QUESTÃO 60 DA CODESP

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1 UEÃO 60 D CODE - 0 êmpera é um ipo de raameno érmico uilizado para aumenar a dureza de peças de aço respeio da êmpera, é correo afirmar: ) a êmpera modifica de maneira uniforme a dureza da peça, independenemene das dimensões desa B) não provoca ensões residuais nas peças raadas C) aumena a ducilidade da peça D) a êmpera pode ser feia em aços com qualquer composição química, independenemene do eor de carbono E) a axa de resfriameno influencia o resulado final do processo esolução: lernaiva Incorrea: as dimensões da peça êm uma grande influência nos resulados finais da êmpera dessa peça o arrefecimeno das peças pouco espessas, a diferença de emperaura enre o núcleo e a periferia da peça é muio pequena o enano, raando-se de peças de grande diâmero ou espessura verifica-se que no arrefecimeno exise uma diferença apreciável enre a emperaura do núcleo e a da periferia auralmene a emperaura é superior no núcleo, sendo a diferença ano maior quano maior for a espessura lernaiva B Incorrea: a êmpera comum causa um grau elevado de ensões inernas podendo gerar rincas e empenos em peças mais delicadas lernaiva C Incorrea: a êmpera aumena a resisência mecânica, a dureza e a fragilidade (redução brusca da ducilidade) lernaiva D Incorrea: o eor de carbono do aço em influência sobre a emperaura de êmpera, a velocidade críica e a dureza obida emperaura de êmpera diminui à medida que o eor em carbono vai crescendo, aé 0,86% lém disso, a velocidade críica baixa com o aumeno do eor em carbono lernaiva E Correa: na êmpera deve-se er o rápido resfriameno a parir da emperaura de ausenização axa de resfriameno deermina as propriedades finais Ela depende do ipo de maerial e da ransformação de fase ou microesruura desejada É o mais imporane porque é o que efeivamene deerminará a microesruura, além da composição química do maerial lernaiva E é correa UEÃO 3 D C D MOED DO BI Uma parede composa separa dois meios O fluido presene no meio possui emperaura e coeficiene de ransferência de calor por convecção O fluido presene no meio possui emperaura e coeficiene de ransferência de calor por convecção

2 axa de ransferência de calor permanene aravés da parede composa, de área, ilusrada na figura, onde k é a conduividade érmica de cada parede, é dada por esolução: quesão envolve o conceio de resisência érmica: a condução, (ei de Fourier) a convecção (ei de ewon) ogo: ) ( ) ( convecção condução o sisema proposo emos a seguine configuração de resisência érmica:

3 s resisências e 3 são relaivas à convecção e as resisências - e -3 são relaivas à condução ogo: 3 3 Isolando, obemos: lernaiva E é correa UEÃO 37 D EOBÁ DIIBUIDO - 0 figura ilusra um arranjo de rodas denadas cilíndricas de denes reos s rodas denadas êm número de denes diferenes roda denada é fundida ao eixo e ; as rodas denadas e são fundidas ao eixo e ; as rodas denadas e são fundidas ao eixo e 3 relação enre as velocidades angulares das rodas denadas e,, é Dado:,,, e são, respecivamene, os números de denes das rodas denadas,,, e ) B)

4 C) D) E) esolução: De acordo com o enunciado da quesão, em-se uma ransmissão em dois eságios: e são iguais, pois esão no mesmo eixo; - - o mesmo equivale para e, ou seja, e são iguais ara o segundo eságio, emos a seguine relação de ransmissão: ocorre o engrenameno) ara o primeiro eságio: i (onde ocorre o engrenameno) i (onde ogo: e relação enre as velocidades angulares das rodas denadas e, lernaiva B é correa, é: UEÃO 50 D CHEF 0 Um grande número de processos de soldagem é uilizado na fabricação de peças Em relação às caracerísicas dos processos de soldagem deve-se considerar que ) no processo MG, o soldador conrola apenas a velocidade de deslocameno da pisola B) a ransferência por curo-circuio se limia à soldagem na posição plana e orizonal C) o ipo de gás de proeção, uilizado na soldagem por arame sólido, pode influenciar na peneração e no formao do cordão D) no processo por arco submerso, a proeção da poça é dada pelo gás argônio E) o sopro magnéico é mais inenso em correne alernada do que em correne conínua esolução: lernaiva Incorrea: no processo MIG, o soldador conrola somene a velocidade de deslocameno da pisola e a oscilação laeral lernaiva B Incorrea: na ransferência globular, os parâmeros de soldagem são maiores do que por curo-circuio O arco é conínuo, mas a ransferência é irregular

5 e um ano ineficiene peneração é limiada, o cordão em uma aparência irregular e quanidades excessivas de respingos, ese ipo limia-se a posições plana ou orizonal lernaiva C Correa: os gases de proeção podem ser ineres (MIG) ou aivos (MG) ou ainda misura deses O ipo de gás influencia as caracerísicas do arco e da ransferência de meal, a peneração, a largura e o formao do cordão de solda, a velocidade máxima de soldagem, a endência ao aparecimeno de mordeduras e o cuso de operação lernaiva D Incorrea: o processo MIG é aquele em que a proeção gasosa da região fundida é formada por um gás inere, ou seja, um gás normalmene monoaômico como rgônio ou Hélio, e que não em nenuma aividade física com a poça de fusão o processo por arco submerso, um arco é formado enre a peça de rabalo e um elerodo consumível, onde ambos esão coberos por uma camada de fluxo granular O arco ficará proegido por esa camada, assim como o meal fundido e a poça de fusão, da conaminação amosférica lernaiva E Incorrea: o sopro magnéico é um fenômeno que ocorre na soldagem a arco elérico com correne conínua correne alernada não é sensível ao fenômeno de sopro magnéico lernaiva C é correa

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