Geometria de Superfícies Planas
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- Linda Vieira Pais
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1 Geometria de Superfícies Planas Marcelo iana IMPA - Rio de Janeiro Geometria de Superfícies Planas p. 1/4
2 Algumas superfícies (não planas) Esfera (g = 0) Toro (g = 1) Bitoro (g = 2) Geometria de Superfícies Planas p. 2/4
3 Uma "esfera" plana: o cubo Superfície plana: Os ângulos internos de qualquer triângulo na superfície somam 180 graus. Qualquer triângulo mesmo?... Geometria de Superfícies Planas p. 3/4
4 E nas arestas? Toda a aresta pode ser "desdobrada" (ou "planificada") sem deformar a superfície: As geodésicas ("caminhos mais curtos") correspondem a segmentos de reta na versão desdobrada. A soma dos ângulos internos de um triângulo é 180 graus. Geometria de Superfícies Planas p. 4/4
5 E nos vértices? Definimos ang( ) = soma dos ângulos das faces adjacentes a. No caso do cubo ang( ) = 3π/2. Sempre que ang( ) 2π, o vértice não pode ser planificado" sem deformar ou rasgar a superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 5/4
6 Triângulos num vértice topo lado α γ β frente Geometria de Superfícies Planas p. 6/4
7 Triângulos num vértice topo lado α β γ frente Geometria de Superfícies Planas p. 7/4
8 Triângulos num vértice topo lado α γ β frente Geometria de Superfícies Planas p. 8/4
9 Soma dos ângulos internos topo lado α γ β frente A soma dos ângulos internos deste hexágono plano é α + β + γ + ang( ) + π = 4π, logo a soma dos ângulos internos do triângulo no cubo é α + β + γ = 3π ang( ) = 3π/2. Qual é a regra geral? Geometria de Superfícies Planas p. 9/4
10 Característica de Euler A característica de Euler de uma superfície é definida por X = faces arestas + vértices para uma triangulação qualquer da superfície: Ela não depende da escolha da triangulação: X(cubo) = = 2 Geometria de Superfícies Planas p. 10/4
11 Característica de Euler A característica de Euler de uma superfície é definida por X = faces arestas + vértices para uma triangulação qualquer da superfície: Ela não depende da escolha da triangulação: X(cubo) = = 2 Geometria de Superfícies Planas p. 11/4
12 Característica de Euler A característica de Euler de qualquer superfície (orientável) é sempre um inteiro par menor ou igual a 2. Escrevemos X = 2 2g, onde g é chamado o gênero da superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 12/4
13 Característica de Euler A característica de Euler de qualquer superfície (orientável) é sempre um inteiro par menor ou igual a 2. Escrevemos X = 2 2g, onde g é chamado o gênero da superfície. A característica de Euler é um invariante topológico, isto é, ela não muda se deformamos a superfície (sem rasgar ). Qual é a característica de Euler da faixa de Möbius? Geometria de Superfícies Planas p. 12/4
14 Teorema de Gauss-Bonnet Numa superfície diferenciável, a curvatura gaussiana total é igual a 2πX, onde X = 2 2g é a característica de Euler da superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 13/4
15 Teorema de Gauss-Bonnet Numa superfície diferenciável, a curvatura gaussiana total é igual a 2πX, onde X = 2 2g é a característica de Euler da superfície. ersão para superfícies planas: A soma N i=1 ( 2π ang(i ) ) é igual a 2πX, onde 1,..., N são os vértices da superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 13/4
16 Teorema de Gauss-Bonnet Numa superfície diferenciável, a curvatura gaussiana total é igual a 2πX, onde X = 2 2g é a característica de Euler da superfície. ersão para superfícies planas: A soma N i=1 ( 2π ang(i ) ) é igual a 2πX, onde 1,..., N são os vértices da superfície. Superfície plana: A soma dos ângulos internos de qualquer triângulo é 180 graus, exceto num número finito de pontos, os seus vértices, onde está concentrada toda a curvatura da superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 13/4
17 Passeios geodésicos Consideremos linhas "retas" (geodésicas) com uma direção fixada, a partir pontos da superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 14/4
18 Passeios geodésicos Consideremos linhas "retas" (geodésicas) com uma direção fixada, a partir pontos da superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 15/4
19 Passeios geodésicos Queremos entender o comportamento das geodésicas, o modo como se enroscam" na superfície. Por exemplo: Quando é que as geodésicas são fechadas? Quando é que são densas na superfície? Geometria de Superfícies Planas p. 16/4
20 Motivação O fluxo geodésico em superfícies planas se relaciona com: Transformações de intercâmbio de intervalo Dinâmica de folheações mensuráveis Expoentes de Lyapunov de cociclos lineares Espaços e fluxos de Teichmüller Espaços de módulos de estruturas complexas Diferenciais quadráticas Expansões em frações contínuas Bilhares em mesas poligonais Operadores de renormalização... Geometria de Superfícies Planas p. 17/4
21 Bilhares Modelam movimento de partículas numa região do plano, com velocidade constante e choques elásticos no bordo: amos tratar apenas de mesas poligonais, cujos bilhares se relacionam diretamente com fluxos geodésicos em superfícies planas. Geometria de Superfícies Planas p. 18/4
22 Esferas planas Colando 2 triângulos idênticos ao longo do bordo obtemos uma superfície plana com 3 vértices: Qual é a característica de Euler desta superfície? Geometria de Superfícies Planas p. 19/4
23 Bilhares em mesas triangulares Bilhar numa mesa triangular fluxo geodésico numa esfera plana com três vértices. Geometria de Superfícies Planas p. 20/4
24 Mesas triangulares Bilhar numa mesa triangular fluxo geodésico numa esfera plana com três vértices. Geometria de Superfícies Planas p. 21/4
25 Um problema em aberto Todo bilhar numa mesa triangular tem alguma trajetória fechada? Em outras palavras, numa esfera plana com três vértices sempre existe alguma geodésica fechada? Quando os ângulos são agudos, a resposta é afirmativa. Geometria de Superfícies Planas p. 22/4
26 Esferas diferenciáveis Para esferas diferenciáveis com curvatura positiva sempre existem pelo menos três geodésicas fechadas: Geometria de Superfícies Planas p. 23/4
27 Passeios geodésicos À primeira vista, o comportamento não depende muito do ponto de partida: as geodésicas permanecem paralelas. Geometria de Superfícies Planas p. 24/4
28 Passeios geodésicos À primeira vista, o comportamento não depende muito do ponto de partida: as geodésicas permanecem paralelas. Mas a presença de vértices pode tornar a situação muito mais complicada! Geometria de Superfícies Planas p. 25/4
29 O toro plano Um único vértice, com ang( ) = 2π. O toro plano não mergulha em R 3. Geometria de Superfícies Planas p. 26/4
30 Passeios geodésicos no toro H Geodésicas numa dada direção permanecem paralelas. Geometria de Superfícies Planas p. 27/4
31 Passeios geodésicos no toro h 2 (l)= 2 h 1 (l)= 4 O seu comportamento pode ser descrito usando o vetor 1 (v 1,v 2 ) = lim l l (h 1(l),h 2 (l)), onde h 1 (l), h 2 (l) = números de voltas" de um segmento de comprimento l em torno do toro, na horizontal e na vertical. Geometria de Superfícies Planas p. 28/4
32 Passeios geodésicos no toro h 2 (l) Teorema. h 1 (l) 1. Se v 1 /v 2 é racional então toda a geodésica é fechada. 2. Se v 1 /v 2 é irracional então toda a geodésica é densa e, mesmo, uniformemente distribuída (o fluxo é unicamente ergódico). Geometria de Superfícies Planas p. 29/4
33 Uma construção mais geral Consideremos qualquer polígono no plano limitado por um certo número de pares de segmentos (não-adjacentes) paralelos e com o mesmo comprimento. Identificando os segmentos em cada par obtemos uma superfície plana. Geometria de Superfícies Planas p. 30/4
34 Um exemplo Consideremos o octógono regular: Geometria de Superfícies Planas p. 31/4
35 Um exemplo Consideremos o octógono regular: Geometria de Superfícies Planas p. 32/4
36 Um exemplo Consideremos o octógono regular: Geometria de Superfícies Planas p. 33/4
37 Um exemplo Consideremos o octógono regular: Geometria de Superfícies Planas p. 34/4
38 Um exemplo Consideremos o octógono regular: Geometria de Superfícies Planas p. 35/4
39 Um exemplo Consideremos o octógono regular: A superfície plana tem um só vértice, com ang( ) = 6π. Logo (por Gauss-Bonnet) tem gênero g = 2: bitoro plano. Como pode o ângulo ser maior que 2π?? Geometria de Superfícies Planas p. 36/4
40 Superfícies de translação As superfícies planas obtidas a partir de polígonos têm estrutura adicional: "rosa dos ventos" definida globalmente. S E O N? N N N N N a N Geometria de Superfícies Planas p. 37/4
41 Superfícies de translação As superfícies planas obtidas a partir de polígonos têm estrutura adicional: "rosa dos ventos" definida globalmente. S E O N? S S S Esse não é o caso do cubo: S S S Geometria de Superfícies Planas p. 38/4
42 Fluxos de translação Tal como no caso do toro, consideremos geodésicas com uma dada direção, a partir de pontos da superfície. Geometria de Superfícies Planas p. 39/4
43 Fluxos de translação h 1 = 3 h 2 = 5 h 3 = 4 h 4 = A cada segmento geodésico de comprimento l podemos associar um vetor de entradas inteiras H(l) = (h 1 (l),...,h d (l)) onde h i (l) = número de voltas" do segmento na direção do iésimo lado do polígono. Geometria de Superfícies Planas p. 40/4
44 Ciclos assintóticos S. Schwartzmann (1957): O ciclo assintótico de um par (superfície, direção) é o limite 1 c 1 = lim l l H(l) Este vetor c 1 R d descreve o número médio de voltas" das geodésicas em torno dos diferentes lados do polígono, por unidade de comprimento. Geometria de Superfícies Planas p. 41/4
45 Ciclos assintóticos S. Schwartzmann (1957): O ciclo assintótico de um par (superfície, direção) é o limite 1 c 1 = lim l l H(l) Este vetor c 1 R d descreve o número médio de voltas" das geodésicas em torno dos diferentes lados do polígono, por unidade de comprimento. Teorema (Kerckhoff, Masur, Smillie 1986). Para qualquer superfície de translação e quase toda a direção, o fluxo geodésico é unicamente ergódico. Em particular, o ciclo assintótico existe e toda a geodésica é densa. Geometria de Superfícies Planas p. 41/4
46 Desvios do limite A partir de experimentos numéricos, os matemáticos A. Zorich e M. Kontsevich conjecturaram que as geodésicas têm um comportamento qualitativo muito bem definido: Geometria de Superfícies Planas p. 42/4
47 Desvios do limite A partir de experimentos numéricos, os matemáticos A. Zorich e M. Kontsevich conjecturaram que as geodésicas têm um comportamento qualitativo muito bem definido: Sempre existem números 1 > e 2 > > e g > 0 e vetores c 1,c 2,...,c g tais que H(l) = c 1 l + c 2 l e c g l e g + R(l) onde o termo de resto R(l) é limitado. Os expoentes e 2,...,e g só dependem da superfície plana. Geometria de Superfícies Planas p. 42/4
48 Desvios do limite A partir de experimentos numéricos, os matemáticos A. Zorich e M. Kontsevich conjecturaram que as geodésicas têm um comportamento qualitativo muito bem definido: Sempre existem números 1 > e 2 > > e g > 0 e vetores c 1,c 2,...,c g tais que H(l) = c 1 l + c 2 l e c g l e g + R(l) onde o termo de resto R(l) é limitado. Os expoentes e 2,...,e g só dependem da superfície plana. Teorema (Avila, iana 2005). A conjectura de Zorich e Kontsevich é verdadeira. Geometria de Superfícies Planas p. 42/4
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