Por. Semana. Eduardo Valladares (Bruna Basile)

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1 Semana 4 Eduardo Valladares (Bruna Basile) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados.

2 CRONOGRAMA 06/03 Aula de exercícios com enfoque em interpretação de enunciados e comandos 09:15 19:15 13/03 Estutura e Formação de palavras 09:15 19:15 20/03 Semântica das palavras variáveis (substantivo e artigo) 09:15 19:15 27/03 Semântica das palavras variáveis (adjetivo e numeral) 09:15 19:15

3 06 mar Exercícios com enfoque em interpretação de enunciados e comandos 01. Resumo 02. Exercício de Aula 03. Exercício de Casa 04. Questão Contexto

4 RESUMO Em todas as provas de vestibulares, principalmente no ENEM, a interpretação dos enunciados é um fator pode atrapalhar o aluno na hora de responder uma questão. Na prova de Linguagens, devido à extensão dos textos, ao chegarmos à leitura do enunciado já esquecemos o que o texto abordava. Dessa forma, é de suma importância estar sempre atento aos verbos de comando das questões para entender o direcionamento que a resposta deve ter. Quantas vezes você já não leu uma questão e ficou em dúvida de como começar a pensar em como encaminhar a resposta? Vamos solucionar isso na aula de hoje, ok? Por exemplo: Analisar: Observar atentamente dados, gráficos, tabelas, figuras, desenhos, mapas, opiniões, argumentos, textos. Por meio dessa análise será possível identificar as partes e ideias envolvidas que levam à compreensão do todo. Concluir/Inferir/Deduzir: Raciocinar a partir de análise de dados fornecidos e gerar uma informação nova em um determinado contexto. Determinar: Indicar com exatidão, precisão as características próprias de elementos. Diferenciar: Assinalar diferenças, apontar a cada correspondente o seu devido valor. Identificar: Reconhecer e apontar elementos fundamentais, ou seja, as principais características de algum elemento. Resumir: Compreender as ideias centrais do texto para obter a síntese do que foi lido. Relacionar: Estabelecer relações, confrontar diferentes elementos em um ou mais textos. Entretanto, muitas questões não possuem verbos de comando, então deve-se ficar atento às palavras- -chaves que elas apresentam. A palavra-chave de um enunciado é a principal palavra ou termo que facilita a interpretação. Dessa forma, como a prova de Linguagens do ENEM apresenta diversos tipos de textos, devemos observar com atenção os enunciados e identificar essas palavras-chaves. A partir dessa relação entre texto e comando temos o caminho para achar a resposta da questão. Observe algumas delas: Dizer a respeito de = No que se refere a. Decorrente de = Consequência de algo. Implicar = Causar, provocar, resultar. Revelar = Evidenciar, expor. Destacar = Realçar, revelar, marcar, enfatizar. Defender = Justificar, sustentar. Observe o enunciado de uma questão do ENEM 2012: Aquele bêbado Juro nunca mais beber e fez o sinal da cruz com os indicadores. Acrescentou: Álcool. O mais ele achou que podia beber. Bebia paisagens, músicas de Tom Jobim, versos de Mário Quintana. Tomou um pileque de Segall. Nos fins de semana, embebedava-se de Índia Reclinada, de Celso Antônio. Curou-se 100% do vício comentavam os amigos. Só ele sabia que andava mais bêbado que um gambá. Morreu de etilismo abstrato, no meio de uma carraspana de pôr do sol no Leblon, e seu féretro ostentava inúmeras coroas de ex-alcoólatras anônimos. A causa mortis do personagem, expressa no último parágrafo, adquire um efeito irônico no texto porque, ao longo da narrativa, ocorre uma Mesmo que você não saiba o significado de causa mortis, você pode analisar as palavras-chaves que possam ajudar na interpretação desse enunciado, já que ele também não possui verbos de comando. Vamos lá: em primeiro lugar temos o indicativo dessa causa mortis no último parágrafo do texto. Logo depois, temos outra palavra-chave, efeito irônico. Dessa forma, podemos perceber que o texto traz uma quebra de expectativa por causa de um efeito irônico apresentado no último parágrafo. Certo? 111

5 Vamos agora analisar as alternativas. a) metaforização do sentido literal do verbo beber. b) aproximação exagerada da estética abstracionista. c) apresentação gradativa da coloquialidade da linguagem. d) exploração hiperbólica da expressão inúmeras coroas. e) citação aleatória de nomes de diferentes artistas. Se temos um efeito irônico no último parágrafo, provavelmente, é em relação ao primeiro, não é? Então, ao analisarmos as alternativas a única resposta possível é a letra a, pois ao compararmos o sentido original do verbo beber com as paisagens, as músicas e versos que ele se embebedava é isso que traz o efeito irônico com o último parágrafo. EXERCÍCIO DE AULA 1. O nome do inseto pirilampo (vaga-lume) tem uma interessante certidão de nascimento. De repente, no fim do século XVII, os poetas de Lisboa repararam que não podiam cantar o inseto luminoso, apesar de ele ser um manancial de metáforas, pois possuía um nome indecoroso que não podia ser usado em papéis sérios : caga-lume. Foi então que o dicionarista Raphael Bluteau inventou a nova palavra, pirilampo, a partir do grego pyr, significando fogo, e lampas, candeia. FERREIRA, M. B. Caminhos do português: exposição comemorativa do Ano Europeu das Linguas. Portugal: Biblioteca Nacional, 2001 (adaptado). O texto descreve a mudança ocorrida na nomeação do inseto, por questões de tabu linguístico. Esse tabu diz respeito à 112 a) recuperação histórica do significado. b) ampliação do sentido de uma palavra. c) produção imprópria de poetas portugueses. d) denominação científica com base em termos gregos. e) restrição ao uso de um vocábulo pouco aceito socialmente. 2. Noites do Bogart O Xavier chegou com a namorada mas, prudentemente, não a levou para a mesa com o grupo. Abanou de longe. Na mesa, as opiniões se dividiam. Pouca vergonha. Deixa o Xavier. Podia ser a filha dele. Aliás, é colega da filha dele. Na sua mesa, o Xavier pegara na mão da moça. Está gostando? Pô. Só. Chocante, né? disse o Xavier. E depois ficou na dúvida. Ainda se dizia chocante? Beberam em silêncio. E ele disse: Quer dançar?

6 E ela disse, sem pensar: Depois, tio. E Acaram em silêncio. Ela pensando será que ele ouviu?. E ele pensando faço algum comentário a respeito, ou deixo passar?. Decidiu deixar passar. Mas, pelo resto da noite aquele tio ficou em cima da mesa, entre os dois, latejando como um sapo. Ele a levou em casa. Depois voltou. Sentou com os amigos. Aí, Xavier. E a namorada? Ele não respondeu. VERISSIMO, L. F O melhor das comédias da vida privada. Rio de Janeiro: Objetiva, O efeito de humor no texto é produzido com o auxílio da quebra de convenções sociais de uso da língua. Na interação entre o casal de namorados, isso é decorrente a) do registro inadequado para a interlocução em contexto romântico. b) da iniciativa em discutir formalmente a relação amorosa. c) das avaliações de escolhas lexicais pelos frequentadores do bar. d) das gírias distorcidas intencionalmente na fala do namorado. e) do uso de expressões populares nas investidas amorosas do homem. 3. TEXTO I Mama África Mama África (a minha mãe) é mãe solteira e tem que fazer mamadeira todo dia além de trabalhar como empacotadeira nas Casas Bahia Mama África tem tanto o que fazer além de cuidar neném além de fazer denguim filhinho tem que entender Mama África vai e vem mas não se afasta de você quando Mama sai de casa seus filhos se olodunzam rola o maior jazz Mama tem calos nos pés Mama precisa de paz Mama não quer brincar mais filhinho dá um tempo é tanto contratempo no ritmo de vida de Mama CHICO CÉSAR. Mama África. São Paulo: MZA Music,

7 Texto II A pesquisa, realizada pelo IBGE, evidencia características das famílias brasileiras, também tematizadas pela canção Mama África. Ambos os textos destacam o(a) 4. a) preocupação das mulheres com o mercado de trabalho. b) responsabilidade das mulheres no sustento das famílias. c) comprometimento das mulheres na reconstituição do casamento. d) dedicação das mulheres no cuidado com os filhos. e) importância das mulheres nas tarefas diárias. Palavras jogadas fora Quando criança, convivia no interior de São Paulo com o curioso verbo pinchar e ainda o ouço por lá esporadicamente. O sentido da palavra é o de jogar fora (pincha fora essa porcaria) ou mandar embora (pincha esse fulano daqui). Teria sido uma das muitas palavras que ouvi menos na capital do estado e, por conseguinte, deixei de usar. Quando indago às pessoas se conhecem esse verbo, comumente escuto respostas como minha avó fala isso. Aparentemente, para muitos falantes, esse verbo é algo do passado, que deixará de existir tão logo essa geração antiga morrer. As palavras são, em sua grande maioria, resultados de uma tradição: elas já estavam lá antes de nascermos. Tradição, etimologicamente, é o ato de entregar, de passar adiante, de transmitir (sobretudo valores culturais). O rompimento da tradição de uma palavra equivale à sua extinção. A gramática normativa muitas vezes colabora criando preconceitos, mas o fator mais forte que motiva os falantes a extinguirem uma palavra é associar a palavra, influenciados direta ou indiretamente pela visão normativa, a um grupo que julga não ser o seu. O pinchar, associado ao ambiente rural, onde há pouca escolaridade e refinamento citadito, está fadado à extinção? É louvável que nos preocupemos com a extinção de ararinhas-azuis ou dos micos-leão-dourados, mas a extinção de uma palavra não promove nenhuma comoção, como não nos comovemos com a extinção de insetos, a não ser dos extraordinariamente belos. Pelo contrário, muitas vezes a extinção das palavras é incentivada. VIARO, M. E. Língua Portuguesa, n. 77, mar (adaptado). 114

8 A discussão empreendida sobre o (des)uso do verbo pinchar nos traz uma reflexão sobre a linguagem e seus usos, a partir da qual compreende-se que: a) as palavras esquecidas pelos falantes devem ser descartadas dos dicionários, conforme sugere o título. b) o cuidado com espécies animais em extinção é mais urgente do que a preservação de palavras. c) o abandono de determinados vocábulos está associado a preconceitos socioculturais. d) as gerações têm a tradição de perpetuar o inventário de uma língua. e) o mundo contemporâneo exige a inovação do vocabulário das línguas. 5. Só há uma saída para a escola se ela quiser ser mais bem-sucedida: aceitar a mudança da língua como um fato. Isso deve significar que a escola deve aceitar qualquer forma da língua em suas atividades escritas? Não deve mais corrigir? Não! Há outra dimensão a ser considerada: de fato, no mundo real da escrita, não existe apenas um português correto, que valeria para todas as ocasiões: o estilo dos contratos não é o mesmo do dos manuais de instrução; o dos juízes do Supremo não é o mesmo do dos cordelistas; o dos editoriais dos jornais não é o mesmo do dos cadernos de cultura dos mesmos jornais. Ou do de seus colunistas. POSSENTI, S. Gramática na cabeça. Língua Portuguesa, ano 5, n. 67, maio 2011 (adaptado). 115 Sírio Possenti defende a tese de que não existe um único português correto. Assim sendo, o domínio da língua portuguesa implica, entre outras coisas, saber a) descartar as marcas de informalidade do texto. b) reservar o emprego da norma padrão aos textos de circulação ampla. c) moldar a norma padrão do português pela linguagem do discurso jornalístico. d) adequar as formas da língua a diferentes tipos de texto e contexto. e) desprezar as formas da língua previstas pelas gramáticas e manuais divulgados pela escola.

9 EXERCÍCIO DE CASA 1. O hoax, como é chamado qualquer boato ou farsa na internet, pode espalhar vírus entre os seus contatos. Falsos sorteios de celulares ou frases que Clarice Lispector nunca disse são exemplos de hoax. Trata-se de boatos recebidos por ou compartilhados em redes sociais. Em geral, são mensagens dramáticas ou alarmantes que acompanham imagens chocantes, falam de crianças doentes ou avisam sobre falsos vírus. O objetivo de quem cria esse tipo de mensagem pode ser apenas se divertir com a brincadeira (de mau gosto), prejudicar a imagem de uma empresa ou espalhar uma ideologia política. Se o hoax for do tipo phishing (derivado de fishing, pescaria, em inglês) o problema pode ser mais grave: o usuário que clicar pode ter seus dados pessoais ou bancários roubados por golpistas. Por isso é tão importante ficar atento. VIMERCATE, N.Disponível em: Acesso em 1 maio 2013 (adaptado). Ao discorrer sobre os hoaxes, o texto sugere ao leitor, como estratégia para evitar essa ameaça, a) recusar convites de jogos e brincadeiras feitos pela internet. b) analisar a linguagem utilizada nas mensagens recebidas. c) classificar os contatos presentes em suas redes sociais. d) utilizar programas que identifiquem falsos vírus. e) desprezar mensagens que causem comoção Disponível em: www. tecmundo.com.br. Acesso em: 6 ago (adaptado). O que é Web Semântica? Web Semântica é um projeto para aplicar conceitos inteligentes na internet atual. Nela, cada informação vem com um significado bem definido e não se encontra mais solta no mar de conteúdo, permitindo uma melhor interação com o usuário. Novos motores de busca, interfaces inovadoras, criação de dicionários de sinônimos e a organização inteligente de conteúdos são alguns exemplos de aprimoramento. Dessa forma, você não vai mais precisar minerar a internet em busca daquilo que você procura, ela vai passar a se comportar como um todo, e não mais como um monte de informação empilhada. A implementação deste paradigma começou recentemente, e ainda vai levar mais alguns anos até que entre completamente em vigor e dê um jeito em toda a enorme bagunça que a internet se tornou. Ao analisar o texto sobre a Web Semântica, deduz-se que esse novo paradigma auxiliará os usuários a a) armazenar grandes volumes de dados de modo mais disperso. b) localizar informações na internet com mais precisão. c) captar os dados na internet com mais velocidade. d) publicar dados com significados não definidos. e) navegar apenas sobre dados já organizados.

10 3. Disponível em: www. biblioteca.ajes.edu.br. Acesso em: 20 maio 2015 (adaptado). Riscar o chão para sair pulando é uma brincadeira que vem dos tempos do Império Romano. A amarelinha original tinha mais de cem metros e era usada como treinamento militar imitações reduzidas do campo utilizado pelos soldados e acrescentaram numeração nos quadrados que deveriam ser pulados. Hoje as amarelinhas variam nos formatos geométricos e na quantidade de casas. As palavras céu e inferno podem ser escritas no começo e no final do desenho, que é marcado no chão com giz, tinta ou graveto. Com base em fatos históricos, o texto retrata o processo de adaptação pelo qual passou um tipo de brincadeira. Nesse sentido, conclui-se que as brincadeiras comportam o(a) a) caráter competitivo que se assemelha às suas origens. b) delimitação de regras que se perpetuam com o tempo. c) definição antecipada do número de grupos participantes. d) objetivo de aperfeiçoamento físico daqueles que a praticam. e) possibilidade de reinvenção no contexto em que é realizada. 4. Em uma escala de 0 a 10, o Brasil está entre 3 e 4 no quesito segurança da informação. Estamos começando a acordar para o problema. Nessa história de espionagem corporativa, temos muita lição a fazer. Falta consciência institucional e um longo aprendizado. A sociedade caiu em si e viu que é uma coisa que nos afeta, diz S.P., pós-doutor em segurança da informação. Para ele, devem ser estabelecidos canais de denúncia para esse tipo de situação. De acordo com o conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), o Brasil tem condições de desenvolver tecnologia própria para garantir a segurança dos dados do país, tanto do governo quanto da população. Há uma massa de conhecimento dentro das universidades e em empresas inovadoras que podem contribuir propondo medidas para que possamos mudar isso [falta de segurança] no longo prazo. Ele acredita que o governo tem de usar o seu poder de compra de softwares e hardwares para a área da segurança cibernética, de forma a fomentar essas empresas, a produção de conhecimento na área e a construção de uma cadeia de produção nacional. 117 SARRES,C.Disponível em: Acesso em: 22 nov (adaptado). Considerando-se o surgimento da espionagem corporativa em decorrência do amplo uso da internet, o texto aponta uma necessidade advinda desse impacto, que se resume em a) alertar a sociedade sobre os riscos de ser espionada. b) promover a indústria de segurança da informação. c) discutir a espionagem em fóruns internacionais. d) incentivar o aparecimento de delatores. e) treinar o país em segurança digital.

11 5. Para Carr, internet atua no comércio da distração Autor de A Geração Superficial analisa a influência da tecnologia na mente O jornalista americano Nicholas Carr acredita que a internet não estimula a inteligência de ninguém. O autor explica descobertas científicas sobre o funcionamento do cérebro humano e teoriza sobre a influência da internet em nossa forma de pensar. Para ele, a rede torna o raciocínio de quem navega mais raso, além de fragmentar a atenção de seus usuários. Mais: Carr afirma que há empresas obtendo lucro com a recente fragilidade de nossa atenção. Quanto mais tempo passamos on-line e quanto mais rápido passamos de uma informação para a outra, mais dinheiro as empresas de internet fazem, avalia. Essas empresas estão no comércio da distração e são experts em nos manter cada vez mais famintos por informação fragmentada em partes pequenas. É claro que elas têm interesse em nos estimular e tirar vantagem da nossa compulsão por tecnologia. ROXO, E. Folha de S. Paulo. 18 fev (adaptado) A crítica do jornalista norte-americano que justifica o título do texto é a de que a internet a) mantém os usuários cada vez menos preocupados com a qualidade da informação. b) torna o raciocínio de quem navega mais raso, além de fragmentar a atenção de seus usuários. c) desestimula a inteligência, de acordo com descobertas científicas sobre o cérebro. d) influencia nossa forma de pensar com a superficialidade dos meios eletrônicos. e) garante a empresas a obtenção de mais lucro com a recente fragilidade de nossa atenção TEXTO I Antigamente Antigamente, os pirralhos dobravam a língua diante dos pais e se um se esquecia de arear os dentes antes de cair nos braços de Morfeu, era capaz de entrar no couro. Não devia também se esquecer de lavar os pés, sem tugir nem mugir. Nada de bater na cacunda do padrinho, nem de debicar os mais velhos, pois levava tunda. Ainda cedinho, aguava as plantas, ia ao corte e logo voltava aos penates. Não ficava mangando na rua, nem escapulia do mestre, mesmo que não entendesse patavina da instrução moral e cívica. O verdadeiro smart calçava botina de botões para comparecer todo liró ao copo d água, se bem que no convescote apenas lambiscasse, para evitar flatos. Os bilontras é que eram um precipício, jogando com pau de dois bicos, pelo que carecia muita cautela e caldo de galinha. O melhor era pôr as barbas de molho diante de um treteiro de topete, depois de fintar e engambelar os coiós, e antes que se pusesse tudo em pratos limpos, ele abria o arco. ANDRADE, C. D. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983 (fragmento).

12 Texto II Na leitura do fragmento do texto Antigamente constata-se, pelo emprego de palavras obsoletas, que itens lexicais outrora produtivos não mais o são no português brasileiro atual. Esse fenômeno revela que a) a língua portuguesa de antigamente carecia de termos para se referir a fatos e coisas do cotidiano. b) o português brasileiro se constitui evitando a ampliação do léxico proveniente do português europeu. c) a heterogeneidade do português leva a uma estabilidade do seu léxico no eixo temporal. d) o português brasileiro apoia-se no léxico inglês para ser reconhecido como língua independente. e) o léxico do português representa uma realidade linguística variável e diversificada Cabeludinho Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem dissesse no carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava de sério. Mas todo-mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez. E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras e uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho. Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por depois ouvir um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve/ que eu não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro. BARROS, M. Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta, 2003.

13 No texto, o autor desenvolve uma reflexão sobre diferentes possibilidades de uso da língua e sobre os sentidos que esses usos podem produzir, a exemplo das expressões voltou de ateu, disilimina esse e eu não sei a ler. Com essa reflexão, o autor destaca a) os desvios linguísticos cometidos pelos personagens do texto. b) a importância de certos fenômenos gramaticais para o conhecimento da língua portuguesa. c) a distinção clara entre a norma culta e as outras variedades linguísticas. d) o relato fiel de episódios vividos por Cabeludinho durante as suas férias. e) a valorização da dimensão lúdica e poética presente nos usos coloquiais da linguagem 8. A discussão sobre o fim do livro de papel com a chegada da mídia eletrônica me lembra a discussão idêntica sobre a obsolescência do folheto de cordel. Os folhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200 anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas de Leandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santos continuarão sendo publicados e lidos em CD- -ROM, em livro eletrônico, em chips quânticos, sei lá o quê. O texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnar em corpos variados: página impressa, livro em Braille, folheto, coffee-table book, cópia manuscrita, arquivo PDF... Qualquer texto pode se reencarnar nesses (e em outros) formatos, não importa se é Moby Dick ou Viagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadas de Casseta & Planeta. TAVARES, B. Disponível em: Ao refletir sobre a possível extinção do livro impresso e o surgimento de outros suportes em via eletrônica, o cronista manifesta seu ponto de vista, defendendo que a) o cordel é um dos gêneros textuais, por exemplo, que será extinto com o avanço da tecnologia. b) o livro impresso permanecerá como objeto cultural veiculador de impressões e de valores culturais. c) o surgimento da mídia eletrônica decretou o fim do prazer de se ler textos em livros e suportes impressos. d) os textos continuarão vivos e passíveis de reprodução em novas tecnologias, mesmo que os livros desapareçam. e) os livros impressos desaparecerão e, com eles, a possibilidade de se ler obras literárias dos mais diversos gêneros.

14 QUESTÃO CONTEXTO Moana Um mar de aventuras br/filme/moana Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores, que é seu maior hobbie e, também, trabalho. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar sua família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Com a ajuda do lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada pelo mar aberto, onde vai enfrentar criaturas marinhas e descobrir antigas histórias do submundo. Os gêneros textuais são textos encontrados cotidianamente e apresentam uma função social dentro de um padrão sócio comunicativo. Identifique o gênero apresentado e sua função social. 121 GABARITO 01. Exercício de aula 1. e 2. a 3. b 4. c 5. d 02. Exercício de casa 1. b 2. b 3. e 4. b 5. e 6. e 7. e 8. d 03. Questão Contexto Você deve ter percebido que na questão apresentada existem duas palavras-chaves, são elas: gênero textual e função social. O gênero textual é um modelo de texto que encontramos diariamente em jornais, revistas, livros, entre outros. E como foi dito, todo gênero possui uma função social e mesmo que você não soubesse o significado dessa expressão você poderia inferir que seria o objetivo desse texto dentro da sociedade. Ao lermos o texto podemos identificar que o gênero textual é uma sinopse e sua função social é apresentar informações por meio de um relato breve ou resumo sobre uma história de filme ou qualquer outro tipo de obra que serve como uma estratégia publicitária para promover esse conteúdo. Além disso, essas informações poderiam ser inferidas pelo link apresentado logo após o texto que apresenta o site de uma rede de cinemas do Brasil.

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