ceará Câmara Técnica de Medicina Intensiva
1 a ETAPA - PROVA C/NP
CONCURSO 2014 PARA RESIDÊNCIA MÉDICA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO COREME COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA 1 a ETAPA - PROVA C/NP NEUROLOGIA PEDIÁTRICA INSTRUÇÕES
Checklist Validação Antibióticos Caso Clínico
Checklist Validação Antibióticos Caso Clínico Grupo de Interesse de Infecciologia Ana Inácio 23 de Fevereiro de 2018 Lisboa 1 CASO CLINICO Mulher, 72 anos, caucasiana, reformada, recorre à Urgência por,
USG do aparelho urinário: hidroureteronefrose bilateral, bexiga repleta com volume estimado de 350 ml com paredes espessadas e trabeculadas.
01 Concurso Menino de sete anos de idade chega ao ambulatório de pediatria para investigação de baixa estatura. Na história patológica pregressa, a mãe referiu vários episódios de infecções urinárias tratadas
Vacina Tríplice (DTP Acelular) Contra - Difteria/Tétano/Coqueluche
Vacina Tríplice (DTP Acelular) Contra - Difteria/Tétano/Coqueluche Autoria: Sociedade Brasileira de Pediatria Elaboração Final: 2 de setembro de 2002 Participantes: Martins RM O Projeto Diretrizes, iniciativa
APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CASO CLÍNICO
APRESENTAÇÃO DA UNIDADE Objetivos educacionais da unidade Aqui, abordaremos como conduzir o paciente portador de infecção do trato urinário no domicílio. Serão apresentados os seguintes aspectos: conceito
INFECÇÕES RELACIONADAS A CATETERES VASCULARES
INFECÇÕES RELACIONADAS A CATETERES VASCULARES Cateteres vasculares são fundamentais para terapia intravenosa e monitorização hemodinâmica. EUA: 150 milhões de cateteres vasculares/ano Os cateteres provocam
RESIDÊNCIA MÉDICA 2015.
Recursos de estudo na Área do Aluno Site SJT Educação Médica Aula À La Carte Simulados Presenciais e on-line Cursos Extras Antibioticoterapia Prático SJT Diagnóstico por imagem Eletrocardiografia Revisão
INFECÇÃO URINÁRIA. Denise Marques Mota FAMED 2011
INFECÇÃO URINÁRIA Denise Marques Mota FAMED 2011 Conceito Multiplicação bacteriana em qualquer segmento do aparelho urinário Importância Segunda infecção bacteriana mais comum em crianças ( otite média
Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.
INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,
Aula Prática administrada aos alunos do 4º e 5º períodos do curso de graduação em medicina no Ambulatório de Ginecologia do UH-UMI.
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE MEDICINA III CURSO DE MEDICINA Prof. Antonio Augusto Pereira Martins Especialista em Docência do Ensino Superior
PREVENÇÃO DE INFECÇÃO HOSPITALAR ASSOCIADA A CATETER VESICAL
PREVENÇÃO ASSOCIADA A CATETER VESICAL INSTALAÇÃO DO CATETER VESICAL 1. Realizar primeiramente rigorosa higiene da genitália externa com água e sabão, utilizando luvas de procedimento. Higiene feminina:
Ingestão de corpo estranho
1. INTRODUÇÃO A ingestão de corpo estranho é ocorrência comum de urgência. Geralmente a passagem e eliminação pelo trato digestivo ocorre espontaneamente sem a necessidade de intervenção. A morbidade grave
Bexiga Neurogênica por TRM. Alfredo Felix Canalini
Bexiga Neurogênica por TRM Alfredo Felix Canalini TRM Mortalidade 1 a guerra 80% Morton (1901) Elsberg (1913) Ludwig Guttmann 1939 1944 (Trueta) 1948 Donald Munro (1947) 2 a guerra 45% Guerra da Coréia
#Id: R.S.S, feminino, 84 anos, natural e procedente de Fortaleza, viúva, ex-costureira, católica. #Fonte da história: Filha. #Q.P.
CASO CLÍNICO 5 #Id: R.S.S, feminino, 84 anos, natural e procedente de Fortaleza, viúva, ex-costureira, católica. #Fonte da história: Filha #Q.P.: Agitação #H.D.A.: Filha relata que paciente, acamada há
Nos primeiros lugares das dores de cabeça da Urologia
N i i l d d d b d Nos primeiros lugares das dores de cabeça da Urologia Câncer de próstata :malignidade mais diagnosticada em homens Incontinência urinária afeta diretamente qualidade de vida Cirurgia:
PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO)
DADOS DO PACIENTE PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) Iniciais: Registro: Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Data de nascimento: / /
CASO CLÍNICO: INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
CASO CLÍNICO: INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO CASO CLÍNICO Identificação L.R.O.P. Sexo feminino Branca 2 anos Natural e procedente de Macéio Informante : a mãe CASO CLÍNICO Q. P: Febre e dor ao urinar HDA:
Analgesia Pós-Operatória em Cirurgia de Grande Porte e Desfechos
Analgesia Pós-Operatória em Cirurgia de Grande Porte e Desfechos A Medicina Baseada em Evidências (MBE) é definida como o uso consciente, explícito e crítico da melhor evidência atual, integrado com a
Cólica nefrética em adultos
. INTRODUÇÃO A cólica nefrética é uma entidade frequentemente encontrada no atendimento de urgência em pronto atendimentos de todo o mundo. A causa mais frequente é a passagem de cálculos urinários pelo
CUIDADOS COM CATETERES E SONDAS
FACULDADE UNIGRAN CAPITAL TECNÓLOGO EM RADIOLOGIA PRINCÍPIOS E TÉCNICAS DA ENFERMAGEM CUIDADOS COM CATETERES E SONDAS ACESSO VENOSO PERIFÉRICO Definido como acesso ao sistema venoso sistêmico por punção
INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO
INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO INTRODUÇÃO ITU invasão por microorganismos que desencadeiam resposta inflamatória. Bactérias que atingem via ascendente, hematogência ou linfática Cistite : mucosa vesical -
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO EM MULHERES NA CIDADE DE UBERLÂNDIA
1 INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO EM MULHERES NA CIDADE DE UBERLÂNDIA OLIVEIRA, Fernanda Aparecida (Curso de Farmácia do Centro Universitário do Triângulo - Unitri, [email protected]) GOUVEIA, Isabela
ESTRIOL. Estrogênio Hormônio Bioidentico
ESTRIOL Estrogênio Hormônio Bioidentico INTRODUÇÃO O Estriol é um hormônio natural feminino. Nos anos que antecedem ou sucedem a menopausa (natural ou cirúrgica), o Estriol pode ser usado no tratamento
11º Imagem da Semana: Ultrassonografia dos rins e vias urinárias
11º Imagem da Semana: Ultrassonografia dos rins e vias urinárias Enunciado Paciente do sexo feminino, 8 anos, há 2 dias com hematúria macroscópica e dor abdominal difusa leve à esclarecer. Pressão arterial
Departamento de Pediatria Journal Club. Apresentadora: Eleutéria Macanze 26 de Julho, 2017
Departamento de Pediatria Journal Club Apresentadora: Eleutéria Macanze 26 de Julho, 2017 Introdução Nos países em que a Malária é endémica a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda testes de Malária
ENFERMAGEM EXAMES LABORATORIAIS. Aula 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM EXAMES LABORATORIAIS Aula 4 Profª. Tatiane da Silva Campos As principais causas de erro e de resultados falsos do exame de urina estão relacionadas à preparo do paciente, coleta, transporte
Nitrofurantoína Prof. Luiz Antônio Ranzeiro Bragança Denis Rangel Monitor de Farmacologia Niterói, RJ 2º semestre de 2016
Nitrofurantoína Prof. Luiz Antônio Ranzeiro Bragança Denis Rangel Monitor de Farmacologia Niterói, RJ 2º semestre de 2016 Introdução e Estrutura Química -Droga sintética derivada do Nitrofurano; -Uso clínico
RESUMO SEPSE PARA SOCESP INTRODUÇÃO
RESUMO SEPSE PARA SOCESP 2014 1.INTRODUÇÃO Caracterizada pela presença de infecção associada a manifestações sistêmicas, a sepse é uma resposta inflamatória sistêmica à infecção, sendo causa freqüente
PROTOCOLO DE ATENDIMENTO
1 Público Alvo: Médicos do Corpo Clínico e Enfermagem. Objetivo: Padronizar diagnóstico e tratamento de meningites bacterianas. Referência: 1)Practice Guidelines for the Managementof Bacterial Meningitis,
URO-VAXOM. Lisado bacteriano de Escherichia coli. APRESENTAÇÕES Cápsulas de 6 mg de lisado bacteriano de Escherichia coli. Caixas com 10 e 30 cápsulas
URO-VAXOM Lisado bacteriano de Escherichia coli APRESENTAÇÕES Cápsulas de 6 mg de lisado bacteriano de Escherichia coli. Caixas com 10 e 30 cápsulas USO ORAL USO ADULTO E/OU PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada
Delirium na Sala de Urgência
Delirium na Sala de Urgência Autores e Afiliação: Tássia Cristina Monteiro. Médica assistente da Divisão de Emergências Clínicas do Departamento de Clínica Médica da FMRP/USP; Daniel Ossamu Goldschmidt
PROTOCOLO MÉDICO DIARRÉIA AGUDA. Área: Médica Versão: 1ª
Página: 1 de 6 1. Introdução: Diarréia aguda se refere ao aumento do volume e/ou frequência das fezes e perda de nutrientes fecais com um curso menor que 14 dias. A incidência de diarreia aguda é pouco
DOSSIER INFORMATIVO Doenças da Próstata
DOSSIER INFORMATIVO Doenças da Próstata 2013 O que é a próstata? A próstata é uma glândula do aparelho genital masculino localizada à frente do recto e logo abaixo da bexiga, órgão onde a urina está temporariamente
Gastroenterocolite Aguda
TE-5 REMESSA DE documentos de CAIXA, EXTRA-CAIXA E CONTABILIDADE PARA MICROFILMAGEM DIBAN/DPSAG - Depto. de Processos e Suporte às Agências Tipo Documental Gastroenterocolite Aguda Pronto-atendimento do
b) caso este paciente venha a ser submetido a uma biópsia renal, descreva como deve ser o aspecto encontrado na patologia.
01 Um menino de quatro anos de idade é trazido ao pronto-socorro com edema, dor abdominal e dificuldades respiratórias. Não havia história significativa de doenças desde o nascimento. Nas últimas duas
